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Re: Economia
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MensagemEnviado: 24 Jan 2019, 03:56 
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O ESTADO DE S.PAULO

Com o objetivo de atrair investimentos estrangeiros, o ministro da Economia, Paulo Guedes disse ao Estado de S.Paulo, em Davos, que o governo quer reduzir o Imposto de Renda pago pelas empresas, sobre o lucro, 34%, em média, para 15%. “Todo o mundo está baixando os impostos”, disse.

Levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que o Brasil iniciou 2019 como País com a maior alíquota de imposto sobre o lucro das empresas, ultrapassando a França.

Para compensar a perda de arrecadação, o ministro da Economia disse ontem que estuda tributar em 20% os dividendos distribuídos a acionistas, que hoje são isentos; mudança, no entanto, deve enfrentar resistência no Congresso Nacional

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou ontem que o governo quer reduzir o Imposto de Renda pago pelas empresas do País de 34%, em média, para 15%.

Para compensar o corte, Paulo Guedes estuda aumentar os tributos sobre renda e aplicações financeiras que hoje são isentas ou pagam pouco imposto.

Em entrevista exclusiva ao Estadão/Broadcast, no Fórum Econômico Mundial, ele explicou que a motivação dessa reorganização tributária é atrair investidores estrangeiros.

A proposta de Paulo Guedes, no entanto, deve enfrentar resistência no Congresso, principalmente por parte de consultores, economistas, advogados e contadores que podem perder com a mudança. Micro e pequenas empresas do Simples (modelo simplificado de cobrança de impostos) também podem ser prejudicadas, se as alíquotas não acompanharem a redução.

A proposta de Paulo Guedes fixa uma alíquota de 15% para o Imposto de Renda das empresas, mas tributa em 20% os dividendos recebidos pelos sócios, na pessoa física. Os dividendos são pagos aos acionistas de uma empresa pelo lucro gerado. Hoje, as empresas pagam 34% sobre seus lucros e, depois da tributação, os dividendos são distribuídos sem cobrança de Imposto de Renda sobre esses ganhos.

“Todo o mundo está baixando os impostos”, disse Paulo Guedes. A onda global de redução da carga tributária das empresas ganhou velocidade ao longo de 2018, com EUA, Bélgica e França anunciando cortes. “Se o Brasil não baixar o imposto para as empresas, elas vão acabar indo para outros lugares”, defendeu.

Segundo um dos maiores especialistas do país em tributação, o diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal, Rodrigo Orair, a lógica do ministro faz sentido no que se refere à perda da arrecadação e ao aumento dos investimentos. “A medida dá um estímulo para que a empresa retenha mais lucro e distribua menos para os sócios.”

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Re: Economia
MensagemEnviado: 14 Fev 2019, 20:58 
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CLICK. O ministro da Economia, Paulo Guedes, recebeu ontem membros da recém-criada Frente Parlamentar pelo Livre Mercado da Câmara dos Deputados.

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No site do ECAD, encontrei um indício de que o SBT produzia aberturas próprias para as séries CH em 1986. Confira também outras descobertas e especulações no tópico da BGM do Chapolin.


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Re: Economia
MensagemEnviado: 15 Fev 2019, 21:01 
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https://www.valor.com.br/financas/6121441/dolar-volta-para-r-370-e-cai-ao-menor-nivel-em-uma-semana

O dólar voltou a fechar na casa de R$ 3,70 pela primeira vez em mais de uma semana, num movimento que contou com a redução do prêmio de risco do câmbio, após a definição dos primeiros detalhes da reforma da Previdência.

No fim da sessão, o dólar comercial caiu 1,02%, aos R$ 3,7027.


:)

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Re: Economia
MensagemEnviado: 20 Mar 2019, 04:05 
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O ESTADO DE S.PAULO

No encontro entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente americano, Donald Trump, Brasil e Estados Unidos concordaram em acordos para reduzir obstáculos no comércio e investimento.

Nos jardins da Casa Branca, Donald Trump afirmou que os dois países iriam estabelecer uma relação “justa”.

Por meio de uma comissão entre os dois países de relações econômicas e de comércio, Brasil e Estados Unidos pretendem explorar “novas iniciativas para facilitar comércio, investimento e práticas regulatórias”.

O Brasil anunciou com a cota de importação de 750 mil toneladas de trigo americano a uma tarifa zero de impostos e também com o “estabelecimento de bases científicas para a importação de carne suína produzida nos Estados Unidos”.

Os Estados Unidos pressionam o Brasil pela abertura de mercado para a carne de porco, o que deve passar por avaliação de questões de regulação fitossanitária.

Em contrapartida, os Estados Unidos concordaram em marcar a visita técnica ao Brasil para reabrir o mercado americano para carne bovina brasileira. Os americanos aumentaram os testes de qualidade sobre a carne fresca importada do Brasil depois da Operação Carne Fraca. Três meses depois da repercussão internacional da operação, o Departamento de Agricultura americano suspendeu a importação de carne crua brasileira.

A partir de então, o Brasil entrou em uma longa negociação e submeteu aos Estados Unidos uma série de formulários para certificar a qualidade da carne bovina fresca. A última etapa para reabertura do mercado é a visita técnica de autoridades dos Estados Unidos. Apesar de ser um mercado relativamente novo ao país, a venda para os americanos é vista como importante referência para as operações internacionais.

Os dois países também se comprometeram a negociar o acordo de reconhecimento mútuo de exportadores e importadores de larga escala, para facilitar as operações comerciais. Este era um dos acordos que o Brasil queria colocar no papel já nesta visita, mas houve apenas a intenção registrada no comunicado.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 08 Abr 2019, 22:15 
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‘Nós vamos fazer dinheiro sair do chão’, diz Paulo Guedes sobre deficit
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta 2ª feira (8.abr.2019) que pretende “produzir dinheiro o suficiente” para mostrar que não estão “preocupados com esse troço aí”, referindo ao deficit primário previsto para este ano de R$ 139 bilhões. O valor considera a diferença entre as receitas e despesas do governo, sem considerar o pagamento dos juros da dívida pública.
Ele negou ter assumido a articulação política da reforma. “Eu não tenho a pretensão de ser coordenador político. Vocês viram meu desempenho lá” em referência à sua participação na audiência pública da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados.
“Eu sou animal de combate. […] Eu não me considero 1 bom político. Eu acho que eu sou 1 defensor honesto de algumas propostas”, declarou.
https://www.poder360.com.br/economia/no ... e-deficit/

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Re: Economia
MensagemEnviado: 09 Abr 2019, 16:15 
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Tipo o Chaves com as carambolas.

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O Disco Voador escreveu:
Se fosse pra definir esse programa, eu NÃO ACHARIA DEFINIÇÃO MELHOR DO QUE DESGRAÇA ATRÁS DE LIXO TÓXICO!!!! COMO ALGUÉM DÁ UM PROGRAMA INTEIRINHO PRA AQUELA MENINA MISERAVEL, NOJENTA, CHATA, DESGRAÇADA!!! EU PREFERIA VER UM TALK SHOW APRESENTADO PELO SATANÁS FAZENDO COISAS +18 COM OS CONVIDADOS DO QUE ESSE DA EX AMANTE DELE!!! EU DIGO "EX" PORQUE NEM ELE AGUENTOU ESSA FELA DA MÃE.

ESSE PROGRAMA DEVERIA SER QUEBRADO, QUEIMADO E TER CADA CINZA ESPALHADA EM UM LUGAR INÓSPITO DIFERENTE!!! AINDA DEVERIAM QUEBRAR O APARELHO ONDE A FITA DO PROGRAMA RODOU E TODA TELEVISÃO EM QUE O PROGRAMA FOI EXIBIDO!!!!

e olhe que nem assisti essa coisa que chamam de programa


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Re: Economia
MensagemEnviado: 14 Abr 2019, 06:41 
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Pressionado pelo aumento do desemprego, pelo aumento da inflação da comida e também pela queda na renda, o consumo de alimentos, bebidas, produtos de higiene e limpeza dentro da casa dos brasileiros sofreu um baque neste início de ano de 2019.

