Esse é o curso do se vira na vida.Fabão escreveu:Nisso eu invejo meu pai. Ele, sem curso técnico na área, só com as próprias experiências, sabe mexer com isso tudo. Conserta chuveiro, vazamento, conserta parede, pinta, mexe na instalação elétrica, em equipamentos, etc. Nunca precisa chamar ninguém em casa para arrumar nada.
Educação
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Re: Educação
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Re: Educação
Está ironizando a importância das funções de primeiro grau? Para que seja mais útil para você, até a votação de um candidato pode ser representada assim:E.R escreveu:"Super útil" mesmo. Teve "muita utilidade" na minha vida.
Bem mais importante do que isso seria se eu tivesse um curso técnico de bombeiro hidráulico e bombeiro encanador. Aliás, depois de fazer meus cursos de informática, acho que vou procurar um curso técnico disso, tô cansado de pagar toda hora esses profissionais pra ficar consertando o chuveiro aqui de casa de 3 em 3 meses.
Aliás, quando mais cursos técnicos, melhor.

A evolução da votação de dois candidatos representada na mesma proporção e escala pode nos dar uma informação importante: a inclinação da reta, obtida facilmente através da equação, nos mostrara a magnitude da conquista de votos em relação ao tempo. Neste caso, quanto menos inclinada for a reta, maior terá sido a evolução candidato.
Ademais, se você não souber isso, jamais será aprovado em qualquer prova básica de concurso.
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Re: Educação
http://economia.estadao.com.br/noticias ... 1595,0.htm
A diferença entre o número de brasileiros no ensino superior (6,7 milhões) em relação ao de matriculados em cursos técnicos de nível médio (1,2 milhão) é um "paradoxo com o qual não podemos conviver". Palavras da presidente Dilma Rousseff em abril do ano passado, quando lançou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). "No mundo inteiro essa relação é absolutamente diferente."
Apesar do crescimento de 60% nos últimos cinco anos, a quantidade de jovens na educação profissional, proporcionalmente, é inferior não só à de países desenvolvidos, mas também à da Argentina e do Chile, segundo especialistas. Uma realidade que impõe ao Brasil uma série de desafios para atender à demanda por mão de obra qualificada de uma economia emergente.
A necessidade de contratar técnicos não é nova, mas se intensificou na esteira da expansão do PIB e face às projeções de investimentos do setor privado. Só o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) prevê que o Brasil terá de formar 7,2 milhões de trabalhadores em nível técnico e em áreas de média qualificação para atuar em 177 ocupações industriais até 2015.
Enquanto isso, quase 8 milhões de estudantes fazem o ensino médio tradicional, com as disciplinas teóricas preparatórias para o vestibular - e muitas vezes distantes da realidade dos jovens e do mercado de trabalho.
Com o Pronatec, o governo quer ampliar a oferta de vagas gratuitas na rede federal de educação, ciência e tecnologia e no Sistema S, entre outras ações. Só este ano deve ser investido R$ 1,6 bilhão no programa, com o objetivo de chegar a 1,6 milhão de matrículas no ensino técnico, sobretudo nas modalidades concomitante e subsequente.
"Não chegamos a ter um apagão de mão de obra, mas é imperativo formar profissionais para setores que visam a ter ganho de produtividade, como a indústria, e de uso intensivo de trabalhadores, caso da construção civil", afirma o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marco Antonio de Oliveira, responsável pelo Pronatec.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) aprova a iniciativa. Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da entidade, Rafael Lucchesi, a "lógica educacional" do Brasil precisa tirar o foco do "bacharelismo". "Pela lógica do sistema, parece que todos os alunos vão para a universidade, mas pouco mais de 14% dos brasileiros de 18 a 24 anos frequentam o ensino superior", afirma. "Muitos jovens saem da escola sem uma bússola para a inserção no mercado de trabalho."
Ex-aluno de colégios particulares, Henrique Zin da Silva, de 18 anos, optou pelo ensino médio integrado ao técnico, modalidade em que os currículos das disciplinas teóricas e práticas conversam entre si. Ele foi aprovado na seleção do tradicional Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo para um curso em alta no mercado, o de edificações - segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, houve um saldo de 2.901 contratações desses profissionais nos últimos cinco anos na capital.
