Bancos

Tópico para falar dos principais bancos brasileiros

Espaço para debates sobre assuntos que não sejam relacionados a Chespirito, como cinema, política, atualidades, música, cotidiano, games, tecnologias, etc.
Chapolin Gremista
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Bancos

Mensagem por Chapolin Gremista » 01 Out 2022, 19:29

NOTÍCIAS
Bancos contra os brancos?
Bancos, os maiores promotores do identitarismo
Os banqueiros são os maiores opressores na sociedade capitalista e são justamente eles que forjaram e propagam a ideologia identitária e o "empoderamento"

ImagemPropaganda identitária do Banco do Brasil – Foto: Reprodução

Maiores símbolos do regime capitalista moderno, os bancos têm sido os principais promotores do identitarismo. Foram os primeiros a inovar nas propagandas comerciais, fazendo uso de garotos-propaganda negros, mulheres, gays e deficientes. Tudo isso para venderem a ideia de que defendem os direitos desses setores sociais.

Na matéria “A tara do Itaú por um negão“, publicada recentemente pelo DCO, mostramos que os valores pagos pelos banqueiros é parte da propaganda dos bancos para soar como uma benesse feita por eles para que apareça nas televisões e nos jornais burgueses que o banqueiro mor do Itaú, o Walther Moreira Salles, por exemplo, doou um grande valor para os políticos como Douglas Elias Belchior e Vilma Maria dos Santos Reis do PT; Orlando Silve de Jesus Jr. do PCdoB; Wesley Teixeira Silva, Tatiana Marins Roque e Carmen da Silva Ferreira do PSB; Marivaldo de Castro Pereira, Roseli Faria e José Carlos Guerreiro Galiza do PSOL políticos que têm a cara da sociedade, então isso teria uma repercussão muito positiva a fim de mostrar os banqueiros, os bancos, e tudo que fazem para especular no mercado nacional e internacional, como uma coisa positiva para a sociedade, como algo de muita relevância inclusive para o futuro, algo que tornará a sociedade melhor.



Eles doam na verdade para todos os partidos valores que para nós parecem altos mas para a burguesia financeira são como o valor de um cafezinho. Isso mostra o desprezo deles pela nossa sociedade. Eles gastam o capital que têm mais fora do Brasil do que aqui, quando investem no Brasil é em negócios que vão reverter em valores muito maiores que favorecem a burguesia financeira americana e europeia. O Brasil fica com as migalhas, sempre. Haja vista nossos transportes públicos caindo aos pedaços, as ruas e estradas de igual forma, os prédios públicos igualmente em frangalhos, enfim, às vezes dá a impressão de que estamos sofrendo algum tipo de embargo do imperialismo pois os banqueiros desprezam o país. Na verdade esse embargo existe mesmo, mas não é pautado, não aparece na imprensa burguesa. Aparece nas nossas percepções de que o país está largado, que temos no dia-a-dia. É um verdadeiro acordo de cavalheiros da burguesia financeira para levar o dinheiro e não deixar o país se desenvolver. Manter o povo cativo como fonte de lucro.

Outro ponto negativo é que esses políticos para quem eles “pagam um cafezinho” passam a ser obedientes à burguesia e ao mercado financeiro internacional, domesticados pela burguesia para ignorar o povo. Essa é a nova esquerda, infelizmente são pseudo esquerdistas, como o DCO tem alertado há tempos. O identitarismo foi feito, principalmente, não para eles, mas para que a população acredite que valorizando os políticos negros, entre outras minorias, e os únicos que conseguem alavancar suas candidaturas são os negros que recebem investimento da burguesia, já que todos os outros candidatos negros, pobres, índios, gays, mulheres mal conseguem dinheiro para imprimir panfletos, e tendo em vista o curral que a burguesia faz da campanha eleitoral, os políticos sem investimento dos bancos, que realmente lutariam para honrar a população que o elegeu, esses sim deveriam receber investimento para se fazerem conhecidos porque realmente agiriam em prol da verdadeira democracia, estes são uns verdadeiros desconhecidos e como tal não conseguiriam votos o suficiente para quebrar a armação da burguesia nas eleições, armação que fazem para só conseguirem se eleger os candidatos sob os quais ela tem domínio.

Então, como enxergar o que os banqueiros fazem e qual seu objetivo com isso?



Propaganda identitária do Nubank. Vídeo: Reprodução

Os banqueiros são uma minoria muito pequena mesmo da sociedade, e querem continuar muito bem ricos e sem chamar a atenção para sua riqueza brutal diante do extremo oposto na sociedade, cuja maioria passa necessidade todos os dias. Cientes do efeito catalisador que a imprensa e todos os meios de comunicação causam nas massas, os banqueiros, como pessoas que reconhecem o efeito da publicidade na mente humana, investem pesadamente em propaganda. Eles não seguem nenhuma tendência para lucrarem mais, eles ditam uma tendência para lucrarem mais no presente e no futuro, essa palavrinha sob a qual eles colocam como uma coisa mágica, o futuro.

