Educação
- O Gordo
- Membro

- Mensagens: 17857
- Registrado em: 12 Abr 2014, 21:25
- Programa CH: Chespirito
- Curtiu: 887 vezes
- Curtiram: 4681 vezes
Re: Educação
Ele chega a perguntar PIB de município?
Aí é sacanagem
Aí é sacanagem

"Desde las hermosas playas de Cancún..."
-
Victor235
- Membro

- Mensagens: 38473
- Registrado em: 04 Dez 2011, 22:00
- Programa CH: Chaves
- Time de Futebol: Palmeiras
- Curtiu: 2574 vezes
- Curtiram: 2490 vezes
Re: Educação
Antes de ler, pensei que iam justificar mais por valores e outras coisas (o que foi citado), porém, o que pesou mais foi o dilema: querem que a escola eduque apenas para formar para o mercado de trabalho, o que não é sua função.
Lutadores de MMA defendem ensino de artes marciais nas escolas
01/12/2016 - 18h24
Reportagem – João Vitor Silva
Edição – Pierre Triboli
Em debate na Subcomissão de MMA da Comissão do Esporte, deputados divergiram sobre a inclusão desse tipo de luta no currículo escolar
Lucio Bernardo Jr./Câmara

Antônio Minotauro: artes marciais incentivam disciplina e competitividade
Lutadores de MMA (Mixed Martial Arts ou Artes Marciais Mistas, em português) defenderam nesta quinta-feira (1º) a inserção do ensino de artes marciais nas escolas. Durante audiência pública da Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados, o lutador Antônio Nogueira, conhecido como Minotauro, afirmou que a prática das artes marciais traz valores como educação, disciplina e competitividade, que serão cobrados no mercado de trabalho.
Minotauro também afirmou que a prática de lutas cresce muito nas comunidades. Ele disse que dirige um projeto em uma comunidade carioca que conta com 950 participantes. E citou o caso de Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes, onde o jiu jitsu é uma disciplina nas escolas públicas. “Lá eles trabalham isso com as crianças, mesmo sendo uma luta mais desenvolvida no Brasil. Há mais de mil professores dessa arte marcial trabalhando lá”, disse.
O ex-lutador Carlos Barreto, que agora é comentarista do canal Combate, considerou que o MMA tem aptidão para ser um esporte praticado em todo o País, porém ele ressaltou que é “preciso ter um olhar mais técnico para que essa prática seja saudável”. Ele concordou que a prática da atividade influencia na formação do caráter dos praticantes. “Com a inclusão dessas lutas nas escolas, estaremos formando campeões, não do tatame, mas da vida”, concluiu.
Valores do MMA
Um dos autores do requerimento da audiência, o deputado Fábio Mitidieri (PSD-SE), disse estar procurando formas de desvincular o MMA do conceito de violência. “Precisamos reconscientizar a população. Mostrar os valores passados, os treinos, o outro lado. E não só as lutas. Há um preconceito com o MMA que não se tem com o caratê e o judô, por exemplo”, afirmou.
Segundo o deputado, o motivo pelo qual os Estados Unidos é uma potência olímpica é a existência do esporte na grade estudantil das crianças. Mitidieri disse que o Brasil precisa mudar sua tradição de investir em clubes e passar a investir nas escolas.
Porém, o deputado José Mentor (PT-SP) é contrário à proposta de que se ensine o MMA nas escolas. Para ele, isso seria um incentivo à violência. “Defendo o caratê nas escolas, judô nas escolas, mas o MMA, não”, disse. O deputado afirmou que a modalidade não pode ser considerada um esporte por não garantir a integridade física sensorial dos praticantes.
“As artes marciais prezam o respeito, o autocontrole. Já o MMA preza a velocidade, a habilidade, a força. Não acho que pode ser considerado um mix de artes marciais. Na verdade, eles juntam todas as proibições das artes marciais. O judô, por exemplo, proíbe agressões no rosto”, disse Mentor.
Ele também destacou os casos de lutadores que quebraram ossos ou ficaram paraplégicos devido à prática da luta. “Ou machuca quem deu o golpe, ou quem recebeu, mas machuca alguém”, afirmou o deputado.
Por outro lado, o lutador Minotauro disse que é muito maior o número de casos de fratura no futebol do que no MMA, e que nem por isso o futebol é considerado um esporte violento. “Não é um esporte violento, é um esporte extremo. Comparo ele ao surf. Tem os que se arriscam a surfar as ondas grandes, e tem o surfista normal que faz por lazer”, declarou.
Lucio Bernardo Jr./Câmara

