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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
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MensagemEnviado: 11 Nov 2011, 02:36 
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http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/eleicoes-de-2012-serao-muito-disputadas-preve-obama

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As eleições presidenciais de 2012 nos Estados Unidos serão "muito disputadas", em razão do descontentamento dos cidadãos com a situação econômica do país, previu o presidente Barack Obama numa entrevista à TV.

"A economia ainda não se encontra na situação que desejávamos, apesar de as decisões que tomamos terem sido corretas. Ainda enfrentamos circunstâncias difíceis", reconheceu Obama numa entrevista ao canal ABC, durante um giro pelos estados da Carolina do Norte e Virgínia.

"Isso quer dizer que pessoas que compartilhavam da minha opinião hoje pensam : 'Bom, ele ainda não alcançou o que propunha'", comentou Obama, cujo nível de popularidade sofre as consequências da situação econômica ruim e do alto nível de desemprego, situado em 9,1% desde o verão boreal.

"Será uma eleição muito disputada, mas também importante para os americanos. Espero que todos prestem atenção ao debate que ocorrerá, porque ele será determinante não apenas para o que acontecerá nos próximos quatro anos, mas também nos próximos 20 ou 30", assinalou.


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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
MensagemEnviado: 20 Nov 2011, 04:42 
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http://revistaepoca.globo.com/Mundo/noticia/2011/11/suprema-corte-dos-eua-vai-julgar-reforma-da-saude-vesperas-da-eleicao.html

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A discussão que está no núcleo de quase todos os debates políticos recentes nos Estados Unidos – até onde o Estado pode ir para regular a vida do cidadão – será julgada pela Suprema Corte, a instância máxima do Judiciário americano, às vésperas da eleição de 2012.

O objeto do julgamento é a reforma do sistema de saúde, principal bandeira legislativa do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e aprovada pelo Congresso no início de 2010.

Nesta segunda-feira, a Suprema Corte anunciou que aceitou julgar a constitucionalidade da reforma, e o veredicto só deve sair no fim de junho, poucos meses antes da eleição.

A Suprema Corte fez o anúncio em um breve comunicado, no qual afirmou que aceitava ouvir os argumentos contrários à reforma, propostos por nada menos que governadores e secretários da Justiça de 26 Estados, além da Federação Nacional de Negócios Independentes e duas pessoas físicas. Uma mostra da importância que o caso tem nos Estados Unidos é o tempo destinado pela corte aos argumentos das partes.

Normalmente, o tribunal dá uma hora para as partes defenderem sua causa, mas desta vez serão cinco horas e meia. No centro do debate estará a discussão a respeito do Ato de Assistência Médica Acessível, por meio do qual o governo obriga todos os americanos a terem um plano de saúde, sob pena de serem multados caso não possuam o seguro.

A lei foi objeto de debate em dezenas de tribunais de instâncias inferiores americanas, que chegaram a resultados conflitantes entre si. Uma dessas ações, julgada em Atlanta (Estado da Geórgia), foi escolhida como objeto do debate por ser a única que determina que o governo não pode obrigar o cidadão a ter seguro saúde.

Outro sinal de que o assunto é polêmico é que está decisão de Atlanta, tomada por um grupo de três juízes, se deu de forma dividida : dois votos contra a reforma e um por sua validade.

Diante deste impasse, caberá à Suprema Corte decidir se a reforma da saúde respeita ou não a Constituição dos Estados Unidos. As audiências iniciais serão realizadas apenas em março de 2012 e o veredicto está programado inicialmente para junho de 2012.

A eleição presidencial americana, na qual Barack Obama, do Partido Democrata, enfrentará um candidato do Partido Republicano, está marcada para 6 de novembro de 2012. Se a corte validar a lei, o principal projeto ganhará uma cobertura de legitimidade que os republicanos não conseguirão mais contestar, tendo em vista que será um terceiro poder - depois do Executivo e do Legislativo - a validar as reformas. Caso a Suprema Corte derrube a lei, a administração Obama sofrerá um sério revés meses antes da eleição e talvez não consiga se recuperar do baque.

