Lula
- Antonio Felipe
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Re: Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
E se a Dilma fizer um bom governo, será que deixam ele voltar? Ela entregaria o cargo assim de mão beijada? Tudo muito prematuro. Nem sabemos se este governo será um sucesso ou um fracasso...
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- Scopel
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Re: Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
Se o Lula quiser, ele volta, se ela não quiser, ela não é mais PT e perde os 200 milhões para gastar em campanha...
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Re: Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
Lula deveria assumir o lugar do Néstor Kirchner...
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Re: Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
O Lula pediu hoje para a oposição não ser vingativa, mas um dos políticos mais vingativos do Brasil é justamente o Lula, que toda hora, fala mal do Fernando Henrique (para quem o Lula perdeu duas eleições) e fez questão de se vingar de alguns políticos da oposição nesta eleição (como o Tasso, o Marco Maciel e o A.Virgílio). O Lula não se conforma com o fim da CPMF. E, agora, em quase toda a declaração que o Lula dá, ele fala mal do Serra, ironizando a história da bolinha de papel.Quer dizer, a democracia para o Lula vale, desde que ele ganhe sempre.

Nisso aí, a Dilma tem muito classe que o Lula, não vejo ela fazer esse tipo de declaração.

Nisso aí, a Dilma tem muito classe que o Lula, não vejo ela fazer esse tipo de declaração.



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Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
NOTÍCIAS
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/p ... cato.shtml
Os sinais dados pelo governo no impasse sobre a taxa do consignado do INSS desagradaram os aposentados, segundo o Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos), filiado à Força Sindical.
João Inocentini, presidente do sindicato, diz que o sentimento é de indignação com Lula e que os aposentados não vão aceitar qualquer proposta de juro acima de 1,90% ao mês.
Texto de 2023.Os sinais dados pelo governo no impasse sobre a taxa do consignado do INSS desagradaram os aposentados, segundo o Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos), filiado à Força Sindical.
João Inocentini, presidente do sindicato, diz que o sentimento é de indignação com Lula e que os aposentados não vão aceitar qualquer proposta de juro acima de 1,90% ao mês.
Editado pela última vez por E.R em 23 Mar 2023, 03:56, em um total de 1 vez.



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Re: Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
Sinceramente, acho que vocês tem que ficar ligados em outras questões. Qualquer um que estiver no poder neste sistema e nesta lógica e especialmente num país como este, vai ser corrupto mesmo. Fica um questão de se descobrir ou não.
Num país onde a iniciativa privada financia as campanhas eleitorais isso não me é nenhum pouco estranho. O dinheiro corre solto mesmo. Me respondam a favor de quem as leis são votadas? Quem ganha as licitações de obras públicas? Quem vai construir os estádios da Copa e com qual dinheiro? Quem lucra com os títulos da dívida pública que tanto nos onera com estes pesadíssimos impostos? Quem ganhado com a taxa de juros mais alta do mundo? O que vocês acham que foram as privatizações dos anos 90 pra cá? Quem são os donos de metade da Petrobrás e de grande parte das terras do Brasil?
Se ficarmos discutindo Zé Dirceu, Aércio viciado, ou Dilma terrorista, o foco se perde, a discussão se desvia do ponto que realmente interessa.
Vamo tentar pensa mais macro, gente. Se não for este bandido aí, vai ser qualquer outro. É só olhar quem é o coronel do Supremo...
*Dizia um senhor que toda vez que estoura um escandalo de corrupção ou espionagem é para esconder e desviar a atenção de algo mais grave. Disse ele que o mensalão foi neste esquema. E eu fico pensando: o mensalão envolveu gente tão graúda e importante que eu não consigo imaginar o que é que ele escondeu...
Quem sabe daqui a trinta anos? O FHC disse que tem umas 100 horas de fitas gravadas, material da pesada do tempo de governo dele e o que rolou com as privatizações, que ele só vai permitir que seja divulgado quando morrer. Espero que ele morra antes de mim...