Fábio Mitidieri: é preciso desvincular o MMA do conceito de violência
Requisitos para professores
O deputado Fábio Mitidieri propôs um debate para avaliar se um lutador, graduado em alguma arte marcial, precisaria ou não de diploma em educação física para poder dar aulas. “Às vezes, ele entende da luta, mas não sabe de fisiologia. Não sabe quanta atividade física uma pessoa pode fazer”, disse.
O relator da comissão, deputado João Derly (Rede-RS), que já foi campeão de judô, disse que o profissional de educação física pode trabalhar também com as artes marciais. “Ainda não está bem definido a carga horária da educação física. As artes marciais poderiam ser um grande complemento, devido às questões morais que elas ensinam”, afirmou.
João Derly contou que, em 2005, quando foi campeão, falou em entrevista que sonhava com o dia em que o judô fosse ensinado nas escolas. “Comecei quando era criança. O judô transformou minha vida”, disse.
O coordenador de Inclusão Social do Ministério do Esporte, Célio Rene, concordou com o deputado. “As artes marciais possuem um elemento educador, mas não conseguimos fazer com que enxerguem esse potencial que elas têm”, considerou. Ele também disse que é preciso articular com o Ministério da Educação para que se viabilize essa inserção.
AGÊNCIA CÂMARA NOTÍCIASReportagem – João Vitor Silva
Edição – Pierre Triboli
Em debate na Subcomissão de MMA da Comissão do Esporte, deputados divergiram sobre a inclusão desse tipo de luta no currículo escolar
Lucio Bernardo Jr./Câmara

Antônio Minotauro: artes marciais incentivam disciplina e competitividade
Lutadores de MMA (Mixed Martial Arts ou Artes Marciais Mistas, em português) defenderam nesta quinta-feira (1º) a inserção do ensino de artes marciais nas escolas. Durante audiência pública da Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados, o lutador Antônio Nogueira, conhecido como Minotauro, afirmou que a prática das artes marciais traz valores como educação, disciplina e competitividade, que serão cobrados no mercado de trabalho.
Minotauro também afirmou que a prática de lutas cresce muito nas comunidades. Ele disse que dirige um projeto em uma comunidade carioca que conta com 950 participantes. E citou o caso de Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes, onde o jiu jitsu é uma disciplina nas escolas públicas. “Lá eles trabalham isso com as crianças, mesmo sendo uma luta mais desenvolvida no Brasil. Há mais de mil professores dessa arte marcial trabalhando lá”, disse.
O ex-lutador Carlos Barreto, que agora é comentarista do canal Combate, considerou que o MMA tem aptidão para ser um esporte praticado em todo o País, porém ele ressaltou que é “preciso ter um olhar mais técnico para que essa prática seja saudável”. Ele concordou que a prática da atividade influencia na formação do caráter dos praticantes. “Com a inclusão dessas lutas nas escolas, estaremos formando campeões, não do tatame, mas da vida”, concluiu.
Valores do MMA
Um dos autores do requerimento da audiência, o deputado Fábio Mitidieri (PSD-SE), disse estar procurando formas de desvincular o MMA do conceito de violência. “Precisamos reconscientizar a população. Mostrar os valores passados, os treinos, o outro lado. E não só as lutas. Há um preconceito com o MMA que não se tem com o caratê e o judô, por exemplo”, afirmou.
Segundo o deputado, o motivo pelo qual os Estados Unidos é uma potência olímpica é a existência do esporte na grade estudantil das crianças. Mitidieri disse que o Brasil precisa mudar sua tradição de investir em clubes e passar a investir nas escolas.
Porém, o deputado José Mentor (PT-SP) é contrário à proposta de que se ensine o MMA nas escolas. Para ele, isso seria um incentivo à violência. “Defendo o caratê nas escolas, judô nas escolas, mas o MMA, não”, disse. O deputado afirmou que a modalidade não pode ser considerada um esporte por não garantir a integridade física sensorial dos praticantes.
“As artes marciais prezam o respeito, o autocontrole. Já o MMA preza a velocidade, a habilidade, a força. Não acho que pode ser considerado um mix de artes marciais. Na verdade, eles juntam todas as proibições das artes marciais. O judô, por exemplo, proíbe agressões no rosto”, disse Mentor.
Ele também destacou os casos de lutadores que quebraram ossos ou ficaram paraplégicos devido à prática da luta. “Ou machuca quem deu o golpe, ou quem recebeu, mas machuca alguém”, afirmou o deputado.
Por outro lado, o lutador Minotauro disse que é muito maior o número de casos de fratura no futebol do que no MMA, e que nem por isso o futebol é considerado um esporte violento. “Não é um esporte violento, é um esporte extremo. Comparo ele ao surf. Tem os que se arriscam a surfar as ondas grandes, e tem o surfista normal que faz por lazer”, declarou.
Lucio Bernardo Jr./Câmara

