Tecnologia
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Re: Tecnologia
Essas instituições tem redes próprias (caso da USP e do Planalto) ou contratam links dedicados (caso da prefeitura daqui), que custam uns milhares de reais por mês.
Internet para usuários domésticos não se usa em redes com centenas de usuários.
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Victor235
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Re: Tecnologia
Então, numa eventual limitação, estas redes não domésticas continuariam ilimitadas?
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Re: Tecnologia
Nem tanto. A empresa em que eu trabalhava, com centenas de computadores ligados a rede, usava uma internet de fibra óptica de 100MB de UP/DOWN que custava cerca de uns 200,00. A qual tem disponibilidade também para usuários domésticos.Barbano escreveu:Essas instituições tem redes próprias (caso da USP e do Planalto) ou contratam links dedicados (caso da prefeitura daqui), que custam uns milhares de reais por mês.
Internet para usuários domésticos não se usa em redes com centenas de usuários.
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Re: Tecnologia
Depende do contrato. Normalmente são ilimitadas sim.Victor235 escreveu:Então, numa eventual limitação, estas redes não domésticas continuariam ilimitadas?
Normalmente os parâmetros de qualidade de serviço dessas redes exigidos no contrato são bem melhores. Não tem essa de garantir 10% da taxa, de taxa de upload bem mais baixa que a de download, etc.
Mas isso é mais para grandes empresas e instituições. No caso da Prefeitura, se aplica ao Paço Municipal e às unidades da região central. O link é necessário para a estrutura de servidores, que armazena bases de dados, portal, etc, e para isso há a necessidade de taxa alta de upload, e ip fixo. Já nas unidades periféricas (escolas, UBS, UPA, etc) normalmente se utiliza uma conexão comum, tipo Speedy ou Virtua. Em algumas áreas mais rurais (como Horto Municipal e Parque Ecológico) pode até ser necessário o uso de conexão discada.
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Victor235
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Re: Tecnologia
Após anúncio de internet limitada, Anonymous divulga dados pessoais de Kassab

A rede hackerativista divulgou um documento com uma série de dados pessoais do ministro, como endereços, telefones, CPF e sugeriu o que internautas poderiam fazer com esses dados, como cancelar sua rede de internet ou criar uma conta no Netflix; a ação foi uma espécie de retaliação ao anúncio do ministro de que colocaria em vigor a limitação do uso de internet fixa no país; base de dados da Anatel também foi sequestrada
13 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 20:23
Revista Fórum - Mesmo após o presidente da Anatel, Juarez Quadros, informar que o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação, Gilberto Kassab, havia se equivocado ao afirmar que colocaria em vigor, no segundo semestre deste ano, um novo modelo em que as operadoras poderiam limitar o uso de internet fixa dos usuários, a célula brasileira do grupo hackerativista Anonymous resolveu vazar dados pessoas do ministro e sequestrar a base de dados da Anatel como forma de aviso.
“O governo voltou atrás, mas o nosso aviso é permanente. Esse vazamento é uma pequena demonstração do que somos capazes de fazer contra um governo que parece ter perdido o medo do povo. Não tem problema, nós estamos aqui para lembrá-los”, escreveram na página oficial do grupo no Facebook.
O ministro também voltou atrás.
O Anonymous vazou dados pessoais de Kassab como números de telefone e celulares, telefones de familiares, endereços, CPF, patrimônios e outros. Como forma de mostrar ao ministro o “poder” que o povo tem, o grupo sugeriu que os seguidores da página utilizem os dados de Kassab para, por exemplo, criar uma conta no Netflix ou Spotfy ou ainda ligar em sua operadora de internet e mandar cancelar o serviço utilizando seu CPF.


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Re: Tecnologia
Eu já sabia que não foi de bom coração. Chantagens de hackers furiosos foi a primeira coisa que eu pensei.Chokito Cabuloso escreveu:Que fotos ou videos comprometedores, enviados anonimamente pro seu correio eletronico, o fizeram mudar de ideia tão rápido?

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Re: Tecnologia
Essa história dos Anonymous me fez lembrar de quando descobriram o endereço de um ex-administrador de outro fórum e ligaram pra pizzaria pedindo pra entregar no endereço dele.
