Estados Unidos

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Victor235
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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por Victor235 » 09 Nov 2018, 20:54

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Porta-voz de Trump usa vídeo falso para justificar banimento de jornalista
A secretária de imprensa do governo americano, Sarah Sanders, compartilhou 1 vídeo editado originado do site Infowars, que publica teorias da conspiração, para justificar o banimento do jornalista Jim Acosta, da CNN. Acosta protagonizou intensa discussão com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
https://www.poder360.com.br/midia/porta ... ornalista/
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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por Victor235 » 16 Nov 2018, 19:03

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Imprensa estrangeira: futuro chanceler do Brasil é ‘admirador de Trump’
Os jornais o chamam de “admirador de Trump” e afirmam que, durante a campanha presidencial, ele teve uma “aberta militância” a favor de Bolsonaro.
https://www.poder360.com.br/midia/impre ... -de-trump/
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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por E.R » 19 Nov 2018, 08:05

Donald Trump precisa ser questionado pelo aumento da dívida interna dos Estados Unidos e por alguns erros na política externa, que inclusive afetam empresas americanas.

--
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2 ... asia.shtml

A rivalidade entre os Estados Unidos e a China foi claramente exposta na reunião da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec) durante o fim de semana, quando o presidente chinês, Xi Jinping, e o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, discutiram sobre comércio e segurança.

A tensão entre Mike Pence e Xi Jinping na cúpula da Apec – que deixou de emitir um comunicado conjunto pela primeira vez em seus 29 anos de história – abafou a esperança de que uma distensão entre Washington e Pequim pudesse ocorrer na cúpula de líderes mundiais do G-20 na Argentina, no final deste mês.

No próximo encontro em Buenos Aires, a partir de 30 de novembro, o presidente chinês deverá manter conversas muito aguardadas com o presidente americano, Donald Trump.

Muitos investidores e políticos esperavam que o encontro na Ásia produzisse uma trégua na escalada da guerra comercial entre os dois países, uma das maiores nuvens que pairam sobre a economia global.

A menos que se alcance um acordo, as tarifas dos Estados Unidos sobre produtos chineses avaliados em US$ 250 bilhões (R$ 937 bilhões) deverão aumentar de 10% para 25% em janeiro.

Donald Trump também ameaçou impor taxas a outros produtos da China no valor de US$ 267 bilhões, cobrindo todas as importações.

Autoridades chinesas e americanas intensificaram nas últimas semanas as negociações sobre um cessar-fogo, e Mike Pence disse que o progresso ainda é possível. No entanto, ele sugeriu que as concessões de Pequim até agora são insuficientes.

"Os Estados Unidos não mudarão de rumo até que a China mude suas maneiras", disse ele, atacando Pequim por empregar práticas comerciais injustas, como transferência forçada de tecnologia. "Temos grande respeito pelo presidente Xi e a China, mas como todos sabemos a China tirou vantagem dos Estados Unidos durante muitos e muitos anos, e esse tempo terminou."

Em um golpe direto contra o programa chinês Cinturão e Estrada, de investimentos em infraestrutura, Mike Pence acrescentou: "Os Estados Unidos negociam aberta e justamente. Não oferecemos um cinturão de contenção ou uma estrada de mão única".

Xi Jinping, por sua vez, atacou as políticas comerciais americanas – embora indiretamente – em especial as tentativas de Donald Trump de usar acordos comerciais bilaterais para contornar a China.

"O unilateralismo e o protecionismo não vão resolver problemas, mas aumentar a incerteza na economia mundial", disse Xi Jinping. "A história mostrou que o confronto, seja na forma de uma guerra fria ou uma guerra comercial, não produz vencedores."

As tensões ficaram claras em outras frentes também, depois que os Estados Unidos revelaram planos de se unir à Austrália em uma base naval expandida na ilha de Manus, perto de Papua-Nova Guiné – parte de uma iniciativa maior para solidificar o lugar de Washington no acordo de segurança "quádruplo" com Japão, Austrália e Índia.

