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Mensagem por Barbano » 12 Abr 2023, 09:36

Eu vejo como dispositivos diferentes. É como comparar um liquidificador com uma batedeira. Tem coisas que você faz melhor em um, outras em outro.
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Mensagem por FLASH » 12 Abr 2023, 10:40

Concordo quanto a isso de "coisas que se faz melhor em um ou em outro", mas é inegável que algumas tarefas que antes eram exclusivas para desktops agora estão perfeitamente possíveis nos dispositivos mobile.
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Mensagem por Don CHelipe » 12 Abr 2023, 13:08

Mundo corporativo ainda vai ficar preso aos computadores. Não vejo como eu operar o Excel em um celular.
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Mensagem por Arieel » 15 Abr 2023, 16:38


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Mensagem por Don CHelipe » 17 Abr 2023, 07:49

Arieel escreveu:
15 Abr 2023, 16:38
Está na minha lista.
A Alexa é ótima. Para reuniões de até 10 pessoas, super tranquilo usar ela.

Agora em uma festinha maior, ou para um sitio, essa caixa é maravilhosa!
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Mensagem por E.R » 22 Abr 2023, 00:49

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Mensagem por [PV] » 22 Abr 2023, 16:07

Foi só vazar aquelas imagens do dia 8 de janeiro e agora querem fazer isso...

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Mensagem por E.R » 26 Abr 2023, 17:10

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https://noticias.uol.com.br/cotidiano/u ... or-dia.htm

A Justiça Federal do Espírito Santo determinou a suspensão do Telegram no Brasil.
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Mensagem por E.R » 28 Abr 2023, 01:40

NOTÍCIAS
https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e- ... -juristas/

A suspensão do Telegram por determinação da Justiça, afetou milhões de pessoas e empresas que utilizam a plataforma. 

Pelas redes sociais, usuários relataram dificuldades para acessar o aplicativo e começaram a recorrer ao uso de serviços de VPN.

Especialistas apontam que tirar o app do ar fere o princípio constitucional da liberdade de expressão e caracteriza "censura coletiva".

"Existe a a possibilidade de a empresa suspender suas operações no Brasil", diz o advogado Giuliano Miotto, presidente do Instituto Liberdade e Justiça.

Na avaliação do advogado criminalista Luiz Mantovani, diretor-executivo da Associação Brasileira de Juristas Conservadores (Abrajuc) no Rio de Janeiro, a suspensão da plataforma viola outro princípio do Direito Penal : o da intranscendência da pena, que diz que nenhuma sanção deve ultrapassar a pessoa do condenado. "No presente caso, toda a população brasileira está sendo penalizada, podendo gerar inclusive perdas financeiras para quem se utiliza do aplicativo para questões de ordem profissional", explica.

O advogado ainda menciona que a aplicação de uma multa à empresa seria uma penalidade suficiente, sem necessidade de interromper o serviço.

Além disso, ele considera que o valor de R$ 1 milhão por dia de descumprimento imposto pelo juiz é uma violação ao princípio da proporcionalidade.

O advogado constitucionalista André Marsiglia, especialista em censura e liberdade de expressão, avalia a suspensão como um "ato judicial isolado que não leva a nenhum lugar, nem evita nenhum crime". Segundo o advogado, os aplicativos são como "praças públicas" e a própria urgência do Legislativo e do Judiciário em querer regulá-los mostra sua relevância social.

"Não se pode suspender ou banir a praça pública em razão de lá se ter cometido um ilícito. Pouco importa a responsabilidade da plataforma. Punindo-a com suspensão ou banimento, todos os que lá estão se expressando licitamente também são punidos, censurados, impedidos de seguir se manifestando", explicou.

A regulação das redes sociais vem sendo discutida no PL das Fake News, que deve ser votado pelo plenário da Câmara dos Deputados na próxima terça-feira.

Além da censura, os especialistas temem outros riscos para o Brasil com a adoção de medidas judiciais similares a essa do Telegram, como o enfraquecimento da democracia e uma afronta ao texto constitucional quanto ao direito fundamental da liberdade de expressão.

"O risco é alimentarmos ainda mais uma jurisprudência que, em nome do combate à desinformação, fake news e discurso de ódio, promove e legitima a censura", opina o advogado.
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Mensagem por [PV] » 28 Abr 2023, 18:19

Eles estão desesperados!

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Mensagem por E.R » 30 Jun 2023, 22:19

NOTÍCIAS
https://www.estadao.com.br/link/empresa ... gpt-nprei/

A Mercedes-Benz anunciou uma parceria com a Microsoft para implementar a tecnologia do ChatGPT em seus carros nos Estados Unidos.

