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Mensagem por Chapolin Gremista » 12 Mai 2022, 04:37

Crise internacional
Alemanha se prepara para sobreviver sem o gás russo
Situação da Alemanha revela ineficácia de sanções contra a Rússia

ImagemA dependência do gás russo é um problema sério para a Europa – Arquivo DCO.

Alemanha, a maior economia da União Europeia, cujas indústrias de aço, plásticos e automóveis movimenta e abastece o mercado europeu e também de outros continentes poderá sofrer uma grave crise que paralisará todo seu sistema produtivo, caso a questão da energia importada da Rússia, especialmente o gás natural, não seja resolvida antes de outubro de 2022. Os acontecimentos dos últimos meses já elevaram os preços dessa commoditie, dados o cenário de guerra e de crises no abastecimento.

Os consumidores residenciais sofrem com as altas dos preços e a queda nas ofertas de gás para aquecimento e suprimento de necessidades básicas, como geração de eletricidade. As indústrias, porém, são aquelas que podem gerar ainda mais problemas para a economia e a sociedade alemãs, já que podem diminuir ou até mesmo interromper suas atividades por falta de energia.

Nos últimos dois dias, foram veiculadas notícias de uma possível interrupção abrupta da entrega do gás russo para Alemanha através dos gasodutos que cortam o território ucraniano em direção a Berlim. No dia 09/05, a agência de notícias Reuters divulgou que o governo alemão prepara um plano emergencial para a eventual suspensão do fornecimento de gás pelos russos. Uma das reações possíveis seria a de assumir as principais empresas do setor. Por outro lado, autoridades alemãs também afirmam que não pretendem endossar mais sanções à economia russa, que fomentaria uma escalada nos conflitos e causaria, também, enormes prejuízos à economia alemã. Segundo informações recentes, a Alemanha importou 55% do gás da Rússia no ano passado. Esses números comprovam a dependência alemã do gás de origem russa e, por isso, Berlim ainda resiste a pressões para desfazer acordos econômicos com a Gazprom e o fornecimento russo. Segundo alguns críticos, esse acordo estaria financiando a guerra na Ucrânia.

Ainda de acordo com Reuters, a Alemanha pretende se livrar da dependência do gás russo, mas admite que não poderá fazê-lo até meados de 2024. Ou seja, serão dois anos e mais dois invernos pela frente.

Autoridades alemãs, como o ministro da economia Robert Habeck, afirmam que estão fazendo esforços intensos para reduzir o consumo de energia russa e que planos para reagir ao corte de abastecimento estão em discussão no momento. Detalhes de como esses planos seriam implementados não foram divulgados. Os alemães temem que um abrupto corte no abastecimento por parte dos russos ocorra a qualquer momento e os rumores a respeito circulam pela imprensa sem se aprofundarem em detalhes ou fatos concretos. Este é mais um fator que reforça a “guerra de informações” e de propagandas que afeta, inclusive, os rumos do conflito, além de desestabilizar países e suas populações globalmente.

As notícias e narrativas pelo lado da OTAN e seus aliados acusam a Rússia de diminuir ou cortar os suprimentos de gás para a Europa. Porém, a Rússia afirma que tem enviado regularmente o combustível, mesmo com os conflitos acontecendo em territórios ucranianos onde o conflito armado se desenvolve. Em artigo publicado em 11/05 pelo canal RT, autoridades russas e da companhia Gazprom afirmam que o abastecimento está ocorrendo em fluxos regulares e considerados normais, sem reclamações de clientes e que já foram pagos à empresa. O corte de abastecimento de gás através da Ucrânia não foi feito pela empresa ou pelo governo russos, mas sim pelo governo de Kiev.

No dia 10/05, o operador de do sistema de gás ucraniano afirmou que a Ucrânia decidiu suspender o trânsito de gás através de seu principal ponto de saída, Sokhranovka, devido à “interferência das forças de ocupação” que impossibilitam a garantia de segurança no processo. Sendo assim, a Ucrânia e não a Rússia suspendeu o fluxo de gás através de uma das principais plantas de transmissão do gás pelos gasodutos em território ucraniano. Essa estação é responsável por um terço do gás que flui da Rússia para a Europa via Ucrânia, totalizando 32.6 de milhões de metros cúbicos por dia. De acordo com a Gazprom, houve um decréscimo de 34% no suprimento de energia à Europa devido às ações da Ucrânia que bloquearam Sokhranovka.