Em visitas anteriores a Tóquio e Singapura, Mike Pence discutiu uma maior cooperação em segurança com o Japão e a Índia. Os Estados Unidos e o Japão também advertiram países asiáticos em desenvolvimento – incluindo Papua-Nova Guiné – que as dívidas crescentes em projetos de infraestrutura poderão deixá-los comprometidos com a China.

"Não aceitem dívida externa que possa comprometer sua soberania. Protejam seus interesses. Preservem sua independência. E, como os Estados Unidos, sempre ponham seu país em primeiro lugar", disse Mike Pence.

O vice-presidente dos Estados Unidos assumiu uma postura especialmente belicosa em relação à China nas últimas semanas, o que o aproximou da posição dos linha-duras do governo Donald Trump, como Robert Lighthizer, representante comercial dos Estados Unidos, e Peter Navarro, assessor comercial da Casa Branca.

Enquanto isso, Steven Mnuchin, secretário do Tesouro dos Estados Unidos, e Larry Kudlow, diretor do Conselho Econômico Nacional, são considerados mais propensos a um acordo.

A concorrência sobre a estrutura econômica e política da Ásia se manifestou em tempo real numa disputa sobre o texto do comunicado final da reunião da Apec no domingo. Normalmente morno e imediatamente esquecido por todos, exceto pelos coordenadores da Apec, desta vez o texto provocou um duelo dramático entre diplomatas.
--
. Dívida interna dos Estados Unidos cresce muito no governo de Donald Trump - https://exame.abril.com.br/revista-exam ... so-cresce/
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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por E.R » 21 Dez 2018, 04:21

O ESTADO DE S.PAULO

O Brasil não deve alinhar-se automaticamente à política externa norte-americana por uma simples razão : nem tudo o que interessa aos Estados Unidos beneficia o Brasil.

Boas relações com os Estados Unidos, nosso segundo maior parceiro comercial, são importantes e necessárias.

Mas há uma enorme distância entre esse fato e o aval à orientação que Donald Trump imprime às relações internacionais.

A tradição diplomática brasileira, desde Rio Branco, funda-se em dois princípios :

1) A defesa da paz – resultado da solução pacífica dos contenciosos fronteiriços com nossos vizinhos;

2) a crítica à desigualdade de poder no plano internacional, causa do excesso de poder e do excesso de impotência.

Somente essas características já seriam suficientes para evidenciar que os interesses de uma superpotência como os Estados Unidos não são idênticos aos interesses do Brasil, uma potência média na esfera regional.

Indico, porém, outros motivos favoráveis à política externa independente.

1. O Brasil é um dos poucos Estados que mantêm relações diplomáticas com todos os países do mundo. O artigo 4.º da Constituição de 1988 estabelece os princípios que orientam a política externa, entre os quais a prevalência dos direitos humanos e o respeito à autodeterminação dos povos. Não é admissível aceitar passivamente a violação dos direitos humanos em outras partes do mundo, mas a questão é encontrar o equilíbrio entre os dois princípios. Tendo condenado o regime venezuelano e defendido a suspensão da Venezuela do Mercosul, Brasília não deve romper relações diplomáticas com todas as nações que não compartilhem a preferência ideológica dominante.

2. O governo brasileiro necessita distanciar-se do protecionismo imposto pela administração Donald Trump às importações chinesas, início de uma perigosa “guerra” comercial, que pode afetar os fluxos econômicos globais. A China, por outro lado, deixou de cumprir os requisitos para ser qualificada como economia de mercado e vale-se de expedientes discutíveis para burlar as regras sobre propriedade intelectual. Sanções unilaterais sem a aprovação da Organização Mundial do Comércio (OMC) agravam eventuais controvérsias, em vez de solucioná-las. A elevação das tarifas tem enorme repercussão: diminui o comércio, a riqueza, o desenvolvimento e o emprego. Leva à alteração das cadeias produtivas, ao deslocamento dos fluxos comerciais, à indesejadas disputas e à retaliação dos países aos quais as medidas protetivas se dirigem. O consumidor sofre prejuízo enquanto declina o potencial do comércio para difundir novas tecnologias. Generalizado o protecionismo, o mundo caminharia para uma gigantesca recessão. O Brasil, cuja diplomacia clama pela primazia das regras em detrimento da crueza do poder, não se vê afastado dessa realidade. Vale lembrar que o protecionismo, vestido de outra roupagem, atinge a exportação de bens agrícolas brasileiros para o mercado norte-americano.

