Mundo
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Re: MUNDO
Curioso isso. Nas novelas e filmes exibem cenas de tiro muito mais fortes, mas, como não são reais, o pessoal leva numa boa.
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Victor235
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Re: MUNDO
Claro né... Os filmes todos sabem que é ficção, aí sabemos que três vidas reais se foram.
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: MUNDO
Foto de garotinho sírio encontrado morto na Turquia comove o mundo
http://www.tecmundo.com.br/historia/858 ... -mundo.htm


Se você acessou portais de notícias ou redes sociais ou ligou a sua TV nas últimas horas, então é provável que você tenha se deparado com a triste imagem de um policial carregando o corpinho sem vida de uma criança. Atenção: uma imagem forte aparece logo abaixo do próximo parágrafo.
A cena se desenrolou às margens de uma praia turca próxima à badalada cidade de Bodrum, e o menino morto foi identificado como sendo Aylan Kurdi, de apenas 3 anos, que pertencia a uma família síria que tentava fugir da guerra.
Segundo Jessica Elgot, do portal The Guardian, as autoridades turcas revelaram que Aylan era um dos 12 sírios que morreram afogados — entre eles estavam também seu irmão, Galip, de 5 anos, e sua mãe — enquanto tentavam chegar à cidade de Kos, na Grécia, nesta quarta-feira. As investigações apontaram que a família pretendia seguir da Europa até o Canadá para se reunir com parentes que vivem no país, mesmo tendo o pedido de asilo negado pelo governo canadense.


Se você acessou portais de notícias ou redes sociais ou ligou a sua TV nas últimas horas, então é provável que você tenha se deparado com a triste imagem de um policial carregando o corpinho sem vida de uma criança. Atenção: uma imagem forte aparece logo abaixo do próximo parágrafo.
A cena se desenrolou às margens de uma praia turca próxima à badalada cidade de Bodrum, e o menino morto foi identificado como sendo Aylan Kurdi, de apenas 3 anos, que pertencia a uma família síria que tentava fugir da guerra.
Segundo Jessica Elgot, do portal The Guardian, as autoridades turcas revelaram que Aylan era um dos 12 sírios que morreram afogados — entre eles estavam também seu irmão, Galip, de 5 anos, e sua mãe — enquanto tentavam chegar à cidade de Kos, na Grécia, nesta quarta-feira. As investigações apontaram que a família pretendia seguir da Europa até o Canadá para se reunir com parentes que vivem no país, mesmo tendo o pedido de asilo negado pelo governo canadense.
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Re: MUNDO
Guatemala se prepara para eleições com ex-presidente preso por corrupção
O ex-presidente da Guatemala Otto Pérez, que está detido, ouviu nesta sexta-feira uma nova série de evidências apresentadas pelo Ministério Público que o vinculariam a um esquema de corrupção, a dois dias das eleições gerais no país centro-americano.
Enquanto Pérez, de aspecto sério e olhando para baixo, anotava detalhes das escutas telefônicas apresentadas como evidências contra ele, 150 indígenas se manifestavam em frente à sede do tribunal onde ocorria o segundo dia de audiências perante o juiz Miguel Angel Gálvez.
Na quinta-feira, o juiz decretou uma ordem de prisão provisória contra Pérez por risco de fuga e para proteger sua integridade física, horas após sua renúncia à presidência ante a acusação do Ministério Público de ter comandado uma rede de fraude fiscal em seu governo.
O esquema de cobrança de subornos para sonegar impostos veio à tona em abril passado através do Ministério Público e da comissão da ONU contra a impunidade na Guatemala (CICIG), e provocou manifestações populares pedindo a renúncia de Pérez e de sua vice-presidente Roxana Baldetti, que deixou o cargo em maio.
O caso contra Pérez, que passou a noite de quinta-feira detido no quartel militar de Matamoros, criou um clima de ebulição na reta final para as eleições do próximo domingo, quando a Guatemala escolherá seus novos presidente e vice-presidente, 158 deputados e 20 representantes do Parlamento Centro-Americano.
Os guatemaltecos indignados, que não pararam de protestar pacificamente todas as semanas desde o início das denúncias de corrupção, em abril, exigem uma mudança no sistema político.
"Os políticos faziam o que queriam, mas esses casos de corrupção fizeram com que muitos despertassem e não vamos fechar nossos olhos novamente", disse à AFP Luisa Monterroso, uma nutricionista de 34 anos que esteve em vários protestos.