Imediatamente depois do anúncio da Suprema Corte, o diretor de comunicações da Casa Branca, Dan Pfeiffer, afirmou que o governo "sabe que a reforma da saúde é constitucional, e tem certeza que a Suprema Corte estará de acordo", afirmou. Em nota, a Casa Branca disse que "graças à lei "um milhão de jovens têm acesso à saúde, mulheres estão fazendo mamografias e serviços preventivos sem pagar um centavo e as companhias de seguros têm que gastar mais no cuidado dos pacientes e menos em publicidade". Para a Casa Branca, a lei é válida pois serve para lidar com uma crise importante - a do setor de saúde. O argumento do governo é que os gastos públicos com quem não tem plano de saúde oneram em demasia o governo.

Para os republicanos, a possibilidade de o governo multar quem não possui plano de saúde configura uma intervenção excessiva do Estado na vida do cidadão e na economia. Reclamações desta natureza cercam a maior parte das discussões atuais nos Estados Unidos, uma clara marca da influência que o Tea Party exerce no cenário político americano. Considerados libertários, os membros do Tea Party, que aos poucos se tornam cada vez mais influentes entre os republicanos tradicionais, defendem ideias radicais para diminuir o poderio do governo, como acabar com o Banco Central dos Estados Unidos.

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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
MensagemEnviado: 21 Nov 2011, 02:27 
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FOLHA DE S.PAULO

Sem nada além de discórdia para apresentar a dois dias de seu prazo final, a supercomissão do Congresso dos Estados Unidos encarregada de desenhar o pacote fiscal para tirar o país do vermelho e salvar a credibilidade de Washington pode anunciar ainda hoje o fracasso de sua missão.

Caso se confirme, serão detonados cortes automáticos na Defesa e no caixa de programas domésticos que, especialistas alertam, podem agravar a crise econômica no país e comprometer seu status no exterior.

Além disso, deve cair de vez a confiança no sistema político dos Estados Unidos, abalada na negociação para subir o teto da dívida federal ao ponto de um inédito rebaixamento do país por uma agência que classifica risco, em agosto.

O governo americano deve US$ 15 trilhões. É mais que o PIB do país, e o valor sobe.

"Um acordo, a esta altura, é altamente improvável", diz Isabel Sawhill, especialista em Orçamento.

"Se fizerem algo, será algo pequeno", afirmou à Folha.

Segundo ela, é preciso prorrogar os cortes de impostos na folha de pagamento e os benefícios aos desempregados, que expiram neste ano e dependem do pacote fiscal para continuar. "Sem isso, o PIB cresceria um ponto percentual a menos, segundo estimativas independentes."

O grupo bipartidário de deputados e senadores foi incumbido de cortar US$ 1,2 trilhão (R$ 2,1 trilhões) no Orçamento em dez anos.

A missão selou o acordo do Congresso em agosto para subir o teto da dívida federal e evitar um calote histórico.

Mas as expectativas, antes altas, só murcharam. Ontem, uma enxurrada de relatos de políticos à imprensa local e trocas de acusações em programas de TV expuseram o iminente fracasso do grupo.

Segundo esses relatos, a supercomissão não se reúne há mais de duas semanas, não tem proposta e estuda soltar hoje um comunicado enterrando sua tarefa.

A semana curta aumenta a pressão. O prazo final para a proposta é véspera do feriado de Ação de Graças.

O anúncio na última hora deixaria o país, em pleno feriado, sem responder à reação de mercados e políticos mundo afora (e ao fantasma de um novo rebaixamento pelas agências de risco).

No centro da discórdia, continua o impasse que retardou a negociação sobre a dívida, na qual já haviam sido cortados US$ 917 bilhões: a insistência dos republicanos em não encerrar a isenção fiscal para quem ganha mais de US$ 250 mil ao ano.

Pesa ainda, embora menos, a resistência dos democratas em cortar mais a fundo os benefícios sociais.

Sem o pacote, serão cortados automaticamente US$ 1,2 trilhão a partir de janeiro de 2013. Metade desse valor recai na Defesa; o resto, em programas domésticos.

Sawhill espera propostas consensuais para pequenos cortes nos subsídios agrícolas e mudanças no índice inflacionário que ajusta o Orçamento e os impostos, e só.

