![]() DF: Bolsonaro faz declaração romântica para Michelle Nesta sexta-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro participou de uma cerimônia em alusão ao Dia Internacional da Mulher, que será celebrado no próximo domingo. Durante o evento, realizado no Palácio do Planalto, ele fez uma declaração de amor para a primeira-dama Michelle Bolsonaro. – Enquanto não faltar água do mar, não deixarei de te amar – disse Bolsonaro. https://pleno.news/brasil/df-bolsonaro- ... helle.html |
Política
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Victor235
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Re: Jair Bolsonaro
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Jair Bolsonaro
o BOI tá romântico!
É hora de sair às ruas
Para ele, “tá tudo bem”, mas crise não para de crescer: Fora Bolsonaro
A realidade não muda com palavras. Avança a crise econômica e política. Os trabalhadores e a esquerda precisam ter uma alternativa própria diante da crise.
Em sua live semanal, transmitida pelas redes sociais, na última quinta (dia 5, na foto) o presidente ilegítimo, Jair Bolsonaro, ao comentar o “pibinho” de 2019, isto é, o baixo índice de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), de apenas 1,1%, o pior dos três anos de governos pós-golpe de Estado, declarou que “tá muito bem a economia, graças a Deus”.
Isso, depois de “explicações”, que nem ele mesmo entendeu, como a de que a economia “teve altos e baixos sim”, após as quais concluiu – contrariando a realidade – que há “um crescimento de 4,6%”.
A “enrolação” não é um privilégio do ex-capitão. O ministro da Economia, Paulo Guedes, até bem pouco apresentado – pela imprensa capitalista e pelo centrão – como a parte “boa” e “eficiente” do governo golpista ao tentar explicar a disparada do dólar que no paralelo ultrapassou os R$ 5, afirmou “não acreditar em fuga de capital”, se opondo à realidade que mostra que “os investidores estrangeiros retiraram R$ 44,8 bilhões da bolsa brasileira este ano – valor maior que os R$ 44,5 bilhões que saíram em todo o ano passado, e que foram recorde para um ano fechado de toda a série histórica divulgada pela B3, iniciada em 2004”. Para em seguida acrescentar que “estou dizendo que é um câmbio que flutua, se eu fizer muita besteira, ele pode ir para esse nível [R$ 5]. Se eu fizer muita coisa certa, ele pode descer”.
Mas a realidade não muda com palavras.
Por todos os lados não pará de crescer a crise econômica, produto direto do regime golpista. A própria imprensa capitalista passou a falar de segunda “década perdida” (a primeira foi a dos anos 90, do século passado, dos anos de Collor e FHC) destacando que “para evitar ‘década perdida’, PIB tem de crescer 10% neste ano“, o que ninguém considera como uma possibilidade real, uma vez que com o resultado minúsculo de 2019 (1,1%) , a economia brasileira acumula crescimento médio de 0,7% entre 2011 e 2019 e vai em direção à pior década em 120 anos.
O retrocesso econômico, resultado da política de destruição da economia nacional levada adiante pelo golpe de Estado em favor do imperialismo que impulsionou e organizou o golpe, aprofunda a crise e a divisão no interior da burguesia que apoiou a “eleição” (fraude eleitoral) de Bolsonaro, para evitar a vitoria da esquerda, depois de ter apoiado a derrubada de Dilma Rousseff, a condenação e prisão arbitrária e ilegal do ex-presidente Lula e lucrou (ainda que “migalhas”) com a expropriação dos trabalhadores promovida pelas “reforma” dos governos golpistas e com toda a política de aumento do desemprego, rebaixamento dos salários, retirada de direitos conquistados em décadas de luta dos trabalhadores, aumento da repressão contra a população pobre e demais explorados etc.
Essa situação se evidencia nos atritos de Bolsonaro com o Congresso, comandado pelo reacionário “centrão”, nos atritos dos políticos e partidos de direita que apoiaram Bolsonaro com o presidente, com o racha do PSL com Bolsonaro etc. etc. etc. E até na divisão das hostes bolsonaristas em torno da convocação do ato do próximo dia 15 de março em apoio ao presidente e a um regime ainda mais ditatorial.
Enquanto a burguesia se divide, cresce a revolta popular contra o governo, como se viu no carnaval e se expressa nas mobilizações – ainda que limitadas pela política das direções – de setores como petroleiros, trabalhadores da Dataprev, servidores estaduais contra as “reformas”, nas lutas no campo etc.
