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Conflito Israel-Palestina

Mensagem por Chapolin Gremista » 14 Mai 2022, 09:28

Ditadura Fascista
Israel reprime brutalmente enterro de jornalista palestina
O Estado Sionista, peça fundamental para a repressão imperialista no Oriente Médio, não respeita sequer o direito de os palestinos enterrarem seus mortos.

ImagemA jornalista palestina assassinada por Israel sendo sepultada em Jerusalem – Foto: Andraous Jahshan

Milhares de palestinos se reuniram nesta sexta-feira (13) para acompanhar o funeral da jornalista palestina do canal de notícias Al Jazeera, Shireen Abu Akleh, morta, na última quarta-feira (11) pela ditadura fascista do Estado de Israel no pleno exercício da profissão, enquanto cobria e denunciava um ataque de Israel na Cisjordânia. Shireen Abu Akleh foi sepultada no cemitério Monte Sião, ao lado dos pais, na cidade de Jerusalém, ocupada por Israel.

Uma multidão com bandeiras palestinas e cantando, “Palestina, Palestina”, seguiu o cortejo fúnebre, do Hospital Francês St Louis, no bairro ocupado de Sheikh Jarrah, em Jerusalém Oriental, para um serviço fúnebre no Portão de Jaffa, na Cidade Velha de Jerusalém, e finalmente para o Cemitério onde foi enterrada.

O Estado fascista de Israel não respeitou nem mesmo o luto da família e da população impactados pelo cruel assassinato da jornalista que há anos denuncia a situação de opressão que Israel mantém sobre os palestinos. Durante o cortejo a polícia atacou a multidão, fazendo com que quase derrubasse o caixão de Shireen Abu Akleh; espancaram pessoas que participavam do cortejo, tomaram das mãos dos palestinos as bandeiras da Palestina, tiraram do carro fúnebre e chegaram a quebrar um vidro do carro que levaria o corpo da jornalista. Pessoas foram detidas num ato de selvageria abjeta. As pessoas que carregavam o caixão resistiram e não permitiram que caísse no chão.



Mesmo antes do cortejo fúnebre, a polícia de Israel já praticava infâmias; invadiu a casa de familiares, que moram em Israel, horas após ser assassinada pelo Estado de Israel, tiraram uma bandeira da Palestina e mandaram abaixar a música patriótica. O irmão da jornalista também foi convocado, na quinta-feira (12), por autoridades palestinas para alertá-lo das pessoas que carregavam bandeiras palestinas ou cantavam cânticos pró-palestina durante cerimônias em memória da jornalista.

Jornalistas e conhecidos de Shireen Abu Akleh destaram sua coragem e seu comprometimento com a causa palestina e seu trabalho jornalístico que inclui anos de denúncia das condições que Israel impõe aos palestinos.

O Estado da Palestina condenou a ação de Israel no campo de refugiados em Jenin, na Palestina, que ocasionou a morte da jornalista que cobria mais esse crime de Israel contra os palestinos. Exortou ainda que os jornalistas denunciem os crimes de Israel, bem como que o Procurador do Tribunal Penal Internacional abra imediatamente um inquérito para apurar os crimes de Israel contra jornalistas. Declarou também que o Conselho das Nações Unidas deve cumprir seu dever legal e proteger as o povo palestino como preve as proprias resoluções da ONU.

Estado de Israel, uma ditadura a serviço do imperialismo

O Estado de Israel exerce uma ditadura de tipo fascista contra a população palestina, seja a que está dentro do Estado de Israel, seja os que se encontram na Faixa de Gaza ou na região da Cisjordânia.

Diferentemente do que a imprensa capitalista apregoa, Israel não é um estado democrático em meio ao mar de teocracias retrógradas do oriente médio, ao contrário Israel não somente não é um Estado democrático, como um Estado de tipo fascista, que promove um verdadeiro massacre com motivações inclusive raciais, como é um dos fatores que mantém os povos da região oprimidos e, por isso, mais longe das conquistas democráticas.

A própria formação de Israel como foi constitui um crime, que foi apoiado por todo o imperialismo mundial; o Estado de Israel instituído em 1948 ampliou-se a revelia das próprias exigência da ONU quando da sua criação, expulsou de suas casas as populações locais, tomou as cidades pela violência e pela guerra, os territórios, tudo, condenando-as a um gueto, tal qual experimentaram os judeus durante o III Reich.

Israel é apoiado pelo imperialismo, porque constitui uma base de operações e um porto seguro para a dominação imperialista da região, sobretudo dos Estados Unidos. Os crimes tenebrosos de Israel, que não deve muito aos dos nazistas alemães, são ignorados pelos órgãos e pela comunidade internacional justamente pelo papel que cumpre na estabilização da dominação do imperialismo no Oriente Médio.

É preciso lutar pelo fim do Estado de Israel, estado que assumiu um caráter claramente fascista e racista contra o árabe-muçulmano. Esse Estado deve ser dissolvido para que possa nascer um Estado plurinacional com uma representação igualitária entre palestinos-muçulmanos, judeus e outras nacionalidades que participem dele. Essa é a única solução possível para o conflito.

Caso contrário, o que veremos é a continuação da opressão, do massacre dos palestinos pelos Estado de Israel, ação que faz crescer o ódio contra a população judaica comum, que nada tem a ver com a política dos poderosos, dos capitalistas e políticos judeus que mantém a política de massacre contra a população palestina. Assim se alimenta o ódio racial, porque na visão de quem vive o conflito, os motivos econômicos e políticos não se apresentam tão fortes como quando se expressam no ódio racial.

É preciso lutar pelo fim do Estado de Israel e em defesa de um estado plurinacional de palestinos, judeus e outras nacionalidades. A existência do Estado de Israel é um flagelo para a população muçulmana e um perigo para a população judaica do mundo inteiro. Abaixo os crimes de Israel! Abaixo o regime fascista de Israel!

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... palestina/
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Mensagem por Teawine Chavinho » 14 Mai 2022, 19:00

Chapolin Gremista escreveu:
14 Mai 2022, 09:24
Lula mantém boas relações com os Estados Unidos mas já declarou diversas vezes que sabe que sua prisão e o golpe de estado que Dilma sofreu foram encomendas do Tio Sam.
A Esquerda não desiste das suas narrativas mentirosas mesmo. Vão provocar a reeleição do esterco que agora está na presidência, e depois vão ficar perguntado onde foi que erraram. Definitivamente, não terá sido por falta de aviso.
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Mensagem por Dias » 14 Mai 2022, 19:45

Verdade, Lula vacilou nessa. Agora vou ser obrigado a votar no miliciano que deixou mais de 600 mil pessoas morrerem na pandemia por pura psicopatia enquanto zombava deles e que taca sigilo de 100 anos em tudo que faz pra depois falar que não tem corrupção no governo. Gente morrer eu até tolero, agora falar mal dos meus Estados Unidos já é demais.
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Mensagem por Teawine Chavinho » 14 Mai 2022, 20:22

Não sei se esse comentário foi para mim, mas eu não me referia a "falar mal dos Estados Unidos", mas sim à narrativa furada (que ninguém além da própria Esquerda compra) de que Dilma sofreu um golpe de Estado.
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Mensagem por Dias » 14 Mai 2022, 21:49

Fola escreveu:
14 Mai 2022, 20:22
Não sei se esse comentário foi para mim, mas eu não me referia a "falar mal dos Estados Unidos", mas sim à narrativa furada (que ninguém além da própria Esquerda compra) de que Dilma sofreu um golpe de Estado.
O comentário sobre os Estados Unidos foi inspirado em algumas jornalistas que sempre tomam as dores dos Estados Unidos.

Mas você acha que alguém vai pensar "eu ia votar no Lula se ele não tivesse falado que Dilma sofreu golpe"? Quem não vai votar nele tem mais de um motivo, e motivos estes que vão muito além de alguém ter dito que o impeachment foi golpe.
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Mensagem por Chapolin Gremista » 15 Mai 2022, 06:37

Dilma sofreu impeachment por ''pedaladas fiscais'' enquanto Bolsonaro não sofreu nenhuma consequência por matar 600 mil pessoas.

O eleitor de ''esquerda'' que não sabe que foi golpe simplesmente é da esquerda que a direita gosta.

E o próprio Lula sabe que não precisa falar um ai sobre os Estados Unidos para ser atacado pela burguesia golpista, isso vai acontecer de qualquer jeito, então ele tá mais do que certo em não ficar quieto mesmo. Cachorro que é mordido por cobra tem medo de linguiça.
===

Infelizmente muito se palpita sobre o conflito na Ucrânia, mas pouco se sabe de fato e materiais como esse são essenciais para esclarecer o que politicamente causou o conflito como a nazificaçã do país após o golpe de estado também patrocinado pelos EUA (uma coincidência para os néscios que duvidam que eles seriam capazes de dar golpe em qualquer país, é tudo ''teoria de conspiração da turma do PETÊ'' :lol: :garg:
Exclusivo do Donbass
“Para o povo de Lugansk, independência é integração à Rússia”
Ministro das Relações Exteriores da República Popular de Lugansk concede entrevista ao Diário Causa Operária

Imagem─Rafael Dantas e Eduardo Vasco, de Lugansk

Ontem (13) foi comemorado o Dia da Independência da República Popular de Lugansk (RPL). Há oito anos, em um referendo com a participação de 81% dos eleitores, a separação da Ucrânia obteve 96,2% de aprovação. Criou-se então um novo país, que somente recebeu algum reconhecimento internacional quando, em fevereiro deste ano, a Rússia anunciou que considera a RPL ─ bem como a República Popular de Donetsk (RPD) ─ como nações independentes.

Na praça central de Lugansk, é possível ver um pouco da destruição causada pela agressão ucraniana em 2014, motivo pelo qual os habitantes da região decidiram seguir o seu próprio caminho. Em frente ao prédio onde hoje funciona o governo da RPL, encontra-se um monumento dedicado a dois jornalistas do canal Rússia 1 que morreram atingidos pelos bombardeios ucranianos em Lugansk em 17 de junho de 2014 e outro em homenagem às pessoas mortas em 2 de junho naquela praça. Outro memorial, com os retratos de 130 pessoas, está instalado ao lado da entrada do edifício. “Foram os primeiros mortos da guerra”, diz o ministro das Relações Exteriores da RPL, Vladislav Deynego. “Morreram por nós e pelo nosso futuro”, completa Maria Sergybaeva, funcionária do ministério que auxiliou na tradução da entrevista. A sala ao lado da que o então deputado do conselho popular (a organização de tipo soviético formada na época da luta pela independência da Ucrânia) se encontrava foi atingida pelos estilhaços. Um amigo seu foi ferido.

Em 2014 muitos civis que lutaram para defender suas casas e famílias dos grupos nazistas que acabavam de tomar o poder em Kiev foram mortos em Lugansk.

ImagemOutdoor comemorativo do “Dia do nascimento da República” de Lugansk, 11 de junho


A equipe de Causa Operária teve uma longa conversa com Deynego. A seguir, um resumo da entrevista:

Qual era seu partido na época?

Não havia partidos naquela época, somente as pessoas da rua. E até agora não temos partidos. Apenas organizações sociais. As pessoas apresentavam suas candidaturas por conta própria e eram eleitas.

Movimentos sociais, trabalhadores, etc.?

E sindicatos.

Mas hoje o parlamento já é composto por partidos políticos, certo?

Não, nós não temos partidos políticos. Apenas organizações sociais ao invés de partidos. Os sindicatos não têm mais atividade no parlamento. Mas muitos sindicalistas fazem parte dessas organizações sociais com assento no parlamento.

E neste momento membros dos sindicatos são deputados?

Sim.

Quantos deputados há no parlamento?

Cinquenta.

Então os ministros e os deputados não pertencem a nenhum partido político?

Não. Podem haver pessoas ligadas a partidos políticos russos, mas neste momento os partidos russos não fazem parte do nosso sistema político.

ImagemFachada do edifício onde funciona o Conselho Popular (narodnia soviet) de Lugansk, com as bandeiras da República Popular, da União Soviética e da Rússia


O que você pensa sobre o reconhecimento da RPL por outros países, como Síria e Venezuela? Há uma negociação sobre isso neste momento.

Nós conversamos sobre isso com eles, mas ainda não conseguimos chegar a um acordo.

A embaixada da RPL em Moscou será inaugurada em junho?

Eu não sei, talvez em maio.

E no Brasil? (risos)

Talvez (risos). Vocês poderiam ajudar.

Vamos fazer todos os nossos esforços para isso.

Vamos ficar felizes (Maria).

E os bombardeios ucranianos neste momento? Estão ocorrendo aqui por perto?

Eles estão ocorrendo a cerca de 15 km daqui.

Eles estão ocorrendo diariamente?

Sim, mas não aqui. Em Sieverodonetsk, Popasnaya, etc.

Há algum perigo aqui na cidade de Lugansk?

Não. A Ucrânia poderia bombardear a cidade, mas não está fazendo isso neste momento.

As pessoas aqui estão preocupadas com a possibilidade de bombardeio?

Não, aqui não.

É uma cidade pequena, quantos habitantes ela tem?

Cerca de 450 mil.

As ruas parecem vazias, há poucas pessoas. Hoje é um dia normal, ou é feriado?

É o Dia da Independência, mas o problema é que muitos homens neste momento estão lutando na linha de frente.

Quantas pessoas?

Talvez 40 ou 50 mil de toda a república, não sei.

A Maria: você trabalha para o ministério de relações exteriores há quanto tempo?

Há um ano.

Quantos membros há no governo?

Deynego: eu não sei.

Maria: depende, no nosso ministério há uns 25, 27. São 16 ministérios. Mas em breve o número vai aumentar, pois com o reconhecimento da Rússia irão aumentar as tarefas e as demandas de trabalho.

A Maria: Antes você fazia o quê?

Eu era estudante da Universidade Estatal de Lugansk, fazia Ciências Sociais.

Ela continua funcionando normalmente?

Sim.

Há muitas pessoas voltando da Rússia neste momento?

Não tenho certeza.

Você tem familiares na Rússia?

Sim, meu avô.

E na Ucrânia?

Não. Os outros familiares vivem aqui.

Sua família perdeu membros na guerra?

Não, mas as de amigos muito próximos sim. Talvez toda família tenha algum membro que morreu na guerra.

Voltando a Deynego: O que você pensa a respeito do papel da ONU nessa guerra desde 2014?

Essa é uma pergunta muito boa, mas é muito ampla.

A Cruz Vermelha e outras organizações internacionais enviaram algum tipo de ajuda para cá?

As organizações internacionais pararam de nos ajudar. Agora estamos aguardando. Há por exemplo os Médicos Sem Fronteira. Mas alegam que não podem ajudar porque não há como transferir dinheiro ou qualquer tipo de ajuda para cá.

Como tem sido a reconstrução de Lugansk após oito anos?

Ela só começou agora. Há uma grande ajuda da Rússia.

Se não fosse pela Rússia…

Maria: seria muito difícil.

Como é o apoio da Rússia?

Maria: Ajuda humanitária.

Ajuda econômica também?

Então nos mostram uma notícia publicada no canal do Telegram do Ministério: “Às vésperas do Dia da República de Lugansk, um comboio de ajuda humanitária saiu de Ufa. Os beneficiários da carga são da cidade de Krasny Luch, que tem muitas ligações históricas com a Basquíria. A carga inclui materiais de construção, alimentos, mais de 167 toneladas. Além disso, também uma policlínica móvel com quatro módulos com equipamentos médicos, cardiologia, pediatria e dentistas. Cerca de 3 toneladas de equipamentos médicos e remédios, 23 médicos e 17 enfermeiras e paramédicos. O Ministério das Relações Exteriores da República Popular de Lugansk expressa grande gratidão à República irmã por toda a assistência e apoio. Nos dias em que o Donbass liberta o seu povo do nazismo de Kiev, o apoio do povo irmão da Basquíria é especialmente valioso para nós”.

Esse tipo de ajuda vem todos os dias?

Não todos os dias, mas com muita frequência.

Sobre a economia de Lugansk. É claro que ela foi afetada pela guerra. Mas atualmente, as pessoas encontram emprego ou vivem de ajuda humanitária?

Sim, há trabalho. A maior parte da ajuda humanitária é enviada para os territórios liberados e para os combatentes.

O que você pensa a respeito da cobertura da imprensa internacional?

Ela é muito pouca. Episódica. Por exemplo, (do Brasil apenas) vocês vieram até aqui.

Os jornalistas ocidentais estão todos no Oeste da Ucrânia. Em Kiev, Lvov, e não aqui no Donbass, onde a guerra está acontecendo. E todo esse tempo foi assim? Sem jornalistas aqui para ouvir o que as pessoas têm a dizer? Só nós? Ou ou um ou outro?

Em 2014 havia muitos jornalistas aqui. Mas a informação que eles colhiam não era publicada. Havia inclusive equipes de TV do Brasil quando tomamos o controle do prédio da polícia ucraniana e os policiais tiveram de sair, mas isso não foi transmitido.

Isso é comum na imprensa ocidental. Eles filmam mas não publicam o que filmaram.

Sim. E naquela época havia um jornalista britânico aqui, ele ficou hospedado no prédio que hoje é a sede do governo.

Você falou que a reconstrução de Lugansk acabou de começar. As reparações no prédio do governo são recentes?

Sim.

E sobre a cobertura geral da imprensa, você acha que há muitas distorções? A imprensa diz que a Rússia está cometendo um genocídio na Ucrânia mas não fala do genocídio no Donbass.

Em 2014, a cidade de Lugansk estava cercada pelas forças ucranianas, que haviam bloqueado o acesso ao cemitério. Fomos forçados a enterrar os mortos nos arredores da cidade, onde hoje é um memorial.

E a imprensa internacional não mostrou isso?

As câmeras chegaram a filmar, mas não encontrei nenhuma reportagem sobre isso.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, esteve em Kiev, esteve em Moscou, mas não aqui no Donbass. O que você pensa disso?

Em 2019 esteve aqui Stephen O’brien [subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários e Coordenação de Auxílio Emergencial] e conversou conosco. Visitou um vilarejo que foi destruído e a missão da ONU o reconstruiu. Havia muitos projetos aprovados pela ONU, mas todos eles foram paralisados após o início da operação especial da Rússia.

