Me disseram que a CAL tá R$1.000,00 por mês e um dos professores é aquele ator que faz o Russo, de "Salve Jorge".
Teatro
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Re: TEATRO
Cursos de teatro tão muito caros aqui no RJ.
Me disseram que a CAL tá R$1.000,00 por mês e um dos professores é aquele ator que faz o Russo, de "Salve Jorge".
Me disseram que a CAL tá R$1.000,00 por mês e um dos professores é aquele ator que faz o Russo, de "Salve Jorge".



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Re: TEATRO
O Mais indicado é tentar um curso profissionalizante na Martins Pena que é de graça, e tem qualidade...
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Re: TEATRO
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 4092,0.htm
A equipe do Teatro Municipal impediu que o espaço fosse invadido ontem à noite.
Cerca de 300 pessoas acompanhavam o espetáculo, além de outras 100, entre funcionários, seguranças, equipe de manutenção, músicos e artistas. Houve tentativa de invasão, o que obrigou o fechamento de todas as portas. Os vitrais da fachada foram pichados.
"O prejuízo foi relativamente pequeno. Só teremos de limpar a fachada. Felizmente, nenhum equipamento ou vitral foi danificado ou destruído", afirmou José Luiz Herencia, diretor da Fundação Teatro Municipal.
A ópera de Stravinski começou por volta das 20:00.
Antes, no terraço, o público acompanhou os protestos, mas foi orientado pelos funcionários a entrar, enquanto o grupo radical do lado de fora cantava : "Você de gravata, vem pra passeata".
A primeira parte da ópera ocorreu sem problemas, mas durante o intervalo, a segurança do teatro orientou o público a ficar longe das janelas, já que os manifestantes batiam nelas.
Antes do reinício do espetáculo, o maestro Jamil Maluf subiu no palco e avisou às pessoas que, se fosse necessário, um cordão de segurança seria montado para que o público deixasse o teatro pela lateral, ao final da apresentação.
Como a Tropa de Choque chegou, não houve necessidade de segurança extra e a saída do público não teve incidentes.
A equipe do Teatro Municipal impediu que o espaço fosse invadido ontem à noite.
Cerca de 300 pessoas acompanhavam o espetáculo, além de outras 100, entre funcionários, seguranças, equipe de manutenção, músicos e artistas. Houve tentativa de invasão, o que obrigou o fechamento de todas as portas. Os vitrais da fachada foram pichados.
"O prejuízo foi relativamente pequeno. Só teremos de limpar a fachada. Felizmente, nenhum equipamento ou vitral foi danificado ou destruído", afirmou José Luiz Herencia, diretor da Fundação Teatro Municipal.
A ópera de Stravinski começou por volta das 20:00.
Antes, no terraço, o público acompanhou os protestos, mas foi orientado pelos funcionários a entrar, enquanto o grupo radical do lado de fora cantava : "Você de gravata, vem pra passeata".
A primeira parte da ópera ocorreu sem problemas, mas durante o intervalo, a segurança do teatro orientou o público a ficar longe das janelas, já que os manifestantes batiam nelas.
Antes do reinício do espetáculo, o maestro Jamil Maluf subiu no palco e avisou às pessoas que, se fosse necessário, um cordão de segurança seria montado para que o público deixasse o teatro pela lateral, ao final da apresentação.
Como a Tropa de Choque chegou, não houve necessidade de segurança extra e a saída do público não teve incidentes.



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Re: TEATRO
FOLHA ON LINE
A Câmara dos Deputados aprovou projeto que limita o pagamento de meia-entrada.
A medida está prevista no Estatuto da Juventude, que segue para a sanção da presidente Dilma Rousseff.
Dilma tem 15 dias para avaliar o projeto, que, se sancionado, entra em vigor em até seis meses.
A proposta, que tramitava no Congresso havia nove anos, define uma cota de 40% para os ingressos de eventos artístico-culturais e esportivos reservados aos estudantes entre 15 e 29 anos.
Essa era uma demanda da classe artística, que justificava os altos preços dos ingressos de shows com o grande número de meias-entradas disponíveis.
O texto aprovado pelos deputados permite ainda que jovens com renda familiar de até três salários mínimos paguem meia-entrada mesmo que não sejam estudantes, mas eles também obedecerão ao limite dos 40%.
Para ter acesso ao benefício, as famílias dos jovens carentes devem se registrar no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).
A Câmara dos Deputados aprovou projeto que limita o pagamento de meia-entrada.
A medida está prevista no Estatuto da Juventude, que segue para a sanção da presidente Dilma Rousseff.
Dilma tem 15 dias para avaliar o projeto, que, se sancionado, entra em vigor em até seis meses.
A proposta, que tramitava no Congresso havia nove anos, define uma cota de 40% para os ingressos de eventos artístico-culturais e esportivos reservados aos estudantes entre 15 e 29 anos.
Essa era uma demanda da classe artística, que justificava os altos preços dos ingressos de shows com o grande número de meias-entradas disponíveis.
O texto aprovado pelos deputados permite ainda que jovens com renda familiar de até três salários mínimos paguem meia-entrada mesmo que não sejam estudantes, mas eles também obedecerão ao limite dos 40%.
Para ter acesso ao benefício, as famílias dos jovens carentes devem se registrar no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).



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Re: TEATRO
http://oglobo.globo.com/rio/prefeitura- ... is-9108169
O cenário de teatros e espaços culturais da prefeitura está prestes a ser trocado. A partir de abril de 2014 saem de cena as residências artísticas, que cuidam da programação criativa da rede municipal desde abril de 2011, e entram em cartaz as novas “permissões de uso”, um formato que busca unificar o gerenciamento artístico e administrativo desses espaços. A mudança será feita por licitação, a ser lançada ainda este ano. A ideia do secretário de Cultura, Sérgio Sá Leitão, é ampliar, num segundo momento, o novo modelo a todos os equipamentos culturais do município (ao todo são 60), como museus, galerias de arte e bibliotecas.
Pelo novo projeto, que ainda está sendo elaborado pela Secretaria municipal de Cultura e que já vem sendo discutido por produtores e artistas, os proponentes (cooperativas, ONGs, Organizações Sociais e companhias) terão de arcar com toda a gestão do teatro, desde a programação artística até o pagamento de funcionários de limpeza, segurança e técnicos, despesas que hoje ficam a cargo da prefeitura.
As próximas administrações também serão prolongadas, e as datas de vencimento, unificadas, de modo que todas as mudanças na administração da rede de teatros ocorram simultaneamente. Hoje, esses prazos expiram em meses distintos. Os repasses de recursos passarão a ser anuais, e não mais a cada três meses.
— Teremos mais eficiência, transparência, qualidade e mais respeito ao interesse público. Nosso objetivo é dar uma programação mais diversificada e organizada aos teatros e lonas culturais. Como está hoje não satisfaz — afirma o secretário, que promete fazer uma consulta pública antes do lançamento dos editais.
A mudança, que vem sendo comentada no meio teatral sem que os detalhes tenham sido revelados, está dando o que falar. Produtores e diretores temem principalmente que os teatros públicos deixem de fora pequenas produções por conta da gerência empresarial dos espaços. Nas discussões de bastidores, fala-se em “privatização dos teatros” e “elitização da cultura”. Além da realização de consulta pública, pedem transparência no processo.
— O que queremos é que a programação não fique a critério de iniciativas privadas, porque vai acabar prevalecendo o interesse econômico — diz Eduardo Barata, presidente da Associação de Produtores de Teatro. — Na administração Cesar Maia, por exemplo, havia um diretor teatral cuidando da programação de cada teatro e, nesse caso, prevalecia a amizade, os grupos de amigos se ajudavam.
Daniela Amorim, diretora artística do Espaço Cultural Sérgio Porto, no Humaitá, vai além. Para ela, a prefeitura está repassando seus teatros para grandes empresas, sufocando o trabalho de pequenas produtoras.
— A prefeitura está arrendando seus espaços públicos. Assim, eles tiram da concorrência todas as pequenas e médias produtoras que dependem justamente dos teatros públicos para apresentar seus trabalhos e que, inclusive, lutaram para a implementação do modelo em vigor — diz. — Agora só uma produtora com capital de giro poderá dar conta, porque os encargos tributários e a necessidade de equipe são muito grandes. É um modelo criado para privilegiar somente as grandes produtoras, como fizeram com o Imperator.
Embora não seja idêntica, a nova proposta se aproxima do modelo adotado pelo Centro Cultural João Nogueira — o Imperator —, no Méier. Aniela Jordan, da empresa “Produzir”, faz a curadoria artística e administrativa do complexo, que inclui casa de espetáculos, cinemas, galeria de arte, café e, em breve, um restaurante.
— É um modelo mais moderno. A prestação de contas é rígida. Num teatro público, se o funcionário da limpeza não for trabalhar, o gerente não pode fazer nada, bem diferente de uma gestão particular. Entendo a preocupação das pessoas com a mudança. Muitos têm expertise artística, não administrativa, mas acho que pode dar certo.
Alexandre Mello, diretor artístico do Teatro Gonzaguinha, no Centro, discorda. Ele acha que o modelo do Imperator só funciona para grandes espaços. Os pequenos exigiriam uma infraestrutura mais adequada.
No novo edital, segundo a prefeitura, haverá um estudo de viabilidade econômica para cada equipamento, apontando os custos de funcionamento e o potencial de receita. Outra novidade anunciada por Sá Leitão é a criação de avaliações de desempenho para os novos gestores. O Imperator, inclusive, também será submetido às avaliações. Entre as metas a serem preenchidas estão o tempo de mínimo de ocupação por peças, shows e eventos, a variação da programação, bem como a conservação dos imóveis:
— É uma forma de mantermos a qualidade dos teatros. Temos pouca diversidade na programação. As receitas ficarão 100% com os gestores, mas parte desses recursos deve ser aplicada na melhoria dos equipamentos. Também vamos limitar os dias dedicados a produções realizadas pelos próprios gestores, como ocorre em alguns espaços — diz o secretário.
O cenário de teatros e espaços culturais da prefeitura está prestes a ser trocado. A partir de abril de 2014 saem de cena as residências artísticas, que cuidam da programação criativa da rede municipal desde abril de 2011, e entram em cartaz as novas “permissões de uso”, um formato que busca unificar o gerenciamento artístico e administrativo desses espaços. A mudança será feita por licitação, a ser lançada ainda este ano. A ideia do secretário de Cultura, Sérgio Sá Leitão, é ampliar, num segundo momento, o novo modelo a todos os equipamentos culturais do município (ao todo são 60), como museus, galerias de arte e bibliotecas.
Pelo novo projeto, que ainda está sendo elaborado pela Secretaria municipal de Cultura e que já vem sendo discutido por produtores e artistas, os proponentes (cooperativas, ONGs, Organizações Sociais e companhias) terão de arcar com toda a gestão do teatro, desde a programação artística até o pagamento de funcionários de limpeza, segurança e técnicos, despesas que hoje ficam a cargo da prefeitura.
As próximas administrações também serão prolongadas, e as datas de vencimento, unificadas, de modo que todas as mudanças na administração da rede de teatros ocorram simultaneamente. Hoje, esses prazos expiram em meses distintos. Os repasses de recursos passarão a ser anuais, e não mais a cada três meses.
— Teremos mais eficiência, transparência, qualidade e mais respeito ao interesse público. Nosso objetivo é dar uma programação mais diversificada e organizada aos teatros e lonas culturais. Como está hoje não satisfaz — afirma o secretário, que promete fazer uma consulta pública antes do lançamento dos editais.
A mudança, que vem sendo comentada no meio teatral sem que os detalhes tenham sido revelados, está dando o que falar. Produtores e diretores temem principalmente que os teatros públicos deixem de fora pequenas produções por conta da gerência empresarial dos espaços. Nas discussões de bastidores, fala-se em “privatização dos teatros” e “elitização da cultura”. Além da realização de consulta pública, pedem transparência no processo.
— O que queremos é que a programação não fique a critério de iniciativas privadas, porque vai acabar prevalecendo o interesse econômico — diz Eduardo Barata, presidente da Associação de Produtores de Teatro. — Na administração Cesar Maia, por exemplo, havia um diretor teatral cuidando da programação de cada teatro e, nesse caso, prevalecia a amizade, os grupos de amigos se ajudavam.
Daniela Amorim, diretora artística do Espaço Cultural Sérgio Porto, no Humaitá, vai além. Para ela, a prefeitura está repassando seus teatros para grandes empresas, sufocando o trabalho de pequenas produtoras.
— A prefeitura está arrendando seus espaços públicos. Assim, eles tiram da concorrência todas as pequenas e médias produtoras que dependem justamente dos teatros públicos para apresentar seus trabalhos e que, inclusive, lutaram para a implementação do modelo em vigor — diz. — Agora só uma produtora com capital de giro poderá dar conta, porque os encargos tributários e a necessidade de equipe são muito grandes. É um modelo criado para privilegiar somente as grandes produtoras, como fizeram com o Imperator.
Embora não seja idêntica, a nova proposta se aproxima do modelo adotado pelo Centro Cultural João Nogueira — o Imperator —, no Méier. Aniela Jordan, da empresa “Produzir”, faz a curadoria artística e administrativa do complexo, que inclui casa de espetáculos, cinemas, galeria de arte, café e, em breve, um restaurante.
— É um modelo mais moderno. A prestação de contas é rígida. Num teatro público, se o funcionário da limpeza não for trabalhar, o gerente não pode fazer nada, bem diferente de uma gestão particular. Entendo a preocupação das pessoas com a mudança. Muitos têm expertise artística, não administrativa, mas acho que pode dar certo.
Alexandre Mello, diretor artístico do Teatro Gonzaguinha, no Centro, discorda. Ele acha que o modelo do Imperator só funciona para grandes espaços. Os pequenos exigiriam uma infraestrutura mais adequada.
No novo edital, segundo a prefeitura, haverá um estudo de viabilidade econômica para cada equipamento, apontando os custos de funcionamento e o potencial de receita. Outra novidade anunciada por Sá Leitão é a criação de avaliações de desempenho para os novos gestores. O Imperator, inclusive, também será submetido às avaliações. Entre as metas a serem preenchidas estão o tempo de mínimo de ocupação por peças, shows e eventos, a variação da programação, bem como a conservação dos imóveis:
— É uma forma de mantermos a qualidade dos teatros. Temos pouca diversidade na programação. As receitas ficarão 100% com os gestores, mas parte desses recursos deve ser aplicada na melhoria dos equipamentos. Também vamos limitar os dias dedicados a produções realizadas pelos próprios gestores, como ocorre em alguns espaços — diz o secretário.



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Re: TEATRO
http://entretenimento.uol.com.br/notici ... -mundo.htm
A trupe canadense do Cirque du Soleil, em cartaz com dezenove shows ao redor do mundo, cobra o ingresso mais caro em terras brasileiras.
Outras produções estrangeiras em cartaz no Brasil, como o "Thriller Live", chega a cobrar 50% a mais do valor do espetáculo que no seu país de origem.
Produtores culpam os elevados impostos e custos de produção local para justificar os valores vigentes.
O espetáculo "Corteo", do Cirque du Soleil, que estreará no final do mês em São Paulo -- e depois seguirá para outras capitais --, tem ingressos que variam de R$ 190 (Setor 3) a R$ 630 (Premium + Tapete Vermelho). Os preços encarecem ainda mais com a taxa de conveniência nas compras realizadas pelo site e nos pontos de venda. Só na bilheteria do Credicard Hall não há a cobrança da taxa. Mesmo com o alto valor já há setores esgotados para diversos dias.
Os preços altos não se limitam ao Cirque du Soleil. Outras produções estrangeiras que se apresentam no Brasil chegam a cobrar o dobro do valor do ingresso que no seu país de origem.
Orçado em R$ 10 milhões, o musical "Thriller Live Tour" -- baseado no cantor Michael Jackson --, originário de Londres e atualmente em turnê pelo Reino Unido, cobra entre R$ 33 e R$ 105 pelas entradas.
Em cartaz no Rio de Janeiro com dezesseis atores brasileiros, além de cantores e banda da produção original inglesa, os ingressos variam entre R$ 100 (Lateral) e R$ 180 (Vips). Quando chegar a São Paulo, em maio, os valores ficarão entre R$ 80 (Plateia 3) e R$ 250 (Cadeira Vip) - mais que o dobro do maior preço praticado na terra da rainha Elizabeth.
A produtora Future Group, que trouxe o respectivo musical para o Brasil, culpou os elevados impostos e custos de produção como responsáveis pelo preço do ingresso. Mas ressaltou que, por estar em final de temporada na Inglaterra, os preços lá estão mais baixos.
"Além dos impostos e dos custos de produção aqui serem muito superiores aos da Europa [hospedagem, alimentação, transporte da equipe, parte técnica do espetáculo como som, luz, figurino], o espetáculo em Londres já está em final de temporada. Em cartaz desde 2007, seus custos já foram diluídos. Hoje Londres está cobrando um valor quase 70% mais baixo da época da sua estreia", afirmou em nota enviada para o UOL.
A expectativa de público e receita da bilheteria gerada até o momento com as apresentações não foram divulgadas pela Future Group.
A única produção mais em conta no país é o musical "O Rei Leão". Adaptação brasileira da peça de sucesso da Broadway, os ingressos variam de R$ 50 a R$ 280. O original, em Nova York, não sai por menos de R$ 350.
Orçado em R$ 50 milhões, o musical "Rei Leão" conseguiu captar R$ 11 milhões via Lei Rouanet. O restante do valor deverá ser custeado por receita gerada pelo próprio musical a partir de bilheteria e ações de merchandising.
Nos nove meses de temporada, estima-se que a venda de ingresso totalize R$ 31 milhões.
--A trupe canadense do Cirque du Soleil, em cartaz com dezenove shows ao redor do mundo, cobra o ingresso mais caro em terras brasileiras.
Outras produções estrangeiras em cartaz no Brasil, como o "Thriller Live", chega a cobrar 50% a mais do valor do espetáculo que no seu país de origem.
Produtores culpam os elevados impostos e custos de produção local para justificar os valores vigentes.
O espetáculo "Corteo", do Cirque du Soleil, que estreará no final do mês em São Paulo -- e depois seguirá para outras capitais --, tem ingressos que variam de R$ 190 (Setor 3) a R$ 630 (Premium + Tapete Vermelho). Os preços encarecem ainda mais com a taxa de conveniência nas compras realizadas pelo site e nos pontos de venda. Só na bilheteria do Credicard Hall não há a cobrança da taxa. Mesmo com o alto valor já há setores esgotados para diversos dias.
Os preços altos não se limitam ao Cirque du Soleil. Outras produções estrangeiras que se apresentam no Brasil chegam a cobrar o dobro do valor do ingresso que no seu país de origem.
Orçado em R$ 10 milhões, o musical "Thriller Live Tour" -- baseado no cantor Michael Jackson --, originário de Londres e atualmente em turnê pelo Reino Unido, cobra entre R$ 33 e R$ 105 pelas entradas.
Em cartaz no Rio de Janeiro com dezesseis atores brasileiros, além de cantores e banda da produção original inglesa, os ingressos variam entre R$ 100 (Lateral) e R$ 180 (Vips). Quando chegar a São Paulo, em maio, os valores ficarão entre R$ 80 (Plateia 3) e R$ 250 (Cadeira Vip) - mais que o dobro do maior preço praticado na terra da rainha Elizabeth.
A produtora Future Group, que trouxe o respectivo musical para o Brasil, culpou os elevados impostos e custos de produção como responsáveis pelo preço do ingresso. Mas ressaltou que, por estar em final de temporada na Inglaterra, os preços lá estão mais baixos.
"Além dos impostos e dos custos de produção aqui serem muito superiores aos da Europa [hospedagem, alimentação, transporte da equipe, parte técnica do espetáculo como som, luz, figurino], o espetáculo em Londres já está em final de temporada. Em cartaz desde 2007, seus custos já foram diluídos. Hoje Londres está cobrando um valor quase 70% mais baixo da época da sua estreia", afirmou em nota enviada para o UOL.
