http://globoesporte.globo.com/platb/rebote/2011/04/07/um-flamengo-revirado/. Como moro e trabalho no Rio de Janeiro, ouvi bastante nos últimos dias a mesma pergunta: “O que está havendo com o Flamengo, hein ?”. Quarto colocado na primeira fase do NBB, o time passou a ser alvo de desconfiança, e apesar de ainda se manter na elite, aquela solidez dos anos anteriores virou fumaça. Explicar não é fácil, e seria muita ingenuidade achar que a evidente queda de produção é fruto de apenas um fator. É um conjunto que deixou a equipe meio engasgada, como aquele carro que, na hora de subir a ladeira, teima em não engrenar.
A campanha nem é tão pior que a do ano passado – oito derrotas agora, contra seis em 2009/10. O problema é que o tropeço em Limeira na última rodada e a incapacidade de bater os grandes fora de casa (no fim das contas foi isso que pesou no critério de desempate) deixaram uma clara impressão de
fragilidade.
A tendência, claro, é apontar o dedo para o técnico
Gonzalo Garcia e dizer que “com Paulo Chupeta era melhor”. Mas as causas vão muito, muito além. Para começo de conversa, tem sido obviamente uma temporada com
problemas de relacionamento. Primeiro do grupo com o próprio Chupeta; depois o caso mal conduzido do americano Lamonte, que nem chegou a estrear; e agora as
rusgas entre Bábby e Hélio, segundo matéria do jornal Extra (as esposas dos dois andariam brigando) – história que aliás me foi confirmada por gente que acompanha a rotina de perto.
É também uma temporada de lesões, com a enfermaria recebendo Bábby, Teague, Jefferson, Wagner. Bom defensor, Teague tinha virado titular com a chegada de Gonzalo, e sua lesão foi um golpe nos planos do treinador. Pesa também a
má fase de Hélio, que vem tendo um ano bem abaixo do que pode render. E
Duda, que poderia preencher os espaços tanto de Teague quanto de Hélio,
atravessa de longe o pior momento técnico da sua carreira.
Dito tudo isso, é claro que Gonzalo tem sua parcela de culpa. Não pela intenção, que é das melhores – fazer o time jogar com os pivôs e passar a bola no ataque. Mas pela incapacidade de implantar o esquema com regularidade. O Flamengo fez alguns bons jogos atuando de forma mais equilibrada. Em outros, pareceu perdido: nem jogou à Argentina, nem manteve o estilo “bola-no-Marcelinho-que-ele-chuta-e-resolve”. Ou seja, ficou no meio do caminho, perdido, revirado, e perdeu partidas importantes.
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Comentários inteligentes :.
O time do Flamengo
fica brigando com a arbitragem. Esqueçam os juízes e jogquem o jogo, foquem o jogo, não está preparado para pressão e erros de arbitragens, para que viraram atletas de alto rendimento.
Todo ataque querem fazer 3 pontos, joquem o basquete fazem 2. 3 pontos toda hora é sacanagem,
nem todas vão cair.
. Para que o Gonzalo Garcia consiga implantar um esquema com regularidade conforme voce mencionou,ele precisaria de um bom assistente técnico que tivesse a mesma filosofia de jogo que ele. Pouco se menciona,mas a função do assistente É MUITO IMPORTANTE para passar aos jogadores a lógica da “tendência natural de jogo” dentro do esquema do técnico principal. Quando isto não funciona,é porque o assistente discorda da forma de trabalho e no máximo só ajudar a os jogadores a decorar os posicionamentos e nada mais. Ou se concordam,é porque ambos não tem nada a oferecer. Quando ambos funcionam… ! Aí sim,pode se implementar um sistema de trabalho coordenado;onde os jogadores dominem todas as possibilidades. Através de chances de criar sem comprometer o formato da jogada aplicada,conseguindo confundir a leitura de jogo adversária a cada vez que as mesmas são feitas. Isto dando certo,consegue passar por cima de momentos de crise ou instabilidades entre os jogadores. Então
o problema está no técnico.