Alguma previsão de quando eles poderiam recomeçar?

Talvez em junho ou julho, mas eu não sei. Estamos aguardando. Eles dizem que não há como transferir os fundos ou carregamentos.

Lugansk está sofrendo com as sanções contra a Rússia?

Não há bloqueio na fronteira com a Rússia, mas não há demanda da economia russa pelos nossos produtos. Os empresários russos estão com medo de sanções.

Quais os principais produtos para exportação aqui?

Antes da guerra nós produzíamos muito carvão, metal, muitos tipos de produtos químicos. Indústria pesada, locomotivas.

Era uma parte importante da economia ucraniana?

Não só da Ucrânia, mas da União Soviética. Havia uma fábrica muito grande e famosa de locomotivas, chamada Revolução de Outubro.

E ela durou até depois da queda da URSS e só foi paralisada em 2014?

Sim.

E agora a economia está paralisada?

Não completamente paralisada, mas na maior parte sim. Não há demanda pelas nossas locomotivas. Algo parecido ocorre com o metal e os produtos químicos.

Lugansk não produz seus próprios alimentos?

Sim, produzimos nosso próprio trigo e vamos começar a exportar.

Poderíamos dizer que existe uma crise humanitária na RPL?

Sim, existe. Muitos jovens vão para a Rússia, alguns para a Ucrânia. Ficaram as pessoas mais velhas. Mas nosso orçamento não é suficiente para pagar as aposentadorias.

Qual é o apoio do governo para essas pessoas?

Eles recebem a aposentadoria, mas uma quantidade de dinheiro vem da Rússia. Não é possível ter um nível normal de vida por aqui.

E as pessoas não conseguem viver apenas com o salário, precisam de ajuda do governo para completar a renda?

Antes do início da operação especial, havia a possibilidade de receber aposentadoria da Ucrânia. Com duas aposentadorias era possível viver. Mas nem todos recebiam. Era muito difícil receber a aposentadoria, era preciso ir ao lado ucraniano a cada dois meses porque o governo ucraniano exigia uma prova de vida dessas pessoas.

Há programas sociais do governo?

Há vários tipos de ajuda para as pessoas mais necessitadas, como as crianças e os idosos. São cerca de 20 programas sociais diferentes.

Que tipo de ajuda?

Transferência de renda.

Mesmo para aqueles que vão para a Ucrânia a cada dois meses?

Sim, mas algumas vezes é impossível. Havia apenas um ponto da fronteira onde se podia cruzar, e somente a pé. Só algumas categorias de pessoas poderiam receber carvão para usar no inverno.

O que você pensa sobre o papel dos EUA e dos países ocidentais nesta guerra, desde 2014?

A história dessa guerra é muito antiga. Em 2004 houve o primeiro Maidan.

A Revolução Laranja…

Sim. E naquele período as forças da Revolução Laranja eram financiadas pelos EUA. O Congresso dos EUA financiava fundos pelo “desenvolvimento da democracia” na Ucrânia, cerca de 5 bilhões de dólares.

Isso era feito através de ONGs?

As ONGs são um mecanismo, naquela época atuaram as ONGs de George Soros, a USAID, etc., muitas organizações que financiaram aquela “revolução”.

E durante o Maidan?

O segundo Maidan começou no final de 2013 sob a desculpa de um suposto ataque contra crianças, mas não eram crianças, eram homens de cerca de 30 anos de idade.

É possível dizer que o crescimento do fascismo ucraniano é uma continuação direta da Revolução Laranja de 2004?

Não apenas dela. Devemos olhar para o período da Grande Guerra Patriótica e os dez anos seguintes. Naquele período os nacionalistas ucranianos estavam em atividade e depois disso voltaram nos anos 90.

Com a queda da União Soviética…

Sim. E apareceram novamente em 2004.

Eles estavam em atividade na Revolução Laranja de 2004?

Eles tomaram parte, mas sem atividades agressivas. Foi depois disso que começaram a se tornar mais agressivos.

Vamos falar sobre você, ministro. Você é professor, não?

Não. Eu era especialista em TI.

Aqui em Lugansk?

Não, em uma cidade próxima, Alchevsk.

E durante a independência de Lugansk em 2014, qual foi o seu papel?

Eu estava aqui desde os primeiros dias da “Primavera Russa”.

E você tomou parte nos eventos?

Eu participei da tomada da sede da SBU (a polícia ucraniana). Nesse período houve a preparação para o referendo. Eu organizei o referendo em Alchevsk e antes havia trabalhado na organização de eleições na Ucrânia desde 1995.

Qual foi o resultado do referendo?

96% votaram pela independência. E 75% dos eleitores participaram. Havia na cédula a pergunta: “Você apoia a proposta do governo pela independência da República Popular de Lugansk?”. Não havia uma pergunta sobre a integração à Rússia, mas as pessoas interpretaram isso como um caminho para se integrar à Rússia.

Eles entendem que a independência é a integração com a Rússia?

Sim. Enquanto isso, na Ucrânia cerca de 56% dos eleitores apenas participaram das eleições. Foi um momento muito interessante. No período das eleições na Ucrânia, parte dos membros dos comitês eleitorais havia participado da Revolução Laranja, mas quando houve o referendo eles vieram para mim e disseram: “Devemos trabalhar no mesmo comitê”. Então eu perguntei: “Por quê? Nós temos visões diferentes”. Mas eles disseram: “Não. Nosso ponto de vista é um só. Naquelas eleições [de 2004], nós trabalhamos por dinheiro, mas agora devemos trabalhar porque nossa terra precisa de nós e nós vamos unir todos os comitês.”

E sobre o futuro? A RPL vai se integrar à Rússia?

Essa será a pergunta do próximo referendo. Só o povo pode decidir.

E quando você acha que isso vai acontecer? O que você acha que é preciso para finalizar a Operação Especial?

Eu não sei.

Mas a maior parte da RPL já está liberada. Você acha que é preciso acabar totalmente com a guerra para fazer isso?

Nós devemos resolver o problema da libertação do nosso território primeiro. Todo o território da República precisa ser liberado. E a Ucrânia precisa ser desnazificada.