Henrique teve aulas em período integral e começou a trabalhar já no 2.º ano. "A necessidade de conciliar bom desempenho nas disciplinas regulares e nas técnicas deixa o aluno mais maduro. Ainda mais quando ele começa a trabalhar", conta ele, que agora paga o cursinho pré-vestibular: quer estudar Engenharia na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).
Na área industrial, um dos setores que mais demandam técnicos é o de química. Denis Negocia, de 37 anos, apostou nesse caminho em meados dos anos 90. Hoje ele lidera uma equipe de 16 pessoas, todos técnicos como ele, no polo da Braskem em Mauá, Grande São Paulo. "O curso técnico é um ótimo cartão de visitas que você usa para abrir portas em empresas. E hoje as oportunidades são maiores : o recém-formado consegue escolher onde trabalhar."
Para a professora da Faculdade de Educação da USP Carmen Vidigal Moraes, pesquisadora de políticas públicas para a educação profissional, a expansão das matrículas no ensino técnico deveria priorizar a modalidade integrada. "Precisamos de mais escolas em período integral e professores bem remunerados."
A diferença entre o número de brasileiros no ensino superior (6,7 milhões) em relação ao de matriculados em cursos técnicos de nível médio (1,2 milhão) é um "paradoxo com o qual não podemos conviver". Palavras da presidente Dilma Rousseff em abril do ano passado, quando lançou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). "No mundo inteiro essa relação é absolutamente diferente."
Apesar do crescimento de 60% nos últimos cinco anos, a quantidade de jovens na educação profissional, proporcionalmente, é inferior não só à de países desenvolvidos, mas também à da Argentina e do Chile, segundo especialistas. Uma realidade que impõe ao Brasil uma série de desafios para atender à demanda por mão de obra qualificada de uma economia emergente.
A necessidade de contratar técnicos não é nova, mas se intensificou na esteira da expansão do PIB e face às projeções de investimentos do setor privado. Só o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) prevê que o Brasil terá de formar 7,2 milhões de trabalhadores em nível técnico e em áreas de média qualificação para atuar em 177 ocupações industriais até 2015.
Enquanto isso, quase 8 milhões de estudantes fazem o ensino médio tradicional, com as disciplinas teóricas preparatórias para o vestibular - e muitas vezes distantes da realidade dos jovens e do mercado de trabalho.
Com o Pronatec, o governo quer ampliar a oferta de vagas gratuitas na rede federal de educação, ciência e tecnologia e no Sistema S, entre outras ações. Só este ano deve ser investido R$ 1,6 bilhão no programa, com o objetivo de chegar a 1,6 milhão de matrículas no ensino técnico, sobretudo nas modalidades concomitante e subsequente.
"Não chegamos a ter um apagão de mão de obra, mas é imperativo formar profissionais para setores que visam a ter ganho de produtividade, como a indústria, e de uso intensivo de trabalhadores, caso da construção civil", afirma o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marco Antonio de Oliveira, responsável pelo Pronatec.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) aprova a iniciativa. Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da entidade, Rafael Lucchesi, a "lógica educacional" do Brasil precisa tirar o foco do "bacharelismo". "Pela lógica do sistema, parece que todos os alunos vão para a universidade, mas pouco mais de 14% dos brasileiros de 18 a 24 anos frequentam o ensino superior", afirma. "Muitos jovens saem da escola sem uma bússola para a inserção no mercado de trabalho."
Ex-aluno de colégios particulares, Henrique Zin da Silva, de 18 anos, optou pelo ensino médio integrado ao técnico, modalidade em que os currículos das disciplinas teóricas e práticas conversam entre si. Ele foi aprovado na seleção do tradicional Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo para um curso em alta no mercado, o de edificações - segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, houve um saldo de 2.901 contratações desses profissionais nos últimos cinco anos na capital.