Finalmente, quem não viu os comerciais de TV, faixas e painéis com garotos-propaganda negros, mulheres, obesos e deficientes físicos, fazem isso há anos. Tudo isso para você, que não tem a menor idéia de quanto os bancos se apropriam do que você paga diariamente em impostos, que se não fossem desviados tornariam sua vida muito melhor, tudo isso para que você, quando ler alguma notícia, como a desta matéria, de que os bancos estão te assaltando diariamente, você receba quase que instantaneamente na sua mente a seguinte imagem

Imagem

Segundo diz a burguesia, isso é retratado como uma tendência para aumentar a relevância do negro, as agências publicitárias têm recebido orientaçao para aumentar o número de propagandas com pessoas negras e não brancas, que seria como que uma forma justiça para com os mais de 50% de negros ou pardos, como noticia a imprensa burguesa. Enfim, é como se tudo fosse mudar para melhor para o oprimido quando a burguesia mostrasse que os negros estão no foco das suas câmeras.

A verdade que fica oculta nas propagandas é que os banqueiros, aliados aos políticos que dominam, todos os anos assaltam os cofres públicos respaldados em leis que forçaram os políticos a aprovar para que eles, os banqueiros, não sejam vistos como ladrões, que na verdade é o que são. Todo ano retiram quase a metade do orçamento da União sem burlar as leis, porém é um dinheiro do qual ninguém sabe a origem. Tanto no Brasil quanto nos outros países os bancos se apropriam da dívida pública.

O dinheiro que retiram do orçamento deveria ser usado para tornar o país melhor, o futuro melhor, como diz a propaganda dos bancos, deveria ser para gerar empregos, para construir moradias, escolas, hospitais, laboratórios, para comprar respiradores para a população com covid, que teria feito com que menos pessoas tivessem morrido na pandemia. Todos os anos os bancos levam praticamente a metade do orçamento da União, algo em torno de 1,5 trilhão de reais, fora o que levam dos correntistas, em juros e taxas bancárias. Os bancos querem que você se esforce e acredite no futuro melhor, que nunca chega, e o presente, bem o presente tem sido de muito lucro para os banqueiros com o dinheiro que você ganha trabalhando duro hoje.



Colocar o negro, o gordo, o deficiente, a mulher, a criança, o idoso ou os indefinidos, ou mesmo a preservação das florestas e do meio-ambiente, no foco das câmeras, não vai fazer com que as pessoas semelhantes a estas passem a ter poder de compra, como a burguesia faz o tempo todo explorando a classe trabalhadora e o meio-ambiente, da mesma maneira, o esforço individual da classe trabalhadora na preservação do meio-ambiente não irá contribuir em nada para a preservação do ecossistema, pois, em contrapartida a isto, essa burguesia financeira destrói a maior parte do meio ambiente, como este Diário destacou na matéria “Contra o Imperialismo, não importa a cor”.

São os maiores exploradores do mundo e não aceitam críticas, controlam governos, destroem populações, controlam as economias mundiais, o sistema financeiro mundial, a taxação pela circulação de mercadorias, pela fabricação delas, e a taxação da venda das mesmas mercadorias, além da taxação do financiamento da compra das mesmas mercadorias. Você paga de três a quatro vezes, pelo menos, pela mesma compra de um produto. A burguesia financeira é o coração do sistema imperialista atual. Eles são os maiores opressores: dos negros, das mulheres, do conjunto da população, do meio ambiente. Para acabar com a opressão, não adianta prender a população que se rebela contra esse sistema. Os banqueiros fabricaram o identitarismo através de demagogias baratas para você pensar que você vai conseguir lutar contra a opressão, que é só uma questão de cada um se engajar num movimento de luta contra a opressão. A única maneira de acabar a opressão é acabando com a burguesia financeira sionista mundial, ou seja, os banqueiros, que investem para fazer você acreditar que o inimigo está em você mesmo, que é onde terminam esses movimentos de engajamento da sociedade. No combate da sociedade por ela mesma.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/t ... titarismo/
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Mensagem por Chapolin Gremista » 04 Out 2022, 18:48

NOTÍCIAS
Plano de saúde do trabalhador
Direção do BB ataca mais uma vez a Cassi
Desta vez, o ataque vem na forma das famigeradas reestruturações, um programa que prevê o fechamento de cinco e terceirização de 23 unidades

ImagemCassi – Foto Reprodução

A direção do Banco do Brasil, e seus prepostos à frente da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), aumentam a ofensiva com vista a liquidar com o plano de saúde dos trabalhadores com o objetivo de aumentar a pavimentação do caminho para a privatização do banco.

Desta vez, o ataque vem na forma das famigeradas reestruturações, um programa que prevê o fechamento de cinco e terceirização de 23 unidades da entidade de assistência à saúde dos trabalhadores do BB.

Segundo informações das entidades de luta dos trabalhadores bancários, as cinco unidades para serem fechadas são as do estado do Acre, Amapá, Tocantins, Rondônia e Roraima; e as que terão as suas administrações terceirizadas são nas cidades de Araçatuba, Piracicaba, Bauru, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Sorocaba, todas no estado de São Paulo; na Paraíba: Petrópolis e Campina Grande; na Bahia: Feira de Santana, Itabuna e Vitória da Conquista; Maringá, localizada no estado do Paraná; Montes Claros, Uberlândia e Uberaba, no estado de Minas Gerais; no Rio Grande do Sul, estão na mira as cidades Passo Fundo, Pelotas, Caxias do Sul e Santa Maria; em Santa Cataria: Joinville, Balneário Camboriú e Blumenau.

Com mais essa medida, os golpistas da direção do BB dão mais um passo na tentativa em liquidar com a maior operadora de autogestão em saúde do Brasil.

Sem sombra de dúvidas que o plano de reestruturação na Cassi aprofunda os ataques dos golpistas ao Plano de Saúde dos trabalhadores, altera profundamente a estrutura de várias unidades, fecha unidades e terceiriza diversas outras.

Na verdade, o que está por detrás de mais essa medida de ataque à Cassi é a política de absoluta liquidação de um plano construído pelos trabalhadores do BB com cerca de 660 mil participantes, com uma receita de mais de R$ 6 bilhões e entregar para os abutres capitalistas, que estão de olho nesse patrimônio fabuloso.

As entidades sindicais, e os trabalhadores, não devem aceitar mais esse ataque desferido à saúde da categoria bancária, e organizar uma gigantesca mobilização contra a entrega da Cassi que, na sua esteira, aumenta a possiblidade de privatizar o Banco do Brasil e entregar o património do povo brasileiro para meia dúzia de banqueiros e capitalistas parasitas que vivem às custas da exploração dos trabalhadores. Esta luta só será verdadeiramente completa no momento que os trabalhadores, no processo eleitoral em curso, derrotar o golpe da direita por Lula presidente, por um governo dos trabalhadores da cidade e do campo.


https://www.causaoperaria.org.br/rede/c ... z-a-cassi/
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Mensagem por Chapolin Gremista » 05 Out 2022, 13:24

NOTÍCIAS
O pior cenário possível
Os banqueiros estão em pânico com o segundo turno
Imperialismo não tem controle total sobre nenhum dos dois candidatos.

ImagemJosé Serra (PSDB) e Simone Tebet (MDB) discutem no Senado, dois representantes “puro sangue” dos banqueiros. – Foto: Flickr/ Marcos Oliveira/ Agência Senado (CC BY 2.0).

Não é por acaso que a burguesia vem fazendo campanha contra a polarização política nos últimos anos. O processo desencadeado pelo golpe de Estado e sua reação popular em grande medida esvaziou a capacidade eleitoral dos setores mais tradicionais da direita, os representantes mais confiáveis do grande capital internacional. Nem Lula nem Bolsonaro podem cumprir o papel que um José Serra ou uma Simone Tebet cumpririam para a burguesia.

Os dois polos da situação política possuem base militante, um fator que atrapalha o controle da burguesia sobre eles. Nessas eleições, a polarização é ainda mais acentuada do que foi em 2018, pois há quatro anos atrás no lugar de Lula estava Haddad, “o mais tucano dos petistas”. Lula e Bolsonaro ao mesmo tempo em que são fortalecidos por suas bases, precisam moldar suas políticas para manter esse apoio, isso os dá um certo grau de independência em relação à burguesia e dificulta o controle que ela exerce sobre seus governos.

Em 2018, o candidato principal da burguesia foi Alckmin. Mesmo contando com um tempo de televisão gigantesco e recursos financeiros desproporcionais, sua candidatura empacou e o tucano obteve menos de 5% dos votos válidos. Agora, a bola da vez foi a latifundiária Tebet e a corrida eleitoral foi armada para favorecer a mdbista. Nem manobrar com o identitarismo, montando a chapa “100% feminina”, foi suficiente para emplacar sua candidatura.

A burguesia, sendo uma classe social que conquistou o poder já há alguns séculos, não dorme no ponto. Entre as duas últimas eleições, trabalhou intensamente para desmontar a polarização política. Em 2021, após o rompimento do imobilismo ditado pela esquerda do “fique em casa”, ocorreram diversas manifestações populares nas ruas. Obviamente, manifestações lideradas pela esquerda, pelos setores populares. Ali entrou em cena uma tentativa canalha de reabilitar politicamente o PSDB.

O movimento Fora Bolsonaro foi oferecido de bandeja para os pais do bolsonarismo por setores do PSOL e PCdoB e até por gente da chamada “imprensa progressista” como Renato Rovai. Os ataques ao PCO atingiram um grau muito acentuado, ao ponto de acontecerem tentativas frustradas de expulsar o partido que lançou a campanha Fora Bolsonaro ainda em 2018 dos atos! A intensidade da polarização política impediu a manobra e os cabos eleitorais do PSDB desapareceram das ruas.

Por fim, depois de tantos esforços, um segundo turno entre Lula e Bolsonaro é uma derrota para os banqueiros. Isso não significa, nem de longe, que não vão manipular o segundo turno conforme sua avaliação da situação. E muito menos, que não vão controlar o máximo possível o governo que vier a ser eleito, assim como ocorreu com o governo Bolsonaro. Lula ou Bolsonaro no governo federal representam problemas diferentes para esse setor da burguesia e na disputa dão corpo à temida polarização política.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/d ... ndo-turno/
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Mensagem por E.R » 05 Out 2022, 13:29

Uma medida que será feita no Congresso nos próximos anos (independente de quem vencer a eleição) vai ser a regulação do bitcoin e das critpomoedas (criptoativos).

Por mais que a empresa G.A.S tenha cometido alguma irregularidade, é fato que foi ótimo para os banqueiros e sistema financeiro a prisão do CEO da empresa (Glaidson Acácio dos Santos) e o fim da operação da empresa G.A.S.

A prisão de Glaidson serve como exemplo para que outras empresas que trabalham com criptomoedas não operem no Brasil e que "não se atrevam a querer competir com os bancos" e, com a regulamentação do bitcoin no Congresso, quem vai oferecer investimentos em criptoativos serão os próprios bancos poderosos do Brasil (alguns bancos já estão oferecendo, porém com a regulamentação que teremos no Congresso nos próximos anos, essa oferta de bancos para clientes vai aumentar).
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Mensagem por Chapolin Gremista » 05 Out 2022, 21:54

NOTÍCIAS
Vinícius Poit
Candidato do Itaú anuncia apoio a Bolsonaro
Em quarto na eleição para o governo de São Paulo, Poit é membro do Partido Novo, controlado pelo Itaú e pelos banqueiros

ImagemVinícius Poit (Novo) é ainda mais um filhote dos banqueiros a declarar apoio a Bolsonaro – Foto: Reprodução

Após a realização do primeiro turno das eleições de 2022, neste domingo (02), definiu-se a disputa ao governo de São Paulo com um segundo turno entre Fernando Haddad (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos). Com o resultado, Vinícius Poit (Novo), candidato do partido do Itaú e dos banqueiros, ficou em quarto lugar, com 1,67% dos votos válidos.

Nessa quarta-feira (05), Poit anunciou que irá apoiar Tarcísio de Freitas, o candidato de Bolsonaro em São Paulo, nesse segundo turno. Ademais, também sob a justificativa de que é “totalmente contra o PT”, o ex-candidato do Novo declarou seu apoio à reeleição de Jair Bolsonaro (PL).

Em relação a Tarcísio, Poit afirmou que apoia o candidato, pois ele concorda com a implementação de algumas propostas do Novo, como Poupatempo do Agro, educação financeira e técnico profissionalizante e Código de Defesa do Empreendedor.

Já sobre Bolsonaro, Vinicius colocou que seu voto, no segundo turno, é contra o ex-presidente Lula:

“Votarei @jairbolsonaro e continuarei o mandato de Deputado dando exemplo de transparência, cortando privilégio, mantendo a fiscalização ao executivo e lutando p/ aprovar projetos”, declarou, em sua conta no Twitter, o filhote dos bancos.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/d ... bolsonaro/

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Mensagem por Chapolin Gremista » 12 Out 2022, 00:57

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Mensagem por Chapolin Gremista » 14 Out 2022, 00:48

NOTÍCIAS
PRÓXIMO DO 2° TURNO
Compra de votos: Bolsonaro perdoa até 90% das dívidas com a Caixa
Medida é claramente eleitoreira e demagógica, mas mostra também que Bolsonaro está "jogando para a galera"; Lula precisa fazer uma campanha verdadeiramente popular

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Mais uma manobra eleitoreira de compra de votos será ofertada ao eleitores brasileiros, segundo anúncio feito hoje, (06), pelo presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), que disse que a Caixa Econômica Federal vai anunciar um programa de perdão de até 90% das dívidas para 4 milhões de pessoas, em fala no Palácio da Alvorada, transmitidos pelas redes sociais.

“Ela (a presidente da Caixa) vai anunciar um programa, ‘Vá para o Azul’… ela autorizou (eu falar), vai mexer com a vida de 4 milhões de pessoas que têm dívidas na Caixa Econômica e 400 mil empresas que têm dívidas na Caixa”, disse.

Isso o judiciário e todo o aparato de “transparência e fiscalização” do governo não vê, não liga, e acha absolutamente normal. As leis não estão aí para os trabalhadores, a luta é sempre para o bem da burguesia, promoção e manutenção do governo burguês por mais 4 anos e infinitamente.

https://causaoperaria.org.br/artigo/com ... m-a-caixa/
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Mensagem por Chapolin Gremista » 15 Out 2022, 12:32

NOTÍCIAS
CHORANDO DE "BARRIGA CHEIA"
Fim do teto de gastos, que os banqueiros paguem a conta
Burguesia reclama dos gastos propostos por Lula porque quer deixar o povo morrer de fome

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Jornais da burguesia, se dedicaram de forma intensa, nos últimos dias, a reclamarem de que as propostas dos candidatos à presidente aumentam os gastos públicos para o próximo ano.

Diversos órgãos da venal imprensa burguesa se dedicaram a apresentar contas nas quais procuram mostra que a maioria das “promessas” seriam impossíveis de serem atendidas por conta de ferirem o “sagrado” (para eles) teto de gastos, o limite legal estabelecido para os custos das necessidades do povo que, com seu trabalho e seus impostos sustenta o Estado capitalista e toda a riqueza da nação, da qual não pode usufruir.

O alvo principal é Lula

O principal alvo desses ataques da burguesia é o candidato apoiado pela imensa maioria das organizações dos trabalhadores, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Querem apresentar que as pequenas mudanças que ele propõem, que não são suficientes para atender as enormes necessidades do povo brasileiro, não têm viabilidade. Quem sabe assim, convencer uma parte da “opinião pública” que o melhor é seguir com Bolsonaro, com o qual também não concordam, mas têm mais pontos em comum e sentem que podem pressionar melhor pelos seus interesses contra os do povo.

O reacionário jornal O Estado de S. Paulo, por exemplo, lamentou que “as promessas do lado das despesas que o ex-presidente Lula está fazendo na campanha custariam em torno de R$150 bilhões em 2023“(13/10/22).

Nas conta e lamentações desses “analistas” da burguesia estão, entre outros:

o aumento em R$25 bilhões dos investimentos previstos no projeto de Orçamento enviado pelo governo Bolsonaro, onde há recursos para reativar o programa Minha Casa Minha Vida;
R$15 bilhões em “investimentos” (como diz Lula) no reforço do orçamento da Educação e para conceder um pequeno aumento real para o salário mínimo no primeiro ano do governo;
está prevista apenas uma reserva de R$11,7 bilhões no Orçamento para o reajuste dos salários dos servidores, com salários congelados há anos.

Não há recursos… para o povo trabalhador

O jornal de economia do poderoso “império” da Globo, o Valor Econômico, calculou que o “impacto orçamentário das promessas de Lula e Bolsonaro ultrapassa R$100 bi para 2023″(10/10/22)

Eles incluem nesta conta R$ 52 bilhões que não estão previstos no orçamento para 2023 e que serão necessários para custear a manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600 mensais.

Lula anunciou que pretende pagar um adicional de R$150 por criança de até seis anos para famílias contempladas pelo programa, que voltaria a se chamar Bolsa Família.

Os “economistas” da burguesia fazem campanha também contra a correção da tabela do Imposto de Renda, por conta de Lula ter declarado que, eleito, vai elevar para até R$5 mil mensais a faixa de isenção.

Os banqueiros e seus serviçais “choram” porque roubam mais da metade de tudo que é arrecadado dos impostos. No ano passado foram mais de R$2,1 trilhões!!!

O que está sendo proposto é pouco, diante das necessidades do povo e não representa mudanças profundas que possam, efetivamente, garantir uma mudança real nas condições de vida da maioria do povo.

Por isso mesmo, as organizações do movimento operário precisam apresentar um programa próprio diante da crise, diante da qual a burguesia quer esfolar ainda mais o povo para garantir seus lucros. Não há meio termo ou conciliação possível com os que querem deixar o povo morrendo de fome, tendo seus salários ainda mais achatados pela inflação e os recursos públicos serem sugados pelos bancos e outros grandes tubarões capitalista e suas máfias politicas.

Os trabalhadores precisam colocar na ordem do dia, seja com que governo for a luta por um salário mínimo vital que seja suficiente para atender às suas necessidades e de suas famílias; que hoje não poderia ser de menos de R$7000. É preciso reduzir a jornada de trabalho, sem reduzir os salários, para garantir emprego para todo e a recomposição de 100% do valro dos salários para repor o que foi roubado nos últimos anos, dentre outras medidas.

É preciso acabar com o teto de gastos quando se trata de atender às frentes necessidades do povo.

E de onde devem vir os recursos?

De quem tem. De quem roubou e continua roubando o povo trabalhador.

Prá começar, é preciso expropriar os banqueiros, estatizar o sistema financeiro, tirar de quem tem para matar a fome e combater a miséria dos que produzem a riqueza do País.

É preciso parar a riqueza da sangria nacional, nacionalizando o petróleo e garantindo que os recursos dessa e de outras riquezas naturais sejam colocados à serviço da melhoria das condições de vida do povo trabalhador e não destinados a enriquecer ainda mais os especuladores que se apropriaram na Petrobrás e das nossas jazidas.

Por essas e outras medias que, de fato, mudem a vdd do povo, é preciso lutar já, nas ruas, por Lula presidente, por um governo dos trabalhadores.

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Mensagem por Chapolin Gremista » 18 Out 2022, 21:47

NOTÍCIAS
NAS ELEIÇÕES
Trabalhador bancário vota em trabalhador
O ataque às condições de vida da maioria da população, em favor dos interesses do grande capital nacional e internacional, aprofunda-se em todas as direções

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Os trabalhadores aproximam-se do dia do segundo turno das eleições em meio à maior crise econômica social e política do País.

Ante o agravamento da crise econômica mundial, a burguesia nacional e seu governo, capacho dos países imperialistas, não têm outra “saída” senão aprofundar a expropriação das massas exploradas, conduzidas, cada vez mais, a uma situação de fome e miséria. Os salários são levados ao seu mais baixo poder de compra, o salário mínimo situa-se como um dos mais baixos de todo o mundo, incapaz de atender até mesmo aos gastos com alimentação de uma família trabalhadora.

Para “reduzir seus custos” diante da crise, os patrões tiram do trabalhador até mesmo o elementar direito de ter um emprego para ser explorado por um capitalista: só no estado de São Paulo, já são mais de 3,5 milhões de desempregados. Cresce o fechamento de fábricas em muitas das quais os patrões somem levando inclusive as máquinas e não pagando nem mesmo os magros créditos trabalhistas aos empregados.

O ataque às condições de vida da maioria da população, em favor dos interesses do grande capital nacional e internacional, aprofunda-se em todas as direções; desde a juventude, atingida com uma brutal campanha de destruição da escolas e universidades públicas e de expulsão dos alunos das escolas pagas (por meio dos astronômicos aumentos das mensalidades) até os aposentados, roubados todos os anos com reajustes abaixo da inflação.

Mais do que nunca, portanto, coloca-se a necessidade da construção de uma ampla mobilização do conjunto dos explorados contra os planos de fome e miséria do grande capital e dos seus governos. Os trabalhadores têm demonstrado disposição para esta luta, como prova a greve dos enfermeiros; dos servidores públicos, entre outras greves e lutas do último período.

É nesse sentido, portando, que está colocada a tarefa, neste atual processo eleitoral. A principal questão é votar e lutar para construir uma grande mobilização nacional através da candidatura que atenda às reivindicações mais sentidas da maioria explorada da população e para colocar abaixo o governo golpista Bolsonaro, e o regime político que o sustenta e substituí-lo, por meio da ação revolucionária das massas, por um governo dos trabalhadores, um governo da cidade e do campo, que hoje se expressa na candidatura do companheiro Luiz Inácio Lula da Silva.

A categoria bancária vem sofrendo, nos últimos anos, um aprofundamento dos ataques dos banqueiros: arrocho salarial, demissões em massa, assédio moral para o atingimento de metas de venda de produtos bancários, fechamento de centenas de agências e dependências bancárias, terceirização, sucateamento dos bancos públicos com vistas à privatização, descomissionamento, ou seja, uma série de medidas que, literalmente, tem levado os trabalhadores às raias da loucura (segundo pesquisas, a categoria bancária é a que mais sofre consequência de doenças laborais, principalmente as relacionadas às doenças psíquicas) e, nesse sentido é mais do que urgente impulsionar a mobilização dos trabalhadores por suas reivindicações. Este é o caminho para fazer nas eleições, para que a categoria possa fazer, mesmo que seja parcialmente (as eleições são mais um campo de luta e não o mais fundamental), um verdadeiro marco de luta da classe trabalhadora, e dar mais um passo para as lutas que, sem dúvida nenhuma, estão por vir.

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Mensagem por Chapolin Gremista » 22 Out 2022, 18:11

NOTÍCIAS
CAMPANHA FRAUDULENTA
Banco do Brasil escancara propaganda eleitoral bolsonarista
80% dos bancários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal irão votar em Luiz Inácio Lula da Silva

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A direção golpista do Banco do Brasil, através do seu canal interno de comunicação aos seus funcionários, divulga propaganda em favor do candidato fascista Bolsonaro.

No último dia 18 de outubro foi veiculado, no sistema de comunicação corporativa do banco, uma matéria relativa ao Agronegócio, em cuja foto que ilustra a matéria aparecem produtores rurais fazendo o sinal de arma com as mãos, o mesmo sinal que simboliza as campanhas bolsonaristas.

É claro que a direção do Banco do Brasil vem se utilizando de todos os recursos para tentar intimidar os trabalhadores no sentido de tentar virar os votos que, na sua grande maioria, está voltada para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Uma pesquisa interna, feita pelas entidades de luta dos trabalhadores, revela que cerca de 80% dos bancários, tanto do Banco do Brasil, quanto da Caixa Econômica Federal, irão votar em Lula. Os motivos para tanta adesão são muito claros. O governo Bolsonaro e o seu Ministro da Economia, Paulo Guedes, já deram diversas declarações de que pretendem privatizar, praticamente uma doação no governo pró-burguesia Bolsonaro, os bancos públicos e todas as empresas estatais. A política adotada por este governo de reestruturação nas dependências bancárias é um verdadeiro terror para os bancários, que estão sendo demitidos em massas, através dos famigerados Planos de Demissão Voluntária, centenas de agências e dependências bancárias estão sendo fechadas e o que ocasiona o descomissionamento, transferências compulsórias de funcionários para outras localidades que não da sua residência, dentre outras barbaridades. Os ataques são gigantescos contra os bancários: arrocho salarial, assédio moral como forma de pressão para a venda de produtos, sobrecarga de trabalho, fim dos direitos, tais como pagamentos de horas extras, finais de semana remunerado, etc. e, o trabalhador bancário, vê nessas eleições a possibilidade de dar um fim em tantos ataques.

Recentemente a direção do BB, na tentativa de persuadir os seus funcionários, mandou que os chefetes de plantão solicitassem que os funcionários usassem camisas de cor amarela durante as atividades do MPE Week e são coagidos a postar fotos com a vestimenta em seus próprios perfis nas redes sociais. Um verdadeiro absurdo de arbitrariedade.

Em contrapartida a mais essas charlatanices da direção do banco, as entidades sindicais estão em campanha nas dependências bancárias, aumentando a campanha por um governo dos trabalhadores, que se expressa na candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, como é o caso em Brasília, por exemplo, em que a totalidades da diretoria do Sindicato e seus funcionários estão rodando todas as unidades do BB chamando o voto em Lula, para derrotar o golpe de Estado e derrotar tanto a direita fascista, quanto a direita liberal.



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Mensagem por Chapolin Gremista » 04 Nov 2022, 14:45

NOTÍCIAS
ENGANANDO MISERÁVEIS
Caixa suspende mais uma vez o empréstimo do Auxílio Brasil
Bolsonaro fez isso para se eleger e não pensou mais uma vez na classe trabalhadora

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Depois do questionamento do TCU (Tribunal de Contas da União) devido a estudos mais aprofundados sobre a vulnerabilidade do público, a Caixa Ecônomica Federal decidiu hoje (04), protelar de dois para cincos dias úteis o prazo de resposta aos cidadãos sobre as aprovações das propostas.

