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NOTÍCIAS
IBGE
Quase 30 milhões não têm acesso à internet no Brasil
Mais de 15% de pessoas com mais de 10 anos de idade estão totalmente desprovidos deste que deveria ser um direito
Celular segue como principal dispositivo usado para acessar a internet no Brasil, segundo o IBGE – Reprodução
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou hoje, 16, cerca de 15,3% da população com mais de 10 anos de idade no Brasil não acessaram a internet no ano passado.
O relatório também apontou que o principal motivo é não saber usar a tecnologia para o uso da internet, não ter dinheiro para adquirir os aparelhos necessário e pagar por um serviço de intenert em sua residência, 28,7 milhões não tinham celular em 2021 (15,6% da população com 10 anos ou mais). Para 20,1%, o serviço ou o equipamento para acessar a internet era caro.
Contatou-se que 98,2% dos estudantes da rede privada de ensino usaram a internet em 2021; entre alunos da rede pública, índice cai para 87%, mostra claramente que não se deve cobrar igual performance e conhecimento numa prova de vestibular, por exemplo.
As regiões Centro-Oeste e Sudeste lideram uso de internet e o Norte e Nordeste continuam com os menores índices, em tudo, renda, emprego sempre mais carentes que o restante do país.
Um dado que explica os índices mais alarmantes da pesquisa seria o que a renda médio per capita nos domicílios com internet foi quase o dobro em relação aos que não usaram a rede, domicílios com interne, renda de R$ 1.480 mensais e sem internet, R$ 795. A internet deveria ser um direito essencial, assim como o acesso a educação, mas a internet é caríssim, é privada e fica nas mãos dos monopólios que não tem interesse em levar para toda a classe trabalhadora.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/d ... no-brasil/
Quase 30 milhões não têm acesso à internet no Brasil
Mais de 15% de pessoas com mais de 10 anos de idade estão totalmente desprovidos deste que deveria ser um direito
Celular segue como principal dispositivo usado para acessar a internet no Brasil, segundo o IBGE – ReproduçãoSegundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou hoje, 16, cerca de 15,3% da população com mais de 10 anos de idade no Brasil não acessaram a internet no ano passado.
O relatório também apontou que o principal motivo é não saber usar a tecnologia para o uso da internet, não ter dinheiro para adquirir os aparelhos necessário e pagar por um serviço de intenert em sua residência, 28,7 milhões não tinham celular em 2021 (15,6% da população com 10 anos ou mais). Para 20,1%, o serviço ou o equipamento para acessar a internet era caro.
Contatou-se que 98,2% dos estudantes da rede privada de ensino usaram a internet em 2021; entre alunos da rede pública, índice cai para 87%, mostra claramente que não se deve cobrar igual performance e conhecimento numa prova de vestibular, por exemplo.
As regiões Centro-Oeste e Sudeste lideram uso de internet e o Norte e Nordeste continuam com os menores índices, em tudo, renda, emprego sempre mais carentes que o restante do país.
Um dado que explica os índices mais alarmantes da pesquisa seria o que a renda médio per capita nos domicílios com internet foi quase o dobro em relação aos que não usaram a rede, domicílios com interne, renda de R$ 1.480 mensais e sem internet, R$ 795. A internet deveria ser um direito essencial, assim como o acesso a educação, mas a internet é caríssim, é privada e fica nas mãos dos monopólios que não tem interesse em levar para toda a classe trabalhadora.
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Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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NOTÍCIAS
Tudo pelo imperialismo!
Biden “estatiza” Big Techs para censurar apoiadores de Trump
Depois do discurso de Biden em defesa da censura e da destruição da democracia nas redes, as principais empresas de tecnologia impõem novas medidas de repressão aos usuários
Biden e Bigh Techs, esse é o imperialismo – Foto: Reprodução
Entre os discursos dos charlatães do liberalismo, muito se fala sobre a importância da independência das entidades privadas. Entretanto, a prezada autonomia das grandes empresas vai só até a página dois. Na última semana, ao seguir com rédea curta as direções de Joe Biden, os grandes conglomerados das empresas de tecnologia se mostraram fiéis aliados do governo norte-americano.
YouTube, Twitch, Microsoft, bem como a empresa-mãe do Facebook e do Instagram, Meta, anunciaram na quinta-feira que vão reforçar o monitoramento e remover conteúdos supostamente odiosos das redes sociais. O anúncio veio em seguida da Cúpula “Unidos Nós Estamos”, organizada pelo representante supremo do imperialismo norte-americano e presidente dos EUA, Joe Biden.
No evento, que contou com lideranças empresariais, policiais e ativistas, Biden requisitou uma maior censura nas redes sociais, controle de armas e uma repressão brutal aos “extremistas das redes sociais”. Ele afirmou que estes extremistas seriam “a ameaça terrorista mais letal na pátria”, e que o Congresso deveria responsabilizar as empresas de redes sociais por espalharem o ódio.
Pois bem, sobre o título de “supremacistas brancos”, “terroristas” e “disseminadores de ódio”, aqueles que serão atingidos pela censura, são, em primeiro plano, apoiadores de Trump que se manifestam nas redes sociais. Trata-se de uma censura com um claro direcionamento político. Não são grandes assassinos e terroristas que estão sendo censurados, mas sim, pessoas comuns que pretendem dar sua opinião por alguma rede virtual.
Na realidade, a censura nas redes sociais é uma das principais campanhas do imperialismo. A internet trouxe consigo uma inédita democratização dos meios de comunicação e fez com que um número imensurável de pessoas pudessem propagar sua indignação com o imperialismo e contra sua política neoliberal. Por isso, o imperialismo busca, de todas as formas, restringir o acesso e o que pode ser dito na internet.
Além disso, Donald Trump ainda é uma ameaça para o governo dos EUA e para a estabilidade do regime imperialista. Ao contrário de Biden, Trump tem um verdadeiro apoio popular, por setores da classe média e mesmo da classe trabalhadora. Apoio esse que é muito manifestado, justamente, nas redes sociais. Enquanto Biden é constantemente desmoralizado, como quando ele tombou de bicicleta e acenou para fantasmas, Trump, mesmo tendo sido banido de diversas redes, cresce diariamente. Ele é reflexo da crise política nos EUA, que gerou uma intensa insatisfação popular. Se Biden não tem verdadeiro apoio popular, Trump tem daqueles que não alcançaram ainda um nível razoável de compreensão política e por isso acham que a extrema-direita os representa.
Ou seja, Biden quer censurar as redes para garantir a estabilidade de seu governo. A estabilidade do principal governo imperialista. É uma campanha aberta em defesa da censura política, da destruição da democracia nas redes. Não tem nada a ver com a segurança da população e a luta contra o terrorismo.
Mesmo assim, as empresas que se dizem defensoras da liberdade e contra a intervenção estatal aplaudiram de pé quando Biden disse que queria que o Congresso “responsabilize as empresas de mídia social por espalhar o ódio”.
Assim, de imediato, ordem dada é ordem cumprida. Biden pediu para que o Congresso se livre da “imunidade especial para empresas de mídia social e imponha requisitos de transparência muito mais fortes a todas elas”. A Casa Branca pediu a revogação da Seção 230, uma lei que protege as empresas on-line da responsabilidade pelo conteúdo postado por usuários, e, antes mesmo de o Congresso dar alguma definição, as próprias empresas bateram continência.
Na realidade, a censura nas redes sociais é uma das principais campanhas do imperialismo. A internet trouxe consigo uma inédita democratização dos meios de comunicação e fez com que um número imensurável de pessoas pudessem propagar sua indignação com o imperialismo e contra sua política neoliberal. Por isso, o imperialismo busca, de todas as formas, restringir o acesso e o que pode ser dito na internet.
Além disso, Donald Trump ainda é uma ameaça para o governo dos EUA e para a estabilidade do regime imperialista. Ao contrário de Biden, Trump tem um verdadeiro apoio popular, por setores da classe média e mesmo da classe trabalhadora. Apoio esse que é muito manifestado, justamente, nas redes sociais. Enquanto Biden é constantemente desmoralizado, como quando ele tombou de bicicleta e acenou para fantasmas, Trump, mesmo tendo sido banido de diversas redes, cresce diariamente. Ele é reflexo da crise política nos EUA, que gerou uma intensa insatisfação popular. Se Biden não tem verdadeiro apoio popular, Trump tem daqueles que não alcançaram ainda um nível razoável de compreensão política e por isso acham que a extrema-direita os representa.
Ou seja, Biden quer censurar as redes para garantir a estabilidade de seu governo. A estabilidade do principal governo imperialista. É uma campanha aberta em defesa da censura política, da destruição da democracia nas redes. Não tem nada a ver com a segurança da população e a luta contra o terrorismo.
Mesmo assim, as empresas que se dizem defensoras da liberdade e contra a intervenção estatal aplaudiram de pé quando Biden disse que queria que o Congresso “responsabilize as empresas de mídia social por espalhar o ódio”.
Assim, de imediato, ordem dada é ordem cumprida. Biden pediu para que o Congresso se livre da “imunidade especial para empresas de mídia social e imponha requisitos de transparência muito mais fortes a todas elas”. A Casa Branca pediu a revogação da Seção 230, uma lei que protege as empresas on-line da responsabilidade pelo conteúdo postado por usuários, e, antes mesmo de o Congresso dar alguma definição, as próprias empresas bateram continência.
De acordo com um site da própria Casa Branca, o YouTube expandirá sua remoção de conteúdo “glorificando atos violentos” e lançará uma campanha para ajudar usuários jovens a identificar as “táticas de manipulação usadas para espalhar desinformação”. O Twitch tornará mais fácil para os usuários denunciar “ódio e assédio”, a Microsoft usará inteligência artificial para “detectar ameaças credíveis de violência” daqueles que usam seus produtos, e o Meta fará parceria com o Middlebury Institute of International Studies’ Center on Terrorism, Extremismo e Contraterrorismo para “analisar tendências no extremismo violento e… ajudar as comunidades a combatê-lo”.
Ora, mas o conglomerado das empresas de tecnologia do mundo responde às ordens da Casa Branca? Não seriam as Big Techs empresas privadas e autônomas? Não seriam elas defensoras da liberdade?
Não. Efetivamente, os conglomerados capitalistas são grandes irmãos do imperialismo. Irmãos capazes de abrir mão da liberdade de seus clientes e de parte de seu faturamento para defender sua relação fraterna. YouTube, Twitch, Microsoft e Meta estão, antes de tudo, prontas para preservar e proteger o imperialismo e o governo Biden. Elas fazem parte da mesma campanha política. São, em última instância, o imperialismo em si ─ que tem na estrutura governamental dos países desenvolvidos a sua expressão política.
A liberdade pela qual os defensores do capitalismo bravam é uma farsa. As medidas tomadas de prontidão, logo após o discurso de Biden, revelam que o conglomerado capitalista não luta pela liberdade das empresas e das pessoas, mas sim, pela manutenção do seu monopólio econômico, pela sua própria liberdade e pela liberdade de seu regime político esmagar e estabelecer uma ditadura sobre o restante da população.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... -de-trump/
Biden “estatiza” Big Techs para censurar apoiadores de Trump
Depois do discurso de Biden em defesa da censura e da destruição da democracia nas redes, as principais empresas de tecnologia impõem novas medidas de repressão aos usuários
Biden e Bigh Techs, esse é o imperialismo – Foto: ReproduçãoEntre os discursos dos charlatães do liberalismo, muito se fala sobre a importância da independência das entidades privadas. Entretanto, a prezada autonomia das grandes empresas vai só até a página dois. Na última semana, ao seguir com rédea curta as direções de Joe Biden, os grandes conglomerados das empresas de tecnologia se mostraram fiéis aliados do governo norte-americano.
YouTube, Twitch, Microsoft, bem como a empresa-mãe do Facebook e do Instagram, Meta, anunciaram na quinta-feira que vão reforçar o monitoramento e remover conteúdos supostamente odiosos das redes sociais. O anúncio veio em seguida da Cúpula “Unidos Nós Estamos”, organizada pelo representante supremo do imperialismo norte-americano e presidente dos EUA, Joe Biden.
