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https://g1.globo.com/politica/noticia/2 ... pais.ghtml
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes revogou neste domingo (20) a decisão, assinada por ele mesmo na sexta-feira (18), que determinava o bloqueio do aplicativo Telegram em todo o país.
Segundo Alexandre de Moraes, a revogação foi definida porque o Telegram cumpriu as determinações judiciais que estavam pendentes – e que tinham levado o ministro a definir a suspensão do app.
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NOTÍCIAS
O ESTADO DE S.PAULO
A TIM está ampliando seus testes de internet móvel de quinta geração (5G), visando ao lançamento comercial nas capitais assim que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) der a bandeirada, prevista para julho no leilão das licenças.
No fim da última semana, a empresa terminou a implantação no Rio da primeira rede 5G no padrão puro – o chamado standalone, em que as redes são novas e inteiramente dedicadas ao 5G, sem remanejar parte da estrutura do 4G.
A TIM também fechou parceria com a Huawei para testar e implementar uma cobertura ampla da tecnologia em Curitiba.
O presidente da TIM, Alberto Griselli, afirma que a empresa estará pronta para ativar o sinal assim que receber o aval. “Estamos com tudo preparado para julho”.
A TIM está ampliando seus testes de internet móvel de quinta geração (5G), visando ao lançamento comercial nas capitais assim que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) der a bandeirada, prevista para julho no leilão das licenças.
No fim da última semana, a empresa terminou a implantação no Rio da primeira rede 5G no padrão puro – o chamado standalone, em que as redes são novas e inteiramente dedicadas ao 5G, sem remanejar parte da estrutura do 4G.
A TIM também fechou parceria com a Huawei para testar e implementar uma cobertura ampla da tecnologia em Curitiba.
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NOTÍCIAS
O ESTADO DE S.PAULO
O Grupo de Acompanhamento das Obrigações da Faixa de 3,5 GHZ (Gaispi) aprovou ontem um prazo adicional de 60 dias para as operadoras começarem a rodar a tecnologia 5G nas capitais.
Assim, o novo limite seria estendido para o dia 29 de setembro de 2022.
A decisão ainda precisa ser avaliada pelo conselho da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A tecnologia 5G é a quinta geração das redes de comunicação móveis. Ela promete velocidades até 20 vezes superiores às da 4G.
Apesar do novo prazo, o conselheiro da Anatel e presidente do Gaispi, Moisés Moreira, afirmou ao Estadão/broadcast que o sinal 5G poderá começar a funcionar em centros urbanos dentro do período previsto originalmente, 31 de julho de 2022.
De acordo com Moisés Moreira, a medida foi tomada por “cautela”. Segundo ele, as empresas relataram escassez de equipamentos necessários para a implantação do 5G. É o caso do aparelho que funciona como filtro nas antenas profissionais, para que não haja interferência com o sinal do 5G.
Em nota, a Anatel reforçou que o prazo adicional foi adotado pela “impossibilidade de entrega de equipamentos pela indústria”, especialmente para a mitigação de interferências nas estações satelitais, dentro do prazo original.
Segundo o órgão, a Entidade Administradora da Faixa de 3,5 GHZ (EAF) justificou que o lockdown na China, a escassez de semicondutores, as limitações do transporte aéreo e a demora no desembaraço aduaneiro trouxeram impactos ao projeto.
“O grupo aprovou ainda que a proposta deverá prever a possibilidade de antecipação da liberação do uso de faixa em determinadas áreas de prestação, conforme avaliação a ser realizada pela EAF e aprovada pelo Gaispi, mediante comunicação ao conselho diretor”, afirmou a Anatel, acrescentando que o edital do leilão do 5G já previa prorrogação do prazo por 60 dias, desde que constatadas dificuldades técnicas.
O Grupo de Acompanhamento das Obrigações da Faixa de 3,5 GHZ (Gaispi) aprovou ontem um prazo adicional de 60 dias para as operadoras começarem a rodar a tecnologia 5G nas capitais.
Assim, o novo limite seria estendido para o dia 29 de setembro de 2022.
A decisão ainda precisa ser avaliada pelo conselho da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A tecnologia 5G é a quinta geração das redes de comunicação móveis. Ela promete velocidades até 20 vezes superiores às da 4G.
Apesar do novo prazo, o conselheiro da Anatel e presidente do Gaispi, Moisés Moreira, afirmou ao Estadão/broadcast que o sinal 5G poderá começar a funcionar em centros urbanos dentro do período previsto originalmente, 31 de julho de 2022.
De acordo com Moisés Moreira, a medida foi tomada por “cautela”. Segundo ele, as empresas relataram escassez de equipamentos necessários para a implantação do 5G. É o caso do aparelho que funciona como filtro nas antenas profissionais, para que não haja interferência com o sinal do 5G.
Em nota, a Anatel reforçou que o prazo adicional foi adotado pela “impossibilidade de entrega de equipamentos pela indústria”, especialmente para a mitigação de interferências nas estações satelitais, dentro do prazo original.
Segundo o órgão, a Entidade Administradora da Faixa de 3,5 GHZ (EAF) justificou que o lockdown na China, a escassez de semicondutores, as limitações do transporte aéreo e a demora no desembaraço aduaneiro trouxeram impactos ao projeto.
“O grupo aprovou ainda que a proposta deverá prever a possibilidade de antecipação da liberação do uso de faixa em determinadas áreas de prestação, conforme avaliação a ser realizada pela EAF e aprovada pelo Gaispi, mediante comunicação ao conselho diretor”, afirmou a Anatel, acrescentando que o edital do leilão do 5G já previa prorrogação do prazo por 60 dias, desde que constatadas dificuldades técnicas.



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Dinheiro Sujo
Democratas usam lucros de biolaboratórios para financiar campanha
Grandes farmacêuticas, o Pentágono e os principais democratas estão envolvidos em um esquema de pesquisa secreto, segundo a Rússia
Joe Biden e Hillary Clinton – Reuters (Reprodução)
–RT / Brasil 247 – Democratas nos EUA fizeram parceria com grandes empresas farmacêuticas e fundações amigáveis lideradas por George Soros e Bill Gates para estabelecer pesquisas biológicas na Ucrânia, usando o projeto para gerar financiamento adicional para eleições, disseram os militares russos na quarta-feira no último briefing sobre os biolaboratórios.
“É preciso dizer que os ideólogos da pesquisa biológica militar dos EUA na Ucrânia são líderes do Partido Democrata”, disse o tenente-general Igor Kirillov, chefe da Força Russa de Proteção Química, Biológica e de Radiação.
O governo dos EUA criou uma forma de financiar a pesquisa biológica e militar diretamente do orçamento federal, mas também usou garantias do governo para arrecadar fundos de “organizações não governamentais controladas pela liderança do Partido Democrata”, acrescentou Kirillov.
Como exemplo de tais organizações, ele mostrou um slide com os nomes da Fundação Bill e Melinda Gates, a Fundação [Bill e Hillary] Clinton, a Open Society e fundos de investimento de George Soros, a Fundação Rockefeller, a EcoHealth Alliance e a Rosemont de Hunter Biden. Parceiros Sêneca.
Kirillov também nomeou a Pfizer, Moderna, Merck e Gilead como “grandes empresas farmacêuticas” envolvidas neste esquema, usando-o para testar medicamentos, ignorando os padrões internacionais de segurança. Isso reduz o custo de sua pesquisa e desenvolvimento, argumentou Kirillov, e o aumento nos lucros farmacêuticos “permite que os líderes do Partido Democrata recebam contribuições financeiras adicionais para campanhas eleitorais e ocultem sua distribuição”.
Usando a Ucrânia como um teste efetivamente fora do controle internacional e alavancando as capacidades tecnológicas das empresas farmacêuticas transnacionais, o Pentágono “expandiu significativamente seu potencial de pesquisa não apenas no campo da criação de armas biológicas, mas também na obtenção de informações sobre resistência a antibióticos e presença de anticorpos a certas doenças em populações de regiões específicas”, observou Kirillov.
O chefe do Comitê de Investigação da Rússia, Alexander Bastrykin, disse à RT na semana passada que seu serviço “identificou claramente” americanos envolvidos em pesquisas biológicas militares na Ucrânia, incluindo funcionários do Departamento de Defesa dos EUA e várias empresas ligadas ao Pentágono.
Os EUA gastaram mais de US$ 224 milhões em programas biológicos na Ucrânia entre 2005 e o início de 2022, disse Bastrykin.
Os militares russos já apresentaram evidências do envolvimento do governo dos EUA em biolaboratórios ucranianos antes. No final de março, Kirillov mostrou slides que apontavam para o filho do atual presidente dos EUA, Joe Biden, Hunter, estar envolvido na obtenção de financiamento para alguns dos projetos. Kirillov também apresentou documentação que mostrava que Kiev estava interessado em equipar drones para distribuição de patógenos armados.
A Rússia atacou o estado vizinho no final de fevereiro, após o fracasso da Ucrânia em implementar os termos dos acordos de Minsk, assinados pela primeira vez em 2014, e o eventual reconhecimento por Moscou das repúblicas de Donbass de Donetsk e Lugansk. Os protocolos de intermediação alemã e francesa foram projetados para dar às regiões separatistas um status especial dentro do estado ucraniano.
Desde então, o Kremlin exigiu que a Ucrânia se declarasse oficialmente um país neutro que nunca se juntará ao bloco militar da Otan liderado pelos EUA. Kiev insiste que a ofensiva russa foi completamente espontânea e negou as alegações de que planejava retomar as duas repúblicas pela força.
https://www.causaoperaria.org.br/artigo ... -campanha/
Democratas usam lucros de biolaboratórios para financiar campanha
Grandes farmacêuticas, o Pentágono e os principais democratas estão envolvidos em um esquema de pesquisa secreto, segundo a Rússia
Joe Biden e Hillary Clinton – Reuters (Reprodução)–RT / Brasil 247 – Democratas nos EUA fizeram parceria com grandes empresas farmacêuticas e fundações amigáveis lideradas por George Soros e Bill Gates para estabelecer pesquisas biológicas na Ucrânia, usando o projeto para gerar financiamento adicional para eleições, disseram os militares russos na quarta-feira no último briefing sobre os biolaboratórios.
“É preciso dizer que os ideólogos da pesquisa biológica militar dos EUA na Ucrânia são líderes do Partido Democrata”, disse o tenente-general Igor Kirillov, chefe da Força Russa de Proteção Química, Biológica e de Radiação.
O governo dos EUA criou uma forma de financiar a pesquisa biológica e militar diretamente do orçamento federal, mas também usou garantias do governo para arrecadar fundos de “organizações não governamentais controladas pela liderança do Partido Democrata”, acrescentou Kirillov.
Como exemplo de tais organizações, ele mostrou um slide com os nomes da Fundação Bill e Melinda Gates, a Fundação [Bill e Hillary] Clinton, a Open Society e fundos de investimento de George Soros, a Fundação Rockefeller, a EcoHealth Alliance e a Rosemont de Hunter Biden. Parceiros Sêneca.
Kirillov também nomeou a Pfizer, Moderna, Merck e Gilead como “grandes empresas farmacêuticas” envolvidas neste esquema, usando-o para testar medicamentos, ignorando os padrões internacionais de segurança. Isso reduz o custo de sua pesquisa e desenvolvimento, argumentou Kirillov, e o aumento nos lucros farmacêuticos “permite que os líderes do Partido Democrata recebam contribuições financeiras adicionais para campanhas eleitorais e ocultem sua distribuição”.
Usando a Ucrânia como um teste efetivamente fora do controle internacional e alavancando as capacidades tecnológicas das empresas farmacêuticas transnacionais, o Pentágono “expandiu significativamente seu potencial de pesquisa não apenas no campo da criação de armas biológicas, mas também na obtenção de informações sobre resistência a antibióticos e presença de anticorpos a certas doenças em populações de regiões específicas”, observou Kirillov.
O chefe do Comitê de Investigação da Rússia, Alexander Bastrykin, disse à RT na semana passada que seu serviço “identificou claramente” americanos envolvidos em pesquisas biológicas militares na Ucrânia, incluindo funcionários do Departamento de Defesa dos EUA e várias empresas ligadas ao Pentágono.
Os EUA gastaram mais de US$ 224 milhões em programas biológicos na Ucrânia entre 2005 e o início de 2022, disse Bastrykin.
