NOVELAS
Neste tópico, além de novelas, também falamos sobre minisséries
- Billy Drescher
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NOVELAS & MINISSÉRIES
Mas essa novela nunca foi exibida com a dublagem carioca.
Colaborador (08/2011 - 12/2021, 09/2024 - )
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NOTÍCIAS
https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia ... as-2-82086

A relação de amor entre Walcyr Carrasco e Amora Mautner desandou, e eles não vai mais trabalhar juntos na próxima novela do autor. A diretora, que esteve à frente de A Dona do Pedaço (2019) e de Verdades Secretas 2 (2021), foi substituída por Luiz Henrique Rios, que fará sua estreia na direção de uma novela das nove da Globo.
Segundo fontes do Notícias da TV, Carrasco responsabilizou Amora pelas críticas recebidas na continuação da saga de Angel (Camila Queiroz), que foi ao ar no Globoplay. A diretora não gostou e a relação azedou. O autor, então, pediu que ela fosse substituída no último mês, enquanto Amora estava de férias.
Sem saber que não estaria mais à frente do projeto, a diretora chegou a sondar alguns atores para a novela, o que também desagradou Carrasco e virou mais um motivo para o fim da parceria.
Procurada no dia 24 de maio, a diretora disse ao Notícias da TV que estava de férias. A Globo não quis comentar o assunto e disse apenas que não está em fase de divulgação da novela ainda. Walcyr Carrasco também foi procurado, mas não retornou à reportagem.
A novela de Walcyr Carrasco --que furou a fila do horário nobre-- vai se chamar Terra Vermelha e substituir Travessia, de Gloria Perez, a partir de março de 2023. Essa vai ser a primeira novela de Luiz Henrique Rios na faixa das nove. O diretor --que comanda Além da Ilusão-- esteve à frente de produções bem-sucedidas como Bom Sucesso (2019), Pega Pega (2017), Totalmente Demais (2015) e Malhação Sonhos (2014).
Walcyr Carrasco faz planos de garimpar uma nova história na mesma gruta em que Serena (Priscila Fantin) via a rosa branca em Alma Gêmea (2005). O autor acenou à Globo que deseja voltar aos mitos dos terena, um dos povos originários do Pantanal sul-mato-grossense --dessa vez, para recontar a lenda das 700 Luas.

A relação de amor entre Walcyr Carrasco e Amora Mautner desandou, e eles não vai mais trabalhar juntos na próxima novela do autor. A diretora, que esteve à frente de A Dona do Pedaço (2019) e de Verdades Secretas 2 (2021), foi substituída por Luiz Henrique Rios, que fará sua estreia na direção de uma novela das nove da Globo.
Segundo fontes do Notícias da TV, Carrasco responsabilizou Amora pelas críticas recebidas na continuação da saga de Angel (Camila Queiroz), que foi ao ar no Globoplay. A diretora não gostou e a relação azedou. O autor, então, pediu que ela fosse substituída no último mês, enquanto Amora estava de férias.
Sem saber que não estaria mais à frente do projeto, a diretora chegou a sondar alguns atores para a novela, o que também desagradou Carrasco e virou mais um motivo para o fim da parceria.
Procurada no dia 24 de maio, a diretora disse ao Notícias da TV que estava de férias. A Globo não quis comentar o assunto e disse apenas que não está em fase de divulgação da novela ainda. Walcyr Carrasco também foi procurado, mas não retornou à reportagem.
A novela de Walcyr Carrasco --que furou a fila do horário nobre-- vai se chamar Terra Vermelha e substituir Travessia, de Gloria Perez, a partir de março de 2023. Essa vai ser a primeira novela de Luiz Henrique Rios na faixa das nove. O diretor --que comanda Além da Ilusão-- esteve à frente de produções bem-sucedidas como Bom Sucesso (2019), Pega Pega (2017), Totalmente Demais (2015) e Malhação Sonhos (2014).
Walcyr Carrasco faz planos de garimpar uma nova história na mesma gruta em que Serena (Priscila Fantin) via a rosa branca em Alma Gêmea (2005). O autor acenou à Globo que deseja voltar aos mitos dos terena, um dos povos originários do Pantanal sul-mato-grossense --dessa vez, para recontar a lenda das 700 Luas.
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Chapeta escreveu: É, pois é, é que eu não tomei banho desde que voltei pra casa de madrugada, aliás, bonito o quarto da sua irmã.
