Marques de Sade escreveu:
Não se trata de matar saudades. Existiam em média 40 episódios ao ano de Chaves, por exemplo. Na época não era costume reprisar episódios. A história era feita e exibida uma vez e nunca mais. Agora imagina criar 8 histórias mensais completamente diferentes para duas séries durante uns 7 anos... tenso
Balela. Não conseguia, contratasse roteiristas. Se ele queria ter tudo nas mãos, era um problema dele...E não precisava ser completamente diferente. Tinham umas boas colchas de retalho que ele fazia. Só não precisava copiar na íntegra.
Marques de Sade escreveu:Nada mais justo que aproveitar boas ideias e ir fazendo remakes um ou dois anos depois da versao anterior. Por isso Chaves tem tantos episódios parecidos, mas isso não diminui a qualidade do programa porque cada versão é única em diversos aspectos. Cada Festa da Boa Vizinhança, por exemplo, tem coisas boas se ver.
Nada mais injusto na verdade. Poderíamos ter muitos mais roteiros disponíveis se não fosse a preguiça.
Sobre diminuir a qualidade, isso é uma opinião bem pessoal, mas levando em conta que estou relatando a minha, diminuía SIM a qualidade. A maioria dos remakes (principalmente os de 77, 78 e 79) foram inferiores...Sem contar roteiros quase iguais em uma mesma temporada (Bebê Jupiteriano e Gigante, Bola de Cristal e Mandarim), episódios que foram regravados no ano seguinte (banho, mal entendido...), e histórias com até 4 versões (carpinteiro).
Ah, e por fim vc falou que cada versão tem seu diferencial, utilizando o episódio do festival como exemplo. Legal, agora qual a "grande" diferença entre o episódio do disco voador, ladrão da vila, Roupa limpa suja-se em público, Lavagem completa, chirimóia e outras dezenas?
Marque Sade escreveu:E esse conceito tão simples o diretor de programção do SBT não entende ao não exibir os "semelhantes" por serem "semelhantes".
Sim, nisso vc está certo! Tem que exibir tudo mesmo...Desde as obras de arte até as bombas quase inassistíveis.