O objetivo é melhorar as capacidades do controle de voz dos automóveis.

Atualmente, os veículos Mercedes já possuem recursos de comando de voz, permitindo que os motoristas usem frases comuns como “Ei, Mercedes”, seguida de comandos que permitem ajustar a temperatura dentro do veículo ou fazer uma ligação.

De acordo com a Microsoft, o ChatGPT tornaria esses comandos de voz mais naturais, além de poder habilitar funções adicionais.
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Mensagem por E.R » 03 Jul 2023, 02:56

NOTÍCIAS
https://www.tudocelular.com/android/not ... itter.html

A Bluesky, rede social criada pelo fundador do Twitter, anunciou no último sábado a suspensão temporária de novas inscrições após os servidores serem congestionados com o número de pessoas vindas do Twitter.

Esse alto fluxo de cadastros coincide com a implementação na quantidade de tuítes vistas por dia na comunidade de Elon Musk.
GETTR e Koo são outros aplicativos parecidos com o Twitter.
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Mensagem por E.R » 05 Jul 2023, 01:30

NOTÍCIAS
https://valor.globo.com/opiniao/guilher ... tter.ghtml

Na quinta-feira, a Meta, empresa dona do Facebook, lançará o Threads.

Focada em texto, a nova rede social desenvolvida pelo Instagram está sendo posicionada como novo concorrente do Twitter.
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Mensagem por E.R » 24 Ago 2023, 05:13

NOTÍCIAS
O ESTADO DE S.PAULO

A nova reorganização das cadeias produtivas em todo o mundo depois da pandemia da Covid-19 provocaram uma mudança no modo de organização das multinacionais, que passaram a levar parte de suas fábricas para perto dos mercados consumidores.

Nesse cenário, o México foi um dos principais beneficiários dessa transformação, conhecida como "nearshoring".

Além da proximidade com os Estados Unidos, o México passou a ser um destino potencial de novas unidades fabris por ter um tratado de livre comércio com os Estados Unidos e com a União Europeia, o que facilita as exportações.

O México é ainda um local de mão de obra barata - cerca de 30 % menor que a mão de obra chinesa.

É alta a expectativa para a instalação de novas empresas e linhas de produção no México.

Empresas como a BMW e a Tesla já anunciaram novos investimentos no México.

Algumas empresas chinesas também mudaram a fabricação de seus produtos para o México, especialmente para atender ao mercado norte-americano.

A produção de chips e semicondutores deverá ser maior em fábricas do próprio Estados Unidos e também no México nos próximos anos.
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Mensagem por E.R » 28 Ago 2023, 22:15

NOTÍCIAS
https://oglobo.globo.com/economia/tecno ... 2025.ghtml

Quando decidiu abrir um espaço de meditação no Leblon, na Zona Sul do Rio, há três meses, a terapeuta Livia França quis aproveitar a popularidade em torno do 5G para abolir a internet fixa.

Contratou um pacote para transmitir aulas pela internet, mas o entusiasmo dela e dos alunos das aulas on-line durou pouco.

Não só não conseguiu estabilidade na nova rede, como teve de aderir a uma franquia de fibra óptica tradicional.

— Precisei colocar internet a cabo porque a rede 5G no Leblon travava o meu Zoom, e as pessoas não conseguiam meditar. Estavam todos ficando estressados em vez de relaxados. Vejo que a nova tecnologia ainda está em processo de desenvolvimento e isso vai acabar levando tempo — diz Livia, que se queixa da oscilação no trajeto de casa, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, ao Leblon, período em que fica no 4G a maior parte do tempo.

O chamado 5G puro chegou ao Brasil há pouco mais de um ano com a promessa de internet ultraveloz, mas a tecnologia de quinta geração segue concentrada e com cobertura que frustra as expectativas de boa parte dos usuários.

Os investimentos das operadoras estão dentro do cronograma previsto pela Agência Nacional de Telecomunicações, mas os resultados ainda estão aquém das expectativas de quem contava migrar em caráter permanente para o 5G.

Segundo dados da Anatel, São Paulo, Rio e Distrito Federal concentram 54% das 13.500 antenas de 5G no país. Nas capitais, o 5G conta com uma antena para cada 50 mil habitantes. Embora esteja dentro da meta estipulada pelo governo, é essa proporção que traz a sensação de estar “fora da área de cobertura” ao passar de um bairro a outro ou simplesmente atravessar uma rua e enfrentar o “rebaixamento” para o 4G ou até 3G.

O número de torres instaladas no país para a tecnologia anterior, 4G, chega a 90.869. Isso significa proporção de uma antena para cada dez mil pessoas. A mesma correlação só será alcançada no 5G, de acordo com o edital, em 2025.