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Mozer da Silva Reis
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NOTÍCIAS
https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia ... obra-82136

Está difícil tirar algum ânimo de João Emanuel Carneiro depois de tantas mudanças envolvendo sua novela, que se chamaria Olho por Olho e virou Todas as Flores. Com a sinopse aprovada desde janeiro de 2020, o autor viu sua produção ser adiada várias vezes durante esse período e está sem o menor tesão com o projeto.
De acordo com fontes ligadas à novela, Carneiro já disse que sente que sua novela foi rebaixada dentro da Globo, uma vez que saiu do horário das nove na TV aberta para virar produto da plataforma de streaming. Fora isso, por causa da demora em começar a produção, o autor teve que lidar com baixa na sua equipe de roteiristas, que foram disponibilizados para outros projetos.
"O João está nesse projeto há mais de dois anos. A Globo dava uma data e adiava. Depois, ele viu Pantanal entrando na frente e... Mais um adiamento! A novela nunca começava a ser produzida. Nesse tempo, ele ia mexendo no texto aqui, mudava alguma coisa ali. Mas o tesão mesmo já estava indo embora. A pá de cal foi quando colocaram a novela no Globoplay. Quiseram que ele acreditasse que era algo bom, inovador, sem a pressão do horário nobre. Ele reclamou, mas teve que aceitar e está fazendo o 'jogo do contente'", disse uma fonte envolvida na produção da novela ao Notícias da TV.
O elenco também precisou ser alterado devido aos inúmeros adiamentos, o que deixou o autor com a sensação de não estar sendo prestigiado pela emissora e pelos artistas. Se teve uma época em que os atores brigavam para estarem em uma novela dele, agora a situação é outra. Grande parte dos talentos da Globo ainda privilegia estar na TV aberta e, de preferência, na faixa das nove. O motivo? A visibilidade que impulsiona a publicidade.
O nome Olho por Olho --escolhido por ele-- também foi vetado. Em documentos internos, a novela chegou a ser chamada de Love Story, mas no fim a emissora escolheu o título Todas as Flores. Para piorar, sua história será fatiada para manter o número de assinantes do Globoplay em alta após o BBB em 2023.
As metas são duas. A primeira é provocar a repercussão da novela por mais tempo nas redes sociais e na boca do povo. A segunda é tentar segurar os clientes que assinam o streaming apenas no início do ano.
Todas as Flores terá sua primeira parte exibida no último trimestre de 2022, entre outubro e dezembro. Serão disponibilizados 45 capítulos em blocos semanais. A segunda leva entrará na plataforma entre abril e junho do ano que vem. A produção começará a ser rodada em julho. Ao todo, serão 85 capítulos.
Procurada, a da Globo afirmou por meio da assessoria que "desconhece essas informações. João Emanuel Carneiro recebeu com muito entusiasmo esse desafio de fazer uma novela para o Globoplay".

Está difícil tirar algum ânimo de João Emanuel Carneiro depois de tantas mudanças envolvendo sua novela, que se chamaria Olho por Olho e virou Todas as Flores. Com a sinopse aprovada desde janeiro de 2020, o autor viu sua produção ser adiada várias vezes durante esse período e está sem o menor tesão com o projeto.
De acordo com fontes ligadas à novela, Carneiro já disse que sente que sua novela foi rebaixada dentro da Globo, uma vez que saiu do horário das nove na TV aberta para virar produto da plataforma de streaming. Fora isso, por causa da demora em começar a produção, o autor teve que lidar com baixa na sua equipe de roteiristas, que foram disponibilizados para outros projetos.
"O João está nesse projeto há mais de dois anos. A Globo dava uma data e adiava. Depois, ele viu Pantanal entrando na frente e... Mais um adiamento! A novela nunca começava a ser produzida. Nesse tempo, ele ia mexendo no texto aqui, mudava alguma coisa ali. Mas o tesão mesmo já estava indo embora. A pá de cal foi quando colocaram a novela no Globoplay. Quiseram que ele acreditasse que era algo bom, inovador, sem a pressão do horário nobre. Ele reclamou, mas teve que aceitar e está fazendo o 'jogo do contente'", disse uma fonte envolvida na produção da novela ao Notícias da TV.
O elenco também precisou ser alterado devido aos inúmeros adiamentos, o que deixou o autor com a sensação de não estar sendo prestigiado pela emissora e pelos artistas. Se teve uma época em que os atores brigavam para estarem em uma novela dele, agora a situação é outra. Grande parte dos talentos da Globo ainda privilegia estar na TV aberta e, de preferência, na faixa das nove. O motivo? A visibilidade que impulsiona a publicidade.
