NOVELAS
Neste tópico, além de novelas, também falamos sobre minisséries
- E.R
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NOVELAS & MINISSÉRIES
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Editado pela última vez por E.R em 05 Mar 2022, 01:12, em um total de 1 vez.



- Chespolin Chavolorado
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NOVELAS & MINISSÉRIES
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https://natelinha.uol.com.br/novelas/20 ... 177610.php
A Globo é o que é graças ao Boni. Isso é uma afirmação dita por 10 entre 10 especialistas e o antigo todo-poderoso da emissora criou uma série de regras para criar o que foi conhecido como "padrão Globo de qualidade", mas que vem sendo sepultado pelo novo estilo de outros diretores. Com Um Lugar ao Sol e Além da Ilusão, a emissora enterra uma das máximas do antigo chefe: nunca ter histórias semelhantes no ar.
Quando Boni era diretor do canal, e deixou nomes como Daniel Filho para responder pela dramaturgia, uma das regras mais básicas para os três horários era de que nenhuma delas deveria ter histórias semelhantes a fim de evitar confundir o público. Por mais de uma vez, a cúpula do canal barrou histórias e suspendeu produções por conta da determinação. Um dos mais clássicos exemplos foi a trama barrada em 1998 que contava com personagem desmemoriado, o que também ocorria com Suave Veneno, de Aguinaldo Silva.
Os exemplos se acumulam tanto que poderiam preencher uma reportagem inteira e, mesmo depois de 25 anos da saída de Boni, parte de seus feitos na Globo continuaram por muito tempo. A própria Marluce Dias da Silva, que o sucedeu, manteve como padrão não permitir novelas com a mesma temática e adiou e cancelou um sem número de sinopses justamente por apresentar tramas semelhantes.
Sob a batuta de Ricardo Waddington, a direção de dramaturgia comandada por José Luiz Villamarim parece não se preocupar com o assunto. Tanto que a dupla de diretores permitiu que entrassem no ar Além da Ilusão e Um Lugar ao Sol, com temática semelhante, ao mesmo tempo. A favor deles, no entanto, há um peso importante: nenhuma das duas foi aprovada pela nova cúpula do canal, mas pelos antecessores, Carlos Henrique Schröder e Silvio de Abreu.
Alguém pode estar pensando que Além da Ilusão é uma novela de época e Um Lugar ao Sol uma produção contemporânea. Além disso, a história de amor de Isadora (Larissa Manoela) e Davi (Rafael Vitti) são muito distantes da trajetória de Christian (Cauã Reymond), mas nem tanto assim.
Enquanto a novela das 18h mostrou a protagonista vivendo dois papéis, exatamente o mesmo que acontece com Cauã, que deu vida a Christian e a Renato, além de Christian se passando por Renato. Na mente de quem vê, assim como Larissa interpreta duas pessoas, em Um Lugar ao Sol a realidade é idêntica, mas essa nem é a maior semelhança entre as histórias.
Alessandra Poggi decidiu que Davi voltaria para a família que o causou de matar Elisa usando exatamente o mesmo recurso utilizado por Lícia Manzo. Enquanto Christian rouba a identidade do irmão gêmeo e vira Renato para viver o bem bom que poderia ter, o mágico de Além da Ilusão também vira outra pessoa após um acidente de trem, que lhe dá a oportunidade de mudar de identidade.
Enquanto as duas produções tentam atrair a atenção do telespectador com o mesmo recurso, Boni certamente deve observar e notar a morte do padrão criado por ele e que fez sucesso durante tanto tempo. Se a gestão de Villamarim e Waddington permitirá isso novamente, só o tempo pode dizer.
A Globo é o que é graças ao Boni. Isso é uma afirmação dita por 10 entre 10 especialistas e o antigo todo-poderoso da emissora criou uma série de regras para criar o que foi conhecido como "padrão Globo de qualidade", mas que vem sendo sepultado pelo novo estilo de outros diretores. Com Um Lugar ao Sol e Além da Ilusão, a emissora enterra uma das máximas do antigo chefe: nunca ter histórias semelhantes no ar.
