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Aqui no Rio de Janeiro, dos fast foods que acabaram, o Chaika faz muita falta. Principalmente aquela unidade que tinha na Visconde de Pirajá, que além dos sanduíches com nomes de personagens famosos (Garfield, Popeye, etc.), ainda vendia milk-shakes e sorvetes.
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https://gkpb.com.br/98132/crocante-garoto/
O tradicional chocolate Crocante, que sempre esteve presente dentro das caixas de bombom da Garoto, acaba de ganhar versão avulsa com duas unidades de 12,5g em uma única embalagem.
A novidade chega para atender aos pedidos de milhares de consumidores e fãs da marca. E já está disponível para todo o Brasil.
O novo chocolate Crocante em barra da Garoto é composto por duas unidades de 12,5g cada, já pode ser encontrado em bombonieres, mercearias e supermercados de todo o Brasil, com preço médio sugerido de R$1,99.
O tradicional chocolate Crocante, que sempre esteve presente dentro das caixas de bombom da Garoto, acaba de ganhar versão avulsa com duas unidades de 12,5g em uma única embalagem.
A novidade chega para atender aos pedidos de milhares de consumidores e fãs da marca. E já está disponível para todo o Brasil.
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https://valor.globo.com/agronegocios/no ... itos.ghtml
A Camil Alimentos anunciou sua entrada na categoria de biscoitos com a compra da Mabel, uma empresa da americana Pepsico.
A transação também estabelece que a Camil poderá usar a marca Toddy em biscoitos pelo prazo de dez anos.
Além da Toddy biscoitos, a aquisição contempla as marcas Doce Vida, Mirabel e Pavesino.
A Camil Alimentos anunciou sua entrada na categoria de biscoitos com a compra da Mabel, uma empresa da americana Pepsico.
A transação também estabelece que a Camil poderá usar a marca Toddy em biscoitos pelo prazo de dez anos.
Além da Toddy biscoitos, a aquisição contempla as marcas Doce Vida, Mirabel e Pavesino.



