mas quando a Carta Capital publica algo contra o PSDB vc lê, não é?Scopel escreveu:O Globo publicando algo contra Zé Dirceu? Nem li...
Lula
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Re: Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
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Re: Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
Depende. Dá pra ver quando é sacanagem e quando é sério, como por exemplo os desvios de 400 milhões em São Paulo no governo do PSDB, inclusive do Serra. Sacanagem é geralmente quando aparece o condicional como "seria" ou "teria".FooCH escreveu:mas quando a Carta Capital publica algo contra o PSDB vc lê, não é?Scopel escreveu:O Globo publicando algo contra Zé Dirceu? Nem li...
Não tente colocar como se eu defendesse o PT.
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Re: Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
vc pode não defender o PT, mas tb não o ataca... diferentemente com o PSDB...
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Re: Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
E eu lá preciso atacar o PT? O PT está no governo, as cagadas deles estão bem óbvias para todos. Ou não estão? Muito diferentemente, o PSDB saiu em 2002 e as pessoas se esquecem e numa comparação com o PT podem cometer a estupidez de julgar que aqueles são os bonzinhos, num jogo onde todos eles sempre ganham e o povo sempre perde.
Eu tenho certeza que muita gente aqui tem bons olhos com o PSDB unicamente por aversão ao PT, com toda a sacanagem dos últimos tempos. E isso que eu sempre tento mostrar.
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Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
NOTÍCIAS
https://revistaoeste.com/politica/gover ... rio-dpvat/
Em 2023, o governo do presidente Lula estuda retomar o seguro obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), o popular seguro veicular obrigatório.
A cobrança foi extinta em 2021.
Agora, porém, a ideia é obrigar todos que têm veículos a voltar a pagar o seguro. “Temos o desafio enorme de refazer o modelo do DPVAT. A gente precisa de um modelo sólido e a gente precisa construí-lo rapidamente, porque tem um ano para fazer isso e ter uma nova arquitetura para esse seguro que é extremamente relevante para a população”, afirmou o secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Barbosa Pinto.
Em 2023, o governo do presidente Lula estuda retomar o seguro obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), o popular seguro veicular obrigatório.
A cobrança foi extinta em 2021.
Agora, porém, a ideia é obrigar todos que têm veículos a voltar a pagar o seguro. “Temos o desafio enorme de refazer o modelo do DPVAT. A gente precisa de um modelo sólido e a gente precisa construí-lo rapidamente, porque tem um ano para fazer isso e ter uma nova arquitetura para esse seguro que é extremamente relevante para a população”, afirmou o secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Barbosa Pinto.
Editado pela última vez por E.R em 24 Mar 2023, 16:53, em um total de 1 vez.



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Re: Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
Poderiam mudar o titulo do tópico, não acham? Talvez "Lula".


- Scopel
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Re: Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
Feito.Jader escreveu:Poderiam mudar o titulo do tópico, não acham? Talvez "Lula".
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Lula
NOTÍCIAS
O ESTADO DE S.PAULO
Em 2023, o crescimento das vendas no Brasil de plataformas asiáticas de e-commerce, como Shein, Shopee e Aliexpress, levou o governo e o Congresso a estudar formas de taxar esse comércio, com a alegação de que ele burla o pagamento de impostos.
Segundo informa Anna Carolina Papp, o tema entrou na discussão da reforma tributária. O Imposto sobre Valor Agregado (IVA), proposta de fusão dos tributos atuais, deve estabelecer tributação equivalente para produtos nacionais e importados.
Assim, companhias de ecommerce estrangeiras teriam de recolher o IVA. O varejo nacional cobra, porém, solução rápida contra o que a Frente Parlamentar do Empreendedorismo chama de “concorrência desleal”.
Na véspera de viagem à China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Congresso manifestaram preocupações com o crescimento das vendas online de produtos chineses no Brasil, por empresas como Shein e Aliexpress, alegando que essas plataformas não pagam os devidos impostos. Lula deve embarcar amanhã para Pequim acompanhado de mais de 200 empresários.
O presidente da Frente Parlamentar Mista do Empreendedorismo (FPE), que reúne 230 parlamentares, deputado Marco Bertaiolli (PSD), diz que o comércio nacional tem sido prejudicado. “É uma concorrência desleal”, afirmou ao Estadão.
Segundo Marco Bertaiolli, o Brasil já recebe cerca de 500 mil pacotes diários da China. “Vamos pedir para as empresas brasileiras terem a mesma competitividade.”
Na terça-feira, o próprio presidente criticou a compra de produtos sem o pagamento do Imposto de Importação. “Está crescendo a importação de produtos que não pagam nenhum imposto nesse país”, disse Lula, em entrevista ao portal 247. “Eu quero uma relação extraordinária com os chineses, a melhor possível, mas não podemos aceitar que as pessoas fiquem vendendo para cá sem pagar imposto.”
Segundo apurou o Estadão, o tema deve ser contemplado na reforma tributária em discussão no Congresso. O Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que poderá ser criado para fundir os tributos atuais, deve estabelecer uma tributação equivalente para produtos nacionais e importados. Assim, e-commerces estrangeiros teriam de se registrar e recolher o IVA.
Em 2023, o crescimento das vendas no Brasil de plataformas asiáticas de e-commerce, como Shein, Shopee e Aliexpress, levou o governo e o Congresso a estudar formas de taxar esse comércio, com a alegação de que ele burla o pagamento de impostos.
Segundo informa Anna Carolina Papp, o tema entrou na discussão da reforma tributária. O Imposto sobre Valor Agregado (IVA), proposta de fusão dos tributos atuais, deve estabelecer tributação equivalente para produtos nacionais e importados.
Assim, companhias de ecommerce estrangeiras teriam de recolher o IVA. O varejo nacional cobra, porém, solução rápida contra o que a Frente Parlamentar do Empreendedorismo chama de “concorrência desleal”.
Na véspera de viagem à China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Congresso manifestaram preocupações com o crescimento das vendas online de produtos chineses no Brasil, por empresas como Shein e Aliexpress, alegando que essas plataformas não pagam os devidos impostos. Lula deve embarcar amanhã para Pequim acompanhado de mais de 200 empresários.
O presidente da Frente Parlamentar Mista do Empreendedorismo (FPE), que reúne 230 parlamentares, deputado Marco Bertaiolli (PSD), diz que o comércio nacional tem sido prejudicado. “É uma concorrência desleal”, afirmou ao Estadão.
Segundo Marco Bertaiolli, o Brasil já recebe cerca de 500 mil pacotes diários da China. “Vamos pedir para as empresas brasileiras terem a mesma competitividade.”
Na terça-feira, o próprio presidente criticou a compra de produtos sem o pagamento do Imposto de Importação. “Está crescendo a importação de produtos que não pagam nenhum imposto nesse país”, disse Lula, em entrevista ao portal 247. “Eu quero uma relação extraordinária com os chineses, a melhor possível, mas não podemos aceitar que as pessoas fiquem vendendo para cá sem pagar imposto.”
Segundo apurou o Estadão, o tema deve ser contemplado na reforma tributária em discussão no Congresso. O Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que poderá ser criado para fundir os tributos atuais, deve estabelecer uma tributação equivalente para produtos nacionais e importados. Assim, e-commerces estrangeiros teriam de se registrar e recolher o IVA.
Editado pela última vez por E.R em 25 Mar 2023, 08:05, em um total de 1 vez.



- E.R
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Lula
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https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/l ... -era-lula/
Lula afirmou há duas semanas que há mais de 14 mil obras paradas no Brasil. E disse que a retomada dos trabalhos vai gerar empregos e qualidade de vida nos municípios. O presidente conhece o assunto. Algumas das maiores obras inacabadas tiveram início ou atravessaram os governos Lula e Dilma Rousseff sem serem concluídas.
As obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), iniciaram em 2008, no segundo governo Lula, com investimentos previstos de US$ 26,6 bilhões, segundo dados do Tribunal de Contas da União (TCU). Na primeira etapa, seria construído o Trem 1 da refinaria. Depois, as unidades petroquímicas e o Trem 2 da refinaria. A refinaria teria a capacidade para processar 465 mil barris de petróleo por dia.
Em 2014, porém, a Operação Lava Jato apurou a existência de um cartel de empreiteiras que atuava na Petrobras, com a prática de superfaturamento de obras, corrupção e financiamento de partidos políticos por meio de propinas pagas pelas empreiteiras, registra o TCU. As empreiteiras pagavam propina de 3% do valor da obra a políticos do PT, MDB e PP. Segundo o TCU, o prejuízo provocado pelo superfaturamento chegou a R$ 18,6 bilhões. As obras da refinaria foram paralisadas em 2015. As descobertas da Lava Jato enfraqueceram a então presidente Dilma, que sofreria o impeachment no ano seguinte.
Em julho de 2016, com Dilma já afastada da Presidência da República, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a reavaliação do projeto do Comperj, associada à implantação da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN). Quando as obras do Trem 1 do Comperj tinham avanço físico de 85%, foram suspensas devido a restrições de caixa vividas pela Petrobras, diz o Acórdão 632/2017 do TCU.
Em 2019, a Petrobras concluiu que a finalização da construção da refinaria não apresentava atratividade econômica. Hoje, a Petrobras segue desenvolvendo Projetos de Investimento no Polo Gaslub, em Itaboraí, conforme divulgado no Plano Estratégico 2023-2027. Lula é novamente presidente do Brasil.
O blog questionou a Petrobras qual o valor recuperado pela empresa a partir de decisões judiciais e de negociações com as empreiteiras envolvidas nos processos de corrupção. A Petrobras afirmou que o total de recursos transferidos para os cofres da Petrobras (incluindo subsidiárias), em decorrência de acordos de colaboração, leniência e repatriações, ultrapassou o montante de R$ 6,7 bilhões.
Sobre o aproveitamento dos que restou do Trem 1 da refinaria, a Petrobras respondeu que “uma das premissas utilizadas para todos esses projetos é a utilização da infraestrutura e o máximo possível das instalações que foram construídas e preservadas após a descontinuidade e posterior cancelamento do antigo projeto Comperj”.
A construção da Usina Nuclear Angra 3 foi iniciada em 1984, paralisada após dois anos e retomada em 2009, com a sua inclusão Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Parou novamente em 2015, em decorrência da corrupção na direção da empresa, apurada pela Lava Jato. A retomada das obras ocorreu em novembro do ano passado, com a concretagem da usina. Com orçamento de R$ 17 bilhões, tem a sua conclusão prevista para 2028 – 44 anos após o seu início. Terá potência de 1.400 megawatts (MW). A geração das usinas 1, 2 e 3 vai equivaler a 60% do consumo de energia do Estado do Rio de Janeiro, ou 3% do país.
O vice-almirante Othon Pinheiro, ex-presidente da Eletronuclear, suspeito de ter recebido propina do consórcio das empreiteiras responsáveis pela obra, chegou a ser condenado a 43 anos de prisão pelo juiz Marcelo Bretas, em primeira instância. Em março do ano passado, em decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, teve a pena reduzida para 4 anos e 10 meses de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A reclusão foi substituída por duas penas restritivas de direito.
As obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Cuiabá tiveram início em junho de 2012, com orçamento de R$ 1,48 bilhão. Deveriam estar concluidas para a Copa do Mundo de 2014, que teve a capital do Mato Grosso como uma das sedes. Após quase nove anos, o percentual de execução financeira está em 72% e a execução física em 58%. O governo estadual, responsável pelo projeto, afirma que “a empresa não cumpriu o cronograma previsto para entrega da obra”. Em 2017 a Operação Descarrilho da Polícia Federal descobriu um esquema de corrupção na execução das obras do VLT, o que levou o governo a rescindir o contrato com o Consórcio VLT.
O VLT liga Cuiabá a Várzea Grande, onde está localizado o aeroporto, numa extensão de 23 quilômetros. Os 40 trens teriam capacidade para transportar 100 mil pessoas por dia. Em janeiro de 2021, porém, após muita polêmica, a Assembleia Legislativa do Mato Grosso aprovou a alteração do modal para ônibus elétricos (BRT). Os trilhos já implantados foram arrancados. O governo de Mauro Mendes (União) entende que a construção do BRT “será mais econômica aos cofres públicos, mas, principalmente, terá uma operação mais barata, com menor custo para os usuários do transporte público”.
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), é contra a troca de modal. “O BRT foi sucesso há 50 anos. Cuiabá tem que olhar para frente e se equiparar com as principais capitais brasileiras e do mundo. Temos que lutar pelo mais inovador, por mais sustentabilidade, dignidade e respeito pelo usuário do transporte coletivo”, diz o prefeito. Segundo a prefeitura, pelos cálculos do consórcio que realizou 75% das obras, numa estimativa feita há cinco anos, seria necessário mais de R$ 922 milhões para o término da obra.
Iniciada em junho de 2006, no segundo governo Lula, a Ferrovia Transnordestina tem um avanço físico de 59% do novo traçado de 1.209 km - de Simplício Mendes (PI) ao porto de Pecém (CE). Já foram aplicados R$ 7,5 bilhões na obra. Estão concluídos 815 km de ferrovia, dos quais 215 km foram executados em 2022. Este ano, a previsão da empresa é concluir mais 100 km, no Ceará, além de iniciar novos lotes dependendo da liberação de recursos já contratados. O trecho de Simplício Mendes (PI), onde deveria iniciar a ferrovia, ainda está na fase de terraplanagem, anterior à colocação dos trilhos, dormentes e brita. Também há a construção de pontes e viadutos.