"Acredito que a Guatemala mudou de agora em diante os candidatos e as novas autoridades serão mais fiscalizadas", agregou.
As pessoas vigiarão
À frente das pesquisas eleitorais se destacam três candidatos, do total de 14 inscritos, com possibilidade de passar para o segundo turno, no dia 2 de outubro.
Uma pesquisa publicada na quinta-feira pelo jornal Prensa Libre situou em primeiro lugar Jimmy Morales, um comediante de 46 anos do partido de direita Frente de Convergência Nacional, com 25% das preferências.
Seguem o advogado direitista Manuel Baldizón, de 45 anos, do partido Liberdade Democrática Renovada, com 22,9%, e a ex-primeira-dama Sandra Torres, de 59 anos, da social-democrata União Nacional da Esperança, com 18,4% das intenções de voto.
Para muitos guatemaltecos, as eleições de 2015 são um divisor de águas devido à queda de Pérez.
"Cada presidente que chega promete uma coisa e não cumpre. Todos são corruptos e ladrões, mas agora deverão cumprir suas promessas pois estamos os vigiando", disse à AFP o vendedor de cachorro-quente Orlando Pérez, de 22 anos.
Ainda assim, alguns analistas alertam que a renúncia de Pérez não erradica a prática clientelista da política guatemalteca que sustenta a corrupção.
Corrupção com raízes profundas
O deputado indígena Amílcar Pop, um opositor que, em junho, foi o primeiro a propôr que Pérez perdesse sua imunidade, alertou no Congresso que a corrupção tem raízes profundas que não são eliminadas com a aplicação de processo de autoridades que estão saindo.
"O presidente e a vice-presidente serem processados por corrupção não resolve a crise. Eleger um novo presidente não resolve a crise, porque há muitos candidatos envolvidos em atividades questionáveis", alegou Pop na sessão legislativa que aprovou na última quinta-feira a renúncia de Pérez.
No mesmo sentido, para o economista Mynor Cabrera, da Fundação Econômica para o Desenvolvimento, o problema real é o modelo financeiro dos partidos políticos, no qual quem financia "espera recuperar o dinheiro depois".
"O problema é que tem gente que se alimentou desse sistema e tem muito poder", afirmou Cabrera.
No entanto, o ex-magistrado colombiano Iván Velásquez, chefe da CICIG, disse em uma entrevista que "esta é a oportunidade mais importante, provavelmente a única, que a Guatemala tem de sair deste estado de corrupção".
http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/no ... 40723.html
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Aprende, Dilma! Aprende, Brasil!
O ex-presidente da Guatemala Otto Pérez, que está detido, ouviu nesta sexta-feira uma nova série de evidências apresentadas pelo Ministério Público que o vinculariam a um esquema de corrupção, a dois dias das eleições gerais no país centro-americano.
Enquanto Pérez, de aspecto sério e olhando para baixo, anotava detalhes das escutas telefônicas apresentadas como evidências contra ele, 150 indígenas se manifestavam em frente à sede do tribunal onde ocorria o segundo dia de audiências perante o juiz Miguel Angel Gálvez.
Na quinta-feira, o juiz decretou uma ordem de prisão provisória contra Pérez por risco de fuga e para proteger sua integridade física, horas após sua renúncia à presidência ante a acusação do Ministério Público de ter comandado uma rede de fraude fiscal em seu governo.
O esquema de cobrança de subornos para sonegar impostos veio à tona em abril passado através do Ministério Público e da comissão da ONU contra a impunidade na Guatemala (CICIG), e provocou manifestações populares pedindo a renúncia de Pérez e de sua vice-presidente Roxana Baldetti, que deixou o cargo em maio.
O caso contra Pérez, que passou a noite de quinta-feira detido no quartel militar de Matamoros, criou um clima de ebulição na reta final para as eleições do próximo domingo, quando a Guatemala escolherá seus novos presidente e vice-presidente, 158 deputados e 20 representantes do Parlamento Centro-Americano.
Os guatemaltecos indignados, que não pararam de protestar pacificamente todas as semanas desde o início das denúncias de corrupção, em abril, exigem uma mudança no sistema político.
"Os políticos faziam o que queriam, mas esses casos de corrupção fizeram com que muitos despertassem e não vamos fechar nossos olhos novamente", disse à AFP Luisa Monterroso, uma nutricionista de 34 anos que esteve em vários protestos.
"Acredito que a Guatemala mudou de agora em diante os candidatos e as novas autoridades serão mais fiscalizadas", agregou.
As pessoas vigiarão
À frente das pesquisas eleitorais se destacam três candidatos, do total de 14 inscritos, com possibilidade de passar para o segundo turno, no dia 2 de outubro.
Uma pesquisa publicada na quinta-feira pelo jornal Prensa Libre situou em primeiro lugar Jimmy Morales, um comediante de 46 anos do partido de direita Frente de Convergência Nacional, com 25% das preferências.
Seguem o advogado direitista Manuel Baldizón, de 45 anos, do partido Liberdade Democrática Renovada, com 22,9%, e a ex-primeira-dama Sandra Torres, de 59 anos, da social-democrata União Nacional da Esperança, com 18,4% das intenções de voto.
Para muitos guatemaltecos, as eleições de 2015 são um divisor de águas devido à queda de Pérez.
"Cada presidente que chega promete uma coisa e não cumpre. Todos são corruptos e ladrões, mas agora deverão cumprir suas promessas pois estamos os vigiando", disse à AFP o vendedor de cachorro-quente Orlando Pérez, de 22 anos.
Ainda assim, alguns analistas alertam que a renúncia de Pérez não erradica a prática clientelista da política guatemalteca que sustenta a corrupção.
Corrupção com raízes profundas
O deputado indígena Amílcar Pop, um opositor que, em junho, foi o primeiro a propôr que Pérez perdesse sua imunidade, alertou no Congresso que a corrupção tem raízes profundas que não são eliminadas com a aplicação de processo de autoridades que estão saindo.
"O presidente e a vice-presidente serem processados por corrupção não resolve a crise. Eleger um novo presidente não resolve a crise, porque há muitos candidatos envolvidos em atividades questionáveis", alegou Pop na sessão legislativa que aprovou na última quinta-feira a renúncia de Pérez.
No mesmo sentido, para o economista Mynor Cabrera, da Fundação Econômica para o Desenvolvimento, o problema real é o modelo financeiro dos partidos políticos, no qual quem financia "espera recuperar o dinheiro depois".
"O problema é que tem gente que se alimentou desse sistema e tem muito poder", afirmou Cabrera.
No entanto, o ex-magistrado colombiano Iván Velásquez, chefe da CICIG, disse em uma entrevista que "esta é a oportunidade mais importante, provavelmente a única, que a Guatemala tem de sair deste estado de corrupção".
http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/no ... 40723.html
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Re: MUNDO
Essa crise política na Guatemala é muito parecida com a crise política que estamos tendo no Brasil. Gostaria de pesquisá-la mais a fundo e saber se lá também tem uma crise econômica igual a nossa. Lá tá mais adiantado, o presidente já caiu e já estão sendo feitas as eleições, seria interessante usar como parâmetro pra ter uma ideia do que pode acontecer com o Brasil.
Tanto lá quanto aqui muita gente vê a crise de um modo simplista achando que se cair o/a presidente os problemas vão acabar e não vai ter mais corrupção. E os outros políticos e a imprensa vão tentar dar ao povo essa ilusão. É só lembrar o que fizeram aqui depois dos protestos de 2013, cancelaram os aumentos nas passagens do ônibus e pararam os protestos pra depois de alguns meses de calmaria subirem -sem tanta resistência- muito mais.
Aliás, os protestos de 2013 deixaram um legado muito mais negativo do que positivo. O Brasil se polarizou muito entre conservadores e liberais, houve uma grande ascensão dos políticos evangélicos (que tentam impor a sua religião contra o Estado e o povo brasileiro) e pra piorar tem muita gente pedindo uma nova intervenção militar.
Tanto lá quanto aqui muita gente vê a crise de um modo simplista achando que se cair o/a presidente os problemas vão acabar e não vai ter mais corrupção. E os outros políticos e a imprensa vão tentar dar ao povo essa ilusão. É só lembrar o que fizeram aqui depois dos protestos de 2013, cancelaram os aumentos nas passagens do ônibus e pararam os protestos pra depois de alguns meses de calmaria subirem -sem tanta resistência- muito mais.
Aliás, os protestos de 2013 deixaram um legado muito mais negativo do que positivo. O Brasil se polarizou muito entre conservadores e liberais, houve uma grande ascensão dos políticos evangélicos (que tentam impor a sua religião contra o Estado e o povo brasileiro) e pra piorar tem muita gente pedindo uma nova intervenção militar.
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- Chokito Cabuloso
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Re: MUNDO
Eu acho que devemos punir um de cada vez. Eu não acredito que irá haver honestidade e solução imediata se a Dilma e o PT caírem, mas ficaria satisfeito com a punição merecida agora e que punamos corruptos de qualquer partido no futuro.

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Victor235
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Re: MUNDO
Como a tecnologia está ajudando os refugiados a chegar com segurança à Europa
Por Leonardo Pereira - em 10/09/2015 às 18h25

(Foto: Alexandros Avramidis/Reuters)
DUBLIN, Irlanda - De tão usada, a frase “fazer do mundo um lugar melhor” se tornou piada no meio tecnológico e costuma ser recebida com certa descrença no Vale do Silício, o berço da inovação. Mas basta dar uma olhada no uso que os refugiados rumo à Europa estão fazendo de serviços cotidianos e fica fácil compreender que algumas vezes a expressão faz todo sentido.
O continente vive sua maior crise migratória desde a Segunda Guerra Mundial, com centenas de pessoas fugindo de conflitos civis que ocorrem principalmente na Síria. A grande diferença é que, desta vez, a tecnologia presta um auxílio importante - e não se trata de tecnologia específica, complicada, mas de coisas como Facebook, WhatsApp e Google Maps.
Em vez de confiar a vida a traficantes de pessoas, muitos migrantes se unem em torno daqueles que possuem smartphones. Eles trocam fotos, mapas e mais várias informações importantes com outros em posições diferentes. Perguntas como “sua rota deu certo?”, “há comida?”, “moradores locais dispostos a ajudar?” e “o policiamento pode ser um problema?” se misturam a coisas do tipo: “Dá para carregar aparelhos eletrônicos?” e “tem Wi-Fi pelo caminho?”.
Redes sociais servem para verificar como estão os conhecidos, compartilhar dados em tempo real e acompanhar as notícias - algo vital, já que os governantes europeus têm tratado do assunto com tanta cautela que fronteiras podem se abrir e fechar de uma hora para a outra.
Foram criados grupos no Facebook e documentos no Google Docs onde são publicadas coordenadas que levem os viajantes a locais de interesse. A atualização constante das plataformas permite que se administre os suplementos conforme a quantidade de pessoas atendidas.
Há quem percebeu a situação e tente se aproveitar dos migrantes: um chip telefônico que custa cerca de US$ 1,50 pode sair por mais de US$ 20, dependendo da região e do vendedor, e muitos taxistas chegam a quintuplicar o valor das corridas.
Por outro lado, outros trabalham para ajudar. Em Belgrado, capital da Sérvia, um grupo oferece Wi-Fi gratuito para que os viajantes não precisem gastar pequenas fortunas usando dados fora de seus países; quando as pessoas se conectam ali, são direcionadas a um aplicativo que informa preços corretos de corridas de táxis, localização de banheiros, lugares para encontrar comida, entre outras coisas.
A imprensa europeia está recheada de exemplos em que o uso da tecnologia ajudou a prevenir os viajantes contra situações complicadas. O Irish Times acompanhou o afegão Ramiz, de 20 anos, que se tornou líder involuntário de um grupo por possuir celular capaz de acessar a internet. “É assim que nós viajamos. Como você acha que chegamos aqui?”, questionou ele ao repórter quando estavam parados na fronteira da Hungria. Um grupo antes deles foi confrontado por policiais, mas alguém encontrou uma brecha na confusão para enviar mensagem a quem vinha atrás como um aviso de que aquela não era uma boa rota. Ramiz fez o mesmo ao perceber que também não estava num bom caminho.
O Business Insider lembra outra situação, ocorrida na semana passada, quando a Hungria teria tentado emboscar centenas de migrantes fazendo-os acreditar que um trem específico iria para Áustria e Alemanha, quando na verdade seria direcionado a um campo de refugiados. Antes de embarcar, as pessoas conseguiram se comunicar com quem estava na estação de Budapeste e decidiram não encarar a viagem.
OLHAR DIGITAL
(Foto: Alexandros Avramidis/Reuters)
DUBLIN, Irlanda - De tão usada, a frase “fazer do mundo um lugar melhor” se tornou piada no meio tecnológico e costuma ser recebida com certa descrença no Vale do Silício, o berço da inovação. Mas basta dar uma olhada no uso que os refugiados rumo à Europa estão fazendo de serviços cotidianos e fica fácil compreender que algumas vezes a expressão faz todo sentido.
O continente vive sua maior crise migratória desde a Segunda Guerra Mundial, com centenas de pessoas fugindo de conflitos civis que ocorrem principalmente na Síria. A grande diferença é que, desta vez, a tecnologia presta um auxílio importante - e não se trata de tecnologia específica, complicada, mas de coisas como Facebook, WhatsApp e Google Maps.
Em vez de confiar a vida a traficantes de pessoas, muitos migrantes se unem em torno daqueles que possuem smartphones. Eles trocam fotos, mapas e mais várias informações importantes com outros em posições diferentes. Perguntas como “sua rota deu certo?”, “há comida?”, “moradores locais dispostos a ajudar?” e “o policiamento pode ser um problema?” se misturam a coisas do tipo: “Dá para carregar aparelhos eletrônicos?” e “tem Wi-Fi pelo caminho?”.
Redes sociais servem para verificar como estão os conhecidos, compartilhar dados em tempo real e acompanhar as notícias - algo vital, já que os governantes europeus têm tratado do assunto com tanta cautela que fronteiras podem se abrir e fechar de uma hora para a outra.
Foram criados grupos no Facebook e documentos no Google Docs onde são publicadas coordenadas que levem os viajantes a locais de interesse. A atualização constante das plataformas permite que se administre os suplementos conforme a quantidade de pessoas atendidas.
Há quem percebeu a situação e tente se aproveitar dos migrantes: um chip telefônico que custa cerca de US$ 1,50 pode sair por mais de US$ 20, dependendo da região e do vendedor, e muitos taxistas chegam a quintuplicar o valor das corridas.
Por outro lado, outros trabalham para ajudar. Em Belgrado, capital da Sérvia, um grupo oferece Wi-Fi gratuito para que os viajantes não precisem gastar pequenas fortunas usando dados fora de seus países; quando as pessoas se conectam ali, são direcionadas a um aplicativo que informa preços corretos de corridas de táxis, localização de banheiros, lugares para encontrar comida, entre outras coisas.
A imprensa europeia está recheada de exemplos em que o uso da tecnologia ajudou a prevenir os viajantes contra situações complicadas. O Irish Times acompanhou o afegão Ramiz, de 20 anos, que se tornou líder involuntário de um grupo por possuir celular capaz de acessar a internet. “É assim que nós viajamos. Como você acha que chegamos aqui?”, questionou ele ao repórter quando estavam parados na fronteira da Hungria. Um grupo antes deles foi confrontado por policiais, mas alguém encontrou uma brecha na confusão para enviar mensagem a quem vinha atrás como um aviso de que aquela não era uma boa rota. Ramiz fez o mesmo ao perceber que também não estava num bom caminho.
O Business Insider lembra outra situação, ocorrida na semana passada, quando a Hungria teria tentado emboscar centenas de migrantes fazendo-os acreditar que um trem específico iria para Áustria e Alemanha, quando na verdade seria direcionado a um campo de refugiados. Antes de embarcar, as pessoas conseguiram se comunicar com quem estava na estação de Budapeste e decidiram não encarar a viagem.
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Re: MUNDO
Já que agora tem vários países europeus dispostos a acolher refugiados, bem que poderiam pensar no caso de providenciarem também a travessia do Mediterrâneo em embarcações seguras.
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Re: MUNDO
Essa questão dos refugiados é uma faca de dois gumes.
O Estado Islâmico disse que quatro mil pessoas em "missão" foram pra Europa juntamente a N refugiados. Mas como vão identificar o pessoal?
O Estado Islâmico disse que quatro mil pessoas em "missão" foram pra Europa juntamente a N refugiados. Mas como vão identificar o pessoal?
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Re: MUNDO
Forte terremoto atinge o Chile e alerta de tsunami é declarado
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/ ... chile.html

Um forte terremoto ocorreu na noite desta quarta-feira (16) ao norte de Santiago, perto da região de Coquimbo, no Chile.
Não houve relato imediato sobre feridos, danos à infraestrutura ou interrupções em serviços básicos, segundo o Escritório Nacional de Emergência do Chile. A agência AFP afirma que há ao menos dois mortos e uma dezena de feridos pelo terremoto, citando como fontes autoridades chilenas.
A magnitude do tremor foi 8,3, segundo o serviço geológico dos Estados Unidos (USGS). Um alerta de tsunami foi emitido pelas autoridades para toda a região costeira. As autoridades locais determinaram a evacuação das áreas litorâneas, enquanto imagens de televisão mostravam sirenes de alerta ativadas. O terremoto de 2010, que deixou centenas de mortos no Chile, teve magnitude 8,8.
A Marinha chilena disse que ondas de até 4,5 metros atingiram a cidade de Coquimbo após o tremor.
O Peru, país vizinho, também emitiu alerta de tsunami nesta quarta. O Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico (PTWC) afirma que ondas de até 3 metros podem chegar até a costa da Polinésia Francesa.
Por volta das 21h50 as ondas desencadeadas pelo forte terremoto começam a atingir a costa do Chile, segundo a agência Reuters. Não estava clara a intensidade exata das ondas e até o momento não há relatos de danos provocados por elas.
O tremor inicial foi às 19h54 (hora local, mesma de Brasília) e houve pelo menos 11 réplicas de tremores com magnitude maior que 4,4, de acordo com o serviçi sismológico chileno. A polícia chilena alertou a população a manter a calma diante de novos possíveis abalos.
Os Bombeiros de São Paulo informaram que o tremor foi sentido até na capital paulista -- muitas pessoas ligaram para o número de emergência reportando o tremor (veja relatos de moradores de SP que sentiram o terremoto). Diversas províncias argentinas também sentiram o terremoto.
O transporte público funcionava normalmente em Santiago, informaram veículos de imprensa locais, que também informaram sobre cortes de energia elétrica em algumas regiões da capital.
De acordo com o Centro Nacional de Sismologia da Universidad de Chile, o sismo foi sentido às 19h54, com epicentro localizado 36 quilômetros ao oeste da cidade de Canela e a 11 quilômetros de profundidade. O epicentro do tremor fica no mar, a 243 km de Santiago e a pouco mais de 10 km da costa.


Um forte terremoto ocorreu na noite desta quarta-feira (16) ao norte de Santiago, perto da região de Coquimbo, no Chile.
Não houve relato imediato sobre feridos, danos à infraestrutura ou interrupções em serviços básicos, segundo o Escritório Nacional de Emergência do Chile. A agência AFP afirma que há ao menos dois mortos e uma dezena de feridos pelo terremoto, citando como fontes autoridades chilenas.
A magnitude do tremor foi 8,3, segundo o serviço geológico dos Estados Unidos (USGS). Um alerta de tsunami foi emitido pelas autoridades para toda a região costeira. As autoridades locais determinaram a evacuação das áreas litorâneas, enquanto imagens de televisão mostravam sirenes de alerta ativadas. O terremoto de 2010, que deixou centenas de mortos no Chile, teve magnitude 8,8.
A Marinha chilena disse que ondas de até 4,5 metros atingiram a cidade de Coquimbo após o tremor.
O Peru, país vizinho, também emitiu alerta de tsunami nesta quarta. O Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico (PTWC) afirma que ondas de até 3 metros podem chegar até a costa da Polinésia Francesa.
Por volta das 21h50 as ondas desencadeadas pelo forte terremoto começam a atingir a costa do Chile, segundo a agência Reuters. Não estava clara a intensidade exata das ondas e até o momento não há relatos de danos provocados por elas.
O tremor inicial foi às 19h54 (hora local, mesma de Brasília) e houve pelo menos 11 réplicas de tremores com magnitude maior que 4,4, de acordo com o serviçi sismológico chileno. A polícia chilena alertou a população a manter a calma diante de novos possíveis abalos.
Os Bombeiros de São Paulo informaram que o tremor foi sentido até na capital paulista -- muitas pessoas ligaram para o número de emergência reportando o tremor (veja relatos de moradores de SP que sentiram o terremoto). Diversas províncias argentinas também sentiram o terremoto.
O transporte público funcionava normalmente em Santiago, informaram veículos de imprensa locais, que também informaram sobre cortes de energia elétrica em algumas regiões da capital.
De acordo com o Centro Nacional de Sismologia da Universidad de Chile, o sismo foi sentido às 19h54, com epicentro localizado 36 quilômetros ao oeste da cidade de Canela e a 11 quilômetros de profundidade. O epicentro do tremor fica no mar, a 243 km de Santiago e a pouco mais de 10 km da costa.

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Re: MUNDO
Socialismo não é mais bicho-papão

LUIZ EÇA – O senador Bernie Sanders, pré-candidato a presidente dos EUA, não é exatamente um socialista. Está mais para socialdemocrata.
Jamais defendeu a socialização de qualquer setor da economia ou mesmo de qualquer empresa norte-americana. E suas chances de vencer Hillary Clinton na corrida pela candidatura democrata nas próximas eleições são mínimas, próximas de zero.
A grande surpresa é que, apesar de se declarar socialista, algo tradicionalmente considerado um palavrão pelo eleitor médio estadunidense, ele vai muito bem nas pesquisas das primeiras prévias do Partido Democrata.
Em New Hampshire, segundo a CNN, ele cresce, já atingindo 31% contra os 50% da favorita, a senhora Clinton. E seus comícios vêm atraindo grandes audiências em todo o estado.
Em Iowa, surpresa!, Sanders lidera com 44% dos respondentes, deixando sua adversária para traz, com 37% (pesquisa Franklin Pierce University e Boston Herald).
Parece que ele está redefinindo o socialismo nos EUA como alguma coisa conforme os valores norte-americanos, claramente expressos na sua Constituição.
De um modo geral, o que Sanders prega é uma ação ativa do governo para defender os 99% contra o controle do Estado pelas grandes corporações. Talvez mesmo transferir esse controle de Wall Street para a maioria da população. Nada mais democrático, portanto. Os 99% começam a acreditar que essa mudança é possível.
Dá para sentir, e não apenas pelas pesquisas de opinião: nos primeiros três meses de campanha, o candidato soi disant socialista arrecadou 15 milhões de dólares em doações, de nada menos do que 400 mil pessoas. Claro, a senhora Clinton arrecadou muito mais. A parte do 1% que a vê com bons olhos soma recursos muitas vezes superiores aos dos 99%.
Para as grandes corporações é mais conveniente dividir seus dólares entre o extremo conservadorismo dos principais candidatos republicanos e o liberalismo moderado de Hillary Clinton. Assim, seja qual for o resultado, certamente ficarão do lado do vencedor, que saberá retribuir a preferência.
Já com Sanders o futuro seria pelo menos tempestuoso. Durante a grande crise, ele propôs que os CEOs dos grupos responsáveis por ela fossem processados, enfatizando também o “nível grotesco de desigualdade nos EUA”.
Agora, Sanders no Senado, e seu aliado Sherman na Casa dos Representantes, anunciaram a próxima apresentação de um projeto que não deve deixar Wall Street em festa.
O senador deu algumas dicas do que está aprontando, ao declarar: “nenhuma instituição financeira individual deveria poder ter holdings tão vastos que sua falência poderia lançar o mundo econômico numa crise”. E concluiu: “quando uma instituição é grande demais para falir, ela é grande demais para existir”.
Se as perspectivas (embora remotas) do socialista na presidência causam dispepsia em certos grandes empresários, o passado de Sanders não alivia em nada suas preocupações.
Em 2003, ano em que a maioria absoluta da população e dos políticos, confiando nas mentiras de Bush, aplaudiu a invasão do Iraque, Bernie Sanders, então membro da Casa dos Representantes, foi um dos raros que se opôs.
E com sérios argumentos: não se pensava nas mortes de soldados norte-americanos e civis iraquianos na invasão e na ocupação; uma ação unilateral estaria usurpando poderes da ONU e enfraquecendo a entidade; o ataque seria desastroso para a campanha antiterrorismo global; com um déficit crescente de 6 trilhões de dólares, como poderia o país gastar fortunas numa guerra extremamente dispendiosa?; com a saída de Saddam Hussein, qual seria a postura dos EUA diante de uma guerra civil iminente?
Hoje, todos condenam a brutal aventura que foi a guerra do Iraque, mas na época pós-atentado das Torres Gêmeas um político contrário a ela teria de arcar com pesados danos em sua imagem pública.
Como nessa ocasião, Sanders continua avesso a guerras. Por isso mesmo, na questão do acordo nuclear com Irã, ele se alinha ao lado de Obama, apoiando sua aprovação.
Idem no estabelecimento de relações comerciais com Cuba e no fim dos embargos à ilha.
Igualmente favorável à política do presidente frente a Putin, Sanders condena a anexação da Criméia pela Rússia. Até aceita novas sanções. Mas as condiciona a certas restrições: “você não deve ir à guerra. Você não deve sacrificar vidas de jovens nesse país como fizemos no Iraque e no Afeganistão”.
O senador-candidato prefere sempre a via diplomática para resolver as questões internacionais. Daí sua posição contrária à política intervencionista. Ele propõe uma mudança racional e inteligente, baseada no multilateralismo, ficando o emprego de força somente se a segurança nacional estiver sob risco direto.
Seria uma mudança radical para um país que já interveio militarmente em 14 países, desde 1980.
Na Palestina, porém, suas posições são bastante moderadas, talvez demais. Ele defende a “solução dos dois Estados”. No entanto, admite a manutenção dos assentamentos que tiverem “argumentos geográficos legítimos”, na contramão da opinião pública mundial contrária a todos eles por serem ilegais.
Tudo isso de acordo com o pensamento oficial da Casa Branca. Mas, na invasão de Gaza, Sanders dissentiu frontalmente do presidente, que falava no “direito de Israel se defender”, ao condenar duramente as ações do exército de Telavive: “os ataques israelenses que mataram centenas de pessoas inocentes – inclusive muitas mulheres e crianças – bombardeando quarteirões civis, escolas da ONU, hospitais e centros de refugiados foram desproporcionais, completamente inaceitáveis”.
Passando da política internacional para a segurança interna, o senador foi uma das poucas vozes que combateu a espionagem dos telefones e computadores pela NSA. Considerou inaceitáveis os exageros institucionalizados na garantia da segurança nacional.
Bush e seus neocons haviam se aproveitado do traumatismo causado no povo pelo atentado de 11 de setembro para apresentarem leis que restringem direitos civis, sob alegação de serem necessárias para a defesa contra o terrorismo.
Aprovado por grandes maiorias no Senado e na Câmara dos Representantes, o chamado Patriot Act, entre outras disposições, autorizava o presidente do país a prender quem quisesse e o manter preso, sem processo, indefinidamente.
Quando foi discutida sua renovação, durante a gestão Obama, ele afirmou ser contrário, mas nem por isso o vetou, atendendo a conveniências políticas.
Já Sanders, chamou o Patriot Act de “uma vigilância ‘orweliana’ de todos os norte-americanos”. Preferia que o governo “estabelecesse uma suspeita razoável” antes de solicitar uma “ordem judicial para monitorar registros de operações relacionadas a um suspeito específico de terrorismo”.
A significativa porcentagem de cidadãos favoráveis a um candidato que se diz socialista é mais um sinal de que as coisas estão mudando nos EUA.
Há outros indícios nesse sentido. O apoio sem limites a Israel cai de ano para ano.
Pesquisas mostram que a maioria da população criticou as violências do exército israelense nos ataques a Gaza, se opõe ao aumento da ajuda militar a Israel e vê com desconfiança o envolvimento dos EUA em guerras contra outros países.
Mesmo a opinião sobre o acordo nuclear com o Irã está dividida, apesar da colossal campanha de propaganda e relações públicas desenvolvidas pelos grupos pró- Israel.
O povo estadunidense começa a abrir os olhos.
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Re: MUNDO
Pelo visto...Vitor Souza escreveu:Essa questão dos refugiados é uma faca de dois gumes.
O Estado Islâmico disse que quatro mil pessoas em "missão" foram pra Europa juntamente a N refugiados. Mas como vão identificar o pessoal?
Polícia cita 18 mortos em tiroteios em Paris; também houve explosões

Às 19h45, o jornal "Liberation" afirmou que dois tiroteios ainda estavam em andamento, nos 10º e 11º arrondissements. A polícia confirmou ainda que há reféns na casa de espetáculos Bataclan, no boulevard Voltaire, no 11º arrondissement. Segundo a BBC, são 70 reféns.
Ao jornal "Le Figaro", uma testemunha contou que viu dois homens armados entrarem no Bataclan. "Eles estavam armados, vestidos normalmente: eles atiraram no exterior e no interior da sala", afirmou a testemunha.
Segundo a BBC, um homem usando uma arma automática abriu fogo em um restaurante cambojano no 10º arrondissement, deixando ao menos sete feridos. De acordo com o "Liberation" e a rede de TV CNN, há "diversos mortos". A Reuters afirma que duas pessoas morreram ali.
Um repórter do "Liberation" que está no local diz ter visto ao menos quatro corpos no chão. Já o repórter da BBC contou dez pessoas deitadas, sem conseguir identificar se estariam mortas ou feridas. Diversas ambulâncias já chegaram.
Um segundo tiroteio teve como cenário o bar "Le Carillon", segundo o Liberation. Na sequência, outro tiroteio foi registrado no 11º arrondissement.
A BBC, o Liberation e o "Le Monde" afirmam também que houve três explosões do lado de fora do Stade de France, mas a polícia ainda não informou se há feridos no local. O presidente francês, François Hollande, foi retirado do estádio por segurança.
O hotel Molitor de Paris, onde está hospedada a seleção alemã de futebol, foi evacuado ao final da manhã desta sexta-feira (13) devido a um alerta de bomba.
Os jogadores alemães foram levados para outro hotel.
Uma equipe especializada em explosivos esteve no local.
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Re: MUNDO



. Agora já são 60 mortos por conta do ataque terrorista na França!
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