Essas manifestações populares cada vez mais intensas contra Bolsonaro, colocam-se exatamente no sentido oposto do que propõe uma parte da esquerda que, não acredita no poder da luta da classe trabalhadora organizada e mobilizada para enfrentar a extrema direita e seguem disseminando a ilusão de que a única forma de enfrentar a extrema-direita é fazer alianças (“frente ampla” etc.) com a direita golpista. Com essa politica agem para reciclar a direita golpista, profundamente repudiada pela população.
Contra essa perspectiva capituladora e derrotas, é preciso impulsionar uma perspectiva independente dos explorados, a mobilização nas ruas pela derrubado do governo golpista, o “Fora Bolsonaro e todos os golpistas”.
Essa política precisa ser impulsionada por meio do crescimento da organização dos trabalhadores e da juventude nos Comitês de Luta e em um intenso trabalho de agitação e propaganda nos locais d trabalho, estudo e moradia.
De imediato, nos atos do dia 8, 14 e – principalmente – dia 18, agrupar o setor classista, as alas cada vez mais ores de ativista que querem impulsionar a luta por uma política independente dos golpistas e fazer avançar essa mobilização.
Agora é hora. Sair às ruas pelo fora Bolsonaro!
https://www.causaoperaria.org.br/coluna-171/
Para ele, “tá tudo bem”, mas crise não para de crescer: Fora Bolsonaro
A realidade não muda com palavras. Avança a crise econômica e política. Os trabalhadores e a esquerda precisam ter uma alternativa própria diante da crise.
Em sua live semanal, transmitida pelas redes sociais, na última quinta (dia 5, na foto) o presidente ilegítimo, Jair Bolsonaro, ao comentar o “pibinho” de 2019, isto é, o baixo índice de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), de apenas 1,1%, o pior dos três anos de governos pós-golpe de Estado, declarou que “tá muito bem a economia, graças a Deus”.
Isso, depois de “explicações”, que nem ele mesmo entendeu, como a de que a economia “teve altos e baixos sim”, após as quais concluiu – contrariando a realidade – que há “um crescimento de 4,6%”.
A “enrolação” não é um privilégio do ex-capitão. O ministro da Economia, Paulo Guedes, até bem pouco apresentado – pela imprensa capitalista e pelo centrão – como a parte “boa” e “eficiente” do governo golpista ao tentar explicar a disparada do dólar que no paralelo ultrapassou os R$ 5, afirmou “não acreditar em fuga de capital”, se opondo à realidade que mostra que “os investidores estrangeiros retiraram R$ 44,8 bilhões da bolsa brasileira este ano – valor maior que os R$ 44,5 bilhões que saíram em todo o ano passado, e que foram recorde para um ano fechado de toda a série histórica divulgada pela B3, iniciada em 2004”. Para em seguida acrescentar que “estou dizendo que é um câmbio que flutua, se eu fizer muita besteira, ele pode ir para esse nível [R$ 5]. Se eu fizer muita coisa certa, ele pode descer”.
Mas a realidade não muda com palavras.
Por todos os lados não pará de crescer a crise econômica, produto direto do regime golpista. A própria imprensa capitalista passou a falar de segunda “década perdida” (a primeira foi a dos anos 90, do século passado, dos anos de Collor e FHC) destacando que “para evitar ‘década perdida’, PIB tem de crescer 10% neste ano“, o que ninguém considera como uma possibilidade real, uma vez que com o resultado minúsculo de 2019 (1,1%) , a economia brasileira acumula crescimento médio de 0,7% entre 2011 e 2019 e vai em direção à pior década em 120 anos.
O retrocesso econômico, resultado da política de destruição da economia nacional levada adiante pelo golpe de Estado em favor do imperialismo que impulsionou e organizou o golpe, aprofunda a crise e a divisão no interior da burguesia que apoiou a “eleição” (fraude eleitoral) de Bolsonaro, para evitar a vitoria da esquerda, depois de ter apoiado a derrubada de Dilma Rousseff, a condenação e prisão arbitrária e ilegal do ex-presidente Lula e lucrou (ainda que “migalhas”) com a expropriação dos trabalhadores promovida pelas “reforma” dos governos golpistas e com toda a política de aumento do desemprego, rebaixamento dos salários, retirada de direitos conquistados em décadas de luta dos trabalhadores, aumento da repressão contra a população pobre e demais explorados etc.