Fábio Mitidieri: é preciso desvincular o MMA do conceito de violência
Requisitos para professores
O deputado Fábio Mitidieri propôs um debate para avaliar se um lutador, graduado em alguma arte marcial, precisaria ou não de diploma em educação física para poder dar aulas. “Às vezes, ele entende da luta, mas não sabe de fisiologia. Não sabe quanta atividade física uma pessoa pode fazer”, disse.
O relator da comissão, deputado João Derly (Rede-RS), que já foi campeão de judô, disse que o profissional de educação física pode trabalhar também com as artes marciais. “Ainda não está bem definido a carga horária da educação física. As artes marciais poderiam ser um grande complemento, devido às questões morais que elas ensinam”, afirmou.
João Derly contou que, em 2005, quando foi campeão, falou em entrevista que sonhava com o dia em que o judô fosse ensinado nas escolas. “Comecei quando era criança. O judô transformou minha vida”, disse.
O coordenador de Inclusão Social do Ministério do Esporte, Célio Rene, concordou com o deputado. “As artes marciais possuem um elemento educador, mas não conseguimos fazer com que enxerguem esse potencial que elas têm”, considerou. Ele também disse que é preciso articular com o Ministério da Educação para que se viabilize essa inserção.
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
- Hugoh
- Membro

- Mensagens: 6206
- Registrado em: 21 Out 2014, 18:50
- Programa CH: Chapolin
- Curtiu: 159 vezes
- Curtiram: 364 vezes
Re: Educação
Ahan. Esse ponto que você o Gordo citaram são realmente importantes. O cara faz esse tipo de pergunta (que nem mesmo um especialista saberia responder de imediato). Entretanto, não é sempre que faz isso. Outra coisa também são perguntas irrelevantes como "O que significa a sigla PEC". Creio que não seja necessário possuir essa informação. O problema não é dos estudantes terem um desconhecimento disso, mas sim desconhecer a causa do protesto, o mais básico do básico.Victor235 escreveu:Os estudantes devem ler a PEC e estudá-la antes de fazer manifestações ou ocupações. Mas não precisam saber, de memória e em dois segundos, uma questão complexa sobre Economia, o PIB de seu município ou qualquer coisa do tipo. Nem você saberia responder. Se o Arthur sabe, é porque ensaiou e se preparou para "pegar" os outros. O ideal seria todos saberem responder, sobretudo quem está ocupando as escolas.
-
Victor235
- Membro