O nome Olho por Olho --escolhido por ele-- também foi vetado. Em documentos internos, a novela chegou a ser chamada de Love Story, mas no fim a emissora escolheu o título Todas as Flores. Para piorar, sua história será fatiada para manter o número de assinantes do Globoplay em alta após o BBB em 2023.
As metas são duas. A primeira é provocar a repercussão da novela por mais tempo nas redes sociais e na boca do povo. A segunda é tentar segurar os clientes que assinam o streaming apenas no início do ano.
Todas as Flores terá sua primeira parte exibida no último trimestre de 2022, entre outubro e dezembro. Serão disponibilizados 45 capítulos em blocos semanais. A segunda leva entrará na plataforma entre abril e junho do ano que vem. A produção começará a ser rodada em julho. Ao todo, serão 85 capítulos.
Procurada, a da Globo afirmou por meio da assessoria que "desconhece essas informações. João Emanuel Carneiro recebeu com muito entusiasmo esse desafio de fazer uma novela para o Globoplay".
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Chapeta escreveu: É, pois é, é que eu não tomei banho desde que voltei pra casa de madrugada, aliás, bonito o quarto da sua irmã.
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https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia ... asil-82311
Mais do que atrair de volta o noveleiro para o horário das nove, Pantanal conseguiu um grande feito para a Globo: colocar os homens para ver novelas. A trama protagonizada por Alanis Guillen e Jesuita Barbosa já é a produção mais vista pelo público masculino nos últimos dez anos na faixa das nove. Somente Avenida Brasil, fenômeno produzido em 2012, conseguiu alcançar dados semelhantes.
A informação foi passada pela área comercial da Globo ao mercado publicitário na noite da última quinta-feira (2). Por causa do bom desempenho, o setor de vendas criou uma campanha pequena para desmistificar a ideia de que novelas são produtos que apenas mulheres consomem --algo que está enraizado no imaginário dos anunciantes.
O Notícias da TV teve acesso ao relatório enviado pela emissora para os publicitários. Nele, afirma que sua média de telespectadores homens ligados em novelas cresceu 20% nos últimos 12 meses. Além disso, a participação de homens que assistem folhetins no horário nobre subiu seis pontos percentuais: de 25% em maio do ano passado para 31% no mesmo mês deste ano.
Quem puxou essa média para cima foi justamente Pantanal, que começou em março. A audiência masculina do remake cresceu 35% em relação à média histórica de público masculino no horário das nove. Em alguns dias, Pantanal chegou a ser mais vista por homens do que por mulheres, segundo a Globo. A taxa alcançou 51% de homens ligados no horário assistindo à saga de José Leôncio (Marcos Palmeira).
Internamente, segundo apurou a coluna, esse fenômeno já era esperado. A versão original produzida pela extinta Rede Manchete (1983-1999) em 1990 também fez muitos homens ficarem à frente da TV. Não só pela história contada, mas também pelo apelo de nudez e sexo, com os históricos banhos de Juma, interpretada por Cristiana Oliveira na época.
O sucesso com os homens também ajuda a explicar o êxito comercial de Pantanal na Globo. A maioria da "macholandia" ligada são de classes B e C, que têm poder aquisitivo considerado ideal. A novela de Bruno Luperi já fez diversas ações para marcas como Coca-Cola e Unilever.
Pantanal fica no ar até outubro, quando será substituída por Travessia, novela de Gloria Perez, com direção de Mauro Mendonça Filho. Na última terça-feira (31), Pantanal bateu recorde de audiência na Grande São Paulo, com 32,7 pontos de média.
Mais do que atrair de volta o noveleiro para o horário das nove, Pantanal conseguiu um grande feito para a Globo: colocar os homens para ver novelas. A trama protagonizada por Alanis Guillen e Jesuita Barbosa já é a produção mais vista pelo público masculino nos últimos dez anos na faixa das nove. Somente Avenida Brasil, fenômeno produzido em 2012, conseguiu alcançar dados semelhantes.
A informação foi passada pela área comercial da Globo ao mercado publicitário na noite da última quinta-feira (2). Por causa do bom desempenho, o setor de vendas criou uma campanha pequena para desmistificar a ideia de que novelas são produtos que apenas mulheres consomem --algo que está enraizado no imaginário dos anunciantes.
O Notícias da TV teve acesso ao relatório enviado pela emissora para os publicitários. Nele, afirma que sua média de telespectadores homens ligados em novelas cresceu 20% nos últimos 12 meses. Além disso, a participação de homens que assistem folhetins no horário nobre subiu seis pontos percentuais: de 25% em maio do ano passado para 31% no mesmo mês deste ano.
