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André-Luiz
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por André-Luiz » 06 Jul 2013, 21:19

Mais uma do Adriano...
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Ainda sem clube, Adriano tira cochilo em praia do Rio de Janeiro
:sono:
ANDRÉ-LUIZ
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Ainda não sei dizer, o que me completa
Ainda não sei por que, eu te amo a beça
Mas de uma coisa eu sei
O que me faz falta é o seu amor

Ainda não decidiu se você vai ou fica
Eu só sei te incluir de vez da minha vida
De uma coisa eu sei
O que me faz falta é o seu amor

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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por Barbano » 07 Jul 2013, 08:42

E qual o problema?

Falta de notícia define...

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CHarritO
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por CHarritO » 10 Jul 2013, 15:16

http://globoesporte.globo.com/futebol/f ... hotel.html

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Lenda do futebol inglês, Paul Gascoigne foi encontrado embriagado no chão de um hotel em Londres, na última segunda-feira. O ex-jogador sofreu uma recaída em seu processo de reabilitação contra o alcoolismo e acabou fotografado em péssimas condições. As informações são do tabloide "The Sun".

Funcionários do Royal National Hotel avistaram Gazza e acionaram o serviço de emergência de imediato. Amigo de Gascoigne, Ronnie Irani - que o ajudou a pagar o tratamento realizado nos Estados Unidos no início do ano - afirmou que temeu pelo pior.

- Ele teve uma grande recaída. Espero que ele possa voltar e combater o álcool, mas a questão-chave é se o seu corpo é capaz de fazê-lo. Há casos diariamente de pessoas que morrem por conta da dependência do álcool. Espero que isto não aconteça com ele - disse Irani, que é um ex-jogador de críquete.

Segundo a publicação, Gascoigne teria chorado e gritado com a esposa Sheryl pedindo mais bebida. Foram encontradas duas garrafas de gin em seus bolsos. Pessoas que circularam pelo hotel disseram à reportagem que ele parecia perdido e confuso.

Na última semana, Gazza foi detido por uma suposta agressão à ex-esposa e a um guarda de segurança na estação ferroviária de Stevenage. Ele também estaria alcoolizado no momento do incidente e permaneceu por 12 horas em uma cela.

Revelado no Newcastle, Paul John Gascoigne defendeu também, entre outros, Tottenham, Lazio, Rangers, Middlesbrough e Everton, e foi um dos grandes nomes do futebol inglês e europeu nos anos 1990. Disputou a Copa de 90 e fez um total de 57 jogos e dez gols pelo English Team.
Adriano que se cuide!!! :bebum:
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por Leandro Boutsen » 16 Jul 2013, 16:54



Apenas épico.

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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por CHarritO » 29 Jul 2013, 12:05

http://globoesporte.globo.com/futebol/f ... os-27.html

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O atacante Christian Benítez, da seleção do Equador, apelidado de "Chucho", morreu na manhã desta segunda-feira, um dia depois de estrear pelo seu novo time, o Al Jaish, na vitória por 2 a 0 sobre o Qatar Sports Club, pela Sheikh Jassem Cup. José Chamorro, empresário de Benítez, informou ao canal público equatoriano Gama TV que o jogador se queixou de fortes dores abdominais e foi levado a um hospital, onde sofreu uma parada cardíaca.

O Al Jaish se limitou a informar que o jogador não reclamou de qualquer problema de saúde após a estreia e lamentou a sua morte em nota oficial:

- O clube gostaria de dar suas mais sinceras condolências à família do jogador. Benítez se integrou recentemente vindo do América por três temporadas. O jogador estreou no time na partida de ontem contra o Qatar Sports Club, na Sheikh Jassem Cup, sem reclamar de qualquer problema de saúde. Sua partida repentina é um grande choque para cada membro da comissão técnica e administração do clube. Foi um jogador que, a despeito do breve período que aqui esteve, vai ser lembrado pelo grande caráter - afirmou o Al Jaish em nota oficial.

Companheiro de seleção de Benítez, o atacante Antonio Valencia, do Manchester United, postou mensagens de homenagem em seu perfil no Twitter:

- Irmão, por favor, alguém me diga que não, por favor. Irmão, Deus está com sua família. Nós te amamos. Irmão, por que agora? Para sempre vai ser meu irmão. Esta dor é muito forte - escreveu Valencia.
O Birmingham, onde Benítez jogou por empréstimo na temporada 2009/10, confirmou que vai homenageá-lo na partida do próximo sábado, na rodada de abertura da segunda divisão do Campeonato Inglês, contra o Watford, no estádio St Andrew's.

- O pensamento de todos os nossos sócios está com a família e amigos de Chucho neste momento triste. O equatoriano foi bastante popular em sua passagem pelo clube - lamentou o Birmingham em nota oficial.