- Mensagens: 38473
- Registrado em: 04 Dez 2011, 22:00
- Programa CH: Chaves
- Time de Futebol: Palmeiras
- Curtiu: 2574 vezes
- Curtiram: 2490 vezes
Re: Educação
Uai, mas desde o começo eu estou criticando que os alunos não sabem ao certo contra o que estão se manifestando.
Mas não, só porque falei que o Arthur não é santo me colocaram até como defensor de ocupações aqui.
Mas não, só porque falei que o Arthur não é santo me colocaram até como defensor de ocupações aqui.
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
- Antonio Felipe
- Administrador

- Mensagens: 44193
- Registrado em: 29 Jan 2009, 13:37
- Programa CH: Chapolin
- Time de Futebol: Grêmio
- Localização: Porto Alegre - RS
- Curtiu: 316 vezes
- Curtiram: 3104 vezes
Re: Educação
Adiante:
A respeito de doutrinação, primeiro: em muitos casos quem está nas ocupações já tem um viés mais à esquerda, e então, é claro que vai em ocupação alguém que seja mais à esquerda para falar. Numa aula mesmo eu acho aquela situação do vídeo questionável.
Porém, como disse, não tem nada que demonstre tacitamente que exista doutrinação geral nas escolas.
A pauta geral antes era tirar o PT. E só. Houve uma legitimação quase irrestrita ao Temer, uma passação de pano absurda para defender cada ato que ele fazia em nome da reconstrução do país.
Somente agora, com a investida da classe política sobre a Lava Jato, é que a ficha de muita gente parece ter caído. Até o Alexandre Frota disse que se juntaria aos "vândalos" de Brasília... Até a Janaína Paschoal começou a atacar o Temer... Precisaram de uma catarse para perceber que o problema não era apenas o PT.
Mas também não acho que minimizar ao máximo o Estado vá ser a melhor solução. Pois há uma certa falta de Estado em alguns lugares - por exemplo, nas regiões mais pobres, onde justamente o crime acaba tomando conta por não ter presença de estruturas estatais de assistência, de segurança...
Ele não fala nada aí sobre edição, mas sobre financiamento.Don CHelipe escreveu:Sobre o vídeo na integra, sim, ele postou só depois da reclamação. E inclusive, postou outro vídeo sobre o porque das edições:
Mas você está falando depois do estouro em junho, ou dos protestos anteriores? Pois se fala dos protestos a partir de 17 de junho (quando eles se massificaram), aí ganhou corpo e virou um protesto enorme e multifacetado. Antes, pelo que mostram as notícias da época, era predominantemente da esquerda.Don CHelipe escreveu:Manifestações:
Bom, ai em POA até pode ter sido direcionado pela esquerda, mas aqui em Sampa, garanto que não. Depois da primeira manifestação, foi automatico a sequencia dos dias, todos iam, sem marcar hora.
Não é exatamente sobre as ocupações, mas já houve vários casos registrados de que a PM começou a agredir sem os manifestantes agirem.Don CHelipe escreveu:Ocupações:
Ai que está: estudantes menores de idade. Não teria como a PM ser tão repressora, até porque, a PM só começa a farra quando o vandalismo inicia.
Em um momento foram mais de mil ocupações pelo país. Se há casos que exorbitam, ainda assim não há como destacar um deles para falar como se fossem realidade de todo o movimento. O que exorbita precisa ser verificado e se preciso for, condenado.Don CHelipe escreveu:Não classifico o movimento como um todo, mas felizmente hoje a comunicação e informação é instantânea. Varios videos de mães que não são permitidas entrarem nas escolas para ver a real situação.