Num país onde a iniciativa privada financia as campanhas eleitorais isso não me é nenhum pouco estranho. O dinheiro corre solto mesmo. Me respondam a favor de quem as leis são votadas? Quem ganha as licitações de obras públicas? Quem vai construir os estádios da Copa e com qual dinheiro? Quem lucra com os títulos da dívida pública que tanto nos onera com estes pesadíssimos impostos? Quem ganhado com a taxa de juros mais alta do mundo? O que vocês acham que foram as privatizações dos anos 90 pra cá? Quem são os donos de metade da Petrobrás e de grande parte das terras do Brasil?
Se ficarmos discutindo Zé Dirceu, Aércio viciado, ou Dilma terrorista, o foco se perde, a discussão se desvia do ponto que realmente interessa.
Vamo tentar pensa mais macro, gente. Se não for este bandido aí, vai ser qualquer outro. É só olhar quem é o coronel do Supremo...
*Dizia um senhor que toda vez que estoura um escandalo de corrupção ou espionagem é para esconder e desviar a atenção de algo mais grave. Disse ele que o mensalão foi neste esquema. E eu fico pensando: o mensalão envolveu gente tão graúda e importante que eu não consigo imaginar o que é que ele escondeu...
Quem sabe daqui a trinta anos? O FHC disse que tem umas 100 horas de fitas gravadas, material da pesada do tempo de governo dele e o que rolou com as privatizações, que ele só vai permitir que seja divulgado quando morrer. Espero que ele morra antes de mim...
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Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
NOTÍCIAS
O ESTADO DE S.PAULO
Lula quer retomar poder sobre a Eletrobras na Justiça, ato que só trará prejuízos à empresa e afastará investidor.
O governo estuda uma forma de retomar os mandos e desmandos sobre a Eletrobras. Com pouco mais de 40% dos papéis da empresa, a União detém hoje 10% do poder de voto nas assembleias, conforme definido no estatuto da companhia, limitação que vale para todos os demais acionistas e que foi fundamental para viabilizar sua privatização.
Na avaliação do presidente Lula, no entanto, isso seria um “crime de lesa-pátria”.
“Eu espero que um dia, se a gente tiver condições, a gente volte a ser dono da maior empresa de energia que esse país já teve”, disse Lula, em entrevista ao portal Brasil 247.
Para concretizar esse plano, o governo analisa apresentar uma ação ao Supremo Tribunal Federal (STF), alegando que o limite de 10% para o poder de voto da União fixado no estatuto é inconstitucional, segundo noticiou o jornal O Globo.
A atitude é lamentável e inconsequente, mas não surpreende. Ainda na campanha eleitoral, Lula deixou claro não se conformar com a privatização da Eletrobras, posição que ele, enquanto candidato, tinha todo o direito de explorar. Como presidente, no entanto, Lula parece perdido e muito mal assessorado, pois essa estratégia embute inúmeros equívocos.
Em primeiro lugar, trata-se de explícita quebra de contrato. A privatização da Eletrobras seguiu um modelo consagrado conhecido como corporation, que se baseia justamente no fato de não haver um dono para comandar a empresa. Essa configuração, vista como uma forma de proteger a companhia de ingerências políticas, foi essencial para trazer novos investidores ao negócio, inclusive trabalhadores que aplicaram parte de seu FGTS confiando nesse processo.
A União não foi lesada, mas muito bem remunerada para deixar de cometer atos que causaram prejuízos bilionários à Eletrobras, sobretudo durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff.
Porém, se ainda assim o governo quiser retomar o controle da empresa, há alternativas previstas no próprio estatuto. Basta abrir o cofre e pagar aos acionistas o triplo do valor das ações, drenando recursos em detrimento de outras políticas públicas nas áreas de educação, saúde e de transferência de renda, por exemplo.
Nem parece que foi o mesmo Lula que instou lideranças a contribuírem para o fim da judicialização da política. Em reunião realizada com governadores no fim de janeiro, o presidente pediu a eles que parassem de recorrer ao Judiciário para invadir competências do Legislativo. Se ouvisse a si mesmo, o presidente deveria propor a alteração do estatuto da Eletrobras ao Congresso, correndo o risco de sofrer uma derrota acachapante. Se não o faz, é somente porque sabe que a privatização da companhia é fato consumado e que suas bravatas não mobilizam ninguém além dos membros de seu próprio partido.