3. O Brasil é uma potência ambiental, mas não goza de poderio militar superlativo. Cabe-lhe destacado papel na discussão dos temas ambientais, respaldado na autoridade de políticas domésticas que limitem a emissão de gases-estufa. Esses gases, entre os quais se encontram o dióxido de carbono e o gás metano, degradam a camada de ozônio, elevam a temperatura e o nível dos oceanos, provocam furacões, chuvas torrenciais e prolongados períodos de estiagem, com sérios danos para a agricultura do planeta. O Acordo de Paris, concebido para evitar que a temperatura média aumente mais de 2 graus Celsius até o fim deste século, foi a fórmula escolhida para impedir a hecatombe ambiental. Os efeitos da mudança climática, verdadeira ameaça à vida humana na Terra, não constituem advertência para alarmar ingênuos, mas são o produto da pesquisa da avassaladora maioria dos cientistas, até mesmo de órgãos do governo norte-americano. Desvincular-se das obrigações do Acordo de Paris seria, assim, um equívoco monumental. O desmatamento na região do Cerrado, nascedouro de importantes bacias hidrográficas do País, e a devastação da Floresta Amazônica, para citar dois casos exemplares, modificam o clima e trazem impacto econômico negativo, pois as exportações brasileiras poderão sofrer medidas restritivas no mercado externo.

4. Washington almeja enfraquecer as organizações multilaterais, como as Nações Unidas e a OMC, além de privilegiar uma ordem de Estados nacionais. Os arroubos do nacionalismo são de triste memória: possibilitaram duas guerras mundiais e retornam tenebrosamente no século 21. No imediato pós-guerra, ao edificarem os pilares da ordem econômica liberal, os Estados Unidos atribuíram prioridade aos interesses de longo prazo em detrimento dos objetivos de curto prazo, exatamente o oposto do que hoje se verifica. “America first”, mote adotado na campanha presidencial, guia as decisões de Trump sobre política externa. É expressão do exacerbado nacionalismo, já que alçar os interesses de uma nação, mesmo a mais poderosa, acima de tudo e de todos gera atitude semelhante dos demais Estados e fertiliza o campo para a mútua hostilidade. Desconhece, ainda, os limites do poder norte-americano, que não tem condições de, unilateralmente, impor comportamentos em todas as áreas. O declínio do multilateralismo não serve ao Brasil, já que no âmbito multilateral nos é permitido o entendimento com outros governos, em temas específicos, para lograr êxito no processo de negociação. Acordos bilaterais são desvantajosos quando existe flagrante disparidade entre os participantes.

O bom senso aconselha, na atualização dos nossos valores diplomáticos, trilhar um caminho próprio, capaz de combinar as peculiaridades do interesse nacional com os interesses gerais, que entrelaçam os destinos humanos e só conjuntamente podem ser concretizados.
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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por E.R » 29 Dez 2018, 16:37

https://veja.abril.com.br/mundo/trump-d ... com-china/

O presidente americano, Donald Trump, diz que conseguiu neste sábado, um grande progresso nas negociações comerciais com a China, após conversar por telefone com seu homólogo Xi Jinping.

“Acabo de ter um longo e muito bom telefonema com o presidente Xi da China. O acordo avança muito bem. Se for concretizado, irá reunir muitas coisas, cobrindo todas as questões, áreas e os pontos de conflito. Estamos fazendo um grande progresso”, tuitou Donald Trump.

Após a revelação nas redes sociais, o presidente chinês confirmou a conversa com Donald Trump e, de acordo com a agência de notícias estatal Xinhua, considerou-a positiva.
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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por E.R » 24 Jan 2019, 16:17

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Donald Trump visita monumento de Martin Luther King.
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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por E.R » 15 Fev 2019, 04:15

O ESTADO DE S.PAULO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai declarar uma emergência nacional para conseguir os US$ 5,7 bilhões para construir o muro na fronteira com o México, uma de suas principais promessas de campanha.