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Re: Tecnologia
Mas tu sabes que o trote é pra tu pagares a mais cara e provavelmente vem uma vegetariana?Barbano escreveu:Eu não reclamaria disso

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Re: Tecnologia
kkkk caramba, aconteceu isso mesmo?Chad' escreveu:Essa história dos Anonymous me fez lembrar de quando descobriram o endereço de um ex-administrador de outro fórum e ligaram pra pizzaria pedindo pra entregar no endereço dele.
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Re: Tecnologia
Eu lembro de um pessoal comentando isso, sim. Foi depois de uma cisão entre dois fóruns que estavam juntos num só e passaram a ser rivais, e o mais novo foi quem prosperou.Don_aCHiles escreveu:kkkk caramba, aconteceu isso mesmo?Chad' escreveu:Essa história dos Anonymous me fez lembrar de quando descobriram o endereço de um ex-administrador de outro fórum e ligaram pra pizzaria pedindo pra entregar no endereço dele.
O administrador que trocou de lado para o novo site foi quem sofreu dessa "traquinagem".
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Re: Tecnologia
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/20 ... rnet.shtml
O governo lançará um plano nacional de expansão da internet que prevê que em dois anos 75% dos domicílios brasileiros estarão conectados, considerando conexões fixas e móveis – hoje, esse índice é de 60%.
A expectativa é que o plano, que ainda não tem nome, seja lançado no primeiro trimestre.
O anúncio vai acontecer assim que o projeto de lei que modifica o marco das telecomunicações for enviado ao Planalto para a sanção do presidente Michel Temer.
A meta de cobertura até 2018 dependerá dos recursos disponíveis nos cofres da União.
Pelos cálculos da Secretaria de Telecomunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, responsável pelo plano, será preciso levantar inicialmente R$ 30 bilhões.
Desse total, cerca de R$ 10 bilhões serão resultado da troca das multas já aplicadas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) às teles por investimentos a serem feitos pelas empresas na oferta de banda larga em locais carentes.
Outros R$ 20 bilhões sairão da mudança dos atuais contratos de concessão da telefonia fixa para termos de autorização – algo que depende da lei, hoje emperrada no Congresso.
Esse valor é uma estimativa prévia feita pela Anatel dos bens (prédios, centrais e equipamentos) hoje usados para a prestação do serviço de telefonia fixa, objeto dos contratos de concessão.
Ao final das concessões, esses bens voltariam para a União.
Com a mudança legal, serão trocados por investimentos em banda larga.
As áreas prioritárias a serem cobertas pelo plano serão aquelas em que as teles hoje não atuam com ofertas comerciais porque dariam prejuízo.
Pelos cálculos do governo, pelo menos em 1.800 cidades só seria preciso um "empurrãozinho" para romper essa barreira.
Mesmo antes da elaboração do plano, as teles pressionavam para quebrar essa barreira comercial por meio do REPNBL, programa federal que dá desconto de 15% de imposto para instalação de redes de fibras ópticas.
No lugar do REPNBL, o governo pretende flexibilizar as regras de investimento para facilitar a oferta comercial.
Nos planos nacionais da gestão dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, a tecnologia a ser usada na oferta (fibras ópticas, por exemplo) e a velocidade de navegação eram definidas previamente.
Desta vez, o governo deixará a tecnologia em aberto, o que torna a operação mais econômica para as empresas.
As teles poderão usar fibras, satélite e até ondas de rádio para garantir a oferta, desde que a velocidade ofertada seja razoável para que o consumidor desfrute de tudo o que a internet pode oferecer, sem restrições.
Em áreas densamente povoadas, faz sentido impor às teles pacotes com velocidades entre 10 Mbps e 15 Mbps porque a engenharia da rede de internet prevê o compartilhamento, o que reduz a velocidade de navegação quando muitos usam a rede simultaneamente.
Já em regiões menos povoadas, os pacotes poderiam ser de velocidades mais baixas. A experiência de navegação, no entanto, terá de ser a mesma para todos.
Vencida a fase inicial, o governo pretende enviar ao Congresso no primeiro semestre deste ano um outro projeto de lei prevendo a alteração do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).
Desde 2000, as teles recolhem 1% de sua receita bruta anual para esse fundo. Os recursos deveriam ter sido usados na telefonia fixa para levar o serviço para áreas que dão prejuízo. Mas esses recursos não foram utilizados e serviram para gerar superavit para a União.
Hoje, mesmo com o serviço de telefonia fixa disponível em todo o país, as teles continuam recolhendo para o Fust.
Por isso, o governo quer mudar a lei do fundo para que possa contribuir com o plano de internet com algo entre R$ 5 bilhões e R$ 9 bilhões.
