Notícias de jogadores e treinadores
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos
O Adriano foi muito burro! Era pra ele ser o camisa 9 das copas de 2010 e 2014 fácil, pelo talento que tem, mas infelizmente o cara é vida loka demais. 
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos
http://globoesporte.globo.com/futebol/f ... uecos.html

Zlatan Ibrahimovic pode ter quase todas as virtudes de um ser-humano e de um jogador profissional de futebol - menos a modéstia. Ao ser escolhido como o segundo maior esportista sueco de todos os tempos pelo jornal “Dagens Nyheter”, o atacante de sua seleção e do Paris Saint-Germain se revoltou.
Ibra ficou atrás do tenista Björn Borg, campeão de 11 Grand Slams, e quem considera ser uma “lenda viva”. Só não concordou com a opinião dos votantes, que fizeram um top-150.
- Obrigado, mas terminar em segundo é como terminar em último. Nessa lista eu teria terminado em primeiro, segundo, terceiro, quarto e quinto, com todo o respeito aos outros. Björn Borg é uma pessoa legal e uma lenda viva – disse o companheiro de Thiago Silva, Lucas e David Luiz.
Confira o top-5 da lista:
1. Björn Borg, tênis
2. Zlatan Ibrahimovic, futebol
3. Jan-Ove Waldner, tênis de mesa
4. Annika Sörenstam, golfe
5. Ingemar Stenmark, esqui-alpino
Faltou o Alexander Gustaffson, do MMA nesta lista!
Zlatan Ibrahimovic pode ter quase todas as virtudes de um ser-humano e de um jogador profissional de futebol - menos a modéstia. Ao ser escolhido como o segundo maior esportista sueco de todos os tempos pelo jornal “Dagens Nyheter”, o atacante de sua seleção e do Paris Saint-Germain se revoltou.
Ibra ficou atrás do tenista Björn Borg, campeão de 11 Grand Slams, e quem considera ser uma “lenda viva”. Só não concordou com a opinião dos votantes, que fizeram um top-150.
- Obrigado, mas terminar em segundo é como terminar em último. Nessa lista eu teria terminado em primeiro, segundo, terceiro, quarto e quinto, com todo o respeito aos outros. Björn Borg é uma pessoa legal e uma lenda viva – disse o companheiro de Thiago Silva, Lucas e David Luiz.
Confira o top-5 da lista:
1. Björn Borg, tênis
2. Zlatan Ibrahimovic, futebol
3. Jan-Ove Waldner, tênis de mesa
4. Annika Sörenstam, golfe
5. Ingemar Stenmark, esqui-alpino
Meus títulos e conquistas no FCH:
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos
http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... pesar.html

GLOBOESPORTE.COM: Como é voltar ao Brasil após um tempo fora?
SEEDORF: Muito bom. Me sinto em casa, é sempre bom voltar e rever os amigos. É muito legal.
Depois de deixar o Milan, você recebeu muito carinho dos fãs. Quando os torcedores que te admiram vão poder vê-lo em ação novamente?
Nunca se sabe, o futuro está em aberto. Como todos sabem, ainda tenho contrato com o Milan. Então, ainda tenho tempo para pensar antes de voltar a trabalhar. O futebol exige uma carga forte. Estou observando, aprendendo, viajando... Vamos ver.
Você considera a possibilidade de ser técnico no Brasil?
Claro. Eu não fecho portas para nada.
Qual tem sido sua principal atividade desde que saiu do Milan?
Tenho viajado para conhecer outras culturas, principalmente na Ásia. Durante a carreira não se tem tempo para fazer muitas coisas. Tenho assistido muitos jogos, principalmente da Liga dos Campeões e dos campeonatos Italiano, Espanhol e Inglês. Tenho passado mais tempo com a família também. É um momento de reflexão, e a programação futura vai acontecer naturalmente. Depois de 23 anos anos uma paradinha também não faz mal.
Quando você chegou ao Milan, o time passava por dificuldades, mas as poucos conseguiu bons resultados na reta final da temporada. Sua experiência no Brasil, até como uma espécie de auxiliar do Oswaldo de Oliveira, o ajudou neste primeiro trabalho?
Sim, todos os treinadores com quem trabalhei me ajudaram em alguma coisa. Minha experiência no Botafogo com o Oswaldo de Oliveira foi muito importante e me ajudou neste processo. Consegui ver de perto a outra parte. Sempre tive uma ligação forte com meus técnicos. No Botafogo nós criamos um grupo especial, acredito que qualquer time que tenha sucesso pensa da mesma maneira, segue as ideias do treinador. Dentro de campo, a equipe consegue superar os aspectos individuais em função do time. Foi um processo muito legal. Todos os grupos vitoriosos na minha carreira tinham essas características. Como técnico, este foi meu principal objetivo, criar um grupo que joga um pelo outro. A união é a base. Só com talento não dá...já vimos vários exemplos.
Qual foi o maior obstáculo nesta transição de dentro do campo para a beira dele?
O grande desafio é conseguir criar este aspecto psicológico, sabendo que agora não posso mais entrar em campo. Tenho que delegar, usar outras armas. Foi muito bonito. Amo fazer isso. Como treinador você consegue influenciar ainda mais. É fundamental que os jogadores principais acreditem no que você quer fazer. Foi uma maravilha trabalhar com ex-companheiros.
Os treinadores brasileiros normalmente não têm o mesmo status dos jogadores brasileiros fora do país. Por que isso acontece?