Para a especialista, haverá grande impacto sobre a competitividade, com reduções em treinamento, pesquisa, educação e infraestrutura.

"Muita gente espera que o presidente rescinda os cortes automáticos, mas ele já disse ser contra. O que não está claro ainda é se ele vetaria uma ação [do Congresso] para anular tal determinação."


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http://noticias.r7.com/economia/noticias/eua-devem-confiar-mais-em-construir-em-vez-de-comprar-diz-obama-20111120.html

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O presidente Barack Obama disse neste sábado (19) que os Estados Unidos apoiaram-se demais na cultura de consumo, acumulando dívidas na última década, e agora o país deve trabalhar mais para restaurar sua indústria para estimular as exportações e criar empregos.

Em seu programa semanal de rádio, Obama falou sobre sua viagem à Ásia, onde fechou negócios que segundo ela garantiriam cerca de 130 mil empregos nos EUA e, potencialmente, elevar as exportações em até 39 bilhões de dólares.

Barack Obama quer aumentar os laços comerciais com os asiáticos para ajudar a levantar a economia dos EUA e reduzir o índice de 9% de desemprego em seu país, meta tida como crucial para sua reeleição 2012.

Mas Obama também disse que mudar o atual quadro depende de mudanças na visão do próprio país.

- Durante a última década, nós nos tornamos um país que confiou demais em comprar e consumir. Nós acumulamos muitas dívidas, mas criamos muitos postos de trabalho, disse.

- Se queremos uma economia que dure e consiga competir, temos que mudar isso. Temos que restaurar o poder produtivo da América, que é o que nos ajudou a construir a maior da classe média na história, disse Obama.

Foi mais um exemplo da dura retórica que Obama tem utilizado de tempos em tempos com o público americano e empresas em dificuldades, em meio à crise econômica e com os congressistas paralisados sobre medidas para criação de empregos e déficit.

Obama sugeriu que os EUA têm parte da culpa por perder terreno para a China e outros concorrentes para não trabalhar mais duro atrair investimento estrangeiro.

- Nós fomos um pouco preguiçosos ao longo das duas últimas décadas. Nós demos como certo que as pessoas iriam querer vir para cá e não trabalhamos para vender a América e tentar atrair novos negócios.

Alguns candidatos presidenciais republicanos criticaram as declarações :estrelas: , acusando Obama de chamar os americanos de preguiçosos :unsure: .


A declaração do Obama tá corretíssima.

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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
MensagemEnviado: 27 Nov 2011, 12:27 
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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
MensagemEnviado: 03 Dez 2011, 16:25 
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O pré-candidato republicano à Presidência dos EUA Herman Cain abandonou sua campanha neste sábado (3), num anúncio feito em Atlanta em meio às acusações de assédio sexual. Cann disse a apoiadores que as acusações lançadas contra ele durante as últimas semanas são "falsas e não provadas", mas disse que elas foram avassaladoras na vida dele e de sua esposa, Gloria, que apareceu com ele no palco. "Estou suspendendo a minha campanha", disse Cain.

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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
MensagemEnviado: 08 Dez 2011, 17:09 
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O candidato a presidência dos Estados Unidos, Herman Cain, reconheceu nesse sabádo que ele havia citado um trecho do filme Pokémon 2000 ao longo de sua campanha.

Durante seu discurso de sabádo, ele disse: "Acredito que essas palavras vieram do filme Pokémon. A vida pode ser um desafio... Mas você e eu podemos fazer a diferença. Há uma missão só para você e para mim."

Cain já havia citado as mesmas palavras, porém havia dados os créditos há algum "poeta" desconhecido, mas realmente ele estava parafraseando a canção "The Power of One" de Donna Summer à partir do filme Pokémon 2000.

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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
MensagemEnviado: 18 Dez 2011, 10:31 
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O candidato republicano à eleição presidencial dos Estados Unidos, Mitt Romney, que já liderou e foi o mais cotado para representar os republicanos nas eleições presidenciais, está de volta à liderança.

Menos de três semanas antes que a batalha dos republicanos, de estado em estado, comece em Iowa para encontrar o melhor oponente ao presidente Barack Obama, as pesquisas mostram que o apoio ao seu principal rival, Newt Gingrich, já pode estar diminuindo.