Essa situação se evidencia nos atritos de Bolsonaro com o Congresso, comandado pelo reacionário “centrão”, nos atritos dos políticos e partidos de direita que apoiaram Bolsonaro com o presidente, com o racha do PSL com Bolsonaro etc. etc. etc. E até na divisão das hostes bolsonaristas em torno da convocação do ato do próximo dia 15 de março em apoio ao presidente e a um regime ainda mais ditatorial.
Enquanto a burguesia se divide, cresce a revolta popular contra o governo, como se viu no carnaval e se expressa nas mobilizações – ainda que limitadas pela política das direções – de setores como petroleiros, trabalhadores da Dataprev, servidores estaduais contra as “reformas”, nas lutas no campo etc.
Essas manifestações populares cada vez mais intensas contra Bolsonaro, colocam-se exatamente no sentido oposto do que propõe uma parte da esquerda que, não acredita no poder da luta da classe trabalhadora organizada e mobilizada para enfrentar a extrema direita e seguem disseminando a ilusão de que a única forma de enfrentar a extrema-direita é fazer alianças (“frente ampla” etc.) com a direita golpista. Com essa politica agem para reciclar a direita golpista, profundamente repudiada pela população.
Contra essa perspectiva capituladora e derrotas, é preciso impulsionar uma perspectiva independente dos explorados, a mobilização nas ruas pela derrubado do governo golpista, o “Fora Bolsonaro e todos os golpistas”.
Essa política precisa ser impulsionada por meio do crescimento da organização dos trabalhadores e da juventude nos Comitês de Luta e em um intenso trabalho de agitação e propaganda nos locais d trabalho, estudo e moradia.
De imediato, nos atos do dia 8, 14 e – principalmente – dia 18, agrupar o setor classista, as alas cada vez mais ores de ativista que querem impulsionar a luta por uma política independente dos golpistas e fazer avançar essa mobilização.
Agora é hora. Sair às ruas pelo fora Bolsonaro!
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Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Re: Jair Bolsonaro
O ESTADO DE S.PAULO
Regina Duarte mal foi nomeada secretária de Cultura e já esteve a ponto de pedir demissão.
Nos últimos dias, a atriz vem sofrendo enorme pressão nas redes sociais, em especial dos “olavistas” (discípulos de Olavo de Carvalho), por causa das exonerações que fez.
A duras penas, ela deve aprender o que há muito tempo se sabe em Brasília : Jair Bolsonaro escuta mesmo a voz das redes sociais.
O maior foco da crise gira em torno da indicação do seu número dois : Regina Duarte quer ter no cargo de confiança o produtor Humberto Braga; Jair Bolsonaro, não.
Humberto Braga é tido como muito caro para a atriz, mas teriam chegado ao WhatsApp de Bolsonaro fotos dele abraçado a Marcelo Freixo (PSOL) e a Jandira Feghali (PCdoB).
Regina Duarte mal foi nomeada secretária de Cultura e já esteve a ponto de pedir demissão.
Nos últimos dias, a atriz vem sofrendo enorme pressão nas redes sociais, em especial dos “olavistas” (discípulos de Olavo de Carvalho), por causa das exonerações que fez.
A duras penas, ela deve aprender o que há muito tempo se sabe em Brasília : Jair Bolsonaro escuta mesmo a voz das redes sociais.
O maior foco da crise gira em torno da indicação do seu número dois : Regina Duarte quer ter no cargo de confiança o produtor Humberto Braga; Jair Bolsonaro, não.
Humberto Braga é tido como muito caro para a atriz, mas teriam chegado ao WhatsApp de Bolsonaro fotos dele abraçado a Marcelo Freixo (PSOL) e a Jandira Feghali (PCdoB).



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Re: Jair Bolsonaro
Arte contra Bolsonaro
Banda Garotos Podres publica cartaz denunciando Bolsonaro
Rompendo o silêncio que acomete grande parte da classe artística, a banda Garotos Podres se manifesta em defesa do festival de música realizado no Pará desde 2017.
A lendária banda punk paulistana Garotos Podres, que tem se destacado nos últimos anos por se posicionar contrariamente aos ataques da direita golpista, divulgou apoio na última sexta-feira (28/02) ao “Facada Fest”, evento que reúne bandas da cena underground de Belém (PA).
