Educação
- Antonio Felipe
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Re: Educação
Agora vai!E.R escreveu:Esse Mendonça Filho, viu !
Recebeu o Alexandre Frota hoje.
Meus títulos e conquistas no FCH:
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Re: Educação
Matemático brasileiro ganha grande prêmio científico da França

O carioca Marcelo Viana, de 54 anos, é o primeiro brasileiro e primeiro matemático do mundo a receber o Grande Prêmio Científico Louis D., principal premiação científica da França, oferecido pelo Institut de France. Viana é diretor-geral do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), instituição que faz pesquisa de ponta e organiza a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, que teve 18 milhões de candidatos em 2015.
Viana dividirá o prêmio de € 450 mil (cerca de metade do valor pago aos vencedores do Nobel) com o francês François Labourie, da Universidade de Nice. Os recursos financiarão estudo sobre sistemas dinâmicos, em cooperação com pesquisadores franceses.
Crítico do ensino no Brasil, ele falou ao Estado sobre estratégias do Impa para reabilitar a matemática aos olhos dos estudantes e defende maior controle do Ministério da Educação sobre os cursos de formação de professores. Para ele, a fusão do Ministério da Ciência com o das Comunicações é "simplesmente má ideia".
"Nossa escola é terrível. Todo o sistema conspira para acabar com o gosto pela matemática. O professor é um herói. Estamos envolvidos em um projeto ambicioso de expansão do Impa, porque há muito a ser feito pela matemática no País. A gente faz a olimpíada com crianças do 6º ano ao fim do ensino médio. Mas o nosso diagnóstico é de que 'o bicho-papão' começa antes. Queremos incluir alunos de 4º e 5º anos, momento em que estão sendo massacrados para perder o gosto pela matemática. Há muita rejeição, porque a olimpíada promove competição. Mas é fantástica: a garotada se organiza em grupos de estudo; os professores, motivados, ensinam melhor."
"A universidade pública presencial forma menos de 5% dos professores. O controle do MEC para particulares é muito deficiente. O exame de ingresso no mestrado profissional da Sociedade Brasileira de matemática é um balizador. Tem mais de 20 mil candidatos ao ano. Há instituições de formação em que praticamente 100% dos seus egressos zeram a prova. Deveriam ser fechadas. Tem mais uma agravante: essa minoria que vem das universidades públicas não vai para a sala de aula. É desperdício o País investir em formação de professores e irem para trás do balcão de banco. Isso basta para dizer que a formação de professores é catastrófica."
"É artificial. Em time que está ganhando não se mexe. Basta olhar os números da ciência brasileira em 30 anos, desde a fundação do MCTI, para ver que o progresso foi muito forte. Certamente o ministério e o CNPq têm muito a ver com isso. Os efeitos sobre a ciência serão negativos. Todo mundo quer máquina eficiente. Mas alterar a estrutura de um ministério que já deu contribuição enorme ao País é simplesmente má ideia. Espero que seja revertida. Já basta nossa comunidade estar apanhando com cortes de recursos. Ciência tem de ter continuidade."
"Sistemas dinâmicos é o ramo da matemática que estuda os fenômenos que evoluem no tempo. Permite fazer no computador modelagens matemáticas dos fenômenos para poder entender, descrever, prever e controlar o que vai acontecer. Qualquer coisa que muda no tempo é assunto para sistema dinâmico, como o clima. Um exemplo é a volta do cometa Harley, em 1986. Os Estados Unidos queriam enviar uma sonda, mas precisavam economizar combustível. O que fizeram foi usar métodos de sistemas dinâmicos para calcular como enviar a sonda com consumo pequeno de combustível. Em vez de enviar direto para o cometa, jogaram para a Lua. Ela deu a volta na Lua, voltou à Terra e ficou dando voltas, pegando impulso. Até que, finalmente, a sonda saiu em disparada na direção do cometa com a energia que pegou nas voltas da Terra. Meu projeto propõe aperfeiçoar cálculos como esses. É preciso trazer mais e mais ferramentas matemáticas. Temos várias ideias de como usar a noção de probabilidade nos estudos desses problemas", disse.
http://educacao.uol.com.br/noticias/age ... franca.htm
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Re: Educação
http://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/20 ... o-rio.html
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, na tarde desta terça-feira, um projeto de lei que proíbe os trotes nas universidades públicas e privadas.