As áreas escolhidas para receber os investimentos em internet passarão a ser monitoradas pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
O governo quer avaliar a eficácia do plano.
A tarefa do instituto será calcular o impacto da internet na geração de riqueza nas áreas atendidas.
Um estudo do Banco Mundial indica que, a cada 10% de crescimento dos acessos em internet em banda larga, o PIB cresce, em média, 1,2%.
O governo lançará um plano nacional de expansão da internet que prevê que em dois anos 75% dos domicílios brasileiros estarão conectados, considerando conexões fixas e móveis – hoje, esse índice é de 60%.
A expectativa é que o plano, que ainda não tem nome, seja lançado no primeiro trimestre.
O anúncio vai acontecer assim que o projeto de lei que modifica o marco das telecomunicações for enviado ao Planalto para a sanção do presidente Michel Temer.
A meta de cobertura até 2018 dependerá dos recursos disponíveis nos cofres da União.
Pelos cálculos da Secretaria de Telecomunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, responsável pelo plano, será preciso levantar inicialmente R$ 30 bilhões.
Desse total, cerca de R$ 10 bilhões serão resultado da troca das multas já aplicadas pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) às teles por investimentos a serem feitos pelas empresas na oferta de banda larga em locais carentes.
Outros R$ 20 bilhões sairão da mudança dos atuais contratos de concessão da telefonia fixa para termos de autorização – algo que depende da lei, hoje emperrada no Congresso.
Esse valor é uma estimativa prévia feita pela Anatel dos bens (prédios, centrais e equipamentos) hoje usados para a prestação do serviço de telefonia fixa, objeto dos contratos de concessão.
Ao final das concessões, esses bens voltariam para a União.
Com a mudança legal, serão trocados por investimentos em banda larga.
As áreas prioritárias a serem cobertas pelo plano serão aquelas em que as teles hoje não atuam com ofertas comerciais porque dariam prejuízo.
Pelos cálculos do governo, pelo menos em 1.800 cidades só seria preciso um "empurrãozinho" para romper essa barreira.
Mesmo antes da elaboração do plano, as teles pressionavam para quebrar essa barreira comercial por meio do REPNBL, programa federal que dá desconto de 15% de imposto para instalação de redes de fibras ópticas.
No lugar do REPNBL, o governo pretende flexibilizar as regras de investimento para facilitar a oferta comercial.
Nos planos nacionais da gestão dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, a tecnologia a ser usada na oferta (fibras ópticas, por exemplo) e a velocidade de navegação eram definidas previamente.
Desta vez, o governo deixará a tecnologia em aberto, o que torna a operação mais econômica para as empresas.
As teles poderão usar fibras, satélite e até ondas de rádio para garantir a oferta, desde que a velocidade ofertada seja razoável para que o consumidor desfrute de tudo o que a internet pode oferecer, sem restrições.
Em áreas densamente povoadas, faz sentido impor às teles pacotes com velocidades entre 10 Mbps e 15 Mbps porque a engenharia da rede de internet prevê o compartilhamento, o que reduz a velocidade de navegação quando muitos usam a rede simultaneamente.
Já em regiões menos povoadas, os pacotes poderiam ser de velocidades mais baixas. A experiência de navegação, no entanto, terá de ser a mesma para todos.
Vencida a fase inicial, o governo pretende enviar ao Congresso no primeiro semestre deste ano um outro projeto de lei prevendo a alteração do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).
Desde 2000, as teles recolhem 1% de sua receita bruta anual para esse fundo. Os recursos deveriam ter sido usados na telefonia fixa para levar o serviço para áreas que dão prejuízo. Mas esses recursos não foram utilizados e serviram para gerar superavit para a União.
Hoje, mesmo com o serviço de telefonia fixa disponível em todo o país, as teles continuam recolhendo para o Fust.
Por isso, o governo quer mudar a lei do fundo para que possa contribuir com o plano de internet com algo entre R$ 5 bilhões e R$ 9 bilhões.
As áreas escolhidas para receber os investimentos em internet passarão a ser monitoradas pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
O governo quer avaliar a eficácia do plano.
A tarefa do instituto será calcular o impacto da internet na geração de riqueza nas áreas atendidas.
Um estudo do Banco Mundial indica que, a cada 10% de crescimento dos acessos em internet em banda larga, o PIB cresce, em média, 1,2%.