No evento, que contou com lideranças empresariais, policiais e ativistas, Biden requisitou uma maior censura nas redes sociais, controle de armas e uma repressão brutal aos “extremistas das redes sociais”. Ele afirmou que estes extremistas seriam “a ameaça terrorista mais letal na pátria”, e que o Congresso deveria responsabilizar as empresas de redes sociais por espalharem o ódio.
Pois bem, sobre o título de “supremacistas brancos”, “terroristas” e “disseminadores de ódio”, aqueles que serão atingidos pela censura, são, em primeiro plano, apoiadores de Trump que se manifestam nas redes sociais. Trata-se de uma censura com um claro direcionamento político. Não são grandes assassinos e terroristas que estão sendo censurados, mas sim, pessoas comuns que pretendem dar sua opinião por alguma rede virtual.
Na realidade, a censura nas redes sociais é uma das principais campanhas do imperialismo. A internet trouxe consigo uma inédita democratização dos meios de comunicação e fez com que um número imensurável de pessoas pudessem propagar sua indignação com o imperialismo e contra sua política neoliberal. Por isso, o imperialismo busca, de todas as formas, restringir o acesso e o que pode ser dito na internet.
Além disso, Donald Trump ainda é uma ameaça para o governo dos EUA e para a estabilidade do regime imperialista. Ao contrário de Biden, Trump tem um verdadeiro apoio popular, por setores da classe média e mesmo da classe trabalhadora. Apoio esse que é muito manifestado, justamente, nas redes sociais. Enquanto Biden é constantemente desmoralizado, como quando ele tombou de bicicleta e acenou para fantasmas, Trump, mesmo tendo sido banido de diversas redes, cresce diariamente. Ele é reflexo da crise política nos EUA, que gerou uma intensa insatisfação popular. Se Biden não tem verdadeiro apoio popular, Trump tem daqueles que não alcançaram ainda um nível razoável de compreensão política e por isso acham que a extrema-direita os representa.
Ou seja, Biden quer censurar as redes para garantir a estabilidade de seu governo. A estabilidade do principal governo imperialista. É uma campanha aberta em defesa da censura política, da destruição da democracia nas redes. Não tem nada a ver com a segurança da população e a luta contra o terrorismo.
Mesmo assim, as empresas que se dizem defensoras da liberdade e contra a intervenção estatal aplaudiram de pé quando Biden disse que queria que o Congresso “responsabilize as empresas de mídia social por espalhar o ódio”.
Assim, de imediato, ordem dada é ordem cumprida. Biden pediu para que o Congresso se livre da “imunidade especial para empresas de mídia social e imponha requisitos de transparência muito mais fortes a todas elas”. A Casa Branca pediu a revogação da Seção 230, uma lei que protege as empresas on-line da responsabilidade pelo conteúdo postado por usuários, e, antes mesmo de o Congresso dar alguma definição, as próprias empresas bateram continência.
Na realidade, a censura nas redes sociais é uma das principais campanhas do imperialismo. A internet trouxe consigo uma inédita democratização dos meios de comunicação e fez com que um número imensurável de pessoas pudessem propagar sua indignação com o imperialismo e contra sua política neoliberal. Por isso, o imperialismo busca, de todas as formas, restringir o acesso e o que pode ser dito na internet.
Além disso, Donald Trump ainda é uma ameaça para o governo dos EUA e para a estabilidade do regime imperialista. Ao contrário de Biden, Trump tem um verdadeiro apoio popular, por setores da classe média e mesmo da classe trabalhadora. Apoio esse que é muito manifestado, justamente, nas redes sociais. Enquanto Biden é constantemente desmoralizado, como quando ele tombou de bicicleta e acenou para fantasmas, Trump, mesmo tendo sido banido de diversas redes, cresce diariamente. Ele é reflexo da crise política nos EUA, que gerou uma intensa insatisfação popular. Se Biden não tem verdadeiro apoio popular, Trump tem daqueles que não alcançaram ainda um nível razoável de compreensão política e por isso acham que a extrema-direita os representa.
Ou seja, Biden quer censurar as redes para garantir a estabilidade de seu governo. A estabilidade do principal governo imperialista. É uma campanha aberta em defesa da censura política, da destruição da democracia nas redes. Não tem nada a ver com a segurança da população e a luta contra o terrorismo.
