Política
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Re: Política
Bizarra por quê? Quando eu li isso, pensei que eu tivesse esquecido que eles eram irmãos ou primos.
Casal bonito. Se combinam. Igual Bonnie e Clyde.
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Re: Política
Eca.
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piadaitaliano/F42 escreveu: ↑18 Abr 2021, 21:26com todo o perdão da palavra e com toda a certeza que eu serei punido, piada é a cabeça da minha piroca! porra mano, eu tive que adicionar seu nome como "pseudo" pré candidato a moderação lá no datafórum e você agora fala que é piada? o que vc tem na sua cabeça, mano?
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Re: Política
Pra começo de conversa, achava que essa mulher ainda era casada.Dias escreveu:Bizarra por quê?
E por serem duas pessoas na lista da Odebrecht.



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Re: Política
Verdade, ela era casada com o Paulo Bernardo. Tinha esquecido.
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Re: Política
Fake news da Folha pra se vingar do vazamento das guampas do presidente bolsocorno.
Jornaleco de merda defensor da ditadura.
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Produto da burguesia
Ciro Gomes é representante da oligarquia
Apesar de toda sua retórica pseudo progresista, Ciro Gomes é um oligarca como qualquer outro, que precisa ser desmascarado e combatido
Procurando capitalizar politicamente o debate sobre a greve dos policiais militares no Ceará, Ciro Gomes (PDT), após defender a atitude fascista de seu irmão – o senador Cid Gomes (PDT-CE) – colocou-se como um grande combatente do fascismo. Uma tentativa de omitir o fato de ser um oligarca direitista, reacionário, que se somou à campanha da burguesia contra Lula e o PT, sendo responsável pela eleição fraudulenta de Bolsonaro.
Com a polêmica surgida do episódio, um setor de esquerda acabou capitulando diante da burguesia e abordou o conflito como se os Ferreira Gomes fossem verdadeiros opositores da extrema-direita. Uma tentativa de colocar as oligarquias como algo progressista e não como um fenômeno reacionário que é, datado da época das capitanias hereditárias e que se mantém naqueles locais onde a burguesia não se desenvolveu o suficiente para extingui-las.
Daí a necessidade de resgatar claramente quem é Ciro Gomes, o principal representante da oligarquia Ferreira Gomes e acabar com o mito do “centrão anti-fascista” ou da “direita anti extrema-direita”. Ciro Gomes pode ter enganado muita gente nas eleições, mas sua trajetória política oferece um diagnóstico preciso de quem ele é e a quais interesses de classe sempre serviu e continua servindo.
Ciro Gomes começou na política profissional os 23 anos, época em que seu pai, José Euclides Ferreira Gomes Júnior, foi eleito prefeito e o nomeou como procurador do município de Sobral. O pai de Ciro Gomes era um político oligarca tradicional, que passou por partidos da ditadura (UDN, ARENA, PDS) e terminou saindo do PMDB para o PSDB. Ciro Gomes não diferiu muito do pai (PDS, PMDB, PSDB, PPS, PSB, PROS, PDT), seguindo os passos da oligarquia cearense dos Ferreira Gomes. Ou seja, muito diferente de seu discurso pseudo progressista das eleições de 2018, Ciro Gomes sempre foi um político oligarca, de direita.
Em meados de 2015, já mirando a campanha eleitoral de 2018, Ciro Gomes adotou um discurso de suposta denúncia do golpe de Estado, colocando-se contra o impeachment da presidenta Dilma Roussef. No entanto, sua “defesa” do mandato de Dilma não passou de discursos e demagogia barata. A medida que o golpe de Estado se aprofundou e a direita ampliou sua investida contra o PT, sobretudo contra Lula, Gomes recuou da sua posição supostamente combativa, na denúncia da direita, passando a fazer coro com as acusações e calúnias mais tradicionais da direita contra o PT. Inclusive chegando a dizer que Lula não era um “preso político”, mas sim um “político preso”.
Na eleição, serviu como um instrumento da burguesia para tirar votos do Partido dos Trabalhadores (PT). Com seus discursos inflamados, retórica persuasiva e demagogia delirante, procurou se colocar como um candidato alternativo ao PT, dividindo votos que, sem sua candidatura possivelmente, iriam para o PT e seu candidato. Neste sentido, foi um dos principais atores no enfraquecimento da já debilitada candidatura do PT com o plano B (Haddad) e do fortalecimento do bloco golpista de trás de Bolsonaro. Não por acaso, retirou-se da campanha no 2º turno, dizendo que não faria campanha para o PT.
