A funçao de uma comédia é divertir e nao ser igual a realidade.
Eu tbm.Raphael' escreveu:E toda essa piração me fez rir pra caramba, pra mim isso é o importante.
Eu tbm.Raphael' escreveu:E toda essa piração me fez rir pra caramba, pra mim isso é o importante.

Humor de sitcom não se compara com humor de filme, eu mesmo não fiz essa comparação, falei só dos seriados que seguem uma mesma linha de humor, que são as histórias de famílias.Bruce Dubber escreveu:Mudar a proposta da série tão radicalmente de uma temporada pra outra causa quebra de público. Até porque existem vários tipos de comédia. Na maioria das vezes o humor dos sitcoms não é igual ao dos filmes americanos de besteirol e etc. Os Kyle deixaram de ser uma família normal com problemas para se tornarem totalmente disfuncionais e bobos, tem gente que não curtiu essa mudança, como eu.Raphael' escreveu:E toda essa piração me fez rir pra caramba, pra mim isso é o importante.
Pra mim isso não tem um pingo de necessidade, não precisa parecer com a vida real, é só um faz de conta, não importando se a série começou parecendo com a vida real, uma hora os assuntos acabam e se acham que está cedo para encerrar continuam, se isso é feito ainda com bons motivos para o riso, ótimo.Quase Seca escreveu:Sério.. Os episódios antigos poderiam se encaixar em situações do nosso dia a dia..Eram problemas reais muito bem desenvolvidos. Agora imagina uma situaçãocomo a do pebolim..Meu pai não mora comigo, mas se morasse e pirasse dessa maneira, eu ficaria assustado. Tentaria o mais rápido possível coloca-lo numa clínica psiquiátrica. Aquilo é um circo pastelão. Bizarro demais.
Se você parar pra analisar, sitcoms como Friends, Fresh Prince e Seinfield seguem uma mesma linha retilínea de realismo. Procuram explorar o humor de situações cotidianas, talvez até para fazer o telespectador se identificar com os personagens. Tudo bem que Fresh Prince tem um ou outro episódio peculiar como o "Hex and the Single Guy", onde o Will leva à família toda para visitar um medium, e coisas estranhas começam a acontecer depois disso, mas além de haver uma explicação lógica para tudo aquilo (que eu não vou contar por ser spoiler), existem VÁRIOS outros momentos poderosos que compensam, como por exemplo:Raphael' escreveu:Humor de sitcom não se compara com humor de filme, eu mesmo não fiz essa comparação, falei só dos seriados que seguem uma mesma linha de humor, que são as histórias de famílias.
De acordo com dados oficiais, as três primeiras temporadas da série foram um sucesso de audiência, os números só vinham a aumentar. Também de acordo com os dados, foram 8 milhões de espectadores na primeira temporada, 11 milhões na segunda e 11 milhões e 300 mil na terceira. Ou seja: não havia NENHUMA necessidade de mudar tanto os rumos do seriado. Curiosamente, foi à partir da quarta que tudo desmoronou.Raphael' escreveu:Enquanto uma série é novidade a audiência vai bem nos EUA e com o tempo começa a cair, isso com a maioria delas. Parece que o público vai enjoando e não é a qualidade que vai caindo, pessoal enjoa cedo, sobretudo lá que são bem mais exigentes.
Por essa razão os caras começam a mudar o rumo das histórias e um pouco das características dos personagens em tentativa de levantar ou até se manter, quando não dá mais simplesmente encerram e quase sempre é no momento certo.
Ok, mas entenda que nem todos pensam como você. Quando você cria algo e dá certo, quando você atrai público para seu espetáculo, a ÚLTIMA coisa que você faz é mudar drasticamente a proposta, é um risco altíssimo, porque você pode não apenas perder o público consolidado que te assistia, como pode não atrair um público novo, ficando no 0.Raphael' escreveu:Eu procuro entender isso e assistir pra curtir, no meu conceito essa questão não é e nunca será motivo para se condenar algo, se para a maioria é... ok, pra mim não. Continua engraçado?! Então pronto. Pra mim não gostar meeeeesmo de alguma coisa o negócio tem que ser bem intragável, tipo Kenan & Kel, onde os caras só focam em micagens e não há boas piadas no meio para manter um equilíbrio, aí não dá.
Aguns episódios podem abordar esses temas mas ninguém deve se prender a isso, não precisam ser todos os episódios, não há tanto assunto da realidade para cada episódio, por isso sempre tem uns de encheção de linguiça no meio, puro preenchimento, fora isso geralmente o que há é sempre a mesma coisa: Drogas, sexo, racismo, adolescência, relacionamentos, viagens em família, brigas e outros desentendimentos familiares.Bruce Dubber escreveu:sitcoms como Friends, Fresh Prince e Seinfield seguem uma mesma linha retilínea de realismo.
Justamente porquê não tinha mais assuntos para abordar, rendeu mais duas temporadas bem engraçadas do jeito que deu e terminou no momento certo.Bruce Dubber escreveu:De acordo com dados oficiais, as três primeiras temporadas da série foram um sucesso de audiência, os números só vinham a aumentar. Também de acordo com os dados, foram 8 milhões de espectadores na primeira temporada, 11 milhões na segunda e 11 milhões e 300 mil na terceira. Ou seja: não havia NENHUMA necessidade de mudar tanto os rumos do seriado. Curiosamente, foi à partir da quarta que tudo desmoronou.
Eu entendo isso, foi você quem replicou ao meu post, ou seja, você é quem está querendo que os outros pensem com o seu raciocínio enquanto eu apenas concordei com dois usuários que tinham pensamentos semelhantes aos meus, o que fiz depois foi defender meu ponto de vista e aproveitei para expor um pouco diante de outro moderador.Bruce Dubber escreveu:Ok, mas entenda que nem todos pensam como você.
Quando acaba o assunto do tal público mas a audiência permanece ótima não é a hora de encerrar, os caras sentem que dá para segurar mais um pouco mas as vezes as mudanças são necessárias porquê não há outra alternativa, é um risco que preferem correr, se a audiência cai simplesmente encerrar depois, do contrário não teriam feito uma 5ª Temporada, mesmo com a queda acharam que ainda dava e realmente aguentou bem.Bruce Dubber escreveu:Quando você cria algo e dá certo, quando você atrai público para seu espetáculo, a ÚLTIMA coisa que você faz é mudar drasticamente a proposta, é um risco altíssimo, porque você pode não apenas perder o público consolidado que te assistia, como pode não atrair um público novo, ficando no 0.
É como uma frase que eu li sei lá aonde sobre a queda de qualidade da série: Na terceira temporada, um episódio terminava com o Homer e a Marge se beijando com o pôr do sol ao fundo. Na décima primeira, o episódio terminava com o Homer soprando um dardo tranquilizante no pescoço da MargeBugiga escreveu:Eu nunca assisti assiduamente Patroa, mas é incrível como esse seu texto se aplica direitinho a Os Simpsons.Quase Seca escreveu:O Bruce já chegou no ponto. Ninguém evoluiu. Mudaram pra pior..
Sério.. Os episódios antigos poderiam se encaixar em situações do nosso dia a dia..Eram problemas reais muito bem desenvolvidos. Agora imagina uma situação como a do pebolim..Meu pai não mora comigo, mas se morasse e pirasse dessa maneira, eu ficaria assustado. Tentaria o mais rápido possível coloca-lo numa clínica de psiquiátrica. Aquilo é um circo pastelão. Bizarro demais.
Eu não troco nenhum personagem antigo pelo que se tornou no final. A serie regrediu..Parecia uma série boba da Disney ou Nick, só que com piadas sexuais. Parece que gastaram todas as boas histórias no início, e deixaram esses esboços de roteiro pro final.
É duro tu assistir um episódio bem elaborado, por exemplo, da sexta temporada, e depois ir assistir às bombas produzidas atualmente. Diferença brutal.

Como eu disse, existem vário estilos de humor que nem sempre agradam à todos. Quando você está roteirizando um sitcom familiar e cria um episódio sobre um pai que descobre que o filho usa drogas e precisa tirá-lo dessa vida, você não pode criar logo depois um episódio sobre como esse mesmo pai "responsável" fica insanamente obcecado por um jogo de pebolim bobo chegando a negligenciar sua própria família e depois outro sobre elefantes listrados que cantam Yellow Submarine. Concordo que está na hora de dar uma variada no gênero, mas que seja com uma proposta bem moldada e definida desde o início. Que você atraia um público específico e consolide-o.Raphael' escreveu:Alguns episódios podem abordar esses temas mas ninguém deve se prender a isso, não precisam ser todos os episódios, não há tanto assunto da realidade para cada episódio, por isso sempre tem uns de encheção de linguiça no meio, puro preenchimento, fora isso geralmente o que há é sempre a mesma coisa: Drogas, sexo, racismo, adolescência, relacionamentos, viagens em família, brigas e outros desentendimentos familiares.
