Boa noticia!!!
Violência no Futebol
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Re: Violência no Futebol
NOTÍCIAS
http://globoesporte.globo.com/futebol/f ... exico.html
A partida entre o Santos Laguna e o Monarcas Morelia, válida pela primeira divisão do Campeonato Mexicano foi interrompida depois que um tiroteio foi ouvido no entorno do estádio, na cidade de Torreón, na noite deste sábado. O confronto estava ainda no primeiro tempo.
Logo que ouviram o som dos disparos, os jogadores das duas equipes foram rapidamente para os vestiários para se refugiarem. Os torcedores também correram pelo gramado em busca de um local mais seguro.
De acordo com o jornal mexicano El Universal, as autoridades informaram que um policial ficou ferido durante o tiroteio, mas a situação já teria sido controlada.
A partida entre o Santos Laguna e o Monarcas Morelia, válida pela primeira divisão do Campeonato Mexicano foi interrompida depois que um tiroteio foi ouvido no entorno do estádio, na cidade de Torreón, na noite deste sábado. O confronto estava ainda no primeiro tempo.
Logo que ouviram o som dos disparos, os jogadores das duas equipes foram rapidamente para os vestiários para se refugiarem. Os torcedores também correram pelo gramado em busca de um local mais seguro.
De acordo com o jornal mexicano El Universal, as autoridades informaram que um policial ficou ferido durante o tiroteio, mas a situação já teria sido controlada.
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Re: Violência no Futebol
http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... amada.html

Torcedores do Corinthians decidiram expressar sua insatisfação com o mau momento da equipe no Campeonato Brasileiro. Cerca de 30 alvinegros compareceram nesta terça-feira à tarde ao CT Joaquim Grava para protestar contra as exibições. Alguns conseguiram invadir o local, mas foram contidos por policiais.
O protesto teve início por volta das 16h, próximo ao alambrado que protege o estacionamento dos jogadores. Além de faixas chamando os atletas de baladeiros e cobrando ingressos mais baratos, eles entoaram cânticos pedindo mais empenho. O único jogador citado foi o meia Danilo, destaque nas primeiras rodadas, mas que apresentou queda de rendimento.
Um outro grupo, composto por cinco torcedores, contornou o terreno e conseguiu passar pela grade, invadindo o local. A polícia, presente com seis viaturas, chegou a tempo de impedi-los de se aproximar dos jogadores que faziam o aquecimento.
Por conta da invasão, o técnico Tite decidiu fechar o treintamento de quarta-feira, o último antes do "Clássico das Multidões". A imprensa só terá acesso depois da atividade para a entrevista coletiva.
E olha que o Corinthians ainda é o lider e mesmo assim teve protesto, vai entender!!! 
Torcedores do Corinthians decidiram expressar sua insatisfação com o mau momento da equipe no Campeonato Brasileiro. Cerca de 30 alvinegros compareceram nesta terça-feira à tarde ao CT Joaquim Grava para protestar contra as exibições. Alguns conseguiram invadir o local, mas foram contidos por policiais.
O protesto teve início por volta das 16h, próximo ao alambrado que protege o estacionamento dos jogadores. Além de faixas chamando os atletas de baladeiros e cobrando ingressos mais baratos, eles entoaram cânticos pedindo mais empenho. O único jogador citado foi o meia Danilo, destaque nas primeiras rodadas, mas que apresentou queda de rendimento.
Um outro grupo, composto por cinco torcedores, contornou o terreno e conseguiu passar pela grade, invadindo o local. A polícia, presente com seis viaturas, chegou a tempo de impedi-los de se aproximar dos jogadores que faziam o aquecimento.
Por conta da invasão, o técnico Tite decidiu fechar o treintamento de quarta-feira, o último antes do "Clássico das Multidões". A imprensa só terá acesso depois da atividade para a entrevista coletiva.
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Re: Violência no Futebol
É um bando de imbecis mesmo. Não tem que protestar nada, o time é lider, está mostrando raça, e todo time passa por momentos de turbulência dentro de um campeonato de pontos corridos, isso logo deverá passar e as vitórias certamente voltarão.
Idolos futebolisticos eternos:
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Willianch DVD's: Os melhores DVD's da net, vendedor super recomendado e com muito material:
. Um maluco no pedaço
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. O Fantastico Mundo de Bobby
. A Escolinha do Golias
E muito mais.