Em postagem na rede social Instagram, a banda compartilhou uma arte de Cristiano Suarez (mesmo autor de um poster feito para a banda Dead Kennedys que teve muita repercussão por conter duras críticas à extrema direita brasileira). Na arte estão presentes diversas referências ao movimento fascista brasileiro Ação Integralista e conta com uma representação do presidente ilegítimo Jair Bolsonaro, retratado como um boneco de ventríloquo de Adolf Hitler.
O evento vem sofrendo ataques do Poder Judiciário por retratar Bolsonaro como um nazista destruindo o meio ambiente, decapitado por uma mulher indígena e até como uma espécie de palhaço Bozo empalado por um lápis.
Os integrantes do “Facada Fest” divulgaram nas páginas do evento que foram intimados a comparecer à Polícia Federal para prestarem depoimento. Chamou atenção o fato de que foi o próprio Ministro da Justiça, o capacho imperialista Sergio Moro, quem assinou o despacho, demonstrando que o comando da ação de intimidação e censura partiu do núcleo do governo golpista. As acusações são de “apologia ao crime” e “crimes contra a honra”.
Na última segunda-feira, 02/03, em entrevista transmitida pela TV 247, em parceria com a Hedflow TV, o vocalista Mao criticou a ação do ex-juiz Sérgio Moro, relembrando seu papel na perseguição ao PT que culminou com a prisão de Lula e abriu espaço para a eleição de Bolsonaro, que o premiou com o “superministério” da Justiça (que engoliu o Ministério de Segurança Pública, além de parte do Coaf).
A arte como instrumento da luta política
Um dos alvos preferenciais do atual governo de extrema direita têm sido justamente as manifestações culturais, que são alvo recorrente da demagogia conservadora. Estas ações servem tanto para fortalecer o poder de repressão do Estado quanto para mobilizar a base bolsonarista.
O exemplo da banda Garotos Podres precisa ser seguido por todos os artistas que se opõem à essa política repressiva que está sendo implementada no Brasil e têm a coragem de se posicionar contra o fascismo. Apesar de evitada pela maioria da esquerda, a palavra de ordem “Fora Bolsonaro” tem o poder de unificar todo o campo progressista contra a série ininterrupta de ataques deste governo.
A passividade diante destes acontecimentos terá efeitos devastadores sobre toda a sociedade. As iniciativas de contestação a este governo devem ser apoiadas energicamente. Chega de observar os avanços do fascismo sem reação. É preciso organizar festivais “Fora Bolsonaro” e impulsionar a luta pela derrubada do governo antes que a censura se fortaleça ainda mais. Fora Bolsonaro e todos os golpistas!
https://www.causaoperaria.org.br/banda- ... lsonaro-2/
Banda Garotos Podres publica cartaz denunciando Bolsonaro
Rompendo o silêncio que acomete grande parte da classe artística, a banda Garotos Podres se manifesta em defesa do festival de música realizado no Pará desde 2017.
A lendária banda punk paulistana Garotos Podres, que tem se destacado nos últimos anos por se posicionar contrariamente aos ataques da direita golpista, divulgou apoio na última sexta-feira (28/02) ao “Facada Fest”, evento que reúne bandas da cena underground de Belém (PA).
Em postagem na rede social Instagram, a banda compartilhou uma arte de Cristiano Suarez (mesmo autor de um poster feito para a banda Dead Kennedys que teve muita repercussão por conter duras críticas à extrema direita brasileira). Na arte estão presentes diversas referências ao movimento fascista brasileiro Ação Integralista e conta com uma representação do presidente ilegítimo Jair Bolsonaro, retratado como um boneco de ventríloquo de Adolf Hitler.
O evento vem sofrendo ataques do Poder Judiciário por retratar Bolsonaro como um nazista destruindo o meio ambiente, decapitado por uma mulher indígena e até como uma espécie de palhaço Bozo empalado por um lápis.
Os integrantes do “Facada Fest” divulgaram nas páginas do evento que foram intimados a comparecer à Polícia Federal para prestarem depoimento. Chamou atenção o fato de que foi o próprio Ministro da Justiça, o capacho imperialista Sergio Moro, quem assinou o despacho, demonstrando que o comando da ação de intimidação e censura partiu do núcleo do governo golpista. As acusações são de “apologia ao crime” e “crimes contra a honra”.
Na última segunda-feira, 02/03, em entrevista transmitida pela TV 247, em parceria com a Hedflow TV, o vocalista Mao criticou a ação do ex-juiz Sérgio Moro, relembrando seu papel na perseguição ao PT que culminou com a prisão de Lula e abriu espaço para a eleição de Bolsonaro, que o premiou com o “superministério” da Justiça (que engoliu o Ministério de Segurança Pública, além de parte do Coaf).
A arte como instrumento da luta política
Um dos alvos preferenciais do atual governo de extrema direita têm sido justamente as manifestações culturais, que são alvo recorrente da demagogia conservadora. Estas ações servem tanto para fortalecer o poder de repressão do Estado quanto para mobilizar a base bolsonarista.
O exemplo da banda Garotos Podres precisa ser seguido por todos os artistas que se opõem à essa política repressiva que está sendo implementada no Brasil e têm a coragem de se posicionar contra o fascismo. Apesar de evitada pela maioria da esquerda, a palavra de ordem “Fora Bolsonaro” tem o poder de unificar todo o campo progressista contra a série ininterrupta de ataques deste governo.
A passividade diante destes acontecimentos terá efeitos devastadores sobre toda a sociedade. As iniciativas de contestação a este governo devem ser apoiadas energicamente. Chega de observar os avanços do fascismo sem reação. É preciso organizar festivais “Fora Bolsonaro” e impulsionar a luta pela derrubada do governo antes que a censura se fortaleça ainda mais. Fora Bolsonaro e todos os golpistas!
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Re: Política
Rui ao vivo agora!
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Re: Política
A candidata do PCO à prefeita do Rio em 2016, Thelma Bastos teve apenas 1.436 votos.
Qual vai ser o candidato do PCO à prefeitura do Rio esse ano ?
PS : Periga ter mais votos que o Bebianno.
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Re: Política
O partido cresceu bastante no RJ pós 2016 e luta contra o golpe. 2019 foi o melhor ano do partido.
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Re: Política
Em 2145 teremos prefeitos do PCO em mais da metade das capitais!
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piadaitaliano/F42 escreveu: ↑18 Abr 2021, 21:26com todo o perdão da palavra e com toda a certeza que eu serei punido, piada é a cabeça da minha piroca! porra mano, eu tive que adicionar seu nome como "pseudo" pré candidato a moderação lá no datafórum e você agora fala que é piada? o que vc tem na sua cabeça, mano?
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Re: Política
O PCO cresceu tanto na minha cidade, que eu nunca tinha ouvido falar dele até você começar a postar esses jornalecos.Chapolin Comunista escreveu:O partido cresceu bastante no RJ
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Re: Política
Eu não conhecia até 2018.
Em 2145 já acabou o capitalismo.
Em 2145 já acabou o capitalismo.
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Re: Política
E o mundo também.
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piadaitaliano/F42 escreveu: ↑18 Abr 2021, 21:26com todo o perdão da palavra e com toda a certeza que eu serei punido, piada é a cabeça da minha piroca! porra mano, eu tive que adicionar seu nome como "pseudo" pré candidato a moderação lá no datafórum e você agora fala que é piada? o que vc tem na sua cabeça, mano?
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Re: Política
Claro que em 2145 não haverá capitalismo, na verdade, não haverá nada, com toda essa poluição Chinesa tanto na área ambiental, quanto da saúde, duvido muito que iremos chegar a tal data.
E se chegar, acha mesmo que o Comunismo vai ser o sistema de governo único? Acorda cara! A guerra fria já acabou, e quem perdeu foi a URSS, sai desse mundo de sonhos, vai ser muito melhor pra sua vida que ficar com esse ódio de tudo e todos.
E se chegar, acha mesmo que o Comunismo vai ser o sistema de governo único? Acorda cara! A guerra fria já acabou, e quem perdeu foi a URSS, sai desse mundo de sonhos, vai ser muito melhor pra sua vida que ficar com esse ódio de tudo e todos.
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Re: Política
Luta contra o fascismo
Esquerda deve ir às ruas dia 15 contra os fascistas
Para se opor às ameaças e ao golpismo de Bolsonaro e dos generais, os trabalhadores e as massas populares devem ocupar as ruas no dia 15 de março pelo “Fora Bolsonaro”
A extrema direita bolsonarista vem anunciando para o próximo dia 15 de março uma manifestação nacional, onde figuram como reivindicações centrais dos desclassificados morais fascistas, o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF). Embora os entendimentos e acordos dos últimos dias entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional tenham colocado “panos quentes” na crise entre Executivo e Legislativo, arrefecendo, de certa forma, o ímpeto reacionário da malta bolsonarista, a manifestação não foi desmarcada e tudo indica que irá mesmo acontecer.
Imerso em uma crise que cada dia mais vem dissolvendo sua base social de apoio, Bolsonaro vem recorrendo a métodos de pressão e intimidação tipicamente golpista, fascistas. Com isso, o presidente fraudulento tenta emparedar até mesmo as instituições que nunca lhe foram hostis, como o Parlamento e o STF, na medida em que vêem referendando, legitimando e aprovando as iniciativas e os projetos de interesse do governo neoliberal de direita, particularmente aquelas que atacam e destroem as conquistas sociais e as condições de vida das massas populares (reforma da previdência, reforma trabalhista, privatizações, ataques à saúde e à educação, reforma administrativa, ataque aos direitos e conquistas dos servidores públicos, etc).
Acovardada e sem qualquer orientação e perspectiva consequente diante das ameaças da extrema direita e da crise aguda do regime político em seu conjunto, a esquerda nacional reage de forma desorientada e confusa diante da ofensiva reacionária do bolsonarismo, sem apresentar uma alternativa para a liquidação completa do governo, que vem recebendo o repúdio generalizado de parcelas cada vez maiores da sociedade, como se viu recentemente na maior festa popular brasileira, o Carnaval, onde Bolsonaro foi objeto das mais escrachadas chacotas em todas as regiões do País, retratado até mesmo como palhaço por uma escola de samba do Rio de Janeiro.
Todo este cenário, de absoluta prenunciação do caos e que evidencia o retumbante fracasso do projeto da burguesia e do imperialismo em reestruturar o regime politico a partir do golpe de Estado de 2016, deveria ser respondido com uma contra-ofensiva em grande escala por parte das direções do movimento de luta dos trabalhadores do campo e da cidade e dos explorados em seu conjunto. No entanto, o que se vê por parte da esquerda e suas direções nada mais são do que tímidas iniciativas para protestar contra os “excessos e as maldades” do bolsonarismo e não uma ação decidida para expulsar do poder o governo reacionário, obscurantista, ameaçador e golpista. Os três atos marcados para acontecerem no mês de março (dias 08, 14 e 18) convocados por setores da esquerda não se configuram como uma resposta contundente às ameaças golpistas dos generais e do presidente fraudulento. Vale lembrar que os eventos já estavam marcados antes das ameaças do general Heleno e do chamado de Bolsonaro às hordas fascistas para ocupar as ruas no dia 15 de março.
A única e real possibilidade de resposta consequente aos intentos golpistas da extrema direita é o confronto aberto e sem disfarces com o bolsonarismo, vale dizer, um amplo chamado a todos os setores que se opõem ao governo direitista, uma ampla convocação a todos os explorados, a todos que neste momento sentem no dia a dia o duro ataque dos representantes do grande capital e do imperialismo. O enfrentamento ao bolsonarismo não pode se dar com medidas parciais, de defesa de um ou outro setor (Educação, Saúde, Previdência), por mais importantes que sejam essas reivindicações. O eixo principal da luta, para abrir uma perspectiva de vitória para as massas populares e colocar em xeque o governo fascista, deve estar dirigida contra Bolsonaro e seu governo, contra os generais golpistas, contra as medidas econômicas do ministro “Chicago Boy” Paulo Guedes, serviçal dos banqueiros, do grande capital e do imperialismo.
Neste sentido, a convocação deve ser chamada para o dia 15 de março, dia nacional de mobilização e luta contra as ameaças e o golpe anunciado por Bolsonaro e os generais palacianos. Nenhum apoio às instituições golpistas-bolsonaristas (Parlamento e STF), pois foram e são apoiadoras do golpe e dos ataques contra a população pobre e explorada do País. A bandeira a ser erguida e a consigna a ser levantada em todos os atos deve estar centrada em torno do “Fora Bolsonaro; Fora todos os golpistas; Por novas eleições gerais, com Lula candidato.
https://www.causaoperaria.org.br/esquer ... fascistas/
Esquerda deve ir às ruas dia 15 contra os fascistas
Para se opor às ameaças e ao golpismo de Bolsonaro e dos generais, os trabalhadores e as massas populares devem ocupar as ruas no dia 15 de março pelo “Fora Bolsonaro”
A extrema direita bolsonarista vem anunciando para o próximo dia 15 de março uma manifestação nacional, onde figuram como reivindicações centrais dos desclassificados morais fascistas, o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF). Embora os entendimentos e acordos dos últimos dias entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional tenham colocado “panos quentes” na crise entre Executivo e Legislativo, arrefecendo, de certa forma, o ímpeto reacionário da malta bolsonarista, a manifestação não foi desmarcada e tudo indica que irá mesmo acontecer.
Imerso em uma crise que cada dia mais vem dissolvendo sua base social de apoio, Bolsonaro vem recorrendo a métodos de pressão e intimidação tipicamente golpista, fascistas. Com isso, o presidente fraudulento tenta emparedar até mesmo as instituições que nunca lhe foram hostis, como o Parlamento e o STF, na medida em que vêem referendando, legitimando e aprovando as iniciativas e os projetos de interesse do governo neoliberal de direita, particularmente aquelas que atacam e destroem as conquistas sociais e as condições de vida das massas populares (reforma da previdência, reforma trabalhista, privatizações, ataques à saúde e à educação, reforma administrativa, ataque aos direitos e conquistas dos servidores públicos, etc).
Acovardada e sem qualquer orientação e perspectiva consequente diante das ameaças da extrema direita e da crise aguda do regime político em seu conjunto, a esquerda nacional reage de forma desorientada e confusa diante da ofensiva reacionária do bolsonarismo, sem apresentar uma alternativa para a liquidação completa do governo, que vem recebendo o repúdio generalizado de parcelas cada vez maiores da sociedade, como se viu recentemente na maior festa popular brasileira, o Carnaval, onde Bolsonaro foi objeto das mais escrachadas chacotas em todas as regiões do País, retratado até mesmo como palhaço por uma escola de samba do Rio de Janeiro.
Todo este cenário, de absoluta prenunciação do caos e que evidencia o retumbante fracasso do projeto da burguesia e do imperialismo em reestruturar o regime politico a partir do golpe de Estado de 2016, deveria ser respondido com uma contra-ofensiva em grande escala por parte das direções do movimento de luta dos trabalhadores do campo e da cidade e dos explorados em seu conjunto. No entanto, o que se vê por parte da esquerda e suas direções nada mais são do que tímidas iniciativas para protestar contra os “excessos e as maldades” do bolsonarismo e não uma ação decidida para expulsar do poder o governo reacionário, obscurantista, ameaçador e golpista. Os três atos marcados para acontecerem no mês de março (dias 08, 14 e 18) convocados por setores da esquerda não se configuram como uma resposta contundente às ameaças golpistas dos generais e do presidente fraudulento. Vale lembrar que os eventos já estavam marcados antes das ameaças do general Heleno e do chamado de Bolsonaro às hordas fascistas para ocupar as ruas no dia 15 de março.
A única e real possibilidade de resposta consequente aos intentos golpistas da extrema direita é o confronto aberto e sem disfarces com o bolsonarismo, vale dizer, um amplo chamado a todos os setores que se opõem ao governo direitista, uma ampla convocação a todos os explorados, a todos que neste momento sentem no dia a dia o duro ataque dos representantes do grande capital e do imperialismo. O enfrentamento ao bolsonarismo não pode se dar com medidas parciais, de defesa de um ou outro setor (Educação, Saúde, Previdência), por mais importantes que sejam essas reivindicações. O eixo principal da luta, para abrir uma perspectiva de vitória para as massas populares e colocar em xeque o governo fascista, deve estar dirigida contra Bolsonaro e seu governo, contra os generais golpistas, contra as medidas econômicas do ministro “Chicago Boy” Paulo Guedes, serviçal dos banqueiros, do grande capital e do imperialismo.
Neste sentido, a convocação deve ser chamada para o dia 15 de março, dia nacional de mobilização e luta contra as ameaças e o golpe anunciado por Bolsonaro e os generais palacianos. Nenhum apoio às instituições golpistas-bolsonaristas (Parlamento e STF), pois foram e são apoiadoras do golpe e dos ataques contra a população pobre e explorada do País. A bandeira a ser erguida e a consigna a ser levantada em todos os atos deve estar centrada em torno do “Fora Bolsonaro; Fora todos os golpistas; Por novas eleições gerais, com Lula candidato.
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Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Re: Política
23:59 O congresso é golpista pois derrubou a Dilma.
00:00 Os fascistas querem derrubar o congresso. Que absurdo.
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Re: Política
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI




