Espaço para debates sobre assuntos que não sejam relacionados a Chespirito, como cinema, política, atualidades, música, cotidiano, games, tecnologias, etc.
Victor235 escreveu:O número #1885 de "Zé Carioca", lançado em julho de 1990, deve ser meio raro. Foi um dos últimos da "casa 1800" que encontrei, não tem scan disponível em nenhum site público de quadrinhos e no Inducks sequer tinha imagem de capa em alta resolução. Também não enviaram nenhuma imagem de suas histórias. Por isso, confira neste post o conteúdo desta edição
Tenho esse. Achei no sebo e quando fui tinha dois exemplares. Achei uma boa edição.
Victor235 escreveu:avistou o espectro de seu tio-bisavô Mickão (o rato tem tio até fantasma...).
Boa. Também preparei posts do Mickey dessa fase. Entram logo, logo. Pessoal vai conhecer o Papai Pascoal, um personagem "inspirado" em outro e uma resposta estranhíssima em uma seção de leitores.
gusta dos biscoitos escreveu:Aqui vão alguns dados da minha coleção
E eu que pensei que você colecionasse só gibis
gusta dos biscoitos escreveu:Eu já tinha escrito o post, mas o navegador não queria funcionar e só desligando o computador pra resolver, e eu fui burro e esqueci de salvar o texto em algum lugar e tive que escrever tudo de novo
Podia ter usado o Bloco de Notas, o melhor programa do Windows.
Ramyen Matusquela escreveu:Tenho esse. Achei no sebo e quando fui tinha dois exemplares.
Ainda não superou o "Miúdos para Feijoada"
Ramyen Matusquela escreveu:Boa. Também preparei posts do Mickey dessa fase. Entram logo, logo. Pessoal vai conhecer o Papai Pascoal, um personagem "inspirado" em outro e uma resposta estranhíssima em uma seção de leitores.
Boa, vou aguardar. Se quiser aproveitar a "Semana" e postar junto pode
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
Considero o gibi de estreia do Mickey pela Culturama o número #900 que o rato não teve. Como sabem, achei chatíssimas as HQs sobre a história da arte que saíram nesta edição comemorativa lançada em agosto de 2017. O número zero da Culturama sim traz histórias à altura de um especial comemorativo do personagem, que está completando 90 anos. "A aventura sob medida" retoma um visual retrô para os personagens (este também pode ser visto na capa no caso do Mickey) e coloca numa mesma trama Mickey, Pateta e Donald (este, inclusive, com sua blusa azul em plenas páginas de quadrinhos). O trio trabalha como limpador de chaminés e se depara com o caso de uma mansão que desapareceu. Ao contrário do episódio do "Chapolin", o teto e as paredes não foram "dar um passeio". O motivo vocês verão lendo a história, que não quero entregar. Coronel Cintra pensa até em abandonar seu distintivo caso não consiga solucionar o mistério. Como podem ver na introdução, Ecks, Doublex e Triplex são resgatados nessa história.
Em seguida, "Eu & Minnie" (o burro na frente, pode passar) é uma história diferente, narrada por Mickey. Os acontecimentos vão sendo contados pelo rato, inclusive em duas páginas introdutórias antes do título da história. A história também resgata personagens de tiras clássicas, como o Dr. Toro. No Inducks, cadastraram erroneamente o Amadeu como integrante desta história. Quem aparece é o Brutus. Duas coisas que diferem os personagens são o tamanho (Brutus é menor) e a capacidade de voar. Além disso, esqueceram de cadastrar o Intrigatão. A história também menciona clássicos desenhos animados como "O avião do Mickey", primeira animação produzida com o personagem (pensei que fosse aquela do vapor). A HQ também aborda a profissão de Mickey, que chega a se considerar "investigador".
Neste gibi aparece uma propaganda diferente em relação aos demais lançamentos:
@Barbano
Ao contrário de você, achei bem fraco o número 0 do Mickey. Pelos dois Mickeys na capa, achei que a história principal seria um encontro entre versões do rato, como já foi explorado anteriormente. Para o número, deveria ter sido escolhido uma história de Casty.