Quando Boni era diretor do canal, e deixou nomes como Daniel Filho para responder pela dramaturgia, uma das regras mais básicas para os três horários era de que nenhuma delas deveria ter histórias semelhantes a fim de evitar confundir o público. Por mais de uma vez, a cúpula do canal barrou histórias e suspendeu produções por conta da determinação. Um dos mais clássicos exemplos foi a trama barrada em 1998 que contava com personagem desmemoriado, o que também ocorria com Suave Veneno, de Aguinaldo Silva.
Os exemplos se acumulam tanto que poderiam preencher uma reportagem inteira e, mesmo depois de 25 anos da saída de Boni, parte de seus feitos na Globo continuaram por muito tempo. A própria Marluce Dias da Silva, que o sucedeu, manteve como padrão não permitir novelas com a mesma temática e adiou e cancelou um sem número de sinopses justamente por apresentar tramas semelhantes.
Sob a batuta de Ricardo Waddington, a direção de dramaturgia comandada por José Luiz Villamarim parece não se preocupar com o assunto. Tanto que a dupla de diretores permitiu que entrassem no ar Além da Ilusão e Um Lugar ao Sol, com temática semelhante, ao mesmo tempo. A favor deles, no entanto, há um peso importante: nenhuma das duas foi aprovada pela nova cúpula do canal, mas pelos antecessores, Carlos Henrique Schröder e Silvio de Abreu.
Alguém pode estar pensando que Além da Ilusão é uma novela de época e Um Lugar ao Sol uma produção contemporânea. Além disso, a história de amor de Isadora (Larissa Manoela) e Davi (Rafael Vitti) são muito distantes da trajetória de Christian (Cauã Reymond), mas nem tanto assim.
Enquanto a novela das 18h mostrou a protagonista vivendo dois papéis, exatamente o mesmo que acontece com Cauã, que deu vida a Christian e a Renato, além de Christian se passando por Renato. Na mente de quem vê, assim como Larissa interpreta duas pessoas, em Um Lugar ao Sol a realidade é idêntica, mas essa nem é a maior semelhança entre as histórias.
Alessandra Poggi decidiu que Davi voltaria para a família que o causou de matar Elisa usando exatamente o mesmo recurso utilizado por Lícia Manzo. Enquanto Christian rouba a identidade do irmão gêmeo e vira Renato para viver o bem bom que poderia ter, o mágico de Além da Ilusão também vira outra pessoa após um acidente de trem, que lhe dá a oportunidade de mudar de identidade.
Enquanto as duas produções tentam atrair a atenção do telespectador com o mesmo recurso, Boni certamente deve observar e notar a morte do padrão criado por ele e que fez sucesso durante tanto tempo. Se a gestão de Villamarim e Waddington permitirá isso novamente, só o tempo pode dizer.
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Chapeta escreveu: É, pois é, é que eu não tomei banho desde que voltei pra casa de madrugada, aliás, bonito o quarto da sua irmã.
- Chespolin Chavolorado
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NOTÍCIAS
https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia ... ncia-76237
A Globo vai usar algumas das principais armas da versão original de Pantanal para elevar os índices de audiência no horário das nove: a nudez e o sexo. O desafio da emissora será acertar a dose para evitar a fama de apelativa que a novela ganhou em 1990, quando foi ao ar na extinta Manchete (1983-1999).
Algumas mostras disso já foram dadas no teaser especial de dois minutos divulgado no fim do mês passado. Nele, Juliana Paes aparece nua em um take, assim como Bruna Linzmeyer e Renato Góes, que estão pelados em um banho de rio.
Uma das cenas ousada foi gravada com a personagem Irma na primeira fase, interpretada por Malu Rodrigues. A atriz já disse em seu Instagram que gravou sequências de banho desnuda durante no Mato Grosso do Sul,. Outros atores também gravaram sequências do tipo, segundo apurou o Notícias da TV.
Um fato é que Pantanal terá nudez, mas sem banalização, com um formato mais adequado para os tempos atuais. Em 1990, por exemplo, alguns banhos com nu frontal das personagens Juma e Muda, interpretadas por Cristiana Oliveira e Andrea Richa, deram o que falar. No remake, a Globo não abrirá mão das cenas no rio que se tornaram um atrativo, mas mostrará de forma mais sutil.