Em janeiro e fevereiro, houve uma queda de 5,2% no número de unidades de itens básicos comprados pelas famílias em relação ao mesmo período de 2018, aponta pesquisa da consultoria Kantar.

Também foi a primeira vez desde o início da pesquisa, em 2014, que houve recuo nas compras de todas as cestas de produtos, com retrações importantes em produtos básicos e de difícil substituição.

Entre os itens que mais contribuíram para a queda do consumo em unidades das respectivas cestas estão açúcar (alimentos), papel higiênico (higiene), leite de caixinha (lácteos), detergente em pó (limpeza) e cerveja (bebidas).

“É uma queda bem forte que ocorreu em todas as classes sociais e regiões do país”, afirma Giovanna Fisher, diretora da consultoria e responsável pela pesquisa.

Semanalmente, equipes da consultoria visitam 11,3 mil domicílios para tirar a temperatura do consumo a partir do tíquete de compra da família.

A amostra retrata as compras de 55 milhões de domicílios ou 90% potencial de consumo do país.

A classe C foi a que mais retraiu o consumo no bimestre e o interior do Estado de São Paulo, por concentrar uma grande fatia dessa população, foi a região que registrou a maior queda, seguida pelas regiões Norte e Nordeste.

O que chama também a atenção nos resultados é que, além de ir menos vezes às compras, a cada ida ao supermercado o consumidor levou uma quantidade menor de produtos para casa.

Esse movimento traduzido em números significou uma queda de 2,2% na frequência de compras no bimestre em relação ao ano anterior e redução 5,7% no número de unidades adquiridas a cada compra.

Até pouco tempo atrás a frequência permanecia estável ou apresentava um pequeno recuo. Mas quando o brasileiro fazia as compras ele levava para casa uma quantidade de produtos maior. “Antes, as pessoas compensavam com volumes médios maiores a ligeira redução na frequência de compras. Com isso, o volume total consumido se mantinha estável e agora, não.”

Dados nacionais de vendas dos supermercados confirmam esse movimento. A receita real de vendas acumulada no ano, que crescia 2,95% em janeiro ante o mesmo mês de 2018, desacelerou para 2,51% no primeiro bimestre, segundo a Associação Brasileira de Supermercados. Na divulgação dos resultados no início do mês, João Sanzovo Neto, presidente da entidade, atribuiu parte do enfraquecimento no ritmo de vendas à lenta recuperação da economia e ao desemprego elevado.

A virada que houve na inflação de alimentos e bebidas explica, na opinião do economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio, Fabio Bentes, boa parte da freada nas compras. “A inflação vista por dentro mudou muito”, diz.

Alimentos e bebidas respondem por quase 25% dos gastos das famílias e são a maior fatia do orçamento.

A partir de novembro de 2018, a inflação de alimentos e bebidas acumulada em 12 meses superou a inflação geral, mês a mês, até atingir o pico em março de 2019.

No mês passado, a inflação geral em 12 meses chegou a 4,58% e a inflação de alimentos e bebidas atingiu 6,73%, a maior variação em 12 meses desde dezembro de 2016 (8,61%).

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Re: Economia
MensagemEnviado: 14 Abr 2019, 09:07 
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O problema é que o preço dos alimentos depende muito da safra, que depende das condições climáticas. Os produtos de hortifruti estão bem caros, e não tem muito o que se possa fazer (curto prazo)

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Re: Economia
MensagemEnviado: 15 Abr 2019, 10:25 
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O Ministério da Economia prepara pacote de medidas para tentar destravar a atividade econômica, com propostas para aumentar a produtividade e diminuir o desemprego.

Serão quatro grandes planos, previstos para ser colocados em prática em 90, 180 e 360 dias.

O primeiro a ser lançado será o Simplifica, com 50 medidas para desburocratização do setor produtivo.

O eSocial, formulário digital no qual os empregadores repassam informações dos trabalhadores ao governo, deve ficar mais fácil de ser usado.