O restante está sendo estruturado entre a Transnordestina Logística (TLSA), a acionista Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e o governo federal para finalizar a ferrovia. Está contratado R$ 1 bilhão via fundos constitucionais – Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) e Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor). A TLSA é uma entidade privada, mas conta com investimentos públicos. Os recursos próprios investidos representam 61% do total, enquanto os recursos de terceiros (dívida) chegam a R$ 39%.
O prazo para a conclusão da obra é 2029 no aditivo contratual assinado com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em dezembro de 2022. Mas a TLSA afirmou ao blog que “internamente” a previsão é 2027: “Temos todo interesse em concluir a ferrovia o quanto antes, para que ela possa operar e gerar receita”. O termo aditivo estabelece condições para a devolução do trecho Salgueiro/Porto de Suape (PE), previsto originalmente no projeto. O novo cronograma deverá considerar o prazo de até 7 anos para a conclusão das obras do trecho remanescente da TLSA.
Segundo a TLSA, a construção está em andamento, gerando cerca de 2 mil postos de trabalho. “Desde 2017, o empreendedor CSN vem custeando a obra com recursos próprios e honrando os financiamentos mesmo antes do início da operação comercial da ferrovia”.
A obra inacabada mais antiga no Brasil é a lendária Transamazônica, iniciada em 1970. O país vivia a ditadura militar, governo de Emílio Garrastazu Médici, nos tempos do "Brasil Grande”, das obras faraônicas, do "Milagre brasileiro". O traçado da rodovia começa em Cabedelo (PB) e vai até Lábrea (AM). O primeiro trecho foi inaugurado em 1972, mas a maior parte da rodovia na Amazônia não está asfaltada até hoje.
O blog enviou à Petrobras os seguintes questionamentos: 1) o que houve com o Trem 1 do Comperj, foi desmontado, demolido? 2) qual o prejuízo decorrente do abandono da etapa do Trem 1? 3) o TCU registrou, em 2020, que o prejuízo decorrente da corrupção na empresa foi de R$ 18,6 bilhões. Atualmente, qual é o valor total do prejuízo? 4) qual o valor recuperado pela empresa a partir de decisões judiciais e de negociações com as empreiteiras envolvidas nos processos de corrupção? 5) por que a construção da refinaria não apresentava mais atratividade econômica? 6) A Petrobras projeta a construção de novas refinaria?
A Petrobras respondeu que segue desenvolvendo Projetos de Investimentos no Polo GasLub, em Itaboraí, conforme divulgado no Plano Estratégico 2023-2027. Estão em curso o Projeto Integrado Rota 3, em fase final de implantação, que inclui a construção da Unidade de Processamento de Gás Natural de Itaboraí (UPGN Itaboraí) para o processamento de até 21 milhões de m3/dia de gás do Polo Pré-Sal da Bacia de Santos, com entrada em operação prevista para 2024.
Está em andamento o projeto de refino para implantação de Unidades de produção de combustíveis e lubrificantes, em sinergia com a Reduc, que teve seu estudo de alternativa e engenharia conceitual aprovado em dezembro de 2022 e segue desenvolvendo os estudos de engenharia básica que suportarão o planejamento das fases posteriores do projeto e estudos para a construção de uma Usina Termoelétrica, a UTE-GasLub.
A Petrobras acrescentou: “Vale destacar ainda que o Plano Estratégico 2023-2027 da Petrobras não prevê construção de nova refinaria. Dos US$ 9,2 bilhões previstos para a área de Refino e Gás Natural nos próximos cinco anos, cerca de metade será aplicado na expansão e aumento da qualidade e eficiência do refino nas instalações atuais. O plano prevê investimentos em oito novas unidades de processamento, além de seis obras de adequações de grande porte em unidades já existentes. Com esses projetos concluídos, prevê-se aumento de capacidade de processamento e conversão do refino da Petrobras em 154 mil barris por dia (bpd) e a capacidade de produção de Diesel S-10 será ampliada em mais de 300 mil bpd”.
Lula afirmou há duas semanas que há mais de 14 mil obras paradas no Brasil. E disse que a retomada dos trabalhos vai gerar empregos e qualidade de vida nos municípios. O presidente conhece o assunto. Algumas das maiores obras inacabadas tiveram início ou atravessaram os governos Lula e Dilma Rousseff sem serem concluídas.
As obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), iniciaram em 2008, no segundo governo Lula, com investimentos previstos de US$ 26,6 bilhões, segundo dados do Tribunal de Contas da União (TCU). Na primeira etapa, seria construído o Trem 1 da refinaria. Depois, as unidades petroquímicas e o Trem 2 da refinaria. A refinaria teria a capacidade para processar 465 mil barris de petróleo por dia.
Em 2014, porém, a Operação Lava Jato apurou a existência de um cartel de empreiteiras que atuava na Petrobras, com a prática de superfaturamento de obras, corrupção e financiamento de partidos políticos por meio de propinas pagas pelas empreiteiras, registra o TCU. As empreiteiras pagavam propina de 3% do valor da obra a políticos do PT, MDB e PP. Segundo o TCU, o prejuízo provocado pelo superfaturamento chegou a R$ 18,6 bilhões. As obras da refinaria foram paralisadas em 2015. As descobertas da Lava Jato enfraqueceram a então presidente Dilma, que sofreria o impeachment no ano seguinte.
Em julho de 2016, com Dilma já afastada da Presidência da República, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a reavaliação do projeto do Comperj, associada à implantação da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN). Quando as obras do Trem 1 do Comperj tinham avanço físico de 85%, foram suspensas devido a restrições de caixa vividas pela Petrobras, diz o Acórdão 632/2017 do TCU.
Em 2019, a Petrobras concluiu que a finalização da construção da refinaria não apresentava atratividade econômica. Hoje, a Petrobras segue desenvolvendo Projetos de Investimento no Polo Gaslub, em Itaboraí, conforme divulgado no Plano Estratégico 2023-2027. Lula é novamente presidente do Brasil.
O blog questionou a Petrobras qual o valor recuperado pela empresa a partir de decisões judiciais e de negociações com as empreiteiras envolvidas nos processos de corrupção. A Petrobras afirmou que o total de recursos transferidos para os cofres da Petrobras (incluindo subsidiárias), em decorrência de acordos de colaboração, leniência e repatriações, ultrapassou o montante de R$ 6,7 bilhões.
Sobre o aproveitamento dos que restou do Trem 1 da refinaria, a Petrobras respondeu que “uma das premissas utilizadas para todos esses projetos é a utilização da infraestrutura e o máximo possível das instalações que foram construídas e preservadas após a descontinuidade e posterior cancelamento do antigo projeto Comperj”.
A construção da Usina Nuclear Angra 3 foi iniciada em 1984, paralisada após dois anos e retomada em 2009, com a sua inclusão Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Parou novamente em 2015, em decorrência da corrupção na direção da empresa, apurada pela Lava Jato. A retomada das obras ocorreu em novembro do ano passado, com a concretagem da usina. Com orçamento de R$ 17 bilhões, tem a sua conclusão prevista para 2028 – 44 anos após o seu início. Terá potência de 1.400 megawatts (MW). A geração das usinas 1, 2 e 3 vai equivaler a 60% do consumo de energia do Estado do Rio de Janeiro, ou 3% do país.
