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Chapolin Gremista
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Re: Europa

Mensagem por Chapolin Gremista » 07 Mar 2020, 11:01

Pode ser um direitista rico, dã!
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI

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Re: Europa

Mensagem por JF CH » 07 Mar 2020, 11:02

Mas continua sendo de direita, porra :P
JF CH
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Campeão do De Que Episódio é Essa Foto? - Edição 2016
Usuário do Mês de Outubro/2016, Janeiro/2018, Maio/2019, Janeiro/2020 e Setembro/2020

F42 escreveu:
18 Abr 2021, 21:26
com todo o perdão da palavra e com toda a certeza que eu serei punido, piada é a cabeça da minha piroca! porra mano, eu tive que adicionar seu nome como "pseudo" pré candidato a moderação lá no datafórum e você agora fala que é piada? o que vc tem na sua cabeça, mano?
piadaitaliano/

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Re: Mundo

Mensagem por Chapolin Gremista » 07 Mar 2020, 12:21

Matança contra estudantes
Policiais e paramilitares massacram estudantes na Índia
Estudantes reagem a lei racista. Governo fascista responde com 30 assassinatos

Foram assassinados, na semana passada, cerca de 30 estudantes pela polícia indiana e paramilitares, na capital da Índia, Nova Delhi. O motivo foi por conta das manifestações estudantis contra uma lei racista que tira os direitos de cidadania dos islâmicos. O governo Narenda Modi, aliado de Bolsonaro, está cada vez mais cercando o movimento estudantil, partidos de esquerda e movimentos sociais, utilizando em conjunto a repressão estatal e com a maior organização paramilitar do mundo, a Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS).

A lei fere um dos princípios fundamentais da constituição indiana, que é o secularismo, a liberdade de crença. Devido a isso, a União de Estudantes da Universidade Jawaharlal Nehru (JNU), que fica na capital indiana, entende que se quaisquer princípios fundamentais da Constituição são violados, então não há mais diferença entre regimes ditatoriais e democráticos. Nota-se que neste exemplo ocorre não somente a perda do direito à liberdade religiosa aos muçulmanos, como também a liberdade de expressão, massacrando a juventude organizada. Processo este que também está ocorrendo no Brasil desde 2016 por conta do golpe de estado, no qual vem evoluindo uma série de ataques contra os direitos democráticos.

Além disso, é importante destacar que os fascistas sempre utilizam da religião como uma camuflagem para atrair os seus seguidores ‘fiéis’. Isto porque usufruem da religiosidade como uma desculpa para atacar seus inimigos. Percebe-se que tanto no governo do Bolsonaro (cristianismo), como a do Narenda (hinduismo), usam elementos de tais religiões para justificar o massacre dos estudantes organizados no movimento estudantil, provocar chacina contra comunidades indígenas, quilombolas, sem terras, etc.

Infelizmente, tal qual como no Brasil, os partidos de esquerda na Índia ainda apostam nas instituições, um caso é o Partido Comunista Marxista Indiano (CPI-M), com a sua nota sobre esse massacre, no qual exige que a polícia pare com “comportamento pouco profissional tendencioso e aja rapidamente para parar a violência”. Não somente a isso, CPI-M e demais principais partidos de esquerda pedem que o governo reconheça o fracasso da polícia e convoque o Exército para tentar erradicar a violência na capital. Quando na verdade esses partidos estão entregando de bandeja para o governo fascista atacar mais duramente os manifestantes. É importante que esse acontecimento sirva de alerta aqui no Brasil para estimular cada vez mais os comitês de auto-defesa.
https://www.causaoperaria.org.br/polici ... a-india-2/
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Re: Mundo

Mensagem por Dona Clotilde » 07 Mar 2020, 20:18

Todo o apoio ao regime de Modi, que está enfrentando esses islâmicos radicais horrendos.
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Re: América Latina

Mensagem por E.R » 08 Mar 2020, 00:40

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Re: América Latina

Mensagem por Dona Clotilde » 08 Mar 2020, 01:05

Excelente, presidente Pou não caindo nessa demagogia puritana e mantendo os direitos do povo, e indo no que realmente importe (o enxugamento do estado).
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Re: Mundo

Mensagem por Chapolin Gremista » 09 Mar 2020, 04:25

Tensões sírio-turcas
Estaria o imperialismo retomando o controle político da Turquia?
Após se distanciar da influência imperialista durante alguns anos, o presidente Erdogan adota uma postura que atende aos interesses imperialistas de desestabilizar o Oriente Médio

Por Eduardo Vasco

Voltaram a escalar as tensões entre Turquia e Síria. A região de Idlib é o palco dos combates. O governo do presidente Recep Tayyip Erdogan mantém forças militares – exército e aeronáutica – no território sírio para apoiar guerrilheiros opositores de Bashar al-Assad.

