Livros
- Valdés
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Re: Livros
Desses eu lembro que li "A ilha perdida", "O escaravelho do diabo", "O rapto do garoto de ouro", "Enigma na televisão" e "Éramos seis". Na minha escola tinha muitos.
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Re: Livros
Só li uns 3 ou 4 (só os que a professora de português mandava). Por livre e espontânea vontade eu só lia gibis.
- dedediadema
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Re: Livros
Eu não sou muito de ler livros, ainda mais de literatura. Mas um dos livros que eu mais gostei foi o Horror em Amityville que é bem o tipo de história que gosto, casa mal assombrada, fantasmas e demônios.
Enfim, queria recomendações de livros nesse estilo
Enfim, queria recomendações de livros nesse estilo
- Antonio Felipe
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Re: Livros
Meus dois centavos sobre Inferno, do Dan Brown:
Está certo que os livros de Dan Brown não são do tipo de se levar a sério. Com tramas mirabolantes envolvendo conspirações, sociedades secretas e segredos poderosos, suas obras são como filmes de ação: divertidos, com história acelerada e, claro, personagens meio rasos e vários clichês, seja de expressões, seja de situações e fechamentos de capítulo. Cada livro é escrito como se implorasse para virar filme.
"Inferno" surge como a quarta aventura de Robert Langdon. Depois dos ótimos "Anjos e Demônios" e "O Código da Vinci", a literatura de Brown cansou um pouco em "O Símbolo Perdido", que ainda assim foi satisfatório. Mas a fórmula do escritor chega ao limite nessa nova publicação. Está tudo lá: Langdon usando seu talento como especialista em história da arte e símbolos para desvendar mistérios em outro país; uma mulher inteligente que lhe acompanha na aventura; uma organização secreta como antagonista. Agora, Brown coloca o tema da superpopulação e o colapso da humanidade em discussão, entremeado com "A Divina Comédia", de Dante Alighieri.
Durante umas 300 páginas, tudo funciona bem, caminhando para um desfecho que parece incrível e aterrorizante. Sobram descrições de grandes obras arquitetônicas, arte de Vasari, Michelangelo, Botticelli... Até que a trama sofre uma reviravolta quase inacreditável e sua cabeça dá um nó. Para piorar, o final de tudo é decepcionante, porque é extremamente mirabolante e muito distante de algo factível. Na verdade, o livro sequer tem um grande desfecho. A sensação é de que você leu quase 500 páginas para nada, praticamente.
Ler "Inferno" é como assistir a um filme de ação pipoca. É divertido durante quase toda a projeção, mas as soluções da trama são apressadas e tão confusas que você nem consegue processar tudo direito e sai da sala com a cabeça girando - e esquecendo tudo logo depois. Considerando que "Inferno" vai ser adaptado para o cinema e vai faturar bastante - com Tom Hanks à frente? - essa comparação é mais que adequada. Quem perde é o leitor. E o espectador.
Está certo que os livros de Dan Brown não são do tipo de se levar a sério. Com tramas mirabolantes envolvendo conspirações, sociedades secretas e segredos poderosos, suas obras são como filmes de ação: divertidos, com história acelerada e, claro, personagens meio rasos e vários clichês, seja de expressões, seja de situações e fechamentos de capítulo. Cada livro é escrito como se implorasse para virar filme.
"Inferno" surge como a quarta aventura de Robert Langdon. Depois dos ótimos "Anjos e Demônios" e "O Código da Vinci", a literatura de Brown cansou um pouco em "O Símbolo Perdido", que ainda assim foi satisfatório. Mas a fórmula do escritor chega ao limite nessa nova publicação. Está tudo lá: Langdon usando seu talento como especialista em história da arte e símbolos para desvendar mistérios em outro país; uma mulher inteligente que lhe acompanha na aventura; uma organização secreta como antagonista. Agora, Brown coloca o tema da superpopulação e o colapso da humanidade em discussão, entremeado com "A Divina Comédia", de Dante Alighieri.
Durante umas 300 páginas, tudo funciona bem, caminhando para um desfecho que parece incrível e aterrorizante. Sobram descrições de grandes obras arquitetônicas, arte de Vasari, Michelangelo, Botticelli... Até que a trama sofre uma reviravolta quase inacreditável e sua cabeça dá um nó. Para piorar, o final de tudo é decepcionante, porque é extremamente mirabolante e muito distante de algo factível. Na verdade, o livro sequer tem um grande desfecho. A sensação é de que você leu quase 500 páginas para nada, praticamente.
Ler "Inferno" é como assistir a um filme de ação pipoca. É divertido durante quase toda a projeção, mas as soluções da trama são apressadas e tão confusas que você nem consegue processar tudo direito e sai da sala com a cabeça girando - e esquecendo tudo logo depois. Considerando que "Inferno" vai ser adaptado para o cinema e vai faturar bastante - com Tom Hanks à frente? - essa comparação é mais que adequada. Quem perde é o leitor. E o espectador.
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Re: Livros
Coincidentemente, comecei a ler A Divina Comédia esta semana. E pretendo comprar esse livro do Dan Brown, no futuro.
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- dedediadema
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Re: Livros
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on- ... ca-vem-ai/
Marlon Reis, um dos fundadores do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, fechou contrato com a Leya. Até o fim do ano, lança o livro O Gigante Acordado, para falar sobre a importância das manifestações e do resgate dos partidos políticos.
Marlon Reis, um dos fundadores do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, fechou contrato com a Leya. Até o fim do ano, lança o livro O Gigante Acordado, para falar sobre a importância das manifestações e do resgate dos partidos políticos.



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Re: Livros
Artistas se manifestam contra biografias não autorizadas
8 de outubro de 2013

O grupo Procure Saber, formado por artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Djavan, Milton Nascimento e Chico Buarque, presidido pela produtora Paula Lavigne, pretende apertar o cerco contras as biografias não autorizadas. A intenção deles é proibir a comercialização de qualquer obra que conte suas trajetórias, sem a prévia autorização do biografado.
Segundo Lavigne, o grupo não é contra a publicação das informações na internet, por exemplo. Os artistas querem impedir que o biógrafo lucre em detrimento de um possível ônus causado pelo livro. A produtora ainda afirma que a liberação total das biografias não autorizadas poderia acarretar o surgimento de obras sensacionalistas e dificilmente os artistas conseguiriam uma indenização justa por danos morais.
A Anel (Associação Nacional dos Editores de Livros) aparece do outro lado desse cabo de força. Para eles, a atitude do Procure Saber viola dois princípios básicos da Constituição: liberdade de expressão e o direito à informação. A entidade já entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal, contra os artigos do Código Civil que impedem a publicação sem autorização do biografado ou seus herdeiros.
DO MESMO LADO DO REI
Em um dos casos mais comentados do assunto, em 2007, o cantor Roberto Carlos exigiu que o livro “Roberto Carlos em Detalhes (Planeta), escrito por Paulo César de Araújo, fosse retirado das prateleiras. O Rei afirmou que teve sua privacidade violada e se sentiu ofendido com a biografia. Em junho desse ano, foi a vez do livro “Jovem Guarda – Moda, Música e Juventude” causar um mal-estar com o cantor. Considerando que o material fez mal uso de sua imagem, mais uma vez, ele pediu o fim de sua comercialização.
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O grupo Procure Saber, formado por artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Djavan, Milton Nascimento e Chico Buarque, presidido pela produtora Paula Lavigne, pretende apertar o cerco contras as biografias não autorizadas. A intenção deles é proibir a comercialização de qualquer obra que conte suas trajetórias, sem a prévia autorização do biografado.
Segundo Lavigne, o grupo não é contra a publicação das informações na internet, por exemplo. Os artistas querem impedir que o biógrafo lucre em detrimento de um possível ônus causado pelo livro. A produtora ainda afirma que a liberação total das biografias não autorizadas poderia acarretar o surgimento de obras sensacionalistas e dificilmente os artistas conseguiriam uma indenização justa por danos morais.
A Anel (Associação Nacional dos Editores de Livros) aparece do outro lado desse cabo de força. Para eles, a atitude do Procure Saber viola dois princípios básicos da Constituição: liberdade de expressão e o direito à informação. A entidade já entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal, contra os artigos do Código Civil que impedem a publicação sem autorização do biografado ou seus herdeiros.
DO MESMO LADO DO REI
Em um dos casos mais comentados do assunto, em 2007, o cantor Roberto Carlos exigiu que o livro “Roberto Carlos em Detalhes (Planeta), escrito por Paulo César de Araújo, fosse retirado das prateleiras. O Rei afirmou que teve sua privacidade violada e se sentiu ofendido com a biografia. Em junho desse ano, foi a vez do livro “Jovem Guarda – Moda, Música e Juventude” causar um mal-estar com o cantor. Considerando que o material fez mal uso de sua imagem, mais uma vez, ele pediu o fim de sua comercialização.
"Se aproveitaram da minha astúcia" - VELOSO, Caetano
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Re: Livros
Como estive sem computador nas últimas semanas, aproveitei para ler 1889, livro de Graciliano Ramos sobre a história da proclamação da República. É uma leitura não muito fácil para leigos em História. Aliás, aprendi muita coisa que não sabia, pois esse fato histórico foi dado superficialmente no colégio. O autor escreve muito bem, e com isso, o livro, apesar de longo (são mais de 400 páginas), flui rapidamente. Li ele todo em três dias. Recomendo.
Ex-moderador do Bar do Chespirito
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Re: Livros
Graciliano Ramos ? Não seria Laurentino Gomes ? 

Principais campanhas no FCH :
1° lugar do Bolão Fórum Chaves VIP 2012
2° lugar do Bolão Fórum Chaves 2012
2° lugar da Chapoliga ( Cartola FC ) 2012
3° lugar do Trívia FCH ( 1ª Edição)
3° lugar da Fazenda do Fórum Chaves
Pior jogador de Haxball do Fórum Chaves
Raphael Gustavo - ex-muléki doidão ch e desde 2006 acessando e frequentando fóruns CH .
http://www.lastfm.com.br/user/Rapha35
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Re: Livros
Graciliano Ramos uhuaheuae
Comprei o 1808, o 1822 e o 1889 numa promoção de uma livraria aqui da região. Já terminei o 1808 e comecei o 1822. Achei os livros de linguagem acessível, não cansativa e com bastante conteúdo, vale bastante a pena ler, sendo estudante de história ou não, é interessante saber, nos mais pequenos detalhes, sobre o país que era o Brasil há uns 100, 120 anos atrás e o que se tornou. Recomendo.
Comprei o 1808, o 1822 e o 1889 numa promoção de uma livraria aqui da região. Já terminei o 1808 e comecei o 1822. Achei os livros de linguagem acessível, não cansativa e com bastante conteúdo, vale bastante a pena ler, sendo estudante de história ou não, é interessante saber, nos mais pequenos detalhes, sobre o país que era o Brasil há uns 100, 120 anos atrás e o que se tornou. Recomendo.

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