Olha, não é fácil para ninguém. Na Espanha é um lugar que ainda existem técnicos estrangeiros. Na Itália, a maior parte são italianos mesmo. Então, é uma coisa geral. O Scolari conseguiu, o Vanderlei Luxemburgo também, porque mostraram coisas boas na Seleção. Não dão muito tempo, a pressão é muito alta em cima dos estrangeiros. Mas o Brasil tem bons treinadores, não temos que comparar com os europeus. O Oswaldo de Oliveira para mim é um excelente treinador, de alto nível. Teve sucesso no Japão também. E há outros que fazem um bom trabalho no Oriente, como o Caio Júnior. Não é falta de conhecimento. Técnico hoje em dia não inventa mais nada, vai da capacidade de criar um grupo, uma filosofia, harmonia... Nisso Oswaldo de Oliveira foi excelente.
A estrutura dos clubes brasileiros em sua maioria faz com que a vida dos técnicos e até dos jogadores seja mais difícil aqui no país?
Existe um problema estrutural geral, vemos que quase todos os clubes têm problemas financeiros, e quando contratam não conseguem pagar. São problemas do passado que não deixam os clubes fazerem um planejamento. No Brasil, investir na base sempre foi um aspecto importante para revelar jogadores. É preciso uma mudança estrutural para que o futebol brasileiro possa crescer. Se conseguir usar essa paixão do brasileiro de uma forma correta, transparente, vai influenciar positivamente.
Nos amistosos que você tem disputado, ainda tem mostrado muita qualidade técnica, como nas partidas com as lendas do Real Madrid, Global Footbal Legends, e mais recentemente no Jogo das Estrelas, organizado pelo Zico. Ainda mantém uma rotina de atleta?
(Risos) Mas eu não posso parar, foram 23 anos como jogador. Seria ruim até para minha saúde, meu coração. Estou fazendo até menos atividade do que gostaria. O fisioterapeuta que me acompanha desde o início da carreira continua me ligando para eu não parar de fazer os trabalhos. Sempre que posso, aceito os convites para jogar, como foi no Jogo das Estrelas, do Zico.
Você nunca escondeu que tinha vontade de ser técnico quando decidisse parar de jogar, mas ficou algum tipo de frustração ou arrependimento de não ter participado da Libertadores com o Botafogo?
Eu sinto que fiz o que tinha que fazer. Eu cheguei um ano depois do que estava programado, não tinha tanto tempo quanto eu queria. A saída do treinador (Oswaldo de Oliveira) foi uma coisa importante. A estrutura interna, a parte de fisioterapia, preparação física... Quando a coisa vem bem e muda, tem que recomeçar. Depois, não sei dizer o que aconteceu. Foi um momento triste (o rebaixamento), não só porque joguei lá. Ver clubes que têm uma história importante cair, é triste. Agora é preciso olhar para frente, levantar de novo, trabalhar forte e unido. A torcida precisa apoiar o time para essa volta, muitos clubes grandes passaram por isso. A história do Botafogo vai pesar na Série B.
Existe a sensação no clube de que sua saída foi determinante para que as coisas piorassem e o time perdesse o rumo. Concorda?
Pode ser que eu tenha feito falta, mas quando a gente constrói uma coisa... Tinham outros jogadores experientes lá dentro, esperava que eles pudessem continuar o mesmo caminho, porque não fiz nada sozinho. Em vários momentos do ano foram outros jogadores que tomaram decisões importantes. Só dividindo esse papel que tomos remam junto com o treinador.
A crise do Botafogo em 2014 era previsível?
Já tínhamos dificuldade, mas o grupo fez a escolha de superar, fazer o máximo dentro de campo. Claro que não é fácil, não deveria ser assim. Um mês (de atraso no salário), dois meses... viram cinco, seis, sete... nove como ouvi falar. E não só no Botafogo. Não se pode controlar os jogadores, que têm família, responsabilidades. É um stress que acompanha as pessoas no dia a dia, é preciso pagar as contas. Infelizmente não dá para pedir a essa pessoa o máximo do rendimento. Vira um círculo vicioso que não vai ter fim se não criarem uma lei, uma mudança forte para o futebol brasileiro. O Botafogo foi um dos que sofreu. Se olhar bem, o clube tinha receita para pagar, mas o dinheiro que entrava ia para pagar contas anteriores. E assim tem vários clubes.
Qual recado mandaria para a torcida do Botafogo neste início de 2015?
Estando longe é difícil falar. Mas os torcedores têm amor ao clube, e é isso que é preciso para sair das dificuldades, não só no futebol, mas no dia a dia. Espero muito que o Botafogo consiga voltar para a Primeira Divisão.
Você acompanhou a Copa do Mundo de perto. Qual avaliação faz e como explicaria a derrota do Brasil por 7 a 1 para a Alemanha e 3 a 0 para a Holanda?
Cada um tem uma explicação. Futebol é assim. Às vezes leva de seis, sete... A Alemanha estava em grande forma. Enfrentaram o time errado no momento errado. Nenhum jogador quer perder desta maneira, mas faz parte. Não é o resultado em si, mas a falta de talentos técnicos. Neymar apenas. Antes, tinham mais jogadores representando o país em alto nível na Europa. A estrutura do futebol não pode ser igual há 20 anos, o mundo mudou e é preciso mudar, senão os outros renovam, como fez a Alemanha. Muito importante que o Brasil abra o olho neste sentido. Já perdi de seis contra o Valencia, ninguém quer que aconteça. O 3 a 0 do Brasil contra a Holanda acho que foi consequência do 7 a 1 contra a Alemanha. Normal. Não tinha mais condição de reagir. Acho que vem uma mudança forte no futebol brasileiro, e acho que pode conseguir se as pessoas que estiverem no comando quiserem.
Como recém nomeado Embaixador Global da Uefa da Diversidade e a Mudança, como pretende ajudar a combater os casos de racismo? No Brasil houve alguns casos neste ano, acredita que demos um passo atrás nesta questão?
