Estados Unidos

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Re: Donald Trump

Mensagem por E.R » 03 Fev 2020, 09:38

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Re: Donald Trump

Mensagem por E.R » 07 Fev 2020, 07:10

https://veja.abril.com.br/mundo/democra ... o-no-jogo/

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Acabou a impressão de que a eleição presidencial americana ainda estava longe de acontecer.

Com a avalanche de fatos que sacudiram os Estados Unidos nos últimos dias, a votação de 3 de novembro ficou concreta e próxima do cotidiano dos eleitores.

A campainha mais estridente partiu de Iowa, estado agrícola do Meio-Oeste onde é dado o pontapé inicial nas primárias que vão definir os candidatos democrata e republicano à Presidência.

O candidato republicano à presidente dos Estados Unidos , todo mundo já conhece : Donald Trump, candidatíssimo à reeleição.

Nas divididas hordas democratas, em que o processo começou com mais de duas dezenas de interessados, anda tudo embolado. Até a quinta-feira 6, quem despontava na frente em Iowa, ao lado do senador Bernie Sanders, era um nome que nunca decolou, sempre oscilando entre o quarto e o quinto lugar nas sondagens do partido : Pete Buttigieg, 38 anos, ex-­prefeito de uma cidade de Indiana, no mesmo Meio-Oeste.

A senadora Elizabeth Warren vinha em seguida. Distante e em situação desconfortável para quem já foi o favorito para duelar com Donald Trump, aparecia Joe Biden, que foi vice no governo Barack Obama.

Enquanto os votos democratas eram ainda contabilizados, o Senado se preparava para a decisão final e definitiva sobre o pedido de impeachment de Donald Trump, um jogo jogado : ele foi absolvido das acusações de abuso de poder e obstrução do andamento do processo por 52 votos (contra a condenação) a 48 (a favor), no primeiro caso, e 53 a 47, no segundo (eram necessários 67 votos para afastá-­lo).

Entre um dia e outro, o presidente Donald Trump foi ao Congresso para pronunciar seu discurso sobre o Estado da União, no qual cantou louros aos próprios feitos, sempre de olho nele, o 3 de novembro.

Saldo da semana 1 das eleições nos Estados Unidos : um Donald Trump fortalecido — nova pesquisa cravou 49% de aprovação à sua gestão, o recorde em sua temporada na Casa Branca — e um Partido Democrata correndo atrás do nome capaz de derrotá-lo.

A primária de Iowa (uma convenção em que eleitores registrados estavam fisicamente presentes em grupos de apoio a um e outro candidato) poderia ter sido uma boa abertura dos trabalhos, derramando luz sobre os candidatos democratas, mas acabou tendo efeito reverso. Era a primeira vez que os votos seriam computados de forma eletrônica, e o aplicativo emperrou, fazendo todo o processo voltar à contagem manual e atrasar horrores. Já alardeado em pesquisas prévias, o bom desempenho do Prefeito Pete (como ele se apresenta, para evitar o sobrenome com excesso de consoantes) na confusa estreia pode ser creditado, em boa medida, ao fato de ter investido mais cedo e mais maciçamente nesta primeira rodada. Ele despejou 10 milhões de dólares em anúncios na TV e espalhou trinta escritórios de campanha pelo estado, engrenagem movida com dinheiro doado por quarenta bilionários, segundo a revista Forbes, e que acabou botando sua candidatura no mapa.

A indicação para concorrer à Casa Branca, evidentemente, está a várias milhas de distância. A quem acredita na afirmação de que Iowa sempre emplaca o candidato final, vale cutucar a memória : no caucus republicano de 2016, Donald Trump perdeu para Ted Cruz. Alguém se lembra dele ? Na verdade, desde 1972, quando o estado tomou a dianteira nas primárias, houve doze pleitos para presidente, sendo que apenas três dos vencedores foram consagrados também ali : Jimmy Carter, George W. Bush e Barack Obama.

Mas aquelas urnas estão dando agora alguns recados. Um deles é em relação a Joe Biden, o mais palatável (pelo menos até o momento, é sempre bom ressaltar) para os democratas de raiz. Sua campanha vem emitindo claros sinais de falta de vigor, e não é de hoje. “Enquanto outros candidatos têm propostas fortes e bem expostas, Biden oferece um retorno à agenda de Obama e fica batendo na tecla de que é o único que pode derrotar Trump”, observa o cientista político Peverill Squire, da Universidade de Missouri.

Com Donald Trump bem fincado no polo à direita, os democratas naturalmente caminham para o outro espectro, mais à esquerda. É lá que Sanders se encontra desde sempre e onde Warren se alojou. Biden se situa em um matiz moderado, zona na qual Pete Buttigieg também marcha. Homossexual assumido, Pete Buttigieg é casado com um professor de ensino médio, o mais jovem no páreo é dono de currículo vistoso — carimbos das universidades Harvard e Oxford, passagem pela consultoria McKinsey, serviço militar como voluntário no Afeganistão — e discurso sem radicalismos : no lugar de saúde pública gratuita para todos, como pregam Sanders e Warren, ele defende um híbrido com o sistema privado.