Segundo as informações divulgadas, o governo ucraniano demanda que o gás seja entregue por outra estação, Sudzha, sob controle do governo de Kiev. Todavia, a Gazprom afirma que essa reconfiguração seria tecnicamente impossível de ser feita. Sergey Kupriyanov, porta-voz da Gazprom, afirmou que a Ucrânia deixou apenas uma porta de saída para o gás russo, o que diminui significativamente a entrega do produto.

A diminuição das quantidades de gás russo nos lares e empresas europeias se faz sentir, imediatamente, na alta dos preços ao consumidor e o consequente encarecimento de vários outros produtos, acelerando a inflação europeia que já se encontra em 10% em nove países.

O gás russo abastece aproximadamente 40% das necessidades de 27 países da União Europeia. É a alternativa mais barata para a geração de energia, sem a qual, apagões e fechamento de indústrias tem grande chance de acontecer. A oferta do produto torna-se mais cara dia a dia em países como Itália, UK e Alemanha, devido aos cortes promovidos pela Ucrânia.

Alternativas ao fornecimento pela Gazprom seriam, em princípio, duas: gás proveniente da Noruega e gás líquido trazido dos EUA ou do Oriente Médio. No caso norueguês, a produção do país é insuficiente para suprir os países vizinhos. Já em relação ao gás líquido, o preço da liquefação e do transporte tornam praticamente inviável a transação.

As sanções contra o combustível russo, na verdade, penalizam mais os alemães e europeus em geral que a Gazprom ou a administração de Putin. Fica evidente que o bloqueio de fornecimento efetuado por Kiev na usina de Sokhranovka é um “tiro no pé” da Alemanha e da EU. Ao intervirem no fluxo de gás às empresas e cidadãos europeus, Kiev colabora com a crise econômica, desabastecimento e inflação em vários países. Seja para a Alemanha ou outros países da EU, a sobrevivência sem o gás russo exige preparação, mas talvez não seja suficiente frente ao problema a curto e médio prazos.

Ao contrário do que pretendiam OTAN e o governo ucraniano, sua intervenção em Sokhranovka pode ajudar na abertura de outra possibilidade de fornecimento de energia da Rússia para a Europa, cuja certificação estava suspensa, o gasoduto Nord Stream 2, que transporta o gás da Rússia para a Europa através do Oceano Báltico, com o dobro da capacidade de fluxo que a estação de Sokhranovka.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... gas-russo/
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Conflito Israel-Palestina

Mensagem por Chapolin Gremista » 12 Mai 2022, 04:41

Comunicado Oficial
Jornalista palestina é assassinada pelo exército israelense
Ministério das Relações Exteriores e Expatriados do Estado da Palestina publica Nota Oficial sobre o violento assassinato da Jornalista

ImagemJornalista Shireen Abu Aqla – Reprodução

Estado da Palestina, Ministério das Relações Exteriores e Expatriados ─

Data: 11 de maio de 2022

O Estado da Palestina condena, nos termos mais enérgicos, o assassinato violento e deliberado, por Israel, da jornalista veterana da Al-Jazeera Shireen Abu Aqla, no campo de refugiados de Jenin (Palestina ocupada).

As forças de ocupação israelenses atiraram na cabeça de Shireen Abu Aqla. Ela foi assassinada enquanto denunciava os crimes de Israel e estava usando seu colete de IMPRENSA.

Hoje a voz da Palestina foi morta, mas o eco é eterno.

Por décadas, Shireen Abu Aqla expôs corajosamente os crimes de Israel contra o povo palestino. Com sua reportagem destemida e sua persistência poderosa, Shireen se tornou um ícone da verdade. Uma heroína nacional para aqueles cujas vozes foram silenciadas pelos crimes de Israel.

O assassinato de Shireen por Israel é parte de sua bem documentada e amplamente reconhecida guerra e incitamento contra jornalistas palestinos e a liberdade de expressão e de imprensa. Israel e seus funcionários, aberta e publicamente, recompensam seus soldados pela morte de palestinos, incluindo jornalistas, com total impunidade e um senso de imunidade reforçado.

Shireen Abu Aqla é outra vítima da inação intencional da comunidade internacional de responsabilizar Israel por seus crimes contínuos. Os crimes de guerra e o terrorismo de Israel devem parar. Permitir que os assassinatos atrozes de jornalistas palestinos por Israel passem despercebidos é sancionar o assassinato de jornalistas.

