Educação
- dedediadema
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Re: Educação
Já pararam pra pensar que o fato dos estudantes terem que se matar de tanto estudar (muitas vezes conteúdo que nunca tiveram contato) para o ENEM, é uma prova clara que o Ensino Médio brasileiro é ineficaz?
Na teoria, se você possui o Ensino Médio completo, e vai prestar uma prova para o Exame Nacional do Ensino Médio, então não deveria haver necessidade de estudar.
Estou errado?
Na teoria, se você possui o Ensino Médio completo, e vai prestar uma prova para o Exame Nacional do Ensino Médio, então não deveria haver necessidade de estudar.
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- Barbano
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Re: Educação
Depende.
O objetivo da prova não é só tirar uma nota de aprovação, mas estar entre os melhores. É uma eliminatória, na qual em alguns cursos menos de 1% passa.
Se todos tivessem uma base excelente, ainda assim só os mais preparados (ou os mais inteligentes?) passariam.
O objetivo da prova não é só tirar uma nota de aprovação, mas estar entre os melhores. É uma eliminatória, na qual em alguns cursos menos de 1% passa.
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- Hugoh
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Re: Educação
Como o disse o Chad, nem com 18. Disso a maioria dos jovens deve não saber, mas sabe a matéria que mais lhe agrada. Se ele gosta de filosofia, vai escolher filosofia e, quem sabe, trilhar um futuro nesse meio mesmo que "não escolhendo". Optar por uma matéria que será útil para o futuro significa escolher aquela que mais lhe agrada.Victor235 escreveu:Mas será que aos 15 anos o cara vai saber selecionar as matérias que lhe serão úteis pro resto de sua vida?
Mais ou menos. O estudo não serve apenas para aquele que não possui nenhum preparo, mas para aquele que quer se garantir na hora da prova. Até um professor de biologia, por exemplo, teria que estudar para ir bem em uma prova (no estilo ENEM) de biologia. Necessidade de estudar todos têm, até o cara que é especialista no assunto. Por outro lado, concordo quando diz que o fato do estudante ter que estudar conteúdo que nunca viu prova a falha no atual Ensino Médio. Ele não é completo em nenhum ponto e dificilmente atenderá todas as necessidades. No entanto, pode ser melhorado e muito.dedediadema escreveu:Já pararam pra pensar que o fato dos estudantes terem que se matar de tanto estudar (muitas vezes conteúdo que nunca tiveram contato) para o ENEM, é uma prova clara que o Ensino Médio brasileiro é ineficaz?
Na teoria, se você possui o Ensino Médio completo, e vai prestar uma prova para o Exame Nacional do Ensino Médio, então não deveria haver necessidade de estudar.
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Victor235
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Re: Educação
E como ele vai escolher Filosofia se aos 15 anos de idade nunca teve contato com a matéria (ou seja, nem a conhece)?
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- Hugoh
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Re: Educação
Ele pode ter um breve contanto com essa e outras matérias antes de escolher a favorita.
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Victor235
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Re: Educação
Exato. O corte de matéria, caso aprovado, só ocorreria no 2º e 3º anos...

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Re: Educação
Artes é uma matéria que deve parar na 4º Série. Depois disso, ela poderia ser trocada por idiomas ou informatica. Afinal, é algo muito requisitado hoje saber apenas o básico. A escola poderia dar uma estrutura para nas primeiras séries aprender o básico e ir avançando conforme o tempo. No terceiro ano, o aluno pode escolher se quer fazer programação, design ou outra área. A escola, caso não quisesse adotar o programa (nos ensino médio), poderia fazer cursos livres aos fins de semana, para que o aluno possa ter um breve conhecimento, caso queira seguir carreira. Idiomas é a mesma coisa. Começa com o básico, faz pequenas revisões ao longo dos anos, até chegar ao EM e o aluno opta pelo o que fazer. É algo que funcionaria bem e levantaria o interesse da garotada.
Hyuri Augusto
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Re: Educação
Comissão de Educação vai debater projeto que cria o programa Escola sem Partido
Da Redação | 14/11/2016, 12h02 - ATUALIZADO EM 14/11/2016, 12h11
Marcos Oliveira/Agência Senado