Mandem um email para: willianbertuzzioficial@gmail.com
Ou no facebook:https://www.facebook.com/willian.bertuzzi.9
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Luiz
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Re: Violência no Futebol
Eu falo que corintiano se contenta com pouco 
E protestam até quando tá bem? Que beleza...
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Luiz, desde 2006 no meio CH
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As tuas glórias vêm do passado E DO PRESENTE!
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Re: Violência no Futebol
Em MS, árbitro é morto a tiros enquanto apitava final de torneio
Um árbitro de futebol foi morto a tiros enquanto apitava a final de um campeonato amador na tarde deste domingo (25) em um distrito de Nova Andradina, a 297 quilômetros de Campo Grande. De acordo com a Polícia Militar, um homem não identificado chegou ao campo em uma motocicleta e efetuou vários disparos.
Outras duas pessoas foram atingidas, segundo a PM. Um homem baleado morreu durante o socorro. A terceira vítima foi encaminhada ao hospital para receber atendimento.
O torneio era organizado pela prefeitura de Nova Andradina e contava com a participação de oito equipes. Os times de Casa Verde A e 17 de Abril disputavam a final da competição, segundo informações da página oficial da prefeitura. A equipe de perícia da Polícia Civil esteve no local para colher vestígios, e a autoria do crime será investigada.
Outras duas pessoas foram atingidas, segundo a PM. Um homem baleado morreu durante o socorro. A terceira vítima foi encaminhada ao hospital para receber atendimento.
O torneio era organizado pela prefeitura de Nova Andradina e contava com a participação de oito equipes. Os times de Casa Verde A e 17 de Abril disputavam a final da competição, segundo informações da página oficial da prefeitura. A equipe de perícia da Polícia Civil esteve no local para colher vestígios, e a autoria do crime será investigada.
Agente da Coroa a serviço da Rainha


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Re: Violência no Futebol
http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... eiras.html


O volante João Vitor foi alvo da selvageria de torcedores do Palmeiras na tarde desta terça-feira na capital paulista. Machucado e fora do jogo contra o Flamengo, o jogador tinha sido liberado do treino e seguiu com um cunhado e um amigo à loja oficial do Verdão, localizada no estádio Palestra Itália, no bairro da Pompeia, para comprar camisas do clube. Ele foi reconhecido por um grupo de cerca de 15 torcedores e agredido com vários chutes na boca. Os acompanhantes também sofreram com o ataque.
Com muitos ferimentos no rosto, João Vitor foi encaminhado para o Hospital São Camilo, próximo ao local, onde foi atendido. Ele chegou escoltado por duas viaturas da Polícia Militar. Depois, o volante seguiu com os policiais para registrar a ocorrência na 23ª DP, no bairro de Perdizes. Mas como a delegacia estava fechando, foi encaminhado para a 7ª DP, na Lapa. Na saída de uma para outra, apenas disse que esclarecerá tudo nesta quarta.
- Amanhã (quarta) eu falo com vocês (jornalistas) no CT - resumiu João Vitor.
Segundo informações da PM, havia pedaços de madeira diante da loja oficial do clube no momento da agressão. Quando chegou ao local, a polícia não encontrou os agressores, mas encaminhou João Vitor para o CT do Palmeiras, perto dali. Depois, com o auxílio de representantes do clube, ele foi conduzido para o hospital.
Os jogadores do Palmeiras ficaram sabendo do ocorrido quando João Vitor foi levado ao CT. Alguns atletas ainda não tinham embarcado no ônibus que levaria a delegação para o aeroporto, para a viagem ao Rio de Janeiro, local do confronto com o Flamengo na quarta. O clima é de apreensão dentro do elenco, e um dos jogadores, que não quis se identificar, chegou a falar em "terror". Temendo novos ataques, todos se preparam para tomar novas medidas de precaução - por exemplo, evitar sair de casa até mesmo para atividades simples. Por causa do episódio, o grupo palmeirense não viajou para o Rio e só embarca nesta quarta.
Diretoria e comissão técnica se reuniram para falar sobre o caso. Todos adotam o silêncio em um primeiro momento. Mas o presidente Arnaldo Tirone falou com o GLOBOESPORTE.COM, por telefone, e repudiou a atitude do grupo de torcedores.