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A caída de rendimento técnico e emocional do Marcelinho, que com isso, causa um descontrole total no time. O segundo, que já vem ocorrendo há mais tempo, é
a teimosia de todo o time, em priorizar somente as cestas de três pontos. Às vezes nossos atacantes estão debaixo da cesta e devolvem a bola para fora do garrafão, para a tentativa dos três pontos. Ultimamente, temos errado a maioria dessas tentativas e perdido jogos em decorrência desta tática. Na minha modesta opinião pois sou apenas um apaixonado pelo Flamengo e também pelo basquete, o Flamengo, que sempre se caracterizou pela saída de bola rápida, pegando os adversários desprotegidos na defesa, deveria continuar a utilizar esta tática como prioridade, e após abrir uma vantagem, aí, sim, com mais tranquilidade, tentar as cestas de três.
O nosso elenco é muito bom, mas nota-se um certo desgaste. Seria necessário, uma análise detalhada e profunda, já visando algumas alterações para a disputa do título do campeonato brasileiro da temporada 2011/2012.
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Má fase tecnica do Duda / Hélio: Muito peso é incrivel como os dois estão sem confiança e com isso rendendo abaixo do esperado.
Mas o fator que contribuiu com certeza é o desgaste de relacionamento. O fantasma Lamonte ainda ronda a Gavea,esse fato deixou marcas. Eu vi esse anos Baby partindo para briga com o Wagner em um jogo de estadual, vi o Marcelinho esculachando o Jeferson em um jogo de Estadual…isso somente como exemplo. Sinceramante o titulo somente virá se tiver uma conversa entre eles. MAs acho dificil. O mais “engraçado” dessa história é que o grupo se fortaleceu qdo tinha tudo contra ( quatro meses de salários atrasados , nenhum apoio da diretoria) e qdo tudo isso é pagina virada eles simplesmente não ganharam mais nada. Perdemos um sulamericano em casa, NBB2 e pelo andar da carruagem NBB3. Sem falar do fiasco da liga das americas.
. Realmente
a má fase de Hélio e Duda é gritante. E isso não é de agora. Já na final do Sulamericano, contra o Uniceub aqui na Arena HSBC, ambos estavam abaixo da crítica.
Hélio totalmente sem confiança em “chutar” de fora e Duda sem aquele arranque, aquelas penetrações no garrafão em velocidade, que são suas características.
Isso realmente atrapalhou.
Fred não aguentou o tranco sozinho. Guto é apenas esforçado. E claro que uma mudança de técnico no meio de uma competição demora a ser digerida por todos. Principalmente com técnicos de escolas diferentes. Mas era evidente que o time já estava ficando manjado também. Sempre as mesmas jogadas e isso já não adiantava mais. Chupeta saiu por esse desgaste, principalmente.
. O Marcelinho que sempre foi de resmungar insistentemente com qualquer arbitragem este ano está I N S U P O R T Á V E L. Eu mesmo que sou rubro-negro apaixonado teria expulsado o cabra umas 2 ou 3 vezes neste ano. Não sei se é a idade que vai pesando ou os problemas citados mas ele este ano está irreconhecivel. 2) O tal
Baby não é esta coca-cola toda não. Apenas um bom jogador.
. Marcelinho discute muito com os árbitros, e já perdi a conta de tantas faltas técnicas o time sofreu por isso. Tá certo que ele é o craque do time, mas tem que manter a calma durante o jogo. Gosto da postura do técnico de fazer os jogadores participarem mais da pontuação no jogo, até porque fazer só jogada de 3 com o Marcelinho acaba não dando certo em todo o jogo, mas ainda é nítido que o time não fala a mesma língua do técnico.
. E para finalizar,
não é a primeira vez que essa mulher (e empresária) do Baby contamina o ambiente do time, um dos motivos dele ter saído para o Paulistano, foi por problemas causados por ela, pena, pois o Baby, até a problema muscular estava fazendo um bom campeonato.Irei aos jogos do Flamengo, mas com aquele gosto de que não verei o time campeão este ano.
. Há tempos que o
Hélio não joga bem e o Fred não é bom para substituir.
. Acho que o Flamengo precisa contratar mais um americano ala e um armador ágil e que distribua o jogo, tem porto riquenho, argentino e um grande atleta que se encaixaria no time e no gosto da torcida se chama LARRY TAYLOR do Bauru, esse clube tem um atleta muito bom chamado Alex (MUITO MELHOR QUE O JOGADOR QUE O FLAMENGO TROUXE ESSE ANO O GUTO).
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É, pra começo de conversa, o Fla, no final da temporada, tem que mandar embora todos os armadores : Hélio, Fred e Duda. E
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