O vice-almirante Othon Pinheiro, ex-presidente da Eletronuclear, suspeito de ter recebido propina do consórcio das empreiteiras responsáveis pela obra, chegou a ser condenado a 43 anos de prisão pelo juiz Marcelo Bretas, em primeira instância. Em março do ano passado, em decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, teve a pena reduzida para 4 anos e 10 meses de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A reclusão foi substituída por duas penas restritivas de direito.
As obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Cuiabá tiveram início em junho de 2012, com orçamento de R$ 1,48 bilhão. Deveriam estar concluidas para a Copa do Mundo de 2014, que teve a capital do Mato Grosso como uma das sedes. Após quase nove anos, o percentual de execução financeira está em 72% e a execução física em 58%. O governo estadual, responsável pelo projeto, afirma que “a empresa não cumpriu o cronograma previsto para entrega da obra”. Em 2017 a Operação Descarrilho da Polícia Federal descobriu um esquema de corrupção na execução das obras do VLT, o que levou o governo a rescindir o contrato com o Consórcio VLT.
O VLT liga Cuiabá a Várzea Grande, onde está localizado o aeroporto, numa extensão de 23 quilômetros. Os 40 trens teriam capacidade para transportar 100 mil pessoas por dia. Em janeiro de 2021, porém, após muita polêmica, a Assembleia Legislativa do Mato Grosso aprovou a alteração do modal para ônibus elétricos (BRT). Os trilhos já implantados foram arrancados. O governo de Mauro Mendes (União) entende que a construção do BRT “será mais econômica aos cofres públicos, mas, principalmente, terá uma operação mais barata, com menor custo para os usuários do transporte público”.
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), é contra a troca de modal. “O BRT foi sucesso há 50 anos. Cuiabá tem que olhar para frente e se equiparar com as principais capitais brasileiras e do mundo. Temos que lutar pelo mais inovador, por mais sustentabilidade, dignidade e respeito pelo usuário do transporte coletivo”, diz o prefeito. Segundo a prefeitura, pelos cálculos do consórcio que realizou 75% das obras, numa estimativa feita há cinco anos, seria necessário mais de R$ 922 milhões para o término da obra.
Iniciada em junho de 2006, no segundo governo Lula, a Ferrovia Transnordestina tem um avanço físico de 59% do novo traçado de 1.209 km - de Simplício Mendes (PI) ao porto de Pecém (CE). Já foram aplicados R$ 7,5 bilhões na obra. Estão concluídos 815 km de ferrovia, dos quais 215 km foram executados em 2022. Este ano, a previsão da empresa é concluir mais 100 km, no Ceará, além de iniciar novos lotes dependendo da liberação de recursos já contratados. O trecho de Simplício Mendes (PI), onde deveria iniciar a ferrovia, ainda está na fase de terraplanagem, anterior à colocação dos trilhos, dormentes e brita. Também há a construção de pontes e viadutos.
O restante está sendo estruturado entre a Transnordestina Logística (TLSA), a acionista Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e o governo federal para finalizar a ferrovia. Está contratado R$ 1 bilhão via fundos constitucionais – Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) e Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor). A TLSA é uma entidade privada, mas conta com investimentos públicos. Os recursos próprios investidos representam 61% do total, enquanto os recursos de terceiros (dívida) chegam a R$ 39%.
O prazo para a conclusão da obra é 2029 no aditivo contratual assinado com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em dezembro de 2022. Mas a TLSA afirmou ao blog que “internamente” a previsão é 2027: “Temos todo interesse em concluir a ferrovia o quanto antes, para que ela possa operar e gerar receita”. O termo aditivo estabelece condições para a devolução do trecho Salgueiro/Porto de Suape (PE), previsto originalmente no projeto. O novo cronograma deverá considerar o prazo de até 7 anos para a conclusão das obras do trecho remanescente da TLSA.
Segundo a TLSA, a construção está em andamento, gerando cerca de 2 mil postos de trabalho. “Desde 2017, o empreendedor CSN vem custeando a obra com recursos próprios e honrando os financiamentos mesmo antes do início da operação comercial da ferrovia”.
A obra inacabada mais antiga no Brasil é a lendária Transamazônica, iniciada em 1970. O país vivia a ditadura militar, governo de Emílio Garrastazu Médici, nos tempos do "Brasil Grande”, das obras faraônicas, do "Milagre brasileiro". O traçado da rodovia começa em Cabedelo (PB) e vai até Lábrea (AM). O primeiro trecho foi inaugurado em 1972, mas a maior parte da rodovia na Amazônia não está asfaltada até hoje.
O blog enviou à Petrobras os seguintes questionamentos: 1) o que houve com o Trem 1 do Comperj, foi desmontado, demolido? 2) qual o prejuízo decorrente do abandono da etapa do Trem 1? 3) o TCU registrou, em 2020, que o prejuízo decorrente da corrupção na empresa foi de R$ 18,6 bilhões. Atualmente, qual é o valor total do prejuízo? 4) qual o valor recuperado pela empresa a partir de decisões judiciais e de negociações com as empreiteiras envolvidas nos processos de corrupção? 5) por que a construção da refinaria não apresentava mais atratividade econômica? 6) A Petrobras projeta a construção de novas refinaria?
A Petrobras respondeu que segue desenvolvendo Projetos de Investimentos no Polo GasLub, em Itaboraí, conforme divulgado no Plano Estratégico 2023-2027. Estão em curso o Projeto Integrado Rota 3, em fase final de implantação, que inclui a construção da Unidade de Processamento de Gás Natural de Itaboraí (UPGN Itaboraí) para o processamento de até 21 milhões de m3/dia de gás do Polo Pré-Sal da Bacia de Santos, com entrada em operação prevista para 2024.
Está em andamento o projeto de refino para implantação de Unidades de produção de combustíveis e lubrificantes, em sinergia com a Reduc, que teve seu estudo de alternativa e engenharia conceitual aprovado em dezembro de 2022 e segue desenvolvendo os estudos de engenharia básica que suportarão o planejamento das fases posteriores do projeto e estudos para a construção de uma Usina Termoelétrica, a UTE-GasLub.
A Petrobras acrescentou: “Vale destacar ainda que o Plano Estratégico 2023-2027 da Petrobras não prevê construção de nova refinaria. Dos US$ 9,2 bilhões previstos para a área de Refino e Gás Natural nos próximos cinco anos, cerca de metade será aplicado na expansão e aumento da qualidade e eficiência do refino nas instalações atuais. O plano prevê investimentos em oito novas unidades de processamento, além de seis obras de adequações de grande porte em unidades já existentes. Com esses projetos concluídos, prevê-se aumento de capacidade de processamento e conversão do refino da Petrobras em 154 mil barris por dia (bpd) e a capacidade de produção de Diesel S-10 será ampliada em mais de 300 mil bpd”.