A crise mundial mostrou a realidade para todos. O racismo existe, os números deixam claro. Em um evento que fizemos com a Uefa na Holanda há alguns meses, as estatísticas de três universidades mostravam que o máximo percentual de minorias era de 3% no futebol europeu (cargos como técnico e de gerência). No Brasil, lembro que também se falava nesse assunto. É preciso dar chances iguais para todos. No meu papel dentro da Uefa, vamos começar um trabalho bem estruturado para tentar mudar esta situação. Nos Estados Unidos, existe algo chamado "Rooney Rule" que implantaram na NFL. Mudou a cara do esporte. Obrigando a todos os clubes a, quando contratar, entrevistar uma pessoa de outra etnia, de cor negra. Depois de anos, existem mais treinadores negros e com bons resultados. Criaram dentro dos clubes também em outros cargos, como os gerentes. Foi muito forte lá, e não temos que inventar de novo o que já está inventado. O futebol é um espelho da sociedade, e pode ajudar muito a melhorar os aspectos do dia a dia. Precisamos de mais gestos para aumentar a integração, e o futebol é um misto de etnias. Em janeiro, vamos nos encontrar na Uefa para falar sobre a estratégia e depois poderei falar com mais detalhes.
No Brasil você sentiu algum tipo de discriminação?
Senti um pouco. Se você é atleta, é mais difícil de ver essas coisas. Mas nos cargos de mais poder é que fica mais claro. As estatísticas europeias mostram que 95% dos técnicos são brancos. É preciso quebrar essa coisa.
Como aconteceu esta nomeação de Embaixador? Ficou orgulhoso?
Foi um reconhecimento muito bonito e importante. Encontrei com o Platini na Europa e ele estava procurando uma pessoa. Me ofereceu e deu duas semanas para eu responder se aceitava. Não é um trabalho, não me pagam para isso (risos). É um cargo para tentar melhorar o futebol neste aspecto da integração. Muita gente tem vontade de ajudar.
Este ano você recebeu alguns prêmios no Suriname, onde nasceu. Virou "Doutor Honoris Causa" por sua liderança, capacidade de comunicação e filosofia de vida e também recebeu o prêmio da "Estrela Amarela", a maior condecoração dada pela presidência. Está orgulhoso deste reconhecimento também em seu país?
Para mim, o importante é sempre tentar melhorar a vida no que eu posso. Agradeço por todos esses reconhecimentos. É preciso caminhar olhando à frente.

GLOBOESPORTE.COM: Como é voltar ao Brasil após um tempo fora?
SEEDORF: Muito bom. Me sinto em casa, é sempre bom voltar e rever os amigos. É muito legal.
Depois de deixar o Milan, você recebeu muito carinho dos fãs. Quando os torcedores que te admiram vão poder vê-lo em ação novamente?
Nunca se sabe, o futuro está em aberto. Como todos sabem, ainda tenho contrato com o Milan. Então, ainda tenho tempo para pensar antes de voltar a trabalhar. O futebol exige uma carga forte. Estou observando, aprendendo, viajando... Vamos ver.
Você considera a possibilidade de ser técnico no Brasil?
Claro. Eu não fecho portas para nada.
Qual tem sido sua principal atividade desde que saiu do Milan?
Tenho viajado para conhecer outras culturas, principalmente na Ásia. Durante a carreira não se tem tempo para fazer muitas coisas. Tenho assistido muitos jogos, principalmente da Liga dos Campeões e dos campeonatos Italiano, Espanhol e Inglês. Tenho passado mais tempo com a família também. É um momento de reflexão, e a programação futura vai acontecer naturalmente. Depois de 23 anos anos uma paradinha também não faz mal.
Quando você chegou ao Milan, o time passava por dificuldades, mas as poucos conseguiu bons resultados na reta final da temporada. Sua experiência no Brasil, até como uma espécie de auxiliar do Oswaldo de Oliveira, o ajudou neste primeiro trabalho?
Sim, todos os treinadores com quem trabalhei me ajudaram em alguma coisa. Minha experiência no Botafogo com o Oswaldo de Oliveira foi muito importante e me ajudou neste processo. Consegui ver de perto a outra parte. Sempre tive uma ligação forte com meus técnicos. No Botafogo nós criamos um grupo especial, acredito que qualquer time que tenha sucesso pensa da mesma maneira, segue as ideias do treinador. Dentro de campo, a equipe consegue superar os aspectos individuais em função do time. Foi um processo muito legal. Todos os grupos vitoriosos na minha carreira tinham essas características. Como técnico, este foi meu principal objetivo, criar um grupo que joga um pelo outro. A união é a base. Só com talento não dá...já vimos vários exemplos.
Qual foi o maior obstáculo nesta transição de dentro do campo para a beira dele?
O grande desafio é conseguir criar este aspecto psicológico, sabendo que agora não posso mais entrar em campo. Tenho que delegar, usar outras armas. Foi muito bonito. Amo fazer isso. Como treinador você consegue influenciar ainda mais. É fundamental que os jogadores principais acreditem no que você quer fazer. Foi uma maravilha trabalhar com ex-companheiros.
Os treinadores brasileiros normalmente não têm o mesmo status dos jogadores brasileiros fora do país. Por que isso acontece?
Olha, não é fácil para ninguém. Na Espanha é um lugar que ainda existem técnicos estrangeiros. Na Itália, a maior parte são italianos mesmo. Então, é uma coisa geral. O Scolari conseguiu, o Vanderlei Luxemburgo também, porque mostraram coisas boas na Seleção. Não dão muito tempo, a pressão é muito alta em cima dos estrangeiros. Mas o Brasil tem bons treinadores, não temos que comparar com os europeus. O Oswaldo de Oliveira para mim é um excelente treinador, de alto nível. Teve sucesso no Japão também. E há outros que fazem um bom trabalho no Oriente, como o Caio Júnior. Não é falta de conhecimento. Técnico hoje em dia não inventa mais nada, vai da capacidade de criar um grupo, uma filosofia, harmonia... Nisso Oswaldo de Oliveira foi excelente.
