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https://g1.globo.com/economia/tecnologi ... ampaign=g1

A Amazon revelou um projeto "inspirado na natureza" para a sua segunda sede, que será construída em Arlington, no norte de Virgínia, nos Estados Unidos.
A peça central do novo empreendimento será um edifício no formato de uma dupla hélice, cercado por jardins com plantas nativas da região.

A Amazon revelou um projeto "inspirado na natureza" para a sua segunda sede, que será construída em Arlington, no norte de Virgínia, nos Estados Unidos.
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NOTÍCIAS
https://veja.abril.com.br/economia/gove ... ma-ameaca/
Em meio a um cenário de escassez de vacina da Covid-19, em que o Brasil ficou mais propenso a aceitar a tecnologia 5G da China em troca de liberação de insumos para os imunizantes prometidos ao Instituto Butantan, os Estados Unidos de Joe Biden demonstram que não mudarão muito sua política, em comparação com os Estados Unidos de Donald Trump, quando o assunto é a tecnologia produzida no país asiático.
A pedido de VEJA, o Departamento de Estado americano respondeu como o novo governo vai tratar do tema do 5G e a resposta parecia estar vindo do antigo governo Trump: “a tecnologia está no centro da competição EUA-China.
A China está disposta a fazer o que for preciso para obter vantagem tecnológica — roubar propriedade intelectual, praticar espionagem industrial e forçar a transferência de tecnologia”, disse, por e-mail, a porta-voz do Departamento de Estado, Julia Mason. “O presidente Biden está firmemente comprometido em garantir que as empresas chinesas não façam uso indevido de dados americanos — e em garantir que a tecnologia dos EUA não apoie as atividades malignas da China.”
No caso específico da Huawei, a resposta foi ainda mais direta : como disse o secretário de imprensa da Casa Branca na semana passada, “o equipamento de telecomunicações, feito por fornecedores não confiáveis, incluindo a Huawei, é uma ameaça à segurança dos EUA e de nossos aliados. Garantiremos que as redes de telecomunicações americanas não usem equipamentos de fornecedores não confiáveis e trabalharemos com aliados para proteger suas redes de telecomunicações e fazer investimentos para expandir a produção de equipamentos de telecomunicações por empresas americanas e aliadas de confiança.”
Como se pode notar, não há meias palavras no discurso do departamento de estado americano. Ela ainda acrescentou que os Estados Unidos têm de jogar uma defesa melhor, que deve incluir responsabilizar a China por suas práticas injustas e ilegais. “E garantir que as tecnologias americanas não estejam facilitando o crescimento militar da China ou abusos dos direitos humanos.”
O posicionamento firme acontece apenas uma semana depois de o presidente chinês, Xi Jinping, dizer em Davos que não se pode começar uma nova Guerra Fria e conclamar os países a criar uma governança mundial. “Criar pequenos círculos e começar uma nova guerra fria, rejeitar, ameaçar ou intimidar os outros, impor à força o desatrelamento das economias, da cadeia de abastecimento ou sanções e causar isolamento ou estrangulamento econômico só vai provocar uma maior divisão do mundo e até mesmo levar ao confronto”, disse o presidente chinês no evento.
A tecnologia 5G está no centro desta discussão e interessa especialmente ao Brasil, que está exatamente neste momento tomando a decisão de como vai conduzir o processo. A expectativa é de que o leilão de 5G aconteça até junho. Até pouco tempo, o governo Bolsonaro estava disposto a banir a Huawei do país. Chegou a assinar um documento que apoiava as regras de redes limpas, um projeto do governo Trump chamado de Clean Network e que tratava do banimento da Huawei. Mas quando o Brasil se viu dependente do insumo chinês para fabricar as duas principais vacinas contra a Covid-19, a estratégia mudou. O Itamaraty não deu declarações sobre o assunto e sugeriu que a reportagem procurasse o Ministério das Comunicações.