Romney também ganhou um apoio importante na sexta-feira, o da governadora da Carolina do Sul, Nikki Haley.

Com outros candidatos lutando para ficar com uma parte do apoio a Gingrich, Romney foi um exemplo de decoro durante o debate final dos republicanos, na quinta-feira, antes do inicio da escolha de candidato em 3 de janeiro, em Iowa.

Romney deixou os rivais Ron Paul e Michele Bachmann atacarem Gingrich e se manteve acima do briga. Ele até chegou, em alguns momentos, a trocar elogios com o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Gingrich, que o havia ultrapassado nas pesquisas do mês passado.

"Seu novo objetivo agora é voltar a ser o candidato 'seguro e estável'. Ele pode deixar seus substitutos fazerem o seu trabalho", disse o estrategista republicano Ford O'Connel.

"Ele não precisa nem ganhar em Iowa, ele só precisa garantir que Gingrich não ganhe, e Ron Paul e Michele Bachmann podem ajudá-lo nisso."

CRÍTICAS

Depois de uma semana em que intensificou suas críticas ao temperamento e capacidade de julgamento de Gingrich, atingindo o seu clímax quando Romney o chamou de "tolo", ele deixou de lado os ataques quando as luzes do debate foram acesas.

Uma pesquisa da Rasmussen mostrou que Romney, ex-governador de Massachussetts, tem uma ligeira vantagem sobre Gingrich em Iowa, um estado que Romney evitou esse ano, depois de gastar milhões lá em 2008 e perder.

Duas outras pesquisas mostram que Paul, um congressista republicano libertário, estava chegando ao segundo lugar, atrás de Gingrich em Iowa e acelerando rapidamente em direção a uma virada que quase certamente ajudaria Romney, ao parar a subida de Gingrich.

As pesquisas mostram que Romney também ainda está liderando em New Hampshire, estado onde ele concentrou seus esforços, deixando-o numa posição privilegiada para dominar a corrida com forte desempenho nos dois primeiros desafios.

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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
MensagemEnviado: 04 Jan 2012, 10:01 
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Por apenas oito votos, o ex-governador de Massachusetts Mitt Romney venceu ontem o caucus de Iowa, primeira etapa oficial da corrida presidencial americana, consolidando sua condição de favorito para disputar a eleição de novembro com o presidente Barack Obama.

O Partido Republicano anunciou que 122 mil eleitores participaram do evento.

Romney ficou com 24,5% dos votos --mesmo percentual do que Rick Santorum, ex-senador da Pensilvânia.

Mas é Santorum, um católico conservador que agrada à ala religiosa do partido mas está em penúltimo lugar nas pesquisas nacionais de intenção de voto, o grande ganhador da noite.

Liderou a apuração em vários momentos e acabou com os mesmos 24,5% de Romney, com apenas oito a menos do que o adversário, que por sua vez ainda visto como indigesto por parte do eleitorado apesar de ser o mais constante nas pesquisas.

Em terceiro lugar, com 21,4%, ficou o deputado libertário Ron Paul, do Texas, que vencera uma simulação eleitoral no Estado.

Os resultados, compilados entre 19h e 21h em assembleias eleitorais chamadas de caucus, levaram mais de quatro horas e meia para ser divulgados, algo incomum.

O Partido Republicano chegou a admitir, à 0:30 de hoje (4:30 no Brasil), não ter conhecimento do paradeiro do 1% final dos votos.

Em um discurso emocionado antes de a apuração terminar, Santorum falou por mais de 15 minutos sobre sua infância, sua religião e sua visão defesa do livre mercado, sem contudo poupar seu partido de críticas pelos problemas no Congresso.

"Não estamos fazendo certo em Washington só cortando impostos e equilibrando o Orçamento", disse.

Agradeceu à mulher, Karen, aos sete filhos e a Deus antes de se dirigir aos eleitores que optaram por ele após uma campanha de baixos custos, mas na qual investiu integralmente seu tempo nas últimas semanas.

Em seguida, Romney também celebrou seus resultados --ainda sem saber qual seria a conclusão da apuração-- e cumprimentou Santorum pelo que "de um jeito ou outro já era uma vitória".