A estrutura dos clubes brasileiros em sua maioria faz com que a vida dos técnicos e até dos jogadores seja mais difícil aqui no país?
Existe um problema estrutural geral, vemos que quase todos os clubes têm problemas financeiros, e quando contratam não conseguem pagar. São problemas do passado que não deixam os clubes fazerem um planejamento. No Brasil, investir na base sempre foi um aspecto importante para revelar jogadores. É preciso uma mudança estrutural para que o futebol brasileiro possa crescer. Se conseguir usar essa paixão do brasileiro de uma forma correta, transparente, vai influenciar positivamente.
Nos amistosos que você tem disputado, ainda tem mostrado muita qualidade técnica, como nas partidas com as lendas do Real Madrid, Global Footbal Legends, e mais recentemente no Jogo das Estrelas, organizado pelo Zico. Ainda mantém uma rotina de atleta?
(Risos) Mas eu não posso parar, foram 23 anos como jogador. Seria ruim até para minha saúde, meu coração. Estou fazendo até menos atividade do que gostaria. O fisioterapeuta que me acompanha desde o início da carreira continua me ligando para eu não parar de fazer os trabalhos. Sempre que posso, aceito os convites para jogar, como foi no Jogo das Estrelas, do Zico.
Você nunca escondeu que tinha vontade de ser técnico quando decidisse parar de jogar, mas ficou algum tipo de frustração ou arrependimento de não ter participado da Libertadores com o Botafogo?
Eu sinto que fiz o que tinha que fazer. Eu cheguei um ano depois do que estava programado, não tinha tanto tempo quanto eu queria. A saída do treinador (Oswaldo de Oliveira) foi uma coisa importante. A estrutura interna, a parte de fisioterapia, preparação física... Quando a coisa vem bem e muda, tem que recomeçar. Depois, não sei dizer o que aconteceu. Foi um momento triste (o rebaixamento), não só porque joguei lá. Ver clubes que têm uma história importante cair, é triste. Agora é preciso olhar para frente, levantar de novo, trabalhar forte e unido. A torcida precisa apoiar o time para essa volta, muitos clubes grandes passaram por isso. A história do Botafogo vai pesar na Série B.
Existe a sensação no clube de que sua saída foi determinante para que as coisas piorassem e o time perdesse o rumo. Concorda?
Pode ser que eu tenha feito falta, mas quando a gente constrói uma coisa... Tinham outros jogadores experientes lá dentro, esperava que eles pudessem continuar o mesmo caminho, porque não fiz nada sozinho. Em vários momentos do ano foram outros jogadores que tomaram decisões importantes. Só dividindo esse papel que tomos remam junto com o treinador.
A crise do Botafogo em 2014 era previsível?
Já tínhamos dificuldade, mas o grupo fez a escolha de superar, fazer o máximo dentro de campo. Claro que não é fácil, não deveria ser assim. Um mês (de atraso no salário), dois meses... viram cinco, seis, sete... nove como ouvi falar. E não só no Botafogo. Não se pode controlar os jogadores, que têm família, responsabilidades. É um stress que acompanha as pessoas no dia a dia, é preciso pagar as contas. Infelizmente não dá para pedir a essa pessoa o máximo do rendimento. Vira um círculo vicioso que não vai ter fim se não criarem uma lei, uma mudança forte para o futebol brasileiro. O Botafogo foi um dos que sofreu. Se olhar bem, o clube tinha receita para pagar, mas o dinheiro que entrava ia para pagar contas anteriores. E assim tem vários clubes.
Qual recado mandaria para a torcida do Botafogo neste início de 2015?
Estando longe é difícil falar. Mas os torcedores têm amor ao clube, e é isso que é preciso para sair das dificuldades, não só no futebol, mas no dia a dia. Espero muito que o Botafogo consiga voltar para a Primeira Divisão.
Você acompanhou a Copa do Mundo de perto. Qual avaliação faz e como explicaria a derrota do Brasil por 7 a 1 para a Alemanha e 3 a 0 para a Holanda?
Cada um tem uma explicação. Futebol é assim. Às vezes leva de seis, sete... A Alemanha estava em grande forma. Enfrentaram o time errado no momento errado. Nenhum jogador quer perder desta maneira, mas faz parte. Não é o resultado em si, mas a falta de talentos técnicos. Neymar apenas. Antes, tinham mais jogadores representando o país em alto nível na Europa. A estrutura do futebol não pode ser igual há 20 anos, o mundo mudou e é preciso mudar, senão os outros renovam, como fez a Alemanha. Muito importante que o Brasil abra o olho neste sentido. Já perdi de seis contra o Valencia, ninguém quer que aconteça. O 3 a 0 do Brasil contra a Holanda acho que foi consequência do 7 a 1 contra a Alemanha. Normal. Não tinha mais condição de reagir. Acho que vem uma mudança forte no futebol brasileiro, e acho que pode conseguir se as pessoas que estiverem no comando quiserem.
Como recém nomeado Embaixador Global da Uefa da Diversidade e a Mudança, como pretende ajudar a combater os casos de racismo? No Brasil houve alguns casos neste ano, acredita que demos um passo atrás nesta questão?