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Star Coffee
Nada de Starbucks nem McDonald’s: Rússia nacionaliza sabotadores
Nacionalização do Starbucks e do McDonald's demonstra como é fácil expropriar empresas e entregá-las nas mãos dos trabalhadores
O Star Coffee, substituto do Starbucks – Foto: AFP
Na semana passada foi inaugurado o Stars Coffee, marca substituta do Starbucks na Rússia, uma das marcas americanas que saiu do país devido à guerra na Ucrânia.
Com o início da guerra, em fevereiro deste ano, diversas empresas ligadas a países imperialistas começaram a deixar a Rússia em forma de “protesto”, ou seja, elaborando uma demagogia contra o país de acordo com a propaganda que a burguesia faz sobre este, acusando a Rússia de violação de direitos humanos, não cumprimento de direitos da população, manipulação da imprensa, etc. — tudo aquilo que é feito pelo imperialismo. A intenção era asfixiar a Rússia economicamente.
O Starbucks, a maior empresa de cafeterias do mundo, foi uma das que decidiram sair. Com isso, a Rússia acertadamente decidiu nacionalizar as filiais da empresa no país, criando suas próprias variações destas, como o Stars Coffee. No final de julho, o rapper russo Timati e o empresário Anton Pinski adquiriram 130 unidades da empresa e começaram a mudança: “Por quê STARS? A nova marca reúne as estrelas da indústria gastronômica”, afirmaram os dois em um comunicado da rede de cafeterias.
Fazem aproximadamente dois meses que o mesmo aconteceu com o McDonald’s — após a empresa sair do país, empresários russos compraram a marca na região e a remodelaram, transformando-a em outra marca, porém sem fundamentalmente ter mudado quase nada — ela foi nomeada como Vkusno & Tochka.
Apesar de tentar fazer uma propaganda negativa do Vkusno & Tochka no início, a imprensa burguesa apenas eventualmente parou de falar sobre, considerando que a empresa não foi um fracasso assim como eles diziam que ia ser. O sucesso da ação feita pelo governo russo, na realidade, foi tanto, que o mesmo aconteceu com o Starbucks.
Tanto o Star Coffee quanto o Vkusno & Tochka são empresas nacionalizadas, empresas russas que tomaram o lugar dos monopólios norte-americanos que, por sua vez, boicotavam e sabotavam o país por dentro. Ainda podemos contestar pelo fato de serem empresas privadas, entretanto, é importante ressaltar que, apesar de privadas, essas não são empresas estrangeiras, e portanto o dinheiro gerado por elas fica na Rússia, não indo parar em um país imperialista qualquer que explora o mundo todo de todas as maneiras possíveis, inclusive com a inserção dessas empresas.
O mais interessante disso tudo é que, fundamentalmente, nada que influencia na preferência do consumidor mudou. A comida, as bebidas, a infraestrutura, os funcionários — tudo é igual. As únicas diferenças, e que, no final das contas, são diferenças fundamentais, são que as logomarcas mudaram e que a propriedade não é mais dos norte-americanos. No caso do Stars Coffee, a logo verde e branca mudou para castanho e a sereia norte-americana se transformou em uma russa utilizando o kokochnik, chapéu tradicional do país. Os ingredientes para os lanches e cafés agora também serão locais, o que apresenta mais uma vantagem para a economia do país.
Não só foi fácil reorganizar o trabalho após a saída das empresas e a reconstrução das marcas, como foi inclusive um avanço, com o Vkusno & Tochka, por exemplo, batendo recorde de vendas no primeiro dia de abertura, com cerca de 120 mil lanches vendidos apenas neste dia.
Essa acaba sendo mais uma prova da inutilidade dos patrões. Entra fulano, sai beltrano, e a empresa pode continuar a mesma, isso se ela efetivamente não melhorar, como aconteceu com os exemplos acima após a nacionalização russa.
Na realidade, a melhoria é a tendência. O Star Coffee e o Vkusno & Tochka são exemplos de como seria simples e fácil expropriar uma propriedade capitalista e, com a devida organização, entregá-la nas mãos dos trabalhadores, para que se possa organizar melhorias que são de interesse da população, sem a interferência de um patrão que só tem como objetivo o lucro, ainda mais se tratando de uma empresa estrangeira.
Na época atual do imperialismo, os capitalistas estrangeiros dentro de países atrasados não passam de parasitas, servem apenas para saquear o país, não para levá-lo ao desenvolvimento. Quando se trata de uma empresa estrangeira, o lucro sai do país e vai para os bancos imperialistas, alimentando setores como a especulação financeira, responsável pela devastação da indústria e de amplos setores da economia principalmente dos países pobres. Além disso, eles se aproveitam para pagar salários baixíssimos e proporcionar péssimas condições de trabalho, a exemplo do vastamente conhecido caso do próprio McDonald ‘s, que contrata e esmaga jovens sem experiência até não poder mais. A mão de obra em países pobres é mais barata do que no país de origem da empresa.
A política que está sendo levada pelo governo russo é nacionalista, é uma política de substituição de exportações e promoção de seu mercado interno, buscando um relativo desenvolvimento e, de certa forma, o autossustento (na medida do possível) de seu próprio país frente às sanções imperialistas, que a obrigam a tomar essas atitudes mais radicais do que o comum. As empresas nacionais, por mais que privadas, estão a reboque da legislação de seu país, e, portanto, sob maior controle do governo e dos trabalhadores do que as multinacionais.
Dito isso, precisamos defender a expropriação das empresas e o controle dos trabalhadores sobre elas, sejam fábricas de automóveis ou lanchonetes de fast-food. O fato da empresa ser nacional beneficia os trabalhadores no sentido de exigência de direitos e de controle, sendo um passo a mais para que ela seja controlada pelo povo e para que, no final das contas, tudo isso a ele sirva.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... botadores/
Nada de Starbucks nem McDonald’s: Rússia nacionaliza sabotadores