Editado pela última vez por E.R em 26 Mar 2023, 21:16, em um total de 1 vez.



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Lula
NOTÍCIAS
https://oglobo.globo.com/blogs/sonar-a- ... anha.ghtml
O escritor Paulo Coelho afirmou em março de 2023, sentir arrependimento de ter apoiado o presidente Lula (PT) nas eleições do ano passado. Em publicação no Twitter, o escritor brasileiro listou críticas ao petista.
“Décadas apoiando Lula, noto que seu novo mandato está patético”, afirmou Coelho.
Em seguida, o escritor relembrou a fala do presidente na última quinta-feira, quando disse que o planejamento de homicídio de uma facção criminosa contra Sérgio Moro seria uma “armação”.
“Cair na trampa de ex-juiz desqualificado, incapacidade de resolver problema do BC, etc. Não devia ter me empenhado na campanha. Perdi leitores (faz parte) mas não estou vendo meu voto ter valido a pena”, finalizou o escritor.
O escritor Paulo Coelho afirmou em março de 2023, sentir arrependimento de ter apoiado o presidente Lula (PT) nas eleições do ano passado. Em publicação no Twitter, o escritor brasileiro listou críticas ao petista.
“Décadas apoiando Lula, noto que seu novo mandato está patético”, afirmou Coelho.
Em seguida, o escritor relembrou a fala do presidente na última quinta-feira, quando disse que o planejamento de homicídio de uma facção criminosa contra Sérgio Moro seria uma “armação”.
“Cair na trampa de ex-juiz desqualificado, incapacidade de resolver problema do BC, etc. Não devia ter me empenhado na campanha. Perdi leitores (faz parte) mas não estou vendo meu voto ter valido a pena”, finalizou o escritor.
Editado pela última vez por E.R em 26 Mar 2023, 22:40, em um total de 2 vezes.



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Lula
NOTÍCIAS
https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/ ... -esquerda/
As declarações de Lula durante o relançamento do programa Mais Médicos, na última semana, evidenciam que a ciência, exaustivamente evocada pela esquerda durante a pandemia da Covid-19, não goza do mesmo apreço quando o assunto é economia. “Os livros de economia estão superados”, disse o petista em março de 2023, defendendo que “é preciso criar uma nova mentalidade” para governar o país. “Não tem investimento maior do que salvar uma vida. Como pode colocar uma coisa como a saúde dentro do teto de gastos?”, questionou, defendendo a mudança de “alguns conceitos que estão na nossa cabeça”. As falas de Lula vão na mesma direção de medidas tomadas pela esquerda latinoamericana nas últimas décadas, na contramão de importantes consensos das ciências econômicas.
“Todo livro de economia tem um ensinamento básico no início: se você quer uma coisa, tem que abrir mão de outra. A vida é assim, e a economia parte desse princípio. Se quer gastar mais com educação e saúde, poderia gastar menos com outras coisas, desenvolver um programa um pouco mais eficiente”, ressalta o economista Claudio Shikida, professor do Ibmec-MG. “Lula perdeu a classe média na primeira semana de governo, perdeu o mercado financeiro e agora está perdendo a academia. Só os economistas que acham que tudo é ideologia vão ficar do lado dele, aí sai do campo da ciência e entra no da fé”, critica.
Um dos intelectuais mais respeitados dos Estados Unidos, o economista Thomas Sowell recorda, em seu livro Fatos e Falácias da Economia (Record, 2017), que ideias falaciosas se apresentam de forma plausível e lógica, para angariar apoio e se transformar em políticas e programas governamentais. Só depois disso é que se revelam os fatores que faltavam ou foram ignorados, com o advento das chamadas “consequências não intencionais”, termo bastante usado para o desastre de políticas econômicas e sociais. “As falácias são abundantes em políticas econômicas, e afetam tudo, desde a habitação até o comércio internacional”, afirma.
Os danos causados por políticas econômicas ruins, completa Sowell, dificilmente são associados às suas reais causas. “Os defensores de políticas que não dão certo costumam atribuir estas consequências ruins a alguma outra coisa. Algumas vezes alegam que a situação ruim teria sido ainda pior sem as maravilhosas políticas que defendiam”, aponta o estudioso, ressaltando que “a diferença entre políticas econômicas saudáveis e falaciosas realizadas por um governo poderá afetar o padrão de vida de milhões de pessoas”. “É isso que torna o estudo da economia importante”, defende.
Na segunda-feira, Lula disse que “você não pode tratar a educação como gasto. Não pode tratar a saúde como gasto, porque não há investimento maior do que salvar uma vida, do que um cidadão estar pronto para o trabalho”. A tese, na avaliação de Shikida, é “uma ilusão”. “Isso é inviável, uma hora o boleto chega. Saúde precisa de recurso, precisa de receita maior que despesa. É importante estar dentro do teto, até para que se possa tirar recurso de outros lugares menos eficientes e colocar ali”, explica.
O especialista recorda que “qualquer livro de economia ensina como ter uma dívida sustentável”. Assim, se o governo aumentar indefinidamente seus gastos, vai precisar “cobrar dos outros”. “E se os impostos aumentarem muito, ocorre um desestímulo à atividade econômica, com menos receita no futuro. Entra numa espiral, em que a base tributária vai ficando menor. Se não quer ter teto de gastos, precisa colocar outra coisa com o mesmo papel no lugar. Qualquer livro de macroeconomia vai ensinar que isso é importante”, reforça.
Thomas Sowell lembra que ninguém é contra a saúde, mas reforça que a necessidade nesse campo é infinita, enquanto os recursos são limitados. “Não importa o quanto é feito para promover a saúde, mais poderia ser feito”, diz. A despeito disso, alguns políticos assumem um compromisso aberto com áreas como essa, sem nenhuma indicação de limite e sem considerar outras necessidades reivindicadas pelos cidadãos. “É isso que torna essas demandas abertas, no que diz respeito tanto às quantias de dinheiro necessárias quanto ao nível de restrição das liberdades exigido para colocá-las em prática. Demandas abertas são obrigatórias para burocracias governamentais cada vez maiores, com orçamentos e poderes cada vez maiores”, acentua o economista.
O estudo atento dessas crenças, completa Sowell, é fundamental para desmontá-las, já que se perpetuam prescindindo de análises consistentes e “recorrendo ao apelo a emoções ou interesses”.
Entre 1999 e 2013, o Brasil viveu uma década e meia de contas no azul (mesmo com o crescente déficit da Previdência), somando R$ 801,6 bilhões no período, segundo dados do Banco Central. A situação se inverteu no ano da reeleição de Dilma Rousseff. Entre 2014 e 2016, foram três anos de contas no vermelho, com um déficit acumulado de R$ 296,6 bilhões.
