Mundo
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Re: MUNDO
Claro que não tem donzela no puteiro,mas acho que a Russia ta certa,os caras falam russo,eram da Russia até 60 anos atras,nada mais justo eles quererem se unir a Russia.
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Re: América Latina
“Eu não sou nada”: o que se esconde sob a humildade de Pepe Mujica
http://www.revistaforum.com.br/blog/201 ... pe-mujica/


No início da “Divina Comédia”, Dante encontra Virgílio, seu guia no inferno, e lhe diz: “Mestre, para mim, são tão certos e me impõem tanta confiança os teus arrazoados, que os demais me parecem carvões apagados.”
Pepe Mujica, o presidente do Uruguai, erra muito pouco. Em sua última entrevista, ao jornal “O Globo”, explicou como pretende lidar com as visitas de turistas a seu país para fumar maconha (como se sabe, o Uruguai legalizou o comércio da erva). Falou muito mais. E, como costuma acontecer, transcende as questões comezinhas e dá a qualquer conversa um tom filosófico. Nas palavras de Vargas Llosa, é um velhinho estadista que fala com sinceridade insólita para um governante.
“Queremos tirar o mercado do narcotráfico, queremos tirar-lhes o motivo econômico, queremos que o narcotráfico tenha um competidor forte e não seja o monopolista do mercado. Ao mesmo tempo, tentamos incitar as pessoas a atuarem do ponto de vista médico”, disse ele. “Mas temos que ter muito cuidado, porque não é uma legalização como as pessoas supõem no exterior, não vai ter um comércio, os estrangeiros não poderão vir aqui ao Uruguai para comprar maconha. Não vai existir o turismo da maconha. A decisão tomada não tem nada que ver com esse mundo boêmio. É uma ferramenta de combate a um delito grave, o narcotráfico, é para proteger a sociedade. É muito sério”.
Sobre seu exemplo como líder: “Pretende ser um mini-ato de protesto. As repúblicas não vieram ao mundo para estabelecer novas cortes, as repúblicas nasceram para dizer que todos somos iguais. E entre os iguais estão os governantes. Têm uma responsabilidade implícita e penso que devem viver de forma bastante similar à maneira de viver da maioria do seu povo. Ninguém é mais que ninguém, começando pelo governante.”
Sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo: “O casamento homossexual, por favor, é mais velho que o mundo. Tivemos Julio Cesar, Alexandre, O Grande, por favor. Dizer que é moderno, por favor, é mais antigo do que nós todos. É um dado de realidade objetiva, existe. Para nós, não legalizar seria torturar as pessoas inutilmente”.
Sobre trabalho: “Temos que lutar para que todos trabalhem, mas trabalhem menos, todos devemos ter tempo livre. Para quê? Para viver, para fazer o que gostam. Isto é a liberdade. Agora, se temos de consumir tanta coisa, não temos tempo por que precisamos ganhar dinheiro para pagar todas essas coisas. Aí vamos até que pluff, apagamos.”
Sobre manifestações: “Eu simpatizo com os protestos, mas não levam a lugar nenhum. Não construíram nada. Para construir, há de se criar uma mente política, coletiva, de longo prazo, com ideias, disciplina, e com método. E isso é antigo, ou parece antigo. Mas sem interesses coletivos, é difícil mudar. Não são os grandes homens que mudam as sociedades, mudam quando os protestos se organizam, disciplinam, têm métodos de longo prazo. Estes movimentos de protesto têm a vantagem do novo, e tentam alguma coisa nova porque desconfiam de todos os velhos, especialmente os partidos, porque perderam a confiança neles. Mas as primaveras têm se transformado em inverno porque não sabem onde ir.”
Sobre política: “Temos de revalorizar o papel da política. Mas no mundo real, muita gente se mete na política por que gosta de dinheiro, estes devem ser expulsos porque prostituem a política. A política tem de ser feita com carinho, a política tem a ver com a harmonia das contradições que há na sociedade, tem de lutar para harmonizar este mundo frágil e cheio de contradições que estamos vivendo.”
Sobre seu reconhecimento: “Não é que me achem tão excepcional, me usam como uma maneira de criticar os outros. A última vez que estive na ONU escutei discursos de um presidente de um país europeu [Hollande, da França] pelo qual temos um respeito enorme pela cultura, por suas tradições, pelo que significou no mundo. Fiquei assustado, porque parecia um discurso neo-colonialista. Eu não sou nada, sou um camponês com senso comum. Sem dúvida, estou vivendo uma peripécia. Talvez, se não tivesse passado tantos anos presos com tempo para pensar, fosse diferente.”
Sobre o Brasil e a América Latina: “Brasil vai fazer um campeonato do mundo lindo. Brasil deve apreciar o melhor que tem, não é a Amazônia nem o petróleo, é o experimento social de ser o país mais mestiço do mundo. E tem uma grande alegria de viver, mesmo com as dificuldades e isso deve à África. Por isso, a luta é que brasileiros sejam mais latino-americanos.”
A admiração de Llosa é genuína, mas há algo de condescendente em sua consideração. Mujica é também mais que um camponês com senso comum. É alguém em quem sempre vale a pena prestar atenção. Um mestre. Como disse Dante: “Com aquela medida que o homem usa para medir a si mesmo, mede as suas coisas”.


No início da “Divina Comédia”, Dante encontra Virgílio, seu guia no inferno, e lhe diz: “Mestre, para mim, são tão certos e me impõem tanta confiança os teus arrazoados, que os demais me parecem carvões apagados.”
Pepe Mujica, o presidente do Uruguai, erra muito pouco. Em sua última entrevista, ao jornal “O Globo”, explicou como pretende lidar com as visitas de turistas a seu país para fumar maconha (como se sabe, o Uruguai legalizou o comércio da erva). Falou muito mais. E, como costuma acontecer, transcende as questões comezinhas e dá a qualquer conversa um tom filosófico. Nas palavras de Vargas Llosa, é um velhinho estadista que fala com sinceridade insólita para um governante.
“Queremos tirar o mercado do narcotráfico, queremos tirar-lhes o motivo econômico, queremos que o narcotráfico tenha um competidor forte e não seja o monopolista do mercado. Ao mesmo tempo, tentamos incitar as pessoas a atuarem do ponto de vista médico”, disse ele. “Mas temos que ter muito cuidado, porque não é uma legalização como as pessoas supõem no exterior, não vai ter um comércio, os estrangeiros não poderão vir aqui ao Uruguai para comprar maconha. Não vai existir o turismo da maconha. A decisão tomada não tem nada que ver com esse mundo boêmio. É uma ferramenta de combate a um delito grave, o narcotráfico, é para proteger a sociedade. É muito sério”.
Sobre seu exemplo como líder: “Pretende ser um mini-ato de protesto. As repúblicas não vieram ao mundo para estabelecer novas cortes, as repúblicas nasceram para dizer que todos somos iguais. E entre os iguais estão os governantes. Têm uma responsabilidade implícita e penso que devem viver de forma bastante similar à maneira de viver da maioria do seu povo. Ninguém é mais que ninguém, começando pelo governante.”
Sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo: “O casamento homossexual, por favor, é mais velho que o mundo. Tivemos Julio Cesar, Alexandre, O Grande, por favor. Dizer que é moderno, por favor, é mais antigo do que nós todos. É um dado de realidade objetiva, existe. Para nós, não legalizar seria torturar as pessoas inutilmente”.
Sobre trabalho: “Temos que lutar para que todos trabalhem, mas trabalhem menos, todos devemos ter tempo livre. Para quê? Para viver, para fazer o que gostam. Isto é a liberdade. Agora, se temos de consumir tanta coisa, não temos tempo por que precisamos ganhar dinheiro para pagar todas essas coisas. Aí vamos até que pluff, apagamos.”
Sobre manifestações: “Eu simpatizo com os protestos, mas não levam a lugar nenhum. Não construíram nada. Para construir, há de se criar uma mente política, coletiva, de longo prazo, com ideias, disciplina, e com método. E isso é antigo, ou parece antigo. Mas sem interesses coletivos, é difícil mudar. Não são os grandes homens que mudam as sociedades, mudam quando os protestos se organizam, disciplinam, têm métodos de longo prazo. Estes movimentos de protesto têm a vantagem do novo, e tentam alguma coisa nova porque desconfiam de todos os velhos, especialmente os partidos, porque perderam a confiança neles. Mas as primaveras têm se transformado em inverno porque não sabem onde ir.”
Sobre política: “Temos de revalorizar o papel da política. Mas no mundo real, muita gente se mete na política por que gosta de dinheiro, estes devem ser expulsos porque prostituem a política. A política tem de ser feita com carinho, a política tem a ver com a harmonia das contradições que há na sociedade, tem de lutar para harmonizar este mundo frágil e cheio de contradições que estamos vivendo.”
Sobre seu reconhecimento: “Não é que me achem tão excepcional, me usam como uma maneira de criticar os outros. A última vez que estive na ONU escutei discursos de um presidente de um país europeu [Hollande, da França] pelo qual temos um respeito enorme pela cultura, por suas tradições, pelo que significou no mundo. Fiquei assustado, porque parecia um discurso neo-colonialista. Eu não sou nada, sou um camponês com senso comum. Sem dúvida, estou vivendo uma peripécia. Talvez, se não tivesse passado tantos anos presos com tempo para pensar, fosse diferente.”
Sobre o Brasil e a América Latina: “Brasil vai fazer um campeonato do mundo lindo. Brasil deve apreciar o melhor que tem, não é a Amazônia nem o petróleo, é o experimento social de ser o país mais mestiço do mundo. E tem uma grande alegria de viver, mesmo com as dificuldades e isso deve à África. Por isso, a luta é que brasileiros sejam mais latino-americanos.”
A admiração de Llosa é genuína, mas há algo de condescendente em sua consideração. Mujica é também mais que um camponês com senso comum. É alguém em quem sempre vale a pena prestar atenção. Um mestre. Como disse Dante: “Com aquela medida que o homem usa para medir a si mesmo, mede as suas coisas”.

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Re: MUNDO
Nada é tão simples assim. Não é uma região com 100% de russos ou de ucranianos. Sempre vai ter uma minoria significativa que dormiu ucraniana e acordou russa.
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Re: MUNDO
Se os caras da Criméia tivessem esperado um pouquinho (1 ou 2 anos), os EUA e a UE não iriam encher o saco. Só a Ucrânia mesmo.
Podiam ter feito mais ou menos como o Kosovo e se tornar um país independente (miguézinho básico) aí depois de um tempo juntavam os trapinhos com a Rússia.
Podiam ter feito mais ou menos como o Kosovo e se tornar um país independente (miguézinho básico) aí depois de um tempo juntavam os trapinhos com a Rússia.
A mesma coisa acontece com qualquer situação semelhante (independência, anexação, áreas em litígio...).Barbano escreveu:Nada é tão simples assim. Não é uma região com 100% de russos ou de ucranianos. Sempre vai ter uma minoria significativa que dormiu ucraniana e acordou russa.
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Re: América Latina
Mujica 
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Re: MUNDO
96% querem se unir a Russia ,acho que temos que respeitar esses 96%.Barbano escreveu:Nada é tão simples assim. Não é uma região com 100% de russos ou de ucranianos. Sempre vai ter uma minoria significativa que dormiu ucraniana e acordou russa.
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Re: MUNDO
Mesmo que essa maioria decida desalojar a minoria que reside na área?Silvester escreveu:96% querem se unir a Russia ,acho que temos que respeitar esses 96%.
http://br.noticias.yahoo.com/crimeia-an ... 49695.html
E esses 96% são bem questionáveis. Há acusações de manipulação, e também houve boicote por parte das minorias tártaras e ucranianas ao referendo. O fato é que a população russa do local é de cerca de 60%, o que torna esse resultado de mais de 96% bem duvidoso...
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Re: MUNDO
Em todo lugar que tem 2 povos diferentes tem esse tipo de briga.O que não pode é a maioria se submeter a vontade da minoria.
Eu acho que os EUA ao inves de simplesmente desconsiderar o referendo, deve investigar se houve ou não fraude e caso não tenha aceitar o referendo e pronto.
Eu acho que os EUA ao inves de simplesmente desconsiderar o referendo, deve investigar se houve ou não fraude e caso não tenha aceitar o referendo e pronto.
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Re: MUNDO
Concordo com você.Silvester escreveu:96% querem se unir a Russia ,acho que temos que respeitar esses 96%.Barbano escreveu:Nada é tão simples assim. Não é uma região com 100% de russos ou de ucranianos. Sempre vai ter uma minoria significativa que dormiu ucraniana e acordou russa.
E os 4% (ou 40%, como disse o Fabão) que se mudem para a Ucrânia.



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Re: MUNDO
E nem a maioria se impor sobre as minorias. É o que faz a lei garantir, aqui no Brasil, direitos a negros, homossexuais e outras minorias.Silvester escreveu:Em todo lugar que tem 2 povos diferentes tem esse tipo de briga.O que não pode é a maioria se submeter a vontade da minoria.
E não é só os EUA, os países mais relevantes do Ocidente consideraram ilegítimo esse referendo. Assim como a Rússia considera ilegítimo o novo governo ucraniano.Silvester escreveu:Eu acho que os EUA ao inves de simplesmente desconsiderar o referendo, deve investigar se houve ou não fraude e caso não tenha aceitar o referendo e pronto.
Para esses países ocidentais, o que houve lá foi um confisco de território. Cheira a isso mesmo, já que bem antes do referendo já houve a invasão de tropas russas por lá. Mas, à bem da verdade, Oriente e Ocidente estão cagando para a Crimeia. O que interessa mesmo é a demonstração de poder.
É? Se fosse para os 10% de cariocas aqui do Brasil mudarem do RJ para outro estado, você aprovaria?E.R escreveu:Concordo com você.![]()
E os 4% (ou 40%, como disse o Fabão) que se mudem para a Ucrânia.
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Re: MUNDO
A verdade é que pimenta no dos outros é refresco.
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Re: MUNDO
Essa comparação Rio de Janeiro e Criméia não tem nada a ver.
Na Criméia se fala russo e o povo tem mais identificação com a Rússia do que com a Ucrânia, a Criméia já fez parte do território russo.
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Re: MUNDO
A comparação foi mais no sentido do que o Rafinha disse, que pimenta no dos outros é refresco. É uma região que tinha status de república autônoma, e que passa a ser um estado russo, mesmo com a pluralidade de etnias que existe no local.
Lembrei do que o Goldman falava sobre o BRIC. Realmente, no caso dos países orientais, eles podem formar um bloco econômico e político forte dentro de algum tempo. São países extensos e, no caso de China e Índia, muito populosos. O mundo como conhecemos, com domínio norte-americano e da união europeia, pode mudar bastante.
Lembrei do que o Goldman falava sobre o BRIC. Realmente, no caso dos países orientais, eles podem formar um bloco econômico e político forte dentro de algum tempo. São países extensos e, no caso de China e Índia, muito populosos. O mundo como conhecemos, com domínio norte-americano e da união europeia, pode mudar bastante.
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Re: MUNDO
Aí voce já está embaralhando as coisas,uma coisa é a lei garantir direitos básicos e proteger as minorias de perseguição,outra coisa é querer que a minoria decida o destino do país,seria o mesmo que os homossexuais decidirem que o presidente deve ser o Jean Wyllis ou os negros decidirem unir o Brasil a Angola e a maioria ter que acatar.Barbano escreveu: E nem a maioria se impor sobre as minorias. É o que faz a lei garantir, aqui no Brasil, direitos a negros, homossexuais e outras minorias.
Os EUA só querem mostrar que é forte,a Russia tambem quer mostrar que não tem medo de cara feia,nenhum dos 2 é santo,mas analisando bem a situação eu tendo a dar razão a Russia.Barbano escreveu: E não é só os EUA, os países mais relevantes do Ocidente consideraram ilegítimo esse referendo. Assim como a Rússia considera ilegítimo o novo governo ucraniano.
Para esses países ocidentais, o que houve lá foi um confisco de território. Cheira a isso mesmo, já que bem antes do referendo já houve a invasão de tropas russas por lá. Mas, à bem da verdade, Oriente e Ocidente estão cagando para a Crimeia. O que interessa mesmo é a demonstração de poder.
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Re: MUNDO
Mas é uma decisão que afeta diretamente os direitos dessas minorias, que passam a obedecer à legislação russa, e que podem inclusive ser desalojadas, como mostra a notícia que linkei.Silvester escreveu:Aí voce já está embaralhando as coisas,uma coisa é a lei garantir direitos básicos e proteger as minorias de perseguição,outra coisa é querer que a minoria decida o destino do país,seria o mesmo que os homossexuais decidirem que o presidente deve ser o Jean Wyllis ou os negros decidirem unir o Brasil a Angola e a maioria ter que acatar.
Eu não dou razão a ninguém. Para mim fica claro que a Rússia se aproveitou da crise política na Ucrânia para invadir e anexar um território, ainda que de forma relativamente democrática. Levo em conta ainda que a mesma Rússia não reconhece o novo governo ucraniano. Pura disputa de poder mesmo.Barbano escreveu:Os EUA só querem mostrar que é forte,a Russia tambem quer mostrar que não tem medo de cara feia,nenhum dos 2 é santo,mas analisando bem a situação eu tendo a dar razão a Russia.