A crise mundial mostrou a realidade para todos. O racismo existe, os números deixam claro. Em um evento que fizemos com a Uefa na Holanda há alguns meses, as estatísticas de três universidades mostravam que o máximo percentual de minorias era de 3% no futebol europeu (cargos como técnico e de gerência). No Brasil, lembro que também se falava nesse assunto. É preciso dar chances iguais para todos. No meu papel dentro da Uefa, vamos começar um trabalho bem estruturado para tentar mudar esta situação. Nos Estados Unidos, existe algo chamado "Rooney Rule" que implantaram na NFL. Mudou a cara do esporte. Obrigando a todos os clubes a, quando contratar, entrevistar uma pessoa de outra etnia, de cor negra. Depois de anos, existem mais treinadores negros e com bons resultados. Criaram dentro dos clubes também em outros cargos, como os gerentes. Foi muito forte lá, e não temos que inventar de novo o que já está inventado. O futebol é um espelho da sociedade, e pode ajudar muito a melhorar os aspectos do dia a dia. Precisamos de mais gestos para aumentar a integração, e o futebol é um misto de etnias. Em janeiro, vamos nos encontrar na Uefa para falar sobre a estratégia e depois poderei falar com mais detalhes.
No Brasil você sentiu algum tipo de discriminação?
Senti um pouco. Se você é atleta, é mais difícil de ver essas coisas. Mas nos cargos de mais poder é que fica mais claro. As estatísticas europeias mostram que 95% dos técnicos são brancos. É preciso quebrar essa coisa.
Como aconteceu esta nomeação de Embaixador? Ficou orgulhoso?
Foi um reconhecimento muito bonito e importante. Encontrei com o Platini na Europa e ele estava procurando uma pessoa. Me ofereceu e deu duas semanas para eu responder se aceitava. Não é um trabalho, não me pagam para isso (risos). É um cargo para tentar melhorar o futebol neste aspecto da integração. Muita gente tem vontade de ajudar.
Este ano você recebeu alguns prêmios no Suriname, onde nasceu. Virou "Doutor Honoris Causa" por sua liderança, capacidade de comunicação e filosofia de vida e também recebeu o prêmio da "Estrela Amarela", a maior condecoração dada pela presidência. Está orgulhoso deste reconhecimento também em seu país?
Para mim, o importante é sempre tentar melhorar a vida no que eu posso. Agradeço por todos esses reconhecimentos. É preciso caminhar olhando à frente.
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos
e o peste do Caça Rato saiu mesmo do Santa Cruz, foi pro Remo kkkkk
http://blogs.ne10.uol.com.br/torcedor/2 ... cida-remo/
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desde 2003 no meio ch, fundador do Fórum Chaves
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos
http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... inter.html

Flagrados em uma festa funk na madrugada desta quarta-feira, Jorge Henrique e Dida não passaram impunes pela direção colorada. A reação foi imediata. Em tratamento para recuperação de lesões, a dupla recebeu uma multa salarial. O dinheiro será destinado para a "caixinha" do grupo de jogadores, que é a quantia arrecadada em penalidades aos atletas.
Preocupado com boatos de afastamento do Inter, Jorge Henrique se manifestou por meio da sua página pessoal no Facebook. Negou estar de saída do Inter. Mesmo assim, por conta do episódio, pode ser envolvido em alguma negociação.
- Gente, não estou de saída do Inter. Estou em Porto Alegre tratando de uma pequena lesão. Tenho contrato, estou feliz e vamos que vamos que 2015 promete!! – postou, na rede social.
Já Dida deverá permanecer no clube até o final do ano, quando encerra o contrato. No entanto, perdeu a titularidade para Alisson.
Sob tutela do departamento médico, ambos treinaram normalmente na manhã desta quinta-feira, no CT do Parque Gigante. Enquanto atacante foi cortado da pré-temporada por conta de uma lesão muscular na panturrilha esquerda, o goleiro lesionou o joelho durante jogo festivo disputado nas férias, na Itália.
Dida baladeiro, quem diria! 
Flagrados em uma festa funk na madrugada desta quarta-feira, Jorge Henrique e Dida não passaram impunes pela direção colorada. A reação foi imediata. Em tratamento para recuperação de lesões, a dupla recebeu uma multa salarial. O dinheiro será destinado para a "caixinha" do grupo de jogadores, que é a quantia arrecadada em penalidades aos atletas.
Preocupado com boatos de afastamento do Inter, Jorge Henrique se manifestou por meio da sua página pessoal no Facebook. Negou estar de saída do Inter. Mesmo assim, por conta do episódio, pode ser envolvido em alguma negociação.
- Gente, não estou de saída do Inter. Estou em Porto Alegre tratando de uma pequena lesão. Tenho contrato, estou feliz e vamos que vamos que 2015 promete!! – postou, na rede social.
Já Dida deverá permanecer no clube até o final do ano, quando encerra o contrato. No entanto, perdeu a titularidade para Alisson.
Sob tutela do departamento médico, ambos treinaram normalmente na manhã desta quinta-feira, no CT do Parque Gigante. Enquanto atacante foi cortado da pré-temporada por conta de uma lesão muscular na panturrilha esquerda, o goleiro lesionou o joelho durante jogo festivo disputado nas férias, na Itália.
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos
http://www.lancenet.com.br/flamengo/Mes ... 70091.html


O ex-goleiro Bruno, preso desde a metade de 2010 pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado da modelo Eliza Samudio, entrou na Justiça em 2011 contra o Flamengo. Inicialmente, Bruno cobrava R$ 2 milhões, por conta de salários e direitos de imagem atrasados. Porém, o goleiro, entrando em acordo com o clube, receberá R$ 600 mil.
O processo de Bruno contra o Flamengo correu na 6 Vara da Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro. O valor ainda poderá aumentar para cerca de R$ 1 milhão, pois passará por correção monetária e acréscimo de impostos. Internamente, o departamento jurídico do Rubro-Negro comemora o acordo, pois conseguiu diminuir para mais da metade o valor cobrado.