O texto ainda será votado pela Casa em segunda discussão.
De acordo com a deputada Lucinha, criadora da medida, o tradicional rito de introdução dos alunos aos cursos de graduação deve ser proibido "sem restrições".
"Em alguns casos, antes de iniciar as aulas, esses estudantes já passam por constrangimentos provocados por trotes que os deixam traumatizados. Se uma brecha é permitida, ela rapidamente vira abuso, por isso essa norma vem para acabar de vez com essa prática”, explicou a parlamentar.
No entanto, o projeto dividiu a opinião dos alunos. Estudante de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio), Olivia Nielebock, de 23 anos, afirmou que o trote representa mais do que um "ritual de entrada" e que é também o primeiro contato que os novos alunos têm com as outras pessoas do curso dele.
"Isso é precioso demais. O trote é o início das amizades entre calouro e calouro, calouro e veterano. É uma importante porta de entrada para um pensamento mais crítico. Acho que tem que haver fiscalização rígida por parte dos alunos ou da instituição e ter um bom senso da comissão do trote para perceber se a brincadeira é machista, racista ou homifóbica", explicou a estudante.
Aluno do curso de Sistemas da Informação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Filipe Dornelas, de 23 anos, lembrou ainda da importância dos trotes solidários, onde os jovens arrecadam roupas e brinquedos para doar em orfanatos e instituições de caridade. "A proibição do trote pode ser um impedimento da realização de um trabalho útil socialmente", acrescentou.
Já o estudante de Agronomia da Rural Lucas Manetti disse que alguns trotes podem deixar os alunos constrangidos. Segundo Lucas, na universidade onde estuda, as ações realizadas nos alojamentos do campus fazem os jovens passarem vergonha. "Quando entrei, tive que aceitar todos os trotes para conseguir ter um lugar para morar. As 'brincadeiras' vão desde raspar a cabeça e a sobrancelha até ser acordado com água na cara", explicou.
Assim como Lucas, a estudante de Publicidade da PUC-Rio Marcela Micelli destacou ainda que essas ações "infla o ego do veterano". "Sempre tive uma visão bem ruim dos trotes e nunca quis participar. A pessoa acaba topando umas coisas bem chatas. Faltei duas vezes e não me arrependo", disse.
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, na tarde desta terça-feira, um projeto de lei que proíbe os trotes nas universidades públicas e privadas.
O texto ainda será votado pela Casa em segunda discussão.
De acordo com a deputada Lucinha, criadora da medida, o tradicional rito de introdução dos alunos aos cursos de graduação deve ser proibido "sem restrições".
"Em alguns casos, antes de iniciar as aulas, esses estudantes já passam por constrangimentos provocados por trotes que os deixam traumatizados. Se uma brecha é permitida, ela rapidamente vira abuso, por isso essa norma vem para acabar de vez com essa prática”, explicou a parlamentar.
No entanto, o projeto dividiu a opinião dos alunos. Estudante de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio), Olivia Nielebock, de 23 anos, afirmou que o trote representa mais do que um "ritual de entrada" e que é também o primeiro contato que os novos alunos têm com as outras pessoas do curso dele.
"Isso é precioso demais. O trote é o início das amizades entre calouro e calouro, calouro e veterano. É uma importante porta de entrada para um pensamento mais crítico. Acho que tem que haver fiscalização rígida por parte dos alunos ou da instituição e ter um bom senso da comissão do trote para perceber se a brincadeira é machista, racista ou homifóbica", explicou a estudante.