Os números são fruto de uma política econômica que deixou de lado a responsabilidade fiscal, ao promover a expansão do intervencionismo estatal e o gasto público desenfreado. As chamadas “pedaladas fiscais”, uma manobra contábil para maquiar rombos no orçamento, levaram ao impeachment de Dilma, em 2016.
Desde então, o país vinha investindo em reformas que retomavam o compromisso com a saúde fiscal, como a criação do teto de gastos, a reforma da Previdência e a diminuição do Estado, por meio de concessões e privatizações, medidas agora ameaçadas pelos retrocessos do PT. “Se o Estado é capaz de aceitar conviver com dívida de R$ 1,7 trilhão, que as pessoas devem à Previdência e à Receita, por que não pode conviver com um pouco de subsídio para a pessoa pobre se tornar menos pobre, virar cidadão de classe média, poder virar um cidadão de padrão médio, e este país voltar a crescer?”, questionou Lula, na última semana.
“Isso é até um conceito da contabilidade: de onde vai tirar dinheiro para dar subsídio aos pobres? Ou gasta menos, ou arrecada mais, sem isso, só vai aumentar a dívida. Essas frases soltas deixam de lado que não é simples subsidiar o cara mais pobre. O Mario Henrique Simonsen [1935-1997, ministro da Fazenda no governo Geisel] explicava, por exemplo, que para dar um litro de leite a uma pessoa, o Estado gasta o equivalente a 30 litros na burocracia. Como evitar isso? Com consciência econômica, desenhando programas melhores com análise de custo-benefício”, acentua Claudio Shikida.
Outra tese sem fundamento científico apreciada pela esquerda é a chamada Teoria Monetária Moderna (MMT, na sigla em inglês) que defende que, como o Estado emite sua própria moeda, é capaz de se autofinanciar quase indefinidamente. Pesquisador do Instituto Thomas A. Roe para estudos de política econômica da Heritage Foundation, Joel Griffith compara os pressupostos da teoria ao “absurdo da rejeição da realidade geográfica pela Sociedade da Terra Plana”.
“O fato é que a moeda fiduciária representa valor; não cria valor. Um aumento na oferta de moeda fiduciária sem uma diminuição correspondente na escassez de recursos leva ao aumento do preço desses recursos - ou seja, inflação”, explica. Impressoras dos bancos centrais, acrescenta Griffith, “não podem transformar magicamente bytes digitais em tesouros cintilantes”.
A taxa anual de inflação da Venezuela era de 80.000% ao ano no fim de 2018. Um fator importante para esse colapso econômico foi a produção indiscriminada de bolívar, a moeda do país. Em dezembro de 2015, a oferta monetária era de quatro trilhões de bolívares. Menos de dois anos depois, em novembro de 2017, o montante cresceu dez vezes, indo para quarenta trilhões de bolívares. “Ou seja, dinheiro, em si, nunca faltou”, aponta o economista espanhol Juan Ramón Rallo, autor do livro Contra la Modern Monetary Theory (Unión Editorial, 2015).
“Com a moeda nacional destroçada, nenhum estrangeiro a aceitará em troca de moeda forte. Consequentemente, se esse país tiver de importar bens e serviços essenciais, não haverá outra saída senão endividar-se em moeda estrangeira -- isto é, em uma moeda que o governo não será capaz de manipular por estar fora do seu controle. E, como acaba de nos demonstrar a socialista Venezuela, um estado com soberania monetária e liberdade para imprimir dinheiro para financiar seus déficits e pagar sua dívida pode sim quebrar”, defende, recordando que a Argentina também colheu maus frutos de medidas semelhantes.
Na tentativa de conter a inflação, a Argentina vem apostando nos últimos anos no congelamento de preços de produtos em setores como alimentação, higiene e limpeza, ainda que a medida se mostre historicamente ineficaz.
“A boa ciência tem consensos que sabemos que funcionam. Diante das divergências em economia, como desempatar? Com pesquisa e evidência empírica. Pega os dados e vai construindo consensos”, explica Shikida. “Se você abrir um livro de introdução à economia vai ver que teto de preços em bens não funciona, salário mínimo acima do que o mercado pagaria aumenta o desemprego dos menos qualificados. Isso está nos livros desde os anos 1950, 1960. As pessoas não se revoltam [com declarações como as de Lula] porque a economia é uma ciência social aplicada”, critica.
Thomas Sowell lembra que medidas como o controle dos preços de aluguéis, com a intenção de ajudar inquilinos, acabou gerando a redução de oferta de habitação em várias partes do mundo, como aconteceu no Egito em 1960. “A imposição de controle de aluguel foi seguida de escassez imobiliária em Nova York, Hong Kong, Estocolmo, Melbourne, Hanói e incontáveis outras cidades no mundo todo”, acrescenta.
Também na última semana, uma canetada do governo para reduzir os juros de empréstimos consignados a aposentados e pensionistas do INSS levou à redução da oferta de crédito no país. Pelo menos dez instituições, o que inclui gigantes controlados pelo Estado (BB e Caixa), suspenderam a modalidade, argumentando que o novo teto de juros inviabiliza as operações.
“É preciso incentivar a competição, não dar uma canetada limitando juros. Aí o Fernando Haddad diz estar preocupado com o comunicado do Copom [mantendo a taxa básica de juros (Selic) em 13,75%], mas não entregou o substituto do teto de gastos. Como quer que o Banco Central baixe a taxa de juros se não fez sua parte?”, pontua Claudio Shikida.
O economista lamenta que o conhecimento acumulado em ciência econômica não seja incorporado, como ocorre em outras áreas. “Na engenharia, fomos para o celular e não retornamos ao telefone com fio. Se o conhecimento de economia fosse como o de engenharia, ninguém jogaria os livros fora. Mas por ser uma ciência humana, as pessoas comuns têm mais dificuldade de perceber”, lamenta. “Fomos aprendendo com os erros. Nos anos 1980, achava-se que era possível combater a inflação controlando os preços, o que já negava os livros. Mas se dizia ‘vamos fazer diferente porque o livro não funciona’. Na década de 1950, o discurso era ‘algumas coisas só funcionam em países desenvolvidos’, e, com o tempo, percebemos que a gravidade é a mesma aqui ou lá em cima”, recorda.
As declarações de Lula durante o relançamento do programa Mais Médicos, na última semana, evidenciam que a ciência, exaustivamente evocada pela esquerda durante a pandemia da Covid-19, não goza do mesmo apreço quando o assunto é economia. “Os livros de economia estão superados”, disse o petista em março de 2023, defendendo que “é preciso criar uma nova mentalidade” para governar o país. “Não tem investimento maior do que salvar uma vida. Como pode colocar uma coisa como a saúde dentro do teto de gastos?”, questionou, defendendo a mudança de “alguns conceitos que estão na nossa cabeça”. As falas de Lula vão na mesma direção de medidas tomadas pela esquerda latinoamericana nas últimas décadas, na contramão de importantes consensos das ciências econômicas.