Filho do maior artilheiro do Campeonato Equatoriano

Artilheiro do América do México na temporada passada, Chucho vinha sendo convocado regularmente para a seleção do Equador. Defendeu seu país em 58 partidas, inclusive na Copa do Mundo de 2006, e fez 24 gols.
Benitez se destacou primeiro no El Nacional, do Equador. Vendido para o Santos Laguna, do México, saiu para uma temporada emprestado ao Birmingham City, da Inglaterra. Em 2011, foi para o América. Há três semanas, acertou a transferência para o Al Jaish, do Catar.

Chucho era filho do ex-jogador Ermen Benítez, maior artilheiro do Campeonato Equatoriano, com 191 gols por cinco clubes em 16 anos de carreira, entre as décadas de 80 e 90.
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por CHarritO » 05 Ago 2013, 21:53

http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... omigo.html

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Renato Abreu disputou 271 partidas, marcou 73 gols e conquistou três títulos com a camisa do Flamengo. Agora, é adversário do clube na Justiça. Na última sexta-feira, ele e seu advogado, Paulo Reis, entraram com uma ação contra o Rubro-Negro em razão de sua demissão. Além de R$ 1,5 milhão referente aos seis últimos meses do seu vínculo, que era válido até dezembro de 2013, o jogador pede uma indenização por danos morais. O representante do ex-camisa 11 calcula que ele conseguirá receber pelo menos R$ 3 milhões do Flamengo. Renato concedeu entrevista coletiva para falar sobre o assunto.

Sonho de voltar ao Maracanã pelo Fla

- A última coisa que queria era acontecer isso. Estava com muita vontade de entrar com minha outra filha no Maracanã, ter uma foto. Isso me tiraram. Meu sonho era encerrar minha carreira no Flamengo. A vida segue. Isso não vai me impedir de levantar a minha cabeça, seguir em frente, mesmo com toda a decepção, com tudo que aconteceu. Vou procurar trabalhar da mesma forma, em todos os lugares. Vou ser profissional como sempre fui.

Processo da saída

- No começo do ano, tinha uma viagem para fazer e pediram para eu me apresentar. Estava com tudo certo para resolver alguns problemas pessoais. Já que era no tempo de folga, ia para resolver. Na época, pediram para eu me apresentar porque seria muito importante. Convenci a minha esposa e não fomos. Mas na pausa para a Copa das Confederações eu fui lá. Quando voltei, assim que botei o pé no aeroporto, meu empresário me ligou dizendo que eu estava demitido. E disse que tinha de esperar o grupo viajar para ir buscar minhas coisas. Chorei, pois a primeira coisa que pensei foi em entrar com minhas filhas no Maracanã. Queria saber do meu empresário o que tinha acontecido, mas ele disse que não tinham alegado. Sou um jogador de identificação com o clube, assim como o Leonardo Moura. Não esperaram eu me apresentar para falar olho no olho. Eu queria saber o que aconteceu, pelo menos isso. Para deitar minha cabeça no travesseiro e saber o que fiz. Essa resposta estou esperando até agora. Fiquei muito mal duas semanas seguidas. Minha esposa não percebia, mas fiquei. Não brincava com minhas filhas. Chorei no banheiro muitas vezes. Você vê a declaração do presidente do Flamengo dizendo que foi por parte técnica? Como pode isso se até momento eu era o vice-artilheiro do time? Como você pode ser escalado como titular. Uma pessoa fala uma coisa, que foi pela expulsão, pela camisa, por briga pelo treinador, outro fala por parte técnica. Na mesma entrevista o presidente disse que sou um dos melhores batedores de falta do país e depois disse que saí por deficiência técnica. É uma contradição.

Chegada do Mano influenciou?

- Eu acredito que não. Vi a declaração dele quando chegou, que só ia tirar base do que aconteceria com ele para definir o grupo de trabalho. Se ele tivesse tempo para ouvir, ele veria o meu lado. Foi ele que me deu a única oportunidade de vestir a camisa da Seleção. Isso sou grato pelo resto da vida. Não sei se ele teve alguma interferência no que aconteceu, não sei se falaram com ele alguma coisa, se alguém do Flamengo falou algo com ele ou algum outro treinador. Acredito que não. Eu quero acreditar que não foi ele.

Contato com a diretoria

- Procurei, liguei para algumas pessoas do clube. Disseram que só poderia ir quando o time saísse para ir a Pinheiral. Procurei saber o que tinha acontecido e ninguém soube dizer o que aconteceu. Todo mundo ficou assustado com o que aconteceu. Mas vocês vão sempre ao clube podem perguntar e nem eles sabem. Eu procurei saber e estou procurando saber até hoje. Podem perguntar ao meu procurador, para as pessoas que trabalharam lá. Eu não tenho nem como desconfiar, não sei o que fiz. Se tivesse feito alguma coisa dentro do grupo, ser mau caráter, algum tipo de panela, nunca fiz panela em grupo nenhum. Nunca precisei disso. Não vou fazer. Com a diretoria, muito menos. Nunca fiz nada a não ser ajudar. Duas semanas antes das férias (para a Copa das Confederações), conversei com o Wallim, ele me procurou dizendo que contava comigo, que o time precisava da minha ajuda para levantar a molecada. Conversei com ele numa boa. Disse que ajudaria conversando com os meninos dentro de campo. Ele falou “então está bom, conto com você até o fim do ano para sairmos dessa situação”. Aí aconteceu o que vocês sabem.

Problemas com Jorginho

- Nunca tive problema com treinador nenhum. Se quiserem entrevistar todos os técnicos que conversaram comigo. Isaías Tinoco, que foi gerente do clube, o Marcos Braz, tive um pequeno problema, mas pode perguntar se tive algum problema em relação a trabalho. O que aconteceu com o Jorginho foi algo normal de jogo. No outro dia, o Jorginho sempre teve o hábito de falar sobre o jogo, e diante do grupo pedi desculpa. Acabou ali. Ele era o comandante, disse que tinha errado até o momento. Mas a minha vontade era estar junto com o time para poder ajudar. O que aconteceu acontece com muitos jogadores e que não aconteceria mais. O Jorginho saiu, né? E logo em seguida eu saí. Não deu para entender. Um tinha que ter ficado pelo menos. Se o errado era eu, não poderiam demitir o Jorginho. Dentro das condições que ele poderia fazer, ele fez. Foi uma sequência de resultados, de três jogos seguidos, estávamos ele e eu nesses resultados. São coisas pequenas que aconteceram comigo dentro do clube. Com seis anos de clube, poderiam ter um pingo de respeito e chegar e falar. Mas isso não foi a gota d’água. Tanta gente fez muito mais e não aconteceu nada disso. Se foi um gol de mão, tirar a camisa, o futebol vai acabar. Lá dentro do futebol é calor, intensidade o tempo todo, você não planeja tirar a camisa, botar a mão na bola, para poder fazer o gol. Seria muito otário com toda a tecnologia que tem hoje. Isso não tem sentido. É uma coisa que estão querendo alegar, mas isso não cola. O que eu fiz pelo Flamengo, eu acho que merecia um pouquinho mais de respeito. Não quero ser mais respeitado que Adílio, Zico, Nunes. Mas quero ser respeitado como profissional. Se meu trabalho tivesse sido ruim, minha passagem teria sido interrompida na primeira passagem (em 2005). Mas foi o contrário. Cheguei em fevereiro de 2005, tinha um ano de contrato com o Flamengo e teria mais um ano de contrato com o Corinthians. Flamengo fez esforço para eu voltar, abri mão de três salários que eu tinha e não me importei. Me senti muito feliz e acolhido dentro do Flamengo naquela época. Tinha por respeito voltar ao clube que estava me dando esse carinho.

Contatos com a diretoria

- A primeira coisa que me disseram é que era demissão. Demissão? Nem afastado. O que aconteceu de lá para cá, recebi três telegramas do Flamengo para me reapresentar ao clube e treinar afastado. Isso depois de 20 dias. O último dizia que se eu não me apresentasse eu teria problema. Eu tinha me apresentar ou ia correr riscos. Foram as únicas coisas que tentaram me dizer. Mas nenhum diretor, ninguém do Flamengo, me ligou para me falar o que aconteceu, para bater um papo. Houve uma única vez que fui chamado para rescindir contrato. Estava tudo apalavrado, certinho, chegou na hora o Flamengo não aceitou acertar o que era meu. Eu não estava pedindo nada a mais. Tinha seis meses de contrato, não poderia abrir mão do meu salário até o fim do ano. Jamais vou abrir mão. Alguém abre mão do salário aqui? Em outras situações até abri, mas dessa forma? Ser demitido? Foi aí que a diretoria, parte jurídica do clube, disse que nada estava acertado. É isso até o momento.

Relação com Pelaipe

- Sempre foi de profissionalismo puro. Nunca tive problema. Eu tinha projeto dentro do Flamengo. Sempre tive carinho pela base do Flamengo todinha. Sempre que podia batia uma bola, uma falta com os meninos, brincava com eles. O próprio Pelaipe disse que no fim do meu contrato me encaixaria para trabalhar dentro do clube. Minha relação sempre foi tranquila. Se fiz algo para ele, não estou sabendo. Não sei o que fiz para ele. Em todos os momentos que ele me pediu ajuda, a passar uma palavra para o time, sempre me coloquei à disposição. Sempre que fui à sala dele, foi para conversar. Não sei se ele teve algo com isso, mas poderia dizer quem eu era para o clube. A gente sabe que algumas coisas são inexplicáveis. Não sei se pediram a opinião de alguém. Em outras situações, que aconteceram com o próprio Pelaipe, da minha assessoria, fiz questão de apresentar quem eram. Houve um desentendimento com uma pessoa no saguão do hotel antes de um jogo, conversei com ele para dar um tempo. Estava ali para apartar, minimizar.