Quanto porcento da RPL está liberada neste momento?

95%. Em termos territoriais, mas não populacionais. Sievierodonetsk, Lysychansk, parte de Rubizhne, Kreminaya ─ onde estão ocorrendo combates de rua… Mas nessas cidades vivem cerca de 200 mil pessoas.

São poucos territórios, mas com muita gente.

Sim.

E economicamente importantes, também?

Eram. Mas muitas fábricas foram destruídas.

Há uma ajuda mútua com Donetsk?

Sim.

Você disse que a independência é a integração com a Rússia. E isso vai acontecer também com Donetsk, ou seja, no Donbass como um todo?

Talvez.

Você disse que a linha de frente está a 15 quilômetros. Nós poderíamos chegar perto da linha de frente?

Vocês precisam de credenciamento civil e militar. Primeiro um credenciamento civil, depois um credenciamento na milícia popular.

Nós gostaríamos de entrevistar os milicianos e os militares da RPL.

A maioria deles está na linha de frente.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/b ... -a-russia/


Editado pela última vez por Chapolin Gremista em 15 Mai 2022, 20:35, em um total de 1 vez.
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Mensagem por Chapolin Gremista » 15 Mai 2022, 20:15

OTAN
UE ameaça Turquia de isolamento se bloquear Suécia e Finlândia
União Europeia, lacaia dos EUA, tenta coagir a Turquia a aceitar novos membros na OTAN colocando a região em perigo de guerra

ImagemOTAN, braço armado do imperialismo – Sputnik – Reprodução

–Sputnik – A Suécia e a Finlândia expressaram seu desejo de aderir à OTAN após o começo da operação militar especial da Rússia na Ucrânia, mas tanto Ancara como Moscou criticaram a iniciativa.

Manfred Weber, líder do Partido Popular Europeu (PPE), o maior do Parlamento Europeu, ameaçou a Turquia de isolamento dentro da OTAN se decidir bloquear as propostas de adesão da Finlândia e da Suécia.

Qualquer um que questione a unidade da OTAN se isolará dentro da comunidade”, disse no domingo (15) Weber”.

O legislador da UE sublinhou que, se a adesão à OTAN é o que a Finlândia ou a Suécia querem, ela deve ser permitida. O líder partidário afirmou que não havia motivos razoáveis para negar aos dois países o direito de aderir à aliança.

Jens Stoltenberg, secretário-geral da OTAN, por sua vez, declarou que a aliança está planejando aumentar sua presença na região do Báltico e fornecer garantias de segurança para a Finlândia e a Suécia e que já está revendo suas propostas para aderir à OTAN. Ele também espera que os países resolverão as divergências com a Turquia.

Estou confiante de que seremos capazes de encontrar uma base comum, um consenso sobre como avançar nas questões de adesão”, disse Stoltenberg.

A Finlândia anunciou hoje (15) que se candidatará à adesão à OTAN, enquanto a Suécia ainda não referiu sua posição oficial. Ambas começaram a considerar a adesão à OTAN como opção após o início da operação militar especial da Rússia na Ucrânia.

Ancara criticou a possibilidade de adesão da Suécia e da Finlândia, com o presidente turco Recep Tayyip Erdogan acusando esses países de abrigarem “organizações terroristas”, inclusive “nos seus parlamentos”. Ao mesmo tempo, Ibrahim Kalin, porta-voz de Erdogan, explicou que a Turquia não está fechando a porta à entrada de Estocolmo e Helsinque e que quer ver essa questão resolvida.

A Rússia também critica uma filiação desses país, advertindo que isso apenas deteriorará ainda mais as relações bilaterais.

https://www.causaoperaria.org.br/artigo ... finlandia/
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América Latina

Mensagem por Chapolin Gremista » 17 Mai 2022, 00:47

Planos para assassinar
Trump queria assassinar Maduro, diz Suptnik
O ex-presidente dos EUA avaliou opções para remover Nicolás Maduro do poder na Venezuela, inclusive através de uma invasão direta do país, escreveu ex-chefe do Pentágono

ImagemNicolás Maduro, Presidente da Venezuela – Foto: Reprodução

Neste último domingo (15), a SputnikNews, agência de notícias russa, denunciou uma ameaça feita contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, como saída para neutralização de forças contrárias ao imperialismo americano. A denúncia foi publicada no livro Um Juramento Sagrado (A Sacred Oath, em inglês), lançado na terça-feira (10) por Mark Esper, ex-chefe do Pentágono (2019-2020).

Leia a seguir a matéria na íntegra:

─ Sputnik News ─ Donald Trump, ex-presidente dos EUA (2017-2021), propôs aos líderes de oposição da Venezuela que matassem Nicolás Maduro, mandatário do país, indicou no sábado (14) a agência espanhola Europa Press, citando o livro “Um Juramento Sagrado” (“A Sacred Oath”, em inglês), que foi publicado na terça-feira (10) por Mark Esper, ex-chefe do Pentágono (2019-2020).

“O que aconteceria se o Exército dos EUA fosse lá e se livrasse de Maduro?”, perguntou Trump em 5 de fevereiro de 2020, durante uma reunião em Washington com os opositores venezuelanos Juan Guaidó, Julio Borges, Carlos Vecchio e Mauricio Claver-Carone, citado por Esper, que acreditava que o presidente dos EUA estava “pondo à prova” Guaidó.

“É claro que sempre agradeceríamos a assistência dos EUA”, respondeu o opositor, acrescentando que os venezuelanos que moravam na Colômbia “queriam recuperar seu país por eles próprios”. Isso levou Esper a questionar Guaidó se os seus apoiadores estariam dispostos a se “organizar, treinar e lutar”, em vez de envolver diretamente tropas dos EUA contra Maduro.

“Sim, o fariam”, concluiu Guaidó após uma argumentação tortuosa, o que não tranquilizou o ex-secretário de Defesa dos EUA.

Donald Trump e a equipe do Conselho de Segurança Nacional (NSC, na sigla em inglês) dos EUA continuaram favorecendo uma invasão militar direta dos EUA, e não desde a Colômbia, que “seria complicada”. Guaidó deixou de se opor à ideia, o que levou Esper a “direcionar qualquer conversa sobre este tema em uma direção diferente”.

