Ufologia
Tópico para discussão sobre óvnis, ET's, disco voadores, etc.
- Carla Villagrán
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Re: Astronomia / Ufologia
@Don Juan Thiago
Concordo;
Disse tudo.
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Re: Astronomia / Ufologia
Professor acredita que em 15 anos será possível saber se existe vida em outros planetas
“À procura de vida no Universo” é o título da palestra inaugural do 10º Encontro Regional do Ensino de Astronomia (X Erea), que acontece de 13 a 16 de outubro, no Memorial da Cultura, em Campo Grande. Augusto Damineli Neto, professor do Departamento de Astronomia da USP, vai abordar o tema no dia 13, às 19h30min.
Damineli acha possível que em 15 anos seja obtida uma resposta sobre a existência de vida em outros planetas, “se a vida for abundante como deduzimos a partir das baixas condições que ela requer. Pelo menos poderemos saber se ela é realmente rara, como imaginam outros”, afirma o professor, que atua na formação de pessoal com visão multidisciplinar (astronomia, biologia, química etc.) necessária para abordar este problema.
O professor explica que para que a vida aeróbica (organismos para os quais o oxigênio é imprescindível à vida) exista, é necessário a presença de uma camada de Ozônio e para a existência da vida anaeróbica, camadas atmosféricas de metano (sinal inequívoco de atividade biológica apenas em planetas rochosos, pequenos). “A busca relevante é em exoplanetas [planetas localizados fora do sistema solar]. O sistema solar tem muito poucos lugares adequados e nunca se viu uma camada de ozônio em nenhum planeta que não a Terra”.
Damineli acredita que o ponto de partida para discutir didaticamente essa questão nas aulas de ciências em escolas de ensino fundamental e médio é olhar para a vida na Terra de uma forma global. “O fato de que todos os seres vivos são do mesmo tipo, de que são baseados no DNA, de que os seres unicelulares são e sempre foram a vida comum neste planeta, de que eles são facilmente detectados a partir de gases que produzem e que contaminam a nossa atmosfera. A vida (microbiana) requer condições extremamente simples, em termos de átomos e energia e é muito resistente a catástrofes. Existem trilhões de planetas só na Via Láctea, muitos deles com condições semelhantes às da Terra. A química no espaço é essencialmente a mesma da Terra. A vida é um tipo de química”.
Segundo o professor da USP, a única forma de se elaborar uma teoria geral da vida é encontrá-la em outros planetas fora da Terra, já que aqui só existe um único tipo de vida. “É necessário conhecer o Universo para entender a vida, não contrário”, afirma.
Para Damineli, não existe um conceito de "vida inteligente", nem como surge, nem como se expressa: “Não sabemos nada sobre isso. Aqui na Terra, a vida complexa (animais) acaba de surgir e se espera que só se desenvolva em planetas bem velhos. A vida comum, microbiana, é fácil de se formar, está aqui desde o início do planeta e contamina de tal modo a atmosfera do planeta que poderia ser percebida facilmente a grandes distâncias. Há mais de 40 anos não existem projetos importantes de procura de ‘comunicação extraterrestre’. Já a procura de contaminação biológica em exoplanetas rochosos está revolucionando a tecnologia astronômica. Os ETs modernos são microscópicos”, conclui.
(Fonte: Governo do Estado)
Damineli acha possível que em 15 anos seja obtida uma resposta sobre a existência de vida em outros planetas, “se a vida for abundante como deduzimos a partir das baixas condições que ela requer. Pelo menos poderemos saber se ela é realmente rara, como imaginam outros”, afirma o professor, que atua na formação de pessoal com visão multidisciplinar (astronomia, biologia, química etc.) necessária para abordar este problema.
O professor explica que para que a vida aeróbica (organismos para os quais o oxigênio é imprescindível à vida) exista, é necessário a presença de uma camada de Ozônio e para a existência da vida anaeróbica, camadas atmosféricas de metano (sinal inequívoco de atividade biológica apenas em planetas rochosos, pequenos). “A busca relevante é em exoplanetas [planetas localizados fora do sistema solar]. O sistema solar tem muito poucos lugares adequados e nunca se viu uma camada de ozônio em nenhum planeta que não a Terra”.
Damineli acredita que o ponto de partida para discutir didaticamente essa questão nas aulas de ciências em escolas de ensino fundamental e médio é olhar para a vida na Terra de uma forma global. “O fato de que todos os seres vivos são do mesmo tipo, de que são baseados no DNA, de que os seres unicelulares são e sempre foram a vida comum neste planeta, de que eles são facilmente detectados a partir de gases que produzem e que contaminam a nossa atmosfera. A vida (microbiana) requer condições extremamente simples, em termos de átomos e energia e é muito resistente a catástrofes. Existem trilhões de planetas só na Via Láctea, muitos deles com condições semelhantes às da Terra. A química no espaço é essencialmente a mesma da Terra. A vida é um tipo de química”.
Segundo o professor da USP, a única forma de se elaborar uma teoria geral da vida é encontrá-la em outros planetas fora da Terra, já que aqui só existe um único tipo de vida. “É necessário conhecer o Universo para entender a vida, não contrário”, afirma.
Para Damineli, não existe um conceito de "vida inteligente", nem como surge, nem como se expressa: “Não sabemos nada sobre isso. Aqui na Terra, a vida complexa (animais) acaba de surgir e se espera que só se desenvolva em planetas bem velhos. A vida comum, microbiana, é fácil de se formar, está aqui desde o início do planeta e contamina de tal modo a atmosfera do planeta que poderia ser percebida facilmente a grandes distâncias. Há mais de 40 anos não existem projetos importantes de procura de ‘comunicação extraterrestre’. Já a procura de contaminação biológica em exoplanetas rochosos está revolucionando a tecnologia astronômica. Os ETs modernos são microscópicos”, conclui.
(Fonte: Governo do Estado)
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Re: Astronomia / Ufologia
Astrofísicos divulgam descobertas de imagens usando raios X e gama
A astronomia é uma das ciências que mais desperta a curiosidade das pessoas e, também, a que mais agrega amadores. Por conta deles, centenas de descobertas foram — e continuam sendo — feitas no Universo, o que confirma seu viés “democrático”. Todo esse interesse público faz com que cientistas rodem o mundo inteiro promovendo encontros para falar sobre seus trabalhos e descobertas. Hoje, o brasiliense terá a oportunidade de estar frente a frente com os astrofísicos espanhóis Xavier Barcons, pesquisador do Instituto de Física de Cantábria (CSIC-UC), em Santander, e Ramón J. Garcia López, coordenador da área de instrumentação do Instituto de Astrofísica de Canárias (IAC). Eles vão apresentar as descobertas do observatório espanhol, com ênfase nas imagens captadas dos feixes de luz dos raios X e gama, obtidas em órbita.
“Pretendemos mostrar uma visão diferente da astrofísica, distinta da que as pessoas geralmente têm”, disse López ao Correio. O encontro será às 19h30, no Espaço Cultural do Instituto Cervantes (707/907 sul), com entrada franca. Os resultados do trabalho dos astrofísicos apontam caminhos desconhecidos do Universo. O tema no qual eles trabalham está voltado para o estudo dos raios X e gama, oriundos dos confins do espaço.
Após quase 40 anos de exploração do espaço, a utilização desses raios para ver e entender fenômenos no Universo se tornou parte de uma ferramenta rotineira da astrofísica moderna. Através da análise de onde vêm os feixes dos raios X e gama e da sua composição, pode-se tentar extrair as informações que eles contêm sobre o local onde foram produzidos e os mecanismos físicos responsáveis por sua produção. Pode-se, ainda, tentar decodificar as informações trazidas por esses raios sobre o espaço interestelar que atravessaram e os fenômenos que testemunharam durante sua longa trajetória. O estudo dos raios X e gama é, portanto, uma poderosa ferramenta para se investigar a natureza da matéria e para tentar desvendar alguns dos mistérios do Universo, como, por exemplo, o seu início.
Além do convencional

As duas fotos são da chamada Nebulosa do Caranguejo, resultado da explosão de uma supernova: alto, a imagem feita em órbita por telescópio espacial, muito mais detalhada, acima, feita por um observatório na Terra
As estrelas emitem luz em todas as formas possíveis, não apenas sob a forma de luz visível, que pode ser vista com nossos olhos ou com os telescópios convencionais, como o Very Large Telescope, em Cerro Paranal, no Chile, ou o Grande Telescópio das Canárias, no Observatório del Roque de los Muchachos, em La Palma, Espanha. Segundo Xavier Barcons, a luz de estrelas, galáxias, quasares, supernovas etc. também podem ser vistas na forma de radiação ultravioleta, infravermelho, ondas de rádio, raios X e raios gama — os chamados raios cósmicos. Cada uma dessas formas de luz é proveniente de distintos fenômenos que ocorrem em estrelas e galáxias. Por exemplo, a maior parte da luz emitida pelo Sol é na forma de luz visível, mas as estrelas anãs emitem a maior parte da luz na forma de luz infravermelha.
Raios X e raios gama
Ambos constituem algumas das formas mais energéticas da luz. Graças aos raios X , os médicos podem ver os ossos do corpo humano. Já os raios gama são os mais difíceis de produzir e de detectar. É por isso que Barcons e López afirmam que os raios gama são muito mais raros no Universo. Barcons explica que, para uma estrela produzir raios X ou gama, é preciso que ocorram fenômenos energéticos violentos em seu interior — como, por exemplo, enormes quantidades de matéria que se deslocam com grande velocidade, atraídas pela força gravitacional de estrelas compactas, ou pela presença de campos magnéticos bilhões de vezes maior do que o campo magnético da Terra. Barcons afirma que a visão desses fenômenos, os quais considera “espetaculares”, por laboratórios na Terra é “inconcebível”. Só poderiam ser vistos através de telescópios de raios X ou raios gama, em órbita.
Detecção
Imagem da galáxia vizinha Andrômeda, obtida por um telescópio Cherenov Atmosférico, que capta raios X e gama
Felizmente para a vida na Terra, a atmosfera é um escudo que protege a humanidade dos raios X e dos raios gama, provenientes do Universo. Por isso, os telescópios que captam esses raios estão em órbita. López conta que os primeiros detectores de raios X e gama foram enviados para o espaço há 40 anos e duraram apenas alguns minutos. Segundo o cientista, hoje há observatórios que recolhem imagens dos raios X e gama do universo há muitos anos. Eles operam como se fossem unidades convencionais no solo. As missões espaciais, tais como o XMM-Newton e Integral da ESA (Agência Espacial Europeia), Chandra Fermi , da NASA, e Suzaku, da Jaxa (Agência Espacial Japonesa), são bons exemplos. Contudo os raios gama, que têm energia muito alta, de acordo com Barcons, também podem ser detectados indiretamente a partir do solo. Isso porque, quando passam pela atmosfera terrestre, se desintegram e emitem um feixe de luz visível. Para captar esses raios gama foram construídos os chamados telescópios Cherenov Atmosféricos, que fazem parte do complexo do Observatório Roque de Los Muchacos, em La Palma, nas Ilhas Canárias, Espanha. Há outros complexos, como o Hess, na Namíbia. López acrescenta que a resolução de imagem de raios X e gama é também, geralmente, mais pobre do que as imagens ópticas convencionais. É a partir desses telescópios que os astrônomos produzem cerca de mil publicações científicas a cada ano.
Uma nova visão
Graças a essas novas formas de astronomia observacional, os cientistas descobriram coisas nunca antes vistas no Universo, como, por exemplo, os buracos negros, que atraem a matéria em torno deles, e produzem grandes quantidades de radiação X e gama. Muitos desses buracos negros são invisíveis aos telescópios ópticos. As observações astronômicas em raios X e gama revelam, também, um Universo muito diferente do que é visto na observação com telescópios ópticos convencionais.
Resultados
Dos resultados mais importantes descobertos pelos telescópios Magic nos últimos anos, López destaca a localização exata de um acelerador de partículas, em uma galáxia ativa; a detecção de um enorme disparo de raios gama em um quasar; a descoberta da emissão intermitente de raios gama de altíssima energia no pulsar da Nebulosa do Caranguejo; e o primeiro indício observacional da aceleração de raios cósmicos galáticos, nos restos de uma supernova. Com isso, López avalia que todos esses resultados são fundamentais para entender claramente alguns dos fenômenos energéticos mais violentos conhecidos no universo. Já Barcons destaca a descoberta da matéria escura, que mantém as galáxias e os aglomerados, e a confirmação da teoria da relatividade de Einstein, de que a luz e os raios X devem perder parte substancial da sua energia, com o fim de escapar da força gravitacional criada, principalmente, pelos buracos negros.
“Pretendemos mostrar uma visão diferente da astrofísica, distinta da que as pessoas geralmente têm”, disse López ao Correio. O encontro será às 19h30, no Espaço Cultural do Instituto Cervantes (707/907 sul), com entrada franca. Os resultados do trabalho dos astrofísicos apontam caminhos desconhecidos do Universo. O tema no qual eles trabalham está voltado para o estudo dos raios X e gama, oriundos dos confins do espaço.
Após quase 40 anos de exploração do espaço, a utilização desses raios para ver e entender fenômenos no Universo se tornou parte de uma ferramenta rotineira da astrofísica moderna. Através da análise de onde vêm os feixes dos raios X e gama e da sua composição, pode-se tentar extrair as informações que eles contêm sobre o local onde foram produzidos e os mecanismos físicos responsáveis por sua produção. Pode-se, ainda, tentar decodificar as informações trazidas por esses raios sobre o espaço interestelar que atravessaram e os fenômenos que testemunharam durante sua longa trajetória. O estudo dos raios X e gama é, portanto, uma poderosa ferramenta para se investigar a natureza da matéria e para tentar desvendar alguns dos mistérios do Universo, como, por exemplo, o seu início.
Além do convencional

As duas fotos são da chamada Nebulosa do Caranguejo, resultado da explosão de uma supernova: alto, a imagem feita em órbita por telescópio espacial, muito mais detalhada, acima, feita por um observatório na Terra
As estrelas emitem luz em todas as formas possíveis, não apenas sob a forma de luz visível, que pode ser vista com nossos olhos ou com os telescópios convencionais, como o Very Large Telescope, em Cerro Paranal, no Chile, ou o Grande Telescópio das Canárias, no Observatório del Roque de los Muchachos, em La Palma, Espanha. Segundo Xavier Barcons, a luz de estrelas, galáxias, quasares, supernovas etc. também podem ser vistas na forma de radiação ultravioleta, infravermelho, ondas de rádio, raios X e raios gama — os chamados raios cósmicos. Cada uma dessas formas de luz é proveniente de distintos fenômenos que ocorrem em estrelas e galáxias. Por exemplo, a maior parte da luz emitida pelo Sol é na forma de luz visível, mas as estrelas anãs emitem a maior parte da luz na forma de luz infravermelha.
Raios X e raios gama
Ambos constituem algumas das formas mais energéticas da luz. Graças aos raios X , os médicos podem ver os ossos do corpo humano. Já os raios gama são os mais difíceis de produzir e de detectar. É por isso que Barcons e López afirmam que os raios gama são muito mais raros no Universo. Barcons explica que, para uma estrela produzir raios X ou gama, é preciso que ocorram fenômenos energéticos violentos em seu interior — como, por exemplo, enormes quantidades de matéria que se deslocam com grande velocidade, atraídas pela força gravitacional de estrelas compactas, ou pela presença de campos magnéticos bilhões de vezes maior do que o campo magnético da Terra. Barcons afirma que a visão desses fenômenos, os quais considera “espetaculares”, por laboratórios na Terra é “inconcebível”. Só poderiam ser vistos através de telescópios de raios X ou raios gama, em órbita.
Detecção
Imagem da galáxia vizinha Andrômeda, obtida por um telescópio Cherenov Atmosférico, que capta raios X e gama
Felizmente para a vida na Terra, a atmosfera é um escudo que protege a humanidade dos raios X e dos raios gama, provenientes do Universo. Por isso, os telescópios que captam esses raios estão em órbita. López conta que os primeiros detectores de raios X e gama foram enviados para o espaço há 40 anos e duraram apenas alguns minutos. Segundo o cientista, hoje há observatórios que recolhem imagens dos raios X e gama do universo há muitos anos. Eles operam como se fossem unidades convencionais no solo. As missões espaciais, tais como o XMM-Newton e Integral da ESA (Agência Espacial Europeia), Chandra Fermi , da NASA, e Suzaku, da Jaxa (Agência Espacial Japonesa), são bons exemplos. Contudo os raios gama, que têm energia muito alta, de acordo com Barcons, também podem ser detectados indiretamente a partir do solo. Isso porque, quando passam pela atmosfera terrestre, se desintegram e emitem um feixe de luz visível. Para captar esses raios gama foram construídos os chamados telescópios Cherenov Atmosféricos, que fazem parte do complexo do Observatório Roque de Los Muchacos, em La Palma, nas Ilhas Canárias, Espanha. Há outros complexos, como o Hess, na Namíbia. López acrescenta que a resolução de imagem de raios X e gama é também, geralmente, mais pobre do que as imagens ópticas convencionais. É a partir desses telescópios que os astrônomos produzem cerca de mil publicações científicas a cada ano.
Uma nova visão
Graças a essas novas formas de astronomia observacional, os cientistas descobriram coisas nunca antes vistas no Universo, como, por exemplo, os buracos negros, que atraem a matéria em torno deles, e produzem grandes quantidades de radiação X e gama. Muitos desses buracos negros são invisíveis aos telescópios ópticos. As observações astronômicas em raios X e gama revelam, também, um Universo muito diferente do que é visto na observação com telescópios ópticos convencionais.
Resultados
Dos resultados mais importantes descobertos pelos telescópios Magic nos últimos anos, López destaca a localização exata de um acelerador de partículas, em uma galáxia ativa; a detecção de um enorme disparo de raios gama em um quasar; a descoberta da emissão intermitente de raios gama de altíssima energia no pulsar da Nebulosa do Caranguejo; e o primeiro indício observacional da aceleração de raios cósmicos galáticos, nos restos de uma supernova. Com isso, López avalia que todos esses resultados são fundamentais para entender claramente alguns dos fenômenos energéticos mais violentos conhecidos no universo. Já Barcons destaca a descoberta da matéria escura, que mantém as galáxias e os aglomerados, e a confirmação da teoria da relatividade de Einstein, de que a luz e os raios X devem perder parte substancial da sua energia, com o fim de escapar da força gravitacional criada, principalmente, pelos buracos negros.
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Re: Astronomia / Ufologia
Choque com lua gigante pode explicar o surgimento dos anéis de Saturno
A composição dos anéis de Saturno intriga especialistas há décadas. Mais de 90% de sua estrutura é feita de gelo. O resto consiste em pequenas pedras e poeira espacial, que acabam se depositando na região por causa dos constantes choques com micrometeoros.
Em entrevista à rede de notícias BBC, o cientista Carl Murray, um dos astrônomos da missão Cassini, sonda que orbita Saturno, disse que a teoria da americana é um pouco confusa, já que o choque com outro satélite depositaria muito mais resíduos de rochas nos anéis.
Atualmente, duas teorias explicam a composição destes anéis. Uma delas afirma que um cometa de gelo poderia ter se 'desmanchado' ao se aproximar de Saturno. A outra aponta que pequenas luas foram sugadas pelo campo gravitacional, acabaram destruídas e passaram a cercar o planeta.
Para Robin Canup, é preciso explorar uma nova alternativa. A cientista afirma que os anéis provavelmente surgiram do choque com um satélite gigantesco, muito maior do que a maioria dos meteoros.
Uma lua gigante, cerca de 10 vezes maior do que os que as teorias atuais propõem, poderia ter modificado o campo magnético de Saturno a tal ponto que teria separado a água das rochas. Nesta separação, a água teria se transformado nos anéis e as rochas teriam caído de volta no planeta. Canup espera provar sua teoria até 2017, data em que a sonda Cassini será desativada.

O Globo
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Re: Astronomia / Ufologia
Muitos podem achar besteira, mas existem coisas que são inexplicáveis.
Com a tecnologia de hj, temos dificuldade entender coisas que nossos ancestrais fizeram há muito tempo.
Além disso, temos 02 outros assuntos de enorme complexidade q devemos tratar antes de qualquer busca no espaço:
- desvendar os oceanos. Fala-se, hoje, q mal sabemos 1% do que existe debaixo dos oceanos.
- desvendar o potencial da mente.
Apesar da grandeza do primeiro ponto, o segundo com certeza será muito mais difícil. Sinceramente, acredito que o futuro depende da descoberta de nossa real capacidade.
Existem fatos realmente obscuros, que a gente olha e fala: caramba, pq simplesmente não tem resposta.
A mente humana é algo, realmente, assombroso. Falam que a gente mal usa 10% de nossa capacidade, então há muito a ser explorado.
Por exemplo, será q após a morte física há vida mental?
Tem alguns estudos filosóficos muito interessantes na Teosofia.
Com a tecnologia de hj, temos dificuldade entender coisas que nossos ancestrais fizeram há muito tempo.
Além disso, temos 02 outros assuntos de enorme complexidade q devemos tratar antes de qualquer busca no espaço:
- desvendar os oceanos. Fala-se, hoje, q mal sabemos 1% do que existe debaixo dos oceanos.
- desvendar o potencial da mente.
Apesar da grandeza do primeiro ponto, o segundo com certeza será muito mais difícil. Sinceramente, acredito que o futuro depende da descoberta de nossa real capacidade.
Existem fatos realmente obscuros, que a gente olha e fala: caramba, pq simplesmente não tem resposta.
A mente humana é algo, realmente, assombroso. Falam que a gente mal usa 10% de nossa capacidade, então há muito a ser explorado.
Por exemplo, será q após a morte física há vida mental?
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Re: Astronomia / Ufologia
Eu só acho estranho como insistem em calcular o tamanho do desconhecido. Foi um modo errôneo de dizer que no oceano apenas começamos a molhar nossos tornozelos.Junior_ escreveu:Muitos podem achar besteira, mas existem coisas que são inexplicáveis.
Com a tecnologia de hj, temos dificuldade entender coisas que nossos ancestrais fizeram há muito tempo.
Além disso, temos 02 outros assuntos de enorme complexidade q devemos tratar antes de qualquer busca no espaço:
- desvendar os oceanos. Fala-se, hoje, q mal sabemos 1% do que existe debaixo dos oceanos.
- desvendar o potencial da mente.
Apesar da grandeza do primeiro ponto, o segundo com certeza será muito mais difícil. Sinceramente, acredito que o futuro depende da descoberta de nossa real capacidade.
Existem fatos realmente obscuros, que a gente olha e fala: caramba, pq simplesmente não tem resposta.
A mente humana é algo, realmente, assombroso. Falam que a gente mal usa 10% de nossa capacidade, então há muito a ser explorado.
Por exemplo, será q após a morte física há vida mental?
Tem alguns estudos filosóficos muito interessantes na Teosofia.
Quem diz que só usamos "10% de nossa cabeça animal" é Raul Seixas, o que é uma bobagem do ponto de vista evolutivo, ao meu ver... mas certamente é também um ponto que muito me fascina. Penso na imensidão das "configurações" e a vastidão de experiências possíveis em uma vida e nas possibilidades, do mesmo modo que uma existência em determinado lugar produz um menino-lobo, um antropófago, produz "um rapaz latino americano sem dinheiro no bolso"...
E não acho que o futuro dependa disso. Depende muito mais de usar esse pouco que dizem que usamos para fins mais proveitosos para a continuidade tanto dos seres humanos como das espécies ainda restantes.
- Carla Villagrán
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Re: Astronomia / Ufologia
Oh não.. não vamos entrar no assunto da bíblia de novo, por favor......... 
Scopel, concordo com vc.
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Re: Astronomia / Ufologia
Me refiro ao comentário do Júnior.
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Re: Astronomia / Ufologia
Ei Carlinha, ñ sabia q curte astronomia/ufologia!!! 
Meus títulos e conquistas no FCH:
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Re: Astronomia / Ufologia
Amo!! Demais! Tanto que convenci meu namorado a ser astrofísico
Amador descobre gigantesca explosão estelar do quintal de casa
Um amador fez observações do que já é considerada a maior descoberta da astronomia da Irlanda. Dave Grennan, um desenvolvedor de softwares de 39 anos, observou uma gigantesca explosão estelar, evento conhecido como supernova, do quintal de casa, em Dublin. As informações são do site do jornal The Independent.
Supernovas - gigantescas explosões no final da vida de estrelas supermassivas e que podem destruir outras estrelas e planetas relativamente próximos - não são novidade na astronomia, mas é a primeira vez que uma destas é descoberta a partir de observações feitas em solo irlandês.
"Estamos observando um evento que ainda está se desdobrando, mas que começou há 300 milhões de anos", diz Grennan à reportagem. O objeto cósmico recebeu o nome de 2010ik após ser confirmado seu status de supernova por instituições internacionais de astronomia.
Conforme a reportagem, Grennan tem vasculhado os céus há anos e já havia descoberto dois asteroides. "Eu me pergunto se existiam pobres almas vivendo em planetas ao redor da estrela quando ela explodiu. Nunca saberemos", diz o astrônomo amador.
Supernovas - gigantescas explosões no final da vida de estrelas supermassivas e que podem destruir outras estrelas e planetas relativamente próximos - não são novidade na astronomia, mas é a primeira vez que uma destas é descoberta a partir de observações feitas em solo irlandês.
"Estamos observando um evento que ainda está se desdobrando, mas que começou há 300 milhões de anos", diz Grennan à reportagem. O objeto cósmico recebeu o nome de 2010ik após ser confirmado seu status de supernova por instituições internacionais de astronomia.
Conforme a reportagem, Grennan tem vasculhado os céus há anos e já havia descoberto dois asteroides. "Eu me pergunto se existiam pobres almas vivendo em planetas ao redor da estrela quando ela explodiu. Nunca saberemos", diz o astrônomo amador.
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Re: Astronomia / Ufologia
Eu também gosto, mas apenas dos resultados. Gosto de ler apenas a nível de informação mesmo. Não sou muito do ramo de cálculos.
Por isso acerca disso me concentro em ler apenas os divulgares e popularizadores de Ciência mesmo, tais como os famosos Sagan, Hawkins e Gleiser.
Por isso acerca disso me concentro em ler apenas os divulgares e popularizadores de Ciência mesmo, tais como os famosos Sagan, Hawkins e Gleiser.
- Junior_
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Re: Astronomia / Ufologia
Por Loki, onde eu falei Bíblia?
A mente é uma nova dimensão. A partir do momento que a gente desvendá-la, teremos a chave para muitas perguntas. A maioria das quais a gente nem sabe a pergunta. Ainda.
A mente é uma nova dimensão. A partir do momento que a gente desvendá-la, teremos a chave para muitas perguntas. A maioria das quais a gente nem sabe a pergunta. Ainda.
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Re: Astronomia / Ufologia
Acho que é um ramo interessante, mas não é tão mistico quanto alguns querem. Ao contrário, é justamente o oposto disso. É a compreensão da vida em sua forma mais concreta: seu funcionamento que independe de qualquer agente externo.
Gostas de Arnaldo Batista?
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