Relação da diretoria com os jogadores

- Sempre falei que a diretoria estava tentando fazer o melhor, de forma certa, leal, que eram sérios. Eu acreditava nisso aí. Até na clareza da forma que falavam com a gente, se pronunciaram em algumas reuniões, falavam que o salário ia sair. A única coisa que pedia era clareza para termos um planejamento de vida, a gente depende do salário. E sempre se mostraram claros. Muita coisa aconteceu e sempre acolhemos com respeito e carinho. Nunca cobrei salário na frente de vocês, talvez uma única vez, em 2006. Sempre foram transparentes, mas não vimos essa transparência agora. Poderiam dizer que tenho salário alto, que o clube não tem condições de cumprir. Mas nem isso. Só na primeira passagem tive aumento. Desde que voltei praticamente colocaram a mesma coisa.

Medidas judiciais

- É o que meu advogado falou. Fui muito humilhado, exposto. As pessoas sabem quem eu sou. Passou talvez para 40 milhões de torcedores do Flamengo e de outros times, uma imagem que eu não sou. Disseram que sou briguento, que arrumo confusão com jogadores, que sou mau caráter. Fui muito humilhado nessa situação. A imagem que vocês têm minha, é de ser briguento dentro do campo. Mas só quem está lá dentro pode dizer. O rosto não é dos mais bonitos, mas pela sua expressão na televisão acabam te julgando. Me colocaram como um filho da p..., como um cara que não respeita ninguém. Mas isso eu não sou. O que acontece no campo é lá dentro. Jamais eu levei para fora.

Futuro

- Até nisso respeitei o clube para esperar o momento, falei que não conversaria enquanto não resolvesse.

Contato do Atlético-MG

- Até agora não (Atlético-MG procurou). Mas olha aí, o Cuca foi meu treinador. Mais uma prova de que não tive nenhum problema. Estou esperando a rescisão do contrato para poder ouvir algum outro clube.

Vasco procurou?

- Houve especulação. Tem muita gente querendo que eu trabalhe num time no Rio, muitos querendo que trabalhasse no Vasco, torcedores de outros clubes. Quero resolver minha situação com o clube. Estou feliz pelo carinho de todos. A grande maioria da torcida do Flamengo sempre esteve do meu lado. É difícil falar um pouquinho, pois foi uma relação muito forte. Tenho um carinho enorme por eles. O que está acontecendo não tem nada com os torcedores. Em nenhum momento passou pela minha cabeça sair do Flamengo.

Volta ao Flamengo

- Tenho certeza de que um dia eu volto para o Flamengo.

Despedida do clube

- Foi muito emocionante ver a despedida do Pet, Júnior, Zico. Não sei se sou ídolo, mas estava construindo uma história legal no Flamengo. Na primeira entrevista, disse que não prometeria título, mas dedicação. E essa história eu construí um pouquinho. Quando saí depois da primeira passagem, tive 13 propostas, algumas melhores que a do Flamengo. Pelo carinho que tinha, pelo trabalho, fiz questão de voltar para o clube. Carinho muito grande pela torcida, pelas pessoas que me acolheram lá dentro. É emocionante ouvir muitos pedindo, é emocionante ver o carinho deles comigo. Fiz a operação no coração, foram carinhosos quando voltei em 2010. O que escrevi dentro do clube, podem interromper, mas ninguém apaga. Quando alguém for lembrar das faltas, das mascotes, será inevitável falar, mesmo que não gostem. São 15 anos como profissional, queria só mais um tempinho. Sofri muito para chegar aqui. Tenho que agradecer, principalmente minha mãe (pausa emocionado), meu pai. Mãe, estou bem. Não sei se vou parar, acho que tenho ainda muita coisa para queimar. Obrigado aos torcedores do Flamengo e aos dos outros clubes. Só escuto que os diretores do Flamengo fizeram uma sacanagem comigo. Que eles deveriam sair e não eu.

Ligou para Pelaipe ou Wallim?

- Ligar eu não liguei. Não tenho direito de ligar para tirar satisfação, mas sim me dar satisfação. Sou empregado do clube. Quando uma empresa demite alguém, você é chamado e te demitem. Isso não teve. Seria mais elegante chegar e falar para mim que fui mandado embora. Até porque não tenho nada contra ninguém. Não me senti no direito de ligar, quem tinha de dar uma satisfação para mim é a pessoa que me mandou embora. Pelo menos me chamar. Não sei se Pelaipe poderia fazer isso. Mas mesmo assim procurei saber, esperar se alguém ia me ligar. Mas em nenhum momento se manifestaram.

Relação com Wallim

- Minha relação com ele nunca foi de muitas conversas porque quem era o capitão da equipe era o Léo Moura. Uma coisa que nunca tive questão de ter é faixa de capitão para ter autoridade com a diretoria e falar alguma coisa. Pelo meu trabalho, minha experiência, sempre que fui chamado pelo Wallim nunca tive problema. Até momento que ele perguntou para todos que precisava fazer para melhorar, ele perguntou para mim o que precisava fazer para melhorar. Única coisa que falei é que eles (dirigentes) precisavam nos apoiar, só assim iríamos longe. E foi a vez que ele pediu para poder falar alguma coisa para os mais jovens, outra vez me chamou para conversar e falar que contava comigo. Disse que se precisasse da minha pessoa para ajudar, ia procurar fazer. Ele falou que eu tinha importância grande, eu e mais uns dois jogadores. “Vou contar com você até o fim do ano, a gente vai batendo um papo, conversando, falando para poder acertar”. Foi o que ele disse. Nunca tive atrito com ele, o contato com ele era menor. Não participava todas as vezes do treinamento. Sempre cumprimentava, não tinha problema nenhum. Nunca tive problema com diretor ou presidente. Nem com Patricia Amorim, Márcio Braga, Kleber Leite.

Campanha da torcida pela saída dele

- São 40 milhões de torcedores, tirar 10%, sempre vai ser questionado. Se pegaram esse gancho, não sei. Acredito que não.

Jorginho disse que havia X-9 no grupo

- Eu peço para vocês ligarem agora para o Jorginho e perguntar se eu sou X-9. Nunca precisei boicotar trabalho de ninguém para ser titular da equipe, entregar alguém para me beneficiar. Nem na minha vida pessoal preciso disso. Não uso da minha imagem nem para pegar fila em banco. Tudo que tinha para falar com qualquer jogador, desde o Ronaldinho Gaúcho, que é um fenômeno, sempre cheguei nele e em outras pessoas e falei frente a frente. Não tenho motivo para chegar na sua frente e te elogiar e falar de você pelas costas. Eu tenho duas pernas e dois braços. Não preciso ficar dependendo de ninguém. Vou trabalhar.

Mensagem ao torcedor

- Quero agradecer aos torcedores do Flamengo, apoiando na rede social, ajudando, me querendo em campo. Quero agradecer profundamente ao Flamengo pelo que fez por mim. Por ter me acolhido, cheguei desconhecido ao futebol carioca e me acolheram. Muitas coisas que aconteceram dentro do Flamengo, minha relação com a torcida foi mais por carinho, por afeto que eu tinha. Pelo que eu tenho. Você conseguir o respeito deles não é fácil, não. Vocês sabem. Onde fui com o Flamengo sempre fui respeitado. De Norte a Sul. Não teve um lugar que não fui com a torcida que ela não me ajudou. Não estou fazendo contra o Flamengo. Se estou entrando na Justiça, procurando meus direitos, isso que está acontecendo não é minha culpa. Eu queria chegar no fim do ano, agradecer ao presidente pelo carinho, queria muito encerrar a carreira no Flamengo. Só que não aconteceu. Foi a pessoa que tomou essa decisão contra mim. Não sei se tem alguma coisa pessoal, meu carinho por vocês (torcedores) é eterno. Os anos vão passar, vai ter momentos bons, vão ganhar títulos, outro jogador que bata faltas, com liderança, mas nada vai apagar o que eu fiz dentro do clube. Nos priores momentos do clube, sempre estive presente para ajudar. A máscara (do urubu) está lá em casa, minhas camisas de épocas difíceis e felizes. Está lá a camisa da Copa do Brasil. As taças e prêmios que conquistei com o Flamengo. Isso ninguém apaga. Tenho certeza de que o conselho do Flamengo inteiro sabe do que eu fiz pelo clube. Um dia, se tiver que voltar, espero que não demore muito, que eu volte ao clube. Um dia eu volto. Pode ser daqui a cinco anos, dez anos, com cabeça branca. Quero encerrar meu ciclo no Flamengo de alguma forma. Não me julguem pelo que não sabem. Antes, procurem saber a minha história (emocionado).
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por CHarritO » 06 Ago 2013, 15:53

http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... lucio.html

Imagem

Um mês após ser demitido do São Paulo, Ney Franco resolveu falar. Ouviu, calado, várias críticas feitas por Rogério Ceni, ídolo da torcida, logo após a sua demissão. Em uma delas, o goleiro diz que o legado deixado pelo treinador foi “zero”. O arqueiro foi o principal alvo do comandante, que o acusa de ter extrapolado os limites fora de campo e minado contratações que não o agradem, como as de Paulo Henrique Ganso e Lúcio.