Muitos mais exemplos que provam o caráter reacionário de Ciro Gomes poderiam ser dados, mas para finalizar, um episódio que mostra a sua vinculação de classe e de qual lado se posiciona no conflito entre uma categoria e a burguesia.
Em entrevista ao Jornal de Hoje em 01/08/2016, Ciro Gomes lamentou que o irmão Cid, ex-ministro e ex-governador do Estado não tenha reprimido a greve da PM no Ceará, em 2011. Ciro afirmou que Cid “devia ter mandado prender esse vagabundo (Capitão Wagner), que é mancomunado com tudo que não presta e vive de explorar o terror”. Hoje Ciro mantém o mesmo discurso da repressão e do ataque ao direito de greve, numa clara defesa de um programa burguês, motivo pelo qual deve ser desmascarado como pseudo esquerdista que é.
https://www.causaoperaria.org.br/ciro-g ... ligarquia/
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Ciro Gomes é representante da oligarquia
Apesar de toda sua retórica pseudo progresista, Ciro Gomes é um oligarca como qualquer outro, que precisa ser desmascarado e combatido
Procurando capitalizar politicamente o debate sobre a greve dos policiais militares no Ceará, Ciro Gomes (PDT), após defender a atitude fascista de seu irmão – o senador Cid Gomes (PDT-CE) – colocou-se como um grande combatente do fascismo. Uma tentativa de omitir o fato de ser um oligarca direitista, reacionário, que se somou à campanha da burguesia contra Lula e o PT, sendo responsável pela eleição fraudulenta de Bolsonaro.
Com a polêmica surgida do episódio, um setor de esquerda acabou capitulando diante da burguesia e abordou o conflito como se os Ferreira Gomes fossem verdadeiros opositores da extrema-direita. Uma tentativa de colocar as oligarquias como algo progressista e não como um fenômeno reacionário que é, datado da época das capitanias hereditárias e que se mantém naqueles locais onde a burguesia não se desenvolveu o suficiente para extingui-las.
Daí a necessidade de resgatar claramente quem é Ciro Gomes, o principal representante da oligarquia Ferreira Gomes e acabar com o mito do “centrão anti-fascista” ou da “direita anti extrema-direita”. Ciro Gomes pode ter enganado muita gente nas eleições, mas sua trajetória política oferece um diagnóstico preciso de quem ele é e a quais interesses de classe sempre serviu e continua servindo.
Ciro Gomes começou na política profissional os 23 anos, época em que seu pai, José Euclides Ferreira Gomes Júnior, foi eleito prefeito e o nomeou como procurador do município de Sobral. O pai de Ciro Gomes era um político oligarca tradicional, que passou por partidos da ditadura (UDN, ARENA, PDS) e terminou saindo do PMDB para o PSDB. Ciro Gomes não diferiu muito do pai (PDS, PMDB, PSDB, PPS, PSB, PROS, PDT), seguindo os passos da oligarquia cearense dos Ferreira Gomes. Ou seja, muito diferente de seu discurso pseudo progressista das eleições de 2018, Ciro Gomes sempre foi um político oligarca, de direita.
Em meados de 2015, já mirando a campanha eleitoral de 2018, Ciro Gomes adotou um discurso de suposta denúncia do golpe de Estado, colocando-se contra o impeachment da presidenta Dilma Roussef. No entanto, sua “defesa” do mandato de Dilma não passou de discursos e demagogia barata. A medida que o golpe de Estado se aprofundou e a direita ampliou sua investida contra o PT, sobretudo contra Lula, Gomes recuou da sua posição supostamente combativa, na denúncia da direita, passando a fazer coro com as acusações e calúnias mais tradicionais da direita contra o PT. Inclusive chegando a dizer que Lula não era um “preso político”, mas sim um “político preso”.
Na eleição, serviu como um instrumento da burguesia para tirar votos do Partido dos Trabalhadores (PT). Com seus discursos inflamados, retórica persuasiva e demagogia delirante, procurou se colocar como um candidato alternativo ao PT, dividindo votos que, sem sua candidatura possivelmente, iriam para o PT e seu candidato. Neste sentido, foi um dos principais atores no enfraquecimento da já debilitada candidatura do PT com o plano B (Haddad) e do fortalecimento do bloco golpista de trás de Bolsonaro. Não por acaso, retirou-se da campanha no 2º turno, dizendo que não faria campanha para o PT.
Muitos mais exemplos que provam o caráter reacionário de Ciro Gomes poderiam ser dados, mas para finalizar, um episódio que mostra a sua vinculação de classe e de qual lado se posiciona no conflito entre uma categoria e a burguesia.