Mesmo assim, as empresas que se dizem defensoras da liberdade e contra a intervenção estatal aplaudiram de pé quando Biden disse que queria que o Congresso “responsabilize as empresas de mídia social por espalhar o ódio”.
Assim, de imediato, ordem dada é ordem cumprida. Biden pediu para que o Congresso se livre da “imunidade especial para empresas de mídia social e imponha requisitos de transparência muito mais fortes a todas elas”. A Casa Branca pediu a revogação da Seção 230, uma lei que protege as empresas on-line da responsabilidade pelo conteúdo postado por usuários, e, antes mesmo de o Congresso dar alguma definição, as próprias empresas bateram continência.
De acordo com um site da própria Casa Branca, o YouTube expandirá sua remoção de conteúdo “glorificando atos violentos” e lançará uma campanha para ajudar usuários jovens a identificar as “táticas de manipulação usadas para espalhar desinformação”. O Twitch tornará mais fácil para os usuários denunciar “ódio e assédio”, a Microsoft usará inteligência artificial para “detectar ameaças credíveis de violência” daqueles que usam seus produtos, e o Meta fará parceria com o Middlebury Institute of International Studies’ Center on Terrorism, Extremismo e Contraterrorismo para “analisar tendências no extremismo violento e… ajudar as comunidades a combatê-lo”.
Ora, mas o conglomerado das empresas de tecnologia do mundo responde às ordens da Casa Branca? Não seriam as Big Techs empresas privadas e autônomas? Não seriam elas defensoras da liberdade?
Não. Efetivamente, os conglomerados capitalistas são grandes irmãos do imperialismo. Irmãos capazes de abrir mão da liberdade de seus clientes e de parte de seu faturamento para defender sua relação fraterna. YouTube, Twitch, Microsoft e Meta estão, antes de tudo, prontas para preservar e proteger o imperialismo e o governo Biden. Elas fazem parte da mesma campanha política. São, em última instância, o imperialismo em si ─ que tem na estrutura governamental dos países desenvolvidos a sua expressão política.
A liberdade pela qual os defensores do capitalismo bravam é uma farsa. As medidas tomadas de prontidão, logo após o discurso de Biden, revelam que o conglomerado capitalista não luta pela liberdade das empresas e das pessoas, mas sim, pela manutenção do seu monopólio econômico, pela sua própria liberdade e pela liberdade de seu regime político esmagar e estabelecer uma ditadura sobre o restante da população.
https://www.causaoperaria.org.br/rede/i ... -de-trump/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Ataque ao consumidor
Brasil tem um dos mais altos preços de internet no mundo
Custo para o consumidor é seis vezes mais caro do que nos EUA; ranking é de 81°
Fator evidencia tanto os altos preços de coisas necessárias para a população quanto o baixo valor do salário mínimo no Brasil – Foto: Reprodução
De acordo com uma pesquisa do Digital Quality Life 2022, o Brasil fica em 81° posição entre as 117 da lista quando se trata de custo de banda larga no país.
A pesquisa afirma que, para comprar o plano de internet mais barato do Brasil, alguém que ganha um salário mínimo atual precisaria trabalhar por 6h e 40 minutos, estatística que é 6 vezes maior que, por exemplo, nos Estados Unidos, que está em 7° posição.
Quem ocupa a 1° posição é a Armênia, sendo necessários apenas 18 minutos de trabalho, recebendo um salário mínimo local, para ter um plano de internet.
Esses fatores evidenciam duas coisas: tanto o quanto um plano de internet, assim como diversas outras coisas que fazem parte da vida da população, são necessárias, assim como o valor ínfimo do salário mínimo no Brasil, o qual, de acordo até mesmo com fontes oficiais do governo, já estaria passando de 6 mil reais se fosse realmente atualizado de acordo com a inflação.
https://www.causaoperaria.org.br/nacion ... -no-mundo/
Brasil tem um dos mais altos preços de internet no mundo
Custo para o consumidor é seis vezes mais caro do que nos EUA; ranking é de 81°
Fator evidencia tanto os altos preços de coisas necessárias para a população quanto o baixo valor do salário mínimo no Brasil – Foto: ReproduçãoDe acordo com uma pesquisa do Digital Quality Life 2022, o Brasil fica em 81° posição entre as 117 da lista quando se trata de custo de banda larga no país.