Henrique teve aulas em período integral e começou a trabalhar já no 2.º ano. "A necessidade de conciliar bom desempenho nas disciplinas regulares e nas técnicas deixa o aluno mais maduro. Ainda mais quando ele começa a trabalhar", conta ele, que agora paga o cursinho pré-vestibular: quer estudar Engenharia na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).
Na área industrial, um dos setores que mais demandam técnicos é o de química. Denis Negocia, de 37 anos, apostou nesse caminho em meados dos anos 90. Hoje ele lidera uma equipe de 16 pessoas, todos técnicos como ele, no polo da Braskem em Mauá, Grande São Paulo. "O curso técnico é um ótimo cartão de visitas que você usa para abrir portas em empresas. E hoje as oportunidades são maiores : o recém-formado consegue escolher onde trabalhar."
Para a professora da Faculdade de Educação da USP Carmen Vidigal Moraes, pesquisadora de políticas públicas para a educação profissional, a expansão das matrículas no ensino técnico deveria priorizar a modalidade integrada. "Precisamos de mais escolas em período integral e professores bem remunerados."



- Dani Vieira
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Re: Educação
A educação está falida mesmo. Uma frase lamentável a minha, mas é verdade. Hoje em dia,o estudo tem que ser visto como modo de ganhar dinheiro, muita gente faz tal curso ou Faculdade porque visa o dinheiro e não porque gosta. O problema não é somente se os alunos saem do Ensino Médio despreparados para o mercado de trabalho, eles saem despreparados para pensar também. E isso tem um porque. Para aqueles que estão no poder, é muito mais fácil manipular um brasileiro que não pensa, aquele que é burro e não está nem ai para a educação do país e a dele mesmo.
Eu sou uma profissional da Educação e sei que lutar por melhorias na educação é algo extremamente arduo. Mas não é impossivel.
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Re: Educação
O ensino técnico cumpre o papel que você citou aí. Você como educadora deve saber o que significa "ensino técnico" em termos de formação e educação.
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Re: Educação
MEC anuncia descredenciamento de faculdade em Salvador
http://www.correio24horas.com.br/notici ... -salvador/
O Ministério da Educação (MEC) publicou o descredenciamento das Faculdades de Artes, Ciências e Tecnologias da Bahia (Facet) no Diário Oficial da União desta segunda-feira (29). A instituição está proibida de oferecer novos cursos, restringindo-se a manter apenas as atividades de secretaria acadêmica para entrega de documentos e as demais necessárias para finalização das turmas existentes dos alunos matriculados que não tiveram possibilidade de transferência.
A Facet deve comprovar posse ou propriedade de imóveis em Salvador para a finalização das atividades, e apresentar à Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior a relação de estudantes ativos e inativos, por curso.
Além disso, o descredenciamento deverá ser publicado “em pelo menos dois jornais de maior circulação de Salvador, estado da Bahia, (...) indicando o Dirigente responsável pela IES, telefone e o local de atendimento aos alunos para entrega de documentação acadêmica e demais orientações, no prazo de 10 (dez) dias corridos, a contar da notificação da IES”.
A decisão prevê ainda a criação de uma comissão para tratar da transferência dos alunos e apresentar cronograma de entrega da documentação acadêmica, no prazo de dez dias.
Irregularidades no Prouni
Em maio deste ano, o MEC já havia proibido tratamento desigual aos alunos beneficiados pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) e pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) na Facet. A faculdade estava sendo investigada pelo ministério depois que o governo verificou a ocorrência de irregularidades no atendimento aos alunos com bolsa ou financiamento.
Os alunos da instituição localizada no bairro da Pituba, em Salvador, informaram na ocasião que mesmo beneficiados com bolsa parcial do Prouni, pagavam o mesmo valor da mensalidade dos alunos que não fazem parte de nenhum programa de desconto.
Para quem não era do Prouni, a faculdade informava que a mensalidade era de R$ 690. Já para o beneficiados pelo programa, a mensalidade ficava em R$ 1.210. Com o desconto de 50%, no caso das bolsas parciais, o estudante pagava R$ 605.
