Notícias e Debates sobre São Paulo
- Barbano
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Re: Notícias e Debates sobre São Paulo
Só mata "anjinho", né?
Tá dando certo, a quantidade de homicídios despencou. Se bandido reage, tem que mandar pra vala mesmo.
Tá dando certo, a quantidade de homicídios despencou. Se bandido reage, tem que mandar pra vala mesmo.
Deixo aqui o meu apoio ao povo ucraniano e ao povo de Israel



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Re: Notícias e Debates sobre São Paulo
Bandido que atira pra matar tem que tomar tiro pra morrer tbm
não sei onde vi a frase acima mas achei legal
não sei onde vi a frase acima mas achei legal

- Antonio Felipe
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Re: Notícias e Debates sobre São Paulo
Só "anjinho" mesmo.
http://ponte.org/pm-de-sp-mata-ex-jogad ... o8.twitter
http://ponte.org/a-historia-de-luana-ma ... -tres-pms/
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http://ponte.org/a-historia-de-luana-ma ... -tres-pms/
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- Hugoh
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Re: Notícias e Debates sobre São Paulo
Sim, só "anjinho"
http://www.band.uol.com.br/m/conteudo.a ... /Noticias/
Esses caras não estão nem aí pra vida do próximo. Os policiais estão mais do que certos.
http://www.band.uol.com.br/m/conteudo.a ... /Noticias/
Esses caras não estão nem aí pra vida do próximo. Os policiais estão mais do que certos.
- Chad'
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Re: Notícias e Debates sobre São Paulo
Parece que o Hugo não viu os links do post do Antonio.
Títulos e posições de destaque:
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Re: Notícias e Debates sobre São Paulo
São exceções. Uma ou outra laranja podre. A maioria da Polícia nos protege dos meliantes.
Deixo aqui o meu apoio ao povo ucraniano e ao povo de Israel



- Antonio Felipe
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Re: Notícias e Debates sobre São Paulo
Aham. O que não faltam são casos de abusos da Polícia de SP.
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Re: Notícias e Debates sobre São Paulo
Infelizmente casos do tipo sempre vão ocorrer. Não dá pra simplesmente acabar com estes, apenas reduzir seu número.
Querer que a polícia não faça seu trabalho por causa disso já é outra história...
Querer que a polícia não faça seu trabalho por causa disso já é outra história...

- Antonio Felipe
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Re: Notícias e Debates sobre São Paulo
Ah, dá pra acabar sim. Se houver movimento contra esse tipo de abuso e não um silenciamento - muitas vezes movido por esse discurso estúpido de "bandido bom é bandido morto" - e vontade do governo em agir, dá pra acabar.
Há muitos casos exemplares de abuso da PM, não só em SP, mas no RS, RJ... Alteração de cena de crime, falso testemunho, prova plantada, execução, agressão, repressão violenta, tortura...
Há muitos casos exemplares de abuso da PM, não só em SP, mas no RS, RJ... Alteração de cena de crime, falso testemunho, prova plantada, execução, agressão, repressão violenta, tortura...
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Re: Notícias e Debates sobre São Paulo
Ano passado, durante uma ação da Rondesp (PMBA), 12 morreram. Alegavam que os caras iam assaltar um banco. Até hoje há controvérsias se foi intencional ou não: http://www.correio24horas.com.br/detalh ... 66796ff8f0
O pior é que todos foram absolvidos depois: http://g1.globo.com/bahia/noticia/2015/ ... vidos.html
Essa história tá mal contada até hoje.
O pior é que todos foram absolvidos depois: http://g1.globo.com/bahia/noticia/2015/ ... vidos.html
Essa história tá mal contada até hoje.
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Re: Notícias e Debates sobre São Paulo
Olha como a PM de São Paulo reduz os homicídios.
Homem leva tiro na cabeça e PM registra morte como atropelamento
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2 ... mento.html
O vigilante Alex de Morais, de 39 anos, foi morto na madrugada deste domingo (11) após ser atingido na cabeça por uma bala perdida em Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo. Apesar de a morte ter ocorrido por causa de um ferimento de arma de fogo, os policiais militares que atenderam a ocorrência registraram o caso como atropelamento.