A pesquisa afirma que, para comprar o plano de internet mais barato do Brasil, alguém que ganha um salário mínimo atual precisaria trabalhar por 6h e 40 minutos, estatística que é 6 vezes maior que, por exemplo, nos Estados Unidos, que está em 7° posição.
Quem ocupa a 1° posição é a Armênia, sendo necessários apenas 18 minutos de trabalho, recebendo um salário mínimo local, para ter um plano de internet.
Esses fatores evidenciam duas coisas: tanto o quanto um plano de internet, assim como diversas outras coisas que fazem parte da vida da população, são necessárias, assim como o valor ínfimo do salário mínimo no Brasil, o qual, de acordo até mesmo com fontes oficiais do governo, já estaria passando de 6 mil reais se fosse realmente atualizado de acordo com a inflação.
https://www.causaoperaria.org.br/nacion ... -no-mundo/
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https://meups.com.br/noticias/suposto-h ... -detencao/
A polícia de Londres confirmou que o hacker responsável por divulgar conteúdos de GTA 6 está detido em um centro juvenil.
De acordo com declaração emitida ao Eurogamer, o adolescente de 17 anos se encontra em Highbury Corner desde o dia 24 de setembro e é investigado como um possível cibercriminoso do grupo Lapsus$.
Acusado de ter invadido os servidores da Rockstar Games para roubar dados confidenciais da empresa, o hacker admitiu ter quebrado as leis que garantiam sua fiança, mas não afirmou ter usado seus equipamentos de forma ilegal.
Caso ele seja culpado ao fim do processo, essa seria sua segunda transgressão pública envolvendo ações de crimes cibernéticos.
Isso porque, em março deste ano e ainda com 16 anos de idade, ele foi detido ao lado de outros seis indivíduos por ter afetado os sistemas de empresas como Microsoft e Uber. Desde então, o hacker vem sendo monitorado e agora é indicado como um dos possíveis membros do Lapsus$.
A polícia de Londres confirmou que o hacker responsável por divulgar conteúdos de GTA 6 está detido em um centro juvenil.
De acordo com declaração emitida ao Eurogamer, o adolescente de 17 anos se encontra em Highbury Corner desde o dia 24 de setembro e é investigado como um possível cibercriminoso do grupo Lapsus$.
Acusado de ter invadido os servidores da Rockstar Games para roubar dados confidenciais da empresa, o hacker admitiu ter quebrado as leis que garantiam sua fiança, mas não afirmou ter usado seus equipamentos de forma ilegal.
Caso ele seja culpado ao fim do processo, essa seria sua segunda transgressão pública envolvendo ações de crimes cibernéticos.
Isso porque, em março deste ano e ainda com 16 anos de idade, ele foi detido ao lado de outros seis indivíduos por ter afetado os sistemas de empresas como Microsoft e Uber. Desde então, o hacker vem sendo monitorado e agora é indicado como um dos possíveis membros do Lapsus$.



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https://www.estadao.com.br/link/inovaca ... -pelo-app/
A Cornershop, plataforma de compras da Uber, e o Carrefour fecharam mais uma parceria, desta vez para oferecer entregas de compras de urgência em 15 minutos.
A nova operação vai funcionar a partir de 5 lojas na bandeira Carrefour Express.
A previsão é que sejam acrescentadas ao projeto mais 10 lojas do tipo em São Paulo até o fim do ano. “Se não for até o fim do ano, será logo em seguida”, diz Samuel James, Chief Digital Officer, do Grupo Carrefour.
A Cornershop, plataforma de compras da Uber, e o Carrefour fecharam mais uma parceria, desta vez para oferecer entregas de compras de urgência em 15 minutos.
A nova operação vai funcionar a partir de 5 lojas na bandeira Carrefour Express.