O que está acontecendo é que eu estou constatando fatos e você está argumentando na base do "eu acho", "eu sinto", "eu gosto". Nada contra, desde que você suporte essa argumentação subjetiva com algo consistente.Raphael' escreveu:Eu entendo isso, foi você quem replicou ao meu post, ou seja, você é quem está querendo que os outros pensem com o seu raciocínio enquanto eu apenas concordei com dois usuários que tinham pensamentos semelhantes aos meus, o que fiz depois foi defender meu ponto de vista e aproveitei para expor um pouco diante de outro moderador.
A terceira temporada foi um sucesso estrondoso. Os números mostravam que desde a primeira o sucesso da série só vinha a aumentar. Mesmo assim, eles mudaram radicalmente a fórmula. O que afastou a maioria dos espectadores que os acompanhavam e atraiu poucos novos.Raphael' escreveu:Justamente porquê não tinha mais assuntos para abordar, rendeu mais duas temporadas bem engraçadas do jeito que deu e terminou no momento certo.
Você é amigo de algum produtor da série pra saber dessas coisas?Raphael' escreveu:Quando acaba o assunto do tal público mas a audiência permanece ótima não é a hora de encerrar, os caras sentem que dá para segurar mais um pouco mas as vezes as mudanças são necessárias porquê não há outra alternativa, é um risco que preferem correr, se a audiência cai simplesmente encerrar depois, do contrário não teriam feito uma 5ª Temporada, mesmo com a queda acharam que ainda dava e realmente aguentou bem.
Sim, eu disse que é um risco altíssimo, mas há chances de dar certo. Bom, pessoalmente, prefiro continuar numa fórmula que dê muito certo do que "tentar algo novo", podendo foder a coisa toda. A "Patroa" poderia facilmente ter rendido umas 7 temporadas gozando de situações cotidianas realísticas como já vinha sendo feito. Cara, olha aquele episódio do Bobby Shaw...Raphael' escreveu:Não ficam no zero, cai bastante mas muita gente ainda assiste, do público que deixa de ver metade é por querer a série só nessa linha da vida real e outra metade simplesmente cansam e buscam outra atração (ou seja, os volúveis que querem sempre novidades), quem resta são os que assistem para rir e não para serem jurados.
Não é questão de reclamar mais do que assistir e curtir. É questão de ser um mínimo critério que seja. Só pq é uma série que gosto eu tenho que aceitar qualquer bomba que me jogarem? Se entra em declínio tem que receber críticas sim..Raphael' escreveu:Pra mim isso não tem um pingo de necessidade, não precisa parecer com a vida real, é só um faz de conta, não importando se a série começou parecendo com a vida real, uma hora os assuntos acabam e se acham que está cedo para encerrar continuam, se isso é feito ainda com bons motivos para o riso, ótimo.Quase Seca escreveu:Sério.. Os episódios antigos poderiam se encaixar em situações do nosso dia a dia..Eram problemas reais muito bem desenvolvidos. Agora imagina uma situação como a do pebolim..Meu pai não mora comigo, mas se morasse e pirasse dessa maneira, eu ficaria assustado. Tentaria o mais rápido possível coloca-lo numa clínica psiquiátrica. Aquilo é um circo pastelão. Bizarro demais.
Assistam para rir, não para comparar com o universo da realidade, é a minha opinião, se para os outros importa mais reclamar do que assistir, beleza, cada um com a sua.

Esse realmente foi um dos únicos pontos negativos das 2 ultimas temporadas.Bruce Dubber escreveu:A Kady já estava entrando na fase da adolescência quando a série acabou, é nessa fase que os pais costumam ser ainda mais protetores e conservadores.
Além disso, isso não muda o fato de que até o Júnior ficou mais retardado nas últimas temporadas. Pode lembrar que nas primeiras ele era "malandrão" e esperto.
E a Claire também emburreceu demais.
Michael sempre foi um pai responsável que se preocupava com seus filhos mas tinha uma maneira diferente de lidar com eles, muitas vezes exagerava e errava como qualquer outro ser humano e inclusive se desculpava com a Jay, portanto não há nada de outro mundo num episódio em que ele fica viciado num jogo e acaba deixando a família irritada. Há um pouco de exagero em certas partes do episódio em questão, mas esse é o tempero para ter graça, sem contar que é mais um episódio de preenchimento.Bruce Dubber escreveu:Como eu disse, existem vário estilos de humor que nem sempre agradam à todos. Quando você está roteirizando um sitcom familiar e cria um episódio sobre um pai que descobre que o filho usa drogas e precisa tirá-lo dessa vida, você não pode criar logo depois um episódio sobre como esse mesmo pai "responsável" fica insanamente obcecado por um jogo de pebolim bobo chegando a negligenciar sua própria família e depois outro sobre elefantes listrados que cantam Yellow Submarine. Concordo que está na hora de dar uma variada no gênero, mas que seja com uma proposta bem moldada e definida desde o início. Que você atraia um público específico e consolide-o.
Eu e várias pessoas incluindo você estamos expondo opiniões, a única coisa que você trouxe foram índices de audiência que não tiveram um aumento tão extraordinário e que ainda por cima se referem ao país de origem da série, um público bem mais exigente e rígido, se você chama isso aí de fato para todo o acontecimento seu argumento que não é consistente, quem está querendo convencer pessoas é você e não eu. Não há nada de tão concreto, ninguém está dizendo que a opinião da maioria dos americanos foi essa.Bruce Dubber escreveu:O que está acontecendo é que eu estou constatando fatos e você está argumentando na base do "eu acho", "eu sinto", "eu gosto". Nada contra, desde que você suporte essa argumentação subjetiva com algo consistente.
Não foi um sucesso tão grandioso como você diz, de 11 milhões para 11 e 300 mil é grandioso?! Se fosse de 11 para 13 milhões até poderia dizer.Bruce Dubber escreveu:A terceira temporada foi um sucesso estrondoso. Os números mostravam que desde a primeira o sucesso da série só vinha a aumentar. Mesmo assim, eles mudaram radicalmente a fórmula. O que afastou a maioria dos espectadores que os acompanhavam e atraiu poucos novos.
Não (e nem você) mas eu sei analisar as coisas, depois de pelo menos 60 episódios produzidos as idéias começam a decair, existem casos em que não há outra alternativa a não ser improvisar.Bruce Dubber escreveu:Você é amigo de algum produtor da série pra saber dessas coisas?
Não é tão fácil quanto parece, experimente escrever uma série com todo o tempo que é necessário para um episódio ficar pronto e depois veja até quando você vai ter idéias e criatividade suficiente, mesmo que isso seja feito por vários profissionais. Já fiz curso de roteirista e sei o quanto é necessário quebrar a cabeça, portanto falar sempre é mais fácil.Bruce Dubber escreveu:Sim, eu disse que é um risco altíssimo, mas há chances de dar certo. Bom, pessoalmente, prefiro continuar numa fórmula que dê muito certo do que "tentar algo novo", podendo foder a coisa toda. A "Patroa" poderia facilmente ter rendido umas 7 temporadas gozando de situações cotidianas realísticas como já vinha sendo feito.
Esse é o único ponto que concordo, não curto o personagem e as histórias em que ele aparece, as minhas preferidas são as situações com o Calvin, sempre rachei com ele.Bruce Dubber escreveu:Cara, olha aquele episódio do Bobby Shaw...
Eu também critico pontos que acho que houveram falhas, só não aumento a certo nível de exagero, mas enfim... isso vai da visão e julgamento de cada um.Quase Seca escreveu:Não é questão de reclamar mais do que assistir e curtir. É questão de ser um mínimo critério que seja. Só pq é uma série que gosto eu tenho que aceitar qualquer bomba que me jogarem? Se entra em declínio tem que receber críticas sim..
Bom, aí entra aquilo que expliquei acima.Quase Seca escreveu:Em time que está ganhando não se mexe...Se a parada estava dando certo, que continuassem assim.
Outra série que enxergo de estilo diferente da Patroa e outras do almoço.Quase Seca escreveu:Friends seguiu as 10 temporadas da mesma maneira (e eu não sou fã da série)..E todas foram sucesso. O último episódio foi um estrondo.

Era bem nesse que eu estava pensando quando escrevi meu post anterior, esse episódio também é sem noção, o cara tomando um negócio pra crescer cabelo que tinha efeitos da maconha.Cleberson SBT escreveu:o episodio onde ninguem pode rela na peruca dele.