Em nota, a Secretaria de Segurança informou que foi instaurado inquérito policial para apurar o caso. A Polícia Militar também instaurou Inquérito Policial Militar sobre o ocorrido.
O caso ocorreu na Rua Edgar Pinto Cesar, por volta das 2h50, após a vítima seguir em direção a sua casa depois de sair do trabalho em uma casa noturna na Zona Oeste da capital paulista. O vigilante tinha acabado de descer do ônibus e andava em direção a sua casa quando foi atingido.
A declaração de óbito diz que a vítima teve traumatismo crânioencefálico após ser atingida por um objeto perfurante contundente na cabeça. No entanto, os PMs contaram na delegacia que encontraram a vítima caída no chão e inconsciente após a passagem de uma motocicleta com dois homens em alta velocidade.
Vizinhos ouviram o barulho de um tiro sendo disparado. Testemunhas relataram ao G1 que os policias perseguiam a motocicleta quando dispararam um tiro que teria atingido acidentalmente o vigilante. Na sequência, um dos policiais desesperado teria declarado que “fez besteira”, de acordo com o relato da vizinhança.
A vítima foi encaminhada ao Hospital Santa Marcelina e morreu horas depois. A mãe da vítima, a aposentada Francelina Veiga de Morais, de 69 anos, contou ao G1 que o médico que atendeu seu filho no hospital disse que ele foi vítima de tiro na nuca e que não tinha nenhuma fratura no corpo ou sinal de atropelamento.
Francelina conta que estava dormindo quando soube que o filho tinha sido atropelado. "O médico falou comigo que meu filho não foi atropelado e, sim, baleado. Ele falou que não quebrou um dedinho dele, não tinha nada, mas tinha um buraco na cabeça dele."
O boletim de ocorrência feito pelos PMs no 69º Distrito Policial (Teotônio Vilela) não mencionam o ferimento na cabeça da vítima. Inicialmente, o caso foi registrado como lesão corporal culposa (quando não há intenção) e fuga do local do acidente.
Por esse motivo, a família voltou na delegacia e pediu a modificação no boletim de ocorrência. Como a solicitação não foi atendida, os familiares decidiram registrar o caso no 53º DP (Parque do Carmo) como morte suspeita.
De acordo com Ariel de Castro Alves, coordenador estadual do movimento Nacional de Direitos Humanos, os policiais envolvidos na ocorrência podem ser investigados por homicídio e fraude processual, já que forneceram uma versão falsa sobre a causa da morte.
Veja íntegra da nota da Polícia Militar:
"A Polícia Militar informa que durante um acompanhamento policial a uma motocicleta, na madrugada de domingo (11), no bairro de Sapopemba, PMs localizaram uma pessoa ferida. A princípio, acreditaram que ela teria sido atropelada e acionaram o resgate, que a socorreu ao Hospital Santa Marcelina. O caso foi então apresentado no 69º Distrito Policial como lesão corporal culposa na direção de veículo automotor. Posteriormente, apareceram relatos de que a vítima havia sido baleada, fato confirmado na declaração de óbito. O delegado titular do 70º Distrito Policial, Luiz Eduardo de Aguiar Marturano, que assumiu o caso por ser responsável pela área onde ele ocorreu, informa que há inquérito instaurado. Ele aguarda o laudo do exame necroscópico que confirmará a causa da morte. A investigação segue em andamento. A PM também instaurou Inquérito Policial Militar para apuração dos fatos."
O vigilante Alex de Morais, de 39 anos, foi morto na madrugada deste domingo (11) após ser atingido na cabeça por uma bala perdida em Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo. Apesar de a morte ter ocorrido por causa de um ferimento de arma de fogo, os policiais militares que atenderam a ocorrência registraram o caso como atropelamento.
Em nota, a Secretaria de Segurança informou que foi instaurado inquérito policial para apurar o caso. A Polícia Militar também instaurou Inquérito Policial Militar sobre o ocorrido.
O caso ocorreu na Rua Edgar Pinto Cesar, por volta das 2h50, após a vítima seguir em direção a sua casa depois de sair do trabalho em uma casa noturna na Zona Oeste da capital paulista. O vigilante tinha acabado de descer do ônibus e andava em direção a sua casa quando foi atingido.
A declaração de óbito diz que a vítima teve traumatismo crânioencefálico após ser atingida por um objeto perfurante contundente na cabeça. No entanto, os PMs contaram na delegacia que encontraram a vítima caída no chão e inconsciente após a passagem de uma motocicleta com dois homens em alta velocidade.
Vizinhos ouviram o barulho de um tiro sendo disparado. Testemunhas relataram ao G1 que os policias perseguiam a motocicleta quando dispararam um tiro que teria atingido acidentalmente o vigilante. Na sequência, um dos policiais desesperado teria declarado que “fez besteira”, de acordo com o relato da vizinhança.
A vítima foi encaminhada ao Hospital Santa Marcelina e morreu horas depois. A mãe da vítima, a aposentada Francelina Veiga de Morais, de 69 anos, contou ao G1 que o médico que atendeu seu filho no hospital disse que ele foi vítima de tiro na nuca e que não tinha nenhuma fratura no corpo ou sinal de atropelamento.
Francelina conta que estava dormindo quando soube que o filho tinha sido atropelado. "O médico falou comigo que meu filho não foi atropelado e, sim, baleado. Ele falou que não quebrou um dedinho dele, não tinha nada, mas tinha um buraco na cabeça dele."
O boletim de ocorrência feito pelos PMs no 69º Distrito Policial (Teotônio Vilela) não mencionam o ferimento na cabeça da vítima. Inicialmente, o caso foi registrado como lesão corporal culposa (quando não há intenção) e fuga do local do acidente.
Por esse motivo, a família voltou na delegacia e pediu a modificação no boletim de ocorrência. Como a solicitação não foi atendida, os familiares decidiram registrar o caso no 53º DP (Parque do Carmo) como morte suspeita.
De acordo com Ariel de Castro Alves, coordenador estadual do movimento Nacional de Direitos Humanos, os policiais envolvidos na ocorrência podem ser investigados por homicídio e fraude processual, já que forneceram uma versão falsa sobre a causa da morte.
Veja íntegra da nota da Polícia Militar:
"A Polícia Militar informa que durante um acompanhamento policial a uma motocicleta, na madrugada de domingo (11), no bairro de Sapopemba, PMs localizaram uma pessoa ferida. A princípio, acreditaram que ela teria sido atropelada e acionaram o resgate, que a socorreu ao Hospital Santa Marcelina. O caso foi então apresentado no 69º Distrito Policial como lesão corporal culposa na direção de veículo automotor. Posteriormente, apareceram relatos de que a vítima havia sido baleada, fato confirmado na declaração de óbito. O delegado titular do 70º Distrito Policial, Luiz Eduardo de Aguiar Marturano, que assumiu o caso por ser responsável pela área onde ele ocorreu, informa que há inquérito instaurado. Ele aguarda o laudo do exame necroscópico que confirmará a causa da morte. A investigação segue em andamento. A PM também instaurou Inquérito Policial Militar para apuração dos fatos."
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- Hugoh
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Re: Notícias e Debates sobre São Paulo
Com frio recorde em SP, morador de rua tem colchões e papelões retirados por polícia

Após o dia mais frio registrado na capital paulista em 22 anos, com 3,5°C de temperatura mínima, moradores de rua reclamaram de ter colchões e papelões, usados como proteção, levados por agentes da Guarda Civil Metropolitana.
A GCM admitiu a retirada de itens, mas afirmou que deixa objetos pessoais e a ação é para evitar que a população de rua "privatize" espaços públicos, como calçadas. Na segunda-feira (13), mais um homem foi achado morto na rua, na região central.
A Pastoral do Povo de Rua, pertencente à Igreja Católica, afirma que pelo menos cinco pessoas já morreram na capital por causa do frio - a prefeitura não confirma.
Ontem, um morto foi achado na rua Amazonas, no Bom Retiro, por volta das 14 horas. Mais duas vítimas foram encontradas anteontem no bairro de Santana, zona norte. Nenhum deles foi identificado até o fim da noite de segunda-feira.
Anteriormente, haviam sido relatados os óbitos de Adilson Roberto Justino, achado morto na calçada da avenida Paulista (região central) anteontem, e João Carlos Rodrigues, 55, encontrado por seguranças do metrô na estação Belém (zona leste), na sexta-feira.
O comandante da GCM, inspetor Gilson Menezes, disse que seus agentes apoiam as ações das subprefeituras para evitar a permanência de barracas nas ruas da cidade e, por isso, retiram papelões.
"Damos auxílio nesse trabalho de remoção de material inservível. E são retirados os colchões, realmente. É para tirar moradias precárias. A ideia de retirar os colchões é evitar que o espaço público seja privatizado. Porque existe também uma demanda de reclamações de muitos cidadãos, que dizem que, muitas vezes, têm de andar no leito carroçável (a rua) porque têm dificuldade de caminhar pela calçada", afirmou o comandante.
Menezes, por outro lado, disse que há duas normas internas da GCM que regulamentam a remoção do material e vetam expressamente a retirada de cobertores. "Isso seria condenável, ainda mais nesses dias frios", afirmou.
"Nenhum morador de rua é importunado à noite na cidade de São Paulo. Ao contrário, o trabalho da GCM no período noturno é orientar as pessoas a procurar um abrigo e, caso solicitem, auxiliar no encaminhamento dessa população", garantiu o chefe da Guarda.
Ele reconheceu, no entanto, que os guardas-civis, pelas manhãs, auxiliam agentes das subprefeituras em um trabalho de "reorganização do espaço público".
Alvo dessas operações, os moradores de rua afirmam que tudo o que juntaram para escapar do frio é levado pelos guardas, incluindo as proteções de papelão.
"Eles passam aqui às 7h. O que a gente ainda não guardou, eles levam", contou a moradora de rua Sara Patrícia, de 49 anos, que vive na praça 14 Bis, no Bexiga, região central. Dona de cinco cães e quatro gatos, a moradora afirmou que não teria com quem deixar seus animais de estimação caso fosse para os abrigos municipais.
Ainda na praça, outro morador de rua, João da Luz, de 60 anos, disse que, há duas semanas, seus papelões, madeira e cobertores foram levados. "Já arrumei outros, mas agora deixo em um bar aqui perto."
Na zona leste, a também moradora de rua Ana Paula de Jesus Souza, de 37, relatou que teve cobertores, roupas e até documentos e remédios levados por guardas. "Estava tudo no meu carrinho. Tinha comida, remédio, ração para os cachorros", reclamou.
Após o padre Julio Lancellotti, da Pastoral do Povo de Rua, postar um vídeo no Facebook sobre o caso e cobrar explicações do prefeito Fernando Haddad (PT), ela afirmou que o material foi devolvido.
Ontem, sem meias e enrolada em três edredons sujos, ela tossia enquanto explicava por que não queria ir para abrigos. "Lá, tenho de acordar muito cedo e não consigo caminhar de volta para cá por causa da artrose."
Já Lancellotti reclamou do fechamento de vagas de acolhida emergenciais nas áreas centrais, transferidas para bairros mais afastados. Ele citou um abrigo que funcionou até o ano passado sob o viaduto Guadalajara, no Belenzinho.
A reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo" visitou o local ontem e encontrou famílias desalojadas de outras ocupações. O espaço, da prefeitura, foi cedido à Igreja Católica por 99 anos.
A secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Luciana Temer, afirma que chegou a negociar com a Pastoral da Rua o uso do espaço como abrigo neste inverno, e não conseguiu - por causa da invasão.
"O abrigamento da população de rua embaixo de viadutos não está de acordo com a política nacional", ressaltou a secretária. Ela afirmou ainda que a prefeitura abriu 1.517 vagas de emergência nos abrigos e a descentralização é uma demanda do Comitê para a População de Rua.
Próximos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as temperaturas devem subir um pouco nesta semana: com mínima de 11ºC amanhã e 12°C na quinta-feira. As informações são do jornal
"O Estado de S. Paulo".
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noti ... or-gcm.htm
- Hugoh
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Re: Notícias e Debates sobre São Paulo
Fundação instala ganchos para dar roupas a moradores de rua no centro de SP

A Fesp (Fundação Escola de Sociologia e Política) criou uma campanha para colocar roupas à disposição de moradores de São Paulo sem condições de se agasalhar. Ao menos cinco moradores de rua já morreram na onda de frio que atinge a cidade em junho.
A fundação instalou ganchos na frente de sua sede na Vila Buarque, na região central de São Paulo. Quem tem roupas para doar pode deixá-las nos ganchos ou na portaria da instituição. Quem está passando frio não precisa entrar na fundação para retirá-las. Basta pegá-las nos ganchos.
A campanha recebeu o nome de "Retire se precisar, doe se sobrar". A Fesp fica fica na rua General Jardim, 522.
Na segunda-feira (13), a capital paulista registrou a menor temperatura dos últimos 22 anos. Pela manhã, segundo medição do Centro de Gerenciamento de Emergências, a temperatura média da cidade chegou a 3,6 ºC. Na zona sul da cidade, o termômetro registrou 0 ºC no início da manhã.
Quem encontrar um morador de rua precisando de ajuda pode ligar para a Central de Atendimento Permanente e de Emergência da prefeitura, que funciona 24 horas por dia. O telefone é 156.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ul ... -de-sp.htm
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Re: Notícias e Debates sobre São Paulo
Relatório aponta fraudes em serviços de subprefeitura
http://www.agora.uol.com.br/saopaulo/20 ... tura.shtml
Stephane Sena
do Agora
Uma auditoria realizada pela CGM (Controladoria Geral do Município) apontou 19 irregularidades cometidas na Subprefeitura de Ermelino Matarazzo (zona leste), que responde à gestão do prefeito Fernando Haddad (PT).
O relatório aponta divergências em contratos e falta de fiscalização do poder público.
A auditoria foi realizada em 2015 e, além dos processos administrativos, analisou 13 contratos de prestação de serviços de aluguel de veículos, zeladoria e limpeza predial, entre 2010 e 2015, no valor de R$ 9,5 milhões.
Um dos maiores problemas apontados pela auditoria refere-se à comprovação de serviços prestados na região.
Em um dos documentos, por exemplo, a empresa contratada para jardinagem apresentou a mesma foto para comprovar limpeza feita no mesmo terreno, em três meses diferentes.
Resposta
A gestão Fernando Haddad (PT) afirmou que, em resposta ao relatório da CGM, o subprefeito de Ermelino Matarazzo, Alberto Nunes dos Santos, disse que acatou as recomendações da auditoria e solicitou a abertura de uma averiguação, "que será realizada por uma comissão interna, para dar prosseguimento ao caso".
O subprefeito não comentou outras irregularidades apontadas, como a contratação de uma irmã do chefe de gabinete da subprefeitura.
A CGM afirmou que são feitas apurações sobre possíveis irregularidades cometidas por servidores públicos e que, se necessário, serão aplicadas as punições cabíveis. "Vale esclarecer que tal investigação ocorre em sigilo".
Procuradas, as empresas prestadoras de serviço não responderam aos questionamentos feitos pela reportagem.
Stephane Sena
do Agora
Uma auditoria realizada pela CGM (Controladoria Geral do Município) apontou 19 irregularidades cometidas na Subprefeitura de Ermelino Matarazzo (zona leste), que responde à gestão do prefeito Fernando Haddad (PT).
O relatório aponta divergências em contratos e falta de fiscalização do poder público.
A auditoria foi realizada em 2015 e, além dos processos administrativos, analisou 13 contratos de prestação de serviços de aluguel de veículos, zeladoria e limpeza predial, entre 2010 e 2015, no valor de R$ 9,5 milhões.
Um dos maiores problemas apontados pela auditoria refere-se à comprovação de serviços prestados na região.
Em um dos documentos, por exemplo, a empresa contratada para jardinagem apresentou a mesma foto para comprovar limpeza feita no mesmo terreno, em três meses diferentes.
Resposta
A gestão Fernando Haddad (PT) afirmou que, em resposta ao relatório da CGM, o subprefeito de Ermelino Matarazzo, Alberto Nunes dos Santos, disse que acatou as recomendações da auditoria e solicitou a abertura de uma averiguação, "que será realizada por uma comissão interna, para dar prosseguimento ao caso".
O subprefeito não comentou outras irregularidades apontadas, como a contratação de uma irmã do chefe de gabinete da subprefeitura.
A CGM afirmou que são feitas apurações sobre possíveis irregularidades cometidas por servidores públicos e que, se necessário, serão aplicadas as punições cabíveis. "Vale esclarecer que tal investigação ocorre em sigilo".
Procuradas, as empresas prestadoras de serviço não responderam aos questionamentos feitos pela reportagem.
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