Os embates têm se intensificado e a Rússia – aliado fundamental da Síria em sua guerra contra o Estado Islâmico, outros grupos armados promovidos pelo imperialismo e a própria intervenção imperialista direta – tomou partido de Damasco contra os turcos, dos quais se aproximaram intensamente nos últimos anos.

Já houve troca de ataques entre sírios e turcos, e mesmo entre turcos e russos, embora estes últimos tentem mediar a situação.

Para fazer qualquer esboço de análise sobre a complexa situação na qual se encontra a política externa turca atualmente, entretanto, é preciso voltar um pouco no tempo.

As oscilações de Erdogan

Erdogan foi consolidando seu poder na Turquia desde sua ascensão como primeiro-ministro, em 2003. Durante o período que se encerrou em 2014, quando se elegeu presidente, a Turquia manteve uma firme aliança com o imperialismo, sendo fortemente cogitada para integrar a União Europeia e considerada um país democrático em comparação com as outras nações de maioria islâmica.

Em 2011, os turcos foram responsáveis por iniciar a desestabilização e finalmente a guerra na Síria, junto com outros países do Oriente Médio, como Catar e Arábia Saudita, com o imperialismo por trás, armando e financiando “rebeldes” para derrubar Assad.

No entanto, tudo mudou após julho de 2016, quando militares apoiados pelos Estados Unidos e a OTAN tentaram um golpe de Estado contra Erdogan, que não caiu graças à ajuda da inteligência russa e da reação popular nas ruas, respondendo com um violento expurgo no interior das forças armadas para enfraquecer os setores pró-imperialistas.

A partir daí, a política externa turca mudou consideravelmente. Os EUA foram perdendo cada vez mais terreno para a Rússia e Erdogan se aliou a outros governos nacionalistas pelo mundo, como a Venezuela de Maduro.

Mas seu governo continuou mantendo fortes contradições, tanto interna como externamente.

Defesa das fronteiras e agressões militares

Um episódio que reflete bem essas contradições, no caso externas, do governo turco, foi a Operação Ramo de Oliveira. Em janeiro de 2018, o exército da Turquia invadiu o noroeste da Síria, ocupando a região de Afrin sob a desculpa de combater as forças separatistas curdas, que constituiriam uma ameaça à sua integridade territorial.

A invasão foi fortemente denunciada pelo governo sírio e pela Rússia. Os próprios Estados Unidos não a viram com bons olhos, uma vez que naquela oportunidade as suas relações com a Turquia não estavam em alta e uma ação turca visava esmagar aqueles que estavam sendo treinados por Washington para confrontar o exército sírio em sua última tentativa de derrubar Assad. É importante lembrar que naquela ocasião o Pentágono já mantinha bases militares no noroeste da Síria, sob os protestos de Damasco.

Na prática, Turquia e Síria lutavam contra um inimigo em comum: os curdos, que buscam constituir uma nação independente e para isso precisam de partes territoriais que hoje pertencem aos dois países, além do Iraque. Logo, o correto seria se aliarem. Mas não foi o que ocorreu e o exército turco permanece até hoje na região, financiando organizações armadas radicais sunitas contra as forças armadas do governo sírio.

Esse dado é importante. O governo sírio, ao contrário dos outros governos do Oriente Médio, é laico e secular. Assad é alauíta, uma vertente do xiismo. O principal aliado da Síria na região é o Irã, xiita. Assim, tal aspecto do conflito sírio-turco se insere na disputa geopolítica regional, na qual Irã e Turquia disputam – junto com a Arábia Saudita – para ver quem consegue alcançar maior influência entre os países, povos e movimentos armados.

Erdogan está tratando as regiões no noroeste da Síria, com presença militar turca (Afrin e Idlib), como se fossem territórios da Turquia. Ele tem feito sérias ameaças contra Bashar al-Assad caso as suas tropas sejam atacadas e prometido reagir violentamente às mortes de seus soldados pelas forças de Damasco. Ora, mas o agressor é justamente a Turquia! A Síria está apenas se defendendo de uma invasão ilegal.

Na atual etapa do conflito, Erdogan está apelando a discursos nacionalistas para reforçar sua base de apoio interna. Os sentimentos ufanistas sempre foram utilizados pelo imperialismo ao longo da história para jogar um povo contra o outro. Países que, um dia, já foram potências regionais, são ainda mais suscetíveis a isso, pois seus setores mais atrasados ainda têm alguma ambição reacionária de voltar à antiga condição reconquistando territórios perdidos. Basta lembrar da Guerra da Iugoslávia, quando forças reacionárias sérvias se aproveitaram da situação em que o imperialismo financiava de alguma maneira todos os lados do conflito e falavam em reconstruir a “Grande Sérvia” e até mesmo alguns albaneses chegaram a cogitar uma “Grande Albânia”.

Ou então a guerra entre Irã e Iraque na década de 1980, quando dois governos nacionalistas se digladiaram ao invés de se unirem pelo interesse comum que era expulsar o imperialismo do Oriente Médio. Ou mesmo os frequentes conflitos territoriais que duram desde o final dos anos 1970 entre a China e o Vietnã. A própria China e a União Soviética caíram nessa trama, logicamente com o imperialismo tendo um papel obscuro na fustigação dessas escaramuças.

O Império Otomano, cujo centro era o que hoje é a Turquia, foi uma fortíssima potência regional que abrangeu, em diferentes momentos históricos, partes da África do Norte, do Sudeste Europeu e do Oriente Médio. Certamente, com o crescimento da Turquia como um “país emergente”, isto é, devido à política nacionalista de Erdogan que levou o país a um relativo desenvolvimento econômico – e à força militar turca –, há diversos setores retrógrados que anseiam pela volta de uma “Grande Turquia”.

É de se recordar que o norte da ilha de Chipre é controlado pelos turcos – a Turquia é o único país que reconhece a independência do Chipre do Norte, após a invasão de 1974. Ou seja, trata-se de um território ocupado pela Turquia. Por sua vez, além da invasão da Síria desde 2018, Ancara está empreendendo uma nova intervenção em terras estrangeiras, e agora longe de suas fronteiras: na Líbia.

É difícil de saber, entretanto, até que ponto todas essas investidas representam os interesses nacionais da Turquia e até que ponto não servem à política do imperialismo de utilizá-la para seus próprios interesses.

A Turquia se reaproxima das potências imperialistas

Os turcos são o maior exército da Organização do Tratado do Atlântico Norte. Teriam condições de se protegerem por conta própria sem precisar estar sob a bota dos militares dos países imperialistas que controlam a OTAN. No entanto, mesmo quando sofreu a tentativa golpista de 2016 promovida pelo imperialismo, Erdogan não se retirou da Aliança.

No final de fevereiro, a Turquia solicitou uma reunião no âmbito do Artigo 4º do Tratado de Washington, que estipula a assistência dos países da OTAN a um membro que veja sua segurança nacional ameaçada.

A ajuda militar da OTAN à Turquia contra a Síria só não ocorreu até agora por causa do veto da Grécia. Além da rivalidade histórica entre helenos e otomanos (à qual o Chipre está incluso), os gregos exigem que a Turquia impeça a passagem em massa de refugiados para a Europa, o que afeta primeiramente a Grécia devido à sua posição fronteiriça.

A fronteira com a Europa é o principal instrumento de barganha de Erdogan com a União Europeia, tanto para acordos benéficos à Turquia como para a política que vem de anos de ingresso de seu país ao bloco continental.

O país sempre foi um ponto estratégico do imperialismo, especialmente durante a Guerra Fria. Quando da Crise dos Mísseis, todos culparam a União Soviética por quase ter desencadeado uma guerra nuclear ao instalar arsenal em Cuba, mas poucos se lembram que isso foi apenas uma resposta à instalação de mísseis nucleares norte-americanos na Turquia, apontados para a URSS.

Após o golpe fracassado de 2016, Erdogan preferiu comprar o sistema de mísseis S-400 russos ao invés do Patriot dos EUA. Porém, diante da invasão à Síria a qual não é apoiada por Moscou, a Turquia está buscando finalmente armamento norte-americano.

As tensões políticas e diplomáticas entre Turquia e Rússia têm se intensificado ao ponto de a polícia turca ter prendido, neste final de semana, jornalistas da agência de notícias russa Sputnik em Istambul e Ancara. Esse episódio apenas aumentou a crise entre os dois países.

Aparentemente o imperialismo está tentando enfraquecer a aliança formada entre Turquia e Rússia e, ao mesmo tempo, provocar um conflito na Síria que sirva de pretexto para retomar uma intervenção no país árabe após a derrota que sofreu para a Síria, o Irã e a Rússia. Isso afeta diretamente outro inimigo do imperialismo, o Irã, que tem lutado para estabilizar a região e aumentar sua influência, cujo ponto máximo até o momento foi justamente a vitória na Síria.

Além disso, a cooperação econômica da Turquia com a Rússia entra em contradição com os interesses dos Estados Unidos. O Turkstream, gasoduto que levará gás russo à Europa através da Turquia, está a ponto de ser inaugurado, o que é um duro golpe aos monopólios norte-americanos do gás.

É preciso acompanhar detalhadamente o desenvolvimento da situação no Oriente Médio e a crise entre Síria e Turquia, bem como os passos dados por Erdogan na política externa e interna, para tirar qualquer tipo de conclusão. Todavia, o que não pode restar dúvidas é o fato de que o imperialismo age de todas as maneiras possíveis para retirar a autonomia política dos governos nacionalistas, extremamente suscetíveis de sofrerem pressões para que atendam aos interesses das grandes potências capitalistas.
https://www.causaoperaria.org.br/estari ... a-turquia/
Editado pela última vez por Bugiga em 12 Mar 2020, 07:03, em um total de 1 vez.
Razão: Já sabem
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Re: Europa

Mensagem por E.R » 09 Mar 2020, 22:15

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Re: América Latina

Mensagem por Chapolin Gremista » 10 Mar 2020, 18:58

Capacho do imperialismo
[/i]Bolsonaro indica novamente: pode ser bucha de canhão na Venezuela
Após ir aos EUA, Bolsonaro demonstra novamente sua submissão ao país imperialista
Na sexta-feira, dia 6 de março, o presidente legítimo da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou o governo dos Estados Unidos de estar empurrando o Brasil para um conflito armado contra a Venezuela:

“Pedimos aos setores democráticos, humanistas, ao povo do Brasil e às forças militares que detenham qualquer aventura de Jair Bolsonaro, em coordenação com Donald Trump, contra a Venezuela.”

“Na casa Branca foi decidido um plano para trazer a guerra, o terrorismo, para desestabilizar e encher a Venezuela de violência, para escalar um conflito armado e justificar uma intervenção militar no nosso país.”

Junto com essas colocações, Maduro também denunciou novamente o embargo econômico unilateral que vem vem causando falta de alimentos e de remédios desde sua implantação.

Outras atitudes que demonstram o alinhamento de Bolsonaro aos Estados Unidos para encurralar a Venezuela são a retirada de 6 diplomatas e 11 funcionários da embaixada e de dois consulados do Brasil na Venezuela. A medida prejudica cerca de 10 mil pessoas que vivem na região e não poderão mais ter acesso aos serviços consulares.

Está em andamento também um acordo militar que alia empresas brasileiras e estadunidenses para o desenvolvimento do setor de defesa de ambos os países. Embora não se saiba quando será aprovado — uma vez que isso depende da aprovação dos congressos dos dois países —, fica explícita a submissão, mais uma vez, do governo brasileiro, que estará se dispondo a enviar brasileiros para morrer na Venezuela em caso de um conflito armado.

Mais uma vez, Bolsonaro demonstra que é um completo capacho de Trump e do imperialismo. No começo de 2019, o presidente ilegítimo reconheceu Juan Guaidó — outro capacho do imperialismo — como presidente da Venezuela logo após esse ter se “autodeclarado” presidente do país.

O imperialismo não vai parar até conseguir derrubar Maduro e o chavismo do governo venezuelano. A Venezuela é mais um exemplo de luta e resistência do povo latino americano aos ataques fascistas e deve ser tomada como exemplo e apoiada por toda a esquerda.
https://www.causaoperaria.org.br/bolson ... venezuela/
Editado pela última vez por Bugiga em 11 Mar 2020, 07:29, em um total de 1 vez.
Razão: Colocação de spoiler em notícia longa
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Re: América Latina

Mensagem por Bugiga » 11 Mar 2020, 00:15

Acho engraçado como a esquerda argumenta que o regime da Venezuela não é socialista mas insiste em defender o Maduro com unhas e dentes. :rolleyes:
Puxa! Re-Puxa! Super-Ultra-Puxa!

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Re: América Latina

Mensagem por Chapolin Gremista » 11 Mar 2020, 04:23

Não precisa ser socialista pra não dar a bunda pro imperialismo.

Mas é claro que eu não esperaria que um coxinha saberia disso. :lol:
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Re: Europa

Mensagem por Chapolin Gremista » 11 Mar 2020, 05:39

Itália em crise
Vaza decreto italiano para colocar país inteiro em quarentena
Para frear o avanço da epidemia do coronavírus (COVID-19), foi anunciado na noite de segunda-feira (9) uma série de restrições quanto ao deslocamento de pessoas dentro do país.