O Ministério da Educação (MEC) publicou o descredenciamento das Faculdades de Artes, Ciências e Tecnologias da Bahia (Facet) no Diário Oficial da União desta segunda-feira (29). A instituição está proibida de oferecer novos cursos, restringindo-se a manter apenas as atividades de secretaria acadêmica para entrega de documentos e as demais necessárias para finalização das turmas existentes dos alunos matriculados que não tiveram possibilidade de transferência.
A Facet deve comprovar posse ou propriedade de imóveis em Salvador para a finalização das atividades, e apresentar à Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior a relação de estudantes ativos e inativos, por curso.
Além disso, o descredenciamento deverá ser publicado “em pelo menos dois jornais de maior circulação de Salvador, estado da Bahia, (...) indicando o Dirigente responsável pela IES, telefone e o local de atendimento aos alunos para entrega de documentação acadêmica e demais orientações, no prazo de 10 (dez) dias corridos, a contar da notificação da IES”.
A decisão prevê ainda a criação de uma comissão para tratar da transferência dos alunos e apresentar cronograma de entrega da documentação acadêmica, no prazo de dez dias.
Irregularidades no Prouni
Em maio deste ano, o MEC já havia proibido tratamento desigual aos alunos beneficiados pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) e pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) na Facet. A faculdade estava sendo investigada pelo ministério depois que o governo verificou a ocorrência de irregularidades no atendimento aos alunos com bolsa ou financiamento.
Os alunos da instituição localizada no bairro da Pituba, em Salvador, informaram na ocasião que mesmo beneficiados com bolsa parcial do Prouni, pagavam o mesmo valor da mensalidade dos alunos que não fazem parte de nenhum programa de desconto.
Para quem não era do Prouni, a faculdade informava que a mensalidade era de R$ 690. Já para o beneficiados pelo programa, a mensalidade ficava em R$ 1.210. Com o desconto de 50%, no caso das bolsas parciais, o estudante pagava R$ 605.
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Re: Educação
http://noticias.terra.com.br/educacao/n ... cacao.html
O desejo da presidente Dilma Rousseff de destinar todos os recursos dos royalties do petróleo para a educação não deve ser alcançado na avaliação do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS). "Não dá para tirar dinheiro que iria para os municípios ou para os Estados para colocar exclusivamente na educação, porque há outras necessidades como saúde, como ciência e tecnologia, como infraestrutura", disse Marco Maia a jornalistas.
A previsão do petista contraria a estratégia de Dilma Rousseff, que determinou ao ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que fosse ao Congresso na quarta-feira e explicitasse a posição do Palácio do Planalto sobre a matéria : a presidente Dilma Rousseff é contra qualquer mudança na fórmula de distribuição dos royalties que atinja os atuais contratos e quer que todos os recursos sejam aplicados na educação.
Dilma Rousseff também tem conversado com os representantes estudantis e estimulado a defesa da bandeira da aplicação integral dos recursos dos royalties de petróleo na educação. O presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Daniel Iliescu, se reuniu com Marco Maia na quarta e com funcionários do Ministério da Educação para tratar do tema. "É um compromisso pessoal da presidente Dilma Rousseff", disse Daniel Iliescu à Reuters por telefone.
A entrada oficial do governo na negociação, por meio de Aloizio Mercadante, gerou interpretações, inclusive por parte de Marco Maia, de que havia uma estratégia para adiar novamente a aprovação desse projeto que está sendo debatido na Câmara há mais de um ano. Ele chegou a dizer que se esse fosse o objetivo do governo, os parlamentares não aprovariam as medidas provisórias enviadas pela presidente.
O governo quer atrelar os recursos dos royalties à educação porque terá que cumprir as novas metas de investimento no setor estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE), que deve ser aprovado pelo Senado até o final do ano e prevê que ao final de 10 anos pelo menos 10% do PIB seja investido no setor. Para não vetar essas proposta, Dilma Rousseff quer que o Congresso aponte uma fonte de financiamento para a meta e indicou que os recursos dos royalties são os mais adequados para isso.