O anúncio foi feito ontem pela porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders. A medida deve desencadear uma batalha judicial sobre a legalidade do decreto.

A medida, considerada radical até por políticos republicanos como Marco Rubio, Paul Ryan e Rand Paul, permite a Donald Trump passar por cima da decisão do Congresso, que aprovou ontem um orçamento que liberou apenas US$ 1,35 bilhão para o muro, suficiente para construir 88 quilômetros – Donald Trump quer 376 quilômetros de muro. Com o decreto, ele poderá realocar fundos federais para a obra.

Donald Trump prometeu assinar o acordo sobre o orçamento na segunda-feira, para evitar uma nova paralisação do governo. Ele já havia afirmado que não estava satisfeito com a proposta, mas queria evitar a paralisação. A decisão encerra uma guerra de dois meses entre o presidente e o Congresso sobre as verbas para a construção do muro. O impasse provocou a maior paralisação do governo federal na história, por 35 dias.

A líder da oposição e presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, rapidamente reagiu. Ela rejeita a ideia de que haja uma emergência na fronteira dos Estados Unidos com o México e afirmou que tomará medidas judiciais para reverter a decisão. A medida pode criar uma avalanche de decisões judiciais contrárias e certamente provocar uma batalha judicial que chegará à Suprema Corte. “O decreto de emergência nacional nunca foi usado para questões políticas”, afirmou Jeffrey Toobin, analista da CNN. “Sempre que foi usado, ele envolveu questões reais de emergência.”

Aprovada em 1976, a Lei de Emergência Nacional dá ao presidente poderes extraordinários, como proclamar a lei marcial, restringir as liberdades civis, confiscar propriedades privadas, mobilizar a Guarda Nacional e recrutar militares.

Tanto o presidente quanto o Congresso podem declarar uma emergência nacional mesmo sem uma catástrofe.

O presidente Barack Obama declarou uma, em meio ao surto do H1N1, mais conhecido como gripe suína, e suspendeu leis de privacidade para ter acesso a relatórios médicos.

“A ideia é que o presidente seja encarregado de salvaguardar a segurança e a prosperidade de uma nação e, em uma crise, deve ter o poder de agir rapidamente quando necessário”, disse ao Washington Post Andrew Boyle, do Brennan Center. Isso significa que, embora os dados não confirmem o argumento do governo sobre os perigos na fronteira, o presidente pode decidir que isso é uma emergência nacional.

O professor de Direito de Yale, Bruce Ackerman, escreveu no New York Times que não “há como Donald Trump usar os poderes de emergência para construir o muro” sem deixar claro de que maneira vai realocar os fundos ao Congresso. “Além disso, se um dono de terras na fronteira se sentir lesado por uma desapropriação, a batalha legal sobre a legitimidade do decreto se estenderá para um debate constitucional sobre propriedade privada.”

Outro perigo levantado por especialistas é o precedente aberto por Donald Trump. Ao decretar emergência nacional em uma questão controvertida, ele estaria abrindo caminho para um presidente democrata, no futuro, decretar emergência sobre o controle de armas ou questões ambientais. “O decreto é perigosamente adequado para um líder empenhado em acumular ou reter poder”, disse a jurista Elizabeth Goitein, do Centro Brennan. “Estamos em um território político desconhecido e perigoso.”
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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por E.R » 28 Fev 2019, 03:00

https://www1.folha.uol.com.br/mundo/201 ... ider.shtml

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (27) que o ditador norte-coreano, Kim Jong-un, é um “grande líder” e que a Coreia do Norte tem “um futuro tremendo”. Os dois líderes se cumprimentaram com apertos de mãos e posaram para fotos sorrindo.