A previsão é que sejam acrescentadas ao projeto mais 10 lojas do tipo em São Paulo até o fim do ano. “Se não for até o fim do ano, será logo em seguida”, diz Samuel James, Chief Digital Officer, do Grupo Carrefour.



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https://www.terra.com.br/byte/biden-anu ... 2vq1a.html
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, divulgará os planos da IBM de investir 20 bilhões de dólares em Nova York na próxima década, em desenvolvimento e fabricação de semicondutores, tecnologia de mainframe, inteligência artificial e computação quântica.
O anúncio é o mais recente de uma série de investimentos revelados desde que Joe Biden assinou o projeto Chips and Science em agosto, que prevê 52 bilhões de dólares em subsídios para fabricação e pesquisa de chips semicondutores.
O governo disse que subsídios são necessários porque a China e a União Europeia estão concedendo bilhões em incentivos para empresas de chips.
Em setembro, Joe Biden esteve em Ohio para falar em local que sediará um complexo de semicondutores da Intel, com investimento esperado de 20 bilhões de dólares.
Na terça-feira, a Micron disse que investirá até 100 bilhões de dólares nos próximos 20 anos para construir um complexo de semicondutores em Nova York, que deverá criar quase 50.000 empregos.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, divulgará os planos da IBM de investir 20 bilhões de dólares em Nova York na próxima década, em desenvolvimento e fabricação de semicondutores, tecnologia de mainframe, inteligência artificial e computação quântica.
O anúncio é o mais recente de uma série de investimentos revelados desde que Joe Biden assinou o projeto Chips and Science em agosto, que prevê 52 bilhões de dólares em subsídios para fabricação e pesquisa de chips semicondutores.
O governo disse que subsídios são necessários porque a China e a União Europeia estão concedendo bilhões em incentivos para empresas de chips.
Em setembro, Joe Biden esteve em Ohio para falar em local que sediará um complexo de semicondutores da Intel, com investimento esperado de 20 bilhões de dólares.
Na terça-feira, a Micron disse que investirá até 100 bilhões de dólares nos próximos 20 anos para construir um complexo de semicondutores em Nova York, que deverá criar quase 50.000 empregos.



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INJUSTIÇA
Microsoft demite cerca de mil colaboladores nos EUA
Quanto mais lucram, menos querem gastar

Segundo divulgado em portal especializado, Axios, hoje (18), a Microsoft demitiu cerca de 1000 funcionários, tornando-se a mais recente empresa de tecnologia dos Estados Unidos a cortar empregos ou reduzir contratações em meio a desaceleração econômica global.
Essa é a lei do imperialismo, quanto mais lucram, mais enxugam suas equipes e exploram ainda mais funcionáarios. Várias empresas de tecnologia, Meta, Twitter e Snap reduziram seus quadros de funcionários nos últimos meses, devido ao aumento de juros para conter inflação, o mundo entra em crises provocadas pelo mesmo capitalismo.
https://causaoperaria.org.br/2022/micro ... s-nos-eua/
Microsoft demite cerca de mil colaboladores nos EUA
Quanto mais lucram, menos querem gastar

Segundo divulgado em portal especializado, Axios, hoje (18), a Microsoft demitiu cerca de 1000 funcionários, tornando-se a mais recente empresa de tecnologia dos Estados Unidos a cortar empregos ou reduzir contratações em meio a desaceleração econômica global.
Essa é a lei do imperialismo, quanto mais lucram, mais enxugam suas equipes e exploram ainda mais funcionáarios. Várias empresas de tecnologia, Meta, Twitter e Snap reduziram seus quadros de funcionários nos últimos meses, devido ao aumento de juros para conter inflação, o mundo entra em crises provocadas pelo mesmo capitalismo.
https://causaoperaria.org.br/2022/micro ... s-nos-eua/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Tecnologia
A Microsoft, a Meta (dona do Instagram e do Facebook) e Alphabet (dona do Google) investiram em vários projetos que não deram resultados financeiros para essas empresas, o tal do metaverso é um desses exemplos.
Então é normal que demitam funcionários de projetos que não deram certo.
Certamente, aqueles funcionários produtivos e geram retorno para a Microsoft ou continuam na empresa ou vão receber ofertas de outras empresas.
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