Em entrevista ao jornal O Globo, Ney Franco afirmou que Ceni não teve a postura de capitão que esperava. A relação entre eles começou a ficar ruim durante um jogo pela Copa Sul-Americana entre São Paulo e LDU de Loja, do Equador, em outubro de 2012. Na partida, o goleiro reprovou uma substituição feita pelo treinador, que colocou Willian José, enquanto o arqueiro pedia insistentemente pela entrada de Cícero. Após o jogo, Ney foi firme e reprovou a atitude. O fato, segundo o comandante, ainda deve incomodar o camisa 1.

- Talvez pelo problema que tivemos. Não sei se ele leva isso até hoje. O tempo dirá quem está certo. Fechamos bem o ano (2012), ele na dele, e eu fazendo o meu trabalho com respeito. Só que, a cada turbulência, esse assunto voltava. Não sei se ainda mexia com ele – disse o treinador.

De acordo com Ney Franco, o goleiro é procurado pelas correntes políticas dentro do São Paulo e tem apoio valioso no quadro eleitoral. A importância do atleta ultrapassaria os limites do campo, onde é idolatrado pelos torcedores. Ciente de sua força, Rogério Ceni queimaria os jogadores recém-contratados que não o agradassem e criaria um clima insustentável para eles.

- Em 2013, não tive nele o capitão de que precisava. Havia a preocupação de quebrar marcas individuais. Até em contratações: se chega um nome que é do interesse dele, ele fica na dele; se não é, reclama nos corredores. E isso chega aos contratados, como Ganso, Lúcio. E eu, como técnico, ficava no meio disso. Ganso chegou num ambiente... Percebeu claramente as coisas. Chegou ao ouvido dele. Havia uma fritura por trás e pode atrapalhar. Nos corredores, era o que se escutava, que quando Ganso jogava o time tinha um jogador a menos.

Incomodado com a frase “legado zero” dita por Rogério Ceni em relação a seu trabalho, Ney Franco citou o título da copa Sul-Americana de 2012, inédito no clube, para se defender. Além disso, afirmou que alguns jogadores hoje importantes na equipe cresceram com o seu trabalho.

- Se está bom para o Rogério, este profissional vai bem. Se não, se chega um profissional que ele não concorda, a tendência é ser minado. E nos dois últimos meses de trabalho eu sabia que havia interesse de parte do grupo na minha saída. Depois, Rogério disse que meu legado no clube foi zero. Antes de trabalhar no São Paulo, vários jogadores da base do clube se valorizaram comigo na seleção. Quando cheguei, Jádson e Osvaldo cresceram. O Lucas teve um boom e foi negociado. E subi jogadores. Além de termos ganho a Copa Sul-Americana no fim de 2012.


Sem clima com Milton Cruz
Por fim, Ney Franco também revelou que jamais teve respaldo de Milton Cruz, auxiliar técnico permanente da comissão são-paulina, o que fez com que o trabalho do seu auxiliar direto, Éder Bastos, fosse queimado no Morumbi. E acrescentou que foi informado que Milton chegou a ligar para outro treinador quando ele ainda trabalhava lá.

- Ele é muito ligado ao clube. Em qualquer problema que envolva alguém que tenha poder de convencimento no São Paulo, ficará deste lado. Antes da minha queda, me foi dito que ele já tinha ligado para outro treinador. Fico à vontade para falar, porque não tive qualquer problema direto com ele. No primeiro treino, eu e meu auxiliar (Éder Bastos) o chamamos para o campo. Ele não quis. Não o afastamos. Meu auxiliar foi massacrado. Ele trabalha muito e, pela primeira vez, vi um profissional ser penalizado por trabalhar muito. Se ele tirou espaço de outro, é porque este profissional não ocupou um espaço.

Sem clube, o treinador afirmou ter sido procurado pelo Fluminense, que contratou Vanderlei Luxemburgo, e disse aguardar um telefonema de alguma equipe de ponta no Brasil para voltar a trabalhar.

- Eu tenho conquistas, não é um momento ruim que vai apagar tudo o que já fiz. Agora quero ver jogos, repensar, ver o que deu certo no São Paulo e o que não deu. E não vou ficar me culpando por tudo. Espero pegar um time de Série A que possa ganhar a Copa do Brasil ou o Brasileiro, embora, em tese, quem trocar de técnico no Brasileiro será por estar embaixo na tabela.
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por Luiz » 07 Ago 2013, 01:29

CHarritO escreveu:
http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... lucio.html

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Um mês após ser demitido do São Paulo, Ney Franco resolveu falar. Ouviu, calado, várias críticas feitas por Rogério Ceni, ídolo da torcida, logo após a sua demissão. Em uma delas, o goleiro diz que o legado deixado pelo treinador foi “zero”. O arqueiro foi o principal alvo do comandante, que o acusa de ter extrapolado os limites fora de campo e minado contratações que não o agradem, como as de Paulo Henrique Ganso e Lúcio.