A crise se intensifica na Itália. Para frear o avanço da epidemia do coronavírus (COVID-19), foi anunciado na noite de segunda-feira (9) uma série de restrições quanto ao deslocamento de pessoas dentro do país, afetando cerca de 60 milhões de habitantes. Até hoje, a Itália é o país europeu mais atingido pelo vírus.

Além do fechamento de museus, teatros, cinemas e casas noturnas após às 18 horas, foram suspensas competições esportivas, escolas e universidades do país ficam fechadas até pelo menos 3 de abril. O transporte coletivo, por sua vez, deve permanecer em operação, embora o deslocamento dos italianos passe a depender do preenchimento de um formulário online. Até então, somente a China havia colocado em prática um plano desse porte. No caso, essa medida buscou isolar a província de Hubei, que engloba a cidade de Wuhan, local onde se desencadeou o surto do vírus.

Segundo Giuseppe Conte, primeiro-ministro da Itália, “todos devemos desistir de algo pelo bem da Itália. Temos que fazer isso agora, e só poderemos se colaborarmos e nos adaptarmos a essas medidas mais rigorosas. Foi por isso que decidi adotar medidas ainda mais fortes e severas para conter o avanço e proteger a saúde de todos os cidadãos”, completou, num anúncio transmitido em rede nacional nesta noite. “Fiquem em casa”.

A tensão tem se espalhado por todo o país. Nessa mesma segunda-feira (9), motins realizados por presos de 27 presídios acabaram em 6 mortos e 20 refugiados. No caso da prisão de San Vittore, em Milão, os detentos chegaram a atear fogo em um bloco de celas e depois subiram no telhado. Já em Foggia, cidade ao sul, houve a fuga de 20 detentos. A sublevação foi uma forma de protesto contra a proibição, por parte do Executivo italiano, dos presos receberem visitas de seus parentes. De acordo com o executivo “limitar a liberdade condicional permite ou modifica as disposições para impedir a entrada ou saída das prisões”.

A situação da Itália tende a se agravar, uma vez que a redução da circulação de pessoas promoverá um impacto negativo na economia do país, ampliando ainda mais a crise econômica em que o país se encontra. Sem a circulação de pessoas – não há circulação de mercadorias e, portanto, um bloqueio na circulação de capital.
https://www.causaoperaria.org.br/vaza-d ... uarentena/
Editado pela última vez por Bugiga em 11 Mar 2020, 19:23, em um total de 1 vez.
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Re: Europa

Mensagem por E.R » 11 Mar 2020, 05:55

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/202 ... atos.shtml

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, completou o processo para viabilizar sua permanência no poder após 2024, quando acabará o quarto mandato à frente do Kremlin.

Em um elaborado teatro, o russo apoiou a proposta feita pelo partido que dá sustentação ao governo, o Rússia Unida, de zerar a contagem de mandatos presidenciais na reforma constitucional que a Duma (Câmara baixa do Parlamento) votou em segundo turno nesta terça (10).

Com isso, Vladmir Putin, 67 anos e 20 de governo na prática, estaria liberado para disputar novamente a Presidência em 2024 e, caso eleito para um novo mandato de seis anos, em 2030.

Se tiver saúde e apoio popular para tanto, o líder só sairá do governo no começo de 2036, quando terá 83 anos.
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Re: América Latina

Mensagem por Bugiga » 11 Mar 2020, 07:05

Ou seja, pouco importa que o Maduro seja um ditador que está matando a população de fome, o que importa pra esquerda é que ele "não dá a bunda pro imperialismo".

Mas, claro que eu já esperaria isso de esquerdistas, para quem o que importa é estarem usufruindo das benesses do poder, e dane-se o povo em geral.
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Re: América Latina

Mensagem por E.R » 11 Mar 2020, 11:16

https://oglobo.globo.com/mundo/uruguai- ... a-24297258

Por meio de um comunicado de sua Chancelaria, o Uruguai anunciou que decidiu retirar-se da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), um bloco criado em 2008, por meio de esforços de governos de esquerda.

O país alegou que o grupo é “uma agência que parou de funcionar” e que "ele já foi abandonado pela maioria dos países da região, com exceção de Guiana, Suriname e Venezuela".
Maduro cada vez mais isolado.

O problema é que o ditador da Venezuela mantém seu poder, apoiado por Forças Armadas e milícias da Venezuela.
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