
Os discos da época (como os clássicos Kids and Cartoons e Comedy) não são relançados. Fazem compilações, e os poucos albums relançados com o mesmo nome e fazendo alusão ao release original tem musicas cortadas ou distorcidas. Tudo embaralhado e sem lógica. Enquanto isso a KPM, sob a EMI, segue comercializando seus albums originais agora em formato digital, com a mesma catalogação e data de lançamento, e ainda por cima indicando aonde terminava o lado A e começava o lado B no vinil. Aprende, Bruton.
Lembram que algumas músicas foram renomeadas ao serem relançadas? Por exemplo, "Walking the Dog" que virou "Street Wise" ou a Skipping que virou "Skip With Me". Antes tivessem parado aí, não só deram nomes errados pras trilhas como tiveram autores errados creditados. "Relax" do Steve Gray foi relançada na compilação Leisure, Pastoral (BRCD4) com o nome "Soft Dream", mas creditada ao Trevor Bastow que é um compositor completamente diferente.
Além disso, tem a questão do YouTube. Bruton e KPM são labels de trilhas brancas, ou seja, livres para uso comercial. Isso se vê bem com os temas da KPM: o YouTube reconhece se você usa no seu video, e se o seu video estiver monetizado, tanto você quanto a KPM recebem o dinheiro. Porém a Bruton não se contenta com isso, e se ela reconhecer uma musica dela no seu video, seu video perderá a monetização e somente eles ganharão por views.
Eu sinto muito por adicionar mais uma empresa na lista de organizações relacionadas a CH que não prestam, mas a verdade tem que ser dita.
Agradecimentos: Aos membros do grupo particular de busca e estudo das BGMs CH (ainda estamos atrás do tema do Chapolin! e esperando sermos consultados por ditos "sonoplastas" do Multishow) por elencar estas informações e a KPM por ser um exemplo de label ética.