Não estou negando, estou dizendo que não dá pra dizer que qualquer pessoa mascarada seja black bloc, ou que essa seja a realidade de todo o movimento.Don CHelipe escreveu:Negar-se que existe sim a molecada anarquista do BB é tolice.
A respeito de doutrinação, primeiro: em muitos casos quem está nas ocupações já tem um viés mais à esquerda, e então, é claro que vai em ocupação alguém que seja mais à esquerda para falar. Numa aula mesmo eu acho aquela situação do vídeo questionável.
Porém, como disse, não tem nada que demonstre tacitamente que exista doutrinação geral nas escolas.
Baseado em que você diz isso? Que eu saiba não há nenhuma pesquisa do tipo a respeito do assunto. Teria que ter dado empírico para fazer essa afirmação.Don CHelipe escreveu:Incomodo sempre haverá, mas temos que respeitar o direito de todos, e a maioria dos secundaristas não está a favor das ocupações.
Agora que vieram as manifestações, né? Pois o que tivemos antes? Áudios do Sérgio Machado falando em acordão. Ninguém se manifestou nas ruas. Episódio do Calero: ninguém se manifestou. Episódio do ministro da transparência: quem se manifestou foram os funcionários da CGU. Suspeitas sobre o José Serra: silêncio. E por aí vai.Don CHelipe escreveu:Óbvio que a oposição apoiou. O destaque é que o povo não estava lá para defender partido X ou Y. Inclusive novas manifestações contra o ATUAL governo já estão marcadas.
A pauta geral antes era tirar o PT. E só. Houve uma legitimação quase irrestrita ao Temer, uma passação de pano absurda para defender cada ato que ele fazia em nome da reconstrução do país.
Somente agora, com a investida da classe política sobre a Lava Jato, é que a ficha de muita gente parece ter caído. Até o Alexandre Frota disse que se juntaria aos "vândalos" de Brasília... Até a Janaína Paschoal começou a atacar o Temer... Precisaram de uma catarse para perceber que o problema não era apenas o PT.
Se tivesse um pouco mais de economia e política na educação básica/média, poder-se-ia minorar em algum grau essa deficiência. Realmente, a esquerda está muito atrás em matéria de economia - como a sociedade em geral, eu diria. As pessoas não conhecem o básico da divisão de responsabilidades entre os entes do Estado, não compreendem que o orçamento não é um buraco sem fundo.Ecco escreveu:E aqui chegamos a outro ponto que eu acredito: A GIGANTESCA maioria do pessoal que participa desses movimentos e compartilha do discurso pró de igualdade e liberdades individuais em geral, não entende nada de economia, das necessidades do livre mercado, empreendedorismo e diminuição de impostos. É lindo votar pelos direitos de liberdade do cidadão, cujo quais eu também defendo. Mas elegendo os representantes de extrema-esquerda, corremos cada vez mais o risco de aumentar o poder do Estado e desabar cada vez mais economicamente.
Mas também não acho que minimizar ao máximo o Estado vá ser a melhor solução. Pois há uma certa falta de Estado em alguns lugares - por exemplo, nas regiões mais pobres, onde justamente o crime acaba tomando conta por não ter presença de estruturas estatais de assistência, de segurança...
- Esses usuários curtiram o post de Antonio Felipe (total: 2):
- Don CHelipe • Bugiga
Administrador desde 2010, no meio CH desde 2003.
-
Victor235
- Membro

- Mensagens: 38473
- Registrado em: 04 Dez 2011, 22:00
- Programa CH: Chaves
- Time de Futebol: Palmeiras
- Curtiu: 2574 vezes
- Curtiram: 2490 vezes
-
Victor235
- Membro

- Mensagens: 38473
- Registrado em: 04 Dez 2011, 22:00
- Programa CH: Chaves
- Time de Futebol: Palmeiras
- Curtiu: 2574 vezes
- Curtiram: 2490 vezes
Re: Educação
Os debates continuam:
Educadores criticam fim do currículo único na reforma do ensino médio
http://www2.camara.leg.br/camaranoticia ... MEDIO.html
Educadores criticam fim do currículo único na reforma do ensino médio
http://www2.camara.leg.br/camaranoticia ... MEDIO.html
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
- Don CHelipe
- Membro

- Mensagens: 3039
- Registrado em: 07 Out 2010, 21:59
- Programa CH: Chapolin
- Time de Futebol: Corinthians
- Localização: Guarulhos - SP
- Curtiu: 27 vezes
- Curtiram: 107 vezes
Re: Educação
AF, vou achar o video que ele fala sobre as edições, jurava que era esse.
Sobre a cartilha escolar: esportes precisam sim estar presentes, mas MMA nao acho uma boa ideia.
Eu sou da opinião que, escola é preparatório para o mercado de trabalho. Claro que lá tu desenvolve relações sociais e outras coisas, porém o aprendizado, deve ser de maior utilidade para o mercado. Por isso, acredito que politica e economia, como fora citado, precisam entrar na grade curricular.
Foi dito anteriormente que, jovens que não tiverem acesso a alguns tipos de matérias que hoje são dadas, não poderão escolher essas profissões no futuro. Quero informar que daqui 20 anos, muitas dessas profissões sequer existirão e outra: hoje a informação se atualiza de uma forma absurda, os jovens querendo ou não, tem acesso a filosofia por outros meios. Não precisa ser diretamente na escola. Os debates na internet instigam o desejo para que estes se aprofundem nos assuntos. Eu nunca fui tão ligado em economia, até ter que começar a administrar a fundo minhas contas.
Politica foi um tema que só foi me chamar a atenção de verdade após o ensino médio.
As matérias nas escolas não podem ter um caminho para a ideologia de direita ou esquerda, devem ser imparciais. O jovem depois que sair da escola, ai sim, deve buscar aprofundar seus conhecimentos em X ou Y.
Sobre a cartilha escolar: esportes precisam sim estar presentes, mas MMA nao acho uma boa ideia.
Eu sou da opinião que, escola é preparatório para o mercado de trabalho. Claro que lá tu desenvolve relações sociais e outras coisas, porém o aprendizado, deve ser de maior utilidade para o mercado. Por isso, acredito que politica e economia, como fora citado, precisam entrar na grade curricular.
Foi dito anteriormente que, jovens que não tiverem acesso a alguns tipos de matérias que hoje são dadas, não poderão escolher essas profissões no futuro. Quero informar que daqui 20 anos, muitas dessas profissões sequer existirão e outra: hoje a informação se atualiza de uma forma absurda, os jovens querendo ou não, tem acesso a filosofia por outros meios. Não precisa ser diretamente na escola. Os debates na internet instigam o desejo para que estes se aprofundem nos assuntos. Eu nunca fui tão ligado em economia, até ter que começar a administrar a fundo minhas contas.
Politica foi um tema que só foi me chamar a atenção de verdade após o ensino médio.
As matérias nas escolas não podem ter um caminho para a ideologia de direita ou esquerda, devem ser imparciais. O jovem depois que sair da escola, ai sim, deve buscar aprofundar seus conhecimentos em X ou Y.
Desde 2006 no meio CH
- Ecco - Kiko Botones is my life
- Membro

- Mensagens: 11486
- Registrado em: 21 Abr 2010, 17:33
- Programa CH: Chespirito
- Time de Futebol: Inter
- Localização: Ponta Grossa
- Curtiu: 15 vezes
- Curtiram: 71 vezes
Re: Educação
Segurança é um dos pilares de atuação do Estado mínimo, além de Saúde e Educação (com ressalvas).Antonio Felipe escreveu: Mas também não acho que minimizar ao máximo o Estado vá ser a melhor solução. Pois há uma certa falta de Estado em alguns lugares - por exemplo, nas regiões mais pobres, onde justamente o crime acaba tomando conta por não ter presença de estruturas estatais de assistência, de segurança...
Além disso, Estado mínimo também não significa o fim de estruturas de assistência social. Claro que o objetivo não é a distribuição de renda, mas sim o auxílio e capacitação. Aliado à isso, com o livre mercado, aumenta-se a oportunidade do mais pobre conseguir um emprego, ou mesmo abrir seu próprio negócio, pois a mente empreendedora está presente até mesmo no cara que vai vender pipoca no metrô.
MEMBRO DO FÓRUM CHAVES

- Fellipe
- Membro

- Mensagens: 18484
- Registrado em: 30 Abr 2010, 16:00
- Programa CH: Chapolin
- Localização: Rio de Janeiro - RJ
- Curtiu: 719 vezes
- Curtiram: 1008 vezes
Re: Educação
Não há como entender política sem possuir noções de filosofia e sociologia. Portanto, pra mim todas são coisas importantes que deveriam ser ensinadas nas escolas.
Obviamente que no caso da filosofia, por ser algo bem vasto, que fosse ensinado o mais essencial.
Obviamente que no caso da filosofia, por ser algo bem vasto, que fosse ensinado o mais essencial.
- Ecco - Kiko Botones is my life
- Membro

- Mensagens: 11486
- Registrado em: 21 Abr 2010, 17:33
- Programa CH: Chespirito
- Time de Futebol: Inter
- Localização: Ponta Grossa
- Curtiu: 15 vezes
- Curtiram: 71 vezes
Re: Educação
Cara, eu discordo disso, pelo menos no meu caso... Não que eu entenda política. Mas tenho uma noção decente mesmo tendo cagado pra filosofia e sociologia...FellipeKyle escreveu:Não há como entender política sem possuir noções de filosofia e sociologia.
São assuntos que caminham juntos, mas não creio que seja obrigatório entender um para saber do outro.
MEMBRO DO FÓRUM CHAVES

-
Victor235
- Membro

- Mensagens: 38473
- Registrado em: 04 Dez 2011, 22:00
- Programa CH: Chaves
- Time de Futebol: Palmeiras
- Curtiu: 2574 vezes
- Curtiram: 2490 vezes
Re: Educação
Essa visão pode estar mais ligada ao ensino superior, não à escola básica.Don CHelipe escreveu:Eu sou da opinião que, escola é preparatório para o mercado de trabalho. Claro que lá tu desenvolve relações sociais e outras coisas, porém o aprendizado, deve ser de maior utilidade para o mercado. Por isso, acredito que politica e economia, como fora citado, precisam entrar na grade curricular.
A escola tem que mostrar um pouco de tudo. Se o aluno conhecer temas pela internet, poderá ver apenas uma visão e nem se ligar que Filosofia também é uma disciplina e algo muito mais amplo, não apenas alguém falando em um vídeo.Don CHelipe escreveu:Foi dito anteriormente que, jovens que não tiverem acesso a alguns tipos de matérias que hoje são dadas, não poderão escolher essas profissões no futuro. Quero informar que daqui 20 anos, muitas dessas profissões sequer existirão e outra: hoje a informação se atualiza de uma forma absurda, os jovens querendo ou não, tem acesso a filosofia por outros meios. Não precisa ser diretamente na escola. Os debates na internet instigam o desejo para que estes se aprofundem nos assuntos. Eu nunca fui tão ligado em economia, até ter que começar a administrar a fundo minhas contas.
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
- Antonio Felipe
- Administrador

- Mensagens: 44193
- Registrado em: 29 Jan 2009, 13:37
- Programa CH: Chapolin
- Time de Futebol: Grêmio
- Localização: Porto Alegre - RS
- Curtiu: 316 vezes
- Curtiram: 3104 vezes
Re: Educação
Filosofia não é essencial pra entender política. Sociologia, sim.
Administrador desde 2010, no meio CH desde 2003.
- Don CHelipe
- Membro

- Mensagens: 3039
- Registrado em: 07 Out 2010, 21:59
- Programa CH: Chapolin
- Time de Futebol: Corinthians
- Localização: Guarulhos - SP
- Curtiu: 27 vezes
- Curtiram: 107 vezes
Re: Educação
Matérias como filosofia deveriam ter sua carga diminuida e dar espaço para matérias de mais peso, como matemática/português. Politica deveria ser ensinado, como funciona e nao ideologia. Explicar sobre as esferas do poder, a hierarquia, o que faz cada cargo, etc.
Desde 2006 no meio CH
- Barbano
- Administrador

- Mensagens: 45436
- Registrado em: 28 Jan 2009, 13:29
- Time de Futebol: São Paulo
- Localização: São Carlos (SP)
- Curtiu: 2186 vezes
- Curtiram: 4783 vezes
Re: Educação
Diminuída em quanto? Essas disciplinas normalmente já tem só uma vez por semana. E na minha época era só no segundo ano do ensino médio, não sei como tá agora.