“Todo livro de economia tem um ensinamento básico no início: se você quer uma coisa, tem que abrir mão de outra. A vida é assim, e a economia parte desse princípio. Se quer gastar mais com educação e saúde, poderia gastar menos com outras coisas, desenvolver um programa um pouco mais eficiente”, ressalta o economista Claudio Shikida, professor do Ibmec-MG. “Lula perdeu a classe média na primeira semana de governo, perdeu o mercado financeiro e agora está perdendo a academia. Só os economistas que acham que tudo é ideologia vão ficar do lado dele, aí sai do campo da ciência e entra no da fé”, critica.
Um dos intelectuais mais respeitados dos Estados Unidos, o economista Thomas Sowell recorda, em seu livro Fatos e Falácias da Economia (Record, 2017), que ideias falaciosas se apresentam de forma plausível e lógica, para angariar apoio e se transformar em políticas e programas governamentais. Só depois disso é que se revelam os fatores que faltavam ou foram ignorados, com o advento das chamadas “consequências não intencionais”, termo bastante usado para o desastre de políticas econômicas e sociais. “As falácias são abundantes em políticas econômicas, e afetam tudo, desde a habitação até o comércio internacional”, afirma.
Os danos causados por políticas econômicas ruins, completa Sowell, dificilmente são associados às suas reais causas. “Os defensores de políticas que não dão certo costumam atribuir estas consequências ruins a alguma outra coisa. Algumas vezes alegam que a situação ruim teria sido ainda pior sem as maravilhosas políticas que defendiam”, aponta o estudioso, ressaltando que “a diferença entre políticas econômicas saudáveis e falaciosas realizadas por um governo poderá afetar o padrão de vida de milhões de pessoas”. “É isso que torna o estudo da economia importante”, defende.
Na segunda-feira, Lula disse que “você não pode tratar a educação como gasto. Não pode tratar a saúde como gasto, porque não há investimento maior do que salvar uma vida, do que um cidadão estar pronto para o trabalho”. A tese, na avaliação de Shikida, é “uma ilusão”. “Isso é inviável, uma hora o boleto chega. Saúde precisa de recurso, precisa de receita maior que despesa. É importante estar dentro do teto, até para que se possa tirar recurso de outros lugares menos eficientes e colocar ali”, explica.
O especialista recorda que “qualquer livro de economia ensina como ter uma dívida sustentável”. Assim, se o governo aumentar indefinidamente seus gastos, vai precisar “cobrar dos outros”. “E se os impostos aumentarem muito, ocorre um desestímulo à atividade econômica, com menos receita no futuro. Entra numa espiral, em que a base tributária vai ficando menor. Se não quer ter teto de gastos, precisa colocar outra coisa com o mesmo papel no lugar. Qualquer livro de macroeconomia vai ensinar que isso é importante”, reforça.
Thomas Sowell lembra que ninguém é contra a saúde, mas reforça que a necessidade nesse campo é infinita, enquanto os recursos são limitados. “Não importa o quanto é feito para promover a saúde, mais poderia ser feito”, diz. A despeito disso, alguns políticos assumem um compromisso aberto com áreas como essa, sem nenhuma indicação de limite e sem considerar outras necessidades reivindicadas pelos cidadãos. “É isso que torna essas demandas abertas, no que diz respeito tanto às quantias de dinheiro necessárias quanto ao nível de restrição das liberdades exigido para colocá-las em prática. Demandas abertas são obrigatórias para burocracias governamentais cada vez maiores, com orçamentos e poderes cada vez maiores”, acentua o economista.
O estudo atento dessas crenças, completa Sowell, é fundamental para desmontá-las, já que se perpetuam prescindindo de análises consistentes e “recorrendo ao apelo a emoções ou interesses”.
Entre 1999 e 2013, o Brasil viveu uma década e meia de contas no azul (mesmo com o crescente déficit da Previdência), somando R$ 801,6 bilhões no período, segundo dados do Banco Central. A situação se inverteu no ano da reeleição de Dilma Rousseff. Entre 2014 e 2016, foram três anos de contas no vermelho, com um déficit acumulado de R$ 296,6 bilhões.
Os números são fruto de uma política econômica que deixou de lado a responsabilidade fiscal, ao promover a expansão do intervencionismo estatal e o gasto público desenfreado. As chamadas “pedaladas fiscais”, uma manobra contábil para maquiar rombos no orçamento, levaram ao impeachment de Dilma, em 2016.
Desde então, o país vinha investindo em reformas que retomavam o compromisso com a saúde fiscal, como a criação do teto de gastos, a reforma da Previdência e a diminuição do Estado, por meio de concessões e privatizações, medidas agora ameaçadas pelos retrocessos do PT. “Se o Estado é capaz de aceitar conviver com dívida de R$ 1,7 trilhão, que as pessoas devem à Previdência e à Receita, por que não pode conviver com um pouco de subsídio para a pessoa pobre se tornar menos pobre, virar cidadão de classe média, poder virar um cidadão de padrão médio, e este país voltar a crescer?”, questionou Lula, na última semana.
“Isso é até um conceito da contabilidade: de onde vai tirar dinheiro para dar subsídio aos pobres? Ou gasta menos, ou arrecada mais, sem isso, só vai aumentar a dívida. Essas frases soltas deixam de lado que não é simples subsidiar o cara mais pobre. O Mario Henrique Simonsen [1935-1997, ministro da Fazenda no governo Geisel] explicava, por exemplo, que para dar um litro de leite a uma pessoa, o Estado gasta o equivalente a 30 litros na burocracia. Como evitar isso? Com consciência econômica, desenhando programas melhores com análise de custo-benefício”, acentua Claudio Shikida.
Outra tese sem fundamento científico apreciada pela esquerda é a chamada Teoria Monetária Moderna (MMT, na sigla em inglês) que defende que, como o Estado emite sua própria moeda, é capaz de se autofinanciar quase indefinidamente. Pesquisador do Instituto Thomas A. Roe para estudos de política econômica da Heritage Foundation, Joel Griffith compara os pressupostos da teoria ao “absurdo da rejeição da realidade geográfica pela Sociedade da Terra Plana”.
“O fato é que a moeda fiduciária representa valor; não cria valor. Um aumento na oferta de moeda fiduciária sem uma diminuição correspondente na escassez de recursos leva ao aumento do preço desses recursos - ou seja, inflação”, explica. Impressoras dos bancos centrais, acrescenta Griffith, “não podem transformar magicamente bytes digitais em tesouros cintilantes”.
A taxa anual de inflação da Venezuela era de 80.000% ao ano no fim de 2018. Um fator importante para esse colapso econômico foi a produção indiscriminada de bolívar, a moeda do país. Em dezembro de 2015, a oferta monetária era de quatro trilhões de bolívares. Menos de dois anos depois, em novembro de 2017, o montante cresceu dez vezes, indo para quarenta trilhões de bolívares. “Ou seja, dinheiro, em si, nunca faltou”, aponta o economista espanhol Juan Ramón Rallo, autor do livro Contra la Modern Monetary Theory (Unión Editorial, 2015).