“Como eu disse sarcasticamente ao presidente antes da reunião, tenho certeza de que a oposição venezuelana ‘lutaria até o último americano’ se nós o oferecêssemos”, disse Esper.

No entanto, a falha da tentativa de golpe de Estado em 2019 contra Maduro reforçou a opinião de Trump de que Guaidó era “fraco” e que o presidente efetivo da Venezuela era “forte”. A Operação Gideon de maio de 2020 para depor Nicolás Maduro, que, segundo o ex-chefe do Pentágono, poderia ter sido o plano aprovado por Juan Guaidó, também foi frustrado mais tarde por Caracas.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... z-suptnik/
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Mundo

Mensagem por Chapolin Gremista » 17 Mai 2022, 00:54

Pequim:
Interferência do Japão e UE sobre chineses causarão conflito
A China definiu as declarações do Japão e da UE como “difamatórias e intervencionistas”, e alertou que esta atitude pode provocar um confronto regional.

ImagemZhao Lijan – Foto: Reprodução

Seguindo a doutrina de provocações e intervenções nos assuntos internos, orquestrada pelo Ocidente, o Japão e a UE alegam que os chineses sãPor fim, o porta-voz chinês instou Tóquio e Bruxelas a abandonarem a sua limitação ideológica e política de blocos.o uma ameaça à região, e que estão seriamente “preocupados”.

Além disso, os japoneses e os europeus firmaram um acordo para intensificar o intercâmbio de informação sobre a China em relação à dinâmica política, econômica e de segurança, para garantir a soberania territorial da região.

Por sua vez, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, declarou que os assuntos envolvendo “Taiwan, Hong Kong e Xinjiang são assuntos internos da China e que nenhuma força externa pode interferir”.

“Aconselhamos aos países relevantes que dediquem sua energia à gestão de seus próprios assuntos”, declarou.

Além disso, o porta-voz lamentou que estas ações possam provocar um confronto regional para conter as ações externas.

“O Japão e a UE exageraram nos assuntos relacionados com a China em reuniões relevantes, difamaram a China, podendo provocar um confronto regional”, lamentou.

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... -conflito/
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Mensagem por Teawine Chavinho » 17 Mai 2022, 20:05

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Mensagem por Chapolin Gremista » 20 Mai 2022, 08:10

Imperialismo
Cuba denuncia omissão de temas importantes na Cúpula das Américas
A IX Cúpula das Américas, cujos preparativos avançam hoje nos Estados Unidos, se reunirá sem abordar ou responder a questões muito importantes na região.

ImagemBandeira de Cuba e do Movimento 26 de Julho – Foto: Reprodução

─Prensa Latina ─

Segundo o vice- chanceler Carlos Fernández de Cossío, a reunião prevista para junho não discutirá temas como racismo, direitos das mulheres e marginalização.

Nem o debate sobre a desigualdade no acesso aos serviços de saúde, nem o impacto das medidas coercitivas sobre as nações, estarão na agenda, disse o representante do governo.

Segundo o vice-chanceler, a posição oficial de Washington é que ainda não há convites a ninguém para o encontro marcado na cidade de Los Angeles, mas a intenção é excluir Cuba da cúpula.

A possível exclusão da ilha, junto com a da Venezuela e da Nicarágua, gerou descontentamento e fez com que vários governos da região anunciassem sua ausência da reunião caso os anfitriões insistissem nessa afirmação.

Espero que o presidente Joe Biden retifique e convide a todos para a Cúpula das Américas, disse recentemente o presidente do México, Andrés Manuel López Obrador.

“Se um país não tem capacidade para garantir a participação de todos, não deve assumir o compromisso de realizar uma cúpula em seu território”, enfatizou Fernández de Cossío no programa de televisão Mesa Redonda.

Como comentou naquele espaço, os Estados Unidos mantêm uma política de hostilidade em relação a Cuba, visando alterar a ordem socioeconômica, isolando a nação caribenha no cenário internacional e promovendo uma campanha constante de descrédito.

Na última segunda-feira, Washington anunciou medidas de suposta flexibilização com Havana, como a eliminação dos limites de remessas, a reautorização das chamadas viagens interpessoais e o programa de reagrupamento familiar, todos suspensos pelo governo Donald Trump (2017-2021).

Os voos regulares e fretados para as províncias cubanas também seriam restabelecidos, os serviços consulares em sua embaixada em Havana e outras providências seriam ampliadas.

As medidas são consideradas “um passo limitado na direção certa”, pois não modificam o bloqueio imposto pelos Estados Unidos há mais de seis décadas, nem “a inclusão fraudulenta em sua lista de países patrocinadores do terrorismo”, salientou o vice-chanceler.

Tampouco modificam a maior parte das disposições coercitivas de pressão máxima em vigor desde o governo Trump, com grande impacto sobre o povo cubano, acrescentou.

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Europa

Mensagem por Chapolin Gremista » 20 Mai 2022, 08:14

Imperialismo se alastra
Polônia pronta para construir bases ‘permanentes’ da OTAN
As instalações abrigariam “unidades de infantaria leve” do bloco, disse Mateusz Morawiecki

ImagemBandeira polonesa – Foto: Reprodução

─RT , Tradução DCO ─

Varsóvia está pronta para construir instalações militares permanentes para abrigar “unidades de infantaria leve” do bloco da Otan liderado pelos EUA, disse o primeiro-ministro polonês Mateusz Morawiecki na quinta-feira. O primeiro-ministro pediu mais reforço militar da OTAN na Europa Oriental em meio à ofensiva russa em andamento na Ucrânia.

“Bases aliadas permanentes devem ser construídas nos países do flanco leste da OTAN. A Polônia está pronta para construir essas bases que seriam fornecidas para a implantação permanente de unidades de infantaria leve” , disse ele ao fórum Strategic Ark em Varsóvia.

Continuar o reforço militar da OTAN é a única maneira de “dissuadir” a Rússia, argumentou o primeiro-ministro, pedindo também o aumento da ajuda militar para a Ucrânia. Varsóvia está entre os fornecedores de combate mais ativos para Kiev no conflito em curso, enviando velhos tanques de fabricação soviética e outros equipamentos para as tropas ucranianas.