A proposta que permitiu a capitalização da companhia foi aprovada por ampla maioria no Legislativo. Como alertamos neste mesmo espaço, longe de ser a melhor alternativa, o texto recebeu inúmeros jabutis, entre os quais o que obriga a construção de termoelétricas em locais onde não há reservas de gás, gasodutos ou linhas de transmissão para escoar a energia até os centros de consumo.
Viabilizar essas usinas no interior do País, em vez de construí-las na costa, próximas das reservas e da carga, é um exemplo de projeto caro e ineficiente, mas contra esse aspecto perverso da privatização da Eletrobras o governo Lula não se insurgiu. Pelo contrário : tudo indica que pretende obrigar outra estatal, a PPSA, a construir, operar e manter gasodutos, um projeto que o setor estima que possa desperdiçar até R$ 120 bilhões.
É impressionante o quanto Lula tem trabalhado contra si mesmo e seu próprio governo. Em vez de aproveitar o início de seu terceiro mandato para articular uma maioria parlamentar e aprovar a âncora fiscal e a reforma tributária, o presidente perde tempo com uma verborragia que só contribui para afastar investidores, aumentar o risco associado ao setor elétrico e ampliar incertezas no cenário econômico como um todo. Um presidente assim nem precisa de oposição.
Lula quer retomar poder sobre a Eletrobras na Justiça, ato que só trará prejuízos à empresa e afastará investidor.
O governo estuda uma forma de retomar os mandos e desmandos sobre a Eletrobras. Com pouco mais de 40% dos papéis da empresa, a União detém hoje 10% do poder de voto nas assembleias, conforme definido no estatuto da companhia, limitação que vale para todos os demais acionistas e que foi fundamental para viabilizar sua privatização.
Na avaliação do presidente Lula, no entanto, isso seria um “crime de lesa-pátria”.
“Eu espero que um dia, se a gente tiver condições, a gente volte a ser dono da maior empresa de energia que esse país já teve”, disse Lula, em entrevista ao portal Brasil 247.
Para concretizar esse plano, o governo analisa apresentar uma ação ao Supremo Tribunal Federal (STF), alegando que o limite de 10% para o poder de voto da União fixado no estatuto é inconstitucional, segundo noticiou o jornal O Globo.
A atitude é lamentável e inconsequente, mas não surpreende. Ainda na campanha eleitoral, Lula deixou claro não se conformar com a privatização da Eletrobras, posição que ele, enquanto candidato, tinha todo o direito de explorar. Como presidente, no entanto, Lula parece perdido e muito mal assessorado, pois essa estratégia embute inúmeros equívocos.
Em primeiro lugar, trata-se de explícita quebra de contrato. A privatização da Eletrobras seguiu um modelo consagrado conhecido como corporation, que se baseia justamente no fato de não haver um dono para comandar a empresa. Essa configuração, vista como uma forma de proteger a companhia de ingerências políticas, foi essencial para trazer novos investidores ao negócio, inclusive trabalhadores que aplicaram parte de seu FGTS confiando nesse processo.
A União não foi lesada, mas muito bem remunerada para deixar de cometer atos que causaram prejuízos bilionários à Eletrobras, sobretudo durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff.
Porém, se ainda assim o governo quiser retomar o controle da empresa, há alternativas previstas no próprio estatuto. Basta abrir o cofre e pagar aos acionistas o triplo do valor das ações, drenando recursos em detrimento de outras políticas públicas nas áreas de educação, saúde e de transferência de renda, por exemplo.
Nem parece que foi o mesmo Lula que instou lideranças a contribuírem para o fim da judicialização da política. Em reunião realizada com governadores no fim de janeiro, o presidente pediu a eles que parassem de recorrer ao Judiciário para invadir competências do Legislativo. Se ouvisse a si mesmo, o presidente deveria propor a alteração do estatuto da Eletrobras ao Congresso, correndo o risco de sofrer uma derrota acachapante. Se não o faz, é somente porque sabe que a privatização da companhia é fato consumado e que suas bravatas não mobilizam ninguém além dos membros de seu próprio partido.
A proposta que permitiu a capitalização da companhia foi aprovada por ampla maioria no Legislativo. Como alertamos neste mesmo espaço, longe de ser a melhor alternativa, o texto recebeu inúmeros jabutis, entre os quais o que obriga a construção de termoelétricas em locais onde não há reservas de gás, gasodutos ou linhas de transmissão para escoar a energia até os centros de consumo.