O desejo da presidente Dilma Rousseff de destinar todos os recursos dos royalties do petróleo para a educação não deve ser alcançado na avaliação do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS). "Não dá para tirar dinheiro que iria para os municípios ou para os Estados para colocar exclusivamente na educação, porque há outras necessidades como saúde, como ciência e tecnologia, como infraestrutura", disse Marco Maia a jornalistas.
A previsão do petista contraria a estratégia de Dilma Rousseff, que determinou ao ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que fosse ao Congresso na quarta-feira e explicitasse a posição do Palácio do Planalto sobre a matéria : a presidente Dilma Rousseff é contra qualquer mudança na fórmula de distribuição dos royalties que atinja os atuais contratos e quer que todos os recursos sejam aplicados na educação.
Dilma Rousseff também tem conversado com os representantes estudantis e estimulado a defesa da bandeira da aplicação integral dos recursos dos royalties de petróleo na educação. O presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Daniel Iliescu, se reuniu com Marco Maia na quarta e com funcionários do Ministério da Educação para tratar do tema. "É um compromisso pessoal da presidente Dilma Rousseff", disse Daniel Iliescu à Reuters por telefone.
A entrada oficial do governo na negociação, por meio de Aloizio Mercadante, gerou interpretações, inclusive por parte de Marco Maia, de que havia uma estratégia para adiar novamente a aprovação desse projeto que está sendo debatido na Câmara há mais de um ano. Ele chegou a dizer que se esse fosse o objetivo do governo, os parlamentares não aprovariam as medidas provisórias enviadas pela presidente.
O governo quer atrelar os recursos dos royalties à educação porque terá que cumprir as novas metas de investimento no setor estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE), que deve ser aprovado pelo Senado até o final do ano e prevê que ao final de 10 anos pelo menos 10% do PIB seja investido no setor. Para não vetar essas proposta, Dilma Rousseff quer que o Congresso aponte uma fonte de financiamento para a meta e indicou que os recursos dos royalties são os mais adequados para isso.



- Antonio Felipe
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Re: Educação
O Paquistão é aqui.
UOL

Mel e Christian Faber, os pais de Isadora Faber, não deixaram a menina ir à escola nesta quarta (7) por motivo de segurança. Na saída da aula na terça-feira (6), a menina foi ameaçada. Antes disso, na segunda -feira, a casa da família havia sido apedrejada -- um dos ataque atingiu a avó da garota.
A mãe de Isadora disse, hoje, que sua filha “está sendo perseguida por gente que não entende que ela fez uma coisa para o bem de todos". Mel Faber continua: "O pior é que os professores estão em campanha contra Isadora; algumas crianças vieram nos contar coisas que as professoras dizem, estimulando violência contra Isadora".
Na escola, a direção disse que todas as perguntas do UOL devem ser encaminhadas à Secretaria Municipal de Educação.
Ameaça no pátio
Se ela está com medo de voltar à escola ? “Não. Vou continuar postando na internet aquilo que eu achar que está errado”.
A mãe acredita que o perigo de agressões está apenas na entrada e saída da escola; “Não acredito que lá dentro alguém permita que ela seja agredida, aí seria uma conspiração”.
Isadora disse que às vezes tem medo das hostilidades, dependendo " do tom das ameaças no pátio".
A ação de hostilidade da hora vem também de fora da escola. É conduzida por Francisco da Costa Silva, pai de uma colega de Isadora da turma da sétima série/3 (a da Isadora é a 7ª /1) identificada aqui como L (de 15 anos) - "seu Francisco" ficou "famoso" com as postagens da menina sobre a pintura da quadra esportiva que teria sido paga pela escola, mas não foi realizada. O pintor diz que o contrato foi feito com uma empresa em que ele é apenas auxiliar.
Horas depois de a casa ser atacada com as quatro pedras, L trocou mensagens pelo Facebook com a irmã de Isadora, Duda, 16, combinando um encontro na saída da escola e propondo uma trégua: queria que Isadora parasse “de falar do meu pai, estando ele certo ou errado”.
Duda aceitou o acordo de paz, mas ele não foi cumprido. “Acho que foi uma armação para a gente baixar a guarda na vigilância da Isadora”, disse Mel.