Nacionalização do Starbucks e do McDonald's demonstra como é fácil expropriar empresas e entregá-las nas mãos dos trabalhadores
O Star Coffee, substituto do Starbucks – Foto: AFPNa semana passada foi inaugurado o Stars Coffee, marca substituta do Starbucks na Rússia, uma das marcas americanas que saiu do país devido à guerra na Ucrânia.
Com o início da guerra, em fevereiro deste ano, diversas empresas ligadas a países imperialistas começaram a deixar a Rússia em forma de “protesto”, ou seja, elaborando uma demagogia contra o país de acordo com a propaganda que a burguesia faz sobre este, acusando a Rússia de violação de direitos humanos, não cumprimento de direitos da população, manipulação da imprensa, etc. — tudo aquilo que é feito pelo imperialismo. A intenção era asfixiar a Rússia economicamente.
O Starbucks, a maior empresa de cafeterias do mundo, foi uma das que decidiram sair. Com isso, a Rússia acertadamente decidiu nacionalizar as filiais da empresa no país, criando suas próprias variações destas, como o Stars Coffee. No final de julho, o rapper russo Timati e o empresário Anton Pinski adquiriram 130 unidades da empresa e começaram a mudança: “Por quê STARS? A nova marca reúne as estrelas da indústria gastronômica”, afirmaram os dois em um comunicado da rede de cafeterias.
Fazem aproximadamente dois meses que o mesmo aconteceu com o McDonald’s — após a empresa sair do país, empresários russos compraram a marca na região e a remodelaram, transformando-a em outra marca, porém sem fundamentalmente ter mudado quase nada — ela foi nomeada como Vkusno & Tochka.
Apesar de tentar fazer uma propaganda negativa do Vkusno & Tochka no início, a imprensa burguesa apenas eventualmente parou de falar sobre, considerando que a empresa não foi um fracasso assim como eles diziam que ia ser. O sucesso da ação feita pelo governo russo, na realidade, foi tanto, que o mesmo aconteceu com o Starbucks.
Tanto o Star Coffee quanto o Vkusno & Tochka são empresas nacionalizadas, empresas russas que tomaram o lugar dos monopólios norte-americanos que, por sua vez, boicotavam e sabotavam o país por dentro. Ainda podemos contestar pelo fato de serem empresas privadas, entretanto, é importante ressaltar que, apesar de privadas, essas não são empresas estrangeiras, e portanto o dinheiro gerado por elas fica na Rússia, não indo parar em um país imperialista qualquer que explora o mundo todo de todas as maneiras possíveis, inclusive com a inserção dessas empresas.
O mais interessante disso tudo é que, fundamentalmente, nada que influencia na preferência do consumidor mudou. A comida, as bebidas, a infraestrutura, os funcionários — tudo é igual. As únicas diferenças, e que, no final das contas, são diferenças fundamentais, são que as logomarcas mudaram e que a propriedade não é mais dos norte-americanos. No caso do Stars Coffee, a logo verde e branca mudou para castanho e a sereia norte-americana se transformou em uma russa utilizando o kokochnik, chapéu tradicional do país. Os ingredientes para os lanches e cafés agora também serão locais, o que apresenta mais uma vantagem para a economia do país.
Não só foi fácil reorganizar o trabalho após a saída das empresas e a reconstrução das marcas, como foi inclusive um avanço, com o Vkusno & Tochka, por exemplo, batendo recorde de vendas no primeiro dia de abertura, com cerca de 120 mil lanches vendidos apenas neste dia.
Essa acaba sendo mais uma prova da inutilidade dos patrões. Entra fulano, sai beltrano, e a empresa pode continuar a mesma, isso se ela efetivamente não melhorar, como aconteceu com os exemplos acima após a nacionalização russa.
Na realidade, a melhoria é a tendência. O Star Coffee e o Vkusno & Tochka são exemplos de como seria simples e fácil expropriar uma propriedade capitalista e, com a devida organização, entregá-la nas mãos dos trabalhadores, para que se possa organizar melhorias que são de interesse da população, sem a interferência de um patrão que só tem como objetivo o lucro, ainda mais se tratando de uma empresa estrangeira.
Na época atual do imperialismo, os capitalistas estrangeiros dentro de países atrasados não passam de parasitas, servem apenas para saquear o país, não para levá-lo ao desenvolvimento. Quando se trata de uma empresa estrangeira, o lucro sai do país e vai para os bancos imperialistas, alimentando setores como a especulação financeira, responsável pela devastação da indústria e de amplos setores da economia principalmente dos países pobres. Além disso, eles se aproveitam para pagar salários baixíssimos e proporcionar péssimas condições de trabalho, a exemplo do vastamente conhecido caso do próprio McDonald ‘s, que contrata e esmaga jovens sem experiência até não poder mais. A mão de obra em países pobres é mais barata do que no país de origem da empresa.
A política que está sendo levada pelo governo russo é nacionalista, é uma política de substituição de exportações e promoção de seu mercado interno, buscando um relativo desenvolvimento e, de certa forma, o autossustento (na medida do possível) de seu próprio país frente às sanções imperialistas, que a obrigam a tomar essas atitudes mais radicais do que o comum. As empresas nacionais, por mais que privadas, estão a reboque da legislação de seu país, e, portanto, sob maior controle do governo e dos trabalhadores do que as multinacionais.
Dito isso, precisamos defender a expropriação das empresas e o controle dos trabalhadores sobre elas, sejam fábricas de automóveis ou lanchonetes de fast-food. O fato da empresa ser nacional beneficia os trabalhadores no sentido de exigência de direitos e de controle, sendo um passo a mais para que ela seja controlada pelo povo e para que, no final das contas, tudo isso a ele sirva.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... botadores/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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https://exame.com/negocios/burger-king- ... s-sociais/