Os militares russos já apresentaram evidências do envolvimento do governo dos EUA em biolaboratórios ucranianos antes. No final de março, Kirillov mostrou slides que apontavam para o filho do atual presidente dos EUA, Joe Biden, Hunter, estar envolvido na obtenção de financiamento para alguns dos projetos. Kirillov também apresentou documentação que mostrava que Kiev estava interessado em equipar drones para distribuição de patógenos armados.
A Rússia atacou o estado vizinho no final de fevereiro, após o fracasso da Ucrânia em implementar os termos dos acordos de Minsk, assinados pela primeira vez em 2014, e o eventual reconhecimento por Moscou das repúblicas de Donbass de Donetsk e Lugansk. Os protocolos de intermediação alemã e francesa foram projetados para dar às regiões separatistas um status especial dentro do estado ucraniano.
Desde então, o Kremlin exigiu que a Ucrânia se declarasse oficialmente um país neutro que nunca se juntará ao bloco militar da Otan liderado pelos EUA. Kiev insiste que a ofensiva russa foi completamente espontânea e negou as alegações de que planejava retomar as duas repúblicas pela força.
https://www.causaoperaria.org.br/artigo ... -campanha/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Open source é o mesmo que Software Livre?
A criação colaborativa de softwares e sua distribuição precisam visar o bem de toda a humanidade, e não se deixar restringir a um modelo de negócio.
Softwares Livre X Open Source – Montagem – DCO
Emmanuel Ferro – ColTec (Coletivo de Tecnologia do PCO)
A discussão proposta nesse artigo tem como base o documentário Revolution OS disponibilizado com legendas pelo canal Diolinux no Youtube, disponível aqui.
Revolution OS foi produzido em 2001 para contar a história de 20 anos da GNU, do Linux, do Open Source, e do movimento Software Livre. Dirigido por J. T. S. Moore, o filme mostra em 1 hora e 25 minutos entrevistas com os principais atores desse movimento, hackers e empresários como Richard Stallman, Michael Tiemann, Linus Torvalds, Larry Augustin, Eric S. Raymond, Bruce Perens, Frank Hecker e Brian Behlendorf.
Todo esse movimento nasceu com militância de Richard Stallman, engenheiro do Massachusetts Institute of Technology (MIT), em oposição ao surgimento do software proprietário em 1976, evento marcado pela publicação de uma carta aberta escrita por Bill Gates (co-fundador da Microsoft) intitulada “Carta Aberta aos Hobbystas”. Nesse documento, Gates expressa indignação e preocupação com o compartilhamento de software, prática corrente desde os primórdios da programação de computadores, e propõe um novo modelo com base na cobrança de royalties e na proteção da propriedade intelectual.
A gênese do movimento Software Livre é o surgimento do projeto GNU, de Richard Stallman, criado com a intenção de oferecer um sistema operacional (SO) baseado em UNIX, que pudesse ser mantido pela comunidade e disponibilizado sem restrições a qualquer pessoa. O Projeto GNU produziu um arcabouço legal através da GPL (General Public License), que serviu de base para um amplo movimento ideológico focado na produção colaborativa de software e no compartilhamento irrestrito dessas soluções. A GPLv3 é até hoje a licença de Software Livre mais usada no mundo. (Saiba mais). https://www.gnu.org/licenses/gpl-3.0.html
O projeto GNU permaneceu relativamente anônimo até 1991 quando incorporou o kernel Linux, desenvolvido pelo finlandês Linus Torvalds. O Linux trouxe o conceito de microkernel, permitindo modularizar o SO e tornando-o muito flexível, sendo uma inovação frente ao kernel monolítico do MS-Windows, uma peça única de software. Essa característica permitiu que milhares de pessoas criassem e melhorassem separadamente as partes constituintes do GNU/Linux, criando um ciclo de evolução por partes, enquanto seu concorrente era obrigado a gerar uma nova versão do SO a cada modificação significativa. A modularização do GNU/Linux facilitou seu desenvolvimento, o que rapidamente fez dele um concorrente à altura dos rivais.