A expectativa de público e receita da bilheteria gerada até o momento com as apresentações não foram divulgadas pela Future Group.
A única produção mais em conta no país é o musical "O Rei Leão". Adaptação brasileira da peça de sucesso da Broadway, os ingressos variam de R$ 50 a R$ 280. O original, em Nova York, não sai por menos de R$ 350.
Orçado em R$ 50 milhões, o musical "Rei Leão" conseguiu captar R$ 11 milhões via Lei Rouanet. O restante do valor deverá ser custeado por receita gerada pelo próprio musical a partir de bilheteria e ações de merchandising.
Nos nove meses de temporada, estima-se que a venda de ingresso totalize R$ 31 milhões.
http://entretenimento.uol.com.br/notici ... quarta.htm
O substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto de lei 188/2007, que regulamenta o benefício da meia-entrada (pagamento de 50% do valor total do ingresso) em espetáculos artísticos, culturais, esportivos e de entretenimento será votado nesta quarta-feira (4) em plenário.
De acordo com o texto, aprovado por Comissões do Senado, terão direito à meia-entrada estudantes, idosos com 60 anos ou mais, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda entre 15 e 29 anos.
A concessão fica restrita a 40% dos ingressos disponíveis e não será válida aos eventos da Copa do Mundo 2014 e das Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016.
Criado em 2007, pelos então senadores Eduardo Azeredo e Flávio Arns, o projeto ganhou neste ano o substitutivo da Câmara, que inclui as pessoas com deficiência e os jovens de 15 a 29 anos, assim como aprovado no Estatuto da Juventude em julho.
No caso das pessoas com deficiência, a meia-entrada seria concedida, inclusive, quando necessário, ao acompanhante. Pessoas 15 a 29 anos, por sua vez, devem ter renda familiar mensal de até dois salários mínimos e ser inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo.
A legislação atual brasileira já assegura o pagamento da meia-entrada para estudantes e idosos. O projeto quer endurecer as regras para a concessão do benefício.
De acordo com a Agência Senado, a matéria seria votada na terça-feira (2), porém o senador Paulo Paim (PT-RS) pediu mais um dia para poder negociar com o relator, Vital do Rêgo (PMDB-PB), e com as lideranças partidárias, alterações para que a norma não venha a prejudicar os idosos, que já têm meia-entrada garantida pelo Estatuto do Idoso. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), garantiu que o substitutivo será o primeiro item da pauta de votações do Plenário de hoje.
O substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto de lei 188/2007, que regulamenta o benefício da meia-entrada (pagamento de 50% do valor total do ingresso) em espetáculos artísticos, culturais, esportivos e de entretenimento será votado nesta quarta-feira (4) em plenário.
De acordo com o texto, aprovado por Comissões do Senado, terão direito à meia-entrada estudantes, idosos com 60 anos ou mais, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda entre 15 e 29 anos.
A concessão fica restrita a 40% dos ingressos disponíveis e não será válida aos eventos da Copa do Mundo 2014 e das Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016.
Criado em 2007, pelos então senadores Eduardo Azeredo e Flávio Arns, o projeto ganhou neste ano o substitutivo da Câmara, que inclui as pessoas com deficiência e os jovens de 15 a 29 anos, assim como aprovado no Estatuto da Juventude em julho.
No caso das pessoas com deficiência, a meia-entrada seria concedida, inclusive, quando necessário, ao acompanhante. Pessoas 15 a 29 anos, por sua vez, devem ter renda familiar mensal de até dois salários mínimos e ser inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo.
A legislação atual brasileira já assegura o pagamento da meia-entrada para estudantes e idosos. O projeto quer endurecer as regras para a concessão do benefício.
De acordo com a Agência Senado, a matéria seria votada na terça-feira (2), porém o senador Paulo Paim (PT-RS) pediu mais um dia para poder negociar com o relator, Vital do Rêgo (PMDB-PB), e com as lideranças partidárias, alterações para que a norma não venha a prejudicar os idosos, que já têm meia-entrada garantida pelo Estatuto do Idoso. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), garantiu que o substitutivo será o primeiro item da pauta de votações do Plenário de hoje.



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Re: TEATRO
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/ ... elos.shtml
O circuito teatral de São Paulo vai ganhar ao menos seis salas de teatro neste ano. São teatros cujas capacidades vão de 300 a 1.200 lugares.
Três dessas salas já existiam, mas foram fechadas pela prefeitura para reformas no final de 2011.
Os teatros Paulo Eiró, Arthur Azevedo e Flávio Império voltam à atividade já no primeiro semestre.
Além deles, somam-se ao roteiro outros três novos palcos, cujos projetos contam com recursos de empresas privadas.
Eles abrirão suas portas na região da avenida Faria Lima, onde já funciona o teatro do Instituto Tomie Ohtake.
Dois desses teatros ficarão em shoppings (JK Iguatemi e Vila Olímpia) e assumem perfis bem distintos dos teatros da prefeitura.
Localizados em bairros e ligados à rede da Secretaria Municipal de Cultura, os três teatros públicos devem investir em programação que abarca companhias teatrais estáveis e estão de olho na diversidade de linguagens.
Já os teatros da Faria Lima, todos com capacidades acima de 600 lugares, ganham o contorno comercial do principal polo financeiro da cidade. Musicais são, ali, fortes candidatos à programação.
O circuito teatral de São Paulo vai ganhar ao menos seis salas de teatro neste ano. São teatros cujas capacidades vão de 300 a 1.200 lugares.
Três dessas salas já existiam, mas foram fechadas pela prefeitura para reformas no final de 2011.
Os teatros Paulo Eiró, Arthur Azevedo e Flávio Império voltam à atividade já no primeiro semestre.
Além deles, somam-se ao roteiro outros três novos palcos, cujos projetos contam com recursos de empresas privadas.
Eles abrirão suas portas na região da avenida Faria Lima, onde já funciona o teatro do Instituto Tomie Ohtake.
Dois desses teatros ficarão em shoppings (JK Iguatemi e Vila Olímpia) e assumem perfis bem distintos dos teatros da prefeitura.
Localizados em bairros e ligados à rede da Secretaria Municipal de Cultura, os três teatros públicos devem investir em programação que abarca companhias teatrais estáveis e estão de olho na diversidade de linguagens.
Já os teatros da Faria Lima, todos com capacidades acima de 600 lugares, ganham o contorno comercial do principal polo financeiro da cidade. Musicais são, ali, fortes candidatos à programação.



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Re: TEATRO
http://oglobo.globo.com/cultura/aos-90- ... r-11209961
Algumas despedidas podem ser dolorosas, carregar mágoas e ressentimentos. Mas Barbara Heliodora fala de sua aposentadoria como crítica de teatro, atividade que exerce há mais de 50 anos — os últimos 23 anos deles nas páginas do GLOBO — com um certo alívio.
— Escrevo sobre peças desde 1957. É muito tempo de dedicação. Acho que já chega — diz Barbara, sentada na sala de sua casa, no Largo do Boticário, cercada de livros e retratos que denunciam sua paixão pelos palcos. — Estou com 90 anos. Já não tenho mais fôlego para ir ao teatro várias vezes por semana e escrever sobre o que assisto. Ficou um pouco pesado para mim.
Na cadeira a seu lado está Macksen Luiz, que assinou resenhas teatrais para as revistas “Visão”, “Manchete” e “Isto É", antes de se tornar crítico do “Jornal do Brasil”, entre 1982 e 2010. A partir de agora, ele assume a função até então exercida por Barbara no GLOBO, a de avaliar semanalmente a produção teatral carioca — e, por extensão, a brasileira.
— Sempre achei o trabalho do Macksen Luiz muito interessante. É um crítico que respeito muito. O jornal sai lucrando, foi uma bela escolha — elogia a senhora de cabelos acinzentados. — Posso me gabar de meus sucessores. Quando saí do “Jornal do Brasil”, nos anos 1960, entrou Yan Michalski (1932-1990). Agora, saio do GLOBO e entra Macksen Luiz. Tenho orgulho de ter sucessores de qualidade.
Macksen Luiz, que continuará alimentando o seu blog sobre a cena teatral (macksenluiz.blogspot.com.br), lamenta que Barbara tenha decidido se afastar da crítica semanal.
— Sempre encontrei Barbara em estreias. Mesmo em momentos em que a saúde estava um tanto frágil, ela acompanhava a temporada inteira. O teatro vai perder esse caráter de espectadora contumaz dela — retribui o crítico.
Os dois passaram as últimas décadas encontrando-se em espetáculos pela cidade — das experimentações de José Celso Martinez Corrêa a revisitações de clássicos de William Shakespeare, o favorito de Barbara e que inspirou os seus livros “A expressão dramática do homem político em Shakespeare” (Paz e Terra) e “Falando de Shakespeare” (Perspectiva). Nunca alimentaram qualquer tipo de rivalidade, mesmo em publicações concorrentes.
— Nós nos respeitávamos muito. Desenvolvíamos trabalhos paralelos, mas, eventualmente, chegávamos a trocar opiniões sobre o que acabáramos de assistir — lembra Macksen Luiz. — Talvez tenhamos linhas de trabalho diferentes, mas o rigor analítico é comum a ambos.
Algumas despedidas podem ser dolorosas, carregar mágoas e ressentimentos. Mas Barbara Heliodora fala de sua aposentadoria como crítica de teatro, atividade que exerce há mais de 50 anos — os últimos 23 anos deles nas páginas do GLOBO — com um certo alívio.
— Escrevo sobre peças desde 1957. É muito tempo de dedicação. Acho que já chega — diz Barbara, sentada na sala de sua casa, no Largo do Boticário, cercada de livros e retratos que denunciam sua paixão pelos palcos. — Estou com 90 anos. Já não tenho mais fôlego para ir ao teatro várias vezes por semana e escrever sobre o que assisto. Ficou um pouco pesado para mim.
Na cadeira a seu lado está Macksen Luiz, que assinou resenhas teatrais para as revistas “Visão”, “Manchete” e “Isto É", antes de se tornar crítico do “Jornal do Brasil”, entre 1982 e 2010. A partir de agora, ele assume a função até então exercida por Barbara no GLOBO, a de avaliar semanalmente a produção teatral carioca — e, por extensão, a brasileira.
— Sempre achei o trabalho do Macksen Luiz muito interessante. É um crítico que respeito muito. O jornal sai lucrando, foi uma bela escolha — elogia a senhora de cabelos acinzentados. — Posso me gabar de meus sucessores. Quando saí do “Jornal do Brasil”, nos anos 1960, entrou Yan Michalski (1932-1990). Agora, saio do GLOBO e entra Macksen Luiz. Tenho orgulho de ter sucessores de qualidade.
Macksen Luiz, que continuará alimentando o seu blog sobre a cena teatral (macksenluiz.blogspot.com.br), lamenta que Barbara tenha decidido se afastar da crítica semanal.
— Sempre encontrei Barbara em estreias. Mesmo em momentos em que a saúde estava um tanto frágil, ela acompanhava a temporada inteira. O teatro vai perder esse caráter de espectadora contumaz dela — retribui o crítico.
Os dois passaram as últimas décadas encontrando-se em espetáculos pela cidade — das experimentações de José Celso Martinez Corrêa a revisitações de clássicos de William Shakespeare, o favorito de Barbara e que inspirou os seus livros “A expressão dramática do homem político em Shakespeare” (Paz e Terra) e “Falando de Shakespeare” (Perspectiva). Nunca alimentaram qualquer tipo de rivalidade, mesmo em publicações concorrentes.
— Nós nos respeitávamos muito. Desenvolvíamos trabalhos paralelos, mas, eventualmente, chegávamos a trocar opiniões sobre o que acabáramos de assistir — lembra Macksen Luiz. — Talvez tenhamos linhas de trabalho diferentes, mas o rigor analítico é comum a ambos.