Na terça, na hora do recreio da turma da manhã, Pedro da Rosa, melhor amigo de Isadora, foi ameaçado por L, sinalizando que a trégua contra Isa e seus amigos não existia.
Bate boca entre pai e pintor
Os Faber estão enfrentando a fúria de um homem criticado por Isadora no seu Diário de Classe, o pintor Francisco da Costa Silva, 47. Ele tem sido alvo de brincadeiras de Isadora, depois que ela criticou a falta de conservação da quadra esportiva da escola municipal Maria Tomázia Coelho.
Quando Isadora fez as críticas, a direção da escola respondeu que a pintura da quadra teria sido contratada por um pintor chamado Francisco – mas o serviço nunca foi feito. Isadora não pára de postar cobranças da pintura. Ela disse que "não sabia que ele era pai de uma colega, não sabia nem o sobrenome dela, só sabia que era Francisco". Ela reclama que "sem a pintura a gente não pode praticar esportes, porque faltam as linhas no chão".
Na saída da escola, as famílias Faber e Barbieri se confrontaram. Segundo relato de Isadora, o pintor Francisco estacionou uma Parati prata atrás do carro do pai dela (Christian), desceu acompanhado de um filho maior (de cerca de 20 anos) e começou uma discussão, gritando que Christian era “pedófilo e tarado”.
Duas famílias que assistiram ao confronto confirmaram a versão de Isadora à reportagem do UOL. Segundo as testemunhas, enquanto o pintor batia boca com o pai, a filha dele atacou Isadora, que já estava dentro do carro.
“Ela queria que eu saísse para me bater, estava com um grupo de colegas, também ameaçadoras”. A agressão não foi consumada.
Segundo Isadora, o pintor disse, de forma ameaçadora, que se ela não parecesse de fazer seus comentários críticos no Facebook ele usaria “aquilo que eu tenho no carro”, dando a entender que estava armado. O pintor teria dito “vocês devem ir embora daqui porque não são nativos”. Christian reagiu dizendo “ladrão, devolve o dinheiro que você recebeu pelo serviço que não fez”.
Na Justiça
O confronto ficou nisto. À tarde, Mel Faber levou dona Rosa, a avó de Isadora, ao Instituto Médico Legal para exame das lesões e prestou queixa na delegacia do Idoso. Ela também deu queixa da ameaça do pintor na 8ª delegacia, no bairro dos Ingleses.
Numa terceira queixa, Mel também foi ao Ministério Público Estadual para pedir investigação do que acha que “ser uma ação fomentada por professores e direção da Escola Maria Tomázia Coelho. "As professoras fazem uma campanha nas outras turmas dizendo que minha filha é contra a escola, criando rejeição", diz Mel Faber.
A tia Joice da Rosa queixou-se à Polícia Federal, pedindo para identificar o internauta que se apelida Formiga, que estaria conduzindo uma campanha de difamação de Isadora e família.
Isadora vinha denunciando que o pintor recebeu dinheiro da escola para pintar a quadra de esportes e não fez o trabalho. “Eu escrevi no Diário porque a direção disse que já tinha pago e o serviço não tinha sido feito”, defende-se Isadora. A escola pagou R$ 1.800 pelas tintas, há dois anos, mas elas venceram sem ter sido usadas.
Na noite de terça Isadora pediu socorro pela Internet, postando as agressões no Facebook. Ela reclama que "a campanha das professores contra mim, pedindo que meus colegas não curtam minha página, o que está deixando muitos dos meu colegas contra mim".

Mel e Christian Faber, os pais de Isadora Faber, não deixaram a menina ir à escola nesta quarta (7) por motivo de segurança. Na saída da aula na terça-feira (6), a menina foi ameaçada. Antes disso, na segunda -feira, a casa da família havia sido apedrejada -- um dos ataque atingiu a avó da garota.
A mãe de Isadora disse, hoje, que sua filha “está sendo perseguida por gente que não entende que ela fez uma coisa para o bem de todos". Mel Faber continua: "O pior é que os professores estão em campanha contra Isadora; algumas crianças vieram nos contar coisas que as professoras dizem, estimulando violência contra Isadora".