Aluno do curso de Sistemas da Informação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Filipe Dornelas, de 23 anos, lembrou ainda da importância dos trotes solidários, onde os jovens arrecadam roupas e brinquedos para doar em orfanatos e instituições de caridade. "A proibição do trote pode ser um impedimento da realização de um trabalho útil socialmente", acrescentou.
Já o estudante de Agronomia da Rural Lucas Manetti disse que alguns trotes podem deixar os alunos constrangidos. Segundo Lucas, na universidade onde estuda, as ações realizadas nos alojamentos do campus fazem os jovens passarem vergonha. "Quando entrei, tive que aceitar todos os trotes para conseguir ter um lugar para morar. As 'brincadeiras' vão desde raspar a cabeça e a sobrancelha até ser acordado com água na cara", explicou.
Assim como Lucas, a estudante de Publicidade da PUC-Rio Marcela Micelli destacou ainda que essas ações "infla o ego do veterano". "Sempre tive uma visão bem ruim dos trotes e nunca quis participar. A pessoa acaba topando umas coisas bem chatas. Faltei duas vezes e não me arrependo", disse.



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Victor235
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Re: Educação
A aluna está errada. Não há necessidade nenhuma de fazer essas merdas para se enturmar na faculdade. Nenhuma.
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Educação
Snapchat vira arma para atrair estudante

Professores que aderiram ao YouTube e ao Facebook começam agora a mirar no Snapchat e no Instagram como novos aliados na hora de transmitir conhecimento. A ideia, segundo eles, é que o estudo esteja sempre no "mundo" e no ritmo dos jovens.
Como as redes sociais se popularizaram entre os adultos, os adolescentes passaram a ter interesse por aplicativos em que sofreriam menos interferência dos pais. O Snapchat, por exemplo, é usado para o envio de texto, fotos e vídeos que só podem ser vistos uma vez. O conteúdo é "autodestruído" depois da visualização.
Ao perceber que a rede de mensagens instantâneas tinha se tornado a preferida dos adolescentes, a pedagoga Taís Bento, uma das responsáveis pelo projeto "Socorro! Meu Filho Não Estuda", decidiu usar o Snapchat para fazer vídeos com dicas de estudo. "Usava o site e as outras redes para dar dicas para os pais de como ajudar os filhos a estudar, mas vi que o resultado seria ainda melhor se eu falasse direto com os alunos e, para isso, precisava entrar no mundo deles", afirma ela.
A conta "SOS Tenho Prova", administrada por Taís, foi criada há quatro meses e tem cerca de 35 mil visualizações semanais. "No início, trazia uma dica por semana, mas os alunos começaram a cobrar mais dicas e pediam que eu respondesse às dúvidas deles. Então, comecei a produzir vídeos diários."
Segundo a pedagoga, os adolescentes querem saber como melhorar o rendimento nos estudos, aumentar a concentração e ser mais organizados.
"As escolas pensam que algumas coisas são básicas, por exemplo, como estudar sozinho em casa ou fazer o resumo de uma matéria, e não ensinam. Os jovens querem aprender, mas não sabem a quem recorrer", diz Taís.
Foram as dicas de como melhorar a concentração para os estudos que fizeram Sophia Helena de Assis e Silva, 12 anos, se tornar uma "seguidora" do "SOS Tenho Prova". "Sempre tirei notas boas, mas tinha dificuldade de me concentrar quando estudava sozinha e sentia que não rendia. Com as dicas, estudar ficou menos cansativo e melhorei minhas notas", diz.
Sophia conta que a dica que mais a ajudou foi cronometrar 30 minutos ininterruptos de estudo, sem nenhuma distração. Depois desse tempo, ela faz um intervalo de exatos cinco minutos, em que pode relaxar e mexer no celular. "Quando chego da escola, já abro o Snapchat para ver se tem alguma dica nova", afirma.
O Descomplica, plataforma de educação online de preparação para vestibular, também passou a usar o Snapchat como extensão das aulas para dar dicas de estudo ou de "macetes" dos conteúdos de prova. "Cada rede social tem seu alcance e, se usadas de maneira correta, elas podem se complementar. Os jovens usam todas elas, então, é uma forma de estar mais perto deles, falar a linguagem deles", afirma Maria Fernanda Borsatto, gerente de Marketing da plataforma.
As dicas do Descomplica no Snapchat incluem instruções para o aluno se inscrever nos vestibulares, no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e no Sistema de Seleção Unificado (Sisu). "Uma das nossas propostas é fazer o jovem gostar de estudar. Hoje já não dá mais para esperar que eles estudem só com os livros, precisamos usar essas ferramentas que eles já usam a nosso favor."
O Descomplica também usa o Instagram, rede social de compartilhamento de fotos, para mostrar bastidores das aulas. "Eles gostam de sentir que estão próximos dos professores, essa é uma forma de trazê-los para perto", diz Maria Fernanda.
O colégio Mopi, no Rio, também vai começar a usar o Snapchat para melhor interagir com os alunos. A rede social será usada para que os estudantes contem sobre os projetos que estão fazendo e deem dicas de estudo para os colegas.
"Percebemos que quem mais acompanhava os conteúdos no nosso site e no Facebook eram os pais e, por isso, precisávamos de um canal de comunicação melhor com os alunos. Começamos a usar o Instagram e os estudantes foram muito participativos, daí a ideia para o Snapchat", conta Bruna Curcio, coordenadora de comunicação do colégio.
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noti ... udante.htm
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Re: Educação
http://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jar ... tacio.html

O conselho de administração da Estácio aceitou, em reunião realizada ontem, a oferta da Kroton.
Assim, o maior grupo universitário do Brasil (Kroton) ficou ainda maior, ao comprar o terceiro do ranking.
Agora, prevê-se uma acirrada discussão no Cade para a aprovação do negócio.

O conselho de administração da Estácio aceitou, em reunião realizada ontem, a oferta da Kroton.
Assim, o maior grupo universitário do Brasil (Kroton) ficou ainda maior, ao comprar o terceiro do ranking.
Agora, prevê-se uma acirrada discussão no Cade para a aprovação do negócio.



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Re: Educação
http://educacao.estadao.com.br/noticias ... 0000064283
Consulta pública lançada pelo Senado Federal sobre projeto de lei relacionado ao programa Escola Sem Partido já recebeu a opinião de mais de 330 mil pessoas.
Segundo o Senado, trata-se de um recorde : desde a criação da ferramenta online Consulta Pública, em 2013, nenhuma proposta recebeu tantas manifestações como a do Projeto de Lei 193, de autoria do senador Magno Malta (PR-ES), que inclui o programa na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
A consulta é feita por meio do portal e-Cidadania, onde os cidadãos podem votar se são contra ou a favor do projeto.
Até as 19h30 desta quinta-feira, 21, 330.787 pessoas haviam votado - 158.940 eram a favor do projeto e 171.847, contra.
Segundo o Senado, a disputa está equilibrada e os dois lados se alternam na liderança.
Consulta pública lançada pelo Senado Federal sobre projeto de lei relacionado ao programa Escola Sem Partido já recebeu a opinião de mais de 330 mil pessoas.
Segundo o Senado, trata-se de um recorde : desde a criação da ferramenta online Consulta Pública, em 2013, nenhuma proposta recebeu tantas manifestações como a do Projeto de Lei 193, de autoria do senador Magno Malta (PR-ES), que inclui o programa na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
A consulta é feita por meio do portal e-Cidadania, onde os cidadãos podem votar se são contra ou a favor do projeto.
Até as 19h30 desta quinta-feira, 21, 330.787 pessoas haviam votado - 158.940 eram a favor do projeto e 171.847, contra.
Segundo o Senado, a disputa está equilibrada e os dois lados se alternam na liderança.



- Antonio Felipe
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Re: Educação

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Re: Educação
O Escola Sem Partido seria uma ideia sensacional se fosse feito ao contrário.
Ao invés de criminalizar e punir professor que enfia a própria ideologia na cabeça dos alunos e demoniza tudo o que não se encaixa, deveriam mostrar como as coisas são por vários ângulos.
Por exemplo, em história falta ensinar algo importantíssimo que é o tamanho e a influência dos impérios da Índia, da China e do Mundo Árabe durante a Idade Média. Naquela época, antes de Colombo, a Europa era relativamente pobre. O dinheiro circulava mesmo entre os Impérios da África Ocidental e a China.
Algo que ajuda a compreender melhor a atual situação econômica mundial com a ascensão da Índia e da China. Não são voos de galinha ou obra do acaso, historicamente lideraram na maior parte do tempo mesmo.
Ao invés de criminalizar e punir professor que enfia a própria ideologia na cabeça dos alunos e demoniza tudo o que não se encaixa, deveriam mostrar como as coisas são por vários ângulos.
Por exemplo, em história falta ensinar algo importantíssimo que é o tamanho e a influência dos impérios da Índia, da China e do Mundo Árabe durante a Idade Média. Naquela época, antes de Colombo, a Europa era relativamente pobre. O dinheiro circulava mesmo entre os Impérios da África Ocidental e a China.
Algo que ajuda a compreender melhor a atual situação econômica mundial com a ascensão da Índia e da China. Não são voos de galinha ou obra do acaso, historicamente lideraram na maior parte do tempo mesmo.
Agente da Coroa a serviço da Rainha


- Barbano
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Re: Educação
O PL tem alguns pontos interessantes, mas, como sempre, esbarra no conservadorismo, ao querem enfiar religião e moral no meio.
A parte boa do projeto é essa:
A parte boa do projeto é essa:
| Art. 5o. No exercício de suas funções, o professor: I - não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias; II - não favorecerá nem prejudicará ou constrangerá os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas; III - não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas; IV - ao tratar de questões políticas, socioculturais e econômicas,apresentará aos alunos, de forma justa, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito; |
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Re: Educação
Comissão da Assembleia rejeita projetos do Escola sem Partido

A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de São Paulo rejeitou nessa terça, 16, dois projetos de lei que tramitam na Casa para instituir no Estado o programa do grupo Escola sem Partido, que restringe a liberdade de cátedra e prevê a criação de canais de denúncia e a instalação de cartazes nas escolas para impedir que professores expressem opiniões políticas e religiosas em sala de aula. As propostas foram apresentadas por dois deputados, Luiz Fernando Machado (PSDB) e José Bittencourt (PSD), em projetos diferentes, mas com textos iguais.
Os projetos ainda seguem para aprovação da Comissão de Finanças e depois para a votação em plenário. Mas entidades estudantis, como a União Paulista dos Estudantes Secundaristas (Upes), comemoraram ontem a decisão contrária ao que chamam de "Lei da Mordaça".
O relatório apresentado pela Comissão de Educação foi aprovado por unanimidade. Para ele, a proposta é inconstitucional, "tendo, inclusive, motivado a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão a emitir nota técnica em que diz que o programa coloca o professor sob constante vigilância".
"Os argumentos escusos, autoritários e ideologicamente comprometidos, uma verdadeira tolice intelectual sob a falsa pretensão de uma 'escola sem partido' vêm contaminando o universo da educação e desviando a discussão de seus reais problemas", diz o relatório.
Contrário ao Escola sem Partido, o secretário estadual da Educação, José Renato Nalini, criticou ontem o projeto. Segundo ele, a discussão é "inócua porque a Constituição assegura liberdade de expressão e de pensamento". Nalini disse que a proposta vai "blindar e homogeneizar as escolas, comprometendo o espírito crítico dos alunos". Para o secretário, em sala de aula, é "impossível não abordar algo que seja polêmico".
"Queremos, sim, que o aluno tenha espírito crítico, ouça todas as opiniões e escolha a que melhor convier com a sua preferência, seu talento, sua etnia e sua origem. Ninguém quer escola blindada, escola homogênea. Homogeneidade é característica de formigueiro e colmeia, não é de espécie humana."
Projetos de lei do Escola sem Partido, idealizado para combater uma suposta doutrinação de esquerda que professores praticariam nas escolas, também tramitam no Congresso e em outras seis Assembleias Legislativas. Quase todos reproduzem o texto do programa que veda o ensino de "conteúdo que possa estar em conflito com as convicções religiosas ou morais dos pais e responsáveis". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noti ... artido.htm
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Re: Educação
O polêmico grupo 'de Satã' que quer dar aulas nas escolas dos EUA

Um grupo ateu chamado The Satanic Temple (Templo Satânico) está causando polêmica nos Estados Unidos ao propor as escolas adotem uma atividade extracurricular chamada "clubes de Satã" - descrita como uma aula de formação distinta da proporcionada por grupos religiosos.
A discussão ganha força por ocorrer no momento em que o ano letivo está prestes a começar nos EUA. É quando pais e filhos falam sobre atividades extracurriculares que as crianças poderão frequentar durante o ano.
Há petições do grupo para pedir que as aulas comecem a valer já neste semestre em diversas escolas de cidades Nova York, Boston e Detroit, segundo o jornal The Washington Post.
Mas o jornal explica que o plano do grupo não é promover a adoração ao diabo: o templo rejeita a noção de sobrenatural e defende a racionalidade científica. Satã seria, segundo o grupo, uma "metáfora" para rejeitar todas as formas de tirania sobre a mente.
Ainda de acordo com o grupo, o programa do curso seria formado por aulas de ciências, pensamento crítico, artes e história indígena para crianças do ensino primário. Também haveria exercícios para elevar a autoestima e desenvolver a empatia.
O fato de o nome da organização remeter a reuniões clandestinas, nas quais se sacrificam animais e se adora a figura de Lúcifer, provocou receio entre muitos pais de alunos.
Porém, o Templo Satânico se apresenta como um grupo ateu cujos objetivos seriam proporcionar igualdade, justiça social e defender a separação entre a Igreja e o Estado. A organização tem sede em Nova York e 20 escritórios espalhados pelos Estados Unidos.
"As pessoas nos veem como diabólicos pelo nosso nome, mas o irônico é que a bondade e o pensamento crítico são nossas crenças fundamentais", disse à BBC Mundo, o serviço espanhol da BBC, um porta-voz do escritório do grupo em Los Angeles, na Califórnia, identificado como Ali.
Ali explicou que o grupo usa Satã como mascote por interpretar que, segundo a Bíblia, ele desafiou a autoridade de Deus e foi expulso do céu. O grupo, na opinião de Ali, enfrentaria situação similar à do personagem bíblico.
"De forma similar, nós desafiamos a autoridade intolerante na política, na sociedade e na cultura e somos marginalizados por isso. Além disso, recebemos ameaças de morte pela simples associação com o nome", disse ele.
O grupo, que diz ter mais de 200 mil membros, afirma não acreditar em seres sobrenaturais e se distancia de conceitos como o medo do inferno e da ira de Deus.
Seus dogmas são:
- O indivíduo deve atuar com compaixão e empatia em relação a todas as criaturas, e de acordo com a razão
- A luta pela justiça é uma busca constante e necessária e deve prevalecer sobre leis e instituições
- O corpo é inviolável, sujeito unicamente à vontade da pessoa
- A liberdade dos outros deve ser respeitada, inclusive a liberdade de ofender. Invadir de propósito e injustamente as liberdades dos outros é renunciar às suas
- As crenças devem estar de acordo com o conhecimento científico do mundo. Devemos ter cuidado de não distorcer feitos científicos para que se encaixem nas nossas crenças
- As pessoas são falíveis. Se cometermos um erro devemos fazer o possível para retificar e resolver qualquer dano que possa ter sido causado
- Cada dogma é um princípio orientador concebido para inspirar nobreza nas ações e pensamentos. O espírito de compaixão, sabedoria e justiça devem prevalecer sempre sobre a palavra escrita ou falada
O Templo Satânico foi criticado por suas atividades, especialmente por organizações cristãs. Alguns dizem que o Templo não é uma organização, mas sim uma espécie de brincadeira, sátira ou simples provocação.
Assim, a proposta do grupo de levar sua mensagem para as escolas tem despertado suspeitas, não apenas pela referência ao diabólico, como pelas dúvidas sobre a seriedade da iniciativa.
Ali afirmou que o grupo está encontrando muita resistência, mas também apoio.
"Algumas autoridades se negam a analisar a proposta, enquanto outras nos convidaram a falar nas juntas escolares para conhecer mais detalhes", afirmou.
"Em relação aos pais, alguns expressaram entusiasmo e estão querendo matricular seus filhos ou se voluntariar durante as aulas. Outros ameaçaram atirar e nos matar se entrarmos nas escolas de seus filhos".
O grupo diz que baseia seu pedido para dar essas aulas na existência dos Good News Clubs, programas extracurriculares de estudos bíblicos organizados pelo grupo Children Evangelism Fellowship (Sociedade de Evangelismo Infantil).
Em 2001, a Justiça dos Estados Unidos determinou que nenhum discurso religioso específico pode ser discriminado nas escolas.
"Os evangélicos cristãos, em particular a Sociedade de Evangelismo Infantil, vêm se beneficiando dessa regra desde então", diz a organização.
"Por ser ilegal discriminar religiões concretas ou que se dê preferência a alguma delas, os clubes extraescolares de Satã não podem ser negados onde operem clubes cristãos ou de outras religiões".
Para Mat Staver, fundador de um grupo de ajuda legal que assessora a Sociedade de Evangelismo Infantil, o Templo Satânico é "ilegítimo e está disfarçado de religioso".
"O chamado grupo satânico não tem nada de bom a oferecer aos estudantes e sua única razão de existir é perturbar. Nenhum pai em seu perfeito juízo consentiria que seu filho assistisse a esses eventos", disse.
Resta saber qual será a resposta oficial dos distritos consultados.
Mesmo após isso, segundo Staver, a palavra final caberá aos pais, que têm que concordar - ou não - com que seus filhos participem das atividades depois das aulas.
http://educacao.uol.com.br/noticias/bbc ... os-eua.htm
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Re: Educação
http://www.redebrasilatual.com.br/educa ... -3171.html
O Ministério da Educação (MEC) deverá anunciar ainda nesta semana uma proposta de reforma do ensino médio.
O objetivo é flexibilizar os currículos dos alunos e permitir que eles escolham as disciplinas que irão cursar.
O ministro Mendonça Filho defende a reforma dizendo que o estudante não se vê identificado com o "formato de escola que o Brasil oferece". "Tem de haver uma maior conexão com a educação de nível médio e de nível técnico. A grande maioria das redes é separada, temos de aproximar mais para tornar a escola mais atrativa", disse o ministro em evento na semana passada.
A proposta prevê uma grande curricular comum para todos no primeiro ano, e a opção de aprofundamento em cinco áreas : linguagens, matemática, ciências humanas, ciências da natureza e ensino técnico.
O Ministério da Educação (MEC) deverá anunciar ainda nesta semana uma proposta de reforma do ensino médio.
O objetivo é flexibilizar os currículos dos alunos e permitir que eles escolham as disciplinas que irão cursar.
O ministro Mendonça Filho defende a reforma dizendo que o estudante não se vê identificado com o "formato de escola que o Brasil oferece". "Tem de haver uma maior conexão com a educação de nível médio e de nível técnico. A grande maioria das redes é separada, temos de aproximar mais para tornar a escola mais atrativa", disse o ministro em evento na semana passada.
A proposta prevê uma grande curricular comum para todos no primeiro ano, e a opção de aprofundamento em cinco áreas : linguagens, matemática, ciências humanas, ciências da natureza e ensino técnico.