Para o leilão de 5G, o governo decidiu na sexta-feira passada liberar que as operadoras de telefonia comprassem o equipamento da empresa chinesa Huawei. O ministro das comunicações incluiu a China em uma agenda de viagem para conhecer a tecnologia nos países que já usam o 5G, incluindo também a Suécia, a Finlândia, a Coreia do Sul e o Japão. Mas tomou uma precaução : exigiu das operadoras que construam uma rede autônoma segura para ser usada pelo governo federal. Na portaria do ministério, em que são elencadas as regras para o leilão, não há menção à Huawei, o que em princípio, poderia significar que a empresa está apta a fornecer os equipamentos para todas as redes brasileiras. Mas a portaria também diz que os fornecedores que construirão a rede a ser utilizada pelo governo e os Poderes da República precisam seguir as regras de governança corporativa do mercado acionário brasileiro. Isso significa publicar balanço, ter atas de reunião de conselho e assembleia de acionistas, por exemplo. A Huawei não tem capital aberto em nenhum lugar do mundo e não tem esse nível de transparência.
Ou seja, o edital deve permitir que a empresa chinesa participe dos projetos das operadoras de telecomunicações para instalarem as suas redes de 5G privadas, mas não terá permissão para que seus equipamentos façam parte da rede para uso do governo que deve ser construída pelas operadoras em contrapartida por ganharem a licença das frequências de telefonia de nova geração.
A Huawei é a maior fabricante de equipamentos que fazem as redes de telefonia móvel funcionarem, e é conhecida por oferecer produtos por menor custo do que suas rivais escandinavas Ericsson e Nokia, que já dominaram o setor no passado. Mesmo no Brasil a chinesa tem maior participação de mercado na 4G.
A discussão em torno da evolução para o 5G é mundial, pois vai redefinir as rumos das telecomunicações. Cirurgias à distância, carros autônomos, robôs inteligentes. Um novo mundo de internet das coisas vai começar. É tamanha a importância que os líderes mundiais cuidam pessoalmente do assunto. No mesmo evento de Davos em que Xi Jinping previu uma nova Guerra Fria, a chanceler alemã, Angela Merkel, disse que o grande poder econômico dos EUA certamente pode configurar certos padrões na tecnologia 5G. “É por isso mesmo que nós, como europeus, devemos decidir de forma inteligente como vamos lidar com as ofertas chinesas nessa era digital.” E alertou: “Não quero um novo mundo bipolar. Sou contra dizer ‘aqui estão os EUA e ali a China’, e os países precisam se agrupar em torno de um ou de outro”.
Em meio a um cenário de escassez de vacina da Covid-19, em que o Brasil ficou mais propenso a aceitar a tecnologia 5G da China em troca de liberação de insumos para os imunizantes prometidos ao Instituto Butantan, os Estados Unidos de Joe Biden demonstram que não mudarão muito sua política, em comparação com os Estados Unidos de Donald Trump, quando o assunto é a tecnologia produzida no país asiático.
A pedido de VEJA, o Departamento de Estado americano respondeu como o novo governo vai tratar do tema do 5G e a resposta parecia estar vindo do antigo governo Trump: “a tecnologia está no centro da competição EUA-China.
A China está disposta a fazer o que for preciso para obter vantagem tecnológica — roubar propriedade intelectual, praticar espionagem industrial e forçar a transferência de tecnologia”, disse, por e-mail, a porta-voz do Departamento de Estado, Julia Mason. “O presidente Biden está firmemente comprometido em garantir que as empresas chinesas não façam uso indevido de dados americanos — e em garantir que a tecnologia dos EUA não apoie as atividades malignas da China.”
No caso específico da Huawei, a resposta foi ainda mais direta : como disse o secretário de imprensa da Casa Branca na semana passada, “o equipamento de telecomunicações, feito por fornecedores não confiáveis, incluindo a Huawei, é uma ameaça à segurança dos EUA e de nossos aliados. Garantiremos que as redes de telecomunicações americanas não usem equipamentos de fornecedores não confiáveis e trabalharemos com aliados para proteger suas redes de telecomunicações e fazer investimentos para expandir a produção de equipamentos de telecomunicações por empresas americanas e aliadas de confiança.”
Como se pode notar, não há meias palavras no discurso do departamento de estado americano. Ela ainda acrescentou que os Estados Unidos têm de jogar uma defesa melhor, que deve incluir responsabilizar a China por suas práticas injustas e ilegais. “E garantir que as tecnologias americanas não estejam facilitando o crescimento militar da China ou abusos dos direitos humanos.”