“Eu acho que o seu país tem um potencial econômico tremendo”, afirmou o presidente americano, olhando para Kim. “Eu acho que vocês têm um futuro tremendo para o seu país, você é um grande líder”, continuou. “Nós vamos ajudar isso a acontecer.”
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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por E.R » 04 Mar 2019, 21:05

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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por Victor235 » 16 Mar 2019, 21:27

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EUA: ex-candidato ao Senado Beto O’Rourke anuncia que concorrerá à Presidência
O democrata texano se junta a outros 15 pré-candidatos à Presidência. Confira lista:
Cory Booker, democrata – senador por Nova Jersey, ex-prefeito de Newark;
Julián Castro, democrata – ex-secretário de Habitação e ex-prefeito de San Antonio;
Kamala Harris, democrata – senadora pela Califórnia, ex- procuradora-geral do estado;
Beto O’Rourke, democrata – ex-congressista pelo Texas;
Pete Buttgieg, democrata, prefeito de South Bend, Indiana;
Elizabeth Warren, democrata – senadora por Massachussetts;
Amy Klobuchar, democrata – senadora por Minnesota;
Tulsi Gabbard, democrata, deputada pelo Havaí;
John Delaney, democrata – ex-congressista por Maryland e empresário;
Marianne Williamson, democrata – escritora de autoajuda;
Donald Trump, republicano – atual presidente;
Andrew Yang, democrata – ex-executivo e empreendedor;
Kirsten Gillibrand, democrata – senadora por Nova York;
Bernie Sanders, independente – senador por Vermont;
Jay Inslee, democrata – governador de Washington;
William Weld, republicano – ex-governador de Massachusetts.
https://www.poder360.com.br/internacion ... esidencia/
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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por E.R » 10 Mai 2019, 13:01



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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por E.R » 14 Mai 2019, 03:40

O ESTADO DE S.PAULO

O acirramento da crise entre Estados Unidos e China espalhou medo nos mercados de ações de todo o mundo e derrubou moedas de países emergentes, incluído o Brasil.

O dólar chegou a ser cotado a R$ 4 na manhã de ontem e recuou depois ligeiramente. Sombras continuaram sobre os mercados durante todo o dia. O índice da bolsa paulista caiu para menos de 92 mil pontos, numa queda de 2,69%.

Entre sustos e fases de alívio, os mercados de capitais podem seguir alternando tombos e etapas de recuperação insegura, enquanto exibições de força continuarem prevalecendo sobre as negociações civilizadas e regidas pelas normas internacionais. Será esse o padrão enquanto o comércio da maior potência, os Estados Unidos, estiver subordinado ao estilo truculento do presidente Donald Trump.

No fim da semana passada, a Casa Branca havia posto em vigor tarifas de 25% sobre importações de origem chinesa no valor de US$ 200 bilhões. As tarifas anteriores eram de 10%.

A segunda-feira começou com bolsas em queda na Ásia, antes mesmo de confirmada por Pequim a retaliação sobre produtos americanos no valor de US$ 60 bilhões. Quando a resposta chinesa foi oficializada, os mercados já estavam em queda também no Ocidente.

Ao mesmo tempo, autoridades europeias esperavam qualquer nova iniciativa americana relativa a outra ameaça, a de impor barreiras à importação de carros fabricados na Europa. “Estamos preparados para o pior”, disse ontem a comissária de Comércio da UE, Cecília Malmström.
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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por E.R » 23 Mai 2019, 19:50

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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por E.R » 25 Mai 2019, 21:46

https://www.meups4.com.br/noticias/prec ... s-dos-eua/

Na última sexta-feira (24), o escritório de Comércio dos Estados Unidos publicou um documento detalhando a aplicação de novos impostos em diversos produtos importados da China.

O memorando indica um acréscimo de até 25% em mercadorias importadas da daquele país, o que pode impactar diretamente nos preços dos videogames.

Segundo o site Gamerant, o documento lista claramente novos impostos para – consoles e máquinas de videogame.

As novas normas poderão forcar as empresas como Sony e Microsoft a readaptar os preços dos produtos. O aumento é em razão de uma “guerra comercial” entre Estados Unidos e China. As duas potências vem se enfrentando em uma acirrada disputa sobre taxas em produtos importados. Ambas nações vem se retaliando mutuamente com aumento de impostos em várias áreas.

Nem tudo está acertado ainda. Uma audiência está marcada para 17 de junho, onde serão debatidos os impactos e prováveis consequências. Mas, se aprovada, a nova medida entrará em vigor já no dia 24 do mesmo mês. A ESA, associação de representante de companhias de computadores e e videogames, já posicionou-se contra a nova medida.

A justificativa é que os videogames são uma importante parcela excedente da economia norte-americana. A aplicação de tarifas adicionais sobre os produtos serviria apenas para prejudicar os consumidores e estúdios de jogos. Embora a conflito pareça restrito somente aos chineses e norte-americanos, a medida impactaria diretamente aos jogadores brasileiros.

Os PS4 Pro e PlayStation VR “nacionais” na verdade são importados. E o maior agravante : os preços dos jogos tendem a subir, já que as licenças de produção são lastreadas em dólar.

Talvez só o PS4 SLIM possa escapar um pouco, já que ele é montado na Zona Franca de Manaus.

E claro, os futuros novos consoles chegariam ainda mais caros por aqui.
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Re: DONALD TRUMP

Mensagem por E.R » 31 Mai 2019, 05:53

O ESTADO DE S.PAULO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ontem a adoção de tarifas progressivas contra o México, a partir do dia 10, até que o país vizinho detenha o fluxo de imigrantes ilegais que entram nos Estados Unidos pela fronteira sul.

“A partir do dia 10 de junho, os Estados Unidos estão prontos para impor uma tarifa de 5% sobre todos os bens que entram em nosso país a partir do México”, escreveu Donald Trump no Twitter. “As tarifas aumentarão gradualmente até que se resolva o problema da imigração ilegal, quando serão eliminadas”, disse.

De acordo com o presidente americano, as tarifas seriam progressivas e aumentariam para 10%, no dia 1.º de julho, para 15%, no dia 1.º de agosto, para 20%, no dia 1.º de setembro, e para 25%, no dia 1.º de outubro. “O México pode muito bem dar conta desses imigrantes, até mesmo mandá-los de volta a seus países de origem”, escreveu Trump.

O presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, enviou uma carta a Donald Trump na qual assegura que não quer uma “confrontação” e o convida a conversar para resolver a questão da imigração.

Na carta, divulgada pelo Twitter ontem à noite, Andrés Manuel López Obrador anuncia que hoje uma delegação, liderada pelo chanceler Marcelo Ebrard, viajará para os Estados Unidos para dialogar “sobre um acordo em benefício das duas nações”. Na carta de suas páginas, que ele assina como “seu amigo”, o presidente mexicano não menciona a imposição de tarifas.

“Não creio na Lei de Talião, no ‘dente por dente nem no ‘olho por olho’ (...) Creio que dois homens de Estado, ainda mais de nações estão obrigados a buscar soluções pacíficas às controvérsias”, acrescentou López Obrador.

Segundo o jornal Washington Post, o presidente pretende anunciar oficialmente as tarifas para o México hoje. No entanto, alguns assessores ainda tentam convencê-lo a mudar de ideia, argumentando que a medida significaria novas turbulências nos mercados financeiros e poderia prejudicar a tramitação do novo acordo comercial regional, firmado com México e Canadá.

O México tem os Estados Unidos como seu principal parceiro comercial, ao qual destina mais de 80% de suas exportações. Os dois países compartilham 3.200 km de uma fronteira pela qual passam numerosos imigrantes ilegais, armas e drogas.

Desde outubro, o México foi tomado por ondas de emigrantes, a maioria centro-americanos, que tentam chegar aos Estados Unidos fugindo da violência em seus países.

Para justificar a medida, o presidente disse ontem que agentes da Patrulha de Fronteira prenderam o maior grupo de migrantes ilegais. “Ontem (quarta-feira), agentes apreenderam o maior grupo de estrangeiros ilegais já detido : 1.036 pessoas que cruzaram a fronteira ilegalmente em El Paso por volta das 4 horas”, anunciou Donald Trump, também pelo Twitter.

O maior risco político que corre o governo americano é perder a cooperação do México no combate ao narcotráfico.

Na parte econômica, muitos produtos importados pelos Estados Unidos do México são feitos por empresas americanas, o que torna a medida prejudicial também para os americanos.
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