O ex-jogador Ronaldo, indignado ao saber da agressão, já demonstrou apoio através do Twitter.
- É um absurdo o que aconteceu com o jogador João Vitor do Palmeiras!! Mais que minha solidariedade, minha indignação com a agressão sofrida. Enquanto ninguém for preso, julgado e condenado, agressões a jogadores de times de futebol não irão acabar - postou o ex-atacante do Corinthians.
Por sorte, um carro da polícia militar estava passando pelo local no momento da confusão e prestou socorro aos três agredidos. Segundo o sargento Antônio Ribeiro Sampaio, os torcedores não foram identificados e João Vitor seguiu em seu próprio carro até o hospital.
- Estávamos passando na rua Turiassu quando nos deparamos com uma briga generalizada, entramos para apartar e percebemos que eles estavam focando em três vítimas. Mesmo protegendo-os, tentavam continuar as agressões. Chamamos reforços e eles (torcedores) sumiram com medo de serem presos - disse.
- Não deu para identificar os agressores. Na hora, só pensamos em proteger as três vítimas (jogador, cunhado e amigo) de novas agressões. O João Vitor disse na chegada ao hospital que achava que eram torcedores da Mancha Verde - afirmou Sampaio.
Curiosamente, o momento de maior destaque de João Vitor no Palmeiras foi ao perder o único pênalti a favor do Alviverde na disputa contra Corinthians, na semifinal do Campeonato Paulista deste ano. O Verdão acabou eliminado no duelo (assista ao vídeo com todas as penalidades).
Não é a primeira vez que alguém do Palmeiras tem problemas com torcedores. No fim de 2008, o técnico Vanderlei Luxemburgo foi agredido no Aeroporto de Congonhas e teve um braço quebrado. Em 2009, foi a vez de Vagner Love apanhar em uma agência bancária, perto do clube.
Em 2011, mais problemas e com mais frequência. Marcos Assunção discutiu com um grupo de uma organizada em Porto Alegre. O atacante Luan também sofreu com vandalismo: após a goleada por 6 a 0 sofrida para o Coritiba, na Copa do Brasil, o carro dele foi atingido por um coquetel molotov, atirado de fora do CT. Recentemente, Kleber viu torcedores protestarem contra ele na porta do condomínio onde mora, em Osasco, na Grande São Paulo. A torcida também pichou os muros do Palestra Itália com insultos ao Gladiador.
Tá certo que o João Victor não joga nada pelo Palmeiras, mas mesmo assim, um absurdo!!! 
O volante João Vitor foi alvo da selvageria de torcedores do Palmeiras na tarde desta terça-feira na capital paulista. Machucado e fora do jogo contra o Flamengo, o jogador tinha sido liberado do treino e seguiu com um cunhado e um amigo à loja oficial do Verdão, localizada no estádio Palestra Itália, no bairro da Pompeia, para comprar camisas do clube. Ele foi reconhecido por um grupo de cerca de 15 torcedores e agredido com vários chutes na boca. Os acompanhantes também sofreram com o ataque.
Com muitos ferimentos no rosto, João Vitor foi encaminhado para o Hospital São Camilo, próximo ao local, onde foi atendido. Ele chegou escoltado por duas viaturas da Polícia Militar. Depois, o volante seguiu com os policiais para registrar a ocorrência na 23ª DP, no bairro de Perdizes. Mas como a delegacia estava fechando, foi encaminhado para a 7ª DP, na Lapa. Na saída de uma para outra, apenas disse que esclarecerá tudo nesta quarta.
- Amanhã (quarta) eu falo com vocês (jornalistas) no CT - resumiu João Vitor.
Segundo informações da PM, havia pedaços de madeira diante da loja oficial do clube no momento da agressão. Quando chegou ao local, a polícia não encontrou os agressores, mas encaminhou João Vitor para o CT do Palmeiras, perto dali. Depois, com o auxílio de representantes do clube, ele foi conduzido para o hospital.
Os jogadores do Palmeiras ficaram sabendo do ocorrido quando João Vitor foi levado ao CT. Alguns atletas ainda não tinham embarcado no ônibus que levaria a delegação para o aeroporto, para a viagem ao Rio de Janeiro, local do confronto com o Flamengo na quarta. O clima é de apreensão dentro do elenco, e um dos jogadores, que não quis se identificar, chegou a falar em "terror". Temendo novos ataques, todos se preparam para tomar novas medidas de precaução - por exemplo, evitar sair de casa até mesmo para atividades simples. Por causa do episódio, o grupo palmeirense não viajou para o Rio e só embarca nesta quarta.