Em entrevista ao jornal O Globo, Ney Franco afirmou que Ceni não teve a postura de capitão que esperava. A relação entre eles começou a ficar ruim durante um jogo pela Copa Sul-Americana entre São Paulo e LDU de Loja, do Equador, em outubro de 2012. Na partida, o goleiro reprovou uma substituição feita pelo treinador, que colocou Willian José, enquanto o arqueiro pedia insistentemente pela entrada de Cícero. Após o jogo, Ney foi firme e reprovou a atitude. O fato, segundo o comandante, ainda deve incomodar o camisa 1.

- Talvez pelo problema que tivemos. Não sei se ele leva isso até hoje. O tempo dirá quem está certo. Fechamos bem o ano (2012), ele na dele, e eu fazendo o meu trabalho com respeito. Só que, a cada turbulência, esse assunto voltava. Não sei se ainda mexia com ele – disse o treinador.

De acordo com Ney Franco, o goleiro é procurado pelas correntes políticas dentro do São Paulo e tem apoio valioso no quadro eleitoral. A importância do atleta ultrapassaria os limites do campo, onde é idolatrado pelos torcedores. Ciente de sua força, Rogério Ceni queimaria os jogadores recém-contratados que não o agradassem e criaria um clima insustentável para eles.

- Em 2013, não tive nele o capitão de que precisava. Havia a preocupação de quebrar marcas individuais. Até em contratações: se chega um nome que é do interesse dele, ele fica na dele; se não é, reclama nos corredores. E isso chega aos contratados, como Ganso, Lúcio. E eu, como técnico, ficava no meio disso. Ganso chegou num ambiente... Percebeu claramente as coisas. Chegou ao ouvido dele. Havia uma fritura por trás e pode atrapalhar. Nos corredores, era o que se escutava, que quando Ganso jogava o time tinha um jogador a menos.

Incomodado com a frase “legado zero” dita por Rogério Ceni em relação a seu trabalho, Ney Franco citou o título da copa Sul-Americana de 2012, inédito no clube, para se defender. Além disso, afirmou que alguns jogadores hoje importantes na equipe cresceram com o seu trabalho.

- Se está bom para o Rogério, este profissional vai bem. Se não, se chega um profissional que ele não concorda, a tendência é ser minado. E nos dois últimos meses de trabalho eu sabia que havia interesse de parte do grupo na minha saída. Depois, Rogério disse que meu legado no clube foi zero. Antes de trabalhar no São Paulo, vários jogadores da base do clube se valorizaram comigo na seleção. Quando cheguei, Jádson e Osvaldo cresceram. O Lucas teve um boom e foi negociado. E subi jogadores. Além de termos ganho a Copa Sul-Americana no fim de 2012.


Sem clima com Milton Cruz
Por fim, Ney Franco também revelou que jamais teve respaldo de Milton Cruz, auxiliar técnico permanente da comissão são-paulina, o que fez com que o trabalho do seu auxiliar direto, Éder Bastos, fosse queimado no Morumbi. E acrescentou que foi informado que Milton chegou a ligar para outro treinador quando ele ainda trabalhava lá.

- Ele é muito ligado ao clube. Em qualquer problema que envolva alguém que tenha poder de convencimento no São Paulo, ficará deste lado. Antes da minha queda, me foi dito que ele já tinha ligado para outro treinador. Fico à vontade para falar, porque não tive qualquer problema direto com ele. No primeiro treino, eu e meu auxiliar (Éder Bastos) o chamamos para o campo. Ele não quis. Não o afastamos. Meu auxiliar foi massacrado. Ele trabalha muito e, pela primeira vez, vi um profissional ser penalizado por trabalhar muito. Se ele tirou espaço de outro, é porque este profissional não ocupou um espaço.

Sem clube, o treinador afirmou ter sido procurado pelo Fluminense, que contratou Vanderlei Luxemburgo, e disse aguardar um telefonema de alguma equipe de ponta no Brasil para voltar a trabalhar.

- Eu tenho conquistas, não é um momento ruim que vai apagar tudo o que já fiz. Agora quero ver jogos, repensar, ver o que deu certo no São Paulo e o que não deu. E não vou ficar me culpando por tudo. Espero pegar um time de Série A que possa ganhar a Copa do Brasil ou o Brasileiro, embora, em tese, quem trocar de técnico no Brasileiro será por estar embaixo na tabela.