“A Rússia só pode ser dissuadida por nossa unidade e capacidades militares e duras sanções; não por telefonemas e conversas com Putin, mas por ajuda militar à Ucrânia e fortalecimento do flanco oriental da OTAN”, enfatizou Morawiecki.

O primeiro-ministro polonês também prometeu fornecer apoio militar à Suécia e à Finlândia caso sejam atacados durante o processo de ascensão da OTAN.

“Gostaria de dizer claramente que, no caso de um ataque à Suécia ou à Finlândia durante o processo de adesão à OTAN, a Polônia virá em seu auxílio”, afirmou Morawiecki.

A retórica de Morawiecki ecoou comentários feitos no início deste mês por seu colega britânico, Boris Johnson, que prometeu ajudar os novos membros potenciais da Otan também. “O que estamos dizendo enfaticamente é que, no caso de um desastre ou de um ataque à Suécia, o Reino Unido viria em auxílio da Suécia com o que a Suécia solicitasse”, disse Johnson.

As duas nações nórdicas apresentaram uma proposta formal de adesão na quarta-feira, mas já enfrentaram forte oposição de Ancara. A Turquia, que é um importante país da OTAN, afirma que a Suécia e a Finlândia abrigam pessoas que considera terroristas, ou seja, membros do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK). O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, classificou os países como “casas de hóspedes” para terroristas.

A expansão da OTAN e a formação da aliança na Europa Oriental foram revigoradas pela ofensiva russa na Ucrânia, lançada no final de fevereiro. Além da Polônia, outros membros do leste do bloco também estão buscando uma maior presença militar do bloco liderado pelos EUA. Ou seja, Letônia, Lituânia e Estônia estão pressionando pela criação de uma força do tamanho de uma divisão de cerca de 20.000 soldados. A força estaria de prontidão e pronta para desdobramento em qualquer uma das nações caso surgisse uma ameaça.

A Rússia atacou o estado vizinho após o fracasso da Ucrânia em implementar os termos dos acordos de Minsk, assinados pela primeira vez em 2014, e o eventual reconhecimento de Moscou das repúblicas de Donbass de Donetsk e Lugansk. O Protocolo de Minsk, mediado pela Alemanha e pela França, foi projetado para dar às regiões separatistas um status especial dentro do estado ucraniano.

Desde então, o Kremlin exigiu que a Ucrânia se declarasse oficialmente um país neutro que nunca se juntará ao bloco militar da OTAN liderado pelos EUA. Kiev insiste que a ofensiva russa foi completamente espontânea e negou as alegações de que planejava retomar as duas repúblicas pela força.

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Mundo

Mensagem por Chapolin Gremista » 20 Mai 2022, 08:24

Efeito Ucrânia
Pressão do imperialismo pode levar à disparada no preço do trigo
Imperialismo pressiona a Índia, mas preço do trigo dispara

ImagemTrabalhadores descarregam grãos de trigo de um caminhão num mercado de grãos nos arredores de Amritsar, na cidade de Punjab, na Índia – Foto: Reprodução

A Índia proibiu as exportações de trigo em uma tentativa de reduzir os preços locais, dias depois de dizer que estava visando embarques recordes este ano. O mercado mundial de trigo subiu após as notícias.

A Índia proibiu as exportações de trigo neste sábado (14), quando uma onda de calor reduziu a produção e os preços domésticos dispararam, um golpe para os compradores mundiais que apostam no segundo maior produtor de trigo do mundo depois que a operação russa na Ucrânia em 24 de fevereiro atingiu os suprimentos do Mar Negro.

A guerra na Ucrânia fez com que as exportações de grãos e óleo de girassol da região do Mar Negro caíssem, aumentando a tensão do clima adverso nos principais países produtores que ameaçam a produção global. Com os preços dos alimentos disparando, uma lista crescente de países produtores chave está limitando as exportações.

Veja, abaixo, alguns exemplos das mais recentes ou mais significativas proibições de exportação de alimentos básicos.

Ucrânia – Fevereiro/Março de 2022 – Grãos
A Ucrânia fechou seus portos logo após o início da guerra com a Rússia.

Mais tarde, proibiu a exportação de centeio, cevada, trigo sarraceno, milho, açúcar, sal e carne e introduziu licenças de exportação para trigo, milho e óleo de girassol. A Ucrânia está entre os principais produtores e exportadores mundiais de grãos e o maior exportador de óleo de girassol.

A paralisação das exportações ucranianas fez com que os preços mundiais dos alimentos batessem recordes.

Indonésia – Abril de 2022 – Azeite de dendê
A Indonésia, maior produtor mundial de azeite de dendê, impôs uma proibição de exportação de vários produtos à base do azeite no final de abril, na tentativa de garantir o abastecimento doméstico e reduzir os preços em alta.

A medida fez com que os preços mundiais do óleo vegetal disparassem em toda a linha.

Outros países – Março/Abril de 2022 – Grãos
A Argentina disse que estabeleceria um mecanismo para controlar os preços domésticos do trigo e moderar a inflação dos alimentos.

A Hungria proibiu todas as exportações de grãos.

A Sérvia restringiu as quantidades de trigo, milho, farinha e óleo de cozinha destinados à exportação.

A Bulgária disse que aumentaria as reservas de grãos e poderia restringir as exportações.

Argentina – Dezembro de 2021 – Milho e trigo
A Argentina limitou o volume de milho e trigo que poderia ser exportado em uma tentativa de evitar a escassez doméstica de grãos e conter o aumento do valor dos alimentos no país. A decisão elevou os preços do milho nos EUA ao seu nível mais alto em 6 anos e meio.

Rússia – 2021 – Grãos
A Rússia impôs impostos sobre as exportações de grãos em junho de 2021 como parte das medidas do governo para tentar estabilizar a inflação doméstica de alimentos.

O ministério da agricultura determina o tamanho do imposto semanalmente, com base nos indicadores de preços relatados pelos comerciantes.

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Mundo

Mensagem por Chapolin Gremista » 21 Mai 2022, 16:18

Os verdadeiros terroristas
EUA roubam sírios e são expulsos do país
Os Estados Unidos e seus aliados da milícia curda síria controlam amplas faixas de território no leste da Síria.

