| Bolsonaro decide 'implodir' o Inmetro e anuncia demissão de toda a diretoria do órgão O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (22) que decidiu "implodir" o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e anunciou a demissão de toda a diretoria do órgão. “Implodi o Inmetro. Implodi. Mandei todo mundo embora. Por quê? Há poucos meses assinaram portaria para trocar tacógrafos. Em vez de ser o normal que está aí, inventaram um digital. Ele é aferido de dois em dois anos. Passaram para um. Mandei acabar com isso aí”, declarou. O tacógrafo é um instrumento que indica e registra dados sobre a condução dos veículos, como distância percorrida, velocidade desenvolvida e tempos de parada e direção. "Não temos que atrapalhar a vida dos outros. É facilitar a vida de quem produz. Os novos taxímetros, faça diferente. Os novos tacógrafos, tudo bem. Agora, tirar do pessoal, trocar, não. Então, o que eu tenho que fazer? Implodir." Por isso, afirmou, decidiu "cortar a cabeça de todo mundo". De acordo com Bolsonaro, foram demitidos a "presidente e uma meia dúzia da diretoria". "Não estou acusando ninguém de fazer nada errado. Mas ficamos com... Foram demitidos mais pelo excesso de zelo. Aí complicou para eu engolir essa iniciativa deles", declarou. https://g1.globo.com/politica/noticia/2 ... rgao.ghtml |
Política
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Re: Jair Bolsonaro
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Jair Bolsonaro
![]() Bolsonaro faz caminhada e vai a padaria em Guarujá Durante a caminhada, o presidente parou para conversar e fazer fotos. Além da padaria, ele foi a dois supermercados. Em entrevista para a TV Tribuna durante o passeio, Bolsonaro falou sobre as obras na Ponte dos Barreiros, em São Vicente, que está interditada desde o dia 30 de novembro aguardando obras na estrutura. O Governo Federal destinou a verba de R$ 58 milhões para reforma emergencial e total da ponte. "Nós liberamos o recurso. Tem gente cobrando, mas demora um pouco por questões burocráticas. Acredito que é um bom investimento que atende gente daqui da região", disse. https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/n ... ruja.ghtml Exame em Adriano da Nóbrega não constata sinais de tortura, diz perito O novo exame do ex-policial militar Adriano da Nóbrega não apontou sinais evidentes de tortura, de acordo com Talvane de Moraes, médico legista que acompanhou a necrópsia. O procedimento foi realizado na última 5ª feira (20.fev.2020), no IML (Instituto Médico Legal) do Rio de Janeiro. Moraes disse que não viu sinais de tortura no corpo de Adriano. O perito também explicou que não “trabalhou” com o corpo, apenas observou o a necrópsia. Ele foi convidado por 2 legistas contratados pela família de Adriano: Francisco Moraes Silva e Ari Fontana, que vieram do Paraná. Além dos peritos do IML do Rio e dos convidados, estiveram presentes duas advogadas da família, uma irmã de Adriano e 1 representante do Ministério Público da Bahia. Ao final do procedimento, com exceção de Moraes, os demais saíram por uma porta lateral, sem falar com a imprensa. https://www.poder360.com.br/justica/exa ... iz-perito/ |
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Re: Jair Bolsonaro
![]() Bolsonaro comete infração de trânsito ao andar de moto com capacete solto em Guarujá O presidente Jair Bolsonaro cometeu uma infração de trânsito ao sair para um passeio de motocicleta na tarde desta segunda-feira, em Guarujá, na Baixada Santista, sem que o capacete estivesse preso ao pescoço. Segundo a resolução 453 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), de 2013, "é obrigatório, para circular nas vias públicas, o uso de capacete motociclístico pelo condutor e passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado e quadriciclo motorizado, devidamente afixado à cabeça pelo conjunto formado pela cinta jugular e engate, por debaixo do maxilar inferior". Procurada pelo G1, a Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto informou que não irá comentar. A infração sujeita o condutor a multa e pontuação na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que depende da tipificação apontada no momento do flagrante. Durante o trajeto de moto e com o capacete solto, Bolsonaro parou em frente ao triplex que ocasionou a condenação do ex-presidente Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/n ... ruja.ghtml |
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Re: Jair Bolsonaro
Marinho fazendo escola 
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piadaitaliano/F42 escreveu: ↑18 Abr 2021, 21:26com todo o perdão da palavra e com toda a certeza que eu serei punido, piada é a cabeça da minha piroca! porra mano, eu tive que adicionar seu nome como "pseudo" pré candidato a moderação lá no datafórum e você agora fala que é piada? o que vc tem na sua cabeça, mano?
