Dirigentes, federações e confederações esportivas
- Eduardo Godinez
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
quase que o Carlos Alberto Oliveira (vulgo Bode Rouco) sai da federação pernambucana de futebol, depois de uns 1000 anos nela.
Tudo por causa disso aqui
http://www.pe.superesportes.com.br/app/ ... -rei.shtml
ou seja, é um verdadeiro bufão esse sr.
¬¬
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Eduardo 'Godinez' Monteiro
desde 2003 no meio ch, fundador do Fórum Chaves
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- Barbano
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
Como eu disse, Record já começou a malhar o Andres...
http://esportes.r7.com/videos/corinthia ... d10bf.html
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Deixo aqui o meu apoio ao povo ucraniano e ao povo de Israel



- Jader
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
Bem feito pro cara de areia mijada 
Não sei como ele não coloca a culpa no São Paulo... já que adoro falar da gente.
Não sei como ele não coloca a culpa no São Paulo... já que adoro falar da gente.


- E.R
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas

Essa matéria da Record sobre o Andres Sanchez tem uma mensagem subliminar no final "Esse é o Corinthians, um clube que é incapaz de fazer bons negócios".
O jornalismo da Record é uma piada mesmo !



- Barbano
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
É, na hora eu nem reparei. É uma clara referência ao lance lá do Clube dos 13...E.R escreveu:Essa matéria da Record sobre o Andres Sanchez tem uma mensagem subliminar no final "Esse é o Corinthians, um clube que é incapaz de fazer bons negócios".
Deixo aqui o meu apoio ao povo ucraniano e ao povo de Israel



- E.R
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João Havelange

O brasileiro Jean-Marie Faustin Goedefroid de Havelange (João Havelange) foi o sétimo presidente da FIFA de 1974 a 1998. Mas seria ele um orgulho para o Brasil?
Eleição na FIFA
- Numa memorável jornada de viagens custeadas pelos cofres da CDB (deixados com um rombo de 5 milhões de dólares na época), o candidato brasileiro percorreu dezenas de países, prometeu mundos e fundos – principalmente fundos, mas estes ele certamente pagou, não apenas em subsídios às federações nacionais membros do colégio eleitoral da FIFA, como a confederações e delegados enquanto pessoas físicas, muitos dos quais teriam saído das reuniões de conchavo com envelopes recheados por 50 mil dólares, cotação do voto naquele ano.
Copa de 1978 – A maior vergonha
Argentina era governada pelos militares e sob a égide do terror de estado, que perpetrou todo tipo de crimes, como tortura, assassinatos, ‘‘desaparecimentos’’. Os governantes militares argentinos queriam realizar a Copa do Mundo no país, como forma de sossegar seu próprio povo e limpar sua imagem junto à opinião pública mundial. O homem escolhido para organizar o certame no país, inclusive os orçamentos, não era do grupo de Havelange, e sim Carlos Omar Actis, um general respeitado, sem relatos de crimes ou excessos violentos. O segundo homem no comitê, no entanto, era o capitão Lacoste, estreitamente vinculado a Havelange e a seus sócios na exploração da venda de cotas de patrocínio. Pois bem, em agosto de 1976, quando se encaminhava para uma entrevista coletiva, o general Actis foi assassinado, num ato atribuído ao grupo guerrilheiro Montoneros, que já havia declarado que nada faria contra a Copa do Mundo em seu país. Assumiu Lacoste que, logo depois do mundial, começou a adquirir bens muito acima de suas possibilidades e que, com o fim da ditadura na Argentina, foi acusado pelo assassinato de Actis e por uma série de crimes, inclusive corrupção e enriquecimento ilícito.
Nas semifinais, o Brasil venceu a Polônia e disputava com a Argentina uma vaga nas finais. O país anfitrião precisava vencer o Peru por uma diferença de quatro gols. Ganhou de 6 x 0, e com os adversários sul-americanos exibindo o pior futebol que já se O presidente argentino Jorge Rafael Videla teria encomendado pessoalmente ao capitão Lacoste uma negociação, que teria aberto para o Peru uma linha de crédito de 50 milhões de dólares, com suborno de funcionários, promoção de militares e corrupção direta de jogadores da seleção peruana. Três deles confirmaram ao jornalista a oferta recebida, sob a condição do anonimato.
Copa de 1986 – Presente para o México
A Colômbia, que sediaria a Copa de 1986, renunciou ao posto após ser reprovada em vistorias da Fifa. Os EUA logo se candidataram, junto de Brasil, México e Canadá. Por trás da campanha americana estava justamente Kissinger, que sonhava em trazer uma copa para o país.
Vista de fora, a escolha parecia um passeio americano. A candidatura tinha o dinheiro necessário para levar a parada. Mas nos bastidores a história era outra. A desistência da Colômbia teria sido engendrada desde o início em favor do México. Por trás do acordo, especula-se, estaria a poderosa rede Televisa, cujo diretor Guillermo Cañedo era também vice-presidente da Fifa.
Havelange participava de todo o acordo, sendo decisivo inclusive nas gestões para o presidente João Figueiredo abortar a candidatura do Brasil. No dia da votação que escolheria a nova sede, os trabalhos foram abertos com discursos curtos de canadenses e mexicanos. Kissinger entrou na seqüência com uma apresentação caprichada, padrão empresarial-americano. Exibiu planos por mais de uma hora até que um representante da Fifa disse-lhe ao ouvido que podia parar. Em outro andar, os mexicanos comemoravam antecipadamente a vitória. Aparentemente, as exposições foram uma farsa. Os votos estavam definidos com antecedência. O prato frio foi saboreado pelo presidente da Fifa.
Relação com ditadores
- Havelange manteve relações mais que meramente cordiais com os militares que governaram o Brasil durante a ditadura implantada em 1964, além das ditaduras militares na Argentina e outros países sul-americanos, e pelo mundo afora.
Viação Cometa
- Durante toda a vida disse ser um dos proprietários da Viação Cometa, e tenha justificado por aí suas altas rendas, mas isto não é verdade, já que o cargo do dirigente esportivo na empresa teria sido sempre honorário, não com status de sócio.
Ricardo Teixeira - a herança
Apadrinhado pelo seu então sogro, João Havelange, Teixeira aprendeu como se manter no cargo. Escândalos atingiriam a gestão de Teixeira, que é marcada por denúncias,com acusações de nepotismo no preenchimento de cargos na CBF, pagamento de viagens para países sedes da Copa do Mundo a magistrados e outras autoridades, importação irregular de equipamentos após a Copa de 1994, a celebração de contratos lesivos para o futebol brasileiro, em especial com a fabricante de artigos esportivos Nike.
Fonte: Como eles roubaram o jogo, de David A. Yallop (Editora Record)
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
NOTÍCIAS

O empresário iraniano Kia Joorabchian está oficialmente afastado do Corinthians desde 2007, quando a parceria do clube com a MSI foi desfeita. O agente continua atuando no futebol, mas garante que não faz mais negócios no Brasil, onde chegou a ter a prisão decretada acusado de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Em entrevista com Chico Lang, TV Gazeta, ele até fez acusações ao negar a existência de qualquer atividade no País.
"Muitas pessoas dizem que tenho parceria com (o empresário argentino) Gustavo Arribas, o que é mentira total. Não tem nada acontecendo com ele, zero. Para mim é muito estranho. Ele roubou o Corinthians", disse Kia, falando sobre a saída do zagueiro argentino Sebástian Domínguez, trazido por ele ao Brasil em 2005 como um dos potenciais "galácticos".
"Ele pegou o Sebá, vendeu para um clube do México (América) e nunca devolveu nenhum dinheiro ao Corinthians", acusou o iraniano, antes de dizer que Arribas usa seu nome sem que nenhuma parceria tenha sido firmada.
Gustavo Arribas é um dos sócios da empresa HAZ Football Wordwide Ltda., que tem uma subsidiária na Argentina, a HAZ Sport Agency. O também argentino Fernando Hidalgo (o H da sigla) e o israelense Pini Zahavi (o Z) são os parceiros de Arribas, que é o "A" na composição do nome da agência.
Especula-se que a empresa tenha intermediado negociações entre Corinthians e MSI, tendo inclusive participado da contratação do argentino Carlitos Tevez junto ao Boca Juniors. Em 2010, a HAZ adquiriu 100% dos direitos econômicos do zagueiro Thiago Heleno, que pertencia ao Cruzeiro, e repassou o atleta ao clube do Parque São Jorge.
Coração
O vexame do Corinthians diante do colombiano Tolima, na pré-Libertadores, entristeceu Kia Joorabchian. O empresário se disse torcedor do clube e deu a receita para que o sonho de conquistar a América seja finalmente realizado.
"Libertadores é como a Champions League. Você precisa montar um time e esperar dois ou três anos para que ele fique maduro, tem que ter força. Dentro do Corinthians, sempre tem muita pressa. O time entrou na competição sem estar pronto para ganhar, é preciso ter o time formado. Saiu da Libertadores? Por que saímos? Não tem defesa? Não tem meio? Então vamos contratar", disse ele, otimista. "Depois que ganhar a primeira, vai ganhar três ou quatro."
Kia deu sua sugestão quando questionado sobre o jogador que poderia vir para fazer a diferença: Carlitos Tevez, ídolo da torcida entre 2005 e 2006, que caiu em desgraça com parte da Fiel após a queda para o River Plate na competição sul-americana, em seu segundo ano de clube. O sonho é possível? "Não para o mês que vem", explica o agente, amigo do argentino.
"Eu sei que Carlitos ama o Corinthians, ele é corintiano também. Ele sempre falou que quer voltar à América do Sul, jogar por Corinthians e depois Boca. Se Deus quiser, vai dar certo. Ele está com 27 anos e joga por mais uns três na Europa. Pode ser que volte. Não falei com ele, mas por que não?", acrescentou ele, que não pode mais fazer muito pelo clube.
"O que posso fazer é torcer para o Corinthians. Meu coração é corintiano, meu filho é corintiano. Com um ano, ele tem todas as roupas, todas as coisas do Corinthians", completou.
Meus títulos e conquistas no FCH:
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Re: João Havelange
Dirigente mais importante que o Brasil já teve, porém corrupto - como muitos na FIFA, e no futebol em geral 


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Re: João Havelange
Dizem que ele ainda manda no futebol já que colocou o Ricardo Teixeira na CBF e o Joseph Blatter na FIFA.
Agente da Coroa a serviço da Rainha


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Re: João Havelange
Na FIFA só tem corrupto e ladrão, e só ver o dinheiro sujo que eles ganharam na África do Sul e vão ganhar aqui no Brasil, com a construção desnecessária de estádios.



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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
http://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/
. Na semana passada, José Eduardo Mesquita Pimenta, ex-presidente do São Paulo, recebeu do Conselho Deliberativo o título de sócio benemérito do clube em votação unânime. O motivo alegado foi o fato de, como presidente, ele ter conduzido o time ao bicampeonato mundial interclubes.
A reverência acontece quase duas décadas depois e no momento em que Juvenal Juvêncio busca apoio de todas as alas para poder tentar o terceiro mandato.
José Eduardo Mesquita Pimenta chegou a ter a sua expulsão do quadro de sócios determinada pelo conselho, mas conseguiu retornar. Hoje, ele integra a oposição.

Por isso, para parte dos conselheiros a homenagem soou como uma tentativa dos aliados de Juvenal Juvêncio de agradar a um adversário político em período pré-eleitoral.
“Acredito que não teve nada a ver com eleição, foi uma homenagem merecida. Demorou uns 18 anos, mas não recusei porque foi merecido. E isso não muda a minha posição política”, afirmou Pimenta ao blog.
Também por unanimidade ganhou o título de sócio benemérito o ex-presidente Carlos Miguel Aidar, autor da emenda que visa permitir a nova reeleição do atual presidente.
A justificativa nos dois casos foi o aumento do patrimônio do clube com a construção de dois CTs, um em cada administração. As homenagens aos três foram propostas pelo Conselho Consultivo.
. Na semana passada, José Eduardo Mesquita Pimenta, ex-presidente do São Paulo, recebeu do Conselho Deliberativo o título de sócio benemérito do clube em votação unânime. O motivo alegado foi o fato de, como presidente, ele ter conduzido o time ao bicampeonato mundial interclubes.
A reverência acontece quase duas décadas depois e no momento em que Juvenal Juvêncio busca apoio de todas as alas para poder tentar o terceiro mandato.
José Eduardo Mesquita Pimenta chegou a ter a sua expulsão do quadro de sócios determinada pelo conselho, mas conseguiu retornar. Hoje, ele integra a oposição.

Por isso, para parte dos conselheiros a homenagem soou como uma tentativa dos aliados de Juvenal Juvêncio de agradar a um adversário político em período pré-eleitoral.
“Acredito que não teve nada a ver com eleição, foi uma homenagem merecida. Demorou uns 18 anos, mas não recusei porque foi merecido. E isso não muda a minha posição política”, afirmou Pimenta ao blog.
Também por unanimidade ganhou o título de sócio benemérito o ex-presidente Carlos Miguel Aidar, autor da emenda que visa permitir a nova reeleição do atual presidente.
A justificativa nos dois casos foi o aumento do patrimônio do clube com a construção de dois CTs, um em cada administração. As homenagens aos três foram propostas pelo Conselho Consultivo.