Em entrevista ao Jornal de Hoje em 01/08/2016, Ciro Gomes lamentou que o irmão Cid, ex-ministro e ex-governador do Estado não tenha reprimido a greve da PM no Ceará, em 2011. Ciro afirmou que Cid “devia ter mandado prender esse vagabundo (Capitão Wagner), que é mancomunado com tudo que não presta e vive de explorar o terror”. Hoje Ciro mantém o mesmo discurso da repressão e do ataque ao direito de greve, numa clara defesa de um programa burguês, motivo pelo qual deve ser desmascarado como pseudo esquerdista que é.
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Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Re: Jair Bolsonaro
Micheque passou a rachadinha pra outro. Nem ela quer mais este debiloide.
Fora, Bolsonaro!
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Re: Jair Bolsonaro
![]() Jornalistas finalmente reagem, viram as costas e abandonam a entrevista da banana Após Jair Bolsonaro voltar a achincalhar a imprensa ao escalar o humorista Márvio Lúcio, o Carioca, vestido de presidente, para comentar o crescimento pífio do Produto Interno Bruto (PIB) e distribuir bananas para os profissionais da imprensa que fazem a cobertura diária na saída do Palácio da Alvorada, parte dos jornalistas virou as costas e deixou o local na manhã desta quarta-feira (4). Ainda assim, o humorista insistiu com as provocações gritando que “não tem retaliação” e “outra pergunta, outra pergunta”. https://www.brasil247.com/midia/jornali ... -da-banana Regina Duarte demite bolsonaristas e já é criticada por Olavo de Carvalho Um dia antes de tomar posse na Secretaria da Cultura, Regina Duarte afastou 6 presidentes de órgãos da pasta. As demissões foram publicadas no DOU (Diário Oficial da União) desta 4ª feira (4.mar.2020). Na manhã desta 4ª feira (4.mar.2020), a hashtag #foraRegina chegou aos trending topics do Twitter. O guru do governo Olavo de Carvalho –que tinha apoiado a indicação de Regina Duarte para o cargo– criticou as demissões. Em sua conta no Facebook, escreveu que a indicação da atriz foi mais uma “cagada sua”. https://www.poder360.com.br/governo/reg ... -carvalho/ |
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Jair Bolsonaro
23h59 "Carta branca"
00h00 "Mas é minha a palavra final"
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"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Jair Bolsonaro
Nem impeachment nem nada
Nem impeachment, nem fora Bolsonaro: a esquerda quer o fica Bolsonaro!
É parte da política de frente ampla com setores da direita golpista
Em coluna publicada no sítio Brasil 247, intitulada “O PT não aprende”, do último dia 26 de fevereiro, o cientista político Aldo Fornazieri, critica a declaração do líder do PT no Senado, Rogério Carvalho, de que entraria com um pedido de impeachment de Bolsonaro. Critica também o deputado petista Paulo Pimenta por ter divulgado um vídeo convocando “impeachment já”.
O colunista se coloca contra qualquer tentativa, pelo menos para curto prazo, de derrubar Bolsonaro. Segundo ele, o PT pedir o impeachment “é dar argumentos à extrema-direita, abrindo o flanco para que seja acusado de golpista.” A justificativa é de uma infantilidade incrível. Ignora o elementar: quem foi derrubado por um golpe foi o PT e é esse golpe, em curso ainda hoje, que colocou Bolsonaro no poder.
Segundo a lógica de Fornazieri, seria preciso aguentar calado sabe-se lá até quando o golpe pois lutar contra o golpe, que obviamente só pode ser lutar para derrubar o governo golpista, seria uma espécie de golpismo. Estaríamos fadados a levar golpes e sofrer calados eternamente.
Ainda que se possa considerar a proposta de impeachment limitada e em grande medida uma armadilha para que a direita manobre por dentro das instituições caso o governo caia numa situação insustetável, o que Fornazieri defende é uma política de completa adaptação ao regime golpista.
O correto é partir para cima de Bolsonaro para derruba-lo nas ruas. Se isso for golpe, é apenas na medida em que o povo decidiu golpeá-lo. Mas comparar com a articulação direitista que derrubou Dilma é no mínimo uma má fé argumentativa e só serve para manter o governo Bolsonaro de pé.
O medo de Fornazieri na realidade esconde sua verdadeira política, que é a política da maior parte da esquerda pequeno-burguesa e que é a política da direita golpista tradicional, o chamado “centrão”. Fornazieri explica que Bolsonaro “precisa ser contido (…) Através de uma frente democrática informal em defesa da democracia e do Estado de Direito, com o leque de forças que vai do centro à esquerda; 2) Convocar atos de rua em defesa da democracia e de pautas concretas de interesse popular; 3) Convocar o general Heleno no Congresso para que preste conta de suas declarações golpistas; 4) Consolidar uma articulação de governadores em defesa da democracia e dos interesses dos estados.”
Em resumo, nosso autor quer uma frente com a direita golpista, com os governadores – a maioria golpista – para conter Bolsonaro. Ele ignora – ou finge ignorar – que foi o chamado “centro” político que ajudou a colocar Bolsonaro no poder. Ele ignora ainda que a “democracia” – ou o pouco que havia dela – foi demolida com a queda de Dilma cujo golpe o “centro” foi parte essencial. Ignora ainda que as instituições do regime, como o Congresso, estão dominadas pela direita.
Por isso, Fornazieri não quer nem mesmo o impeachment, muito menos convocar o povo para as ruas para derrubar Bolsonaro e os golpistas. Sua política é o “fica Bolsonaro”, é a sustentação do regime golpista.
https://www.causaoperaria.org.br/fornaz ... bolsonaro/
Nem impeachment, nem fora Bolsonaro: a esquerda quer o fica Bolsonaro!
É parte da política de frente ampla com setores da direita golpista
Em coluna publicada no sítio Brasil 247, intitulada “O PT não aprende”, do último dia 26 de fevereiro, o cientista político Aldo Fornazieri, critica a declaração do líder do PT no Senado, Rogério Carvalho, de que entraria com um pedido de impeachment de Bolsonaro. Critica também o deputado petista Paulo Pimenta por ter divulgado um vídeo convocando “impeachment já”.
O colunista se coloca contra qualquer tentativa, pelo menos para curto prazo, de derrubar Bolsonaro. Segundo ele, o PT pedir o impeachment “é dar argumentos à extrema-direita, abrindo o flanco para que seja acusado de golpista.” A justificativa é de uma infantilidade incrível. Ignora o elementar: quem foi derrubado por um golpe foi o PT e é esse golpe, em curso ainda hoje, que colocou Bolsonaro no poder.
Segundo a lógica de Fornazieri, seria preciso aguentar calado sabe-se lá até quando o golpe pois lutar contra o golpe, que obviamente só pode ser lutar para derrubar o governo golpista, seria uma espécie de golpismo. Estaríamos fadados a levar golpes e sofrer calados eternamente.
Ainda que se possa considerar a proposta de impeachment limitada e em grande medida uma armadilha para que a direita manobre por dentro das instituições caso o governo caia numa situação insustetável, o que Fornazieri defende é uma política de completa adaptação ao regime golpista.
O correto é partir para cima de Bolsonaro para derruba-lo nas ruas. Se isso for golpe, é apenas na medida em que o povo decidiu golpeá-lo. Mas comparar com a articulação direitista que derrubou Dilma é no mínimo uma má fé argumentativa e só serve para manter o governo Bolsonaro de pé.
O medo de Fornazieri na realidade esconde sua verdadeira política, que é a política da maior parte da esquerda pequeno-burguesa e que é a política da direita golpista tradicional, o chamado “centrão”. Fornazieri explica que Bolsonaro “precisa ser contido (…) Através de uma frente democrática informal em defesa da democracia e do Estado de Direito, com o leque de forças que vai do centro à esquerda; 2) Convocar atos de rua em defesa da democracia e de pautas concretas de interesse popular; 3) Convocar o general Heleno no Congresso para que preste conta de suas declarações golpistas; 4) Consolidar uma articulação de governadores em defesa da democracia e dos interesses dos estados.”
Em resumo, nosso autor quer uma frente com a direita golpista, com os governadores – a maioria golpista – para conter Bolsonaro. Ele ignora – ou finge ignorar – que foi o chamado “centro” político que ajudou a colocar Bolsonaro no poder. Ele ignora ainda que a “democracia” – ou o pouco que havia dela – foi demolida com a queda de Dilma cujo golpe o “centro” foi parte essencial. Ignora ainda que as instituições do regime, como o Congresso, estão dominadas pela direita.
Por isso, Fornazieri não quer nem mesmo o impeachment, muito menos convocar o povo para as ruas para derrubar Bolsonaro e os golpistas. Sua política é o “fica Bolsonaro”, é a sustentação do regime golpista.
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Re: Jair Bolsonaro
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