Na escola, a direção disse que todas as perguntas do UOL devem ser encaminhadas à Secretaria Municipal de Educação.
Ameaça no pátio
Se ela está com medo de voltar à escola ? “Não. Vou continuar postando na internet aquilo que eu achar que está errado”.
A mãe acredita que o perigo de agressões está apenas na entrada e saída da escola; “Não acredito que lá dentro alguém permita que ela seja agredida, aí seria uma conspiração”.
Isadora disse que às vezes tem medo das hostilidades, dependendo " do tom das ameaças no pátio".
A ação de hostilidade da hora vem também de fora da escola. É conduzida por Francisco da Costa Silva, pai de uma colega de Isadora da turma da sétima série/3 (a da Isadora é a 7ª /1) identificada aqui como L (de 15 anos) - "seu Francisco" ficou "famoso" com as postagens da menina sobre a pintura da quadra esportiva que teria sido paga pela escola, mas não foi realizada. O pintor diz que o contrato foi feito com uma empresa em que ele é apenas auxiliar.
Horas depois de a casa ser atacada com as quatro pedras, L trocou mensagens pelo Facebook com a irmã de Isadora, Duda, 16, combinando um encontro na saída da escola e propondo uma trégua: queria que Isadora parasse “de falar do meu pai, estando ele certo ou errado”.
Duda aceitou o acordo de paz, mas ele não foi cumprido. “Acho que foi uma armação para a gente baixar a guarda na vigilância da Isadora”, disse Mel.
Na terça, na hora do recreio da turma da manhã, Pedro da Rosa, melhor amigo de Isadora, foi ameaçado por L, sinalizando que a trégua contra Isa e seus amigos não existia.
Bate boca entre pai e pintor
Os Faber estão enfrentando a fúria de um homem criticado por Isadora no seu Diário de Classe, o pintor Francisco da Costa Silva, 47. Ele tem sido alvo de brincadeiras de Isadora, depois que ela criticou a falta de conservação da quadra esportiva da escola municipal Maria Tomázia Coelho.
Quando Isadora fez as críticas, a direção da escola respondeu que a pintura da quadra teria sido contratada por um pintor chamado Francisco – mas o serviço nunca foi feito. Isadora não pára de postar cobranças da pintura. Ela disse que "não sabia que ele era pai de uma colega, não sabia nem o sobrenome dela, só sabia que era Francisco". Ela reclama que "sem a pintura a gente não pode praticar esportes, porque faltam as linhas no chão".
Na saída da escola, as famílias Faber e Barbieri se confrontaram. Segundo relato de Isadora, o pintor Francisco estacionou uma Parati prata atrás do carro do pai dela (Christian), desceu acompanhado de um filho maior (de cerca de 20 anos) e começou uma discussão, gritando que Christian era “pedófilo e tarado”.
Duas famílias que assistiram ao confronto confirmaram a versão de Isadora à reportagem do UOL. Segundo as testemunhas, enquanto o pintor batia boca com o pai, a filha dele atacou Isadora, que já estava dentro do carro.
“Ela queria que eu saísse para me bater, estava com um grupo de colegas, também ameaçadoras”. A agressão não foi consumada.
Segundo Isadora, o pintor disse, de forma ameaçadora, que se ela não parecesse de fazer seus comentários críticos no Facebook ele usaria “aquilo que eu tenho no carro”, dando a entender que estava armado. O pintor teria dito “vocês devem ir embora daqui porque não são nativos”. Christian reagiu dizendo “ladrão, devolve o dinheiro que você recebeu pelo serviço que não fez”.
Na Justiça
O confronto ficou nisto. À tarde, Mel Faber levou dona Rosa, a avó de Isadora, ao Instituto Médico Legal para exame das lesões e prestou queixa na delegacia do Idoso. Ela também deu queixa da ameaça do pintor na 8ª delegacia, no bairro dos Ingleses.
Numa terceira queixa, Mel também foi ao Ministério Público Estadual para pedir investigação do que acha que “ser uma ação fomentada por professores e direção da Escola Maria Tomázia Coelho. "As professoras fazem uma campanha nas outras turmas dizendo que minha filha é contra a escola, criando rejeição", diz Mel Faber.