Para se ter uma ideia do tamanho do desafio, na China, a nova rede de quinta geração conta com uma antena para cada mil habitantes.

Segundo especialistas, a quinta geração opera em uma frequência que precisa de maior quantidade de antenas que as gerações anteriores. Estima-se que cada antena 5G custe de R$ 500 mil a R$ 600 mil.

Nos cálculos de Andre Gildin, da RKKG Consultoria, a quinta geração precisa de ao menos cinco vezes o número de antenas do 4G para ter a qualidade adequada em ambientes fechados e áreas externas. Nos grandes centros, a estimativa é que seria preciso incrementar em 20% a 25% o número de torres em relação ao total de antenas de 4G.

O que o 4G levou dois a três anos para conquistar, o 5G fez em um ano. A previsão é que, no ano que vem, já tenhamos uma antena 5G para cada 30 mil habitantes. Moisés Queiroz, conselheiro da Anatel

Moisés Queiroz, conselheiro da Anatel e presidente do Gaispi, grupo responsável por acompanhar a instalação da nova rede 5G, reforça que as teles estão implantando a rede acima do previsto no edital do leilão:

— O que o 4G levou dois a três anos para conquistar, o 5G fez em um ano. A previsão é que, no ano que vem, já tenhamos uma antena 5G para cada 30 mil habitantes. E devemos chegar a uma antena para dez mil habitantes em 2025.

A infraestrutura não é o único desafio para fazer a internet ultraveloz virar parte da rotina. Apesar de uma forte estratégia de marketing das operadoras, com ampliação do portfólio de produtos e redução no preço dos aparelhos, o país tem pouco mais de 11 milhões de linhas habilitadas para o 5G, o equivalente a 4,5% do total. Os celulares da quinta geração já somam mais de 60% dos modelos à venda.

O cenário macroeconômico também serve de freio ao apetite do consumidor. Os juros ainda estão em dois dígitos, o que limita o interesse por longos parcelamentos. Ainda assim, segundo o IDC, as vendas de aparelhos 5G cresceram 31% no primeiro trimestre em relação a igual período do ano passado, enquanto as vendas totais de smartphones recuaram 11%.

Os modelos de quinta geração respondem por 33,7% do total comercializado. Andréia Chopra, da IDC, estima que o preço médio do aparelho 5G vai cair cerca de 30% até o fim do ano.

O empresário Matheus Garcia tem uma pizzaria em Copacabana, na Zona Sul, e trabalha em uma construtora e diz não ter percebido grandes diferenças na rotina com 5G:

— Ainda é bem instável. Efetivamente, acho o ganho imperceptível. A sensação que tenho é que só mudaram o símbolo na tela do aparelho. Falta uma estrutura melhor para a rede, pois na Tijuca e em Vila Isabel percebo muita oscilação. Com o 5G, eu esperava algo revolucionário, mas segue basicamente igual.

Segundo Helio Akira Oyama, diretor de Gerenciamento de Produtos da Qualcomm para América Latina, uma dos maiores fabricantes de processador do mundo, os preços dos aparelhos 5G estão em queda por conta da maior escala. Segundo ele, a estratégia dos fabricantes é buscar popularizar os modelos de forma mais intensa. Ele cita os esforços da companhia em levar componentes 5G até então presentes nos modelos mais premium para smartphones de gama intermediária.

- Quando olhamos o mercado, notamos que no geral há queda, mas o 5G cresce, pois quem compra é um público de maior renda e mais imune aos desafios macroeconômicos. Conforme os preços baixem mais e a cobertura aumente, vamos ver a ampliação da base - afirma Helio Oyama.

Marcos Ferrari, presidente executivo da Conexis, que reúne empresas de telecomunicações, diz que as empresas investiram R$ 38,1 bilhões no ano passado em infraestrutura. Ele destaca que o edital previa que o 5G teria que estar disponível em locais com mais de 500 mil habitantes até 2025, o que já foi feito:

— Há um anseio da população por velocidade, mas a densidade leva tempo. Estamos vendo os celulares ficando cada vez mais baratos e isso ajuda na troca do smartphone. Com mais demanda, haverá mais oferta de rede.

Para Rodrigo Vidigal, diretor executivo de Vendas da Motorola, a migração mais intensa só vai ocorrer quando novas aplicações surgirem. O modelo mais barato da empresa passou de R$ 2 mil para R$ 1.299. Ele lembra que o 4G trouxe aplicativos inéditos de transporte e alimentação:

— Só a velocidade não é suficiente para acelerar a migração. Isso vai mudar quando houver senso de urgência, com iniciativas de latência zero (tempo de resposta) em carros inteligentes, entretenimento e games.
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