O senador Magno Malta (PR-ES) é o autor da proposta
Projeto de lei (PLS 193/2016) do senador Magno Malta (PR-ES) que inclui na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional o programa Escola sem Partido será tema de audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), na quarta-feira (16), às 11h. A audiência foi solicitada pela senadora Fátima Bezerra (PT-RN), vice-presidente do colegiado.
O projeto defende a neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado; o pluralismo de ideias no ambiente acadêmico; a liberdade de aprender e de ensinar; a liberdade de consciência e de crença; o reconhecimento da vulnerabilidade do educando como parte mais fraca na relação de aprendizado; a educação e informação do estudante quanto aos direitos compreendidos em sua liberdade de consciência e de crença; e o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com as suas próprias convicções.
O projeto estabelece que o poder público não se imiscuirá na opção sexual dos alunos nem permitirá qualquer prática capaz de comprometer, precipitar ou direcionar o natural amadurecimento e desenvolvimento de sua personalidade, em harmonia com a respectiva identidade biológica de sexo, sendo vedada, especialmente, a aplicação da teoria ou ideologia de gênero.
Cartazes
Cartazes deverão ser afixados nas escolas com determinações aos professores para que não promovam seus próprios interesses e ideologias, de forma a não constranger ou prejudicar alunos em razão de suas convicções políticas.
Também deve ficar explícita a proibição de propaganda político-partidária em sala de aula e a incitação a manifestações. O projeto estabelece ainda prevê que o professor - ao tratar de questões políticas, socioculturais e econômicas - apresentará aos alunos, de forma justa, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito.
Convidados
Para falar sobre o tema foram convidados Leandro Karnal, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Miguel Nagib, coordenador do Movimento Escola Sem Partido; Fernando Penna, professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense; Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação; Deborah Macedo Duprat, subprocuradora-geral da República; Camila Lanes, presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes); Carina Vitral, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE); Priscila Cruz, presidente do Movimento Todos Pela Educação; e Heleno Araújo Filho, coordenador do Fórum Nacional de Educação.
A Audiência contará com o Serviço de Língua Brasileira de Sinais (Libras) e será interativa, com a participação dos interessados por meio do portal e-cidadania e do Alô Senado.
AGÊNCIA SENADOMarcos Oliveira/Agência Senado

O senador Magno Malta (PR-ES) é o autor da proposta
Projeto de lei (PLS 193/2016) do senador Magno Malta (PR-ES) que inclui na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional o programa Escola sem Partido será tema de audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), na quarta-feira (16), às 11h. A audiência foi solicitada pela senadora Fátima Bezerra (PT-RN), vice-presidente do colegiado.
O projeto defende a neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado; o pluralismo de ideias no ambiente acadêmico; a liberdade de aprender e de ensinar; a liberdade de consciência e de crença; o reconhecimento da vulnerabilidade do educando como parte mais fraca na relação de aprendizado; a educação e informação do estudante quanto aos direitos compreendidos em sua liberdade de consciência e de crença; e o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com as suas próprias convicções.
O projeto estabelece que o poder público não se imiscuirá na opção sexual dos alunos nem permitirá qualquer prática capaz de comprometer, precipitar ou direcionar o natural amadurecimento e desenvolvimento de sua personalidade, em harmonia com a respectiva identidade biológica de sexo, sendo vedada, especialmente, a aplicação da teoria ou ideologia de gênero.
Cartazes
Cartazes deverão ser afixados nas escolas com determinações aos professores para que não promovam seus próprios interesses e ideologias, de forma a não constranger ou prejudicar alunos em razão de suas convicções políticas.
Também deve ficar explícita a proibição de propaganda político-partidária em sala de aula e a incitação a manifestações. O projeto estabelece ainda prevê que o professor - ao tratar de questões políticas, socioculturais e econômicas - apresentará aos alunos, de forma justa, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito.
Convidados
Para falar sobre o tema foram convidados Leandro Karnal, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Miguel Nagib, coordenador do Movimento Escola Sem Partido; Fernando Penna, professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense; Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação; Deborah Macedo Duprat, subprocuradora-geral da República; Camila Lanes, presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes); Carina Vitral, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE); Priscila Cruz, presidente do Movimento Todos Pela Educação; e Heleno Araújo Filho, coordenador do Fórum Nacional de Educação.
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Re: Educação
E porque não? Vai dizer que depois disso, essa matéria vai agregar algo no seu desempenho escolar?FellipeKyle escreveu:Artes até a 4ª série?
Hyuri Augusto
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Re: Educação
Primeiro que eu acho que Artes na escola é ensinada da forma errada. Pelo menos nas experiências que tive, não se falava sobre a História da Arte e sua influência no mundo. Por isso que Artes deveria ser começar a ser ensinado no ginásio, onde os alunos já possuem uma mente mais evoluída pra passar a entender as artes visuais e plásticas e se inspirar para fazer as suas próprias.
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Re: Educação
Aqui é a mesma coisa. Nunca foi abordado história da arte e nem nada relacionado. Pra ser exato, nos últimos 5 anos eu só tenho feito desenhos que as professoras pediam ou respondido apostila sem explicação alguma. É por isso que a matéria não me agregou em nada. Embora eu queira trabalhar com teatro e dublagem, pelo menos o primeiro nunca foi abordado de maneira correta. E toda vez que era planejado algo, não tinha colaboração dos alunos e nem ânimo da professora para realizar os projetos.
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