Bruno, porém, precisará esperar um pouco mais para colocar a mão no montante estabelecido pela Justiça. Ele entrou na fila do Ato Trabalhista do Flamengo – um acordo com o Tribunal Regional do Trabalho que destina, mensalmente, uma parte da verba arrecadada pelo clube para pagar dívidas trabalhistas. Com isso, Bruno terá de aguardar sua vez chegar e o Rubro-Negro depositar, na Justiça, a quantia necessária para quitar a dívida.
O LANCE!Net procurou o Flamengo para se posicionar sobre o caso e o clube confirmou o acordo: "O Flamengo pagou aproximadamente R$ 600 mil ao goleiro Bruno, referentes à ação trabalhista por não pagamento de salários durante a gestão Patrícia Amorim. O Flamengo honra seus compromissos e o fato de o goleiro estar preso não tira do clube a obrigação de arcar com pendências com seus ex-atletas. Mesmo as pendências relacionadas a compromissos assumidos por diretorias anteriores à atual".

O ex-goleiro Bruno, preso desde a metade de 2010 pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado da modelo Eliza Samudio, entrou na Justiça em 2011 contra o Flamengo. Inicialmente, Bruno cobrava R$ 2 milhões, por conta de salários e direitos de imagem atrasados. Porém, o goleiro, entrando em acordo com o clube, receberá R$ 600 mil.
O processo de Bruno contra o Flamengo correu na 6 Vara da Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro. O valor ainda poderá aumentar para cerca de R$ 1 milhão, pois passará por correção monetária e acréscimo de impostos. Internamente, o departamento jurídico do Rubro-Negro comemora o acordo, pois conseguiu diminuir para mais da metade o valor cobrado.
Bruno, porém, precisará esperar um pouco mais para colocar a mão no montante estabelecido pela Justiça. Ele entrou na fila do Ato Trabalhista do Flamengo – um acordo com o Tribunal Regional do Trabalho que destina, mensalmente, uma parte da verba arrecadada pelo clube para pagar dívidas trabalhistas. Com isso, Bruno terá de aguardar sua vez chegar e o Rubro-Negro depositar, na Justiça, a quantia necessária para quitar a dívida.
O LANCE!Net procurou o Flamengo para se posicionar sobre o caso e o clube confirmou o acordo: "O Flamengo pagou aproximadamente R$ 600 mil ao goleiro Bruno, referentes à ação trabalhista por não pagamento de salários durante a gestão Patrícia Amorim. O Flamengo honra seus compromissos e o fato de o goleiro estar preso não tira do clube a obrigação de arcar com pendências com seus ex-atletas. Mesmo as pendências relacionadas a compromissos assumidos por diretorias anteriores à atual".
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos
http://sportv.globo.com/site/programas/ ... rensa.html

Supostamente barrado no Querétaro, Ronaldinho ganha fama de “Robaldinho” no futebol mexicano segundo a imprensa do país. O jornal “Estadio” destaca que a passagem do brasileiro tem deixado a desejar onde mais importa: no gramado.
O periódico afirma que o desempenho ruim em campo não se reflete fora dele. O campeão do mundo segue como presença fácil em festas no México, o que teria comprometido seus treinamentos e irritado o técnico Víctor Manuel Vicentich, que o deixou de fora no duelo contra o Toluca por indisciplina.
Apesar da fase ruim no Gallos Blancos, Ronaldinho mostra na internet que está ativo em assuntos extracampos. O “Estadio” destaca que o jogador usou uma rede social para pedir a opinião dos fãs sobre sua participação no clipe de uma música do grupo brasileiro Trio Ternura. A gravação ocorreu na casa do meia, no Rio de Janeiro.
O Querétaro é o penúltimo colocado no Campeonato Mexicano, tendo conquistado oito pontos em 10 jogos. Ronaldinho, por sua vez, ainda não balançou as redes este ano.
Supostamente barrado no Querétaro, Ronaldinho ganha fama de “Robaldinho” no futebol mexicano segundo a imprensa do país. O jornal “Estadio” destaca que a passagem do brasileiro tem deixado a desejar onde mais importa: no gramado.
O periódico afirma que o desempenho ruim em campo não se reflete fora dele. O campeão do mundo segue como presença fácil em festas no México, o que teria comprometido seus treinamentos e irritado o técnico Víctor Manuel Vicentich, que o deixou de fora no duelo contra o Toluca por indisciplina.
Apesar da fase ruim no Gallos Blancos, Ronaldinho mostra na internet que está ativo em assuntos extracampos. O “Estadio” destaca que o jogador usou uma rede social para pedir a opinião dos fãs sobre sua participação no clipe de uma música do grupo brasileiro Trio Ternura. A gravação ocorreu na casa do meia, no Rio de Janeiro.
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos
http://globoesporte.globo.com/rs/futebo ... ancer.html

Vai além do doping o drama de Magrão. Flagrado em exame após a partida contra o Inter, em fevereiro, o experiente volante do Novo Hamburgo se manifestou sobre o caso nesta quinta-feira. E revelou que, desde 2011, se trata de um câncer nos testículos. O jogador precisou retirar um dos testículos quando atuava nos Emirados Árabes. Ele acredita que os remédios que toma para controlar a doença possam ter sido a causa do resultado positivo no exame.
Magrão se pronunciou no fim da tarde desta quinta-feira, no gramado da Arena, antes do confronto com o Grêmio, pelas quartas de final do Gauchão. Como pediu contraprova, o volante está liberado para atuar pelo Novo Hamburgo. A manifestação foi sem perguntas de jornalistas. No final do pronunciamento, o atleta se emocionou.
- Em 2011, quando eu estava nos Emirados Árabes, eu passei por um exame antidoping, que deu positivo. Fomos avaliar o que eu tinha. Era um drama pessoal que carrego há quatro anos. Eu tinha um câncer de testículos. Tive que tirar um testículo. Só quem sabia era a minha família e amigos próximos. Estou tendo que externar isso. Tomo remédios há cinco anos. Tem pessoas que gostam de mim, que sabem do meu caráter. Não é nada ilícito. Há muita chance de a contraprova dar negativo. Eu não queria externar isso publicamente, gostaria de encerrar a minha carreira sem revelar isso. Tenho que fazer controle. O último que eu fiz foi em novembro.
Tenho todos esses documentos, estou muito tranquilo. Agradeço à diretoria do Novo Hamburgo. Deve ter sido algum medicamento que eu tomo para o controle. É triste eu ter que externar isso. Só quem sabe disso era a minha família, meus filhos. Era um segredo meu. Até me emociono. Como defesa, tive que externar isso a vocês. Acho que o câncer não vai voltar mais. Até agora, graças a Deus, não voltou. É uma coisa íntima, peço desculpas a minha família, mas precisava me defender. Não poderiam colocar em dúvida toda a minha carreira e o meu caráter, as crianças que me têm como um ídolo... Por isso estou aqui falando isso. Espero ter a cabeça no lugar para entrar em campo - disse o jogador.
Com passagens marcantes por Inter e Palmeiras, Magrão tem 36 anos e esperava encerrar em breve a carreira. Tem sido peça importante no Novo Hamburgo. Na última rodada da primeira fase, marcou gol aos 47 minutos do segundo tempo, diante do Caxias, que valeu vaga ao Noia para pegar o Grêmio, na Arena.
O resultado da contraprova, ainda segundo Novelletto, tende a sair mais rápido que o do primeiro exame antidoping. Se o resultado for novamente positivo, Magrão será suspenso. Se for negativo, ele seguirá jogando normalmente.

Vai além do doping o drama de Magrão. Flagrado em exame após a partida contra o Inter, em fevereiro, o experiente volante do Novo Hamburgo se manifestou sobre o caso nesta quinta-feira. E revelou que, desde 2011, se trata de um câncer nos testículos. O jogador precisou retirar um dos testículos quando atuava nos Emirados Árabes. Ele acredita que os remédios que toma para controlar a doença possam ter sido a causa do resultado positivo no exame.
Magrão se pronunciou no fim da tarde desta quinta-feira, no gramado da Arena, antes do confronto com o Grêmio, pelas quartas de final do Gauchão. Como pediu contraprova, o volante está liberado para atuar pelo Novo Hamburgo. A manifestação foi sem perguntas de jornalistas. No final do pronunciamento, o atleta se emocionou.
- Em 2011, quando eu estava nos Emirados Árabes, eu passei por um exame antidoping, que deu positivo. Fomos avaliar o que eu tinha. Era um drama pessoal que carrego há quatro anos. Eu tinha um câncer de testículos. Tive que tirar um testículo. Só quem sabia era a minha família e amigos próximos. Estou tendo que externar isso. Tomo remédios há cinco anos. Tem pessoas que gostam de mim, que sabem do meu caráter. Não é nada ilícito. Há muita chance de a contraprova dar negativo. Eu não queria externar isso publicamente, gostaria de encerrar a minha carreira sem revelar isso. Tenho que fazer controle. O último que eu fiz foi em novembro.
Tenho todos esses documentos, estou muito tranquilo. Agradeço à diretoria do Novo Hamburgo. Deve ter sido algum medicamento que eu tomo para o controle. É triste eu ter que externar isso. Só quem sabe disso era a minha família, meus filhos. Era um segredo meu. Até me emociono. Como defesa, tive que externar isso a vocês. Acho que o câncer não vai voltar mais. Até agora, graças a Deus, não voltou. É uma coisa íntima, peço desculpas a minha família, mas precisava me defender. Não poderiam colocar em dúvida toda a minha carreira e o meu caráter, as crianças que me têm como um ídolo... Por isso estou aqui falando isso. Espero ter a cabeça no lugar para entrar em campo - disse o jogador.
Com passagens marcantes por Inter e Palmeiras, Magrão tem 36 anos e esperava encerrar em breve a carreira. Tem sido peça importante no Novo Hamburgo. Na última rodada da primeira fase, marcou gol aos 47 minutos do segundo tempo, diante do Caxias, que valeu vaga ao Noia para pegar o Grêmio, na Arena.
O resultado da contraprova, ainda segundo Novelletto, tende a sair mais rápido que o do primeiro exame antidoping. Se o resultado for novamente positivo, Magrão será suspenso. Se for negativo, ele seguirá jogando normalmente.
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos
Jobson é suspenso por 4 anos pela Fifa e está fora da final do Carioca

O atacante Jobson não jogará a final do Campeonato Carioca. Nesta sexta-feira, o Botafogo foi informado que a Fifa suspendeu o atacante por quatro anos por ter se recusado a fazer um teste antidoping enquanto estava atuando no Al-Ittihad, da Arábia Saudita, entre 2013 e 2014.
Segundo sua assessoria de imprensa, o clube alvinegro ainda estuda uma maneira de recorrer, mas o atleta já está descartado para a partida deste final de semana, contra o Vasco, pela decisão do Estadual. Segundo o técnico René Simões, que ficou sabendo da notícia também nesta sexta, ele seria titular no confronto.
Jobson havia sido suspenso por quatro anos pelo Comitê Antidoping da Arábia em abril de 2014, após se recusar a passar por um teste antidoping em 25 de março do ano passado. No entanto, a punição o impedia apenas de jogar no país saudita.