Diretoria e comissão técnica se reuniram para falar sobre o caso. Todos adotam o silêncio em um primeiro momento. Mas o presidente Arnaldo Tirone falou com o GLOBOESPORTE.COM, por telefone, e repudiou a atitude do grupo de torcedores.
O ex-jogador Ronaldo, indignado ao saber da agressão, já demonstrou apoio através do Twitter.
- É um absurdo o que aconteceu com o jogador João Vitor do Palmeiras!! Mais que minha solidariedade, minha indignação com a agressão sofrida. Enquanto ninguém for preso, julgado e condenado, agressões a jogadores de times de futebol não irão acabar - postou o ex-atacante do Corinthians.
Por sorte, um carro da polícia militar estava passando pelo local no momento da confusão e prestou socorro aos três agredidos. Segundo o sargento Antônio Ribeiro Sampaio, os torcedores não foram identificados e João Vitor seguiu em seu próprio carro até o hospital.
- Estávamos passando na rua Turiassu quando nos deparamos com uma briga generalizada, entramos para apartar e percebemos que eles estavam focando em três vítimas. Mesmo protegendo-os, tentavam continuar as agressões. Chamamos reforços e eles (torcedores) sumiram com medo de serem presos - disse.
- Não deu para identificar os agressores. Na hora, só pensamos em proteger as três vítimas (jogador, cunhado e amigo) de novas agressões. O João Vitor disse na chegada ao hospital que achava que eram torcedores da Mancha Verde - afirmou Sampaio.
Curiosamente, o momento de maior destaque de João Vitor no Palmeiras foi ao perder o único pênalti a favor do Alviverde na disputa contra Corinthians, na semifinal do Campeonato Paulista deste ano. O Verdão acabou eliminado no duelo (assista ao vídeo com todas as penalidades).
Não é a primeira vez que alguém do Palmeiras tem problemas com torcedores. No fim de 2008, o técnico Vanderlei Luxemburgo foi agredido no Aeroporto de Congonhas e teve um braço quebrado. Em 2009, foi a vez de Vagner Love apanhar em uma agência bancária, perto do clube.
Em 2011, mais problemas e com mais frequência. Marcos Assunção discutiu com um grupo de uma organizada em Porto Alegre. O atacante Luan também sofreu com vandalismo: após a goleada por 6 a 0 sofrida para o Coritiba, na Copa do Brasil, o carro dele foi atingido por um coquetel molotov, atirado de fora do CT. Recentemente, Kleber viu torcedores protestarem contra ele na porta do condomínio onde mora, em Osasco, na Grande São Paulo. A torcida também pichou os muros do Palestra Itália com insultos ao Gladiador.
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Re: Violência no Futebol
TIRA-TEIMA
Há dois dias, uma notícia misturou, mais uma vez, os noticiários esportivo e policial: o jogador João Vitor, do Palmeiras, foi agredido por torcedores em frente a uma loja oficial do clube. Poucas horas depois, um vídeo com imagens do atleta sendo chutado e com a camisa rasgada rodaram a internet e causaram reações imediatas: jogadores manifestaram apoio ao colega, o debate em torno das torcidas organizadas voltou a esquentar e até o presidente do Corinthians deu pitaco.A questão é que um novo vídeo acaba de aparecer. E, nele, João Vitor (de camisa amarela) aparece ao lado de amigos espancando um torcedor que, até então, estava sozinho. Só depois outros torcedores aparecem.
[YouTube][/YouTube]
http://kibeloco.com.br/platb/kibeloco/2 ... a-teima-6/
Alguém bem disse: a casa caiu!
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Re: Violência no Futebol
http://globoesporte.globo.com/futebol/n ... ninde.html

O que deveria ser comemoração virou briga generalizada no Canindé.
Um grupo de torcedores organizados da Portuguesa chegou ao estádio do Canindé por volta das 20h30m em festa pelo acesso à Série A do Campeonato Brasileiro, e encontrou a saída de torcedores do Palmeiras após a derrota por 2 a 1 para o Figueirense.
