Tecnologia
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Re: Tecnologia
Isso aí servia pra jogar o jogo do Show do Milhão e o "jogo do Gugu", o Pickup Express, com placa normal.
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Re: Tecnologia
Acho que o gênio Akinator veio bem depois, mais de cinco anos depois dessa época.
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Re: Tecnologia
https://link.estadao.com.br/noticias/em ... 0002837186
O fundador da Huawei, Ren Zhengfei, disse que os Estados Unidos "subestimam" sua empresa e que os planos da gigante das telecomunicações envolvendo a tecnologia 5G não serão afetados pelas decisões de Washington.
"Os políticos americanos, com sua atual forma de agir, demonstram que subestimam nossa força", afirmou Ren Zhengfei em entrevista ao canal estatal CCTV.
Segundo ele, o grupo tem estoques de chips e "não ficará isolado" do mundo neste sentido. "A rede 5G da Huawei não será afetada", ressaltou. "Em matéria de tecnologia 5G, as outras empresas não alcançarão a Huawei em dois ou três anos".
No domingo, o Google - cujo sistema Android equipa a maioria dos smartphones do mundo - anunciou o fim dos seus negócios com a Huawei, o que privaria o grupo chinês de certos serviços Android e de seus populares aplicativos Gmail e Google Maps.
A decisão também afeta uma série de empresas americanas, desde fornecedores de software até fabricantes de semicondutores que fornecem à Huawei.
"Em caso de dificuldade de fornecimento, temos soluções para a reposição", disse o fundador da empresa. "No período de paz (antes de começar a guerra comercial entre China e Estados Unidos) nos abastecíamos com 50% de chips procedentes dos Estados Unidos e com 50% dos procedentes da Huawei. Não podem nos isolar do restante do mundo."
Na segunda-feira, Washington decidiu adiar, até meados de agosto, a proibição de exportações de tecnologia para a Huawei. Um anúncio do departamento de Comércio revela que o adiamento foi decidido para que a companhia e seus sócios tenham tempo "para manter e respaldar as redes e equipamentos existentes e atualmente em pleno funcionamento, inclusive as atualizações de software".
Para os usuários da Huawei, o eventual bloqueio poderá ter consequências importantes, pois o Google atualiza regularmente suas diferentes versões do Android, muitas vezes por motivos de segurança. Sem as atualizações, os smartphones podem sofrer falhas, a menos que a Huawei decida fazer as atualizações por conta própria.
O fundador da Huawei, Ren Zhengfei, disse que os Estados Unidos "subestimam" sua empresa e que os planos da gigante das telecomunicações envolvendo a tecnologia 5G não serão afetados pelas decisões de Washington.
"Os políticos americanos, com sua atual forma de agir, demonstram que subestimam nossa força", afirmou Ren Zhengfei em entrevista ao canal estatal CCTV.
Segundo ele, o grupo tem estoques de chips e "não ficará isolado" do mundo neste sentido. "A rede 5G da Huawei não será afetada", ressaltou. "Em matéria de tecnologia 5G, as outras empresas não alcançarão a Huawei em dois ou três anos".
No domingo, o Google - cujo sistema Android equipa a maioria dos smartphones do mundo - anunciou o fim dos seus negócios com a Huawei, o que privaria o grupo chinês de certos serviços Android e de seus populares aplicativos Gmail e Google Maps.
A decisão também afeta uma série de empresas americanas, desde fornecedores de software até fabricantes de semicondutores que fornecem à Huawei.
"Em caso de dificuldade de fornecimento, temos soluções para a reposição", disse o fundador da empresa. "No período de paz (antes de começar a guerra comercial entre China e Estados Unidos) nos abastecíamos com 50% de chips procedentes dos Estados Unidos e com 50% dos procedentes da Huawei. Não podem nos isolar do restante do mundo."
Na segunda-feira, Washington decidiu adiar, até meados de agosto, a proibição de exportações de tecnologia para a Huawei. Um anúncio do departamento de Comércio revela que o adiamento foi decidido para que a companhia e seus sócios tenham tempo "para manter e respaldar as redes e equipamentos existentes e atualmente em pleno funcionamento, inclusive as atualizações de software".
Para os usuários da Huawei, o eventual bloqueio poderá ter consequências importantes, pois o Google atualiza regularmente suas diferentes versões do Android, muitas vezes por motivos de segurança. Sem as atualizações, os smartphones podem sofrer falhas, a menos que a Huawei decida fazer as atualizações por conta própria.



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Re: Tecnologia
| Huawei agora está proibida de usar cartões SD em smartphones https://www.tecmundo.com.br/mercado/141 ... phones.htm |
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Re: Tecnologia
O ESTADO DE S.PAULO
Tem gente que gosta de chegar cedo para um evento especial – que tal quase dois dias antes ? Nos últimos dias, cinco pessoas acamparam na frente do Shopping Ibirapuera, em São Paulo. Para estar lá, um rapaz suspendeu as aulas de música na escola em que é professor. Outro fez home office direto da praça de alimentação do shopping, enquanto os amigos guardavam lugar na fila. Em suas mochilas, um suprimento com roupas, frutas, bolachas, cápsulas de cafeína e até um cantil de água de 10 litros. Mas eles não estavam ali para ver um artista pop ou comprar o novo iPhone : sua motivação era conhecer a primeira loja física no Brasil da chinesa Xiaomi, quarta maior fabricante de smartphones do mundo. Ontem, quando a loja finalmente abriu, uma fila de mil pessoas dobrava quarteirões ao redor do shopping, em Moema, na zona sul de São Paulo.
As pessoas estavam interessadas em conhecer os produtos da Xiaomi, ganhar brindes e ter descontos agressivos. Para promover os lançamentos, a chinesa vendeu o Mi 9, seu smartphone premium, por R$ 2,8 mil – o preço normal é de R$ 4 mil. O estoque promocional durou só 40 minutos.
Além de celulares, a empresa também trouxe ao País um portfólio que beira uma centena de produtos, incluindo robôs aspiradores de pó e patinetes.
Para estar no Brasil, a Xiaomi fez uma parceria com a fabricante de eletrônicos DL, que cuidará de distribuição e vendas dos aparelhos. Por enquanto, os produtos serão importados da China, mas não estão descartados planos para fabricação local a longo prazo. “Queremos mostrar a experiência Xiaomi para os brasileiros, com smartphones, pulseiras e robôs de forma integrada”, diz Luciano Barbosa, diretor de produtos da DL e líder do projeto local da Xiaomi.
Não é a primeira vez que a empresa entra no Brasil : já esteve aqui em 2015, mas acabou engolida por erros de estratégia, como só vender produtos em seu site. Apesar dos resultados ruins, a empresa deixou boa impressão para um nicho de usuários, que gostam de tecnologia e de pagar pouco. “Vimos que aqui no País havia um público muito identificado com a marca”, diz Luciano Barbosa.
É gente como o estudante Rodrigo Libório, de 33 anos. Primeiro da fila, ele chegou a passar mal durante a madrugada por conta do cansaço – mas não arredou pé. Ao fim da jornada, na qual passou frio e tomou chuva de granizo, Rodrigo Libório adicionou um fone de ouvido Bluetooth à sua coleção de cerca de dez produtos da Xiaomi – que inclui celular, caixas de som e até uma panela elétrica.
Para o estudante, sua ligação com a marca é bem mais forte do que com artistas, por exemplo.
“Gosto muito do Elvis Presley, mas não acamparia por ele”, diz o rapaz, dono de um discreto topete. “Amo mais a tecnologia.”
Rodrigo Libório faz parte de um culto de raízes digitais : no Facebook, grupos de fãs da marca chegam a quase 120 mil pessoas. No YouTube, vídeos de análises dos produtos da Xiaomi não raro batem a marca de 500 mil visualizações.
No exterior, apostar em marketing não tradicional é uma das armas da Xiaomi, diz Tuong Nguyen, analista da consultoria Gartner – segundo ele, redes sociais e grupos de fãs servem como “megafones” da empresa.
Até o retorno oficial da Xiaomi, porém, usuários importavam os produtos de sites estrangeiros ou então compravam em lojas não autorizadas no País. Os aparelhos, muitas vezes, não recebiam homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Ao Estado, a Anatel disse que a situação desses dispositivos é irregular. Eles precisam ter certificação nacional, por questões de segurança.
A volta da chinesa ao País não significa que a ilegalidade vá acabar. Pelo contrário. Na internet, muita gente caçoou dos preços oficiais da Xiaomi por aqui, bem acima do que é encontrado na web. O Mi 9, por exemplo, sai por R$ 2 mil na loja chinesa Gearbest – metade do valor sugerido no País. “A maior briga das chinesas no Brasil será contra elas mesmas”, diz Renato Meirelles, analista da IDC Brasil.
Além de lutar contra si mesma, a Xiaomi terá de convencer os consumidores de que não é uma marca “xing-ling”. Para isso, aposta em parcerias com varejistas e loja própria. “O brasileiro gosta de pegar o produto na mão”, diz Barbosa. Outro desafio será sair do “clubinho de fãs” e se tornar conhecida do público geral – em pesquisa recente da IDC no País, a chinesa foi lembrada por menos de 1% dos consumidores. É algo que pode ser sentido ao vivo : dias antes da inauguração, o Estado esteve no Shopping Ibirapuera, onde muita gente passava pela fachada da loja e dizia não conhecer o nome Xiaomi.
A chinesa sabe que sua missão é de longo prazo. “Quando o usuário estiver com o celular há dois anos e perceber que o aparelho não trava, vai sentir que conhece a marca. É questão de tempo”, diz Luciano Barbosa.
Na abertura da loja Xiaomi no Brasil, porém, havia só fãs da marca – até com o logotipo da empresa pintado no rosto. Saber se os brasileiros, no entanto, vão levar o símbolo laranja da fabricante em seus bolsos, é outra história.
Tem gente que gosta de chegar cedo para um evento especial – que tal quase dois dias antes ? Nos últimos dias, cinco pessoas acamparam na frente do Shopping Ibirapuera, em São Paulo. Para estar lá, um rapaz suspendeu as aulas de música na escola em que é professor. Outro fez home office direto da praça de alimentação do shopping, enquanto os amigos guardavam lugar na fila. Em suas mochilas, um suprimento com roupas, frutas, bolachas, cápsulas de cafeína e até um cantil de água de 10 litros. Mas eles não estavam ali para ver um artista pop ou comprar o novo iPhone : sua motivação era conhecer a primeira loja física no Brasil da chinesa Xiaomi, quarta maior fabricante de smartphones do mundo. Ontem, quando a loja finalmente abriu, uma fila de mil pessoas dobrava quarteirões ao redor do shopping, em Moema, na zona sul de São Paulo.
As pessoas estavam interessadas em conhecer os produtos da Xiaomi, ganhar brindes e ter descontos agressivos. Para promover os lançamentos, a chinesa vendeu o Mi 9, seu smartphone premium, por R$ 2,8 mil – o preço normal é de R$ 4 mil. O estoque promocional durou só 40 minutos.
Além de celulares, a empresa também trouxe ao País um portfólio que beira uma centena de produtos, incluindo robôs aspiradores de pó e patinetes.
Para estar no Brasil, a Xiaomi fez uma parceria com a fabricante de eletrônicos DL, que cuidará de distribuição e vendas dos aparelhos. Por enquanto, os produtos serão importados da China, mas não estão descartados planos para fabricação local a longo prazo. “Queremos mostrar a experiência Xiaomi para os brasileiros, com smartphones, pulseiras e robôs de forma integrada”, diz Luciano Barbosa, diretor de produtos da DL e líder do projeto local da Xiaomi.
Não é a primeira vez que a empresa entra no Brasil : já esteve aqui em 2015, mas acabou engolida por erros de estratégia, como só vender produtos em seu site. Apesar dos resultados ruins, a empresa deixou boa impressão para um nicho de usuários, que gostam de tecnologia e de pagar pouco. “Vimos que aqui no País havia um público muito identificado com a marca”, diz Luciano Barbosa.
É gente como o estudante Rodrigo Libório, de 33 anos. Primeiro da fila, ele chegou a passar mal durante a madrugada por conta do cansaço – mas não arredou pé. Ao fim da jornada, na qual passou frio e tomou chuva de granizo, Rodrigo Libório adicionou um fone de ouvido Bluetooth à sua coleção de cerca de dez produtos da Xiaomi – que inclui celular, caixas de som e até uma panela elétrica.
Para o estudante, sua ligação com a marca é bem mais forte do que com artistas, por exemplo.
“Gosto muito do Elvis Presley, mas não acamparia por ele”, diz o rapaz, dono de um discreto topete. “Amo mais a tecnologia.”
Rodrigo Libório faz parte de um culto de raízes digitais : no Facebook, grupos de fãs da marca chegam a quase 120 mil pessoas. No YouTube, vídeos de análises dos produtos da Xiaomi não raro batem a marca de 500 mil visualizações.
No exterior, apostar em marketing não tradicional é uma das armas da Xiaomi, diz Tuong Nguyen, analista da consultoria Gartner – segundo ele, redes sociais e grupos de fãs servem como “megafones” da empresa.
Até o retorno oficial da Xiaomi, porém, usuários importavam os produtos de sites estrangeiros ou então compravam em lojas não autorizadas no País. Os aparelhos, muitas vezes, não recebiam homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Ao Estado, a Anatel disse que a situação desses dispositivos é irregular. Eles precisam ter certificação nacional, por questões de segurança.
A volta da chinesa ao País não significa que a ilegalidade vá acabar. Pelo contrário. Na internet, muita gente caçoou dos preços oficiais da Xiaomi por aqui, bem acima do que é encontrado na web. O Mi 9, por exemplo, sai por R$ 2 mil na loja chinesa Gearbest – metade do valor sugerido no País. “A maior briga das chinesas no Brasil será contra elas mesmas”, diz Renato Meirelles, analista da IDC Brasil.
Além de lutar contra si mesma, a Xiaomi terá de convencer os consumidores de que não é uma marca “xing-ling”. Para isso, aposta em parcerias com varejistas e loja própria. “O brasileiro gosta de pegar o produto na mão”, diz Barbosa. Outro desafio será sair do “clubinho de fãs” e se tornar conhecida do público geral – em pesquisa recente da IDC no País, a chinesa foi lembrada por menos de 1% dos consumidores. É algo que pode ser sentido ao vivo : dias antes da inauguração, o Estado esteve no Shopping Ibirapuera, onde muita gente passava pela fachada da loja e dizia não conhecer o nome Xiaomi.
A chinesa sabe que sua missão é de longo prazo. “Quando o usuário estiver com o celular há dois anos e perceber que o aparelho não trava, vai sentir que conhece a marca. É questão de tempo”, diz Luciano Barbosa.
Na abertura da loja Xiaomi no Brasil, porém, havia só fãs da marca – até com o logotipo da empresa pintado no rosto. Saber se os brasileiros, no entanto, vão levar o símbolo laranja da fabricante em seus bolsos, é outra história.



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Re: Tecnologia
https://g1.globo.com/economia/tecnologi ... s-5g.ghtml
O governo brasileiro não tem a intenção de restringir as atividades da chinesa Huawei, apesar das advertências do governo norte-americano, afirmou nesta sexta-feira o vice-presidente da República, Hamilton Mourão.
Em recente viagem à China, Hamilton Mourão encontrou-se com o presidente-executivo da Huawei, Ren Zhengfei.
"A Huawei vem sendo acusada de repassar os dados que ela tem ao governo chinês. Conversei com ele que tem que criar um clima de confiança. Enquanto houver esse clima de confiança não tem problema nenhum”, contou. “O Brasil não tem nenhum plano disso (restringir as atividades da empresa).”
O vice-presidente lembrou que apenas quatro empresas no mundo dominam hoje a tecnologia do 5G, duas finlandesas e duas chinesas, a Huawei entre elas.
O Brasil pretende realizar leilão de frequências para operação da tecnologia 5G em 2020.
O governo brasileiro não tem a intenção de restringir as atividades da chinesa Huawei, apesar das advertências do governo norte-americano, afirmou nesta sexta-feira o vice-presidente da República, Hamilton Mourão.
Em recente viagem à China, Hamilton Mourão encontrou-se com o presidente-executivo da Huawei, Ren Zhengfei.
"A Huawei vem sendo acusada de repassar os dados que ela tem ao governo chinês. Conversei com ele que tem que criar um clima de confiança. Enquanto houver esse clima de confiança não tem problema nenhum”, contou. “O Brasil não tem nenhum plano disso (restringir as atividades da empresa).”
O vice-presidente lembrou que apenas quatro empresas no mundo dominam hoje a tecnologia do 5G, duas finlandesas e duas chinesas, a Huawei entre elas.
O Brasil pretende realizar leilão de frequências para operação da tecnologia 5G em 2020.



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Re: Tecnologia
Matéria interessante sobre o modo escuro dos apps:
Com tantos aplicativos e até sistemas operacionais adotando o novo tema escuro, tão pedido pelos usuários, algumas pessoas ainda não compreenderam as vantagens do novo esquema de cores, tampouco em quais casos os benefícios são reais ou não.
Intuitivamente pensamos que cores mais escuras são menos agressivas aos olhos e, por emitirem menos luz, economizam bateria. Embora correta, essa afirmação não se aplica a todos os casos. Na verdade, a nossa visão é beneficiada com tons escuros somente quando estamos em ambientes com pouca — ou nenhuma — claridade.
A predominância da cor branca com texto em preto, no entanto, proporciona melhor leitura, independentemente do ambiente. Essa característica é resultado da natureza dos nossos olhos e das propriedades da luz. Quando dominante, a cor branca faz com que a íris se contraia para permitir menor passagem de luz, o que torna o conteúdo da tela mais nítido; se o fundo é preto, o efeito é exatamente o contrário e torna a vida de pessoas com astigmatismo ainda mais complicada.
Tanto o tema claro quanto o escuro têm suas aplicações. Indiscutivelmente, a leitura de conteúdos rápidos durante a noite é bem mais aprazível com o modo noturno, mas pode causar incômodo em leituras mais longas. O ideal para tornar a experiência noturna mais agradável é ajustar a claridade do ambiente, principalmente próximo à tela, a fim de evitar fadiga ocular; ou, se disponível, optar por temas com tons de cinza.
E a bateria, ajuda mesmo?
Se o seu dispositivo tiver uma tela OLED ou AMOLED, sim; nesse caso, os pixels presentes têm iluminação própria. Então, quando a informação presente no display for preta, o pixel permanecerá apagado, sem consumir energia.
Essa vantagem não está presente nas telas LCD justamente porque sua construção inclui um backlight para a formação das imagens. Por isso, sempre que a tela estiver com informações, toda luz de fundo estará ativa. É esse fenômeno que também justifica o tom acinzentado de telas LCD quando deveriam estar exibindo imagens totalmente pretas.
Por outro lado, as baterias de dispositivos com telas OLED e AMOLED não lidam bem com temas claros — e essa é uma das razões da popularidade dos modos escuros.
No fim das contas, quem decide é você
Se você prefere o tema escuro, use-o! Se o modo está disponível, cabe a você decidir o que o agrada mais e se as vantagens, agora explicadas, e as desvantagens são o que procura.
https://www.tecmundo.com.br/software/14 ... elular.htm
O modo escuro é realmente vantajoso para a visão e a bateria do celular?

Intuitivamente pensamos que cores mais escuras são menos agressivas aos olhos e, por emitirem menos luz, economizam bateria. Embora correta, essa afirmação não se aplica a todos os casos. Na verdade, a nossa visão é beneficiada com tons escuros somente quando estamos em ambientes com pouca — ou nenhuma — claridade.

Tanto o tema claro quanto o escuro têm suas aplicações. Indiscutivelmente, a leitura de conteúdos rápidos durante a noite é bem mais aprazível com o modo noturno, mas pode causar incômodo em leituras mais longas. O ideal para tornar a experiência noturna mais agradável é ajustar a claridade do ambiente, principalmente próximo à tela, a fim de evitar fadiga ocular; ou, se disponível, optar por temas com tons de cinza.

Se o seu dispositivo tiver uma tela OLED ou AMOLED, sim; nesse caso, os pixels presentes têm iluminação própria. Então, quando a informação presente no display for preta, o pixel permanecerá apagado, sem consumir energia.
Essa vantagem não está presente nas telas LCD justamente porque sua construção inclui um backlight para a formação das imagens. Por isso, sempre que a tela estiver com informações, toda luz de fundo estará ativa. É esse fenômeno que também justifica o tom acinzentado de telas LCD quando deveriam estar exibindo imagens totalmente pretas.
Por outro lado, as baterias de dispositivos com telas OLED e AMOLED não lidam bem com temas claros — e essa é uma das razões da popularidade dos modos escuros.
No fim das contas, quem decide é você
Se você prefere o tema escuro, use-o! Se o modo está disponível, cabe a você decidir o que o agrada mais e se as vantagens, agora explicadas, e as desvantagens são o que procura.
https://www.tecmundo.com.br/software/14 ... elular.htm

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Re: Tecnologia
Gostei da frase, não conhecia.O Gordo escreveu:Um relógio parado tá certo 2x ao dia.
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Re: Tecnologia
O ESTADO DE S.PAULO
A fabricante chinesa Huawei pediu registro do seu sistema operacional próprio, chamado de Hongmeng, na União Europeia e em pelo menos outros nove países, segundo dados de um órgão da ONU revelados ontem.
A movimentação é um sinal de que a empresa tem planos de sobreviver em seus principais mercados após ter negócios atingidos por sanções dos Estados Unidos.
A companhia, que é a maior fabricante mundial de equipamentos para redes de telecomunicações, entrou com o pedido de registro de marca Hongmeng em países como Camboja, Canadá, Coreia do Sul e Nova Zelândia, segundo dados da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI).
Richard Yu, presidente executivo da divisão de consumo da empresa, disse ao jornal alemão Die Welt, em uma entrevista no início deste ano, que a Huawei tem um sistema operacional de reserva, caso seja impedida de acessar softwares produzidos por empresas dos Estados Unidos.
A empresa, que também é a segunda maior fabricante de smartphones do mundo, ainda não revelou detalhes do sistema operacional.
Os pedidos de registro do Hongmeng mostram que a Huawei quer usar o sistema em aparelhos de diversos tipos, que vão de smartphones e notebooks a robôs e telas para carros.
Na China, a Huawei solicitou o registro do Hongmeng em agosto de 2018 e recebeu aprovação no mês passado, de acordo com um documento no site da administração de propriedade intelectual do país.
A fabricante chinesa Huawei pediu registro do seu sistema operacional próprio, chamado de Hongmeng, na União Europeia e em pelo menos outros nove países, segundo dados de um órgão da ONU revelados ontem.
A movimentação é um sinal de que a empresa tem planos de sobreviver em seus principais mercados após ter negócios atingidos por sanções dos Estados Unidos.
A companhia, que é a maior fabricante mundial de equipamentos para redes de telecomunicações, entrou com o pedido de registro de marca Hongmeng em países como Camboja, Canadá, Coreia do Sul e Nova Zelândia, segundo dados da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI).
Richard Yu, presidente executivo da divisão de consumo da empresa, disse ao jornal alemão Die Welt, em uma entrevista no início deste ano, que a Huawei tem um sistema operacional de reserva, caso seja impedida de acessar softwares produzidos por empresas dos Estados Unidos.
A empresa, que também é a segunda maior fabricante de smartphones do mundo, ainda não revelou detalhes do sistema operacional.
Os pedidos de registro do Hongmeng mostram que a Huawei quer usar o sistema em aparelhos de diversos tipos, que vão de smartphones e notebooks a robôs e telas para carros.
Na China, a Huawei solicitou o registro do Hongmeng em agosto de 2018 e recebeu aprovação no mês passado, de acordo com um documento no site da administração de propriedade intelectual do país.



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Re: Tecnologia
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2 ... naro.shtml
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou neste domingo (16) que o governo estuda uma redução nos impostos sobre importação de produtos de tecnologia da informação, como computadores e celulares. Os impostos poderiam cair de 16% para 4%.
Em publicação nas redes sociais, Jair Bolsonaro disse que o tema é objeto de estudo no Ministério da Economia para estimular competitividade e inovação. O governo também vai avaliar, de acordo com o presidente, a possibilidade de redução de impostos para jogos eletrônicos
"Para estimular a competitividade e inovação tecnológica, o governo estuda, via secretaria do Ministério da Economia, a possibilidade de reduzir de 16% para 4% os impostos sobre importação de produtos de tecnologia da informação, como computadores e celulares", escreveu no Twitter neste domingo. "Avaliaremos também a possibilidade de reduzir impostos para jogos eletrônicos".
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou neste domingo (16) que o governo estuda uma redução nos impostos sobre importação de produtos de tecnologia da informação, como computadores e celulares. Os impostos poderiam cair de 16% para 4%.
Em publicação nas redes sociais, Jair Bolsonaro disse que o tema é objeto de estudo no Ministério da Economia para estimular competitividade e inovação. O governo também vai avaliar, de acordo com o presidente, a possibilidade de redução de impostos para jogos eletrônicos
"Para estimular a competitividade e inovação tecnológica, o governo estuda, via secretaria do Ministério da Economia, a possibilidade de reduzir de 16% para 4% os impostos sobre importação de produtos de tecnologia da informação, como computadores e celulares", escreveu no Twitter neste domingo. "Avaliaremos também a possibilidade de reduzir impostos para jogos eletrônicos".



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Re: Tecnologia
https://link.estadao.com.br/noticias/ge ... 0002885013

A FedEx pediu desculpas por outro “erro” em uma entrega da Huawei, reacendendo a ira chinesa e atraindo a raiva da mídia estatal, que sugeriu que a empresa de entregas dos Estados Unidos poderia acabar na próxima lista da China de empresas que prejudicam os interesses nacionais.
A empresa informou no domingo que devolveu um pacote - identificado como contendo um telefone da Huawei - devido a um “erro operacional”, e que entregaria todos os produtos fabricados pela Huawei para endereços que não sejam os da Huawei e afiliadas, colocados em uma lista negra de segurança nacional dos Estados Unidos.
O ministério das Relações Exteriores da China pediu, nesta segunda-feira, 24, uma explicação completa sobre o motivo pelo qual o aparelho foi devolvido ao remetente, um escritor da revista norte-americana PC Magazine, que escreveu posteriormente sobre o assunto.
O incidente ocorre quando autoridades chinesas investigam a FedEx por desviar pacotes enviados pela Huawei no mês passado.
Enquanto isso, a China também está elaborando uma lista de entidades não confiáveis, com empresas, grupos e indivíduos estrangeiros.
A lista espelha a lista negra dos Estados Unidos à qual a Huawei foi adicionada em maio, essencialmente impedindo-a de comprar tecnologia norte-americana sobre a qual dependia muito.
Um porta-voz da Huawei disse à Reuters que a empresa chinesa não está usando atualmente os serviços da FedEx ou da UPS. No domingo, a Huawei tuítou que não era direito da FedEx impedir a entrega e disse que a empresa estava se vingando.

A FedEx pediu desculpas por outro “erro” em uma entrega da Huawei, reacendendo a ira chinesa e atraindo a raiva da mídia estatal, que sugeriu que a empresa de entregas dos Estados Unidos poderia acabar na próxima lista da China de empresas que prejudicam os interesses nacionais.
A empresa informou no domingo que devolveu um pacote - identificado como contendo um telefone da Huawei - devido a um “erro operacional”, e que entregaria todos os produtos fabricados pela Huawei para endereços que não sejam os da Huawei e afiliadas, colocados em uma lista negra de segurança nacional dos Estados Unidos.
O ministério das Relações Exteriores da China pediu, nesta segunda-feira, 24, uma explicação completa sobre o motivo pelo qual o aparelho foi devolvido ao remetente, um escritor da revista norte-americana PC Magazine, que escreveu posteriormente sobre o assunto.
O incidente ocorre quando autoridades chinesas investigam a FedEx por desviar pacotes enviados pela Huawei no mês passado.
Enquanto isso, a China também está elaborando uma lista de entidades não confiáveis, com empresas, grupos e indivíduos estrangeiros.
A lista espelha a lista negra dos Estados Unidos à qual a Huawei foi adicionada em maio, essencialmente impedindo-a de comprar tecnologia norte-americana sobre a qual dependia muito.
Um porta-voz da Huawei disse à Reuters que a empresa chinesa não está usando atualmente os serviços da FedEx ou da UPS. No domingo, a Huawei tuítou que não era direito da FedEx impedir a entrega e disse que a empresa estava se vingando.



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Re: Tecnologia
Procon fiscaliza e pode multar primeira loja oficial da Xiaomi no Brasil
O Procon do estado de São Paulo comunicou nesta quarta-feira (26) que realizou uma fiscalização na primeira loja oficial da Xiaomi no Brasil. De acordo com o órgão, o motivo para a ação foi a publicação de uma notícia sobre possíveis problemas encontrados no estabelecimento.
Como resultado, a loja foi autuada e, após procedimento administrativo, poderá ser multada devido a uma série de irregularidades encontradas. Confira a lista:
foram constatadas: presença de produtos com informações unicamente em língua estrangeira; produtos sem manual de instruções em língua portuguesa; produtos sem informação de origem no Brasil (importador); produtos com informações de segurança unicamente em língua estrangeira.
O Procon ainda explica que o Código de Defesa do Consumidor determina que a oferta de produtos e serviços devem trazer informações corretas, claras, precisas e em língua portuguesa. A lei também estabelece que os aparelhos devem conter manual de instruções em português, sendo que dispositivos importados devem trazer na embalagem informações em português sobre suas características e o nome, CNPJ e endereço do importador.

Vale lembrar que, após a denúncia do site Mundo Conectado, a Anatel chegou a se manifestar sobre a venda de produtos sem a devida homologação na primeira loja da Xiaomi. A agência reguladora também explicou que penalidades podem ser aplicadas neste caso.
Pouco tempo depois, a DL Eletrônicos, empresa responsável pela Xiaomi no Brasil, se manifestou sobre o assunto afirmando que está investigando o caso e entrou em contato com a Anatel para resolver possíveis problemas.
Até o momento, a empresa não se pronunciou sobre a fiscalização do Procon-SP. Por isso, estaremos atualizando a matéria quando a DL emitir algum posicionamento.
https://www.tudocelular.com/mercado/not ... acao-.htmlComo resultado, a loja foi autuada e, após procedimento administrativo, poderá ser multada devido a uma série de irregularidades encontradas. Confira a lista:
foram constatadas: presença de produtos com informações unicamente em língua estrangeira; produtos sem manual de instruções em língua portuguesa; produtos sem informação de origem no Brasil (importador); produtos com informações de segurança unicamente em língua estrangeira.
O Procon ainda explica que o Código de Defesa do Consumidor determina que a oferta de produtos e serviços devem trazer informações corretas, claras, precisas e em língua portuguesa. A lei também estabelece que os aparelhos devem conter manual de instruções em português, sendo que dispositivos importados devem trazer na embalagem informações em português sobre suas características e o nome, CNPJ e endereço do importador.
Vale lembrar que, após a denúncia do site Mundo Conectado, a Anatel chegou a se manifestar sobre a venda de produtos sem a devida homologação na primeira loja da Xiaomi. A agência reguladora também explicou que penalidades podem ser aplicadas neste caso.
Pouco tempo depois, a DL Eletrônicos, empresa responsável pela Xiaomi no Brasil, se manifestou sobre o assunto afirmando que está investigando o caso e entrou em contato com a Anatel para resolver possíveis problemas.
Até o momento, a empresa não se pronunciou sobre a fiscalização do Procon-SP. Por isso, estaremos atualizando a matéria quando a DL emitir algum posicionamento.







