Baseadas nas suas postagens no Bar do Chespirito.Victor235 escreveu:Por que essa pergunta?
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Re: Facebook



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Victor235
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Re: Facebook
Ah, não tinha a ver com o quote em questão então.
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Re: Facebook
O Victor é bot de esquerda e o E.R é bot de direita. Pronto.
Puxa! Re-Puxa! Super-Ultra-Puxa!
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Victor235
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Re: Facebook
https://g1.globo.com/economia/tecnologi ... ados.ghtml
O Facebook alertou os reguladores da União Europeia sobre forçar gigantes da tecnologia a abrir seus vastos arquivos de dados para rivais, dizendo que essa ação trará riscos de privacidade e responsabilidade.
A comissária europeia de concorrência, Margrethe Vestager, manifestou preocupação de que as grandes empresas de tecnologia possam alavancar seu poder para prejudicar rivais e que os reguladores possam ter que forçá-las a fornecer dados importantes aos concorrentes para evitar isso.
Nick Clegg, chefe de assuntos globais do Facebook, disse que isso pode ser uma coisa perigosa a se fazer.
"Existe uma tensão fundamental entre a transferência de dados das pessoas, principalmente quando os dados não são apenas seus, mas os dados que você compartilha com amigos, grupos e outras comunidades online de uma plataforma para a de um concorrente", afirmou o executivo, acrescentando que isso "claramente carrega riscos de privacidade".
O Facebook alertou os reguladores da União Europeia sobre forçar gigantes da tecnologia a abrir seus vastos arquivos de dados para rivais, dizendo que essa ação trará riscos de privacidade e responsabilidade.
A comissária europeia de concorrência, Margrethe Vestager, manifestou preocupação de que as grandes empresas de tecnologia possam alavancar seu poder para prejudicar rivais e que os reguladores possam ter que forçá-las a fornecer dados importantes aos concorrentes para evitar isso.
Nick Clegg, chefe de assuntos globais do Facebook, disse que isso pode ser uma coisa perigosa a se fazer.
"Existe uma tensão fundamental entre a transferência de dados das pessoas, principalmente quando os dados não são apenas seus, mas os dados que você compartilha com amigos, grupos e outras comunidades online de uma plataforma para a de um concorrente", afirmou o executivo, acrescentando que isso "claramente carrega riscos de privacidade".



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Victor235
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Re: Facebook
Deveria ter alguma forma de limitar as notificações do Facebook, por exemplo, parar de receber notificações por curtidas ou receber notificações apenas de posts que foram curtidos mais de X vezes. É um saco quase todo dia limpar 99+ só de curtidas em grupos. Além disso, isso atrapalhar a visualização do que é realmente importante, e não, o sistema do Facebook de destacar o conteúdo relevante não funciona direito.
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Re: Facebook
https://valor.globo.com/empresas/notici ... tada.ghtml
Ao contrário de outras companhias de tecnologia, o Facebook informou que não limitará como propagandas políticas são direcionadas a potenciais eleitores, mas dará aos usuários a possibilidade de verem menos anúncios em suas plataformas.
A companhia baseou a decisão “no princípio de que as pessoas devem ser capazes de ouvir daqueles que desejam liderá-los, com todas as suas questões, e o que eles dizem deve ser avaliado e debatido em público”, diz trecho do memorando assinado pelo diretor de gerenciamento de produtos do Facebook, Rob Leathern. “Isto não significa que os políticos podem dizer o que eles quiserem em anúncios no Facebook.”
Segundo a empresa, embora seus usuários já possam ocultar propagandas de um anunciante específico, em breve eles poderão parar de ver publicidade direcionada com base na segmentação de usuários feita pelo anunciante.
Eles também poderão optar por ver mensagens direcionadas a um grupo do qual não fazem parte.
Ao contrário de outras companhias de tecnologia, o Facebook informou que não limitará como propagandas políticas são direcionadas a potenciais eleitores, mas dará aos usuários a possibilidade de verem menos anúncios em suas plataformas.