O posicionamento firme acontece apenas uma semana depois de o presidente chinês, Xi Jinping, dizer em Davos que não se pode começar uma nova Guerra Fria e conclamar os países a criar uma governança mundial. “Criar pequenos círculos e começar uma nova guerra fria, rejeitar, ameaçar ou intimidar os outros, impor à força o desatrelamento das economias, da cadeia de abastecimento ou sanções e causar isolamento ou estrangulamento econômico só vai provocar uma maior divisão do mundo e até mesmo levar ao confronto”, disse o presidente chinês no evento.
A tecnologia 5G está no centro desta discussão e interessa especialmente ao Brasil, que está exatamente neste momento tomando a decisão de como vai conduzir o processo. A expectativa é de que o leilão de 5G aconteça até junho. Até pouco tempo, o governo Bolsonaro estava disposto a banir a Huawei do país. Chegou a assinar um documento que apoiava as regras de redes limpas, um projeto do governo Trump chamado de Clean Network e que tratava do banimento da Huawei. Mas quando o Brasil se viu dependente do insumo chinês para fabricar as duas principais vacinas contra a Covid-19, a estratégia mudou. O Itamaraty não deu declarações sobre o assunto e sugeriu que a reportagem procurasse o Ministério das Comunicações.
Para o leilão de 5G, o governo decidiu na sexta-feira passada liberar que as operadoras de telefonia comprassem o equipamento da empresa chinesa Huawei. O ministro das comunicações incluiu a China em uma agenda de viagem para conhecer a tecnologia nos países que já usam o 5G, incluindo também a Suécia, a Finlândia, a Coreia do Sul e o Japão. Mas tomou uma precaução : exigiu das operadoras que construam uma rede autônoma segura para ser usada pelo governo federal. Na portaria do ministério, em que são elencadas as regras para o leilão, não há menção à Huawei, o que em princípio, poderia significar que a empresa está apta a fornecer os equipamentos para todas as redes brasileiras. Mas a portaria também diz que os fornecedores que construirão a rede a ser utilizada pelo governo e os Poderes da República precisam seguir as regras de governança corporativa do mercado acionário brasileiro. Isso significa publicar balanço, ter atas de reunião de conselho e assembleia de acionistas, por exemplo. A Huawei não tem capital aberto em nenhum lugar do mundo e não tem esse nível de transparência.
Ou seja, o edital deve permitir que a empresa chinesa participe dos projetos das operadoras de telecomunicações para instalarem as suas redes de 5G privadas, mas não terá permissão para que seus equipamentos façam parte da rede para uso do governo que deve ser construída pelas operadoras em contrapartida por ganharem a licença das frequências de telefonia de nova geração.
A Huawei é a maior fabricante de equipamentos que fazem as redes de telefonia móvel funcionarem, e é conhecida por oferecer produtos por menor custo do que suas rivais escandinavas Ericsson e Nokia, que já dominaram o setor no passado. Mesmo no Brasil a chinesa tem maior participação de mercado na 4G.
A discussão em torno da evolução para o 5G é mundial, pois vai redefinir as rumos das telecomunicações. Cirurgias à distância, carros autônomos, robôs inteligentes. Um novo mundo de internet das coisas vai começar. É tamanha a importância que os líderes mundiais cuidam pessoalmente do assunto. No mesmo evento de Davos em que Xi Jinping previu uma nova Guerra Fria, a chanceler alemã, Angela Merkel, disse que o grande poder econômico dos EUA certamente pode configurar certos padrões na tecnologia 5G. “É por isso mesmo que nós, como europeus, devemos decidir de forma inteligente como vamos lidar com as ofertas chinesas nessa era digital.” E alertou: “Não quero um novo mundo bipolar. Sou contra dizer ‘aqui estão os EUA e ali a China’, e os países precisam se agrupar em torno de um ou de outro”.



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NOTÍCIAS
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2 ... o-5g.shtml
Somente as operadoras de telefonia participarão do leilão 5G, mas outros setores entraram na disputa pela defesa de seus interesses.
Nesse tabuleiro, o serviço de recepção da TV aberta por parabólica, por exemplo, poderá ser regulamentado. Hoje ele é clandestino.
As divergências sobre o 5G se devem à proposta de edital, um documento em preparo pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que segue diretrizes do Ministério das Comunicações para as regras do certame.
Superada a possível restrição à participação da gigante chinesa Huawei da construção das redes 5G, o governo espera realizar o leilão no final de junho de 2021.
O primeiro conflito relevante ocorre entre as teles e as emissoras de TV. Na proposta, a Anatel decidiu delegar para a telefonia 5G uma faixa de frequência (3,5 GHz) hoje utilizada pela radiodifusão e empresas de satélites.
As frequências são avenidas no ar por onde trafegam os sinais. Fora delas ocorrem interferências entre os diferentes sinais das empresas. As emissoras afirmam que, por esta frequência, mais de 20 milhões de domicílios assistem à TV aberta em locais onde a recepção pelas antenas convencionais de TV é inexistente ou precária. Dizem que existem canais com audiência maior na parabólica do que pelas antenas tradicionais.
Em boa parte, os sinais que chegam nesses locais via satélite já são digitais. Cerca de 15% dos canais ainda chegam com qualidade analógica, segundo operadores.
O 5G vai mexer nesse negócio. Pela proposta, as teles ficarão na frequência de 3,5 GHz e os satélites migrarão para outra faixa, com sinais totalmente digitais. Essa operação gera custos.
As emissoras que ainda não têm sinais digitais no satélite terão de investir nesse aprimoramento técnico. Especialmente as TVs de pequeno porte vinham resistindo a esse gasto. Faziam a transmissão digital via satélite entre as geradoras e suas afiliadas, e não para atender as parabólicas.
Pela proposta em discussão na Anatel, as teles terão de comprar receptores e distribuir para aqueles que só veem TV via parabólica. Elas, no entanto, são contrárias a esse modelo.
Querem distribuir filtros (para mitigação de possíveis interferências) e manter os satélites na mesma faixa de frequência. Dizem que o país está optando por fazer política pública com um serviço que hoje é pirata.
A transmissão de TV aberta para parabólica acabou se tornando um efeito colateral da troca de sinais entre as geradoras e suas afiliadas. Por questões técnicas, sinais desciam “sem proteção” – uma espécie de criptografia – podendo, assim, serem captados pelas antenas parabólicas em solo.
No entanto, pelo volume de domicílios que hoje se valem desse artifício para assistir a TV aberta, o governo decidiu que ele não pode ser desprezado por uma “questão social”, e esse segmento acabou ganhando certa “proteção” por decretos passados.
Com o 5G, já existe a discussão de uma “atenção especial a esse segmento” entre os técnicos do Ministério das Comunicações. Há chances de que o serviço seja regulamentado.
O modelo, no entanto, ainda está em aberto; poderia ser exclusivo para concessionárias de TV ou aberto para todos os canais que hoje estiverem sendo recebidos por parabólicas.
Para as teles, esse processo custaria muito mais e levaria a atrasos na oferta comercial do 5G, em cerca de três anos.
A avaliação dos radiodifusores é a de que o cronograma da Anatel deixa bastante claro que a migração teria de estar concluída em 300 dias. Somente após, as teles poderão explorar a faixa de 3,5 GHz com o 5G, um processo conhecido como "limpeza da faixa".
As emissoras afirmam que esse processo já ocorreu no passado e não houve atrasos substanciais. No 4G, a Anatel leiloou a faixa de 700 MHz, que também era usada pela radiodifusão.
Outro ponto nevrálgico se refere à definição do padrão técnico das redes 5G. O relator do processo na agência, o conselheiro Carlos Baigorri, definiu que sejam redes novas e que operem somente com o chamado Stand-Alone.
No setor, esse padrão é conhecido como Stand-Alone ou “5G puro” porque pressupõe a construção de uma rede própria, independente da infraestrutura 4G e 3G em funcionamento.
Para as teles, essa rede custará bilhões e ainda não há um modelo de negócio capaz de rentabilizá-la em menos de dois anos.
Técnicos da Anatel concordam que no modelo de negócio “operadora-cliente” esse negócio resultará em prejuízo. No entanto, defendem que haverá outras frentes de exploração comercial : a oferta de conexão em altíssima velocidade sem fios (FWA) e as soluções “operadora-indústria”, a chamada indústria 4.0, que pressupõe a digitalização das plantas industriais e conexão entre máquinas : a internet das coisas.
A Tim concorda com esse padrão. As líderes Vivo e Claro são contrárias – querem explorar o 5G na estrutura atual enquanto ganham tempo para construírem a tal “rede 5G pura”.
Nem a Anatel, nem o governo querem impedir as operadoras de oferecer o que chamam de “4,5GPlus”, um serviço com velocidade de 5G (cem vezes mais rápido que o 4G) nas redes atuais.
No entanto, não concordam com o pleito das teles de considerar localidades cobertas pelo “4,5GPus” como se tivessem 5G.
A chinesa Huawei é hoje a fornecedora de mais da metade das redes instaladas em operação no país. Há operadoras que só possuem aparato chinês em funcionamento. A gigante asiática tem soluções 5G para as redes atuais, algumas já em uso pelas operadoras. Seria, portanto, naturalmente escolhida para a próxima etapa.
No entanto, se o padrão vencedor for mesmo o 5G puro, os equipamentos da Huawei não conversarão com essa rede. Tampouco o dos concorrentes.
Ou seja, com essa decisão fabricantes como Nokia e Ericsson estarão em igualdade com a Huawei para a construção das redes puramente 5G. O jogo "começaria do zero".
Somente as operadoras de telefonia participarão do leilão 5G, mas outros setores entraram na disputa pela defesa de seus interesses.
Nesse tabuleiro, o serviço de recepção da TV aberta por parabólica, por exemplo, poderá ser regulamentado. Hoje ele é clandestino.
As divergências sobre o 5G se devem à proposta de edital, um documento em preparo pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que segue diretrizes do Ministério das Comunicações para as regras do certame.
Superada a possível restrição à participação da gigante chinesa Huawei da construção das redes 5G, o governo espera realizar o leilão no final de junho de 2021.
O primeiro conflito relevante ocorre entre as teles e as emissoras de TV. Na proposta, a Anatel decidiu delegar para a telefonia 5G uma faixa de frequência (3,5 GHz) hoje utilizada pela radiodifusão e empresas de satélites.
As frequências são avenidas no ar por onde trafegam os sinais. Fora delas ocorrem interferências entre os diferentes sinais das empresas. As emissoras afirmam que, por esta frequência, mais de 20 milhões de domicílios assistem à TV aberta em locais onde a recepção pelas antenas convencionais de TV é inexistente ou precária. Dizem que existem canais com audiência maior na parabólica do que pelas antenas tradicionais.
Em boa parte, os sinais que chegam nesses locais via satélite já são digitais. Cerca de 15% dos canais ainda chegam com qualidade analógica, segundo operadores.
O 5G vai mexer nesse negócio. Pela proposta, as teles ficarão na frequência de 3,5 GHz e os satélites migrarão para outra faixa, com sinais totalmente digitais. Essa operação gera custos.
As emissoras que ainda não têm sinais digitais no satélite terão de investir nesse aprimoramento técnico. Especialmente as TVs de pequeno porte vinham resistindo a esse gasto. Faziam a transmissão digital via satélite entre as geradoras e suas afiliadas, e não para atender as parabólicas.
Pela proposta em discussão na Anatel, as teles terão de comprar receptores e distribuir para aqueles que só veem TV via parabólica. Elas, no entanto, são contrárias a esse modelo.
Querem distribuir filtros (para mitigação de possíveis interferências) e manter os satélites na mesma faixa de frequência. Dizem que o país está optando por fazer política pública com um serviço que hoje é pirata.
A transmissão de TV aberta para parabólica acabou se tornando um efeito colateral da troca de sinais entre as geradoras e suas afiliadas. Por questões técnicas, sinais desciam “sem proteção” – uma espécie de criptografia – podendo, assim, serem captados pelas antenas parabólicas em solo.
No entanto, pelo volume de domicílios que hoje se valem desse artifício para assistir a TV aberta, o governo decidiu que ele não pode ser desprezado por uma “questão social”, e esse segmento acabou ganhando certa “proteção” por decretos passados.
Com o 5G, já existe a discussão de uma “atenção especial a esse segmento” entre os técnicos do Ministério das Comunicações. Há chances de que o serviço seja regulamentado.
O modelo, no entanto, ainda está em aberto; poderia ser exclusivo para concessionárias de TV ou aberto para todos os canais que hoje estiverem sendo recebidos por parabólicas.
Para as teles, esse processo custaria muito mais e levaria a atrasos na oferta comercial do 5G, em cerca de três anos.
A avaliação dos radiodifusores é a de que o cronograma da Anatel deixa bastante claro que a migração teria de estar concluída em 300 dias. Somente após, as teles poderão explorar a faixa de 3,5 GHz com o 5G, um processo conhecido como "limpeza da faixa".
As emissoras afirmam que esse processo já ocorreu no passado e não houve atrasos substanciais. No 4G, a Anatel leiloou a faixa de 700 MHz, que também era usada pela radiodifusão.
Outro ponto nevrálgico se refere à definição do padrão técnico das redes 5G. O relator do processo na agência, o conselheiro Carlos Baigorri, definiu que sejam redes novas e que operem somente com o chamado Stand-Alone.
No setor, esse padrão é conhecido como Stand-Alone ou “5G puro” porque pressupõe a construção de uma rede própria, independente da infraestrutura 4G e 3G em funcionamento.
Para as teles, essa rede custará bilhões e ainda não há um modelo de negócio capaz de rentabilizá-la em menos de dois anos.
Técnicos da Anatel concordam que no modelo de negócio “operadora-cliente” esse negócio resultará em prejuízo. No entanto, defendem que haverá outras frentes de exploração comercial : a oferta de conexão em altíssima velocidade sem fios (FWA) e as soluções “operadora-indústria”, a chamada indústria 4.0, que pressupõe a digitalização das plantas industriais e conexão entre máquinas : a internet das coisas.
A Tim concorda com esse padrão. As líderes Vivo e Claro são contrárias – querem explorar o 5G na estrutura atual enquanto ganham tempo para construírem a tal “rede 5G pura”.
Nem a Anatel, nem o governo querem impedir as operadoras de oferecer o que chamam de “4,5GPlus”, um serviço com velocidade de 5G (cem vezes mais rápido que o 4G) nas redes atuais.
No entanto, não concordam com o pleito das teles de considerar localidades cobertas pelo “4,5GPus” como se tivessem 5G.
A chinesa Huawei é hoje a fornecedora de mais da metade das redes instaladas em operação no país. Há operadoras que só possuem aparato chinês em funcionamento. A gigante asiática tem soluções 5G para as redes atuais, algumas já em uso pelas operadoras. Seria, portanto, naturalmente escolhida para a próxima etapa.
No entanto, se o padrão vencedor for mesmo o 5G puro, os equipamentos da Huawei não conversarão com essa rede. Tampouco o dos concorrentes.
Ou seja, com essa decisão fabricantes como Nokia e Ericsson estarão em igualdade com a Huawei para a construção das redes puramente 5G. O jogo "começaria do zero".



- JF CH
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Eu tô com uma dúvida e não sabia onde perguntar, então vai nesse tópico mesmo.
Como eu faço pra diminuir os MB de uma imagem? Por exemplo, eu tenho que enviar uma foto, mas o limite é de 1 MB, e a foto tem cerca de 2,5 MB. Acho que o @Noizuresu que manja mais pode me ajudar
Como eu faço pra diminuir os MB de uma imagem? Por exemplo, eu tenho que enviar uma foto, mas o limite é de 1 MB, e a foto tem cerca de 2,5 MB. Acho que o @Noizuresu que manja mais pode me ajudar
JF CH
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piadaitaliano/F42 escreveu: ↑18 Abr 2021, 21:26com todo o perdão da palavra e com toda a certeza que eu serei punido, piada é a cabeça da minha piroca! porra mano, eu tive que adicionar seu nome como "pseudo" pré candidato a moderação lá no datafórum e você agora fala que é piada? o que vc tem na sua cabeça, mano?
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A foto está em JPEG? Se sim, é só você diminuir a resolução ou diminuir um pouquinho da qualidade (esse site faz isso: https://compressjpeg.com/). Eu fiz um teste, o tamanho fica bem menor e nem dá pra perceber que a qualidade diminuiu.JF CHmaníaco escreveu: ↑19 Fev 2021, 12:26Como eu faço pra diminuir os MB de uma imagem? Por exemplo, eu tenho que enviar uma foto, mas o limite é de 1 MB, e a foto tem cerca de 2,5 MB. Acho que o @Noizuresu que manja mais pode me ajudar
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Perfeito, deu certinho. Gratidão! 
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piadaitaliano/F42 escreveu: ↑18 Abr 2021, 21:26com todo o perdão da palavra e com toda a certeza que eu serei punido, piada é a cabeça da minha piroca! porra mano, eu tive que adicionar seu nome como "pseudo" pré candidato a moderação lá no datafórum e você agora fala que é piada? o que vc tem na sua cabeça, mano?
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https://teletime.com.br/23/02/2021/mini ... lao-de-5g/
O custo estimado pelo Ministério das Comunicações para as duas políticas públicas incluídas pela Portaria 1.924/2021 para o edital de 5G representariam um custo total de R$ 2,5 bilhões.
A estimativa consta de um ofício encaminhado à Anatel pelo Ministério das Comunicações, que estima em R$ 1,5 bilhão o custo do Programa Amazônica Integrada e Sustentável (PAIS) e em R$ 1 bilhão o custo da rede privativa para comunicações estratégicas do governo.
Além disso, o governo teria dado garantias de que tais estimativas funcionarão como um teto para os vencedores do edital, de modo que, caso os projetos excedam esta previsão, não haveria aportes adicionais.
Este noticiário apurou ainda que a rede privativa está calculada com base na premissa de atendimento de cerca de 16 mil pontos governamentais em todas as capitais brasileiras, mais a rede móvel no Distrito Federal.
O custo estimado pelo Ministério das Comunicações para as duas políticas públicas incluídas pela Portaria 1.924/2021 para o edital de 5G representariam um custo total de R$ 2,5 bilhões.
A estimativa consta de um ofício encaminhado à Anatel pelo Ministério das Comunicações, que estima em R$ 1,5 bilhão o custo do Programa Amazônica Integrada e Sustentável (PAIS) e em R$ 1 bilhão o custo da rede privativa para comunicações estratégicas do governo.
Além disso, o governo teria dado garantias de que tais estimativas funcionarão como um teto para os vencedores do edital, de modo que, caso os projetos excedam esta previsão, não haveria aportes adicionais.
Este noticiário apurou ainda que a rede privativa está calculada com base na premissa de atendimento de cerca de 16 mil pontos governamentais em todas as capitais brasileiras, mais a rede móvel no Distrito Federal.



- E.R
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https://www1.folha.uol.com.br/colunas/p ... o-5g.shtml
O presidente da Anatel, Leonardo Euler, vai apresentar sua proposta para o edital do 5G e uma das possibilidades deve ser a de que as metas de implantação de antenas 5G tenham a opção de começar pelo interior, em vez das capitais.
O objetivo é estimular a competição incentivando modelos de negócios que comecem pelo adensamento da infraestrutura do interior, além de atender políticas públicas de redução das desigualdades de conexão entre municípios.
A preocupação de que o 5G não fique restrito apenas às áreas rentáveis das capitais é uma assunto que deve crescer nos próximos meses.
O presidente da Anatel, Leonardo Euler, vai apresentar sua proposta para o edital do 5G e uma das possibilidades deve ser a de que as metas de implantação de antenas 5G tenham a opção de começar pelo interior, em vez das capitais.
O objetivo é estimular a competição incentivando modelos de negócios que comecem pelo adensamento da infraestrutura do interior, além de atender políticas públicas de redução das desigualdades de conexão entre municípios.
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https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2 ... 2022.shtml
A Anatel decidiu que a operação comercial do 5G no país deverá começar pelas principais capitais a partir de julho de 2022.
O novo cronograma antecipa em seis meses a estreia da telefonia de quinta geração e obriga as operadoras que vencerem o leilão previsto para junho deste ano a construírem redes exclusivas para o novo serviço.
Depois de junho, virão cidades com mais de 500 mil habitantes. Esse processo será escalonado e será concluído no início de 2026, quando o serviço chegar às localidades com menos de 30 mil habitantes.
No leilão do 5G, as empresas farão lances para as licenças de uso de quatro faixas de frequências - 700 MHz; 2,3 GHz; 3,5 GHz e 26 GHz. Essas faixas serão divididas em blocos.
A migração dos satélites para outra faixa de frequência (banda Ku), foi mantido.
A Anatel decidiu que a operação comercial do 5G no país deverá começar pelas principais capitais a partir de julho de 2022.
O novo cronograma antecipa em seis meses a estreia da telefonia de quinta geração e obriga as operadoras que vencerem o leilão previsto para junho deste ano a construírem redes exclusivas para o novo serviço.
Depois de junho, virão cidades com mais de 500 mil habitantes. Esse processo será escalonado e será concluído no início de 2026, quando o serviço chegar às localidades com menos de 30 mil habitantes.
No leilão do 5G, as empresas farão lances para as licenças de uso de quatro faixas de frequências - 700 MHz; 2,3 GHz; 3,5 GHz e 26 GHz. Essas faixas serão divididas em blocos.
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https://veja.abril.com.br/blog/radar/st ... o-para-5g/
Uma decisão do Supremo Tribunal Federal julgou inconstitucional a Lei de Antenas de São Paulo.
A prefeitura e a câmara municipal recorreram da primeira decisão, em dezembro do ano passado, mas os recursos foram derrubados por unanimidade pela Primeira Turma do Supremo.
A lei paulistana 13.756/2.004 impõe diversas restrições que acabariam por limitar a instalação de infraestrutura de telecomunicações na cidade.
A decisão do STF ocorre justamente em um momento em que o país aguarda a chegada do 5G.
Na semana passada, a Anatel aprovou o edital da nova tecnologia que prevê atender as capitais até julho de 2022.
A implantação do 5G requer mais antenas – com maior proximidade entre elas se comparado a outras tecnologias – o que teria dificuldades de se tornar viável na cidade com a legislação em vigor até então.
Uma decisão do Supremo Tribunal Federal julgou inconstitucional a Lei de Antenas de São Paulo.
A prefeitura e a câmara municipal recorreram da primeira decisão, em dezembro do ano passado, mas os recursos foram derrubados por unanimidade pela Primeira Turma do Supremo.
A lei paulistana 13.756/2.004 impõe diversas restrições que acabariam por limitar a instalação de infraestrutura de telecomunicações na cidade.
A decisão do STF ocorre justamente em um momento em que o país aguarda a chegada do 5G.
Na semana passada, a Anatel aprovou o edital da nova tecnologia que prevê atender as capitais até julho de 2022.
A implantação do 5G requer mais antenas – com maior proximidade entre elas se comparado a outras tecnologias – o que teria dificuldades de se tornar viável na cidade com a legislação em vigor até então.



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https://www1.folha.uol.com.br/tec/2021/ ... coes.shtml
O ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD), afirmou que haverá uma fase de transição em que a telefonia 5G funcionará por meio de um esquema híbrido formado por redes novas, exclusivamente para a quinta geração, e as redes 4G e 3G.
As declarações foram dadas durante reunião do Grupo de Trabalho do 5G da Câmara dos Deputados.
De acordo com o ministro, esse sistema funcionará ao longo de seis anos, prazo máximo para que as teles vencedoras do certame tenham instalado toda a infraestrutura 5G.
O leilão estava previsto para junho, mas deve ocorrer em meados de julho.
O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) deverá acompanhar a disputa para monitarar possíveis combinações de preços, já que se espera a participação de poucas empresas — Vivo, Claro e Tim.
O ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD), afirmou que haverá uma fase de transição em que a telefonia 5G funcionará por meio de um esquema híbrido formado por redes novas, exclusivamente para a quinta geração, e as redes 4G e 3G.
As declarações foram dadas durante reunião do Grupo de Trabalho do 5G da Câmara dos Deputados.
De acordo com o ministro, esse sistema funcionará ao longo de seis anos, prazo máximo para que as teles vencedoras do certame tenham instalado toda a infraestrutura 5G.
O leilão estava previsto para junho, mas deve ocorrer em meados de julho.
O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) deverá acompanhar a disputa para monitarar possíveis combinações de preços, já que se espera a participação de poucas empresas — Vivo, Claro e Tim.



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https://blogs.oglobo.globo.com/lauro-ja ... t-tvs.html
Nada menos que 98% dos aparelhos de televisão vendidos no Brasil em 2020 foram smart TVs, de acordo com um levantamento inédito da Eletros, a Associação Nacional de Produtos Eletroeletrônicos.
O brasileiro está comprando televisores cada vez maiores, de acordo com a mesma pesquisa.
Do total de aparelhos comercializados em 2020, quase a metade (41,5%) foi de TVs acima de 45 polegadas.
Nada menos que 98% dos aparelhos de televisão vendidos no Brasil em 2020 foram smart TVs, de acordo com um levantamento inédito da Eletros, a Associação Nacional de Produtos Eletroeletrônicos.
O brasileiro está comprando televisores cada vez maiores, de acordo com a mesma pesquisa.
Do total de aparelhos comercializados em 2020, quase a metade (41,5%) foi de TVs acima de 45 polegadas.