Viabilizar essas usinas no interior do País, em vez de construí-las na costa, próximas das reservas e da carga, é um exemplo de projeto caro e ineficiente, mas contra esse aspecto perverso da privatização da Eletrobras o governo Lula não se insurgiu. Pelo contrário : tudo indica que pretende obrigar outra estatal, a PPSA, a construir, operar e manter gasodutos, um projeto que o setor estima que possa desperdiçar até R$ 120 bilhões.
É impressionante o quanto Lula tem trabalhado contra si mesmo e seu próprio governo. Em vez de aproveitar o início de seu terceiro mandato para articular uma maioria parlamentar e aprovar a âncora fiscal e a reforma tributária, o presidente perde tempo com uma verborragia que só contribui para afastar investidores, aumentar o risco associado ao setor elétrico e ampliar incertezas no cenário econômico como um todo. Um presidente assim nem precisa de oposição.
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Re: Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
Ou que o carro avançasse sobre os dois.Scopel escreveu:Seria bom que os dois saíssem no carro...
Digo...
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Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
http://g1.globo.com/politica/noticia/20 ... eiros.html

LULA : Certamente, nos Estados Unidos, o imposto de renda deve ser mais do que no Brasil. Certamente, na Europa, o imposto de renda é muito mais do que no Brasil. Mas o Estado arrecada e oferece benefícios. Aqui na América Latina, tem estado que tem uma carga tributária de 9%. Um Estado que só arrecada 9% não é Estado, ele não pode nada. Ele não pode investir na educação, não pode investir em infraestrutura, não pode investir em absolutamente nada. Ele não existe. Então, a carga tributária do Brasil, ela é justa e permite que o Brasil alcance... E ela diminuiu, ela era mais alta do que ela é hoje. E nós vamos diminuindo na medida em que a gente vai aumentando a base da pirâmide de contribuintes.

LULA : Certamente, nos Estados Unidos, o imposto de renda deve ser mais do que no Brasil. Certamente, na Europa, o imposto de renda é muito mais do que no Brasil. Mas o Estado arrecada e oferece benefícios. Aqui na América Latina, tem estado que tem uma carga tributária de 9%. Um Estado que só arrecada 9% não é Estado, ele não pode nada. Ele não pode investir na educação, não pode investir em infraestrutura, não pode investir em absolutamente nada. Ele não existe. Então, a carga tributária do Brasil, ela é justa e permite que o Brasil alcance... E ela diminuiu, ela era mais alta do que ela é hoje. E nós vamos diminuindo na medida em que a gente vai aumentando a base da pirâmide de contribuintes.
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Re: Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
A carga tributária no Brasil é alta porque tem que remunerar os serviços da dívida pública com a maior taxa de juros do mundo. Obviamente isso é feito com a receita do Estado, que vem dos nossos impostos.
O Brasil tem economizado cada vez mais para pagar essa dívida, cortando gastos públicos. Mesmo assim ainda é preciso emitir títulos para compensar a diferença [por causa da alta taxa de juros], o que só faz aumentar a dívida. Fecha-se a conta aumentando a dívida.
Não me admira que não sobre dinheiro para os investimentos públicos como saúde, segurança e educação. Uma vez que a política econômica do Brasil é sempre voltada para remunerar os juros desta dívida absurda.
Mas isso não passa na Globo. Isso ninguém questiona. Quando o Plínio fala, as pessoas riem e os candidatos fogem... e a gente toma no rabicho é uma reforma previdenciária, porque o Estado está quebrado.
Essa é a lógica, a gente paga imposto para pagar juros para uma penca de milionários donos dos títulos da divida pública brasileira. Imaginei só quem são esse donos, que poder eles devem ter sobre os nossos governantes.
E isso não é esquerdismo não, é fato, é realidade. E fo** a vida de todos nós brasileiros trabalhadores.
Nas férias eu faço um tópico bem feito sobre a dívida pública do Brasil e seus efeitos sobre a nossa política econômica, com os números tudo certinho, só para informar mesmo. =]
O Brasil tem economizado cada vez mais para pagar essa dívida, cortando gastos públicos. Mesmo assim ainda é preciso emitir títulos para compensar a diferença [por causa da alta taxa de juros], o que só faz aumentar a dívida. Fecha-se a conta aumentando a dívida.