O Burger King confirmou o lançamento do sanduíche CBK, feito com peito de frango empanado, bacon e cebola crispy.
O lançamento foi feito após pedidos dos consumidores nas redes sociais.
Os clientes poderão desfrutar do combo CBK a partir desta semana nos restaurantes, drive e delivery do BK em todo o Brasil.

O Burger King confirmou o lançamento do sanduíche CBK, feito com peito de frango empanado, bacon e cebola crispy.
O lançamento foi feito após pedidos dos consumidores nas redes sociais.
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https://diariodorio.com/rj-pode-ter-pro ... e-acaraje/

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou o Projeto de Lei 5.556/22, de autoria da deputada Tia Ju (Republicanos), que cria o Programa Estadual de Defesa e Incentivo à Atividade das Baianas de Acarajé.
Os principais objetivos do programa são garantir que a atividade de produção e venda dos quitutes possa ser exercida em todos os municípios fluminenses, visando à diversidade cultural e o interesse turístico e histórico que representa; além de promover as condições necessárias para o exercício do ofício das baianas de acarajé, inclusive que as quituteiras possam preparar as suas iguarias típicas nos locais autorizados para a sua comercialização, entre elas o acarajé.
“Queremos contribuir para a preservação desse ofício tradicional e histórico de grande importância para a nossa cultura. Ao propormos a garantia de que a atividade de produção e venda dos quitutes baianas de acarajé possa ser exercida em todos os municípios do estado, estamos, acima de tudo, defendendo não só a culinária afro-brasileira, mas também o interesse turístico e histórico que esse ofício representa”, destacou a parlamentar.
A proposta ainda precisa ser votada em segunda discussão pela Casa.

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou o Projeto de Lei 5.556/22, de autoria da deputada Tia Ju (Republicanos), que cria o Programa Estadual de Defesa e Incentivo à Atividade das Baianas de Acarajé.
Os principais objetivos do programa são garantir que a atividade de produção e venda dos quitutes possa ser exercida em todos os municípios fluminenses, visando à diversidade cultural e o interesse turístico e histórico que representa; além de promover as condições necessárias para o exercício do ofício das baianas de acarajé, inclusive que as quituteiras possam preparar as suas iguarias típicas nos locais autorizados para a sua comercialização, entre elas o acarajé.
“Queremos contribuir para a preservação desse ofício tradicional e histórico de grande importância para a nossa cultura. Ao propormos a garantia de que a atividade de produção e venda dos quitutes baianas de acarajé possa ser exercida em todos os municípios do estado, estamos, acima de tudo, defendendo não só a culinária afro-brasileira, mas também o interesse turístico e histórico que esse ofício representa”, destacou a parlamentar.
A proposta ainda precisa ser votada em segunda discussão pela Casa.