É normal confundirem o Brutus, com o seu "pai", Amadeu.
Bem que falaram no blog que leio por lá, o Arquivos Turma da Mônica, que as histórias e tiras tão sendo didáticas ultimamente, somado com histórias meio bobinhas (com aquelas caretas). Poucas histórias boas nesses gibis atuais.
Melhor seguir arranjando gibis da Globo.
Victor235 escreveu:
NOTÍCIAS
[SEMANA MICKEY & PATETA - #01]
Mickey # 695, lançado em abril de 2003, gibi que ganhei do Borba, começa com a HQ dinamarquesa "O vapor fantasma!". Na trama, Mickey conhece o vapor Zás-Trás, que "navegava no início do século passado". O barco foi restaurado no "Bicentenário de Patópolis" e Mickey avistou o espectro de seu tio-bisavô Mickão (o rato tem tio até fantasma...). Assustado, Mickey liga para pedir socorro à polícia, uma atitude estranha para quem tem sede de aventura e costuma ir atrás da resolução de mistérios.
Depois, porém, o rato criou coragem e saiu para investigar. Descobriu que o ex-prefeito Davi Lão barrou a embarcação, alegando que os vapores eram perigosos, porque o próprio prefeito tinha investido em balsas e não queria ter uma concorrência mais moderna em seu negócio. Mickey conversou com os fantasmas e se dispôs a sair navegando no Zás-Trás para remediar a injustiça do passado. Em determinado momento Tio Mickão e os fantasmas que o acompanham ficam sólidos.
Depois, foi publicada uma das 17 histórias que compõem a sub-série "Pernetas FC", com Chiquinho & Francisquinho:
Nesta tira (abaixo), vemos que Minnie não leu a obra de Montesquieu. Na separação de poderes definida pelo sistema político brasileiro, o presidente até tem a possibilidade de iniciar legislação em áreas específicas e pode deixar de sancionar leis aprovadas no Congresso, vetando-as, mas a iniciativa de "propor e aprovar leis" cabe prioritariamente aos representantes eleitos para a Câmara dos Deputados e para o Senado. No geral, a tarefa legislativa cabe aos parlamentares, sendo que alguns países são unicamerais. Esta tira saiu na França, Polônia e Brasil, mas ainda não tinha nenhuma imagem mundial no Inducks.
Eu tinha essa revista, mas acabei desfazendo ela. Não foi uma das que troquei contigo, a que eu tinha tava cheio de rabiscos na história dos Pernetas.
Se não me engano, troquei o 714. Não lembro de outros números que fiz a troca.
Tenho poucos números do Mickey dessa fase. Ao achar um no sebo, não hesitei em comprar. Suas histórias até que são boas. Muito melhor por exemplo do que o número # 0, lançado pela Culturama. A edição abre com a HQ "O Enigma do Lago Mess". Nela, o Prof. Ossoduro é chamado de Prof. Dustibones.
Mais uma da série "Gibi é cultura": O professor cita aqui os Peixes Celacantos. Pesquisando descobri que a descoberta de uma espécie sobrevivente, quando se acreditava ter se extinguido há 65 milhões de anos atrás, faz do celacanto o exemplo mais conhecido de um "Táxon Lazarus", uma espécie que parecia ter ficado apenas no registro fóssil, para reaparecer mais tarde. Desde 1938, Latimeria chalumnae foram encontrados nas Comores, Quénia, Tanzânia, Moçambique, Madagascar, e em iSimangaliso Wetland Park, Kwazulu-Natal na África do Sul.
Mais a HQ que me chamou a atenção foi a outra. Em "Inácio, o destruidor", conhecemos o personagem Inácio. Se a Clarabela tem um primo azarado chamado Boinifácio, criação brasileira dos anos 80, o Horácio também tem um tão azarado quanto. Será que os italianos se inspiraram no Boi pra fazer esse personagem? Em todo o caso, fica aqui o registro de mais um personagem alternativo dos quadrinhos:
Esses usuários curtiram o post de Ramyen (total: 2):
Tenho poucos números do Mickey dessa fase. Ao achar um no sebo, não hesitei em comprar.
Parabéns pelo post. Combinou com a "Semana Mickey & Pateta". Tenho alguns dessa época comprados em banca.
Ramyen Matusquela escreveu:Mais uma da série "Gibi é cultura": O professor cita aqui os Peixes Celacantos. Pesquisando descobri que a descoberta de uma espécie sobrevivente, quando se acreditava ter se extinguido há 65 milhões de anos atrás, faz do celacanto o exemplo mais conhecido de um "Táxon Lazarus", uma espécie que parecia ter ficado apenas no registro fóssil, para reaparecer mais tarde. Desde 1938, Latimeria chalumnae foram encontrados nas Comores, Quénia, Tanzânia, Moçambique, Madagascar, e em iSimangaliso Wetland Park, Kwazulu-Natal na África do Sul.
Quando estava na praia ano passado, fiquei hospedado num clube que tinha uma pequena biblioteca. Acabei lendo parte de um livro de "mistérios" que citava justamente o celacanto
Legal que colocaram o asterisco no caso do gibi. A explicação saiu no rodapé da página?
Ramyen Matusquela escreveu:Será que os italianos se inspiraram no Boi pra fazer esse personagem? Em todo o caso, fica aqui o registro de mais um personagem alternativo dos quadrinhos:
Parece que sim, hein.
Este personagem italiano está cadastrado no Inducks?
Sempre que você chama o Boinifácio de Boi me lembro de um político de Araraquara que tem esse apelido
Barbano escreveu:Sempre achei Mickey a mais chata das publicações Disney. Os universos da Família Pato, Zé Carioca e Urtigão são muito melhores.
Também prefiro o universo dos patos e o do Zé Carioca em relação ao Mickey.
O pior do Mickey são as histórias dinamarquesas dele. Porém, as "D" do pato também costumam ser. É opinião pessoal, sei que muita gente prefere as histórias da Dinamarca, mas eu não. Geralmente são as mais chatas de se ler, aquelas que "travam" a leitura no meio do gibi.
Barbano escreveu:Alguém já viu os gibis da Culturama em bancas? Eu até hoje nunca vi em nenhuma loja física...
Ainda não fui em nenhuma banca local ver se chegaram em minha cidade.
Porém, fui numa loja que tem dois expositores da Culturama e ainda não recebeu os gibis. Só tinha livros infantis, coisas de super-heróis e revistas de colorir.
Esses usuários curtiram o post de Victor235 (total: 1):
Um dos gibis em ótimo estado que comprei no Leilão do Pece foi Pateta (1s) # 32, lançado em novembro de 1983. Ao contrário do que acontecia em outros gibis da época, neste número o personagem-título (no caso, o Pateta) apareceu em 100% das histórias. A HQ destacada na capa faz parte do ótimo arco "Professor Pateta", produzido pelo Jaime Diaz Studio, e tem apenas 4 páginas. As imagens que usei para ilustrar este post foram digitalizadas por Almir para o Quadradinhos Patópolis.
O final de "Com essa criançada ninguém pode" é previsível. Pateta transforma-se em Superpateta para que os sobrinhos do Mickey deixem de ficar "alucinados com histórias de aventuras espaciais", que os faziam fantasiar-se de extraterrestres. No final, os meninos passam a brincar e imitar o próprio Superpateta.
"Azar em dobro" também é um pouco previsível. Ao contrário do Mickey, descobri de primeira que o carro blindado roubado estava escondido sob o feno.
- Ótimo quadro para usarmos em leilões ou algo semelhante:
-----
@E.R @Maylene @Quase Seca @Arenagak
- Nem sabia que o Bambi tinha namorada.
- Pequeno da Seiko? Será o Arnaldo?
Esses usuários curtiram o post de Victor235 (total: 2):
Victor235 escreveu:A explicação saiu no rodapé da página?
Sim.
Sobre o Inácio, sabemos seu nome original (Ignazio), porém não arrisco pedir pra adicionarem. Vai que os gringos me fuzilam.
Bom, se sabe o nome original, dá pra pedir. Mas redija a solicitação em inglês, senão o Nectaria aparece reclamando do nada num informe que nem é dirigido a ele.
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano