Carga tributária e aumento de impostos no Brasil

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Reforma Tributária

Mensagem por E.R » 12 Jun 2024, 00:24

NOTÍCIAS
https://www.metropoles.com/colunas/igor ... ate-agosto

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), avisou a líderes partidários que pretende concluir até agosto a votação na Casa dos dois projetos que regulamentam a reforma tributária.

A ideia do parlamentar alagoano é aprovar as propostas até meados de agosto, antes do início da campanha para as eleições municipais.

Segundo aliados, após as eleições municipais, Arthur Lira quer concentrar seus esforços em eleger seu sucessor.
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Reforma Tributária

Mensagem por E.R » 25 Jun 2024, 07:52

NOTÍCIAS
https://www1.folha.uol.com.br/blogs/que ... jeto.shtml

O Grupo de Trabalho dedicado ao primeiro projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024) completou dez audiências públicas nesta semana.

Mas são em reuniões fechadas na Câmara, que lobistas de diversos setores econômicos negociam possíveis mudanças no texto original enviado pelo Ministério da Fazenda.

Já foram formalizadas 43 manifestações de mudanças no texto do projeto ou emendas de artigos.

Parte dos deputados começa a mirar uma alíquota final em 27,5% para a soma de CBS e IBS, a contribuição e o imposto sobre bens e serviços.

A projeção do Ministério da Fazenda indica carga tributária de 26,5% a 27,5%, conforme o debate no Congresso resulte em aumento de isenções.

Carnes

Os deputados cobram da Receita Federal dados complementares aos da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares, do IBGE), utilizada pela Fazenda para elaborar a lista de itens da cesta básica e dos alimentos com direito a cashback e redução de até 60% na alíquota média.

A atualização de informações sobre o consumo será usada para incluir ou não todas as proteínas animais na faixa de isenção ou deixá-las com alíquota reduzida em 60%. A medida é vista como decisiva para obter o apoio da bancada ruralista para a votação do projeto no plenário, prevista para ocorrer até 18 de julho.

Queijos

Fabricantes de queijos pediram para serem incluídos na alíquota zero. O texto original do PLP 68 prevê isenção de 60% para 12 queijos mais populares. O argumento para zerar a alíquota é que a produção de leite está atendida pela não incidência dos impostos e isso, de acordo com o setor queijeiro, pode criar desequilíbrio para a fabricação do laticínio. Há tendência de atendimento do pedido.

Imóveis
O setor imobiliário pede para se creditar logo após a compra de glebas para loteamento. Da forma como o projeto está hoje, as incorporadoras teriam de desenvolver os condomínios e somente depois da venda de todos os lotes ter direito ao crédito tributário.

A antecipação é apontada pelo setor como necessária para desenvolver os empreendimentos. A mudança está em análise, mas dependerá de cálculos da Fazenda.

Já o pedido para ampliar de 20% para 80% o desconto nos tributos para novos empreendimentos imobiliários divide os deputados. Eles debatem como alternativa elevar a faixa de isenção para imóveis de baixa renda, mantendo a carga para os de alto padrão para evitar impacto expressivo na alíquota final dos impostos.

Automóveis

O setor de locação de imóveis pediu antecipação integral do crédito tributário na compra de veículos, sem regra de transição para a reforma.

No caso do IBS, a transição será de 2027 a 2032.

De acordo com um deputado, o setor argumentou que revende veículos após dois anos de uso e vê risco de prejuízo na hora de negociá-los.

Os locadores defendem a recuperação do crédito tributário já a partir de janeiro de 2027, alegando que o fato da creditação tributária ser progressiva faz o imposto que será restituído ficar menor na revenda devido à depreciação de valor dos veículos.

O pedido para antecipar a restituição teria sensibilizado o grupo de trabalho a Fazenda, principalmente depois de as locadoras sinalizarem que poderiam reduzir a compra de veículos novos. Elas são responsáveis por cerca de 30% das vendas anuais das montadoras.
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Reforma Tributária

Mensagem por E.R » 02 Jul 2024, 01:48

NOTÍCIAS
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/p ... ento.shtml

Gilberto Tarantino, presidente da Abracerva (Associação Brasileira de Cerveja Artesanal) teme o imposto seletivo que poderá vir na reforma tributária.

"Conversei duas vezes com o Bernard Appy [assessor especial do ministro Fernando Haddad responsável pela reforma tributária] para dizer que muitas fecharão as portas a depender de como virá o texto [da reforma]", disse Gilberto Tarantino.

A versão final do texto deve ser divulgada nesta quarta-feira.

Gilberto Tarantino disse para Bernard Appy que o setor está sob ameaça porque o imposto seletivo, o chamado imposto do pecado, deve vigorar em 2027 e o atual ICMS, imposto estadual, só desaparece em 2033.

"Temos uma carga total de 52%, para quem é do Simples, cai para 38%, mas, no geral, o setor está no limite", disse o executivo. "Qualquer aumento vai levar ao fechamento de empresas."

A Abracerva concentra 1.800 fabricantes e menos de 3% do mercado cervejeiro e emprega 120 mil trabalhadores.
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Mensagem por E.R » 05 Jul 2024, 03:07

NOTÍCIAS
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2 ... etor.shtml

A mudança na taxação do setor do saneamento com a reforma tributária pode fazer a conta de água e esgoto subir até 18%, de acordo com estimativa da Abcon Sindicon (Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto).

O setor ficará de fora do tratamento especial na reforma e pressiona para a manutenção da atual incidência de impostos.

Hoje empresas de saneamento recolhem 9,25% de PIS e Cofins e são isentas dos atuais ICMS e ISS.

O texto da reforma tributária enviado do Senado para a Câmara previa que a alíquota sobre a conta de água seria definida por meio de lei complementar, mas o saneamento foi retirado do relatório, deixando o setor sujeito ao IVA (imposto unificado sobre o consumo) padrão —previsto para ser fixado entre 25% e 27%.

Sem negociação, a estimativa é de menos investimentos e atraso para cumprir as metas do Marco Legal do Saneamento, segundo Roberto Barbuti presidente do conselho da Abcon Sindicon.

A entidade defende que os serviços prestados pelas concessionárias de saneamento são essenciais e o forte aumento da carga tributária vai prejudicar a liquidez e a capacidade de investimento das empresas. "Difícil não entender que saneamento é saúde [setor que terá alíquota reduzida]", disse Roberto Barbuti.
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Mensagem por E.R » 09 Jul 2024, 05:53

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https://www.estadao.com.br/economia/cam ... a-privada/

O grupo de trabalho do segundo texto de regulamentação da reforma tributária decidiu retomar o imposto de herança sobre planos de previdência privada, como PGBL e VGBL.

O parecer estabelece que os investidores que ficarem mais de cinco anos no VGBL, a contar da data do aporte, serão isentos do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD).

Para o PGBL não valerá essa regra, segundo os integrantes do grupo de trabalho.

Ou seja, eles seriam tributados independentemente do prazo - esse ponto, porém, ainda não está claro no texto apresentado pelos parlamentares, que deverá ser ajustado.

O objetivo dessa regra temporal, de acordo com o grupo, é evitar que as pessoas físicas migrem suas aplicações para fundos VGBL apenas com fins sucessórios, com a estratégia de burlar a tributação estadual.

“Planejamento fiscal de patrimônio no século 21: chega na hora de fazer transmissão de herança, vende tudo, aplica em um dos fundos para não pagar imposto. Isso é uma vergonha. Veja se a classe média faz isso”, afirmou o deputado Luiz Carlos Hauly, apontando que a prática é adotada pelas classes mais altas.

A avaliação foi reforçada pelo deputado Ivan Valente (PSOL) : “PGBL e VGBL são rotas de fuga. No último momento, passam patrimônio para o VGBL para não pagar imposto”.

Atualmente, a alíquota máxima do tributo é de 8%, segundo resolução do Senado.

A pedido de Ivan Valente, os deputados também definiram que os grandes patrimônios serão taxados pela alíquota máxima do ITCMD.
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Mensagem por E.R » 10 Jul 2024, 06:52

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Mensagem por E.R » 11 Jul 2024, 06:52

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https://noticias.uol.com.br/politica/ul ... a-lira.htm

A decisão de zerar o imposto para a carne no texto que regulamenta a reforma tributária contou com um recuo raro do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP).

O PL e bancada ruralista, que no final, contaram com o apoio do PT, aprovaram um destaque para zerar a alíquota de imposto da carne na reforma tributária.

A bancada ruralista argumentou que a carne é um item essencial para a população. :)
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Mensagem por E.R » 11 Jul 2024, 09:30

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Fonte : O GLOBO
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Mensagem por Episódio Perdido Mundial » 11 Jul 2024, 13:01



Mano, sério, sair desse país se nada mudar, é defesa pessoal
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Mensagem por E.R » 11 Jul 2024, 21:37

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https://www.uol.com.br/carros/colunas/j ... etrico.htm

O grupo de trabalho sobre a regulamentação da reforma tributária incluiu os carros elétricos no chamado 'imposto do pecado'.

No entendimento dos deputados federais, esse tipo de automóvel causa poluição ao meio ambiente.

O vice-presidente de políticas públicas e comunicação da GM (General Motors), Fabio Rua, destacou que o Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo.

"Infelizmente, se aprovado, esse imposto dificultará ainda mais a aquisição, a renovação das frotas e poderá impactar a execução dos mais de R$ 130 bilhões anunciados pelas montadoras. Imposto seletivo para veículos é uma marcha à ré que ainda pode e deve ser evitada", disse.

O presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), Ricardo Bastos, considera um "equívoco" da área de Desenvolvimento do governo (MDIC) ter sugerido à comissão que regulamenta a reforma tributária na Câmara dos Deputados a inclusão dos veículos em geral, especialmente os elétricos e híbridos, no "imposto do pecado".

"Essa decisão não permitirá o crescimento da demanda por veículos em geral e por veículos elétricos em particular, inibindo a escala necessária inclusive para a produção local".
:(
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Mensagem por E.R » 13 Jul 2024, 09:14

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https://www1.folha.uol.com.br/colunas/p ... aria.shtml

O vídeo gravado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao lado da primeira dama Janja, irritou integrantes do grupo de trabalho da reforma tributária na Câmara dos Depuados.

De acordo com um integrante do grupo de trabalho, o governo Lula em nenhum momento se movimentou para colocar as carnes na cesta básica e o vídeo de Haddad seria um desrespeito com o grupo e uma falta de lealdade.

O ministro tinha apenas manifestado preocupação com o impacto da medida na alíquota do IVA (Imposto sobre Valor Agregado).
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Mensagem por E.R » 22 Jul 2024, 07:11

NOTÍCIAS
https://www.estadao.com.br/economia/ref ... -impostos/

Os setores da construção e da indústria imobiliária têm criticado o texto de regulamentação da reforma tributária aprovado pela Câmara dos Deputados.

Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a regulamentação da reforma tributária terá como efeito a elevação dos preços dos imóveis no país.

O setor argumentou que o próprio Ministério da Fazenda reconheceu que haverá aumento do preço dos imóveis para a classe média.
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Mensagem por E.R » 13 Ago 2024, 01:29

NOTÍCIAS
https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-ja ... cent.ghtml

Morrer pode ficar mais caro no Brasil.

As empresas de serviços funerários estão trabalhando para tentar desfazer a alta de impostos que recairá no setor na regulamentação da Reforma Tributária.

Se o Senado não rever o enquadramento dos impostos pagos sobre os serviços funerários, os atuais 8,65% passarão para a alíquota cheia de 26,5%. Uma alta de 206% na reforma proposta pelo governo de Lula (PT).
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Reforma Tributária

Mensagem por Episódio Perdido Mundial » 15 Ago 2024, 11:53

Quando essa reforma for completamente homologada, quero já estar longe desse solo, antes que entretanto, esse país ande pelos trilhos pelo menos uma vez nessa República criada pelo golpe
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Carga tributária e aumento de impostos no Brasil

Mensagem por E.R » 03 Set 2024, 09:15

NOTÍCIAS
https://www.gazetadopovo.com.br/economi ... ributaria/

Mais da metade das empresas brasileiras espera que a reforma tributária traga um aumento de impostos mesmo com a promessa de que serão reduzidos com a simplificação das cobranças.

O pessimismo é citado por uma pesquisa divulgada nesta segunda (2) pela Thompson Reuters.

O levantamentou ouviu 129 profissionais de departamentos fiscais e tributários corporativos no Brasil entre abril e maio deste ano sobre a percepção de como a reforma tributária impactará nos processos internos das empresas. Parte delas disse que já está gastando e desenvolvendo um plano de implementação das mudanças mesmo em meio à tramitação da proposta no Senado.

A pesquisa revelou que 53% dos profissionais veem a possibilidade de que o novo imposto chamado de IVA – Imposto sobre Valor Agregado – fará aumentar a atual carga tributária brasileira.

Isso se dá por conta do aumento da alíquota-geral a ser cobrada, que inicialmente era de 26,5% e passou para quase 28% segundo o que foi apresentado recentemente pelo Ministério da Fazenda.

O relatório da Thompson Reuters afirma que essa expectativa pessimista da alíquota-geral – de 26,5% à época do levantamento – se dá pela “eliminação de incentivos fiscais e ao baixo volume de créditos para alguns segmentos específicos, especialmente o setor de serviços”.

O IVA vai unificar cinco impostos das três esferas de governo, sendo dividido em outros dois a serem distribuídos à União, estados e municípios por um comitê gestor: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) unirá o ICMS estadual e o ISS municipal, enquanto qe a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) substituirá o PIS/Cofins federal.

A maioria das empresas cita a implementação do IVA como a mudança mais significativa da reforma.

As preocupações principais incluem o aumento dos custos e a necessidade de adaptação dos sistemas às novas regras.
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NOTÍCIAS
https://veja.abril.com.br/coluna/radar/ ... butaria-2/

Presidente do Conselho de Administração do Grupo Guararapes, que controla a rede de lojas Riachuelo, o empresário Flávio Rocha fez duras críticas à reforma tributária, defendida pelo governo de Lula (PT).

“Conseguimos piorar o impiorável. Vamos ter retrocessos nas três frentes que foram prometidas. Não vai haver simplificação, não vai haver queda de informalidade - pelo contrário - e não vai haver queda dalitigância tributária”, disse o empresário.
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