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Re: Jair Bolsonaro
Essa foto me lembrou esta série:Victor235 escreveu:
Bolsonaro comete infração de trânsito ao andar de moto com capacete solto em Guarujá
O presidente Jair Bolsonaro cometeu uma infração de trânsito ao sair para um passeio de motocicleta na tarde desta segunda-feira, em Guarujá, na Baixada Santista, sem que o capacete estivesse preso ao pescoço.
Segundo a resolução 453 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), de 2013, "é obrigatório, para circular nas vias públicas, o uso de capacete motociclístico pelo condutor e passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado e quadriciclo motorizado, devidamente afixado à cabeça pelo conjunto formado pela cinta jugular e engate, por debaixo do maxilar inferior".
Procurada pelo G1, a Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto informou que não irá comentar.
A infração sujeita o condutor a multa e pontuação na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que depende da tipificação apontada no momento do flagrante.
Durante o trajeto de moto e com o capacete solto, Bolsonaro parou em frente ao triplex que ocasionou a condenação do ex-presidente Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
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Re: Jair Bolsonaro
| Bolsonaro convoca via WhatsApp ato contra Congresso e STF O presidente Jair Bolsonaro disparou mensagens, por meio do WhatsApp, convocando apoiadores para ato contra o Congresso Nacional e o STF (Supremo Tribunal Federal), que deve ser realizado em 15 de março. O chefe de Estado, no entanto, não se manifestou oficialmente. A informação foi divulgada pelo blog BR Político, do jornal O Estado de S. Paulo, nesta 3ª feira (25.fev.2020) e confirmada pelo ex-deputado Alberto Fraga à Folha de S. Paulo. “Eu recebi 1 vídeo, ele [presidente] me encaminhou. Mas não foi ele que fez o vídeo. Confesso que não entendi assim [como 1 incentivo]. Ele nunca fez esse tipo de pedido. Quem está fazendo isso são os bolsonarianos pelas redes sociais. Para mim, mesmo, ele não falou absolutamente nada”, disse ao jornal. Entre as mensagens divulgadas por Bolsonaro há outro vídeo, em tom dramático, que mostra o ataque a facada que sofreu em 6 de setembro de 2018, em ato de campanha em Juiz de Fora (MG). A peça afirma que o militar chamado para lutar pela população e quase morreu enfrentando a esquerda “corrupta e sanguinária”. https://www.poder360.com.br/governo/bol ... sso-e-stf/ Bolsonaro é fortemente criticado após divulgar vídeo com chamado para manifestação Presidente divulgou convocação sem citar Congresso e Supremo, depois de críticas feitas pelo ministro Augusto Heleno ao Legislativo e ao Judiciário. Em reação, decano do STF disse que conclamação é 'gravíssima' e 'revela face sombria' do presidente. FHC, Maia e partidos políticos também fizeram críticas contundentes. Bolsonaro diz que críticas são 'ilações'. https://g1.globo.com/politica/noticia/2 ... acao.ghtml |
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Re: Política
| Morre suplente do senador Jorge Kajuru Ele foi candidato a suplente pelo PRP em 2018, quando declarou patrimônio de R$ 19,1 milhões. De acordo com Kajuru, foi o empresário quem financiou sua campanha eleitoral ao Senado. - Sem palavras. Morreu meu segundo irmão e não o primeiro suplente: Benjamin Beze, o Bezinho, no colo de Deus, convocado pelo homem raríssimo que foi - declarou. https://www12.senado.leg.br/noticias/ma ... rge-kajuru |
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Re: Jair Bolsonaro
Mais uma mentira do presidente
Se o vídeo é de 2015, como menciona a facada de 2018?
E ele ainda usa uma mentira inventada por ele para ofender a jornalista e desacreditar a imprensa.
Se o vídeo é de 2015, como menciona a facada de 2018?
E ele ainda usa uma mentira inventada por ele para ofender a jornalista e desacreditar a imprensa.
| Bolsonaro se contradiz a respeito de vídeo convocando protesto O presidente Jair Bolsonaro entrou em contradição nesta 5ª feira (27.fev.2020) ao tentar explicar a origem do vídeo que compartilhou pelo WhatsApp com a convocação para protesto em 15 de março. Segundo o presidente, a peça seria, na verdade, referente a 1 protesto em 15 de março de 2015, pelo impeachment da então presidente Dilma Rousseff. Em outro momento, Bolsonaro menciona que a mídia trata do atentado a faca que sofreu - em 2018. "É 1 vídeo em que eu peço comparecimento do pessoal no dia 15 de março de 2015 que, coincidentemente, também caiu no domingo. Então, em cima disso, você fez uma matéria que eu estaria disparando WhatsApp pedindo manifestação no dia 15 de março agora". Depois da declaração do presidente, a jornalista Vera Magalhães publicou a reprodução de uma conversa de WhatsApp com o compartilhando o vídeo, como também apresentou 1 vídeo no texto. Nas imagens, Bolsonaro aparece já com a faixa presidencial e ao lado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e convoca para os atos de 15 de março de 2020 –que têm sido divulgados como contra o Congresso e Judiciário. Durante a live, ao se dirigir à jornalista, Bolsonaro ainda usou termos como “eu não sou da sua laia” e “toma vergonha na cara”. O presidente ainda repetiu frase que usou para insultar a jornalista Patricia Campos Mello, da Folha de S.Paulo. Disse que Vera Magalhães “queria dar o furo, 1 furo de reportagem”. O chefe do Executivo ainda atribuiu os ataques que sofre de veículos de imprensa ao fato de “não dar dinheiro para imprensa”. “Eu vou ter uma reunião na Fiesp [Federação das Indústrias do Estado de São Paulo], em São Paulo, agora no comecinho do mês que vem, vou falar com o empresariado lá e esse assunto [desobrigação de empresas de capital aberto a publicarem seus balanços em jornais] vai voltar à tona. O que eu vou falar para o empresariado lá? Entre outros assuntos, obviamente, que esses jornais, Folha de S.Paulo, essas revistas, revista Época, não anunciem lá, porque o jornal só mente o tempo todo, trabalha contra o governo. E se o governo der errado toda a economia do Brasil vai sofrer. Vocês não podem dar dinheiro para uma mídia que mente o tempo todo. Tem boas revistas no Brasil, tem bons jornais no Brasil? Tem. Vai em cima dessa imprensa que é isenta e fala a verdade”, disse. Bolsonaro também afirmou que pedirá a ministros para que não deem entrevistas a empresas jornalísticas que considera hostis ao Planalto. Entre os veículos que disse considerar que os ministro poderão falar está a CNN Brasil. Descartou a Globo. https://www.poder360.com.br/midia/bolso ... congresso/ |
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Re: Jair Bolsonaro
| Bolsonaro posta um terceiro vídeo como sendo o divulgado por jornalista Na terça (27), durante a live semanal, Bolsonaro já havia dito que o vídeo era de 2015, embora as duas peças de convocação para protestos mostrassem imagens da facada que o presidente levou durante as campanhas presidenciais e de um passeio de moto que fez no mesmo ano. Agora, o presidente tenta fazer crer que a convocação para as manifestações do próximo dia 15 nada tem a ver com ele. “O vídeo abaixo chegou ao conhecimento da jornalista Vera Magalhães que, na sede de um FURO JORNALÍSTICO, publicou matéria como se eu estivesse convocando ato para as manifestações de 15/março/2020. Ela, certamente por má fé, não atentou que o vídeo era de 2015, onde houve uma manifestação no dia 15 de março (domingo) daquele ano contra o governo do PT. Como se não bastasse ela ainda mentiu dizendo que eu atacava o Congresso. Na verdade esses (sic) figuras não se cansam de praticar um péssimo jornalismo e prejudicar o Brasil”, disparou o presidente. Nos vídeos que o presidente passou por WhatsApp, diferente do que foi publicado nas redes nesta quarta, constam cenas da facada desferida contra Bolsonaro e da recuperação do então condidato no hospital. Um narrador afirma que Bolsonaro “está enfrentando a esquerda corrupta e sanguinária” e que o presidente é a “única esperança de dias cada vez melhores”. “Vamos mostrar que apoiamos Bolsonaro e rejeitamos os inimigos do Brasil”, afirma um trecho. Além do vídeo, convocações nas redes sociais incluíram montagens com imagens de militares, incluindo o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, e o chefe do Gabinete de Segurança Institucional GSI, general Augusto Heleno, pedindo a saída dos presidentes do Congresso e Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Com um dia de atraso, tanto Mourão quanto Heleno repudiaram o uso das respectivas imagens no banner. https://www.msn.com/pt-br/noticias/bras ... r-BB10xmO5 Vera Magalhães diz que vomitou três vezes ao ouvir Bolsonaro "Estou bem, mas não sou de aço. Ontem vomitei 3 vezes ao ouvir o presidente do meu país mentir a meu respeito e me ofender em rede nacional", afirmou a jornalista pelo Twitter http://www.brasil247.com/midia/vera-mag ... -bolsonaro Mourão diz que ‘mares não estão tranquilos’, mas que governo não atenta contra a democracia Na sequência, o vice-presidente da República defendeu superar a turbulência com clareza, determinação e paciência e fez questão de reforçar que o governo não atenta contra a democracia. “Fazer do Brasil a mais vibrante e mais próspera - e aí eu quero deixar muito claro - democracia liberal do hemisfério sul. Aqui ninguém está atentando contra a democracia. Isso tem que ficar muito claro.” https://www.msn.com/pt-br/noticias/poli ... r-BB10x7wE |
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Re: Jair Bolsonaro
Para por abaixo o Golpe!
Formar comitês, organizar das bases o Fora Bolsonaro!
Embora as direções da esquerda se recusem a chamar o fora Bolsonaro, as bases querem derrubar o governo golpista. Daí a necessidade da construção de comitês
Se havia dúvida sobre a concordância da população com a campanha pelo fora Bolsonaro e todos os golpistas, o carnaval de 2020 escancarou que a maior parte da população quer a retirada imediata de Bolsonaro e de seu governo fraudulento.
Um pouco diferente do carnaval de 2019, que também foi repleto de manifestações contra o governo Bolsonaro, em 2020 o nível de politização foi muito maior, o que permite que a campanha se desenvolva de forma mais política. Enquanto em 2019 o principal grito do carnaval foi “Ei, Bolsonaro! Vai tomar no c…!” Em 2020 o grito principal passou a ser o “Fora Bolsonaro!”, o que era um xingamento, a expressão de uma indignação popular espontânea, adquiriu uma forma de reivindicação política, que chama a uma campanha ativa para sua realização.
O carnaval torna isso mais claro pois se trata da maior festa popular do País, época em que a população toma as ruas e nela se expressa de forma menos controlada do que nos demais períodos do ano, em contraste com a rotina e a inércia do cotidiano. Daí a importância da formação de Comitês pelo Fora Bolsonaro. A festividade neste ano mostrou que ao colocar milhares e milhões de pessoas nas ruas o povo tende a se organizar contra o governo golpista, como visto na campanha gigantesca em blocos, desfiles, etc.. Agora que a rotina de trabalho dos brasileiros voltará ao normal, os comitês são o setor que seguirá mobilizando a população, através de panfletagens, colagens, distribuição de cartazes, adesivos, jornais, aos públicos, entre outros.
Além disso, construir comitês parte da constatação de que as organizações tradicionais dos trabalhadores, como os partidos de esquerda e as organizações sindicais e populares não conseguem, devido à política capituladora das suas direções, fornecer aos trabalhadores uma política que sirva como instrumento de luta contra a burguesia e a direita. Exemplo recente disso é a política da esquerda (PCdoB, PSOL, PT) de frente ampla com setores da direita golpista (PSDB, DEM, MDB, entre outros), que colocará a esquerda (trabalhadores) a reboque da direita (burguesia) nas eleições. Assim como ocorrido na greve dos petroleiros, onde ao procurar acordo através do Tribunal Superior do Trabalho (TST), a greve foi derrotada, não conseguindo reverter as demissões.
Isso mostra que embora as direções da esquerda se recusem a chamar o fora Bolsonaro, as bases querem derrubar o governo golpista. Daí a necessidade da construção de comitês pelo Fora Bolsonaro, proposta pelo Partido, que organizem a base de todos os partidos de esquerda e organizações de luta dos trabalhadores para uma campanha de rua pelo Fora Bolsonaro.
https://www.causaoperaria.org.br/formar ... bolsonaro/
Formar comitês, organizar das bases o Fora Bolsonaro!
Embora as direções da esquerda se recusem a chamar o fora Bolsonaro, as bases querem derrubar o governo golpista. Daí a necessidade da construção de comitês
Se havia dúvida sobre a concordância da população com a campanha pelo fora Bolsonaro e todos os golpistas, o carnaval de 2020 escancarou que a maior parte da população quer a retirada imediata de Bolsonaro e de seu governo fraudulento.
Um pouco diferente do carnaval de 2019, que também foi repleto de manifestações contra o governo Bolsonaro, em 2020 o nível de politização foi muito maior, o que permite que a campanha se desenvolva de forma mais política. Enquanto em 2019 o principal grito do carnaval foi “Ei, Bolsonaro! Vai tomar no c…!” Em 2020 o grito principal passou a ser o “Fora Bolsonaro!”, o que era um xingamento, a expressão de uma indignação popular espontânea, adquiriu uma forma de reivindicação política, que chama a uma campanha ativa para sua realização.
O carnaval torna isso mais claro pois se trata da maior festa popular do País, época em que a população toma as ruas e nela se expressa de forma menos controlada do que nos demais períodos do ano, em contraste com a rotina e a inércia do cotidiano. Daí a importância da formação de Comitês pelo Fora Bolsonaro. A festividade neste ano mostrou que ao colocar milhares e milhões de pessoas nas ruas o povo tende a se organizar contra o governo golpista, como visto na campanha gigantesca em blocos, desfiles, etc.. Agora que a rotina de trabalho dos brasileiros voltará ao normal, os comitês são o setor que seguirá mobilizando a população, através de panfletagens, colagens, distribuição de cartazes, adesivos, jornais, aos públicos, entre outros.
Além disso, construir comitês parte da constatação de que as organizações tradicionais dos trabalhadores, como os partidos de esquerda e as organizações sindicais e populares não conseguem, devido à política capituladora das suas direções, fornecer aos trabalhadores uma política que sirva como instrumento de luta contra a burguesia e a direita. Exemplo recente disso é a política da esquerda (PCdoB, PSOL, PT) de frente ampla com setores da direita golpista (PSDB, DEM, MDB, entre outros), que colocará a esquerda (trabalhadores) a reboque da direita (burguesia) nas eleições. Assim como ocorrido na greve dos petroleiros, onde ao procurar acordo através do Tribunal Superior do Trabalho (TST), a greve foi derrotada, não conseguindo reverter as demissões.
Isso mostra que embora as direções da esquerda se recusem a chamar o fora Bolsonaro, as bases querem derrubar o governo golpista. Daí a necessidade da construção de comitês pelo Fora Bolsonaro, proposta pelo Partido, que organizem a base de todos os partidos de esquerda e organizações de luta dos trabalhadores para uma campanha de rua pelo Fora Bolsonaro.
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Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Re: Política
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Re: Política
Demagogia
Ciro Gomes quer Bolsonaro dentro do Planalto, mas comportado
Em entrevista recente, Ciro Gomes garantiu que o fascista Jair Bolsonaro iria recuar.
Embora tenha saído bastante desmoralizado das eleições presidenciais de 2018, Ciro Gomes (PDT) ainda não foi completamente jogado no ostracismo graças aos setores direitistas da esquerda nacional — sobretudo os governadores e parlamentares, que procuram, a todo custo, fincar suas carreiras no regime político. Diante disso, não raramente, surge na esquerda um elogio, uma propaganda indireta ou, de maneira explícita, a proposta de aliança com o pedetista.
No entanto, na última semana, Ciro Gomes deu mais uma demonstração de que não está minimamente disposto a travar uma luta real contra o governo Bolsonaro. Quando questionado, em entrevista, sobre o que Bolsonaro faria após a repercussão negativa de sua convocação para um ato contra as instituições burguesas, Ciro Gomes simplesmente falou que o presidente ilegítimo não cumpriria suas ameaças:
Veja, ele vai, como bom covarde que sempre foi, recuar. Eu estou falando aqui ao vivo e tenho segurança absoluta, conheço a frouxidão moral do senhor Jair Messias Bolsonaro: ele vai recuar. Vai tentar dizer que não disse, vai tentar dizer que apenas que replicou etc., porque ele é um frouxo, é um covarde, mas que está testando qual é o limite de resiliência, qual é o limite de confrontação, qual é o limite de resistência moral, cívica, que a sociedade brasileira e as suas instituições (…).
Fica claro, portanto, que, para Ciro Gomes, o problema da luta contra o governo Bolsonaro está centrado em “colocá-lo na linha” — isto é, em garantir apenas que ele atue dentro das condições estabelecidas pelo regime político. Uma vez que, segundo o prognóstico do pedetista, a ameaça do presidente ilegítimo não passaria de uma bravata, as declarações de Bolsonaro não deveriam causar nenhuma reação efetiva pelo conjunto da população.
A política de “colocar Bolsonaro na linha”, contudo, não é a política dos trabalhadores, mas sim a política do “centrão”. Como bem disse o próprio presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia, Bolsonaro não é o político ideal para a burguesia, mas é a única solução que os capitalistas encontraram para estabelecer um regime que conseguisse dar continuidade aos ataques da política neoliberal iniciados com o governo Collor e aplicados duramente no governo FHC. Nesse sentido, “controlar Bolsonaro” seria o mesmo que impedir que seu excesso de demagogia com sua base de extrema-direita polarize ainda mais o país, de modo que as condições para a aplicação da política neoliberal sejam as ideias.
A política da esquerda, por outro lado, é a política de enfrentamento à ofensiva da burguesia: é necessário organizar um movimento que tenha como fim a derrubada imediata do governo Bolsonaro. Diante das ameaças que o presidente ilegítimo dispara contra a população, é preciso intensificar a propaganda contra o governo para organizar, nas ruas, uma reação que seja capaz não de fazê-lo recuar, mas sim de efetivamente destituí-lo do poder. Fora Bolsonaro e todos os golpistas!
https://www.causaoperaria.org.br/ciro-g ... portado-3/
Ciro Gomes quer Bolsonaro dentro do Planalto, mas comportado
Em entrevista recente, Ciro Gomes garantiu que o fascista Jair Bolsonaro iria recuar.
Embora tenha saído bastante desmoralizado das eleições presidenciais de 2018, Ciro Gomes (PDT) ainda não foi completamente jogado no ostracismo graças aos setores direitistas da esquerda nacional — sobretudo os governadores e parlamentares, que procuram, a todo custo, fincar suas carreiras no regime político. Diante disso, não raramente, surge na esquerda um elogio, uma propaganda indireta ou, de maneira explícita, a proposta de aliança com o pedetista.
No entanto, na última semana, Ciro Gomes deu mais uma demonstração de que não está minimamente disposto a travar uma luta real contra o governo Bolsonaro. Quando questionado, em entrevista, sobre o que Bolsonaro faria após a repercussão negativa de sua convocação para um ato contra as instituições burguesas, Ciro Gomes simplesmente falou que o presidente ilegítimo não cumpriria suas ameaças:
Veja, ele vai, como bom covarde que sempre foi, recuar. Eu estou falando aqui ao vivo e tenho segurança absoluta, conheço a frouxidão moral do senhor Jair Messias Bolsonaro: ele vai recuar. Vai tentar dizer que não disse, vai tentar dizer que apenas que replicou etc., porque ele é um frouxo, é um covarde, mas que está testando qual é o limite de resiliência, qual é o limite de confrontação, qual é o limite de resistência moral, cívica, que a sociedade brasileira e as suas instituições (…).
Fica claro, portanto, que, para Ciro Gomes, o problema da luta contra o governo Bolsonaro está centrado em “colocá-lo na linha” — isto é, em garantir apenas que ele atue dentro das condições estabelecidas pelo regime político. Uma vez que, segundo o prognóstico do pedetista, a ameaça do presidente ilegítimo não passaria de uma bravata, as declarações de Bolsonaro não deveriam causar nenhuma reação efetiva pelo conjunto da população.
A política de “colocar Bolsonaro na linha”, contudo, não é a política dos trabalhadores, mas sim a política do “centrão”. Como bem disse o próprio presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia, Bolsonaro não é o político ideal para a burguesia, mas é a única solução que os capitalistas encontraram para estabelecer um regime que conseguisse dar continuidade aos ataques da política neoliberal iniciados com o governo Collor e aplicados duramente no governo FHC. Nesse sentido, “controlar Bolsonaro” seria o mesmo que impedir que seu excesso de demagogia com sua base de extrema-direita polarize ainda mais o país, de modo que as condições para a aplicação da política neoliberal sejam as ideias.
A política da esquerda, por outro lado, é a política de enfrentamento à ofensiva da burguesia: é necessário organizar um movimento que tenha como fim a derrubada imediata do governo Bolsonaro. Diante das ameaças que o presidente ilegítimo dispara contra a população, é preciso intensificar a propaganda contra o governo para organizar, nas ruas, uma reação que seja capaz não de fazê-lo recuar, mas sim de efetivamente destituí-lo do poder. Fora Bolsonaro e todos os golpistas!