Torcedores da Portuguesa atiraram paus e até grades contra os palmeirenses, e gritaram que a equipe do Palmeiras seria rebaixada para a Série B na próxima temporada.
Ainda houve uma tentativa, por parte de torcedores da Portuguesa, de fazer uma invasão ao estacionamento, onde estava o ônibus do Palmeiras, que estava a poucos metros do centro da briga, mas os seguranças do Palmeiras se mobilizaram e conseguiram manter o portão fechado.
Um dos seguranças do Palmeiras foi ferido.

A Polícia Militar chegou ao local minutos depois da confusão iniciada.
Segundo o gerente administrativo do Palmeiras, Sergio do Prado, a chegada dos torcedores da Portuguesa não era esperada.
A PM já havia feito a varredura nos arredores do Canindé e tinha encerrado seus trabalhos – menos de 4 mil torcedores compareceram à derrota para o Figueirense.
Com a confusão, o ônibus com a delegação palmeirense teve sua saída atrasada em 15 minutos.
Via rádio, o chefe da segurança do Palmeiras dava instruções à sua equipe e ordenou que todos fossem para o portão de saída do estacionamento para evitar possíveis atos de vandalismo contra jogadores e comissão técnica do Palmeiras.
Após o controle da situação, Sergio do Prado afirmou que o Canindé se tornou “um local de risco, e é hora de repensar o mando dos nossos jogos no estádio”.
O time tem jogado sempre no Canindé, e tem como opções o Pacaembu e a Arena Barueri.

O que deveria ser comemoração virou briga generalizada no Canindé.
Um grupo de torcedores organizados da Portuguesa chegou ao estádio do Canindé por volta das 20h30m em festa pelo acesso à Série A do Campeonato Brasileiro, e encontrou a saída de torcedores do Palmeiras após a derrota por 2 a 1 para o Figueirense.
Torcedores da Portuguesa atiraram paus e até grades contra os palmeirenses, e gritaram que a equipe do Palmeiras seria rebaixada para a Série B na próxima temporada.
Ainda houve uma tentativa, por parte de torcedores da Portuguesa, de fazer uma invasão ao estacionamento, onde estava o ônibus do Palmeiras, que estava a poucos metros do centro da briga, mas os seguranças do Palmeiras se mobilizaram e conseguiram manter o portão fechado.
Um dos seguranças do Palmeiras foi ferido.

A Polícia Militar chegou ao local minutos depois da confusão iniciada.
Segundo o gerente administrativo do Palmeiras, Sergio do Prado, a chegada dos torcedores da Portuguesa não era esperada.
A PM já havia feito a varredura nos arredores do Canindé e tinha encerrado seus trabalhos – menos de 4 mil torcedores compareceram à derrota para o Figueirense.
Com a confusão, o ônibus com a delegação palmeirense teve sua saída atrasada em 15 minutos.
Via rádio, o chefe da segurança do Palmeiras dava instruções à sua equipe e ordenou que todos fossem para o portão de saída do estacionamento para evitar possíveis atos de vandalismo contra jogadores e comissão técnica do Palmeiras.
Após o controle da situação, Sergio do Prado afirmou que o Canindé se tornou “um local de risco, e é hora de repensar o mando dos nossos jogos no estádio”.
O time tem jogado sempre no Canindé, e tem como opções o Pacaembu e a Arena Barueri.



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Re: Violência no Futebol
Que bom, o Palmeiras já achou um rival à altura. 
Deixo aqui o meu apoio ao povo ucraniano e ao povo de Israel



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Re: Violência no Futebol
http://globoesporte.globo.com/futebol/b ... paulo.html

O trio de arbitragem do jogo América-MG x Corinthians foi agredido nesta segunda-feira ao desembarcar no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Após a polêmica atuação na partida em Uberlândia, o árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima e seus auxiliares, Altemir Hausmann e Julio Cesar Rodrigues Santos, todos do Rio Grande do Sul, foram cercados por quatro torcedores, dois deles com o uniforme de uma torcida organizada do Corinthians.
A informação foi confirmada pelo auxiliar Altemir Hausmann, que está passando por exame de lesão corporal no Instituto Médico Legal (IML) junto com seus companheiros.
- Recebemos alguns pontapés, mas não foi nada grave. Estamos agora no IML fazendo alguns exames e por isso não posso falar muito. Mas dois deles estavam com o uniforme de uma torcida do Corinthians e precisamos ser socorridos pela Polícia Federal e pelos seguranças do aeroporto.
A torcida do Corinthians reclama do pênalti assinalado por Jean Pierre, que resultou no primeiro gol do América-MG.
Em seu site oficial, o Corinthians publicou uma nota de repúdio ao ocorrido nesta manhã.
Veja a íntegra do comunicado:
Em relação aos fatos ocorridos na manhã desta segunda-feira (07), o Sport Club Corinthians Paulista repudia toda e qualquer forma de violência. Este não é o caminho para decisão do ponto de vista esportivo ou de qualquer natureza.
Quando um atleta do maior rival do Corinthians foi agredido por torcedores do próprio clube, o Corinthians além de repudiar o ocorrido foi a público através de seu presidente, Andrés Sanchez, para deixar claro que apoiava a decisão de paralisação do Campeonato e comunicou sua posição ao presidente do Sindicato de Atletas do Estado de São Paulo, Rinaldo Martorelli.
O futebol tem as instituições necessárias para que as posições do clube possam ser comunicadas evitando qualquer ato de violência.

O trio de arbitragem do jogo América-MG x Corinthians foi agredido nesta segunda-feira ao desembarcar no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Após a polêmica atuação na partida em Uberlândia, o árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima e seus auxiliares, Altemir Hausmann e Julio Cesar Rodrigues Santos, todos do Rio Grande do Sul, foram cercados por quatro torcedores, dois deles com o uniforme de uma torcida organizada do Corinthians.
A informação foi confirmada pelo auxiliar Altemir Hausmann, que está passando por exame de lesão corporal no Instituto Médico Legal (IML) junto com seus companheiros.
- Recebemos alguns pontapés, mas não foi nada grave. Estamos agora no IML fazendo alguns exames e por isso não posso falar muito. Mas dois deles estavam com o uniforme de uma torcida do Corinthians e precisamos ser socorridos pela Polícia Federal e pelos seguranças do aeroporto.
A torcida do Corinthians reclama do pênalti assinalado por Jean Pierre, que resultou no primeiro gol do América-MG.
Em seu site oficial, o Corinthians publicou uma nota de repúdio ao ocorrido nesta manhã.
Veja a íntegra do comunicado:
Em relação aos fatos ocorridos na manhã desta segunda-feira (07), o Sport Club Corinthians Paulista repudia toda e qualquer forma de violência. Este não é o caminho para decisão do ponto de vista esportivo ou de qualquer natureza.
Quando um atleta do maior rival do Corinthians foi agredido por torcedores do próprio clube, o Corinthians além de repudiar o ocorrido foi a público através de seu presidente, Andrés Sanchez, para deixar claro que apoiava a decisão de paralisação do Campeonato e comunicou sua posição ao presidente do Sindicato de Atletas do Estado de São Paulo, Rinaldo Martorelli.
O futebol tem as instituições necessárias para que as posições do clube possam ser comunicadas evitando qualquer ato de violência.
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Re: Violência no Futebol
FOLHA
O atacante Maikon Leite, do Palmeiras, não vai mais participar do jogo beneficente organizado pelo volante Marcos Assunção, neste sábado, em Caieiras, na Grande São Paulo, por estar assustado com ameaças de sequestro.
Maikon Leite, que se transferiu para o Palmeiras neste ano, vem recebendo ameaças por telefone.
O atleta registrou boletim de ocorrência na noite desta sexta-feira no 14º DP, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo.
O jogo beneficente organizado por Marcos Assunção acontece no estádio Carlos Ferracini, em Caieiras.
O atacante acumula 23 jogos com a camisa do time alviverde e tem três gols.
O atacante Maikon Leite, do Palmeiras, não vai mais participar do jogo beneficente organizado pelo volante Marcos Assunção, neste sábado, em Caieiras, na Grande São Paulo, por estar assustado com ameaças de sequestro.
Maikon Leite, que se transferiu para o Palmeiras neste ano, vem recebendo ameaças por telefone.
O atleta registrou boletim de ocorrência na noite desta sexta-feira no 14º DP, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo.
O jogo beneficente organizado por Marcos Assunção acontece no estádio Carlos Ferracini, em Caieiras.
O atacante acumula 23 jogos com a camisa do time alviverde e tem três gols.
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Re: Violência no Futebol
NOTÍCIAS
http://globoesporte.globo.com/futebol/f ... egito.html

A torcida que invadiu o campo de seu próprio estádio e provocou uma tragédia, em Port Said, no Egito, não é acostumada a grandes títulos. O Al Masry está entre os clubes mais tradicionais e mais populares do Egito. Mas não consegue se equiparar ao Al Ahly, seu adversário neste 1º de fevereiro. Entre os clubes, existe uma rivalidade de mais de 50 anos, em disputas pelo título nacional, mas não é uma inimizade local. Não é possível afirmar que o caos tenha sido causado por rusgas entre os clubes.
O Al Ahly disputou todas as edições do campeonato local, realizado desde 1948. É um clube acostumado a passar por cima de seus adversários, incluindo o Al Masry. O time do Cairo venceu a competição 36 vezes. A equipe de Port Said, nenhuma – ficou fora de apenas duas disputas.
Cabralzinho, ex-treinador do Santos, trabalhou no Egito. Comandou o Zamalek de 2002 a 2005. Conhecedor do futebol local, ele levanta o espírito vingativo dos egípcios como possível causa para a confusão.
- Existe a rivalidade entre os clubes. E os egípcios, de uma forma geral, são muito revanchistas e vingativos, além de orgulhosos. Acredite, a paixão dos torcedores egípcios é mais forte que a dos torcedores brasileiros – comentou Cabralzinho.
O treinador viu as cenas da tragédia pela televisão, desde Estocolmo, na Suécia. Chamou a atenção dele a imagem do treinador do Al Masry, Tarek Soliman, sendo carregado pelos torcedores.
- Para agravar, ele é ex-jogador do Al Ahly. Pude ver imagens, pela internet, dele sendo carregado em triunfo – disse Cabralzinho.
Os dois clubes estão distanciados por 220km no território egípcio e por dez pontos na tabela de classificação. O Al Ahly é o segundo, com 36 pontos, e o Al Masry é o quarto. No jogo que virou tragédia, porém, o time de Port Said venceu por 3 a 1.
Torcidas, violentas, participam da queda de Mubarak
A revolução popular que derrubou o ditador egípcio Hosni Mubarak em fevereiro teve participação de barra-bravas do país. Torcedores radicais de clubes como o Al Ahly e o Zamalek, os principais de Cairo, usaram as partidas para protestar contra o governo.
Nos estádios, eles se sentiam mais protegidos para gritar contra os líderes politicos do país. Um grupo do Al Ahly, conhecido como “Diabos Vermelhos”, foi protagonista no processo. A CNN registrou uma torcida avisando: “Os torcedores do Al Ahly vão queimar tudo. Deus nos fará vitoriosos. Vamos, hooligans”.
Os grupos se organizaram para enfrentar a polícia. Iam às ruas em turmas menores, como se estivessem reunidos apenas por causa do futebol, e de repente viravam milhares.
Existe violência entre grupos rivais de torcedores. Mas as proporções do que aconteceu nesta quarta-feira são uma surpresa.
- Não é novidade que existe uma violência organizada nos clubes de futebol, mas algo desta escala nunca foi visto - disse à CNN um colaborador da emissora americana, James Montague, pesquisador de futebol no Oriente Médio.
É possível que a confusão desta quarta-feira ainda seja reflexo das rusgas políticas envolvidas na queda de Mubarak. Mas é cedo para se tirar uma certeza disso.
- Existe um vácuo de segurança, então não sabemos se é isso ou se existe algum elemento de Mubarak nisso. Simplesmente não sabemos ainda - completou Montague.
Ao menos 74 mortes e mais de mil feridos - 150 deles em estado crítico. Esse é o saldo dos distúrbios ocorridos nesta quarta-feira na cidade de Port Said, no nordeste do Egito, após o jogo entre Al Msry e Al Ahly, pelo Campeonato Egípcio. As informações são do Ministério da Saúde do Egito, conforme publicou o "Ahram Online", site de um dos mais importantes jornais do país.
De acordo com Hisham Shiha, porta-voz do Ministério, a maioria dos feridos apresentava cortes profundos ou traumas. O tumulto começou após o fim do jogo, quando o campo foi invadido pelos torcedores dos dois times.