Não me admira que não sobre dinheiro para os investimentos públicos como saúde, segurança e educação. Uma vez que a política econômica do Brasil é sempre voltada para remunerar os juros desta dívida absurda.
Mas isso não passa na Globo. Isso ninguém questiona. Quando o Plínio fala, as pessoas riem e os candidatos fogem... e a gente toma no rabicho é uma reforma previdenciária, porque o Estado está quebrado.
Essa é a lógica, a gente paga imposto para pagar juros para uma penca de milionários donos dos títulos da divida pública brasileira. Imaginei só quem são esse donos, que poder eles devem ter sobre os nossos governantes.
E isso não é esquerdismo não, é fato, é realidade. E fo** a vida de todos nós brasileiros trabalhadores.
Nas férias eu faço um tópico bem feito sobre a dívida pública do Brasil e seus efeitos sobre a nossa política econômica, com os números tudo certinho, só para informar mesmo. =]
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Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
O GLOBO
Perto da cassação, o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu teria admitido a diplomatas americanos ter feito caixa 2 em sua campanha, negado participação no escândalo do mensalão e criticado petistas. Segundo telegramas revelados pelo WikiLeaks, Dirceu teria afirmado que Lula deveria ter "prestado atenção" às origens dos fundos de campanha. Ele também teria culpado líderes do PT por um esquema ilegal de financiamento "louco e perverso", dizem documentos de 2005.
O petista admitiu "que as lideranças do PT pós-2002 vieram com um esquema ilegal de financiamento "louco e perverso" que está no centro das investigações correntes como resposta às pressões dos pequenos e mercenários partidos aliados, PTB, PL e PP, e da campanha de 2002 do marqueteiro Duda Mendonça", escreveu o embaixador John Danilovich, em telegrama ao Departamento de Estado em 19 de agosto de 2005, referindo-se ao escândalo do mensalão. O documento foi divulgado ao GLOBO pelo grupo WikiLeaks.
Segundo Danilovich, Dirceu era personagem "quente demais" para que fosse visitado por uma missão oficial. Por isso, a visita a seu apartamento em Brasília foi feita pelo assessor especial William Perry, a quem Dirceu conhecia havia anos. Os dois se encontraram para um café da manhã em 17 de agosto.
A Perry, José Dirceu falou mal do ex-presidente do partido, o deputado José Genoino, e do governador eleito do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, que assumira a presidência interina do PT em meio à crise do mensalão. Dirceu chega a dizer que o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares não é seu "cara". Delúbio foi expulso do PT como um dos únicos punidos no caso.
Embora o ex-ministro tenha negado participação no esquema, o embaixador não se convenceu: "Dirceu se dissocia totalmente de qualquer culpa e sustenta o "eu não sabia"", escreve ele, dizendo que "compartilha do mesmo ceticismo" da imprensa e de políticos, que consideram essas posições como "ridículas" diante do poder que o ex-ministro exercia no PT e no governo.
Sobre o PMDB, Danilovich reporta que o presidente Lula, na opinião de Dirceu, deveria ter trazido o partido, assim como outras legendas maiores desde o princípio do governo, com cargos ministeriais. Na ocasião, o ex-ministro avalia que Lula não está lidando habilmente com a crise política.
Ao amigo, Dirceu se mostra desanimado com o futuro político tanto seu quanto de Lula. Diz que, caso Lula "fique deprimido", nem concorrerá à reeleição e que, caso concorra, perderá. Diz estar resignado com a cassação iminente.
Outro telegrama, de 13 de outubro de 2005, reporta um almoço entre Dirceu, amigos e um diplomata do Consulado Geral de São Paulo no dia em que o PT elegia sua nova direção. Nele, Dirceu confirma o uso de caixa dois em campanhas pessoais e diz que todos os políticos brasileiros usam a prática.
"Dirceu admitiu que ele mesmo habitualmente gasta duas vezes mais do que reporta em sua própria campanha e que todos os políticos brasileiros empregam alguma forma de "caixa dois" (recursos não contabilizados)", continua.