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Re: Jair Bolsonaro
Burguesia prepara manobra
Impeachment ou Fora Bolsonaro?
A esquerda que se recusa a chamar o povo nas ruas pelo fora Bolsonaro agora começa a cair na manobra da direita por uma saída institucional
Tem surgido entre setores da própria burguesia a defesa do impeachment de Bolsonaro. É uma clara expressão da impopularidade do governo.
Não há dúvida de que a impopularidade do governo Bolsonaro, e por consequência a crise do próprio regime político, tem aumentado vertiginosamente. Não que essa impopularidade já não existisse desde o início do mandato de Bolsonaro. Vale lembrar que a eleição ocorreu baseada num golpe de Estado e numa fraude descarada que colocou Lula na cadeia.
Um ano e alguns meses se passaram e a população, que já não apoiava o governo, pode assistir às toneladas de medidas anti-povo por parte do governo. Tudo isso impulsionou a rejeição popular ao governo. Um bom termômetro da situação política é o próprio carnaval. No ano passado, a festa popular foi um enorme palco de manifestação contra Bolsonaro, com o grito de “Ei, Bolsonaro, vai tomar no c*”. Esse ano, o fenômeno se repetiu de maneira ainda mais intensa e, além do canto do ano passado, também ouviu-se diretamente a palavra de ordem “fora Bolsonaro”.
As emissoras de TV não conseguiram esconder, nem mesmo os desfiles das escolas de samba conseguiram controlar seus enredos, abertamente contra Bolsonaro.
Diante dessa pressão popular, setores da esquerda pequeno-burguesa, que até então se recusavam a convocar ofora Bolsonaro começam a falar em impeachment. Não por coincidência no mesmo momento em que setores da própria direita começa a defender o impeachment de Bolssonaro. Mesmo se considerarmos que tudo isso ainda possa vir de setores pontuais da burguesia ou mesmo que seja apenas demagogia com o eleitorado, fato é que se começa a falar em uma saída institucional para derrubar Bolsonaro.
IMPEACHMENT: MANOBRA INSTITUCIONAL
Embora seja a expressão da impopularidade profunda que há em relação ao governo Bolsonaro, o impeachment é já uma manobra de setores da burguesia para tentar resolver a crise por meio de uma solução institucional.
Ao embarcar nessa política, a esquerda, que até agora se recusou a chamar o fora Bolsonaro e mais ainda a chamar o povo a sair na rua para derrubar o governo, esstá jogando água no moinho dessa manobra da burguesia.
A diferença é muito clara: para o movimento dos trabalhadores, as organizações populares e o movimento de luta contra o golpe é preciso uma saída independente da burguesia. É preciso chamar o povo a tomar a iniciativa para a derrubada do governo.
Essa é a tarefa da esquerda, pois é uma saída que não apenas derruba Bolsonaro, mas coloca em crise todo o regime político golpista. A mobilização dos trabalhadores seria capaz não apenas de derrubar o governo mas de fazer avançar as reinvindicações populares que seriam capazes de derrotar o golpe de conjunto.
Por isso, setores da própria burguesia já começam a falar em immpeachment. Sabem do perigo que é deixar a iniciativa nas mãos do povo. Se em algum momento a situação de Bolsonaro se tornar insustentável, a burguesia terá a carta na manga de tomar a iniciaitiva e trocar o governo de acotdo com suas próprias regras.
A esquerda precisa tomar a iniciaitiva, por fora das instituições golpistas, mas chamando o povo a sair nas ruas para derrubar o governo.
Até agora, a esquerda pequeno burguesa se recusa a chamar o “fora Bolsonaro”, mesmo depois do que foi visto no carnaval, mesmo depois da ameça do ato golpista do dia 15, mesmo depois de mais de um ano de governo de ataques sucessivos aos trabalhadores, mesmo com a fraude eleitoral e o golpe de Estado.
Essa política da esquerda só poderá levar o movimento de luta à derrota, deixando-o a reboque das manobras institucionais da burguesia. É por isso que esta na ordem do dia a organização de comitês de luta pelo fora Bolsonaro em todo o País.
https://www.causaoperaria.org.br/impeac ... bolsonaro/
Impeachment ou Fora Bolsonaro?