“Com a moeda nacional destroçada, nenhum estrangeiro a aceitará em troca de moeda forte. Consequentemente, se esse país tiver de importar bens e serviços essenciais, não haverá outra saída senão endividar-se em moeda estrangeira -- isto é, em uma moeda que o governo não será capaz de manipular por estar fora do seu controle. E, como acaba de nos demonstrar a socialista Venezuela, um estado com soberania monetária e liberdade para imprimir dinheiro para financiar seus déficits e pagar sua dívida pode sim quebrar”, defende, recordando que a Argentina também colheu maus frutos de medidas semelhantes.
Na tentativa de conter a inflação, a Argentina vem apostando nos últimos anos no congelamento de preços de produtos em setores como alimentação, higiene e limpeza, ainda que a medida se mostre historicamente ineficaz.
“A boa ciência tem consensos que sabemos que funcionam. Diante das divergências em economia, como desempatar? Com pesquisa e evidência empírica. Pega os dados e vai construindo consensos”, explica Shikida. “Se você abrir um livro de introdução à economia vai ver que teto de preços em bens não funciona, salário mínimo acima do que o mercado pagaria aumenta o desemprego dos menos qualificados. Isso está nos livros desde os anos 1950, 1960. As pessoas não se revoltam [com declarações como as de Lula] porque a economia é uma ciência social aplicada”, critica.
Thomas Sowell lembra que medidas como o controle dos preços de aluguéis, com a intenção de ajudar inquilinos, acabou gerando a redução de oferta de habitação em várias partes do mundo, como aconteceu no Egito em 1960. “A imposição de controle de aluguel foi seguida de escassez imobiliária em Nova York, Hong Kong, Estocolmo, Melbourne, Hanói e incontáveis outras cidades no mundo todo”, acrescenta.
Também na última semana, uma canetada do governo para reduzir os juros de empréstimos consignados a aposentados e pensionistas do INSS levou à redução da oferta de crédito no país. Pelo menos dez instituições, o que inclui gigantes controlados pelo Estado (BB e Caixa), suspenderam a modalidade, argumentando que o novo teto de juros inviabiliza as operações.
“É preciso incentivar a competição, não dar uma canetada limitando juros. Aí o Fernando Haddad diz estar preocupado com o comunicado do Copom [mantendo a taxa básica de juros (Selic) em 13,75%], mas não entregou o substituto do teto de gastos. Como quer que o Banco Central baixe a taxa de juros se não fez sua parte?”, pontua Claudio Shikida.
O economista lamenta que o conhecimento acumulado em ciência econômica não seja incorporado, como ocorre em outras áreas. “Na engenharia, fomos para o celular e não retornamos ao telefone com fio. Se o conhecimento de economia fosse como o de engenharia, ninguém jogaria os livros fora. Mas por ser uma ciência humana, as pessoas comuns têm mais dificuldade de perceber”, lamenta. “Fomos aprendendo com os erros. Nos anos 1980, achava-se que era possível combater a inflação controlando os preços, o que já negava os livros. Mas se dizia ‘vamos fazer diferente porque o livro não funciona’. Na década de 1950, o discurso era ‘algumas coisas só funcionam em países desenvolvidos’, e, com o tempo, percebemos que a gravidade é a mesma aqui ou lá em cima”, recorda.
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Re: Lula
Cara, chega a ser engraçado...
Os caras com ciúmes porque o Obama vem ao Brasil em mandato da Dilma, e o pior que são do mesmo partido. Tanta coisa para se preocupar... Chega a ser ridículo...
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Re: Lula
Não sei se é o momento para postar aqui, mas vou dar a minha opinião.
Lula pode não ser um "mito", título que teria conseguido se tivesse atingido todas as suas metas, mas é sem dúvida o maior nome da história da esquerda brasileira (pela sua história de vida), com a possibilidade sim, de se tornar um mito, atingindo um dia quem sabe a presidência da ONU.
ps: Sou meio ligado à partidos de extrema-esquerda e não sou defensor do governo Lula, porém, suas conquistas devem ser reconhecidas, afinal, ele foi o melhor presidente da nossa história.
Lula pode não ser um "mito", título que teria conseguido se tivesse atingido todas as suas metas, mas é sem dúvida o maior nome da história da esquerda brasileira (pela sua história de vida), com a possibilidade sim, de se tornar um mito, atingindo um dia quem sabe a presidência da ONU.
ps: Sou meio ligado à partidos de extrema-esquerda e não sou defensor do governo Lula, porém, suas conquistas devem ser reconhecidas, afinal, ele foi o melhor presidente da nossa história.
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Re: Lula
Lula, maior nome da esquerda? Fazendo um governo eivado de políticas tipicamente neoliberais? Conta outra...Will CH escreveu:Não sei se é o momento para postar aqui, mas vou dar a minha opinião.
Lula pode não ser um "mito", título que teria conseguido se tivesse atingido todas as suas metas, mas é sem dúvida o maior nome da história da esquerda brasileira (pela sua história de vida), com a possibilidade sim, de se tornar um mito, atingindo um dia quem sabe a presidência da ONU.
ps: Sou meio ligado à partidos de extrema-esquerda e não sou defensor do governo Lula, porém, suas conquistas devem ser reconhecidas, afinal, ele foi o melhor presidente da nossa história.
Melhor presidente da história?
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Re: Lula
Sim, o governo dele em sí foi uma "trairagem" ao socialismo, levando-se em consideração o que se esperava dele, mas nunca na história deste país, um político de origem esquerdista conseguiu chegar tão longe com os seus ideais. (até o companheiro Rui Costa Pimenta ser eleitoAntonio Felipe escreveu:Lula, maior nome da esquerda? Fazendo um governo eivado de políticas tipicamente neoliberais? Conta outra...Will CH escreveu:Não sei se é o momento para postar aqui, mas vou dar a minha opinião.
Lula pode não ser um "mito", título que teria conseguido se tivesse atingido todas as suas metas, mas é sem dúvida o maior nome da história da esquerda brasileira (pela sua história de vida), com a possibilidade sim, de se tornar um mito, atingindo um dia quem sabe a presidência da ONU.
ps: Sou meio ligado à partidos de extrema-esquerda e não sou defensor do governo Lula, porém, suas conquistas devem ser reconhecidas, afinal, ele foi o melhor presidente da nossa história.![]()
Cara, é por aí mesmo, acho que o Brasil pode chegar bem mais longe do que chegou no governo Lula, tendo governantes realmente do povo, mas é incontestável que o governo do PT foi o melhor que esse país já teve, conhecendo as Senhoras Estatísticas dá pra ter uma noção disso. Aliás, já que é tão bizarro assim pra você, diga qual presidente do Brasil superou os feitos de Lula?Antonio Felipe escreveu: Melhor presidente da história?(tosse)