ImagemBandeira síria – Foto: Reprodução

─Sputnik News ─ Estados Unidos e seus aliados da milícia curda síria controlam amplas faixas de território no leste da Síria, incluindo áreas que produzem a grande maioria do petróleo, gás e alimentos da República Árabe.

Damasco acusou Washington de roubar esses recursos e exigiu repetidamente que os EUA retirassem suas forças.A ocupação norte-americana no leste da Síria será encerrada em breve, disse o ministro das Relações Exteriores, Faisal Mekdad.

“A presença ilegal dos EUA na região de Jazira, no norte da Síria, está chegando ao fim, e as regiões ocupadas pelas forças americanas logo estarão sob a autoridade do governo de Damasco”, disse Mekdad , falando à TV al-Ikhbariyah da Síria.

Mekdad expressou confiança de que todas as áreas ocupadas do norte da Síria retornarão ao controle de Damasco e pediu à maioria das milícias curdas das Forças Democráticas Sírias que percebam que os Estados Unidos acabarão se retirando.

O ministro das Relações Exteriores disse que o apoio de Damasco à causa palestina e seus esforços para libertar as Colinas de Golã ocupadas e o sul do Líbano estão entre as principais razões por trás do conflito apoiado por estrangeiros que abala a Síria desde 2011.

“Dado o forte compromisso da Síria com tais posições, bem como sua localização estratégica e grande influência regional, nações hostis vêm tentando afetar as políticas do governo de Damasco. Tendo falhado em suas tentativas, eles recorreram ao terrorismo e patrocinaram essa ameaça com bilhões de dólares”, disse Mekdad.

Mekdad elogiou as forças armadas e os líderes da Síria por frustrar as tentativas do Ocidente de “dividir” o país.

As forças dos EUA ocupam áreas ricas em petróleo e alimentos da Síria desde 2017, entrando no país sob o pretexto de combater o Daesh (ISIS), a milícia islâmica que invadiu o norte e oeste do Iraque e o leste da Síria de 2013 a 2017 antes de ser derrotada por uma improvável coalizão de forças, incluindo os governos sírio e iraquiano, milícias xiitas iraquianas, Rússia, Irã, movimento libanês Hezbollah, além dos Estados Unidos. (Um grupo terrorista proibido na Rússia e em muitos outros países).

https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... s-do-pais/
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América Latina

Mensagem por Chapolin Gremista » 21 Mai 2022, 17:39

Lula presidente
Argentina se organiza para apoiar Lula nas eleições
Com menos de cinco meses para as eleições presidenciais no Brasil, a Argentina, que ainda enfrenta um contexto de instabilidade interna, já tem formado um Comitê Lula Presidente.

ImagemLula – Foto: Reprodução

No dia 2 de outubro vão ser realizadas as eleições presidenciais no Brasil. As diferentes pesquisas apontam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2011), do Partido dos Trabalhadores (PT), como favorito em relação ao atual presidente, Jair Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), candidato à reeleição.

A região está acompanhando atentamente o curso dos acontecimentos no maior país da América Latina, e embora a situação tenha elementos favoráveis a Lula, os próximos meses vão ser complexos.

“Vão ser as eleições mais difíceis desde a redemocratização do país”, explica Paulo Pereira, jornalista e petista que vive na Argentina, onde integra a organização do Comitê argentino Lula Presidente.

Pereira, juntamente com outros brasileiros que vivem na Argentina, já se organizaram para fazer parte da campanha. “Há 82.000 brasileiros que vivem na Argentina hoje, desses 82.000, 42% vivem na cidade de Buenos Aires, 26% na província e os demais estão em outras províncias, principalmente Rosario, Córdoba, Misiones”, afirmou ele.

Não é a primeira vez que Pereira, que votou em Lula em sua primeira vitória em 2002 e vive em Buenos Aires há oito anos, se organiza para se mobilizar pelo que está acontecendo no Brasil.

Ele fez o mesmo em 2014, na eleição de Dilma Rousseff; em 2016, quando Dilma foi derrubada pelo que Pereira chama de “golpe de estado”; em 2018 na eleição que Bolsonaro venceu, e agora não será diferente. Para o jornalista, “com a realidade do Brasil, a realidade social em que vivemos, não há outra opção a não ser sair para as ruas e sair para militar”.

O objetivo, diz ele, “é derrotar Bolsonaro nas urnas em 2 de outubro e derrota-lo em todo o país“. Para isso, a contribuição da Argentina é importante, tanto para conseguir votos, quanto para apoiar que as eleições, resultados e dias subsequentes ocorram com a devida calma democrática.

“A Argentina é o segundo maior país da região, tem peso político e econômico, é o principal parceiro comercial do Brasil, tem aquele peso que é capaz de mobilizar forças e poderes políticos na região. Tendo a Argentina com os olhos, a solidariedade com o povo trabalhador brasileiro, é fundamental para que o processo democrático de outubro seja respeitado”, afirma Pereira.

Ele também destaca a importância da visita de Alberto Fernández a Lula no presídio de Curitiba em julho de 2019, antes mesmo de ser eleito presidente, ressaltando os “riscos para um candidato que ainda não havia vencido as eleições” de seu país.

O jornalista afirma que para compreender a importância da eleição de outubro seria preciso olhar para os 21 anos de ditadura, entre 1964 e 1985, até o “golpe de estado” de 2016 que culminou com o impeachment de Dilma Rousseff (2011-2016), também do PT.

“Se você me perguntasse anos atrás que teríamos um golpe de Estado novamente, eu teria dito que isso não aconteceria mais no Brasil, que as pessoas, as instituições já estavam consolidadas”, observou Pereira.

No entanto, “Bolsonaro já anunciou publicamente que em outubro pode dar um golpe de estado, então vamos precisar primeiro vencer com muita diferença, estamos fazendo isso com nossas bases”, explica o militante petista, que faz parte da liderança da campanha de apoio a Lula, lançada formalmente em 7 de maio no Instituto Pátria, em Buenos Aires.

A ameaça de Bolsonaro, um presidente “que não tem absolutamente nada de democrático” é real, segundo Pereira, e, por isso, vencer nas urnas vai exigir muito esforço durante a corrida presidencial.

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