A companhia baseou a decisão “no princípio de que as pessoas devem ser capazes de ouvir daqueles que desejam liderá-los, com todas as suas questões, e o que eles dizem deve ser avaliado e debatido em público”, diz trecho do memorando assinado pelo diretor de gerenciamento de produtos do Facebook, Rob Leathern. “Isto não significa que os políticos podem dizer o que eles quiserem em anúncios no Facebook.”
Segundo a empresa, embora seus usuários já possam ocultar propagandas de um anunciante específico, em breve eles poderão parar de ver publicidade direcionada com base na segmentação de usuários feita pelo anunciante.
Eles também poderão optar por ver mensagens direcionadas a um grupo do qual não fazem parte.



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Re: Facebook
Censura imperialista
Imperialismo censura qualquer apoio ao Irã na Internet
Plataformas como Google, Facebook, Twitter e Instagram trabalham de acordo com interesses dos governos capitalistas, e censuram informações referentes aos países oprimidos.
Nesta sexta-feira (10), as redes sociais Instagram e Facebook anunciaram que vão remover todas as publicações que demonstrarem apoio ao general iraniano Qassem Soleimani, assassinado em uma emboscada armada pelos Estados Unidos no dia 3 de Janeiro, em Bagdá, no Iraque.
As redes que pertencem ao norte-americano Mark Zuckerberg, se manifestaram, através de um representante do Facebook em uma entrevista à CNN, dizendo que a medida busca cumprir com as sanções do presidente Donald Trump ao Irã. Mostrando assim toda a submissão da empresa à política imperialista e ao governo dos EUA.
O porta voz do governo iraniano, Ali Rabiei, chamou as ações de antidemocráticas. A imprensa estatal do Irã informou que o governo entrou com uma ação legal contra o Instagram em protesto, e criou um site para que os usuários do aplicativo enviem exemplos de postagens que foram removidas pela empresa.
Uma matéria publicada pelo Diário da Causa Operária (DCO) no mês passado denuncia que o Google, empresa americana, exerce seu poder de controle e está censurando a imprensa iraniana. As TV’s Hispan TV e Press TV tiveram as contas bloqueadas no YouTube, impedindo que seus vídeos sejam postados e visualizados na rede.
Para o diretor geral da Hispan TV, Dr. Ali Ejarehdar, empresas como Google agem em sintonia com as políticas americanas e buscam silenciar a voz da verdade. Em abril do ano passado o Instagram encerrou a conta de Soleimani depois que os Estados Unidos designou que o Corpo Revolucionário da Guarda Islâmica (IRGC) seria uma organização terrorista, e Qassem um de seus comandantes.
“Operamos sob as leis de sanções dos EUA, incluindo aquelas relacionadas à designação do IRGC pelo governo dos EUA e sua liderança”, disse um porta voz do Facebook em comunicado. Em Novembro do ano passado o departamento de Estado dos Estados Unidos solicitou ao Facebook e ao Twitter a suspensão das contas do líder da revolução Islâmica, o Aiatolá Seyed Ali Jamenei, que tinha mais de 100.000 seguidores nas redes sociais.
Os ataques da imprensa imperialista e as plataformas ligadas aos interesses capitalistas contra o Irã são inúmeros. Sob alegações de que aquele país não é democrático, censuram, boicotam, bloqueiam, mentem, distorcem, com objetivos de manter a hegemonia política no Oriente.
As redes de TV iranianas tiveram suas contas bloqueadas no YouTube também em virtude de seu crescimento e alcance nos países da América Latina, porém as alegações são sempre as mesmas, de que os canais teriam violado as regras da plataforma.
O que se pode observar é que os paladinos da “democracia capitalista”, que acusam países que não se submetem as suas ordens e regras de ditaduras, são os que mais são antidemocráticos e ditatoriais, pois liberdade de informação faz parte da democracia e que no caso não está sendo respeitada. O que significa também é que a internet representam um perigo para a dominação imperialista sob os países mais oprimidos.