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https://foodinnovation.com.br/panco-lan ... nusitados/

A Panco lançou uma nova linha de pães integrais chamada Vida 100%.
Os três sabores disponíveis são “Abacaxi, Hortelã, Couve e Chia”, “Banana, Aveia, Castanha e Mel, com pedaços da fruta e das castanhas” e “Maçã, Quinoa, e Castanha, com pedaços da fruta e das castanhas”.
A linha Vida 100 % poderá ser encontrada nos pontos de vendas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais.

A Panco lançou uma nova linha de pães integrais chamada Vida 100%.
Os três sabores disponíveis são “Abacaxi, Hortelã, Couve e Chia”, “Banana, Aveia, Castanha e Mel, com pedaços da fruta e das castanhas” e “Maçã, Quinoa, e Castanha, com pedaços da fruta e das castanhas”.
A linha Vida 100 % poderá ser encontrada nos pontos de vendas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais.



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https://oglobo.globo.com/economia/negoc ... coes.ghtml
Com a reabertura da economia, o brasileiro voltou a sair para trabalhar, fazer compras e comer.
O setor de bares e restaurantes espera encerrar o ano com alta de 5% no faturamento em relação a 2021 e de 8% na comparação com 2019, de acordo com a Abrasel, associação que representa a categoria.
Para as empresas, é hora de “botar água no feijão”, contratar e investir.
Até o fim do ano, 35% das empresas pretendem contratar, com perspectiva de criação de cem mil vagas.
Mas para fisgar a clientela, que se acostumou com a velocidade e comodidade das compras on-line, não basta mais apenas oferecer sabor e preço compatível. É preciso apostar em digitalização e mão de obra capacitada.
— Foi um choque cultural muito grande (a digitalização) — afirma Sálua Bueno, sócia da Amélie Crêperie, que somou mais três unidades às cinco existentes no Rio, e da Juliette Bistrô, criada na pandemia, e que hoje tem três lojas.
— Havia resistência dos funcionários e dificuldade em aprender porque é diferente quando se atende à mesa e pela tela. Se houver um problema no pedido, você se desculpa pessoalmente e, com simpatia, resolve na hora. No delivery, tem que ter mais habilidade porque a tela é mais fria.
A empresária tem planos para novos restaurantes em 2023 e em outras cidades, além disso contratou 39 profissionais recentemente. Para ela, o perfil da mão de obra requer agora mais agilidade e foco, com um olho no salão e outro nas vendas on-line.
— O funcionário demandado hoje é mais digital. Com a venda em vários canais on-line, inclusive na mesa, e o cliente usando a internet para consultar, fazer compra e interagir, tem que saber mexer nos aplicativos — avalia.
Com a reabertura da economia, o brasileiro voltou a sair para trabalhar, fazer compras e comer.
O setor de bares e restaurantes espera encerrar o ano com alta de 5% no faturamento em relação a 2021 e de 8% na comparação com 2019, de acordo com a Abrasel, associação que representa a categoria.
Para as empresas, é hora de “botar água no feijão”, contratar e investir.
Até o fim do ano, 35% das empresas pretendem contratar, com perspectiva de criação de cem mil vagas.
Mas para fisgar a clientela, que se acostumou com a velocidade e comodidade das compras on-line, não basta mais apenas oferecer sabor e preço compatível. É preciso apostar em digitalização e mão de obra capacitada.
— Foi um choque cultural muito grande (a digitalização) — afirma Sálua Bueno, sócia da Amélie Crêperie, que somou mais três unidades às cinco existentes no Rio, e da Juliette Bistrô, criada na pandemia, e que hoje tem três lojas.
— Havia resistência dos funcionários e dificuldade em aprender porque é diferente quando se atende à mesa e pela tela. Se houver um problema no pedido, você se desculpa pessoalmente e, com simpatia, resolve na hora. No delivery, tem que ter mais habilidade porque a tela é mais fria.
A empresária tem planos para novos restaurantes em 2023 e em outras cidades, além disso contratou 39 profissionais recentemente. Para ela, o perfil da mão de obra requer agora mais agilidade e foco, com um olho no salão e outro nas vendas on-line.
— O funcionário demandado hoje é mais digital. Com a venda em vários canais on-line, inclusive na mesa, e o cliente usando a internet para consultar, fazer compra e interagir, tem que saber mexer nos aplicativos — avalia.