Quem puxou essa média para cima foi justamente Pantanal, que começou em março. A audiência masculina do remake cresceu 35% em relação à média histórica de público masculino no horário das nove. Em alguns dias, Pantanal chegou a ser mais vista por homens do que por mulheres, segundo a Globo. A taxa alcançou 51% de homens ligados no horário assistindo à saga de José Leôncio (Marcos Palmeira).
Internamente, segundo apurou a coluna, esse fenômeno já era esperado. A versão original produzida pela extinta Rede Manchete (1983-1999) em 1990 também fez muitos homens ficarem à frente da TV. Não só pela história contada, mas também pelo apelo de nudez e sexo, com os históricos banhos de Juma, interpretada por Cristiana Oliveira na época.
O sucesso com os homens também ajuda a explicar o êxito comercial de Pantanal na Globo. A maioria da "macholandia" ligada são de classes B e C, que têm poder aquisitivo considerado ideal. A novela de Bruno Luperi já fez diversas ações para marcas como Coca-Cola e Unilever.
Pantanal fica no ar até outubro, quando será substituída por Travessia, novela de Gloria Perez, com direção de Mauro Mendonça Filho. Na última terça-feira (31), Pantanal bateu recorde de audiência na Grande São Paulo, com 32,7 pontos de média.
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Chapeta escreveu: É, pois é, é que eu não tomei banho desde que voltei pra casa de madrugada, aliás, bonito o quarto da sua irmã.
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https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia ... lobo-82559

A Globo vai fazer mais uma referência direta à versão original de Pantanal, produzida em 1990 pela extinta Manchete (1983-1999). A emissora chamou a atriz Gisela Reimann, que interpretou Érica na novela de 32 anos atrás, para ser Ingrid, a mãe da personagem no remake. Érica entrará na trama por volta de agosto e será vivida por Marcela Fetter.
Gisela já está em Mato Grosso do Sul para as gravações de suas cenas, segundo apurou o Notícias da TV. O papel não existia na versão original feita por Benedito Ruy Barbosa e foi criado por Bruno Luperi na adaptação da trama. Em 1990, Érica se apresentava à família Leôncio apenas com seu pai, o deputado Ibrahim Chaguri --na versão da Globo, Dan Stulbach o interpretará.
A coluna apurou que o objetivo é fazer uma brincadeira com os telespectadores mais nostálgicos. A participação de Gisela na versão original deu muita repercussão e audiência pelo perfil de Érica --uma jovem fotógrafa feminista e à frente do seu tempo. A atriz ganhou tantos elogios na época que foi contratada pela Manchete e fez Ana Raio e Zé Trovão (1991), sucessora de Pantanal na extinta rede de televisão.
A personagem Ingrid vai dar apoio à família em um momento difícil, após a filha se envolver com José Lucas de Nada (Irandhir Santos). Vai até dizer para Érica que "sabe bem pelo que ela está passando". Esse nó na cabeça é proposital, para fazer os mais velhos se lembrarem do rosto de Gisela Reimann imediatamente.
Hoje, a atriz tem 56 anos e já fez diversos trabalhos na TV. Entre eles, três temporadas de Malhação, em 2007, 2010 e 2017; Sonho Meu (1993), que foi recentemente reprisada pelo canal Viva na TV paga; e Viver a Vida (2009), assinada por Manoel Carlos para o horário das nove da Globo. Mais recentemente, ela esteve em Gênesis (2021), trama bíblica da Record.
As gravações externas da reta final de Pantanal no Mato Grosso do Sul serão concluídas ainda neste mês. Outras participações especiais já foram fechadas para os capítulos finais. Os bisnetos de Benedito Ruy Barbosa, por exemplo, serão os filhos de Juma (Alanis Guillen) e Jove (Jesuíta Barbosa) no último capítulo.

A Globo vai fazer mais uma referência direta à versão original de Pantanal, produzida em 1990 pela extinta Manchete (1983-1999). A emissora chamou a atriz Gisela Reimann, que interpretou Érica na novela de 32 anos atrás, para ser Ingrid, a mãe da personagem no remake. Érica entrará na trama por volta de agosto e será vivida por Marcela Fetter.