“A Caixa informa que, durante o processamento da folha de pagamento do Auxílio Brasil, processo que envolve Dataprev, Caixa e Ministério da Cidadania, a partir de 19h do dia 01/11/2022 até as 7h do dia 14/11/2022, o Consignado Auxílio Brasil não estará disponível para contratação”, diz nota do banco.

A Caixa suspendeu, até 14 de novembro, a concessão do empréstimo consignado ligado ao Auxílio Brasil. A suspensão já havia ocorrido entre os dias 21 e 24 de outubro por conta da alta procura. Em apenas três dias o banco liberou R$ 1,8 bilhão para 700 mil pessoas. Um alerta devido a alta procura colocou em questão por pessoas de bom censo que são contrários ao endividamento compulsório de mais de 20 milhões de famílias famintas beneficiários do Auxílio Brasil.

Os beneficiários podem emprestar até 40% do valor da parcela do benefício, o desconto das parcelas é feito mês a mês, diretamente do benefício. Conseguem emprestar até R$ 2.569,34, em 24 vezes. O valor máximo mensal a ser pago é de R$ 160,00 e deixa o benefício de R$ 600,00 com apenas R$ 440,00.

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Mensagem por Chapolin Gremista » 10 Nov 2022, 05:15

NOTÍCIAS
SOB O REGIME DO GOLPE
Direção do Banco do Brasil fecha agências e nem avisa os clientes
Banco do Brasil fecha agência e transfere conta dos clientes sem qualquer tipo de comunicado, e, em muitos casos, tiveram as suas contas bloqueadas pelo banco

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No governo Bolsonaro, os banqueiros se sentiram à vontade para passar por cima dos direitos dos trabalhadores e de toda a população. Se são capazes de destituir uma presidenta eleita democraticamente com mais de 54,5 milhões de votos em processo farsa no comprado Congresso Nacional, ou mesmo rasgando a Constituição brasileira, prendendo a maior liderança popular do país, Luiz Inácio Lula da Silva, em segundo grau de jurisdição, que dirá as consequências para um simples cidadão.

É o que vem acontecendo com as reestruturações que estão acontecendo em praticamente todos os bancos. Passam por cima dos direitos do cidadão com a maior naturalidade, sabedores de que não haverá qualquer tipo de consequência.

O Banco do Brasil, que já fechou centenas de agências no país inteiro, trata os trabalhadores e seus clientes apenas como uma peça no seu tabuleiro para aumentar os seus fabulosos lucros e satisfazer o apetite de meia dúzia de parasitas capitalistas. Não são poucas as denúncias de transferências de contas bancários dos clientes para outras agências em consequências do fechamento de postos de serviço e agências. Um cliente, em Brasília, reclama que teve o seu dinheiro bloqueado pela mudança sem aviso prévio e desabafa ao dizer que teve que esperar uma manhã inteira para começar a resolver a situação. Outra cliente se manifesta referente ao descaso do banco quando foi informada pelo terminal eletrônico que a sua conta seria transferida, mas não informa quando e para onde será feita a transferência.

É clara a política da direita golpista em privatizar as empresas estatais, dentre elas o Banco do Brasil. O desmonte dos bancos públicos através das demissões em massa, fechamento de centenas de agências, descomissionamentos, transferências compulsórias de funcionários, arrocho salarial, etc. é parte da política geral desse governo; que já vai tarde através da sua derrota no processo eleitoral para um candidato representante da classe trabalhadora. Os golpistas brasileiros são verdadeiros servos das máfias econômicas e políticas internacionais, as quais tem como objetivo destruir todos os direitos de todos os trabalhadores e roubar a riqueza e o patrimônio público nacional para garantir seus lucros.


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Mensagem por Barbano » 10 Nov 2022, 09:31

É só resultado da modernização. Hoje em dia se faz quase tudo pelo celular. Não tem mais necessidade de inúmeras agências físicas com dezenas de caixas. O pix foi a pá de cal.

O BB é uma empresa de capital misto, que atua concorrendo com o mercado privado. E felizmente é competitivo e até melhor do que vários bancões privados. Se ficasse com mentalidade estatal, já teria perdido mercado e estaria no preju.
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Mensagem por Chapolin Gremista » 10 Nov 2022, 18:03

NOTÍCIAS
BANCÁRIOS
Governo Bolsonaro detonou com a vida do bancário
Só para os trabalhadores não há dinheiro. Enquanto isso multiplicam-se as fraudes, os escândalos e favorecimento políticos

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Asituação da categoria bancária é insuportável. Nunca, como hoje, os salários dos bancários chegaram a níveis tão baixos, produto de um violento arrocho salarial. Graças ao governo Bolsonaro e a sua política de recessão planificada, de assalto programado aos bolsos dos trabalhadores brasileiros. Para atender aos interesses dos grandes capitalistas e banqueiros nacionais e internacionais, os bancários estão recebendo um salário que mal os mantém vivos.

Somente os salários que não sobem, enquanto a inflação se mantém alta, e é reajuste em cima de reajuste no preço das tarifas públicas, gasolina, gás, aluguéis, nas passagens de ônibus, nos gêneros alimentícios, etc.

Só para os trabalhadores não há dinheiro. Enquanto isso, multiplicam-se as fraudes, os escândalos e favorecimento políticos (como as dívidas dos ruralistas, junto ao Banco do Brasil, por exemplo, que tiveram desconto de até 95% para saldarem as tais dívidas) e os bancos demonstram, mais uma vez, uma capacidade imbatível de realizar lucros nas piores circunstâncias, não só do conjunto dos trabalhadores, como para toda a população, como foi no caso do período mais agressivo da pandemia do coronavírus. A par com lucros astronômicos (atingiram R$ 138 bilhões nos 12 meses encerrados em julho/2022) há o confisco salarial inédito e, através da “modernização” (automação) crescem as demissões em massa (no acumulado de 12 meses, de julho de 2021 a julho de 2022, foram mais de 36 mil desligamentos, sendo que, desses, mais de 16 mil foram desligamentos sem justa causa, e outros mais de 15 mil pelos famigerados Planos de Demissão “Voluntária”).

É preciso dar um basta nessa situação na categoria bancária. É preciso mobilizar para dobrar os patrões e seus governos, quebrar o arrocho e barrar as demissões. Parar com a política de esmolas que nada resolvem.

É necessário reivindicar um salário que atenda as necessidades básicas de uma família do trabalhador bancário: moradia, saúde, educação, alimentação e transporte. O direito ao trabalho é o único direito que verdadeiramente se pode reclamar sob o capitalismo, ou seja, que os patrões alimentem os escravos de seu sistema de exploração.

Nesse sentido é necessário exigir um aumento salarial de emergência. Os bancários devem dizer aos banqueiros, a seu governo e tribunais, em português claro e em alto e bom som: se não houver 100% de aumento para todos, os bancários irão parar. Mobilizar é a palavra de ordem do momento. Preparar, imediatamente, a luta por 100% de aumento já.

A categoria bancária deve aproveitar a vitória de uma candidatura dos trabalhadores, resultado esse que significa a revolta popular contra o que foi imposto nos últimos anos contra os trabalhadores, e chamar as suas organizações de luta para organizar a luta. A Contraf/CUT e seus sindicatos filiados devem convocar um Congresso Nacional dos Trabalhadores Bancários, com milhares de delegados eleitos em assembleias de base, para aprovar um plano de lutas para a próxima etapa.


https://causaoperaria.org.br/2022/gover ... -bancario/
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Mensagem por Chapolin Gremista » 12 Nov 2022, 18:31

NOTÍCIAS
LUTAR CONTRA OS BANCOS
Endividamento das famílias: a farra dos bancos em meio à miséria
É necessário que o Estado nacional invista pesado na reindustrialização do país e seja a base da geração de novos empregos para toda população

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Ogolpe de Estado cumpriu um papel crucial no verdadeiro roubo que os bancos fizeram contra a economia nacional e ao bolso do trabalhador brasileiro. Hoje, segundo os dados publicados pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), o percentual de famílias que possuem contas em atraso em todo território nacional ultrapassou a marca de 30% neste mês de outubro, um aumento de 4,7 pontos percentuais em apenas um ano. É a maior taxa de inadimplência aferida na população desde o início das pesquisas, que teve os primeiros dados de sua série histórica divulgados ainda em 2010.

Segundo a própria pesquisa, hoje, no Brasil, 79,2% das famílias se declaram endividadas, sendo que os juros apenas aumentaram, tendo saltado no Banco Central de 1,9% no início do ano passado, para 13,75%, empurrando para dívidas ainda maiores a grande parte das famílias de trabalhadores brasileiros. Este alto nível de inadimplência é encontrado em todas as camadas sociais, tamanho nível da crise. Contudo, é naqueles que recebem até dois salários mínimos onde os números oficiais batem os maiores recordes, chegando a quase 40% de inadimplência nas famílias por crédito em atraso, de acordo com registros do mês de julho.

Segundo a imprensa burguesa, uma solução é difícil de ser encontrada, ao mesmo tempo que critica qualquer iniciativa de distribuição de renda como prometida pelo recém eleito governo Lula. A imprensa busca, na realidade, esconder os fatos e os verdadeiros culpados por todo este aumento da miséria na população.

As dívidas apenas crescem, pois os bancos estão lucrando mais do que nunca com a falência dos trabalhadores. Com taxas cada vez mais abusivas, o endividamento por crédito no Brasil se tornou, para muitas famílias, um poço sem fim: juros sob juros, os bancos exploram a falta de condições econômicas da população brasileira, que teve durante o golpe de Estado, tanto a economia nacional, quanto a geração de empregos e a falta de aumento dos salários, como fatores determinantes para o endividamento geral das famílias brasileiras.

A única maneira, de fato, de resolver este problema, é levando às últimas consequências a política de reindustrialização do País proposta por Lula. É necessário que o Estado nacional invista pesado na reindustrialização do Brasil e seja a base da geração de novos empregos para toda população. Além disso, é preciso aumentar de maneira emergencial em 100% o salário de todos os trabalhadores brasileiros. Não basta preservar o Bolsa Família, é preciso ter um aumento real do salário suficiente para garantir o sustento dos trabalhadores, e isso passa por uma forte política pública de criação de empregos, industrialização nacional e aumento significativo do salário dos trabalhadores.



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