Primeiro, quem é esse treinadorzinho mixuruca pra falar do M1TO? Um nada, vive de mono titulo aonde passa, depois não ganha nem jogo de botão. Segundo, antes de tudo veja as asneiras que fez aqui, 7 meses e sequer encontrar um time? É absurdo. E por último, CALA A BOCA NEY FRAQUINHO!
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por Fábio » 07 Ago 2013, 03:42

Não acho o Ney Franco um mal profissional. E nem acho o Rogério mal caráter a esse ponto.

Mas que ele foi queimado, ah ele foi. Até o Tolói, indicação dele, dia desses tava metendo o pau no pobre coitado.

São Paulo precisa de reformulação no elenco, urgente.

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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por Luiz » 08 Ago 2013, 00:51

Fora os absurdos desse imbecil do Ney Fraco, Douglas de atacante? Meu deus...
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por CHarritO » 19 Ago 2013, 20:29

http://globoesporte.globo.com/futebol/t ... dores.html

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Na reapresentação do Corinthians nesta segunda-feira, um dia após a vitória por 1 a 0 sobre o Coritiba, no Pacaembu, o grande destaque foi Emerson Sheik. Dentro do CT Joaquim Grava, ele ganhou o respeito dos colegas de clube por postar uma foto no Instagram, na noite passada, dando um selinho em um amigo. Por causa da atitude, foi aplaudido pelo grupo no vestiário, antes do início da atividade. Mas, do lado de fora do CT, alguns torcedores não encararam bem o gesto do atacante e levaram cartazes para protestar contra o jogador. Revoltados, cinco membros de uma organizada disseram que não aceitarão atitudes como estas vindas de um atleta do Timão e que os protestos aumentarão. Sheik rebateu, classificando o ato dos torcedores como um "preconceito babaca".

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Com duas faixas, com os dizeres “Vai beijar a PQP, aqui é lugar de homem” e “Viado não”, os organizadores do protesto disseram que o fato do Sheik ser ídolo da equipe e ter marcado gols históricos, como os dois que deram a vitória por 2 a 0 sobre o Boca Juniors e o título inédito da Taça Libertadores da América, no ano passado, não serão o suficiente para que ele passe impune após postar a foto.

– Não viemos aqui por causa do time, que está bem, mas por causa dessa palhaçada que ele fez. Isso não é atitude de um jogador do Corinthians, e o mínimo que queremos é que ele faça um pedido formal de desculpas. Não somos homofóbicos, mas se ele quer fazer essas coisas que vá para outro clube. Aqui no Corinthians, não – disse um dos torcedores.

Após o protesto, Sheik falou sobre o assunto à "TV Bandeirantes" e justificou o beijo no amigo Isaac.

- Em primeiro lugar, o mundo do futebol é muito machista. Quero deixar bem claro que se alguém se sentiu desrespeitado, desculpa. Lá era o Emerson pessoa, não o jogador. Tenho enorme carinho pelo Isaac, que é um amigo muito especial. Ele é um queridão, a esposa está grávida de nove meses. E daí a galera levou para o lado errado. É um preconceito babaca. Tenho enorme respeito pelo torcedor do Corinthians. A página que postei tem foto minha dando selinho no meu filho. A Hebe beijava todo mundo. A brincadeira foi exatamente para abordar um assunto polêmico. Esse sou eu fora de campo. Para mim, é algo tão natural que não quero mais falar sobre isso - disse o jogador.

Apoio total entre os colegas

Entre os jogadores, o clima era de descontração. Guerrero falou sobre o caso na coletiva.

- O Sheik é maluco, todo mundo sabe disso. Ele é um cara que tem muito humor, fica zoando as pessoas, brincando com todo mundo. Está sempre alegre e feliz - disse o peruano que, ao ser perguntado se beijaria outro jogador em uma comemoração de gol, riu bastante. - Um abraço sim, beijo não! - explicou Guerrero.
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por Rafinha » 19 Ago 2013, 23:16

É muita contradição falarem que não são homofóbicos e perderem tempo fazendo protesto idiota dizendo que não admitem viado no clube.

Que grupinho de babacas, pqp.
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por Luiz » 19 Ago 2013, 23:53

Piada esse time aí... nem homofobia escapa de ter nesse lixo
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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por Leandro Boutsen » 20 Ago 2013, 00:05

Meia-duzia vai com essas faixas e já é o "time todo". Se for assim no São Paulo só tem vândalos que espancam torcedores rivais, né?

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Re: Jogadores e treinadores estrelinhas ou polêmicos

Mensagem por Barbano » 20 Ago 2013, 09:31

São-paulinos sendo presos e na zona de rebaixamento, e corinthianos disputando títulos e dando bambiadas. Esse futebol tá de cabeça para baixo mesmo. :[

E repararam que o discurso do corinthiano é idêntico ao do César, da novela? "Não somos homofóbicos, mas se ele quer fazer essas coisas que vá para outro clube. Aqui no Corinthians, não". O César, sobre o filho: "Não sou homofóbico, mas na minha família não".

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