A liberdade de expressão que o imperialismo tanto prega só é boa e pode ser divulgada se tiver de acordo com seus interesses. Visto o caso do jornalista e fundador do site Wikileaks Julian Assange, que atualmente se encontra preso pelo governo Britânico por ter divulgado as atrocidades cometidas pelo governo americano na guerra do Iraque em 2007 e outros atentados contra a humanidade.
https://www.causaoperaria.org.br/imperi ... -internet/
Imperialismo censura qualquer apoio ao Irã na Internet
Plataformas como Google, Facebook, Twitter e Instagram trabalham de acordo com interesses dos governos capitalistas, e censuram informações referentes aos países oprimidos.
Nesta sexta-feira (10), as redes sociais Instagram e Facebook anunciaram que vão remover todas as publicações que demonstrarem apoio ao general iraniano Qassem Soleimani, assassinado em uma emboscada armada pelos Estados Unidos no dia 3 de Janeiro, em Bagdá, no Iraque.
As redes que pertencem ao norte-americano Mark Zuckerberg, se manifestaram, através de um representante do Facebook em uma entrevista à CNN, dizendo que a medida busca cumprir com as sanções do presidente Donald Trump ao Irã. Mostrando assim toda a submissão da empresa à política imperialista e ao governo dos EUA.
O porta voz do governo iraniano, Ali Rabiei, chamou as ações de antidemocráticas. A imprensa estatal do Irã informou que o governo entrou com uma ação legal contra o Instagram em protesto, e criou um site para que os usuários do aplicativo enviem exemplos de postagens que foram removidas pela empresa.
Uma matéria publicada pelo Diário da Causa Operária (DCO) no mês passado denuncia que o Google, empresa americana, exerce seu poder de controle e está censurando a imprensa iraniana. As TV’s Hispan TV e Press TV tiveram as contas bloqueadas no YouTube, impedindo que seus vídeos sejam postados e visualizados na rede.
Para o diretor geral da Hispan TV, Dr. Ali Ejarehdar, empresas como Google agem em sintonia com as políticas americanas e buscam silenciar a voz da verdade. Em abril do ano passado o Instagram encerrou a conta de Soleimani depois que os Estados Unidos designou que o Corpo Revolucionário da Guarda Islâmica (IRGC) seria uma organização terrorista, e Qassem um de seus comandantes.
“Operamos sob as leis de sanções dos EUA, incluindo aquelas relacionadas à designação do IRGC pelo governo dos EUA e sua liderança”, disse um porta voz do Facebook em comunicado. Em Novembro do ano passado o departamento de Estado dos Estados Unidos solicitou ao Facebook e ao Twitter a suspensão das contas do líder da revolução Islâmica, o Aiatolá Seyed Ali Jamenei, que tinha mais de 100.000 seguidores nas redes sociais.
Os ataques da imprensa imperialista e as plataformas ligadas aos interesses capitalistas contra o Irã são inúmeros. Sob alegações de que aquele país não é democrático, censuram, boicotam, bloqueiam, mentem, distorcem, com objetivos de manter a hegemonia política no Oriente.
As redes de TV iranianas tiveram suas contas bloqueadas no YouTube também em virtude de seu crescimento e alcance nos países da América Latina, porém as alegações são sempre as mesmas, de que os canais teriam violado as regras da plataforma.
O que se pode observar é que os paladinos da “democracia capitalista”, que acusam países que não se submetem as suas ordens e regras de ditaduras, são os que mais são antidemocráticos e ditatoriais, pois liberdade de informação faz parte da democracia e que no caso não está sendo respeitada. O que significa também é que a internet representam um perigo para a dominação imperialista sob os países mais oprimidos.