O tema do Software Livre ganhou força com a evolução do GNU/Linux. Em 1998, um usuário de computadores australiano requereu na justiça de seu país, e obteve êxito, com a devolução do valor pago pela licença do Windows que veio em seu computador. A prática da venda casada de hardware e software fez da Microsoft a empresa mais rica do mundo. A partir dessa iniciativa, muitos entusiastas do Software Livre passaram a contestar o modelo de negócios da Microsoft. O episódio na Austrália ensejou um grupo de 150 ativistas a realizarem um protesto em frente a sede da Microsoft na Califórnia, conquistando o direito de comprar um notebook sem Windows nos Estados Unidos. No Brasil, vários usuários solicitaram o ressarcimento a ponto de alguns fabricantes passarem a disponibilizar uma opção com Linux.
Hoje, muita gente trata open source como sinônimo de Software Livre, mas isso não está correto. Bruce Perens e Eric Raymond criaram o Manifesto Open Source com a preocupação de dar um sentido prático e empresarial ao movimento do Software Livre. A posição de Parens sobre o assunto pode ser vista neste trecho. No instante 1:03:50 do documentário Eric Raymond é questionado se a prática de compartilhar software pelo bem das pessoas não seria algo comunista, ao que ele responde enfaticamente: “Absolutamente sem sentido, fico com muito raiva quando fazem isso”. Para Raymond, comunismo é uma ideologia que força as pessoas a compartilharem, sob a ameaça de prisão ou de morte, enquanto que open source estimula o compartilhamento voluntário. Esse é um argumento desprovido de qualquer reflexão sobre uma doutrina política estudada há mais de um século, e é uma afirmação absurda, para não dizer estúpida, difícil de se esperar de um gênio da programação.
A ginástica mental de Raymond para afastar a ideia de que compartilhar e cooperar são características do comunismo o levou a buscar distância do termo Software Livre (Free Software em inglês) exatamente para evitar a palavra Free, que é a mesma em inglês tanto para livre quanto para grátis, sendo um desconforto para um capitalista e sua busca constante pela mais-valia.
Stallman, por outro lado, afirma que o Movimento Open Source foca em vantagens práticas, enquanto a sua visão expressa no termo Software Livre enxerga algo bem mais importante que é a liberdade em cooperar e constituir uma comunidade. Isso diz respeito a melhorar a qualidade de vida, o que implica no surgimento de uma sociedade melhor. Confira o depoimento de Richard Stallman (veja).
Certamente nenhum desses hackers nunca foi simpático ao comunismo, mas ainda assim todos eles perceberam, à sua maneira, como a burguesia busca se apropriar rapidamente das inovações. Constataram igualmente como estas inovações encontram um ambiente favorável para florescer quando a liberdade criativa se alia ao cooperativismo. Isso explica como o Linux saiu de 10.000 linhas de código no início da década de 1990 para se tornar quase uma unanimidade entre os servidores de aplicação anos mais tarde, a despeito de concorrer com uma empresa multibilionária. Hoje, as grandes empresas de TI se renderam ao Linux, inclusive a Microsoft, que investe milhões no desenvolvimento de soluções Open Source que lhe interessam diretamente.
Os conceitos de Open Source e Software Livre estão tão próximos a ponto de não constituir-se um absurdo total afirmar que são a mesma coisa, pois ambos implicam na publicidade do código fonte e portanto afastam igualmente a propriedade intelectual sobre o software. No entanto, o propósito a que cada termo atende nos obriga a refletir sobre as implicações políticas de criar tecnologia de forma colaborativa, e da importância que o compartilhamento irrestrito dessa tecnologia tem para o equilíbrio e a prosperidade da humanidade. Não podemos aceitar que tudo isso seja apenas um modelo de negócios, que em algum momento torne alguém capaz de acumular riqueza a partir do trabalho de uma comunidade, mesmo que todos nessa comunidade se beneficiem de alguma forma. Cooperar e compartilhar são uma forma de resolver juntos problemas que afetam a todos e a disponibilidade de levar esta resolução a outras pessoas.
É triste constatar que aquilo que surgiu do idealismo de hackers apaixonados dividiu-se posteriormente entre o idealismos libertário e um mero modelo de negócios que, embora seja igualmente progressista, busca distanciar-se das implicação políticas guardadas no cerne do movimento. Dessa forma, imbuídos da rebeldia inata aos hackers, os revolucionários da tecnologia, devemos preferir o uso do termo original “Software Livre” em oposição ao termo Open Source, ou mesmo seu equivalente em português Código Aberto. Fazemos isso para destacar as qualidades libertárias e socialistas que o movimento sempre teve, mesmo que estas qualidades tenham se revelado a contragosto e à revelia de alguns de seus criadores pioneiros.
https://www.causaoperaria.org.br/artigo ... are-livre/
Open source é o mesmo que Software Livre?