Mas seu discurso foi mais engessado, visando o presidente Barack Obama e carecendo da dose emocional.

O candidato deixou o hotel onde seus simpatizantes acompanhavam os resultados logo após falar, sem esperar o número final.

Aos poucos, o local também foi se esvaziando, e simpatizantes já lamentavam o que imaginavam ter sido uma derrota.

PERRY E BACHMANN

Os resultados de ontem colocam Santorum na disputa, embora não esteja claro quanto fôlego ele teria.

Sua campanha é, por ora, a mais pobre. Iowa tem o poder de mudar o quadro, embora dificilmente ele alcance o caixa de Romney.

Mais do que catapultar Santorum ou sedimentar Romney, porém, os resultados de Iowa podem ter enterrado duas candidaturas: a da deputada ultraconservadora Michele Bachmann, uma líder do movimento Tea Party, e a do governador do Texas, Rick Perry.

Bachmann ficou com pouco mais de 5% dos votos em seu Estado natal, após ter depositado nele suas fichas.

Embora em seu discurso ela tenha prometido persistir e alguns analistas coloquem as prévias da Carolina do Sul, em duas semanas, como seu teste de fogo, o diretor de sua campanha afirmou à rede de TV Fox News que não sabe ainda se há condições para continuar.

Já Perry declarou ele mesmo em seu discurso ontem que reavaliará sua candidatura depois do resultado em Iowa Favorito ao se lançar em agosto, o governador terminou ontem o dia em quinto, com 10% dos votos.

Caso os dois desistam, Santorum é um herdeiro em potencial, por apelar à mesma direita cristã que apoia Bachmann e Perry.

O ex-presidente da Câmara Newt Gingrich, mais recente líder da corrida, também terá de reavaliar sua estratégia após terminar em quarto, com 13,3% dos votos.

Após uma rápida ascensão, ele se tornou alvo de uma série de anúncios negativos de Romney e Paul, que encontraram material farto em seu passado como deputado por duas décadas, lobistas e em sua vida pessoal, que computa dois casamentos encerrados em adultério.

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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
MensagemEnviado: 04 Jan 2012, 14:38 
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A congressista republicana Michele Bachmann anunciou nesta quarta-feira (4) que suspendeu sua pré-candidatura à presidência dos Estados Unidos após ter ficado em sexto lugar, com cerca de 5% dos votos nas primárias do estado de Iowa, realizadas na véspera.

Uma fonte da campanha havia dito à rede CNN que não havia "caminho viável" para continuar.
Em discurso, ela pediu que seus partidários apoiem o nome escolhido pelo partido. Mas ela não declarou apoio a nenhum dos outros pré-candidatos nem disse se pretende fazer isso.

"Decidi ficar de lado", disse. "Não vou continuar na corrida pela presidência."

A saída poderia favorecer Rick Santorum, que ficou em segundo lugar, um pouco atrás do vencedor da véspera, Mitt Romney.

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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
MensagemEnviado: 19 Jan 2012, 11:51 
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O concorrente da campanha presidencial republicana Rick Perry deve abandonar a pré-candidatura nesta tarde, informaram os sites da rede CNN e do jornal New York Times nesta quinta-feira (19). Segundo a agência de notícias Reuters, o governador do Texas falará em uma entrevista coletiva ainda hoje - e deve apoiar o ex-presidente da Câmara dos Deputados Newt Gingrich.

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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
MensagemEnviado: 27 Fev 2012, 03:05 
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Os republicanos tão demorando demais pra definir o seu candidato.

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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
MensagemEnviado: 04 Mar 2012, 02:29 
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No final do ano passado, comentários desairosos feitos por um pastor do Texas lançaram luz sobre a fé do ex-governador de Massachusetts, Mitt Romney, favorito entre os candidatos do Partido Republicano para concorrer à Presidência dos Estados Unidos. Desde então, os adversários de Mitt Romney têm explorado o tema politicamente. Vitorioso em seis de dez prévias disputadas até agora , líder nas pesquisas de opinião e maior arrecadador de recursos (US$ 56 milhões só em 2011), Mitt Romney é mórmon. Não fuma, não bebe, oferece 10% de seus rendimentos à Igreja (US$ 4,1 milhões nos últimos dois anos) e até trabalhou como bispo 30 anos atrás em Boston. Há quem diga, entre os concorrentes a uma vaga na corrida à Casa Branca, que a maioria dos pastores americanos rejeitaria o candidato republicano por não considerar o mormonismo uma religião cristã.

Porém, as últimas pesquisas feitas nos Estados Unidos mostram que as discussões em torno da fé de Mitt Romney têm conferido projeção à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (LDS, na sigla em inglês), uma das religiões que mais crescem no mundo. “Este é sem dúvida o momento mórmon, mas não é e nem será a última vez que o mormonismo se destaca com tanta proeminência nos Estados Unidos”, disse à ISTOÉ David Campbell, ele próprio mórmon e professor do Departamento de Ciência Política da Universidade de Notre Dame.

Para o professor David Campbell, o interesse pelos mórmons vem, principalmente, do fato de esta ser uma religião nascida em solo americano. A Igreja LDS foi fundada no início do século 19 por Joseph Smith, em Nova York. Segundo a crença, Deus e Jesus Cristo apareceram para o profeta e lhe deram instruções para restaurar a Cristandade, já que as Igrejas da época estariam corrompidas.

Os mórmons somam 6 milhões de adeptos nos Estados Unidos (são 14 milhões no mundo todo) e representam uma força política poderosa num país em que o voto não é obrigatório. A favor de Mitt Romney pesam o poder de mobilização dos mórmons e sua capacidade de propagar as ideias da religião. Ao contrário de algumas crenças, cujos praticantes não são tão convictos assim, os mórmons são unidos e fervorosos na defesa de sua fé. Mas eles também enfrentam preconceitos. Segundo uma pesquisa do Pew Research Center, que entrevistou 1.019 mórmons americanos entre outubro e novembro de 2011, metade deles disse enfrentar discriminação e 60% pensam que os americanos sabem pouco ou nada sobre a religião.

Vistos por muitos como uma seita (o jornal The New York Times classificou a LDS como uma “Igreja com alma de corporação”), não raro os mórmons vêem seu nome associado à poligamia. O costume fez parte da Igreja no início de sua história, mas foi abandonado ainda em 1890. O Mormonismo carrega também o ônus de ter proibido que negros ascendessem no sacerdócio até o fim dos anos 1970 e até hoje condenar veementemente o homossexualismo.

Quando disputou a presidência, em 1960, o católico John Kennedy também enfrentou resistência de outros grupos religiosos quanto a uma possível interferência do Vaticano em sua agenda. A história provou que estavam errados. “Algumas pesquisas mostram que, após a eleição de Kennedy, os americanos se sentiram muito melhor em relação aos católicos e essa percepção nunca mais mudou”, diz o professor David Campbell. Na sua análise, se o passado pode servir como guia, há motivos para crer que uma eleição de Mitt Romney seria positiva para a imagem dos mórmons. Karen Trifiletti, editora de conteúdo da More Good Foundation, entidade que divulga os preceitos mórmons, diz que é uma falsa inferência acreditar que, uma vez eleito, Mitt Romney serviria como marionete da Igreja. “Seus valores são publicamente claros”, diz Karen. “A Igreja não está dirigindo sua campanha. Esse momento é uma oportunidade para dizermos ao mundo quem somos. A curiosidade sobre nossa religião cresceu repentinamente, mas isso não é uma coincidência: Deus trabalha de formas misteriosas.”

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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
MensagemEnviado: 10 Mar 2012, 11:27 
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http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/equipe-de-obama-considera-romney-em-uma-marcha-da-morte

A equipe de campanha de Mitt Romney considera quase segura sua indicação à candidatura presidencial republicana, enquanto os democratas chamam de "marcha da morte" dos adversários para enfrentar o presidente Barack Obama.

Apesar das seis vitórias na "Super Terça", incluino o triunfo no crucial estado de Ohio, o favorito republicano não conseguiu tirar da corrida o principal rival, Rick Santorum, o que pode prolongar a disputa por semanas ou meses.

A campanha de Romney busca manter o impulso e passar uma sensação de inevitabilidade, com a afirmação de que apenas "um ato de Deus" pode impedi-lo de enfrentar Obama em novembro.

Ao mesmo tempo, os democratas saboreiam a perspectiva de um enfrentamento demorado entre os republicanos, que favoreceria o fluxo de recursos para seus cofres, enquanto Romney gasta o que arrecada em uma campanha cada vez mais cara estado por estado.

Romney deve enfrentar agora Santorum e o ex-presidente da Câmara de Representantes Newt Gingrich em uma parte do país na qual o ex-governador moderado do liberal estado de Massachusetts tem sido mais frágil - o sul conservador -, com primárias no Alabama, Mississipi, Louisiana e Missouri.

"A única coisa que temos que fazer é continuar fazendo o que estamos fazendo, e conseguiremos a indicação", afirmou um integrante da campanha de Romney na noite de quarta-feira.

Enquanto as primárias republicanas prosseguem, as probabilidades de reeleição de Obama aumentam, com uma economia em recuperação e a popularidade retornando a 50%.

"O extraordinário de terça-feira foi que, gastando seis vezes mais que Santorum e quatro mais que Gingrich, à meia-noite Romney ainda não sabia se havia vencido em Ohio, onde finalmente ganhou por pouco", afirmou David Axelrod, diretor de estratégia política de Obama.

"Em consequência, continua conquistando vitórias táticas em uma espécie de marcha da morte", completou.

Romney conseguiu neutralizar os avanços de vários rivais nos últimos meses, ganhando quando era mais necessário, em estados como Flórida e Ohio, mas tem dificuldades para chegar ao eleitorado mais conservador, que suspeita de seu passado centrista.

O diretor de campanha de Romney insistiu que a liderança de seu candidato e as decrescentes oportunidades para obter um alto número de delegados oferecidas pelo calendário eleitoral "deixam claro que a indicação é uma impossibilidade para Rick Santorum ou Newt Gingrich".

"Estes caras precisarão de algum tipo de ato divino para chegar à indicação", afirma.

Mas eles permanecem na disputa, negando a Romney a possibilidade de deixar para trás a negativa campanha republicana, ao mesmo tempo que dividem os votos da maioria conservadora do partido.

"Acredito que o caminho Mitt Romney para a indicação continuará sendo longo e difícil", afirmou à AFP Dante Scala, professor de ciências políticas na Universidade de New Hampshire.

No entanto, depois da Super Terça existem poucas dúvidas entre os analistas de que finalmente Romney será o candidato republicano à Casa Branca.

O milionário ex-empresário pode vangloriar-se de ser um sobrevivente, que mesmo saindo atrás nas pesquisas conseguiu vencer em estados importantes como Flórida e Ohio, duas disputas vitais para qualquer republicano que aspire à presidência.

A vitória de Romney em Ohio, apesar de ter registrado a margem mínima, também refutou o argumento central de Santorum de que ele é o único que pode competir contra Obama pelos eleitores da classe média baixa nos flexíveis estados do Meio Oeste.

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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
MensagemEnviado: 06 Abr 2012, 00:50 
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Mitt Romney reforçou sua condição de favorito nas primárias republicanas ao vencer nos Estados de Maryland e Wisconsin e em Washington, a capital federal americana localizada no Distrito de Colúmbia. O principal triunfo do ex-governador de Massachusetts foi conquistado em Wisconsin, estado que teve o resultado mais apertado.

O republicano ressaltou seu compromisso de voltar "a fazer dos EUA a terra das oportunidades".

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Re: Eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2012 • Barack Obama reeleito
MensagemEnviado: 10 Abr 2012, 16:32 
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O pré-candidato republicano à presidência dos EUA Rick Santorum anunciou nesta terça-feira (10) que renuncia à sua tentativa de ser o nome republicano na eleição presidencial norte-americana de novembro.

A desistência do ultraconservador católico foi anunciada em discurso em Gettysburg, seu reduto eleitoral no estado da Pensilvânia, após uma onda de boatos sobre sua iminente saída.

Santorum afirmou que a decisão de suspender a campanha foi tomada após uma semana de "reflexão e oração".

Com a saída de Santorum, segundo colocado, fica aberto o caminho para o até agora favorito na corrida atrás dos votos dos delegados do partido, Mitt Romney, ex-governador de Massachusetts.

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