Gisela já está em Mato Grosso do Sul para as gravações de suas cenas, segundo apurou o Notícias da TV. O papel não existia na versão original feita por Benedito Ruy Barbosa e foi criado por Bruno Luperi na adaptação da trama. Em 1990, Érica se apresentava à família Leôncio apenas com seu pai, o deputado Ibrahim Chaguri --na versão da Globo, Dan Stulbach o interpretará.
A coluna apurou que o objetivo é fazer uma brincadeira com os telespectadores mais nostálgicos. A participação de Gisela na versão original deu muita repercussão e audiência pelo perfil de Érica --uma jovem fotógrafa feminista e à frente do seu tempo. A atriz ganhou tantos elogios na época que foi contratada pela Manchete e fez Ana Raio e Zé Trovão (1991), sucessora de Pantanal na extinta rede de televisão.
A personagem Ingrid vai dar apoio à família em um momento difícil, após a filha se envolver com José Lucas de Nada (Irandhir Santos). Vai até dizer para Érica que "sabe bem pelo que ela está passando". Esse nó na cabeça é proposital, para fazer os mais velhos se lembrarem do rosto de Gisela Reimann imediatamente.
Hoje, a atriz tem 56 anos e já fez diversos trabalhos na TV. Entre eles, três temporadas de Malhação, em 2007, 2010 e 2017; Sonho Meu (1993), que foi recentemente reprisada pelo canal Viva na TV paga; e Viver a Vida (2009), assinada por Manoel Carlos para o horário das nove da Globo. Mais recentemente, ela esteve em Gênesis (2021), trama bíblica da Record.
As gravações externas da reta final de Pantanal no Mato Grosso do Sul serão concluídas ainda neste mês. Outras participações especiais já foram fechadas para os capítulos finais. Os bisnetos de Benedito Ruy Barbosa, por exemplo, serão os filhos de Juma (Alanis Guillen) e Jove (Jesuíta Barbosa) no último capítulo.
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Chapeta escreveu: É, pois é, é que eu não tomei banho desde que voltei pra casa de madrugada, aliás, bonito o quarto da sua irmã.
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KKKKKKKKKKKKKKKKKK meu Deus
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piadaitaliano/F42 escreveu: ↑18 Abr 2021, 21:26com todo o perdão da palavra e com toda a certeza que eu serei punido, piada é a cabeça da minha piroca! porra mano, eu tive que adicionar seu nome como "pseudo" pré candidato a moderação lá no datafórum e você agora fala que é piada? o que vc tem na sua cabeça, mano?
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Quando que o SATED vai vetar a participação dessa patricinha de atuar sem DRT?
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Mozer da Silva Reis
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Ja não basta a bizarrice que é o Irandhir Santos ser pai do Renato Goés e filho do Marcos Palmeira em Pantanal.
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KKKKKKKKKKKK essa me pegou desprevinido. Na original chegou a ter um Joventino pai quando era jovem? Não lembro direito.Mozer da Silva Reis escreveu: ↑15 Jun 2022, 09:56Ja não basta a bizarrice que é o Irandhir Santos ser pai do Renato Goés e filho do Marcos Palmeira em Pantanal.
JF CH
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piadaitaliano/F42 escreveu: ↑18 Abr 2021, 21:26com todo o perdão da palavra e com toda a certeza que eu serei punido, piada é a cabeça da minha piroca! porra mano, eu tive que adicionar seu nome como "pseudo" pré candidato a moderação lá no datafórum e você agora fala que é piada? o que vc tem na sua cabeça, mano?
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Mozer da Silva Reis
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Acho que não.Sei que o Claudio Marzo foi quem interpretou tanto o Jose Leoncio quanto o pai dele que era o Velho do Rio,agora se chegou a ter um Joventino jovem,não sei dizer.Só sei que forcarem o Irandhir Santos pai do Renato Goes foi bizarro.Se quissesem mostrar a infancia do Zé Leoncio,podiam já ter alterado pro Osmar Prado,que faz o Velho do Rio,na fase adulta dele.E,claro,escalar um ator mais jovem pra fazer o José Lucas de Nada.
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Tudo Cláudio Marzo (Joventino, José Leôncio e Velho do Rio).
Incoerente não é. O Irandir é 15 anos mais novo que o Marcos Palmeira, e o José Leôncio tinha 15 anos quando se tornou pai do José Lucas.Mozer da Silva Reis escreveu: ↑15 Jun 2022, 09:56Ja não basta a bizarrice que é o Irandhir Santos ser pai do Renato Goés e filho do Marcos Palmeira em Pantanal.
Ainda faz mais sentido que o Claudio Marzo ser pai do Claudio Marzo na versão de 1990