Para a Globo, sequências de nudez e sexo vão ajudar a repercussão boca a boca da novela. Foi assim que Pantanal caiu no gosto popular há 32 anos e gerou tanto assunto ou mais que tramas que foram ao ar na Globo naquele momento --mesmo com a emissora alcançando mais audiência com Rainha da Sucata (1990), por exemplo.
Pantanal foi criticada na época, inclusive por Roberto Marinho (1904-2003). O então dono da Globo disse que o folhetim de Benedito Ruy Barbosa fazia exploração do sexo. "A novela não é essa estrela que a Manchete diz ter acendido. A Globo poderia até apresentar a novela, mas sem as apelações sexuais", disse Marinho, em entrevista à revista Veja.
A Globo vai usar algumas das principais armas da versão original de Pantanal para elevar os índices de audiência no horário das nove: a nudez e o sexo. O desafio da emissora será acertar a dose para evitar a fama de apelativa que a novela ganhou em 1990, quando foi ao ar na extinta Manchete (1983-1999).
Algumas mostras disso já foram dadas no teaser especial de dois minutos divulgado no fim do mês passado. Nele, Juliana Paes aparece nua em um take, assim como Bruna Linzmeyer e Renato Góes, que estão pelados em um banho de rio.
Uma das cenas ousada foi gravada com a personagem Irma na primeira fase, interpretada por Malu Rodrigues. A atriz já disse em seu Instagram que gravou sequências de banho desnuda durante no Mato Grosso do Sul,. Outros atores também gravaram sequências do tipo, segundo apurou o Notícias da TV.
Um fato é que Pantanal terá nudez, mas sem banalização, com um formato mais adequado para os tempos atuais. Em 1990, por exemplo, alguns banhos com nu frontal das personagens Juma e Muda, interpretadas por Cristiana Oliveira e Andrea Richa, deram o que falar. No remake, a Globo não abrirá mão das cenas no rio que se tornaram um atrativo, mas mostrará de forma mais sutil.
Para a Globo, sequências de nudez e sexo vão ajudar a repercussão boca a boca da novela. Foi assim que Pantanal caiu no gosto popular há 32 anos e gerou tanto assunto ou mais que tramas que foram ao ar na Globo naquele momento --mesmo com a emissora alcançando mais audiência com Rainha da Sucata (1990), por exemplo.
Pantanal foi criticada na época, inclusive por Roberto Marinho (1904-2003). O então dono da Globo disse que o folhetim de Benedito Ruy Barbosa fazia exploração do sexo. "A novela não é essa estrela que a Manchete diz ter acendido. A Globo poderia até apresentar a novela, mas sem as apelações sexuais", disse Marinho, em entrevista à revista Veja.
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Chapeta escreveu: É, pois é, é que eu não tomei banho desde que voltei pra casa de madrugada, aliás, bonito o quarto da sua irmã.
- HOMESSA
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Malu Rodrigues desnuda? interessante...
Minissérie que deu nome à cantora que morou aqui no bairro.
Minissérie que deu nome à cantora que morou aqui no bairro.
- JF CH
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Você é de Honório Gurgel?
JF CH
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piadaitaliano/F42 escreveu: ↑18 Abr 2021, 21:26com todo o perdão da palavra e com toda a certeza que eu serei punido, piada é a cabeça da minha piroca! porra mano, eu tive que adicionar seu nome como "pseudo" pré candidato a moderação lá no datafórum e você agora fala que é piada? o que vc tem na sua cabeça, mano?
- HOMESSA
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Sim. Pior que eu devia esbarrar com ela antes da fama, mas não lembro da fisionomia dela de jeito nenhum.
- Chespolin Chavolorado
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https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia ... anal-76318
O autor Bruno Luperi escreveu uma primeira fase de Pantanal com 19 capítulos, mas a direção da novela avalia esticar o período com a edição dos primeiros episódios de acordo com a repercussão e a audiência. É por isso que a emissora evita falar em número de capítulos. Tudo vai depender dos números alcançados pela história de Juma Marruá (Alanis Guillen) e sua mãe, Maria Marruá (Juliana Paes).
A nova versão da história de Benedito Ruy Barbosa estreia no dia 28 de março, que completa 30 anos no dia anterior. Oficialmente, a primeira fase de Pantanal vai ficar no ar por um mês. Isso significa que os capítulos podem ser esticados em mais 9, totalizando 28 episódios da primeira fase. A versão original, exibida pela Manchete, teve 16 capítulos neste período.