A criação colaborativa de softwares e sua distribuição precisam visar o bem de toda a humanidade, e não se deixar restringir a um modelo de negócio.
Softwares Livre X Open Source – Montagem – DCOEmmanuel Ferro – ColTec (Coletivo de Tecnologia do PCO)
A discussão proposta nesse artigo tem como base o documentário Revolution OS disponibilizado com legendas pelo canal Diolinux no Youtube, disponível aqui.
Revolution OS foi produzido em 2001 para contar a história de 20 anos da GNU, do Linux, do Open Source, e do movimento Software Livre. Dirigido por J. T. S. Moore, o filme mostra em 1 hora e 25 minutos entrevistas com os principais atores desse movimento, hackers e empresários como Richard Stallman, Michael Tiemann, Linus Torvalds, Larry Augustin, Eric S. Raymond, Bruce Perens, Frank Hecker e Brian Behlendorf.
Todo esse movimento nasceu com militância de Richard Stallman, engenheiro do Massachusetts Institute of Technology (MIT), em oposição ao surgimento do software proprietário em 1976, evento marcado pela publicação de uma carta aberta escrita por Bill Gates (co-fundador da Microsoft) intitulada “Carta Aberta aos Hobbystas”. Nesse documento, Gates expressa indignação e preocupação com o compartilhamento de software, prática corrente desde os primórdios da programação de computadores, e propõe um novo modelo com base na cobrança de royalties e na proteção da propriedade intelectual.
A gênese do movimento Software Livre é o surgimento do projeto GNU, de Richard Stallman, criado com a intenção de oferecer um sistema operacional (SO) baseado em UNIX, que pudesse ser mantido pela comunidade e disponibilizado sem restrições a qualquer pessoa. O Projeto GNU produziu um arcabouço legal através da GPL (General Public License), que serviu de base para um amplo movimento ideológico focado na produção colaborativa de software e no compartilhamento irrestrito dessas soluções. A GPLv3 é até hoje a licença de Software Livre mais usada no mundo. (Saiba mais). https://www.gnu.org/licenses/gpl-3.0.html
O projeto GNU permaneceu relativamente anônimo até 1991 quando incorporou o kernel Linux, desenvolvido pelo finlandês Linus Torvalds. O Linux trouxe o conceito de microkernel, permitindo modularizar o SO e tornando-o muito flexível, sendo uma inovação frente ao kernel monolítico do MS-Windows, uma peça única de software. Essa característica permitiu que milhares de pessoas criassem e melhorassem separadamente as partes constituintes do GNU/Linux, criando um ciclo de evolução por partes, enquanto seu concorrente era obrigado a gerar uma nova versão do SO a cada modificação significativa. A modularização do GNU/Linux facilitou seu desenvolvimento, o que rapidamente fez dele um concorrente à altura dos rivais.
O tema do Software Livre ganhou força com a evolução do GNU/Linux. Em 1998, um usuário de computadores australiano requereu na justiça de seu país, e obteve êxito, com a devolução do valor pago pela licença do Windows que veio em seu computador. A prática da venda casada de hardware e software fez da Microsoft a empresa mais rica do mundo. A partir dessa iniciativa, muitos entusiastas do Software Livre passaram a contestar o modelo de negócios da Microsoft. O episódio na Austrália ensejou um grupo de 150 ativistas a realizarem um protesto em frente a sede da Microsoft na Califórnia, conquistando o direito de comprar um notebook sem Windows nos Estados Unidos. No Brasil, vários usuários solicitaram o ressarcimento a ponto de alguns fabricantes passarem a disponibilizar uma opção com Linux.