Em outra frente, o Emprega Mais será voltado para a qualificação de pessoal e usará recursos do governo e parte do que é destinado hoje para o Sistema S. Vales serão oferecidos para empresas e trabalhadores investirem em treinamento.

O Pró-mercados será destinado à retirada de barreiras regulatórias, para facilitar a entrada de novas empresas no mercado.

Por fim, o Brasil 4.0 traz medidas para estimular a modernização da gestão de empresas.

O secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, antecipa que o plano foi feito com base na demanda das associações representativas do setor produtivo, ouvidas nesses primeiros 100 dias de governo.

“As empresas enfrentam um série de complexidade e vamos começar um grande processo de simplificação”, diz Costa. “O Brasil poderia estar crescendo mais se não fossem as amarras ao setor produtivo”.

Entre as medidas, está uma completa reformulação do eSocial, formulário digital pelo qual as empresas comunicam ao governo informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, aviso prévio e dados sobre o FGTS.

Segundo Carlos da Costa, o eSocial é um sistema extremamente complexo, que hoje demanda muitas horas e atrapalha o dia a dia das empresas. “Imagina um sistema mil vezes mais complexo do que a sua declaração de Imposto de Renda. E as empresas têm de preencher todo mês”, diz Costa. “As empresas não aguentam esse eSocial.”

No Emprega Mais, o governo adotará uma nova estratégia nacional de qualificação de pessoal, que vai usar o modelo conhecido como “vouchers” (vales). Eles serão oferecidos para empresas e trabalhadores investirem na qualificação. Para conceder os vales, o governo vai ouvir a demanda específica de vaga.

O financiamento dos vouchers será feito uma parte pelo governo e a outra com recursos que são atualmente direcionados ao Sistema S. O objetivo do governo é, agora, redirecionar os cursos gratuitos que já são oferecidos pelo sistema.

É provável também que seja usado dinheiro do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), responsável pelo pagamento de seguro-desemprego e abono salarial. A avaliação da efetividade desse programa estará relacionada com a empregabilidade e aumento de renda. Se houver aumento de vagas, o governo conseguirá reduzir as despesas do FAT com o seguro-desemprego. O vale poderá ser utilizado em lugares credenciados pelo governo.

A equipe econômica também vai implantar as licitações de cursos com metas de empregabilidade. O edital para a seleção definirá um porcentual de contratação de emprego que as empresas qualificadoras terão de cumprir.

No plano Pró-mercados, a ideia é retirar, por meio de mudanças regulatórias, as barreiras ao pleno funcionamento do mercado. “O Brasil é um dos piores países no ranking de barreiras à competição interna”, diz Costa. Entre as áreas escolhidas, ele citou saneamento, medicamentos, óleo e gás, bancos, propriedade de terras e algumas áreas de telecomunicações. No setor farmacêutico, o governo caminha para liberar preços de medicamentos isentos de prescrição nos quais há mais de uma marca.

Para ele, o mercado brasileiro inibe a entrada de novos concorrentes, que veem o controle de preços pelo governo como risco para grandes investimentos. “O Brasil tem excesso de regulamentação”, afirma.

O plano Brasil 4.0 contém medidas para estimular a digitalização e a modernização dos processos de gestão das companhias. O governo vai usar estudos da OCDE para fomentar o uso da tecnologia no dia a dia das empresas e consumidores.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 17 Abr 2019, 20:55 
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Bolsonaro interrompe política de aumento real do salário mínimo
O governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) propôs, nesta segunda-feira (15), que o Orçamento de 2020 preveja uma correção do salário mínimo apenas pela inflação.
Na prática, a medida interrompe uma política pública que permitiu 25 anos de ganhos reais aos trabalhadores.
O fim dos ganhos acima da inflação está em linha com uma das bandeiras do ministro da Economia, Paulo Guedes, que defende uma ampla desvinculação do Orçamento.
Para cada R$ 1 de aumento no valor do mínimo, o governo amplia cerca de R$ 300 milhões as despesas anuais.
Conforme antecipou a Folha, o projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) também prevê que os militares serão a única categoria do serviço público autorizada a ter reajuste de salários e benefícios em 2020.
A liberação será feita antes mesmo da aprovação da reestruturação da carreira militar proposta pelo governo e em tramitação no Congresso. Em direção contrária, o projeto barra reajustes para todos os servidores civis.
"Não teremos política de reajuste [para o serviço público], precisamos controlar esse gasto", disse secretário.
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2 ... nimo.shtml