A Globo está apostando alto nos primeiros dias para alavancar a história e não quer estrear a segunda fase perto do feriado de Tiradentes, que vai ser um novo Carnaval em várias cidades do país.
Para garantir lindas imagens e dar bastante veracidade à trama, a Globo voltou até a planejar uma viagem ao Pantanal para gravar outras cenas da próxima novela das nove. A trama teve suas primeiras sequências gravadas na região de Aquidauana, no Mato Grosso do Sul, mas depois do aumento dos casos de Covid-19 no início do ano, a emissora havia proibido viagens. Pantanal, no entanto, é uma exceção.
Sendo assim, a produção do próximo folhetim está se preparando para retornar ao Mato Grosso do Sul em maio. Os Estúdios Globo, que estavam reservados até maio, vão ficar disponíveis para Pantanal até julho.
O autor Bruno Luperi escreveu uma primeira fase de Pantanal com 19 capítulos, mas a direção da novela avalia esticar o período com a edição dos primeiros episódios de acordo com a repercussão e a audiência. É por isso que a emissora evita falar em número de capítulos. Tudo vai depender dos números alcançados pela história de Juma Marruá (Alanis Guillen) e sua mãe, Maria Marruá (Juliana Paes).
A nova versão da história de Benedito Ruy Barbosa estreia no dia 28 de março, que completa 30 anos no dia anterior. Oficialmente, a primeira fase de Pantanal vai ficar no ar por um mês. Isso significa que os capítulos podem ser esticados em mais 9, totalizando 28 episódios da primeira fase. A versão original, exibida pela Manchete, teve 16 capítulos neste período.
A Globo está apostando alto nos primeiros dias para alavancar a história e não quer estrear a segunda fase perto do feriado de Tiradentes, que vai ser um novo Carnaval em várias cidades do país.
Para garantir lindas imagens e dar bastante veracidade à trama, a Globo voltou até a planejar uma viagem ao Pantanal para gravar outras cenas da próxima novela das nove. A trama teve suas primeiras sequências gravadas na região de Aquidauana, no Mato Grosso do Sul, mas depois do aumento dos casos de Covid-19 no início do ano, a emissora havia proibido viagens. Pantanal, no entanto, é uma exceção.
Sendo assim, a produção do próximo folhetim está se preparando para retornar ao Mato Grosso do Sul em maio. Os Estúdios Globo, que estavam reservados até maio, vão ficar disponíveis para Pantanal até julho.
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- E.R
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- Dona Clotilde
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Creio que a última novela que deu um bafafá foi "A dona do Pedaço" do Walcyr, o resto praticamente não brilha tanto.

- Cortal Cristado
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- Chespolin Chavolorado
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https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia ... anal-76398
Para evitar que o remake de Pantanal seja cancelado pelo público mais progressista, a Globo retirou passagens consideradas homofóbicas que foram escritas na versão original de Benedito Ruy Barbosa em 1990, na extinta Manchete (1983-1999). As alterações envolvem a história do protagonista Jove (Jesuíta Barbosa) e o tratamento dado a Zaqueu, mordomo gay feito por Silvero Pereira.
Dar nova roupagem ao texto com discussões atuais e dialogar com as novas gerações é uma grande preocupação da direção da novela, comandada por Rogério Gomes, o Papinha. Tramas foram reformuladas, e até a escalação de atores teve esse cuidado por parte da produção.
Segundo apurou o Notícias da TV, uma das tramas que foram retiradas de Pantanal é a passagem em que Jove conhece Juma (Allanis Guillen) e, ao voltar para o Rio de Janeiro com a nova paixão, o protagonista se torna alvo da vingança e uma ex-namorada, que espalha para amigos e toda a alta sociedade que ele é gay. Ou uma "bichona louca", termo usado no original.
Naquela ocasião, o papel teve o nome de Nalvinha e foi interpretado por Flávia Monteiro, conhecida do público por ter protagonizado a primeira versão de Chiquititas (1997-2001) no SBT. Essa ex-namorada ainda irá existir na versão global, mas usando um outro artifício para falar mal do antigo amor que a trocou por uma mulher do Mato Grosso do Sul.
Pantanal tirou ainda o olhar homofóbico que José Leôncio (Marcos Palmeira) tinha quando via alguns comportamentos de Jove assim que ele chegava no Pantanal após 20 anos sem ver seu filho. O climão entre os dois só se dará pelas diferenças culturais, não haverá menção à sexualidade do rapaz.
Outra atualização importante será na forma como o mordomo Zaqueu será retratado. Vivido por Silvero Pereira --que viveu a drag queen Elis Miranda em A Força do Querer (2017)--, o servente de Mariana (Selma Egrei) não vai mais sofrer com piadas homofóbicas no texto.
Na novela, Pantanal pretende mostrar como um homem assumidamente gay como Zaqueu sofre com preconceito, mas sendo defendido na trama pelos caras que, 32 anos atrás, riam de sua cara. O preconceito será retratado através de personagens que não são do convívio do mordomo e do vilão Tenório, interpretado por Murilo Benício.
Para evitar que o remake de Pantanal seja cancelado pelo público mais progressista, a Globo retirou passagens consideradas homofóbicas que foram escritas na versão original de Benedito Ruy Barbosa em 1990, na extinta Manchete (1983-1999). As alterações envolvem a história do protagonista Jove (Jesuíta Barbosa) e o tratamento dado a Zaqueu, mordomo gay feito por Silvero Pereira.
Dar nova roupagem ao texto com discussões atuais e dialogar com as novas gerações é uma grande preocupação da direção da novela, comandada por Rogério Gomes, o Papinha. Tramas foram reformuladas, e até a escalação de atores teve esse cuidado por parte da produção.
Segundo apurou o Notícias da TV, uma das tramas que foram retiradas de Pantanal é a passagem em que Jove conhece Juma (Allanis Guillen) e, ao voltar para o Rio de Janeiro com a nova paixão, o protagonista se torna alvo da vingança e uma ex-namorada, que espalha para amigos e toda a alta sociedade que ele é gay. Ou uma "bichona louca", termo usado no original.
Naquela ocasião, o papel teve o nome de Nalvinha e foi interpretado por Flávia Monteiro, conhecida do público por ter protagonizado a primeira versão de Chiquititas (1997-2001) no SBT. Essa ex-namorada ainda irá existir na versão global, mas usando um outro artifício para falar mal do antigo amor que a trocou por uma mulher do Mato Grosso do Sul.
Pantanal tirou ainda o olhar homofóbico que José Leôncio (Marcos Palmeira) tinha quando via alguns comportamentos de Jove assim que ele chegava no Pantanal após 20 anos sem ver seu filho. O climão entre os dois só se dará pelas diferenças culturais, não haverá menção à sexualidade do rapaz.
Outra atualização importante será na forma como o mordomo Zaqueu será retratado. Vivido por Silvero Pereira --que viveu a drag queen Elis Miranda em A Força do Querer (2017)--, o servente de Mariana (Selma Egrei) não vai mais sofrer com piadas homofóbicas no texto.
Na novela, Pantanal pretende mostrar como um homem assumidamente gay como Zaqueu sofre com preconceito, mas sendo defendido na trama pelos caras que, 32 anos atrás, riam de sua cara. O preconceito será retratado através de personagens que não são do convívio do mordomo e do vilão Tenório, interpretado por Murilo Benício.
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https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia ... lobo-76586
Pantanal nem estreou e já superou Um Lugar ao Sol no canal no YouTube da Globo, que conta com mais de 4 milhões de inscritos. O principal trailer do remake escrito por Bruno Luperi baseado no original de Benedito Ruy Barbosa já conta com mais de 322 mil visualizações somente na principal plataforma de vídeos do mundo.
O resultado é maior do que qualquer vídeo sobre a novela de Lícia Manzo na plataforma. O máximo que o folhetim protagonizado por Cauã Reymond e Juan Paiva conseguiu no YouTube da Globo foi a marca de 210 mil visualizações com a apresentação da novela em seu período de estreia, em outubro.
O trailer de Pantanal que bombou foi postado em 22 de fevereiro --13 dias atrás. Ou seja, com apenas um vídeo e em duas semanas a nova novela da Globo já superou tudo o que a antecessora demorou quase cinco meses para conseguir somente no YouTube.
Outras chamadas de Pantanal também já estão performando melhor que os resumos de Um Lugar ao Sol que a Globo publica diariamente no YouTube. Segundo apurou o Notícias da TV, o resultado já chegou na direção da emissora, que ficou animada. O fato sinaliza a expectativa do público pelo remake e renova a esperança da emissora por alavancar a audiência do horário nobre.
Pantanal nem estreou e já superou Um Lugar ao Sol no canal no YouTube da Globo, que conta com mais de 4 milhões de inscritos. O principal trailer do remake escrito por Bruno Luperi baseado no original de Benedito Ruy Barbosa já conta com mais de 322 mil visualizações somente na principal plataforma de vídeos do mundo.
O resultado é maior do que qualquer vídeo sobre a novela de Lícia Manzo na plataforma. O máximo que o folhetim protagonizado por Cauã Reymond e Juan Paiva conseguiu no YouTube da Globo foi a marca de 210 mil visualizações com a apresentação da novela em seu período de estreia, em outubro.
O trailer de Pantanal que bombou foi postado em 22 de fevereiro --13 dias atrás. Ou seja, com apenas um vídeo e em duas semanas a nova novela da Globo já superou tudo o que a antecessora demorou quase cinco meses para conseguir somente no YouTube.
Outras chamadas de Pantanal também já estão performando melhor que os resumos de Um Lugar ao Sol que a Globo publica diariamente no YouTube. Segundo apurou o Notícias da TV, o resultado já chegou na direção da emissora, que ficou animada. O fato sinaliza a expectativa do público pelo remake e renova a esperança da emissora por alavancar a audiência do horário nobre.
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https://gshow.globo.com/novelas/mundo-d ... empo.ghtml

Tem novidade pintando na área, e em dose dupla. Esse ano a Globo produzirá, ao mesmo tempo e integralmente, duas grandes novelas. Quem são os autores? Uma dica: dois ícones da dramaturgia nacional, premiados internacionalmente.
Uma das novelas será de autoria de João Emanuel Carneiro e direção artística de Carlos Araujo. Ela será produzida como um original Globoplay, aprofundando a estratégia da plataforma de investir em novelas para o streaming.
A estreia da novela, cujo título ainda será definido, está prevista para o último trimestre de 2022. A novela terá cerca de 80 capítulos e será lançada como uma obra aberta, ou seja, sem que o desfecho da trama esteja definido antecipadamente. É a primeira vez que este recurso será levado a uma plataforma de streaming no Brasil.
Já na TV Globo trará às telas uma obra da dupla vencedora do Emmy, a autora Gloria Perez e o diretor Mauro Mendonça Filho. A novela inédita estreia após "Pantanal", também no último trimestre de 2022. "Travessia" terá em torno de 150 capítulos e, como é a marca da dramaturgia de Glória Perez, abordará questões culturais e atuais da sociedade brasileira.
Duas das 9 ao mesmo tempo?
Sim, é isso mesmo. O diretor de Entretenimento da Globo, Ricardo Waddington, explica:
“Em termos de valores de produção e qualidade artística, é como se estivéssemos entregando ao público duas novelas das nove ao mesmo tempo, uma na TV Globo, outra no Globoplay. Isto só é possível graças à capacidade de produção dos Estúdios Globo, que se adaptaram rapidamente às necessidades de criar, desenvolver e produzir conteúdos multiplataforma”, afirma.
“Nossa aposta é que entre uma e outra, o público vai optar por acompanhar as duas tramas.”
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Tem novidade pintando na área, e em dose dupla. Esse ano a Globo produzirá, ao mesmo tempo e integralmente, duas grandes novelas. Quem são os autores? Uma dica: dois ícones da dramaturgia nacional, premiados internacionalmente.
Uma das novelas será de autoria de João Emanuel Carneiro e direção artística de Carlos Araujo. Ela será produzida como um original Globoplay, aprofundando a estratégia da plataforma de investir em novelas para o streaming.
A estreia da novela, cujo título ainda será definido, está prevista para o último trimestre de 2022. A novela terá cerca de 80 capítulos e será lançada como uma obra aberta, ou seja, sem que o desfecho da trama esteja definido antecipadamente. É a primeira vez que este recurso será levado a uma plataforma de streaming no Brasil.
Já na TV Globo trará às telas uma obra da dupla vencedora do Emmy, a autora Gloria Perez e o diretor Mauro Mendonça Filho. A novela inédita estreia após "Pantanal", também no último trimestre de 2022. "Travessia" terá em torno de 150 capítulos e, como é a marca da dramaturgia de Glória Perez, abordará questões culturais e atuais da sociedade brasileira.
Duas das 9 ao mesmo tempo?
Sim, é isso mesmo. O diretor de Entretenimento da Globo, Ricardo Waddington, explica:
“Em termos de valores de produção e qualidade artística, é como se estivéssemos entregando ao público duas novelas das nove ao mesmo tempo, uma na TV Globo, outra no Globoplay. Isto só é possível graças à capacidade de produção dos Estúdios Globo, que se adaptaram rapidamente às necessidades de criar, desenvolver e produzir conteúdos multiplataforma”, afirma.
“Nossa aposta é que entre uma e outra, o público vai optar por acompanhar as duas tramas.”
NOTÍCIAS
https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia ... anal-76753

Após 21 anos como contratada da Globo, Juliana Paes anunciou nesta quarta-feira (9) que não tem mais acordo fixo com a emissora. Agora, a atriz vai assumir compromissos com a empresa apenas por obra. A artista será vista como Maria Marruá nos primeiros capítulos de Pantanal. A novela substituirá Um Lugar ao Sol e estreia em 28 de março.
"Minha decisão vem sendo conversada há um tempo e foi aceita com muito respeito e carinho pela direção", escreveu Juliana, na legenda publicada no Instagram.
Como essa nova modalidade de contrato, que também já foi adotada por outros grandes nomes da emissora, Juliana Paes poderá assumir compromissos fora da Globo. Entre eles: trabalhos no streaming, outros canais e até fora do país --como aconteceu com Bruna Marquezine.
Ela ainda ressaltou que não vai se despedir das telas da emissora após o fim das suas cenas em Pantanal. Sem dar detalhes, a artista explicou que vai rodar mais um projeto ainda neste mês e será vista na programação até o fim do primeiro semestre.
Juliana, que começou na Globo como figurante de Malhação (1998), fez seu primeiro papel de destaque nas novelas como Rita em Laços de Família (2001). Na trama de Manoel Carlos, a personagem engravidou do patrão Danilo (Alexandre Borges) e morreu durante o parto de gêmeos.
Em seguida, ela viveu a trambiqueira Karla de O Clone (2001). No folhetim de Gloria Perez, que atualmente é reprisada no Vale a Pena Ver de Novo, a personagem tem o sonho de engravidar de um homem rico para viver de pensão alimentícia.
Após isso, a atriz emendou trabalhos nas diferentes faixas de horário das novelas: Entre os trabalhos mais conhecidos, estão: Celebridade (2003), América (2005), Caminho das Índias (2009), Gabriela (2012), Totalmente Demais (2016), A Força do Querer (2017) e A Dona do Pedaço (2019).

Após 21 anos como contratada da Globo, Juliana Paes anunciou nesta quarta-feira (9) que não tem mais acordo fixo com a emissora. Agora, a atriz vai assumir compromissos com a empresa apenas por obra. A artista será vista como Maria Marruá nos primeiros capítulos de Pantanal. A novela substituirá Um Lugar ao Sol e estreia em 28 de março.
"Minha decisão vem sendo conversada há um tempo e foi aceita com muito respeito e carinho pela direção", escreveu Juliana, na legenda publicada no Instagram.
Como essa nova modalidade de contrato, que também já foi adotada por outros grandes nomes da emissora, Juliana Paes poderá assumir compromissos fora da Globo. Entre eles: trabalhos no streaming, outros canais e até fora do país --como aconteceu com Bruna Marquezine.
Ela ainda ressaltou que não vai se despedir das telas da emissora após o fim das suas cenas em Pantanal. Sem dar detalhes, a artista explicou que vai rodar mais um projeto ainda neste mês e será vista na programação até o fim do primeiro semestre.
Juliana, que começou na Globo como figurante de Malhação (1998), fez seu primeiro papel de destaque nas novelas como Rita em Laços de Família (2001). Na trama de Manoel Carlos, a personagem engravidou do patrão Danilo (Alexandre Borges) e morreu durante o parto de gêmeos.
Em seguida, ela viveu a trambiqueira Karla de O Clone (2001). No folhetim de Gloria Perez, que atualmente é reprisada no Vale a Pena Ver de Novo, a personagem tem o sonho de engravidar de um homem rico para viver de pensão alimentícia.
Após isso, a atriz emendou trabalhos nas diferentes faixas de horário das novelas: Entre os trabalhos mais conhecidos, estão: Celebridade (2003), América (2005), Caminho das Índias (2009), Gabriela (2012), Totalmente Demais (2016), A Força do Querer (2017) e A Dona do Pedaço (2019).
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Chapeta escreveu: É, pois é, é que eu não tomei banho desde que voltei pra casa de madrugada, aliás, bonito o quarto da sua irmã.
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https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia ... ssia-76766

Gloria Perez vai escrever uma história popular e bem atual em Travessia, título provisório da novela das nove que vai substituir Pantanal a partir de outubro. A autora quer falar sobre o impacto da tecnologia na vida das pessoas, mas sem apelar para robôs. A novelista, na verdade, vai focar nos danos que as notícias falsas provocam nas vidas das pessoas. Nas primeiras reuniões com sua equipe, ela chegou a dizer que a fake news será o grande vilão.
Em Travessia, a tecnologia será vista por dois lados, como vilã e como mocinha da história, já que pode ser usada para o bem e para o mal. A delegada Helô, que fez sucesso em Salve Jorge (2012) com a interpretação de Giovanna Antonelli, voltará ao horário nobre com a novela.
A policial será a personificação de que a internet não é terra sem lei. A autora já conversou sobre essa possibilidade com a atriz, que aceitou a ideia e se mostrou bastante empolgada.
Em Salve Jorge, Giovanna e sua delegada roubaram a cena. Era Helô quem investigava a quadrilha de tráfico de mulheres e tudo que ela usava, falava ou vestia fez o maior sucesso nas ruas. Fora isso, a química com Alexandre Nero, seu par na trama, conquistou o telespectador. Gloria, aliás, sonha em repetir o casal Helô e Stenio, mas, por ora, Giovanna é quem vai mesmo reviver "Dona Helô".
Depois de explorar muitos cenários de outros países, Gloria Perez quer mostrar as belezas do Brasil em Travessia. A autora já sinalizou para a Globo que vai ambientar sua próxima história no Maranhão.

Gloria Perez vai escrever uma história popular e bem atual em Travessia, título provisório da novela das nove que vai substituir Pantanal a partir de outubro. A autora quer falar sobre o impacto da tecnologia na vida das pessoas, mas sem apelar para robôs. A novelista, na verdade, vai focar nos danos que as notícias falsas provocam nas vidas das pessoas. Nas primeiras reuniões com sua equipe, ela chegou a dizer que a fake news será o grande vilão.
Em Travessia, a tecnologia será vista por dois lados, como vilã e como mocinha da história, já que pode ser usada para o bem e para o mal. A delegada Helô, que fez sucesso em Salve Jorge (2012) com a interpretação de Giovanna Antonelli, voltará ao horário nobre com a novela.
A policial será a personificação de que a internet não é terra sem lei. A autora já conversou sobre essa possibilidade com a atriz, que aceitou a ideia e se mostrou bastante empolgada.
Em Salve Jorge, Giovanna e sua delegada roubaram a cena. Era Helô quem investigava a quadrilha de tráfico de mulheres e tudo que ela usava, falava ou vestia fez o maior sucesso nas ruas. Fora isso, a química com Alexandre Nero, seu par na trama, conquistou o telespectador. Gloria, aliás, sonha em repetir o casal Helô e Stenio, mas, por ora, Giovanna é quem vai mesmo reviver "Dona Helô".
Depois de explorar muitos cenários de outros países, Gloria Perez quer mostrar as belezas do Brasil em Travessia. A autora já sinalizou para a Globo que vai ambientar sua próxima história no Maranhão.
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E para substituir a novela da Glória Perez, deverá vir uma nova novela do Walcyr Carrasco em 2023.