Assim pode avançar sobre o campo de Biden, embora ainda seja cedíssimo para qualquer aposta. “Pete é novidade, e isso atrai votos”, ressalta o cientista político Thomas Whalen, da Universidade de Boston.

Analistas acreditam que, na saga pelo candidato que unirá o partido, o bem posicionado Sanders, socialista de quatro costados, corre o risco de ser engolido pelos próprios correligionários. Foi mais ou menos o que aconteceu em 2016, quando ele estava à frente nas pesquisas e quase empatou com Hillary Clinton em Iowa (ela teve ligeiríssima vantagem); o próprio partido cuidou de inflar a candidatura de Hillary, acreditando que Sanders iria dividir e perder.

Nesse cenário repleto de incertezas, o recente ingresso na corrida do ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg, multimilionário que já torrou 120 milhões de dólares em campanha e nem sequer concorreu em Iowa (está guardando munição para a Super Terça-Feira, em 3 de março), reúne ingredientes para chacoalhar ainda mais as bases democratas — e pode vir a se tornar uma sólida alternativa do establishment a Donald Trump.

O presidente Donald Trump saiu-se da agitada semana como se previa desde o início do processo de impeachment : absolvido pela maioria republicana de senadores.

A carta estava cantada com todas as notas na sexta-feira 31, quando foi rejeitado o pedido de convocação de novas testemunhas. Dos quatro votos republicanos necessários, dois que estavam em cima do muro foram contra e selaram a rejeição. Assim, os congressistas — e o país — deixaram de ouvir o ex-conselheiro de Segurança Nacional John Bolton, um falcão execrado pelos liberais que, depois de sair do governo, escreveu um livro ainda não publicado cheio de revelações comprometedoras sobre a Casa Branca (vazadas rapidamente, claro) e se tornou herói da oposição ao governo.

Em seu relato, John Bolton descreve como o presidente condicionou a liberação de uma ajuda militar de milhões de dólares para a Ucrânia à abertura de uma investigação sobre seu adversário político Joe Biden, o ponto crucial do pedido de impedimento.

Os advogados de John Bolton diziam que ele estava disposto a testemunhar e desembuchar mais detalhes sobre o caso. Uma pesquisa mostrou que 66% da população queria ouvir seu depoimento. Nada feito. “Essa foi a primeira vez que o Senado conduziu um julgamento de impeachment sem intimar testemunhas”, diz Peverill Squire, em referência aos dois presidentes anteriores que também foram réus no Capitólio : Andrew John­­son, em 1868, e Bill Clinton, em 1998 ­— Richard Nixon renunciou antes dessa etapa, em 1974. “Agora fica muito difícil que qualquer presidente venha a ser destituído do cargo por esse mecanismo.”

Antes que a absolvição se concretizasse, Donald Trump, no mesmo Congresso, bateu no peito e proclamou, no tom superlativo que privilegia, “o grande retorno americano”, enaltecendo os números na economia, sem mencionar uma única vez a famigerada palavra impeachment.

Sua maior algoz, a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, a quem ele não cumprimentou, assistia a tudo com o semblante contrariado. No fim, ela rasgou a cópia do discurso bem na frente das câmeras.

Na fala de 78 minutos tipo comício, Donald Trump afirmou ainda que “a fortuna da América está aumentando e seu futuro está brilhando”. Sua base eleitoral delirou, mas a vitória em novembro não está assim tão garantida.

É líquido e certo que os democratas vão explorar à exaustão o fato de que boa parte dos senadores viu, sim, atitude condenável de Donald Trump na forma como conduziu o Ucraniagate; só não achou que fosse fundamento para o seu afastamento do cargo. “A absolvição do presidente no Senado pode também ajudar a minimizar as diferenças entre os democratas e unificar o partido antes da votação de novembro”, avalia Thomas Whalen. A largada foi dada.
Editado pela última vez por Bugiga em 11 Mar 2020, 08:11, em um total de 1 vez.
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Re: Donald Trump

Mensagem por Victor235 » 09 Fev 2020, 20:16

Ótima matéria para contextualizar a situação atual da política americana.
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Re: Donald Trump

Mensagem por Victor235 » 12 Fev 2020, 23:49

"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano

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Re: Donald Trump

Mensagem por Victor235 » 23 Fev 2020, 20:43

Bernie Sanders lidera apuração da primária democrata em Nevada
O chamado “caucus” é uma das etapas para escolher o candidato do Partido Democrata que irá disputar a presidência dos EUA em novembro de 2020. A cada etapa, os pré-candidatos conquistam 1 número de delegados proporcional à quantidade de votos que receberam.
O empresário Michael Bloomberg, que usou outdoors para provocar Donald Trump, também está na disputa. Mas ele só participará das primárias democratas a partir de março. O bilionário quer contratar internautas para divulgar sua campanha em suas redes sociais e por mensagem de texto.
Na chamada Super Tuesday (“Super Terça”), em 3 de março, vários Estados fazem as prévias ao mesmo tempo, e 1.344 delegados estarão em jogo.
Os republicanos também realizam 1 processo semelhante para escolher seu concorrente. O mais provável é que o atual presidente, Donald Trump, tente a reeleição.
https://www.poder360.com.br/internacion ... em-nevada/
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Re: Donald Trump