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Re: Economia
MensagemEnviado: 18 Abr 2019, 22:43 
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Boa medida. No momento que o país vive ela é necessária. A economia brasileira está do mesmo tamanho da economia de 2011, tivemos uma década perdida. Não dá para ter reajuste real se a economia não cresce.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 23 Abr 2019, 04:09 
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Com fábricas produzindo muito abaixo da capacidade e pessoal muito reduzido, empresários da indústria continuam à espera de um sinal de Brasília para pisar no acelerador e entrar em recuperação mais firme.

A economia continua travada e a maior parte da indústria de transformação opera em nível inferior ao de antes da crise.

A maior parte das fábricas mantém um baixo grau de utilização das máquinas, equipamentos e instalações. Na média dos 15 segmentos analisados, só houve uso de 74,6% da capacidade instalada no primeiro trimestre deste ano.

Entre janeiro e março deste ano, só os segmentos farmacêutico e de papel e celulose superaram sua média histórica. Um terceiro, o de vestuário, funcionou dentro de seu padrão normal. Todos os demais continuaram com ociosidade maior que a observada antes da crise.

A estagnação da indústria de transformação é atribuível, em primeiro lugar, ao baixo consumo das famílias. A moderação nas compras está claramente associada à insegurança, num ambiente de alto desemprego. Nem todas as famílias perderam renda, mas a maioria tem excelentes motivos para ser muito cautelosa nas despesas.

Diante do consumo retraído, os dirigentes de indústrias são levados a limitar severamente a formação de estoques.

Nem acumulam estoques de produtos prontos, porque as vendas são incertas, nem compram matérias-primas e bens intermediários além do volume necessário numa situação de negócios fracos.

Ao restringir as compras de matérias-primas e bens intermediários, transmitem a crise aos elos anteriores da cadeia de produção.

Com baixo uso de máquinas, equipamentos e instalações, há pouco ou nenhum motivo para investir na capacidade produtiva. Não teria sentido acumular bens de capital ou ampliar galpões, quando o parque produtivo ainda está largamente subutilizado.

Tem havido, apesar disso, algum investimento, porque parte das empresas deve estar sendo forçada a substituir máquinas e equipamentos muito velhos. Em algumas, pode estar ocorrendo uma substituição de bens de capital por outros mais modernos, mas, de modo geral, faltam estímulos para investir.

Isso se reflete na indústria de máquinas. No primeiro trimestre, o segmento usou 69,9% da capacidade instalada, ficando muito abaixo da média histórica de 80,3%. A diferença entre o uso atual da capacidade e a média de utilização nesse segmento é a maior encontrada em todo o levantamento.

O exame dos 15 segmentos industriais enriquece, enfim, o quadro geral já apontado pela FGV : entre o trimestre móvel encerrado em novembro e aquele terminado em fevereiro o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) foi zero. Nulos são ainda os sinais de melhora.

Permaneceu no Brasil a insegurança em relação à política e às perspectivas da economia. O escasso envolvimento do presidente na condução da reforma da Previdência foi certamente um dos fatores negativos. Também pesou a dificuldade na relação com o Legislativo.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 11 Mai 2019, 03:56 
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Os preços da comida subindo mais devagar são uma das poucas notícias positivas do noticiário econômico, ainda carregado de informações muito ruins.

Com os preços da comida subindo mais devagar, a inflação atormentou as famílias um pouco menos em abril e a tendência parece confirmar-se em maio.

Esta é uma das poucas notícias positivas do noticiário econômico, ainda carregado de informações muito ruins sobre o emprego, o consumo e a produção industrial.

Os primeiros quatro meses do novo governo foram muito difíceis em quase todas as frentes da economia.

No lado interno, os negócios permaneceram emperrados.

No externo, as exportações têm perdido impulso e o superávit comercial tem diminuído.

Mas pelo menos o orçamento familiar ficará menos pressionado, se a inflação continuar a acomodar-se e convergir de novo para a meta anual de 4,25%. Entre março e abril a chamada inflação oficial passou de 0,75% para 0,57%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As taxas acumuladas no ano (2,09%) e em 12 meses (4,94%) ainda são muito altas, mas parece confirmar-se a tendência de arrefecimento prevista há algum tempo pelo Banco Central (BC).

O custo do item alimentação e bebidas, principal motor do IPCA nos primeiros meses do ano, começa a perder impulso. Em abril, subiu 0,63%, menos de metade da taxa contabilizada no mês anterior, de 1,37%. Esse item, o mais importante na composição do índice, contribuiu em março com 0,34 ponto da taxa total de 0,75 ponto. Em abril, o impacto ficou em 0,16 ponto.

Impactos maiores tiveram os itens transportes (0,17 ponto) e saúde e cuidados pessoais (0,18 ponto). Este último componente refletiu o reajuste anual de remédios, em vigor desde 31 de março.

Itens de higiene pessoal e planos de saúde também foram reajustados.

A partir de maio, esse fator, obviamente sazonal, deixa de impulsionar o IPCA. Medicamentos mais caros já estarão incorporados no orçamento das famílias e naturalmente afetarão o bem-estar dos consumidores, mas deixarão de impulsionar o conjunto dos preços.

O IPCA é calculado com base no orçamento médio de famílias com rendimento mensal de 1 a 40 salários mínimos.

Mas o IBGE acompanha também a inflação das famílias mais modestas, com ganho mensal de até 5 salários mínimos.

Esse grupo foi especialmente sacrificado pelo forte aumento dos preços da comida no trimestre inicial de 2019.

A partir do mês passado, também os consumidores dessa faixa de renda foram beneficiados pela acomodação, ou início de acomodação, do custo dos alimentos. Em março, o item alimentação e bebidas havia encarecido 1,50%. Em abril, o aumento ficou em 0,64%, menos de metade da taxa do mês anterior. Principalmente graças a esse fator, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), baseado nos gastos da faixa mais modesta, subiu 0,60% em abril, ou 0,17 ponto menos que no mês anterior.

O arrefecimento da inflação foi mostrado também pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em seu Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI). Esse indicador é formado por três componentes : preços por atacado, preços ao consumidor e custo da construção, com pesos de 60%, 30% e 10%. A alta do IGP-DI passou de 1,07% em março para 0,90% em abril. No mês passado, os preços por atacado subiram 1,09%, bem menos que no mês anterior (1,35%). No caso dos preços ao consumidor, a taxa de variação recuou muito limitadamente, de 0,65% para 0,63%. Já o custo da construção ganhou impulso, passando de 0,31% para 0,38%.

A melhor notícia apareceu nos preços por atacado, no subgrupo alimentos in natura, com aumento de 0,50% em abril. Em março, a alta havia sido de 8,13%. A ampla acomodação no atacado indica menor pressão sobre os preços de consumo nos meses seguintes.

Diante dos sinais de inflação mais suave, o BC pode manter os juros básicos em 6,50% por mais um bom tempo. Essa taxa foi mantida pela nona vez na reunião de política monetária encerrada na quarta-feira.


Esses primeiros meses do ano são um inferno na parte econômica : sobretudo com o Imposto de Renda em abril e com alguns impostos (tipo IPTU e IPVA) logo no primeiro bimestre.

Fora a inflação (aqui no Rio tem a gasolina com o preço mais caro do país e o aumento dos preços dos alimentos esse ano foi altíssimo).

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Re: Economia
MensagemEnviado: 20 Mai 2019, 18:28 
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https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,cinco-anos-apos-o-inicio-da-recessao-nenhum-setor-voltou-ao-nivel-pre-crise,70002835508

Passados cinco anos do início da deterioração econômica brasileira – o trimestre entre abril e junho de 2014 foi o primeiro da recessão – nenhum setor produtivo voltou ao patamar pré-crise.

Na mais lenta retomada da história do país, a construção civil ainda está 27% aquém do registrado no começo de 2014 e a indústria, 16,7%.

Um pouco menos atingidos, serviço e varejo também sofrem para se recuperar e estão em níveis 11,7% e 5,8% inferiores ao de 2014, respectivamente.

O processo é tão vagaroso, com frustrações de expectativa de crescimento trimestre após trimestre, que economistas têm tido dificuldade para explicar o que ocorre no País. “Há uma diversidade de diagnósticos. Quando se tem isso, é porque ninguém está entendendo direito o que está acontecendo – o que é raro de se ver”, diz o economista-chefe do Banco Votorantim, Roberto Padovani.

Um dos mais recentes diagnósticos para a situação brasileira é do ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore.

Para o economista, o país está em depressão, pois o PIB per capita cresceu de forma insignificante nos últimos dois anos (0,3% em cada ano) e deve terminar 2019 no mesmo nível de 2018. Isso significa que, em dezembro deste ano, o indicador estará 8% abaixo do registrado antes da recessão.

“O conceito que estou usando (para definir depressão) é o de PIB per capita, que mostra que a população empobreceu e continua pobre. As perspectivas de crescimento deste ano indicam que isso não vai mudar”, diz.

Se o PIB voltar a crescer a uma taxa de 2% no próximo ano, o PIB per capita atingirá o nível anterior à recessão em 2026, ou 13 anos após o início dela. Na crise de 1988, essa recuperação levou nove anos.

O fato de a recessão ter sido a mais profunda da história e ter gerado uma grande ociosidade na indústria, o que torna investimentos quase desnecessários, é apontado como um dos motivos para a retomada ser tão lenta. “Havia a ideia de que a mudança do ciclo político (com a chegada de Michel Temer à Presidência, em 2016) daria um choque de confiança e melhoraria a situação. Mas houve uma frustração, porque a ociosidade era tão grande que mesmo os mais otimistas não investiram”. Em 2016, o economista previa que o PIB levaria dois anos para voltar ao patamar do fim de 2014; a lentidão da recuperação, porém, empurrou a projeção para 2021.

Além da ociosidade, surgiram neste ano novos ingredientes que têm retardado a recuperação ainda mais. O economista Claudio Considera, do Ibre/FGV, coloca a instabilidade política como uma das responsáveis pela frustração das expectativas em 2019. A falta de coordenação do governo, afirma ele, assusta o investidor estrangeiro – um dos poucos agentes econômicos que poderiam injetar capital na infraestrutura brasileira e movimentar a atividade, dado o elevado nível de endividamento do governo e o fato de grandes empreiteiras ainda sofrerem os impactos da Lava Jato.

A instabilidade política impede, ainda, o avanço da reforma previdenciária, vista como essencial para organizar as contas públicas. “A economia não cresce porque há incerteza em relação à trajetória fiscal, e isso passa pela reforma”, afirma o economista-chefe do BNP Paribas para a América Latina, José Carlos Faria.

Sócia da consultoria Tendências, Alessandra Ribeiro cita ainda como freio à economia em 2019 a desaceleração global, a tragédia de Brumadinho, que reduzirá a produção nacional de minério de ferro em 6,5% neste ano, segundo estimativa da própria economista, e à crise na Argentina, que reduziu suas importações do Brasil.

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Re: Economia
MensagemEnviado: 22 Mai 2019, 20:58 
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Império de Jamie Oliver entra em falência e ameaça mais de mil empregos
Total de 25 restaurantes do chef inglês será afetado; maioria dos estabelecimentos envolvidos pertencem à cadeia italiana de Jamie.
Ele acusou o Brexit de ter causado um aumento dos preços — devido à desvalorização da libra esterlina desde o referendo de junho de 2016 – dos ingredientes usados para preparar seus pratos italianos.
https://exame.abril.com.br/negocios/imp ... -empregos/

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No site do ECAD, encontrei um indício de que o SBT produzia aberturas próprias para as séries CH em 1986. Confira também outras descobertas e especulações no tópico da BGM do Chapolin.


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