Nesse ponto, Dirceu, que alega inocência no caso do mensalão, diz que o governo não o está ajudando muito, mas que também não precisa de "favores" de Lula. Na opinião do ex-ministro, seu julgamento no Congresso é "puramente político", lembrando que não estava no exercício do mandato quando ocorreu o mensalão. "Sua estratégia agora será manter a cabeça baixa e trabalhar para sustentar a influência que detém dentro do partido", conclui o diplomata.
Perto da cassação, o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu teria admitido a diplomatas americanos ter feito caixa 2 em sua campanha, negado participação no escândalo do mensalão e criticado petistas. Segundo telegramas revelados pelo WikiLeaks, Dirceu teria afirmado que Lula deveria ter "prestado atenção" às origens dos fundos de campanha. Ele também teria culpado líderes do PT por um esquema ilegal de financiamento "louco e perverso", dizem documentos de 2005.
O petista admitiu "que as lideranças do PT pós-2002 vieram com um esquema ilegal de financiamento "louco e perverso" que está no centro das investigações correntes como resposta às pressões dos pequenos e mercenários partidos aliados, PTB, PL e PP, e da campanha de 2002 do marqueteiro Duda Mendonça", escreveu o embaixador John Danilovich, em telegrama ao Departamento de Estado em 19 de agosto de 2005, referindo-se ao escândalo do mensalão. O documento foi divulgado ao GLOBO pelo grupo WikiLeaks.
Segundo Danilovich, Dirceu era personagem "quente demais" para que fosse visitado por uma missão oficial. Por isso, a visita a seu apartamento em Brasília foi feita pelo assessor especial William Perry, a quem Dirceu conhecia havia anos. Os dois se encontraram para um café da manhã em 17 de agosto.
A Perry, José Dirceu falou mal do ex-presidente do partido, o deputado José Genoino, e do governador eleito do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, que assumira a presidência interina do PT em meio à crise do mensalão. Dirceu chega a dizer que o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares não é seu "cara". Delúbio foi expulso do PT como um dos únicos punidos no caso.
Embora o ex-ministro tenha negado participação no esquema, o embaixador não se convenceu: "Dirceu se dissocia totalmente de qualquer culpa e sustenta o "eu não sabia"", escreve ele, dizendo que "compartilha do mesmo ceticismo" da imprensa e de políticos, que consideram essas posições como "ridículas" diante do poder que o ex-ministro exercia no PT e no governo.
Sobre o PMDB, Danilovich reporta que o presidente Lula, na opinião de Dirceu, deveria ter trazido o partido, assim como outras legendas maiores desde o princípio do governo, com cargos ministeriais. Na ocasião, o ex-ministro avalia que Lula não está lidando habilmente com a crise política.
Ao amigo, Dirceu se mostra desanimado com o futuro político tanto seu quanto de Lula. Diz que, caso Lula "fique deprimido", nem concorrerá à reeleição e que, caso concorra, perderá. Diz estar resignado com a cassação iminente.
Outro telegrama, de 13 de outubro de 2005, reporta um almoço entre Dirceu, amigos e um diplomata do Consulado Geral de São Paulo no dia em que o PT elegia sua nova direção. Nele, Dirceu confirma o uso de caixa dois em campanhas pessoais e diz que todos os políticos brasileiros usam a prática.
"Dirceu admitiu que ele mesmo habitualmente gasta duas vezes mais do que reporta em sua própria campanha e que todos os políticos brasileiros empregam alguma forma de "caixa dois" (recursos não contabilizados)", continua.
Nesse ponto, Dirceu, que alega inocência no caso do mensalão, diz que o governo não o está ajudando muito, mas que também não precisa de "favores" de Lula. Na opinião do ex-ministro, seu julgamento no Congresso é "puramente político", lembrando que não estava no exercício do mandato quando ocorreu o mensalão. "Sua estratégia agora será manter a cabeça baixa e trabalhar para sustentar a influência que detém dentro do partido", conclui o diplomata.
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Re: Lula vai se candidatar a presidência em 2014 ?
O Globo publicando algo contra Zé Dirceu? Nem li...
[Mas que conste esse "cara" voltar ao governo continua sendo um escândalo
, do tipo do Protógenes preso e Dantas solto].
[Mas que conste esse "cara" voltar ao governo continua sendo um escândalo