Hoje, muita gente trata open source como sinônimo de Software Livre, mas isso não está correto. Bruce Perens e Eric Raymond criaram o Manifesto Open Source com a preocupação de dar um sentido prático e empresarial ao movimento do Software Livre. A posição de Parens sobre o assunto pode ser vista neste trecho. No instante 1:03:50 do documentário Eric Raymond é questionado se a prática de compartilhar software pelo bem das pessoas não seria algo comunista, ao que ele responde enfaticamente: “Absolutamente sem sentido, fico com muito raiva quando fazem isso”. Para Raymond, comunismo é uma ideologia que força as pessoas a compartilharem, sob a ameaça de prisão ou de morte, enquanto que open source estimula o compartilhamento voluntário. Esse é um argumento desprovido de qualquer reflexão sobre uma doutrina política estudada há mais de um século, e é uma afirmação absurda, para não dizer estúpida, difícil de se esperar de um gênio da programação.
A ginástica mental de Raymond para afastar a ideia de que compartilhar e cooperar são características do comunismo o levou a buscar distância do termo Software Livre (Free Software em inglês) exatamente para evitar a palavra Free, que é a mesma em inglês tanto para livre quanto para grátis, sendo um desconforto para um capitalista e sua busca constante pela mais-valia.
Stallman, por outro lado, afirma que o Movimento Open Source foca em vantagens práticas, enquanto a sua visão expressa no termo Software Livre enxerga algo bem mais importante que é a liberdade em cooperar e constituir uma comunidade. Isso diz respeito a melhorar a qualidade de vida, o que implica no surgimento de uma sociedade melhor. Confira o depoimento de Richard Stallman (veja).
Certamente nenhum desses hackers nunca foi simpático ao comunismo, mas ainda assim todos eles perceberam, à sua maneira, como a burguesia busca se apropriar rapidamente das inovações. Constataram igualmente como estas inovações encontram um ambiente favorável para florescer quando a liberdade criativa se alia ao cooperativismo. Isso explica como o Linux saiu de 10.000 linhas de código no início da década de 1990 para se tornar quase uma unanimidade entre os servidores de aplicação anos mais tarde, a despeito de concorrer com uma empresa multibilionária. Hoje, as grandes empresas de TI se renderam ao Linux, inclusive a Microsoft, que investe milhões no desenvolvimento de soluções Open Source que lhe interessam diretamente.
Os conceitos de Open Source e Software Livre estão tão próximos a ponto de não constituir-se um absurdo total afirmar que são a mesma coisa, pois ambos implicam na publicidade do código fonte e portanto afastam igualmente a propriedade intelectual sobre o software. No entanto, o propósito a que cada termo atende nos obriga a refletir sobre as implicações políticas de criar tecnologia de forma colaborativa, e da importância que o compartilhamento irrestrito dessa tecnologia tem para o equilíbrio e a prosperidade da humanidade. Não podemos aceitar que tudo isso seja apenas um modelo de negócios, que em algum momento torne alguém capaz de acumular riqueza a partir do trabalho de uma comunidade, mesmo que todos nessa comunidade se beneficiem de alguma forma. Cooperar e compartilhar são uma forma de resolver juntos problemas que afetam a todos e a disponibilidade de levar esta resolução a outras pessoas.
É triste constatar que aquilo que surgiu do idealismo de hackers apaixonados dividiu-se posteriormente entre o idealismos libertário e um mero modelo de negócios que, embora seja igualmente progressista, busca distanciar-se das implicação políticas guardadas no cerne do movimento. Dessa forma, imbuídos da rebeldia inata aos hackers, os revolucionários da tecnologia, devemos preferir o uso do termo original “Software Livre” em oposição ao termo Open Source, ou mesmo seu equivalente em português Código Aberto. Fazemos isso para destacar as qualidades libertárias e socialistas que o movimento sempre teve, mesmo que estas qualidades tenham se revelado a contragosto e à revelia de alguns de seus criadores pioneiros.
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Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Caralho, até nesse tópico meterem política no meio. Devem meter política no meio até de sexo.
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Tudo é político, principalmente essa questão do software livre.
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Rapaz, se juntar os dois dá uma foda e tanto.
JF CH
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piadaitaliano/F42 escreveu: ↑18 Abr 2021, 21:26com todo o perdão da palavra e com toda a certeza que eu serei punido, piada é a cabeça da minha piroca! porra mano, eu tive que adicionar seu nome como "pseudo" pré candidato a moderação lá no datafórum e você agora fala que é piada? o que vc tem na sua cabeça, mano?