O Estado da Palestina pede aos jornalistas de todo o mundo que exponham os crimes de Israel, incluindo crimes contra jornalistas. O Procurador do Tribunal Penal Internacional deve abrir imediata e urgentemente uma investigação sobre os crimes de Israel contra jornalistas e funcionários da mídia.

Da mesma forma, o Conselho de Segurança das Nações Unidas deve assumir sua responsabilidade e garantir a proteção do povo palestino, de acordo com as resoluções das Nações Unidas.

Enquanto lamentamos esta devastadora tragédia nacional, saudamos nossos jornalistas e funcionários da mídia por sua bravura e persistência em transmitir ao mundo a verdade sobre o que está acontecendo na Palestina, apesar de atingidos pelo regime brutal, colonizador e racista de Israel.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... sraelense/
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América Latina

Mensagem por Chapolin Gremista » 12 Mai 2022, 04:47

Direitos Humanos
Venezuela reforça ações em prol dos Direitos Humanos
A Venezuela reforça hoje sua estratégia para garantir boas práticas no campo dos Direitos Humanos (DH), assegurou o ministro de Relações Interiores, Justiça e Paz, Remigio Ceballos

ImagemRemigio Ceballos – Foto: Reprodução

─Prensa Latina ─ Em declarações à imprensa, o alto funcionário informou que realizou uma reunião de trabalho com o diretor do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminais (Cicpc), Douglas Rico, para analisar assuntos relacionados com estas questões no país.

Realizei uma reunião com a diretoria da Cicpa, dando instruções e analisando estratégias integrais para fortalecer as boas práticas policiais e a segurança cidadã, ampliando a formação em investigação criminal pela vida. Venezuela é paz”, enfatizou o ministro.

Ele destacou a necessidade de avançar na aplicação de práticas policiais adequadas, um elo importante para a garantia dos direitos humanos.

Nos últimos meses, o Governo Bolivariano empreendeu uma reforma judicial, que é acompanhada de ações para monitorar possíveis violações de direitos humanos, bem como a melhoria das condições da população carcerária.

Como parte de todo esse processo, também são realizadas modificações para o melhor desempenho do Supremo Tribunal de Justiça e seus órgãos vinculados.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... %ef%bf%bc/
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América Latina

Mensagem por Teawine Chavinho » 12 Mai 2022, 16:15

Dizer que a Venezuela está reforçando ações em prol dos Direitos Humanos faz tanto sentido quanto dizer que a Arábia Saudita está reforçando ações em prol da laicidade do Estado e da liberdade religiosa, ou que a Alemanha hitlerista estava reforçando ações em prol do combate ao racismo.
"Um governo que não aparece faz o povo feliz. Um governo que tudo quer determinar faz o povo infeliz." - Lao Tsé

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Mundo

Mensagem por Teawine Chavinho » 12 Mai 2022, 16:24

Ucrânia denuncia na ONU 'lista interminável' de atrocidades cometidas pela Rússia

Entre os casos estão situações de sequestro, estupro e execuções desde o início do conflito, em 24 de fevereiro.

A Ucrânia e seus aliados denunciaram nesta quinta-feira (12) uma "lista interminável" de atrocidades cometidas pela Rússia desde a sua invasão em 24 de fevereiro, em uma sessão extraordinária do Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra, que foi boicotada por Moscou.

Na reunião convocada a pedido da Ucrânia, os 47 países-membros do Conselho devem se pronunciar sobre um projeto de resolução que pede uma "investigação" pela comissão internacional da ONU sobre as graves violações de direitos humanos atribuídas às tropas durante a ocupação russa.

De acordo com o texto, os abusos foram cometidos nas áreas próximas a Kiev, em Chernihiv, Kharkiv e em Sumy entre o final de fevereiro e março de 2022 e a resolução busca "pedir que os responsáveis sejam responsabilizados".

"Milhares de pessoas do meu país perderam a vida. Os bombardeios e tiros russos fazem parte de nossa vida diária", declarou a primeira vice-ministra das Relações Exteriores da Ucrânia, Emine Dzhaparova, na abertura da sessão, em um discurso por videoconferência.

A representante denunciou atos de tortura, desaparecimentos forçados, violência sexual e de gênero.

"A lista de crimes russos é interminável", denunciou antes de mostrar um desenho feito por uma criança que foi estuprada na frente de sua mãe.

Durante as discussões, muitos diplomatas aliados de Kiev, mas também funcionários da ONU, expressaram sua indignação com o sofrimento dos ucranianos.

"A agressão russa envolve a descoberta de fatos cada vez mais macabros a cada dia", disse o embaixador francês, Jérôme Bonnafont. Seu colega britânico denunciou a "campanha brutal" de Moscou.

A alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet indicou que seu gabinete continua verificando as acusações.

"A extensão das execuções ilegais, incluindo os indícios de execuções sumárias nas áreas do norte de Kiev é chocante", declarou, especificando que até agora tem informações sobre 300 casos.

"Horrores inimagináveis" em Mariupol

Bachelet também denunciou que os habitantes de Mariupol sofreram "horrores inimagináveis".

O projeto de resolução pede um relatório sobre a situação humanitária e dos direitos humanos em Mariupol na 50ª sessão do Conselho, entre 13 de junho e 8 de julho.

Esta é a primeira reunião dedicada à questão desde que a Assembleia Geral da ONU suspendeu a Rússia no início de abril de seu órgão de direitos humanos.

Moscou antecipou a suspensão ao renunciar ao seu status de membro do Conselho de Direitos Humanos, mas, como Estado, mantém o direito de participar como país observador.

Nesta quinta-feira, a Rússia teve o direito de pedir a palavra para responder, mas decidiu deixar a cadeira de seu país vazia.

Para não deixar o campo totalmente livre para seus adversários, o embaixador russo na ONU, Gennady Gatilov, publicou um comunicado no qual denunciou "a demonização da Rússia pelo 'ocidente coletivo'", e falou de uma investigação que não é independente, com derivas do Conselho que transformaram o fórum numa arena "para desferir golpes políticos".

Em 4 de março, Kiev conseguiu que o Conselho adotasse de forma esmagadora uma resolução para criar urgentemente uma comissão de investigação internacional independente.

A pessoa designada para liderar a investigação, o ex-juiz norueguês Erik Mose, que foi magistrado do Tribunal Europeu de Direitos Humanos e presidiu o Tribunal Penal Internacional para Ruanda, indicou que a comissão iniciou seus trabalhos, mas que ainda não tem um orçamento.

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022 ... ssia.ghtml
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Mensagem por Chapolin Gremista » 13 Mai 2022, 00:42

Mais um que não sabe nada sobre a Venezuela e tá só repetindo o que a Globo News fala :lol:
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Mensagem por Chapolin Gremista » 13 Mai 2022, 01:12

Tensão
Há risco de guerra nuclear no conflito entre a OTAN e a Rússia
O vice-presidente do Conselho de Segurança Medvedev alertou para o risco de uma guerra nuclear no confronto entre a Rússia e a OTAN

ImagemO vice-presidente do Conselho de Segurança, Dmitry Medvedev – Reprodução

─RIA Novosti, tradução do DCO ─ O envio de armas para a Ucrânia pode levar a um confronto direto entre a Rússia e a Otan, que corre o risco de se transformar em uma guerra nuclear completa, disse o vice-presidente do Conselho de Segurança, Dmitry Medvedev.

“A conversa interminável de analistas estrangeiros sobre a guerra da OTAN com a Rússia não cessa. Além disso, o cinismo dos “cabeças falantes” ocidentais está se tornando cada vez mais franco. Eles estão se esforçando para introduzir a tese de que a Rússia está assustando o mundo com um conflito nuclear na agenda”, escreveu o funcionário no Telegram.

Segundo ele, os países ocidentais estão agora travando uma “guerra por procuração”: estão injetando armas na Ucrânia, enviando mercenários e realizando exercícios especiais de alianças perto das fronteiras russas.

Como resultado, isso pode levar a um confronto em grande escala, que traz riscos.

“Tal conflito sempre corre o risco de se transformar em uma verdadeira guerra nuclear. Este seria um cenário catastrófico para todos. Portanto, você não deve mentir para si mesmo e para os outros. Você só precisa pensar nas possíveis consequências de sua ações. E não engasgue com sua própria saliva nos paroxismos da russofobia!” Medvedev concluiu.


Desde 24 de fevereiro, a Rússia realiza uma operação militar especial para desnazificar e desmilitarizar a Ucrânia. Como Vladimir Putin enfatizou, seu objetivo é “proteger as pessoas que foram submetidas a bullying e genocídio pelo regime de Kiev por oito anos”.

Segundo o Ministério da Defesa, os militares russos atacam apenas a infraestrutura militar e as tropas ucranianas, nada ameaça a população civil. O principal objetivo da operação no departamento foi chamado de libertação de Donbass.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... -a-russia/
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Mensagem por Chapolin Gremista » 14 Mai 2022, 07:59

Conflito na Ucrânia
Reino Unido compra armas soviéticas pelo mundo e envia à Ucrânia
Imperialismo age para ampliar o conflito no Leste Europeu, não estão preocupados com a paz, mas em conquistar novos mercados dominando a Rússia

ImagemArmamento russo – Sputnik / Ekaterina Nenakhova

–Sputink – O secretário da Defesa do Reino Unido, Ben Wallace, disse nesta quinta-feira (12) que Londres está comprando armas soviéticas e russas em todo o mundo para as entregar à Ucrânia.

“Grande parte do [ministério] e dos adidos de Defesa em todo o mundo têm estado procurando [armas russas e soviéticas]”, afirmou Wallace citado pelo The Wall Street Journal. O secretário observou que cerca de 23 países possuem em seus estoques armas russas e soviéticas.

“Se você realmente quer entregá-las aos ucranianos amanhã de manhã para que eles possam continuar a lutar […] encontre aquelas em que estão treinados, encontre o que eles precisam”, disse Wallace.”

Em entrevista ao jornal, o ministro britânico disse que era improvável que as armas entregues pelo Reino Unido à Ucrânia possam ser usadas para atingir o território russo.

“Em primeiro lugar não lhes fornecemos armas que provavelmente permitissem fazer isso. Não lhes demos helicópteros ou aviões, ou equipamentos de muito longo alcance, por isso é improvável que as armas britânicas possam ser usadas do outro lado da fronteira”, observou ele respondendo à pergunta se o Reino Unido está de acordo que a Ucrânia esteja usando armas entregues para atingir alvos na Rússia.

https://www.causaoperaria.org.br/artigo ... a-ucrania/
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Mensagem por Chapolin Gremista » 14 Mai 2022, 08:24

Aumentam as tensões
Finlândia na OTAN: começa uma nova etapa da guerra da Ucrânia
Primeiro-ministro e presidentes nórdicos querem ingresso urgente no tratado imperialista

ImagemIngresso da Finlândia à OTAN representaria um acirramento das investidas imperialistas contra a soberania russa – Foto: Reprodução

Nesta quinta-feira (12), a Finlândia anunciou que vai aderir à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) “sem demora”. A declaração veio logo após o posicionamento do presidente e da primeira-ministra como favoráveis à candidatura finlandesa ao bloco.

“Esperamos que as medidas nacionais ainda necessárias para tomar essa decisão sejam tomadas rapidamente nos próximos dias”, afirmaram os governantes.

Ataque direto contra a Rússia

Prontamente, Moscou iniciou uma série de denúncias contra a mobilização do país nórdico em torno da adesão ao bloco imperialista. Afirmou que representava uma séria ameaça à Rússia e, como disse o Ministério das Relações Exteriores da Rússia, “uma mudança radical na política externa do país [a Finlândia]”.

“A Rússia será forçada a tomar medidas de retaliação, tanto de natureza militar-técnica quanto de outra natureza, a fim de impedir que surjam ameaças à sua segurança nacional”, afirmou a pasta em comunicado oficial.

Dmitri Peskov, porta-voz do governo russo, ressaltou que “a expansão da OTAN não torna nosso continente mais estável e seguro”, reiterando que o país pode tomar novas medidas para “equilibrar a situação”.

“Tudo dependerá de como esse processo de expansão da Otan se desenrolar, até que ponto a infraestrutura militar se aproxima de nossas fronteiras”, colocou Peskov.

Ademais, o vice-presidente do conselho de segurança da Rússia, Dmitri Medvedev, tomou a situação para relembrar a campanha militar incentivada pelo imperialismo na Ucrânia, alertando à possibilidade de um conflito total entre a OTAN e a Rússia:

“Os países da Otan injetando armas na Ucrânia, treinando tropas para usar equipamentos ocidentais, enviando mercenários e os exercícios dos países da Aliança perto de nossas fronteiras aumentam a probabilidade de um conflito direto e aberto entre a Otan e a Rússia”, disse Medvedev.

Desconfianças caem por terra: as ameaças são concretas!

Uma das principais justificativas da Rússia em relação à necessidade de sua operação especial militar na Ucrânia foi, e continua sendo, a urgência da defesa da soberania russa contra a OTAN.

Frente a isso, a imprensa burguesa, bem como a esmagadora maioria da esquerda pequeno-burguesa, afirmaram se tratar de um exagero. Escondendo-se sob o direito internacional, disseram, decididamente, que se tratava de um pretexto falacioso.

Decerto que esse tipo de constatação não passa de uma farsa. A OTAN (o imperialismo) vem avançando a passos largos na Europa. A Ucrânia é prova viva disso, já que o governo dos EUA basicamente tornaram-na membro da OTAN sem a formalidade. Afinal, foi o imperialismo americano quem orquestrou o golpe de 2014 e que, a partir daí, financiou diretamente a atuação de milícias nazistas que praticavam um verdadeiro genocídio no Donbass. Sem contar nas dezenas de laboratórios que comprovadamente produziam armas biológicas com financiamento mascarado por parte do governo.

Imagem
Agora, vemos ainda mais uma vez que a operação russo foi, em todos os sentidos, absolutamente acertada. Afinal, a entrada da Finlândia e, consequentemente, da Suécia no bloco imperialista representaria um aumento de mais de 1.300 km na fronteira entre a Rússia e a OTAN. Ou seja, uma área extra gigantesca para que as armas imperialistas possam ser instaladas próximas à Rússia.

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Posição ofensiva mais clara que essa só pode ser vista segundos antes do lançamento de uma ogiva contra Moscou.

Mesmo assim, imperialismo pena em penalizar a Rússia

Consequente de uma instabilidade cada vez maior, o imperialismo estadunidense, frente à perda de sua hegemonia, aplicou duras sanções contra a Rússia e o povo russo. Desde o começo do conflito, essas penalidades partem de simples bloqueios transacionais, até a proibição de compra de produtos de exportação russos por parte dos aliados dos Estados Unidos.

O problema é que a situação fugiu completamente do controle dos EUA que não conseguem conter a venda de produtos russos em decorrência de seu caráter indispensável aos países da Europa.

Finalmente, nenhum aliado dos americanos quer ficar, verdadeiramente, contra a Rússia. E aqui, há uma diferença clara entre condenações diplomáticas, como por meio de votações e pronunciamentos, e boicotes econômicos concretos. Afinal, boa parte dos países europeus depende completamente do gás que a Rússia exporta, como é o caso da Alemanha que, meses após o começo do conflito, não cessou o fornecimento do combustível russo ao país.

No Pacífico, conversas à sete chaves

Para que um novo membro seja admitido na OTAN, é preciso que todos os outros membros concordem com o ingresso.

Entre 10 e 12 de maio, a Primeira-Ministra finlandesa, Sanna Marin, realizou uma viagem para o Japão para “discutir assuntos comerciais”. Entretanto, dada a circunstância do encontro, tudo indica que o assunto principal do encontro seja, justamente, a OTAN. Afinal, Marin havia ido à Grécia semanas antes, resultando em um voto favorável à adesão do país ao bloco.

Ademais, no dia 24 deste mês, antes de passar pela Coreia do Sul, Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, irá, também, ao Japão. Ou seja, vemos de maneira evidente um esforço do imperialismo para fortalecer suas alianças militares na região do Indo-Pacífico. É, acima de tudo, uma tentativa de manter a coesão de seus aliados para responder militarmente tanto no Leste europeu, quanto na Ásia, mirando a China.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/d ... -iminente/

No fim, é guerra!

Independente do que resulte as negociações entre os nórdicos e a OTAN, o fato é que o imperialismo perde cada vez mais o controle da situação. Por isso, é obrigado a tomar medidas ainda mais agressivas, como é o caso da adesão da Finlândia ao bloco.

Inaugura-se, nesse sentido, uma nova etapa da guerra entre a Rússia e o imperialismo. Neste momento, a analogia do animal ferido não poderia se encaixar melhor. O imperialismo está ferido e, portanto, fará de tudo para recuperar a sua posição e tentar empurrar o mundo em uma miséria cada vez maior. Se conseguirão, só o futuro dirá. Mas o fato é que a ação russa teve frutos extremamente positivos para a luta dos trabalhadores em âmbito planetário e está, efetivamente, obtendo êxito em enfraquecer a dominação imperialista sobre os povos oprimidos.

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Europa

Mensagem por E.R » 14 Mai 2022, 08:26

Se a Rússia fizer com a Finlândia ou com a Suécia o que tá fazendo na Ucrãnia, aí sim teremos a Terceira Guerra Mundial.
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Mensagem por Chapolin Gremista » 14 Mai 2022, 09:01

É muito grave.
Imperialismo Avança
Finlândia e Suécia no Otan podem ser um passo para a guerra
Tentativa de Finlândia e Suécia na Otan podem transformar a região em um verdadeiro barril de pólvora e milhõe de vidas podem estar em risco

ImagemO imperialismo e seus tentáculos se apoderando de tudo – Reprodução

A Finlândia está tentando entrar na OTAN, o que pode elevar a tensão no Leste-Europeu ao seu nível mais alto. O país mantém 1.304 km de fronteira com a Rússia e, como alguém já disse, a região vai se transformar em um barril de pólvora.

Pelo visto, existe um setor do imperialismo que está apostando suas fichas em uma guerra generalizada. Se isso acontecer, milhões de pessoas podem perder suas vidas devido um pequeno grupo de interesses que quer não apenas manter, como também ampliar seu poder político e econômico sobre as riquezas do Planeta.

Para piorar o quadro, a Suécia também deverá pedir ingresso na OTAN, o que agravará muito a situação. Esses países, que até ontem optaram por uma relativa neutralidade, mesmo durante o período conhecido como Guerra Fria, estão cedendo às pressões do imperialismo americano e podem se envolver em uma guerra com o segundo mais poderoso exército do mundo. A Rússia, obviamente, é bem inferior ao conjunto dos países da Otan, o que não significa que poderá infligir terríveis danos a seus eventuais inimigos.

A Europa está entrando em uma guerra que não é sua, vai pagar caro porque ali será o palco principal dos conflitos. Os EUA estão a milhares de quilômetros e empurram seus aliados, quase lacaios, para a destruição.

A Finlândia tem na Rússia o seu terceiro parceiro comercial. Pelo menos 10% de suas empresas serão severamente afetadas, em caso de confronto, enquanto 60% serão afetadas de algum modo. O que esse país tem a ganhar e por quais motivos seus governantes estão tão ávidos para adentrar nesse caminho? No caso de o conflito escalar, é óbvio que a Rússia atacará os países inimigos mais próximos, o que torna a Finlândia, caso entre na OTAN, um dos primeiros a sofrer as consequências. É quase uma tática suicida.

China na alça da mira

Simultaneamente a esse aumento de tensões na Europa, o imperialismo estende seus tentáculos em direção à Ásia. A primeira-ministra finlandesa, Sanna Marin, esteve no Japão entre os dias 10 e 12 deste mês, embora a justificativa para a visita tenham sido as relações comerciais entre os países, é certo que o assunto principal tenha sido a OTAN.

O presidente dos EUA, Joe Biden, estará no Japão, fará uma visita à Ásia entre os dias 20 e 24, visitando primeiro a Coreia do Sul e, segundo o Global Times de hoje, 13 de maio, “muito recentemente, a agência nacional de inteligência da Coreia do Sul se juntou ao Centro de Excelência em Defesa Cibernética Cooperativa da OTAN como o primeiro membro asiático deste último. Tanto a Coreia do Sul quanto o Japão foram convidados para a Cúpula da OTAN a ser realizada no próximo mês. Pode sinalizar que os aliados asiáticos dos EUA e a OTAN estão formando interações institucionais. Isso é algo para se estar atento”.

O Global Times é uma espécie de porta-voz informal do governo chinês e em várias matérias já disse que, com razão, que o conflito entre Rússia e Ucrânia envolverá a China que, todos sabem, é alvo do imperialismo. Não à toa, vem fazendo inúmeras provocações no mar do Japão e Estreito de Taiwan. Os chineses já disseram que não vão aceitar intromissões na Ilha.

Os EUA estão tentando fortalecer o Quad, que muitos chamam de Mini-OTAN, um bloco militar do qual participam também Austrália, Índia e Japão. Essa movimentação levou o editorial do Global Times à seguinte conclusão em seu último parágrafo: “Os EUA e a OTAN, com forte lógica de política de poder, política de bloco e mentalidade da Guerra Fria, podem aplicar sua tática de transformar outras regiões em barris de pólvora na região da Ásia-Pacífico. Com as lições extraídas da crise na Ucrânia, os países da Ásia-Pacífico devem dar as mãos para dizer não à interferência estrangeira na região e começar a construir seu próprio regime de segurança, evitando que a crise na Europa se forme à nossa porta”.

Será que a China, até agora tão cautelosa, começara a formar suas próprias alianças militares na região? Se não fizerem nada o imperialismo avançará, se fizerem algo o imperialismo também avançará do mesmo jeito. Então, é melhor se preparar para o confronto que parece inevitável.

Turquia esfria um pouco a tensão

Na manhã desta sexta-feira, (13/05), a Turquia rejeitou a entrada da Finlândia e da Suécia na OTAN contra a Rússia. O presidente Recep Tayyip Erdogan manifestou desacordo porque, segundo ele, os países escandinavos abrigam terroristas. Membros do PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão) estão refugiados na Suécia, seguidores do clérigo Fethullah Gulen, que vive nos EUA. Erdogan os acusa de ter tentado o golpe militar contra seu governo em 2016.

O presidente da Turquia seguramente deve estar com as barbas de molho, pois sabe muito bem que a tentativa de golpe partiu do imperialismo. Não faz muito bem para a saúde confiar nos EUA, basta ver o que fizeram com Saddam Husseim, dentre outros. Fortalecer os imperialistas pode ser uma maneira de encurtar o caminho até a cova, por isso os turcos precisam medir muito bem o que vão fazer pois poderão sofrer as consequências.

Suécia e Finlândia, pelo menos por enquanto, não devem ser aceitas na OTAN, mas não se sabe se, ou até quando, os turcos conseguirão aguentar a pressão contrária e, como já vimos mais de uma vez, os EUA não se incomodam em descumprir regras e acordos. Se sentirem necessidade de passar por cima da Turquia para trazer esses dois países para suas fileiras, com certeza o farão.

A esquerda internacional não pode ficar apenas assistindo essa movimentação do imperialismo e, pior, não pode aceitar os lacaios que se voltam contra a Rússia, país que está sendo oprimido e tem o direito de se defender. É preciso formar um grande movimento que denuncie as intenções do imperialismo. Não podemos permitir que milhões de vidas se percam para defender os interesses daqueles que são nossos principais inimigos.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... -a-guerra/
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Mensagem por E.R » 14 Mai 2022, 09:06

O Brasil é neutro, mas sabemos que se o Brasil tiver que tomar um lado algum dia, vai ser o lado de sempre, junto com Inglaterra e Estados Unidos.
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Mensagem por Chapolin Gremista » 14 Mai 2022, 09:08

Vai depender da presidência. Os países oprimidos da América Latina tendem a ficar ao lado dos russos.
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Mensagem por E.R » 14 Mai 2022, 09:15

Mesmo se for o PT na presidência, até pelo fato dos democratas estarem no poder nos Estados Unidos.

O Brasil está alinhado ao mundo ocidental, até mesmo as lideranças de esquerda no país sempre que podem vão visitar os Estados Unidos ou os países europeus.

O Brasil é uma espécie de Estados Unidos da América do Sul, com cultura e hábitos muito parecidos. Talvez isso seja menor em outros países da América do Sul, mas principalmente em Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai os costumes são muito parecidos com os dos americanos.

A invasão russa na Ucrânia esse ano, a esmagadora maioria da população brasileira ficou ao lado da Ucrãnia, a opinião pública principalmente, mesmo muita gente que tinha simpatia pelo Putin antes da guerra, acabou ficando do lado da Ucrânia.
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Mensagem por Chapolin Gremista » 14 Mai 2022, 09:24

Lula mantém boas relações com os Estados Unidos mas já declarou diversas vezes que sabe que sua prisão e o golpe de estado que Dilma sofreu foram encomendas do Tio Sam. Por essas e outras sua atuação política tende a se chocar com as políticas do imperialismo, a prova disso foram as declarações recentes dele sobre a guerra, colocando a culpa do conflito no governo americano.
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