A liberdade de expressão que o imperialismo tanto prega só é boa e pode ser divulgada se tiver de acordo com seus interesses. Visto o caso do jornalista e fundador do site Wikileaks Julian Assange, que atualmente se encontra preso pelo governo Britânico por ter divulgado as atrocidades cometidas pelo governo americano na guerra do Iraque em 2007 e outros atentados contra a humanidade.
https://www.causaoperaria.org.br/imperi ... -internet/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Re: Facebook
https://exame.abril.com.br/tecnologia/f ... e-dolares/
O Facebook enfrenta uma nova batalha judicial nos Estados Unidos.
Desta vez, o Facebook é acusado pelo Internal Revenue Service (IRS), órgão equivalente à Receita Federal no país, de evasão fiscal por causa do envio de recursos da companhia para a Irlanda.
Em 2010, a gigante das redes sociais teria se aproveitado de legislações mais flexíveis no país europeu para pagar menos impostos em relação a ativos intangíveis, como direitos de copyright e de exploração de marca.
Para a operação americana, a companhia arca com royalties pelo uso dessas marcas e tecnologias. O IRS entende que a empresa subestimou o valor desses ativos, avaliados então em 1,73 milhão de dólares.
Do lado do Facebook, a justificativa dada é de que a companhia tinha uma operação muito mais enxuta naquela época. “Este processo se refere às transações que ocorreram em 2010, quando o Facebook não tinha receita com publicidade móvel, os negócios internacionais eram incipientes e os produtos de publicidade digital não eram comprovados”, afirmou um porta-voz da companhia.
Isso terá de ser comprovado nos tribunais. Caso contrário, uma derrota na Justiça americana pode custar mais de 9 bilhões de dólares para a empresa, além de eventuais juros e multas.
Isso porque o governo americano pode cobrar também o imposto não pago em anos posteriores – e que ainda seguem em investigação. O valor foi calculado pelo próprio Facebook.
Entre 2003 e 2014 houve uma farra fiscal na Irlanda. Na época, empresas americanas montavam subsidiárias para movimentar entre elas os lucros obtidos por suas operações na Europa, no Oriente Médio e na África.
A manobra, conhecida como Double Irish, terminava com o dinheiro sendo transferido para uma offshore localizada em algum paraíso fiscal. Tudo para fugir das alíquotas de 35% cobradas nos Estados Unidos.
O Facebook enfrenta uma nova batalha judicial nos Estados Unidos.
Desta vez, o Facebook é acusado pelo Internal Revenue Service (IRS), órgão equivalente à Receita Federal no país, de evasão fiscal por causa do envio de recursos da companhia para a Irlanda.
Em 2010, a gigante das redes sociais teria se aproveitado de legislações mais flexíveis no país europeu para pagar menos impostos em relação a ativos intangíveis, como direitos de copyright e de exploração de marca.
Para a operação americana, a companhia arca com royalties pelo uso dessas marcas e tecnologias. O IRS entende que a empresa subestimou o valor desses ativos, avaliados então em 1,73 milhão de dólares.
Do lado do Facebook, a justificativa dada é de que a companhia tinha uma operação muito mais enxuta naquela época. “Este processo se refere às transações que ocorreram em 2010, quando o Facebook não tinha receita com publicidade móvel, os negócios internacionais eram incipientes e os produtos de publicidade digital não eram comprovados”, afirmou um porta-voz da companhia.
Isso terá de ser comprovado nos tribunais. Caso contrário, uma derrota na Justiça americana pode custar mais de 9 bilhões de dólares para a empresa, além de eventuais juros e multas.
Isso porque o governo americano pode cobrar também o imposto não pago em anos posteriores – e que ainda seguem em investigação. O valor foi calculado pelo próprio Facebook.
Entre 2003 e 2014 houve uma farra fiscal na Irlanda. Na época, empresas americanas montavam subsidiárias para movimentar entre elas os lucros obtidos por suas operações na Europa, no Oriente Médio e na África.
A manobra, conhecida como Double Irish, terminava com o dinheiro sendo transferido para uma offshore localizada em algum paraíso fiscal. Tudo para fugir das alíquotas de 35% cobradas nos Estados Unidos.



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Re: Facebook
Coincidentemente, o Fabão citou essa alíquota americana hoje mesmo.
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