
Quadrinhos & Gibis
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Victor235
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Re: Quadrinhos & Gibis
Onde saiu essa propaganda neste formato diferente, E.R?
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Quadrinhos & Gibis
Revista Veja.Victor235 escreveu:Onde saiu essa propaganda neste formato diferente, E.R?



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Victor235
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Re: Quadrinhos & Gibis

Enviei no Inducks a indexação completa do "Disney Especial - As assombrações", de junho de 2016: https://coa.inducks.org/issue.php?c=br/DE2%20%20186

Uma curiosidade: desta seleção de 22 histórias, apenas três foram feitas em 3 tiras por páginas. As outras seguem o padrão de 4 tiras por página.
Outras duas foram publicadas com reprodução da paleta de cores e fontes "originais" da época. Mas a qualidade destas está bem ruim e embaçada (na foto parece normal, mas não está), por exemplo:

"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Quadrinhos & Gibis
http://oglobo.globo.com/cultura/livros/ ... a-19917203
Em um jogo de perguntas e respostas, uma questão sobre quem criou o Pato Donald seria considerada fácil. Walt Disney, certo ? Tranquilo e favorável.
Agora, quem concebeu o restante da família Pato, o Tio Patinhas, os irmãos Metralha, o professor Pardal, a Maga Patalógika e até a cidade na qual todos eles vivem, Patópolis ? Uma dica : não foi Disney. Muito mais difícil, não ? A resposta certa é Carl Barks (1901-2000), ilustrador e roteirista americano que trabalhou nos estúdios Disney como animador de 1935 até o fim de 1942, quando passou criar e desenhar os quadrinhos da família Pato para a Western Publishing.
Até junho de 1966, quando se aposentou, Barks produziu mais de 500 histórias ou 6 mil pranchas de texto e arte.
“Perdidos nos Andes” é o primeiro volume da “Coleção Barks”, que vai reunir todo esse material e que a editora Abril lança durante a Bienal do Livro de São Paulo, entre 26 de agosto e 4 de setembro.
Não é a primeira vez que o trabalho de Barks ganha uma antologia abrangente. A mesma Abril publicou, entre 2004 e 2008, a coleção “O melhor da Disney — As obras completas de Carl Barks”, que totalizou 41 volumes, organizados por personagens, temática e tipo de história.
Mas a nova versão, compilada pela americana Fantagraphics, começou a ser publicada nos Estados Unidos em 2013, com algumas particularidades que a tornam especial.
Os volumes, que somarão cerca de 20 ao final da publicação, são organizados por ordem cronológica, misturando aventuras longas, quadrinhos de dez páginas e historietas de uma página.
Além disso, as histórias trarão as cores próximas das paleta original da época em que foram publicadas, chapadas e sem efeitos dos programas de edição.
Até o letreiramento teve um tratamento especial, com a criação de uma fonte que reproduz o trabalho do autor e de sua terceira mulher, Garé Williams (1917-1993).
— É como se um clássico perdido do cinema fosse restaurado e lançado numa edição especial em blu-ray — compara Sergio Figueiredo, diretor da Redação Disney-Abril.
Para fazer essa “restauração”, a Fantagraphics resgatou fotocópias de artes originais de Barks que, acreditava-se, estavam perdidas.
— Agora, esse material volta à baila como foi criado há 50, 60 anos. E, até onde eu sei, sem censura — explica o jornalista Marcelo Alencar, colecionador e tradutor das histórias e dos textos de especialistas que compõem esse primeiro volume e os que virão em seguida.
Marcelo Alencar refere-se, por exemplo, a Be-Bop, um jazzista com quem Donald conversa logo no início da história “Donald na África”. Na versão publicada em “O melhor da Disney”, que sofreu edição, ele é branco e tem os lábios finos. Neste primeiro volume da coleção, o personagem volta ao formato como foi concebido por Barks, negro e com os lábios grossos, o que era comum nos estereótipos da época.
“Perdidos nos Andes”, história que dá título ao primeiro volume da coleção, é muito significativa da produção de Barks.
Publicada originalmente em 1949, mostra a expedição de Donald e os sobrinhos a uma cidade inca pré-colombiana, Quadradópolis, onde encontram uma civilização bitolada — ou “quadrada”, como se dizia na gíria da época. “É uma sátira poderosa ao conformismo”, escreve o autor italiano Stefano Priarone, que assina um ensaio sobre o quadrinho.
— Sem Barks, talvez não tivéssemos Donald, nem o Tio Patinhas, personagens que refletiram em alguns momentos sua própria vida. O talento para desenhar, criar e redefinir traços de personagens da Disney, tornou-se referência para vários profissionais da área — diz o colecionador Fernando Donizete Claro.
E não só para os ilustradores. Em “As cidades do ouro” (1954), uma das caças ao tesouro protagonizadas e financiadas por Tio Patinhas, George Lucas e Steven Spielberg encontraram inspiração para a sequência de abertura de “Os caçadores da arca perdida” (1981), na qual Indiana Jones é perseguido por uma gigantesca bola de pedra. Uma influência e tanto.
Em um jogo de perguntas e respostas, uma questão sobre quem criou o Pato Donald seria considerada fácil. Walt Disney, certo ? Tranquilo e favorável.
Agora, quem concebeu o restante da família Pato, o Tio Patinhas, os irmãos Metralha, o professor Pardal, a Maga Patalógika e até a cidade na qual todos eles vivem, Patópolis ? Uma dica : não foi Disney. Muito mais difícil, não ? A resposta certa é Carl Barks (1901-2000), ilustrador e roteirista americano que trabalhou nos estúdios Disney como animador de 1935 até o fim de 1942, quando passou criar e desenhar os quadrinhos da família Pato para a Western Publishing.
Até junho de 1966, quando se aposentou, Barks produziu mais de 500 histórias ou 6 mil pranchas de texto e arte.
“Perdidos nos Andes” é o primeiro volume da “Coleção Barks”, que vai reunir todo esse material e que a editora Abril lança durante a Bienal do Livro de São Paulo, entre 26 de agosto e 4 de setembro.
Não é a primeira vez que o trabalho de Barks ganha uma antologia abrangente. A mesma Abril publicou, entre 2004 e 2008, a coleção “O melhor da Disney — As obras completas de Carl Barks”, que totalizou 41 volumes, organizados por personagens, temática e tipo de história.
Mas a nova versão, compilada pela americana Fantagraphics, começou a ser publicada nos Estados Unidos em 2013, com algumas particularidades que a tornam especial.
Os volumes, que somarão cerca de 20 ao final da publicação, são organizados por ordem cronológica, misturando aventuras longas, quadrinhos de dez páginas e historietas de uma página.
Além disso, as histórias trarão as cores próximas das paleta original da época em que foram publicadas, chapadas e sem efeitos dos programas de edição.
Até o letreiramento teve um tratamento especial, com a criação de uma fonte que reproduz o trabalho do autor e de sua terceira mulher, Garé Williams (1917-1993).
— É como se um clássico perdido do cinema fosse restaurado e lançado numa edição especial em blu-ray — compara Sergio Figueiredo, diretor da Redação Disney-Abril.
Para fazer essa “restauração”, a Fantagraphics resgatou fotocópias de artes originais de Barks que, acreditava-se, estavam perdidas.
— Agora, esse material volta à baila como foi criado há 50, 60 anos. E, até onde eu sei, sem censura — explica o jornalista Marcelo Alencar, colecionador e tradutor das histórias e dos textos de especialistas que compõem esse primeiro volume e os que virão em seguida.
Marcelo Alencar refere-se, por exemplo, a Be-Bop, um jazzista com quem Donald conversa logo no início da história “Donald na África”. Na versão publicada em “O melhor da Disney”, que sofreu edição, ele é branco e tem os lábios finos. Neste primeiro volume da coleção, o personagem volta ao formato como foi concebido por Barks, negro e com os lábios grossos, o que era comum nos estereótipos da época.
“Perdidos nos Andes”, história que dá título ao primeiro volume da coleção, é muito significativa da produção de Barks.
Publicada originalmente em 1949, mostra a expedição de Donald e os sobrinhos a uma cidade inca pré-colombiana, Quadradópolis, onde encontram uma civilização bitolada — ou “quadrada”, como se dizia na gíria da época. “É uma sátira poderosa ao conformismo”, escreve o autor italiano Stefano Priarone, que assina um ensaio sobre o quadrinho.
— Sem Barks, talvez não tivéssemos Donald, nem o Tio Patinhas, personagens que refletiram em alguns momentos sua própria vida. O talento para desenhar, criar e redefinir traços de personagens da Disney, tornou-se referência para vários profissionais da área — diz o colecionador Fernando Donizete Claro.
E não só para os ilustradores. Em “As cidades do ouro” (1954), uma das caças ao tesouro protagonizadas e financiadas por Tio Patinhas, George Lucas e Steven Spielberg encontraram inspiração para a sequência de abertura de “Os caçadores da arca perdida” (1981), na qual Indiana Jones é perseguido por uma gigantesca bola de pedra. Uma influência e tanto.



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Re: Quadrinhos & Gibis
Boa notícia, E.R
20 volumes a 60 reais cada será impossível de comprar, mas com certeza comparei o primeiro e selecionarei alguns outros.
20 volumes a 60 reais cada será impossível de comprar, mas com certeza comparei o primeiro e selecionarei alguns outros.
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Quadrinhos & Gibis
NOTÍCIAS
Grande Concurso de Pintura Disney



(via Ducktales, os caçadores de aventuras # 25, de novembro de 1991)


HQs desta edição (todas até hoje nunca republicadas)
/b]


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"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Quadrinhos & Gibis

Conteúdo de Tio Patinhas #251, de 15/04/86
Por se tratar de um gibi de lombada quadrada, escaneei apenas as histórias que ainda não possuíam scans em português no Inducks, além das propagandas da capa e contracapa.
Propaganda - coisas para comprar via reembolso postal
https://coa.inducks.org/story.php?c=I+TL+1527-A
Urtigão - O Ladrão Roubadô (única que já foi republicada)
https://coa.inducks.org/story.php?c=B+820381
Tio Patinhas e Vovó Donalda - A Força do Pensamento
https://coa.inducks.org/story.php?c=D++6540
Tio Patinhas e Sobrinhos - Quem protege quem?
https://coa.inducks.org/story.php?c=B+840057
Anúncio de TP #252 e informações da edição
Fundador, presidente, diretor, estagiário e faxineiro do Blog do Arenagak
Diretor executivo da UTPJ
Tesoureiro da APDF
Auditor fiscal do DNVR
Diretor executivo da UTPJ
Tesoureiro da APDF
Auditor fiscal do DNVR

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Re: Quadrinhos & Gibis
NOTÍCIAS
Propaganda do especial "Cinquentenário Disney":

@James Revolti
(via Zé Carioca # 1159, de janeiro de 1974)

HQs desta edição:
(tirinha nunca republicada)
(nunca republicada)
(nunca republicada)

@James Revolti
(via Zé Carioca # 1159, de janeiro de 1974)

HQs desta edição:
(tirinha nunca republicada)"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Cultura Pop Japonesa
Eu andei pesquisando pelos topicos e percebi que não tem nenhum topico do genero que fale sobre a cultura pop japonesa. E esse é um dos assuntos que gosto mais além do assunto CH e outros que agora não venhe ao caso. Então vou lançar uma pergunta. Quem aqui gosta e deseja falar de algo relacionado ao japão? Cosplay, animé, manga, cinema, musica e prato da cultura nipônica? Queria saber de vcs. Se tenhe os referidos otakus e otomes aqui. Uma denominação bastante peculiar para quem gostar de dois generos da CPJ (Sigla para Cultura Pop Japonesa) sigla que acabei de inventar. Bom, voltando ao assunto Otaku e Otome são pessoas que gostam de manga e anime e que vai além de um simples hobbie.
'' Não sei se é fato ou se é fita, não sei se é fita ou se é fato. O fato é que ela me fita e eu a fito de fato. ''
''Don Juan Tenório''
''Don Juan Tenório''
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Re: Quadrinhos & Gibis
Acho que não combina muito com o assunto do tópico, já que é algo que envolve uma cultura mais geral, e não só quadrinhos japoneses.
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Quadrinhos & Gibis
Isso aí é um tópico fundido ou o cara postou nesse tópico e mudou o título da mensagem? Se for a primeira opção, tenha dó fundir um tópico sobre cultura pop japonesa com o de quadrinhos. 
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Ex-moderador do TV de Segunda Mão (05/2015 a 11/2015)
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Re: Quadrinhos & Gibis
Nunca vi esse Cinquentenário Disney pra vender em sebo nenhum sebo ou banca, Victor. Desde os anos 80.
Mas dá pra achar por 60 pilas no Mercado Livre.
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Re: Quadrinhos & Gibis
Esse @FurtadoRei de Copos escreveu:Isso aí é um tópico fundido ou o cara postou nesse tópico e mudou o título da mensagem? Se for a primeira opção, tenha dó fundir um tópico sobre cultura pop japonesa com o de quadrinhos.
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Re: Quadrinhos & Gibis
Fiz agora o seguinte: alguns gibis de lombada quadrada já estavam com páginas descolando, pensei em não utilizar o scanner, achei arriscado; procurei um outro meio que é utilizar um programa de Android que trabalhe, razoavelmente, as mesmas funções do scanner; usei o Photoscape para aumentar um pouco o brilho das imagens. Vamos ver como ficou.
Ps: Só a capa que fiz no scanner.
Almanaque do Cascão nº 82 Editora Globo - Julho de 2004


As historinhas
Propagandas
Ps: Só a capa que fiz no scanner.
Almanaque do Cascão nº 82 Editora Globo - Julho de 2004


Ela não desapareceu, apenas se escondeu.
Desde 2011
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