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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
http://www.lancenet.com.br/minuto/Juven ... 56869.html

. Juvenal Juvêncio está convicto de que continuará na presidência do São Paulo, mesmo após seus dois mandatos. Depois da reunião do Clube dos 13, nesta quarta-feira, o presidente tricolor foi questionado sobre a liminar que a oposição do clube conseguiu na Justiça. Esta impediu reunião para mudança do estatuto, que garantiria legalmente outra reeleição do mandatário.
- Vocês podem apostar em uma coisa : eu vou ganhar nessa também. Não apostem no meu fracasso - disparou Juvenal, que tenta cassar a liminar.
O estatuto do São Paulo permite apenas uma reeleição. Porém, como o mesmo foi modificado durante a primeira gestão de Juvenal, ele alega que teve apenas um mandato sob o novo estatuto, que passou de dois para três anos o tempo na presidência. Ele quer continuar no poder porque não vê nenhum nome capacitado suficientemente para exercer seu papel.
As eleições ocorrerão em maio. Edson Lapolla já lançou candidatura e é o principal oposicionista a Juvenal Juvêncio. No clube, a aceitação de Juvêncio é de cerca de 80%. Mesmo assim, internamente, muitos admitem que o ideal seria lançar outro candidato. Com isso, evitaria críticas. O problema é que ninguém foi preparado para o cargo.

. Juvenal Juvêncio está convicto de que continuará na presidência do São Paulo, mesmo após seus dois mandatos. Depois da reunião do Clube dos 13, nesta quarta-feira, o presidente tricolor foi questionado sobre a liminar que a oposição do clube conseguiu na Justiça. Esta impediu reunião para mudança do estatuto, que garantiria legalmente outra reeleição do mandatário.
- Vocês podem apostar em uma coisa : eu vou ganhar nessa também. Não apostem no meu fracasso - disparou Juvenal, que tenta cassar a liminar.
O estatuto do São Paulo permite apenas uma reeleição. Porém, como o mesmo foi modificado durante a primeira gestão de Juvenal, ele alega que teve apenas um mandato sob o novo estatuto, que passou de dois para três anos o tempo na presidência. Ele quer continuar no poder porque não vê nenhum nome capacitado suficientemente para exercer seu papel.
As eleições ocorrerão em maio. Edson Lapolla já lançou candidatura e é o principal oposicionista a Juvenal Juvêncio. No clube, a aceitação de Juvêncio é de cerca de 80%. Mesmo assim, internamente, muitos admitem que o ideal seria lançar outro candidato. Com isso, evitaria críticas. O problema é que ninguém foi preparado para o cargo.



- Antonio Felipe
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
WIANEY CARLET/ZERO HORA
A CBF, o ex-árbitro Edilson Pereira de Carvalho e o empresário Nagib Fayad foram condenados, em primeira instância, a pagar uma indenização de R$ 160 milhões decorrentes do processo que foi chamado de “ a máfia do apito”, em 2005, quando 11 partidas por anuladas. Como Nagib e Edilson estão “quebrados”, a CBF ficaria com a responsabilidade de pagar a penalização, sozinha. A entidade, claro, recorreu da decisão, que subirá para outra instância do Poder Judiciário. Incrível, porém, são os argumentos empregados pela CBF, para se defender. Diz a entidade, presidida por Ricardo Teixeira: “O futebol não tem interesse social relevante”. E vai adiante: “O futebol contribui para a desinformação do povo, já de si mal aparelhado intelectualmente”. Se este é o conceito da CBF sobre o futebol e a torcida brasileira, deveria ser dissolvida e substituída por outra entidade mais respeitosa e comprometida com esta verdadeira paixão nacional. Dá para acreditar que a CBF tenha tão baixa consideração pelo futebol?
A CBF, o ex-árbitro Edilson Pereira de Carvalho e o empresário Nagib Fayad foram condenados, em primeira instância, a pagar uma indenização de R$ 160 milhões decorrentes do processo que foi chamado de “ a máfia do apito”, em 2005, quando 11 partidas por anuladas. Como Nagib e Edilson estão “quebrados”, a CBF ficaria com a responsabilidade de pagar a penalização, sozinha. A entidade, claro, recorreu da decisão, que subirá para outra instância do Poder Judiciário. Incrível, porém, são os argumentos empregados pela CBF, para se defender. Diz a entidade, presidida por Ricardo Teixeira: “O futebol não tem interesse social relevante”. E vai adiante: “O futebol contribui para a desinformação do povo, já de si mal aparelhado intelectualmente”. Se este é o conceito da CBF sobre o futebol e a torcida brasileira, deveria ser dissolvida e substituída por outra entidade mais respeitosa e comprometida com esta verdadeira paixão nacional. Dá para acreditar que a CBF tenha tão baixa consideração pelo futebol?
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Re: Dirigentes, federações e confederações esportivas
Como disse no Twitter, cada vez mais a CBF é o Circo Brasileiro de Futebol... ou nem isso, o Circo merece mais respeito do que esse aglomerado de corruptos sem vergonha.