A tia Joice da Rosa queixou-se à Polícia Federal, pedindo para identificar o internauta que se apelida Formiga, que estaria conduzindo uma campanha de difamação de Isadora e família.
Isadora vinha denunciando que o pintor recebeu dinheiro da escola para pintar a quadra de esportes e não fez o trabalho. “Eu escrevi no Diário porque a direção disse que já tinha pago e o serviço não tinha sido feito”, defende-se Isadora. A escola pagou R$ 1.800 pelas tintas, há dois anos, mas elas venceram sem ter sido usadas.
Na noite de terça Isadora pediu socorro pela Internet, postando as agressões no Facebook. Ela reclama que "a campanha das professores contra mim, pedindo que meus colegas não curtam minha página, o que está deixando muitos dos meu colegas contra mim".
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Re: Educação
Brasil está em penúltimo lugar em ranking de qualidade na Educação
Guia do Estudante
Em ranking divulgado nesta terça-feira (27), o Brasil aparece em penúltima posição, entre 40 países pesquisados. A lista pertence à Pearson International e faz parte do projeto The Learning Curve (A curva do aprendizado, em inglês). O ranking é elaborado a partir dos resultados de três testes internacionais, aplicados a alunos do 5º ao 9º ano do ensino fundamental.

Visão geral dos países do ranking, dividos por grupos, conforme notas alcançadas
No topo da lista aparecem Finlândia e Coreia de Sul. Na 39º posição, o Brasil fica na frente apenas da Indonésia. Os 40 países foram divididos em cinco grandes grupos de acordo com os resultados. Ao lado do Brasil, mais seis nações foram incluídas na lista dos piores sistemas de educação do mundo: Turquia, Argentina, Colômbia, Tailândia, México e Indonésia
Confira o ranking completo:
O ranking foi elaborado com base em dados divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que aplica os seguintes testes internacionais: Programa Internacional de Avaliação dos Alunos (Pisa), Tendências Internacionais nos Estudos de Matemática e Ciência (Timms) e avaliações do Progresso no Estudo Internacional de Alfabetização e Leitura (Pirls).
Além do ranking, a Pearson também lançou um portal com o mesmo nome do estudo, o The Learning Curve. No site é possível encontrar infromações sobre os sistemas educacionais de todos os países pesquisados, em formato de mapas, infográficos, vídeos, entre outros.
Em ranking divulgado nesta terça-feira (27), o Brasil aparece em penúltima posição, entre 40 países pesquisados. A lista pertence à Pearson International e faz parte do projeto The Learning Curve (A curva do aprendizado, em inglês). O ranking é elaborado a partir dos resultados de três testes internacionais, aplicados a alunos do 5º ao 9º ano do ensino fundamental.
Visão geral dos países do ranking, dividos por grupos, conforme notas alcançadas
No topo da lista aparecem Finlândia e Coreia de Sul. Na 39º posição, o Brasil fica na frente apenas da Indonésia. Os 40 países foram divididos em cinco grandes grupos de acordo com os resultados. Ao lado do Brasil, mais seis nações foram incluídas na lista dos piores sistemas de educação do mundo: Turquia, Argentina, Colômbia, Tailândia, México e Indonésia
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Re: Educação
Clap, clap, parabéns, Brasil. Pior de tudo é que esse quadro tende a não melhorar significativamente a médio prazo.
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Re: Educação
Não me surpreendi nem um pouco com a notícia, mas foi bom postá-la para verem em que nível estamos.
O interessante foi a Coreia do Sul em segundo lugar no ranking. Isso explica o enorme crescimento socioeconômico do país, tornando-se um dos mais avançados.
O interessante foi a Coreia do Sul em segundo lugar no ranking. Isso explica o enorme crescimento socioeconômico do país, tornando-se um dos mais avançados.
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Re: Educação
Aqui em São Bernardo os professores dizem que a educação cresce muito, porém não parece.

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Re: Educação
Pior que os outros rankings não mostram uma situação muito melhor.
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