Mensagem por Victor235 » 26 Fev 2020, 23:46

E.R escreveu:Prefeito Pete (como ele se apresenta, para evitar o sobrenome com excesso de consoantes)
Tá muito trocadilho de quadrinhos esse nome Prefeito Pete :lol:
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Re: Donald Trump

Mensagem por JF CH » 27 Fev 2020, 18:36

Prefeito Pet, na dublagem VC :vamp:
Esses usuários curtiram o post de JF CH (total: 1):
gusta dos biscoitos
JF CH
Usuário do Fórum Chaves desde 29 de Dezembro de 2015
Campeão do De Que Episódio é Essa Foto? - Edição 2016
Usuário do Mês de Outubro/2016, Janeiro/2018, Maio/2019, Janeiro/2020 e Setembro/2020

F42 escreveu:
18 Abr 2021, 21:26
com todo o perdão da palavra e com toda a certeza que eu serei punido, piada é a cabeça da minha piroca! porra mano, eu tive que adicionar seu nome como "pseudo" pré candidato a moderação lá no datafórum e você agora fala que é piada? o que vc tem na sua cabeça, mano?
piadaitaliano/

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Re: Donald Trump

Mensagem por Chapolin Gremista » 02 Mar 2020, 02:29

Internacional
Ida de Trump à Índia deixa 22 mortos em protesto
A ida do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em viagem oficial à Índia deixou um saldo de 22 mortos. O premiê Modi é aliado de Trump e mantém relações com Jair Bolsonaro.
Da redação – Tensões na Índia intensificaram-se no dia anterior à visita oficial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ocorrida nessa segunda-feira (24). Serviços de saúde apontam 22 mortes, 200 feridos e destruição nas ruas da capital Nova Déli em decorrência dos enfrentamentos de rua entre muçulmanos e hindus.
Os muçulmanos residentes na Índia (14% da população) protestam contra a reacionária Lei de Cidadania aprovada pelo Parlamento, em dezembro de 2019, e apoiada pelo premiê direitista Narendra Modi, que determina que hindus e cristãos que se mudaram para Índia em virtude de perseguição em seus lugares de origem, antes de 2015, poderão solicitar cidadania. A lei não vale para os adeptos da religião islâmica, o que configura uma discriminação oficial e impede o acesso à cidadania para muçulmanos. Há meses tem havido manifestações contra a referida lei em todo o país.

No dia anterior à visita de Trump, a situação escalou e ocorreram confrontos entre manifestantes e a polícia.

Trump pretende fechar acordos militares com Modi, considerado um aliado estratégico de seu governo, que se inclina cada vez mais para a direita. O premiê indiano assinou na terça-feira (25) um acordo de compra de equipamento militar norte-americano no valor de 2,6 bilhões de dólares, cerca de 11,41 bilhões de reais.

Há ainda uma negociação em curso sobre as tarifas entre os dois países. Os indianos querem mais acesso para seus produtos farmacêuticos e agrícolas no mercado americano, enquanto estes últimos querem maior entrada no mercado de aves e laticínios indiano, além de menos controle sobre aparelhos médicos.
https://www.causaoperaria.org.br/ida-de ... -protesto/
Editado pela última vez por Bugiga em 11 Mar 2020, 08:10, em um total de 1 vez.
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Re: Donald Trump

Mensagem por Victor235 » 04 Mar 2020, 19:34

Pra quem quiser entender melhor como funcionam as prévias nas eleições americanas: https://www.poder360.com.br/internacion ... l-nos-eua/
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Re: Donald Trump

Mensagem por E.R » 05 Mar 2020, 00:38

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Re: Donald Trump

Mensagem por Dona Clotilde » 05 Mar 2020, 00:42

O que são 22 indianos mortos em um país com 1 bilhão de habitantes? Daqui a pouco, você, eu e todo o resto vamos esquecer dessa gente morta e tocar as nossas vidas previsíveis.
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Re: Donald Trump

Mensagem por Chapolin Gremista » 05 Mar 2020, 01:12

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Re: Donald Trump

Mensagem por E.R » 05 Mar 2020, 05:32



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Re: Donald Trump

Mensagem por Dias » 05 Mar 2020, 09:20

De quase todos os candidatos presidenciais, incluindo alguns que já retiraram a candidatura, o Bernie é o único que não tem fotos ou não defendeu abertamente ditadores. Elogiar uma política não é elogiar o ditador.

Jogo podre que esses candidatos estão fazendo.
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Re: Donald Trump

Mensagem por Dona Clotilde » 05 Mar 2020, 13:11

Amaria mais a Warren, por mais contraditória que ela seja, como a candidata democrata. Como caducou, o Sanders é o melhor.

Essa jogada podre do Biden e demais candidatos é muito parecida com a que o Lulopetismo corrompido fez com o Ciro, política em sua podridão, vão acabar lançando esse candidato MORIBUNDO, um velho sem sal que não tem chance alguma contra o Trump, e que representa o sistema.
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