Lamentável!!! 
A torcida que invadiu o campo de seu próprio estádio e provocou uma tragédia, em Port Said, no Egito, não é acostumada a grandes títulos. O Al Masry está entre os clubes mais tradicionais e mais populares do Egito. Mas não consegue se equiparar ao Al Ahly, seu adversário neste 1º de fevereiro. Entre os clubes, existe uma rivalidade de mais de 50 anos, em disputas pelo título nacional, mas não é uma inimizade local. Não é possível afirmar que o caos tenha sido causado por rusgas entre os clubes.
O Al Ahly disputou todas as edições do campeonato local, realizado desde 1948. É um clube acostumado a passar por cima de seus adversários, incluindo o Al Masry. O time do Cairo venceu a competição 36 vezes. A equipe de Port Said, nenhuma – ficou fora de apenas duas disputas.
Cabralzinho, ex-treinador do Santos, trabalhou no Egito. Comandou o Zamalek de 2002 a 2005. Conhecedor do futebol local, ele levanta o espírito vingativo dos egípcios como possível causa para a confusão.
- Existe a rivalidade entre os clubes. E os egípcios, de uma forma geral, são muito revanchistas e vingativos, além de orgulhosos. Acredite, a paixão dos torcedores egípcios é mais forte que a dos torcedores brasileiros – comentou Cabralzinho.
O treinador viu as cenas da tragédia pela televisão, desde Estocolmo, na Suécia. Chamou a atenção dele a imagem do treinador do Al Masry, Tarek Soliman, sendo carregado pelos torcedores.
- Para agravar, ele é ex-jogador do Al Ahly. Pude ver imagens, pela internet, dele sendo carregado em triunfo – disse Cabralzinho.
Os dois clubes estão distanciados por 220km no território egípcio e por dez pontos na tabela de classificação. O Al Ahly é o segundo, com 36 pontos, e o Al Masry é o quarto. No jogo que virou tragédia, porém, o time de Port Said venceu por 3 a 1.
Torcidas, violentas, participam da queda de Mubarak
A revolução popular que derrubou o ditador egípcio Hosni Mubarak em fevereiro teve participação de barra-bravas do país. Torcedores radicais de clubes como o Al Ahly e o Zamalek, os principais de Cairo, usaram as partidas para protestar contra o governo.
Nos estádios, eles se sentiam mais protegidos para gritar contra os líderes politicos do país. Um grupo do Al Ahly, conhecido como “Diabos Vermelhos”, foi protagonista no processo. A CNN registrou uma torcida avisando: “Os torcedores do Al Ahly vão queimar tudo. Deus nos fará vitoriosos. Vamos, hooligans”.
Os grupos se organizaram para enfrentar a polícia. Iam às ruas em turmas menores, como se estivessem reunidos apenas por causa do futebol, e de repente viravam milhares.
Existe violência entre grupos rivais de torcedores. Mas as proporções do que aconteceu nesta quarta-feira são uma surpresa.
- Não é novidade que existe uma violência organizada nos clubes de futebol, mas algo desta escala nunca foi visto - disse à CNN um colaborador da emissora americana, James Montague, pesquisador de futebol no Oriente Médio.
É possível que a confusão desta quarta-feira ainda seja reflexo das rusgas políticas envolvidas na queda de Mubarak. Mas é cedo para se tirar uma certeza disso.
- Existe um vácuo de segurança, então não sabemos se é isso ou se existe algum elemento de Mubarak nisso. Simplesmente não sabemos ainda - completou Montague.
Ao menos 74 mortes e mais de mil feridos - 150 deles em estado crítico. Esse é o saldo dos distúrbios ocorridos nesta quarta-feira na cidade de Port Said, no nordeste do Egito, após o jogo entre Al Msry e Al Ahly, pelo Campeonato Egípcio. As informações são do Ministério da Saúde do Egito, conforme publicou o "Ahram Online", site de um dos mais importantes jornais do país.
De acordo com Hisham Shiha, porta-voz do Ministério, a maioria dos feridos apresentava cortes profundos ou traumas. O tumulto começou após o fim do jogo, quando o campo foi invadido pelos torcedores dos dois times.
Meus títulos e conquistas no FCH:












