![]() Governador de Porto Rico anuncia renúncia após onda de protestos Após quase duas semanas de protestos em massa, o governador de Porto Rico, Ricardo Rosselló, anunciou nesta quarta-feira (25.jul.2019) sua renúncia a partir de 2 de agosto. O político está no centro de um escândalo desencadeado pelo vazamento de uma conversa entre ele e alguns de seus assessores. Nas mensagens vazadas, trocadas no aplicativo Telegram, o governador e outros 11 membros de sua equipe usam linguagem obscena para debochar de jornalistas, mulheres, políticos, artistas, membros da comunidade LGBT e vítimas do furacão Maria, que atingiu a ilha há quase dois anos. https://www.poder360.com.br/internacion ... protestos/ Presidente da Tunísia morre aos 92 anos https://www.poder360.com.br/internacion ... s-92-anos/ |
Mundo
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Victor235
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Re: Mundo
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Mundo
Desabamento em boate deixa mortos e feridos na Coreia do Sul
Atletas que participam do Mundial de Natação estavam no local; segundo andar desabou com cerca de 100 pessoas.
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019 ... -sul.ghtml
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Re: América Latina
O ESTADO DE S.PAULO
O governo brasileiro aceitará o pedido de reunião feito pelos paraguaios para tratar de Itaipu.
O encontro será realizado em Brasília, provavelmente amanhã, com representantes da chancelaria dos dois países, entre eles o vice chanceler do Paraguai, Antonio Riva Palacios.
A decisão foi tomada ontem de manhã pelo presidente Jair Bolsonaro, que recebeu os ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o diretor-geral da usina, general Silva e Luna.
Ainda que tenha aceitado realizar a reunião, o governo brasileiro vai cobrar o cumprimento das tratativas fechadas com o Paraguai sobre a contratação da potência da usina de Itaipu.
Assinada em 24 de maio por integrantes dos ministérios de Relações Exteriores de ambos os países, a ata visa, segundo o governo brasileiro, resolver o desequilíbrio praticado há anos pelo lado paraguaio, que tem aproveitado a energia excedente, mais barata, para atrair indústrias e investimentos.
Há dois meses, o Brasil aguardava que o Paraguai regulamentasse a proposta e, em razão da sensibilidade do tema, tratava o assunto com reserva.
O lado brasileiro negociou na ata um reequilíbrio gradual, para ser cumprido até 2022, para evitar um tarifaço nas contas paraguaias.
Pela proposta acertada entre os dois países, o Paraguai se comprometeria a adquirir, neste ano, uma potência 9,6% maior do que a de 2019, e um nível 12% maior nos anos de 2020, 2021 e 2022.
O Tratado de Itaipu embute um subsídio para a energia do Paraguai que é paga pelos consumidores brasileiros, diz o presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores (Abrace), Paulo Pedrosa. “É como se a conta de luz dos brasileiros tivesse um ‘encargo de política externa’. Existe um subsídio pago por nós ao Paraguai e isso precisa ser dito”, disse Paulo Pedrosa.
Para Paulo Pedrosa, essa situação gera um paradoxo, em que o Brasil perde investimentos justamente por ter uma tarifa cara. “Em um momento em que o Brasil não cresce e a indústria não investe, o Paraguai cresce 6% ao ano, incluindo investimentos dos empresários brasileiros que migram para o país vizinho para aproveitar a energia barata”, acrescentou.
Em 2018, os paraguaios pagaram, em média, US$ 24 por megawatt-hora (MWh), enquanto os brasileiros despenderam US$ 38 por MWh, em média – considerando energia associada a potência, que é mais cara, e a energia adicional ou excedente, que é bem mais barata, pois exclui o custo do financiamento da usina. Isso significou R$ 1,6 bilhão a mais para a conta do consumidor brasileiro no ano passado.
O governo brasileiro aceitará o pedido de reunião feito pelos paraguaios para tratar de Itaipu.
O encontro será realizado em Brasília, provavelmente amanhã, com representantes da chancelaria dos dois países, entre eles o vice chanceler do Paraguai, Antonio Riva Palacios.
A decisão foi tomada ontem de manhã pelo presidente Jair Bolsonaro, que recebeu os ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o diretor-geral da usina, general Silva e Luna.
Ainda que tenha aceitado realizar a reunião, o governo brasileiro vai cobrar o cumprimento das tratativas fechadas com o Paraguai sobre a contratação da potência da usina de Itaipu.
Assinada em 24 de maio por integrantes dos ministérios de Relações Exteriores de ambos os países, a ata visa, segundo o governo brasileiro, resolver o desequilíbrio praticado há anos pelo lado paraguaio, que tem aproveitado a energia excedente, mais barata, para atrair indústrias e investimentos.
Há dois meses, o Brasil aguardava que o Paraguai regulamentasse a proposta e, em razão da sensibilidade do tema, tratava o assunto com reserva.
O lado brasileiro negociou na ata um reequilíbrio gradual, para ser cumprido até 2022, para evitar um tarifaço nas contas paraguaias.
Pela proposta acertada entre os dois países, o Paraguai se comprometeria a adquirir, neste ano, uma potência 9,6% maior do que a de 2019, e um nível 12% maior nos anos de 2020, 2021 e 2022.
O Tratado de Itaipu embute um subsídio para a energia do Paraguai que é paga pelos consumidores brasileiros, diz o presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores (Abrace), Paulo Pedrosa. “É como se a conta de luz dos brasileiros tivesse um ‘encargo de política externa’. Existe um subsídio pago por nós ao Paraguai e isso precisa ser dito”, disse Paulo Pedrosa.
Para Paulo Pedrosa, essa situação gera um paradoxo, em que o Brasil perde investimentos justamente por ter uma tarifa cara. “Em um momento em que o Brasil não cresce e a indústria não investe, o Paraguai cresce 6% ao ano, incluindo investimentos dos empresários brasileiros que migram para o país vizinho para aproveitar a energia barata”, acrescentou.
Em 2018, os paraguaios pagaram, em média, US$ 24 por megawatt-hora (MWh), enquanto os brasileiros despenderam US$ 38 por MWh, em média – considerando energia associada a potência, que é mais cara, e a energia adicional ou excedente, que é bem mais barata, pois exclui o custo do financiamento da usina. Isso significou R$ 1,6 bilhão a mais para a conta do consumidor brasileiro no ano passado.



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Re: América Latina
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019 ... aipu.ghtml
Brasil e Paraguai anularam, nesta quinta-feira (1º), a ata sobre compra de energia da usina de Itaipu assinada em maio por representantes dos dois países que iniciou uma crise política no governo de Mario Abdo Benítez.
Em seguida, a bancada Honor Colorado, ligada ao ex-presidente Horacio Cartes, que é da base de apoio do mandatário, mas estava alinhada à proposta de fazer um julgamento político que poderia resultar em impeachment, declarou que mudou de posição. O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara dos Deputados paraguaia, Pedro Alliana.
Com isso, segundo a imprensa paraguaia, acaba a chance de a oposição avançar com o processo de deposição.
O embaixador do Brasil no Paraguai, Carlos Alberto Simas Magalhães, assinou em Assunção um documento em que o Estado brasileiro reconhece a decisão do Estado paraguaio de anular a renegociação que faria o país vizinho pagar mais caro pela energia da usina binacional.
O ministro das Relações Exteriores paraguaio, Antonio Rivas Palacios, destacou que, desta forma, as negociações a respeito voltam à estaca zero.
Brasil e Paraguai anularam, nesta quinta-feira (1º), a ata sobre compra de energia da usina de Itaipu assinada em maio por representantes dos dois países que iniciou uma crise política no governo de Mario Abdo Benítez.
Em seguida, a bancada Honor Colorado, ligada ao ex-presidente Horacio Cartes, que é da base de apoio do mandatário, mas estava alinhada à proposta de fazer um julgamento político que poderia resultar em impeachment, declarou que mudou de posição. O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara dos Deputados paraguaia, Pedro Alliana.
Com isso, segundo a imprensa paraguaia, acaba a chance de a oposição avançar com o processo de deposição.
O embaixador do Brasil no Paraguai, Carlos Alberto Simas Magalhães, assinou em Assunção um documento em que o Estado brasileiro reconhece a decisão do Estado paraguaio de anular a renegociação que faria o país vizinho pagar mais caro pela energia da usina binacional.
O ministro das Relações Exteriores paraguaio, Antonio Rivas Palacios, destacou que, desta forma, as negociações a respeito voltam à estaca zero.



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Victor235
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Re: América Latina
| Mensagens deixam vice-presidente do Paraguai em situação delicada Uma situação envolvendo o Brasil criou uma crise no Paraguai. Nas mensagens, o advogado Rodríguez diz estar tratando, em nome do vice-presidente, do interesse da compra de energia por parte de representantes da empresa brasileira Léros, que, segundo as mensagens, representariam a "família presidencial do país vizinho", ou seja, a família do presidente Jair Bolsonaro. Rodríguez menciona ainda Alexandre Giordano, suplente do senador Major Olímpio (PSL-SP), como receptor da carta de intenções relacionada à venda de energia ao Brasil. Em sua apresentação diante do Congresso no começo da semana, Velázquez afirmou que Rodríguez não o representa e que não o conhece. Depois, no mesmo depoimento, entrou em contradição e afirmou ter ido com o advogado a um evento esportivo. A imprensa paraguaia mostrou fotos de redes sociais que mostram Rodríguez e um dos filhos do vice-presidente em festas, dizendo tratar-se de um amigo da família. https://www.noticiasaominuto.com.br/mun ... o-delicada |
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Re: Mundo
| Atentado a tiros deixa mortos em hipermercado em El Paso, nos Estados Unidos O presidente Donald Trump lamentou a tragédia via Twitter. Disse ter conversado com o governador texano, o republicano Greg Abbott, e prometido todo o apoio do Governo Federal. “Que Deus esteja com todos vocês!”, concluiu. https://www.poder360.com.br/internacion ... os-unidos/ Bolsonaro defende política de armamento ao comentar sobre massacres nos EUA "Lamento. Agora, não é desarmando o povo que você vai evitar isso aí", afirmou o presidente, na frente do Palácio da Alvorada. https://www.msn.com/pt-br/noticias/bras ... ar-AAFkg5F? |
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Re: América Latina
Jair Bolsonaro : "Eu tenho uma boa relação com o presidente Evo Morales. A Bolívia quer entrar no Mercosul, mas a gente vai impor condições. Nós entendemos, queremos o bem da Bolívia, mas eles vão chegar pra dançar conosco. Mas a Bolívia é muito bem vinda".
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Vai acabar saindo a Venezuela do Mercosul e entrando a Bolívia.
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Re: América Latina
Ué, já esqueceram o que esse sujeito fez com as refinarias da Petrobrás na Bolívia há alguns anos? Não deveria ter acordo nenhum com essa gente.
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Re: América Latina
Exato.Barbano escreveu:Ué, já esqueceram o que esse sujeito fez com as refinarias da Petrobrás na Bolívia há alguns anos? Não deveria ter acordo nenhum com essa gente.
Deveriam era negociar a saída da Venezuela do Mercosul e a entrada de outros países mais liberais e democráticos, como Peru e Colômbia. Bolívia, enquanto o Evo estiver no poder, deveria ser carta fora do baralho.
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Re: América Latina
Alguns sacrifícios são necessários para preservar aliados. Lula não deu pitaco para o sequestro das refinarias pra preservar o aliado e a mesma coisa aconteceu com o Bolsonaro e o Abdo em relação a Itaipu.Barbano escreveu:Ué, já esqueceram o que esse sujeito fez com as refinarias da Petrobrás na Bolívia há alguns anos? Não deveria ter acordo nenhum com essa gente.

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Re: América Latina
Concordo que os dois casos causam prejuízos ao Brasil, mas convenhamos que é bem pior um confisco (leia-se roubo) das refinarias da companhia brasileira por parte da Bolívia do que um pagamento de valor mais caro que o normal mas sem perder a propriedade, como ocorre no caso de Itaipu (cujo valor mais caro pela energia da usina, aliás, também deve ser creditado aos governos petistas que aceitaram um contrato nestas condições).Coração de Tinta escreveu:Alguns sacrifícios são necessários para preservar aliados. Lula não deu pitaco para o sequestro das refinarias pra preservar o aliado e a mesma coisa aconteceu com o Bolsonaro e o Abdo em relação a Itaipu.Barbano escreveu:Ué, já esqueceram o que esse sujeito fez com as refinarias da Petrobrás na Bolívia há alguns anos? Não deveria ter acordo nenhum com essa gente.
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Re: América Latina
Sim, sim, concordo. No final um fim foi mais oneroso que o outro, por conta dos meios que foram traçados, o argumento continua válido e com essa observação.
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Victor235
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Re: América Latina
O Peru também tá super envolvido em corrupção, Bugiga, e inclusive com grande participação da brasileira Odebrecht.
Um artigo que saiu recentemente: https://esporte.uol.com.br/ultimas-noti ... donado.htm
Um artigo que saiu recentemente: https://esporte.uol.com.br/ultimas-noti ... donado.htm
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Re: América Latina
Mas isso foi em um governo anterior, oras.Victor235 escreveu:O Peru também tá super envolvido em corrupção, Bugiga, e inclusive com grande participação da brasileira Odebrecht.
Um artigo que saiu recentemente: https://esporte.uol.com.br/ultimas-noti ... donado.htm
Além disso, eu nem citei corrupção, me referi a governos democráticos e com liberdade econômica.
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Victor235
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Re: América Latina
Parece ser um esquema perpetuado no país, não ligado somente ao governo anterior.
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