Praticamente um ano depois do ocorrido, a Fifa atendeu ao pedido do Comitê da Arábia e decidiu internacionalizar o gancho. Com isso, o atacante acabou impedido de atuar também no futebol brasileiro.
Vale lembrar que, em 2009, durante sua primeira passagem pelo Botafogo, Jobson testou positivo para cocaína e assumiu que já havia usado crack. Acabou suspenso por seis meses.
http://espn.uol.com.br/noticia/503864_j ... do-carioca
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos
Então praticamente acabou a carreira do cara porque ele se recusou a fazer o teste?
- Barbano
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos
http://globoesporte.globo.com/sp/campin ... onico.html

O ex-meia Piá, com passagens por Corinthians, Ponte Preta e Santos, foi preso em flagrante pela Polícia Militar de Americana, na tarde deste sábado, após instalar dispositivos de "pescar" envelopes num caixa eletrônico de uma agência bancária na Avenida Cillos. Ele foi levado para a Central de Polícia Judiciária da cidade, onde foi registrada a ocorrência. O delegado de plantão analisou o caso e decidiu que Piá passará a noite no local. É a segunda vez que Piá acaba detido por tentativa de furto a caixa eletrônico.
A PM chegou ao local após uma denúncia anônima de um cliente da agência. Após a prisão, a Polícia Militar entrou em contato com a empresa de monitoramento para se certificar que o equipamento havia sido instalado. A resposta foi que, além da ação em Americana, Piá também teria sido visto pelas imagens em um banco de Limeira, o que ainda será apurado. Outros dispositivos estavam escondidos presos ao teto do veículo dele.
Em janeiro do ano passado, o ex-jogador passou 21 dias no Centro de Detenção Provisória de Hortolândia depois de ser indiciado por tentativa de furto qualificado a um caixa eletrônico de Campinas. Foi liberado após a Justiça conceder habeas corpus e respondia o processo em liberdade provisória. Piá também já tinha ficha por porte de drogas e de arma e falta de pagamento de pensão.
O ex-meia já teve o nome envolvido em outros casos policiais. A primeira aconteceu em julho de 1999, quando ele, então atleta da Ponte Preta, foi indiciado como coautor do assassinato de um mecânico, em uma lanchonete de Limeira. A acusação era que Piá foi o responsável por dar a ordem para um primo pegar o revólver em seu carro e atirar na vítima. Ele foi absolvido.
Aos 40 anos, Piá parou de jogar em 2011, pelo Aparecidense-GO. O último trabalho foi pelo União São João de Araras, ano passado, como auxiliar técnico. O auge da carreira foi entre 1999 e 2003, quando fez parte dos times da Ponte que atingiram as semifinais do Paulistão e também da Copa do Brasil e as quartas do Brasileirão.
Além de Macaca, Corinthians e Santos, defendeu, entre outros clubes, Portuguesa, Santa Cruz, Coritiba, Inter de Limeira, Bragantino, São Raimundo, Rio Preto e Independente de Limeira.

O ex-meia Piá, com passagens por Corinthians, Ponte Preta e Santos, foi preso em flagrante pela Polícia Militar de Americana, na tarde deste sábado, após instalar dispositivos de "pescar" envelopes num caixa eletrônico de uma agência bancária na Avenida Cillos. Ele foi levado para a Central de Polícia Judiciária da cidade, onde foi registrada a ocorrência. O delegado de plantão analisou o caso e decidiu que Piá passará a noite no local. É a segunda vez que Piá acaba detido por tentativa de furto a caixa eletrônico.
A PM chegou ao local após uma denúncia anônima de um cliente da agência. Após a prisão, a Polícia Militar entrou em contato com a empresa de monitoramento para se certificar que o equipamento havia sido instalado. A resposta foi que, além da ação em Americana, Piá também teria sido visto pelas imagens em um banco de Limeira, o que ainda será apurado. Outros dispositivos estavam escondidos presos ao teto do veículo dele.
Em janeiro do ano passado, o ex-jogador passou 21 dias no Centro de Detenção Provisória de Hortolândia depois de ser indiciado por tentativa de furto qualificado a um caixa eletrônico de Campinas. Foi liberado após a Justiça conceder habeas corpus e respondia o processo em liberdade provisória. Piá também já tinha ficha por porte de drogas e de arma e falta de pagamento de pensão.
O ex-meia já teve o nome envolvido em outros casos policiais. A primeira aconteceu em julho de 1999, quando ele, então atleta da Ponte Preta, foi indiciado como coautor do assassinato de um mecânico, em uma lanchonete de Limeira. A acusação era que Piá foi o responsável por dar a ordem para um primo pegar o revólver em seu carro e atirar na vítima. Ele foi absolvido.
Aos 40 anos, Piá parou de jogar em 2011, pelo Aparecidense-GO. O último trabalho foi pelo União São João de Araras, ano passado, como auxiliar técnico. O auge da carreira foi entre 1999 e 2003, quando fez parte dos times da Ponte que atingiram as semifinais do Paulistão e também da Copa do Brasil e as quartas do Brasileirão.
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos
Vazam na internet fotos de Bernardo, do Vasco, ameaçando se matar com uma faca; imagens são fortes
Diversas fotos do meia Bernardo, do Vasco, ameaçando se mutilar com uma faca no pescoço, no pulso e na orelha vazaram na internet nas primeiras horas desta quinta-feira (11). As imagens foram enviadas pelo atleta vascaíno para a ex-namorada Patrícia Mello, durante uma briga do casal via WhatsApp
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos
Vasco tá cheio de jogadres polêmicos : Bernardo, Diguinho, Rodrigo, Gilberto...