A esquerda que se recusa a chamar o povo nas ruas pelo fora Bolsonaro agora começa a cair na manobra da direita por uma saída institucional
Tem surgido entre setores da própria burguesia a defesa do impeachment de Bolsonaro. É uma clara expressão da impopularidade do governo.
Não há dúvida de que a impopularidade do governo Bolsonaro, e por consequência a crise do próprio regime político, tem aumentado vertiginosamente. Não que essa impopularidade já não existisse desde o início do mandato de Bolsonaro. Vale lembrar que a eleição ocorreu baseada num golpe de Estado e numa fraude descarada que colocou Lula na cadeia.
Um ano e alguns meses se passaram e a população, que já não apoiava o governo, pode assistir às toneladas de medidas anti-povo por parte do governo. Tudo isso impulsionou a rejeição popular ao governo. Um bom termômetro da situação política é o próprio carnaval. No ano passado, a festa popular foi um enorme palco de manifestação contra Bolsonaro, com o grito de “Ei, Bolsonaro, vai tomar no c*”. Esse ano, o fenômeno se repetiu de maneira ainda mais intensa e, além do canto do ano passado, também ouviu-se diretamente a palavra de ordem “fora Bolsonaro”.
As emissoras de TV não conseguiram esconder, nem mesmo os desfiles das escolas de samba conseguiram controlar seus enredos, abertamente contra Bolsonaro.
Diante dessa pressão popular, setores da esquerda pequeno-burguesa, que até então se recusavam a convocar ofora Bolsonaro começam a falar em impeachment. Não por coincidência no mesmo momento em que setores da própria direita começa a defender o impeachment de Bolssonaro. Mesmo se considerarmos que tudo isso ainda possa vir de setores pontuais da burguesia ou mesmo que seja apenas demagogia com o eleitorado, fato é que se começa a falar em uma saída institucional para derrubar Bolsonaro.
IMPEACHMENT: MANOBRA INSTITUCIONAL
Embora seja a expressão da impopularidade profunda que há em relação ao governo Bolsonaro, o impeachment é já uma manobra de setores da burguesia para tentar resolver a crise por meio de uma solução institucional.
Ao embarcar nessa política, a esquerda, que até agora se recusou a chamar o fora Bolsonaro e mais ainda a chamar o povo a sair na rua para derrubar o governo, esstá jogando água no moinho dessa manobra da burguesia.
A diferença é muito clara: para o movimento dos trabalhadores, as organizações populares e o movimento de luta contra o golpe é preciso uma saída independente da burguesia. É preciso chamar o povo a tomar a iniciativa para a derrubada do governo.
Essa é a tarefa da esquerda, pois é uma saída que não apenas derruba Bolsonaro, mas coloca em crise todo o regime político golpista. A mobilização dos trabalhadores seria capaz não apenas de derrubar o governo mas de fazer avançar as reinvindicações populares que seriam capazes de derrotar o golpe de conjunto.
Por isso, setores da própria burguesia já começam a falar em immpeachment. Sabem do perigo que é deixar a iniciativa nas mãos do povo. Se em algum momento a situação de Bolsonaro se tornar insustentável, a burguesia terá a carta na manga de tomar a iniciaitiva e trocar o governo de acotdo com suas próprias regras.
A esquerda precisa tomar a iniciaitiva, por fora das instituições golpistas, mas chamando o povo a sair nas ruas para derrubar o governo.
Até agora, a esquerda pequeno burguesa se recusa a chamar o “fora Bolsonaro”, mesmo depois do que foi visto no carnaval, mesmo depois da ameça do ato golpista do dia 15, mesmo depois de mais de um ano de governo de ataques sucessivos aos trabalhadores, mesmo com a fraude eleitoral e o golpe de Estado.
Essa política da esquerda só poderá levar o movimento de luta à derrota, deixando-o a reboque das manobras institucionais da burguesia. É por isso que esta na ordem do dia a organização de comitês de luta pelo fora Bolsonaro em todo o País.
https://www.causaoperaria.org.br/impeac ... bolsonaro/
Adquirir conhecimento e experiencia e ao mesmo tempo não dissipar o espirito lutador, o auto-sacrificio revolucionário e a disposição de ir até o final, esta é a tarefa da educação e da auto-educação da juventude revolucionária. '' LEON TROTSKI
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Re: Política
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/m ... rias.shtml

O ex-senador Lindbergh Farias (PT) e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, estão namorando.
Notícia bizarra.
O ex-senador Lindbergh Farias (PT) e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, estão namorando.











